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	<title>Curiosidades Surfisticas &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>8 acontecimentos chocantes da década passada</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/8-acontecimentos-chocantes-da-decada-passada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Irons]]></category>
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					<description><![CDATA[Curiosidades surfisticas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por ordem&#8230;</p>
<p><strong>Novembro de 2010<br />
A morte de Andy Irons&#8230;</strong><br />
AI não foi o primeiro surfista profissional a falecer mas foi certamente o mais conhecido e o que mais perto estava do seu auge. Caiu como uma &#8220;bomba&#8221; a notícia que o 3x campeão mundial tinha partido sozinho num quarto de hotel em Dallas, Texas, a semanas do nascimento do seu filho Axel. A sua morte marcou para sempre a comunidade do surf e a sua história completa foi contada no documentário “Kissed by God”.</p>
<p><iframe title="LOST.TV - BEST OF ANDY IRONS" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/8nz-XX2qpRw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Novembro de 2012<br />
Nike abandona a indústria do surf&#8230;</strong><br />
O gigante do calçado norte-americano, Nike, entrou no surf em grande com o patrocínio de eventos e de uma equipa fortíssima. Tanto no surf feminino como masculino, a Nike andava atrás dos melhores e patrocinou muitos deles, alguns com calçado e outros a 100%. Até que, algures em 2012, se chegou à conclusão que o investimento não estava a ter os resultados esperados e de um momento para a outro a marca abandonou o surf. Felizmente o grupo tinha no portefólio a Hurley e tratou de transferir a equipa para essa marca, que automaticamente ficou com o melhor <em>team</em> do planeta. Entretanto o número de patrocinados foi diminuindo gradualmente mas a verdadeira consequência desta saída foi a mensagem que uma das maiores marcas do planeta tinha deixado de ver potencial no surf. Outras a seguiram, como a Analog, no ano seguinte e depois a FOX, ambas marcas que continuam no mercado mas abanaram por completo o meio do surf.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/nike-reduz-presenca-no-surf-hurley-herda-super-team-de-surf/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Fevereiro de 2013<br />
Grandes marcas começam a diminuir as suas equipas&#8230;</strong><br />
Este acontecimento foi gradual para quase todas as marcas que, ao longo dos anos, começaram a distribuir os orçamentos de modo diferente e a diminuir o número de patrocinados. Mas houve um momento em que a maior delas, a Quiksilver, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" target="_blank" rel="noopener">comunicou esta que viria a ser uma nova tendência no mercado</a>. Numa comunicação à shop-eat-surf, o CEO da Quiksilver anunciou uma série de medidas, algumas que acabaram por ser temporárias, outras para sempre. Cerca de 6 anos mais tarde é visível que há menos surfistas patrocinados apesar dos melhores ganharem ordenados como nunca se tinha visto antes neste deporto.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Julho de 2013<br />
Ilha Reunião tornou numa “no surf zone”&#8230;</strong><br />
Mais um processo que foi gradual mas chegou um dia em que as autoridades locais foram obrigadas a proibir a prática do surf. Um mau planeamento local provocou um desequilibro no ecossistema e a consequência foi um número recorde de ataques de tubarão, muitos deles fatais. Décadas antes a Reunião recebia provas do Championship Tour, QS, EPSA e Pro Junior, recebendo surfistas de todo o mundo para surfar as míticas esquerdas de Saint Leu, ondas essas que agora quase sempre quebram sozinhas já que poucos arriscam a vida para as surfar. Hoje em dia o surf deixou de estar proibido na ilha, mas o risco de ataque continua real.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/surf-proibido-na-ilha-reuniao-devido-a-ataques-de-tubarao/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Abril de 2014<br />
Kelly sai da Quiksilver&#8230;</strong><br />
Hoje em dia quando se vê uma imagem de Kelly Slater com o logótipo da Quiksilver na prancha é natural ter pensamentos nostálgicos mas, durante duas décadas, Kelly e Quik eram quase um sinónimo um do outro. A “parceria” entre os dois tinha começado no ano anterior ao seu primeiro título e durou cerca de 21 anos até que, no dia das mentiras de 2014, o 11x campeão anunciou a sua saída da marca. Slater podia ter esperado pelo dia seguinte e não ter deixado meio mundo a pensar que se tratava de uma brincadeira de 1 de Abril mas, com o passar do tempo, ficou patente que era verdade. Nunca se revelaram grandes detalhes sobre a sua saída mas nos anos que se seguiram outros dois &#8220;cabeças de cartaz&#8221; da marca, Dane Reynolds e Craig Anderson, também abandonavam o barco. Apesar de se falar muito no meio sobre outras contratações, a marca não conseguiu voltar a &#8220;capturar&#8221; uma estrela ao mesmo nível, sendo que neste momento o japonês Kanoa Igarashi e o californiano Griffin Colapinto dividem o protagonismo no topo da Quiksilver.</p>
<p><iframe title="Quiksilver: Goodbye Kelly" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eo8MS1PqTps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Janeiro de 2015<br />
Faleceu Ricardo dos Santos&#8230;</strong><br />
Com a comunidade surfista ainda a recuperar da perda de AI, uns anos antes, aconteceu a morte do<em> free surfer</em> brasileiro Ricardo dos Santos de modo ainda mais dramático. Ricardo foi baleado por um polícia fora de serviço, depois de uma pequena discussão na rua, e acabou por falecer no dia seguinte devido aos seus ferimentos com apenas 25 anos.</p>
<p><iframe title="Remember Ricardo: The Story Behind The Murder Of Professional Surfer Ricardo Dos Santos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4ARAlerxnfU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Julho de 2015<br />
Mick Fanning é atacado por um tubarão&#8230;</strong><br />
Muitos surfistas já foram atacados por tubarões mas nunca um campeão do mundo, muito menos em directo durante uma das mais importantes provas do ano. Foi durante a final do JBay Open de 2015 que Mick teve este pequeno confronto com um tubarão, mas defendeu-se bem e sobreviveu sem um arranhão. Este campeonato não foi terminado mas regressou no ano seguinte e, quase em modo de “justiça poética”, Fanning foi o vencedor.</p>
<p><strong>Abril de 2018<br />
Margaret River cancelado por excesso de tubarões na área&#8230;</strong><br />
A zona de Margaret River, no Oeste da Austrália, sempre foi conhecida por ser bastante “sharky”, mas em 2018 estava no limite do que se considera seguro. Tudo começou quando a prova teve que ser parada devido à presença de um tubarão no pico e no dia seguinte, um <em>lay day</em>, duas pessoas foram atacadas em locais diferentes mas bastante próximas da zona do evento. A WSL não arriscou e cancelou o evento, que acabou por se realizar meses mais tarde em Uluwatu, Bali. Mas este não foi o fim do Championship Tour em Margaret River pois o circuito regressou logo em 2019 mas mais tarde no ano para não coincidir com a época de maior &#8220;acção&#8221; na água.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/margaret-river-pro-cancelado-por-razoes-de-seguranca/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong><br />
De 2012 até à actualidade<br />
Número de revistas de surf diminui drasticamente&#8230;</strong><br />
Em outros tempos as revistas de surf eram “o” meio de comunicação de referência mas, com a evolução da tecnologia e criação de novas plataformas de comunicação, foram perdendo espaço e a grande maioria deixou de existir. Quando grandes títulos, como a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/versao-impressa-da-transworld-surf-sai-do-mercado/" target="_blank" rel="noopener">Transworld Surf</a>, Surfing e Fluir, caíram, ficou claro que mesmo as que sobrassem acabariam por ser apenas uma sombra do que já foram. Em Portugal a última revista de surf a ser publicada foi a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/onfire-78-nas-bancas/" target="_blank" rel="noopener">ONFIRE #78</a>, que saiu em Maio de 2016. No entanto ainda sobrevivem alguns títulos, como a primeira revista de surf no mercado, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/miguel-blanco-na-capa-da-surfer-mag/" target="_blank" rel="noopener">SURFER</a>, e outros casos pontuais espalhados pelo mundo.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>O dia em que Slater deu o nome a uma manobra que nunca completou&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-dia-em-que-kelly-slater-deu-o-nome-a-uma-manobra-que-nunca-completou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Moutain Dew Pipe Masters]]></category>
		<category><![CDATA[Rodeo Clown]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodeo Clown ou JOB flip?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há regras não escritas no nosso desporto que por norma são &#8220;lei&#8221;, mas há excepções. </p>



<p>O primeiro surfista a fazer uma onda num pico nunca antes descoberto ou a acertar uma variação de um aéreo que seja muito diferente dos já conhecidos terá direito a dar nome ao mesmo. Foi mais ou menos o que aconteceu em 1999, durante o Mountain Dew Pipe Masters.</p>



<p>Na época <strong>Kelly Slater</strong> estava na sua primeira reforma do Championship Tour e<strong> Mark Occhilupo</strong> aproveitou para conseguir o seu muito desejado título mundial, algo que aconteceu graças às três etapas realizadas em esquerdas tubulares, Mundaka, Fiji e Teahupoo, que venceu. Occy nunca tinha batido Slater no CT e nas meias finais deste evento sofreu mais uma derrota, a mais dura do ano.</p>



<p>Mas o grande momento do evento foi quando Slater apanhou uma onda de cerca de dois metros e meio e tentou uma rotação no ar que nunca tinha ficado tão perto de acertar. Por várias vezes KS tinha tentado algumas rotações “impossíveis” mas nunca ficava perto de completar. Desta vez, e apesar de estar a surfar de 6’10”, tudo bateu certo, conseguindo rodar 360 graus num ângulo horizontal e também num eixo vertical. No entanto, depois de fazer a parte mais difícil, Slater parece não ter acreditado que iria completar a manobra e caiu, já na base da onda.</p>



<p>A manobra teve um impacto tão grande, por ter sido tentada em pleno Pipe Masters que, depois de questionado, deu-lhe o nome de “<strong>Rodeo Clown</strong>”, em homenagem ao seu grande amigo <strong>Jack Johnson</strong>, cuja música do mesmo nome tinha chegado ao topo dos “charts” um pouco por todo o mundo algum tempo antes.</p>



<p>A amizade entre Kelly e Jack já tinha muitos anos nesta altura e vinha desde tempos em que títulos mundiais e concertos lotados pelo mundo fora eram um sonho. Ambos faziam parte do team Quiksilver no início dos anos 90 e Jack competia na Vans Triple Crown of Surfing com regularidade, tendo inclusive chegado à final dos trials de Pipe. Um “episódio” ficou muito conhecido na época quando Slater “picou” Johnson para arrancar numa onda pesada em Backdoor que o jovem havaiano não recusou e acabou por bater com a cara no fundo e partir alguns dentes e a cabeça. Depois disso Slater nunca mais picou Jack, mas ficaram amigos até hoje e o campeão do mundo inclusivamente participou em algumas músicas dos seus primeiros álbuns.</p>



<p>27 anos depois de primeiro ter sido tentada pela primeira vez a manobra é mais conhecida por “Rodeo Flip”. Slater nunca completou a manobra mas outros, como <strong>Jamie O’Brien</strong> e mais tarde Dane Reynolds e Jordy Smith começaram a incluir o “Rodeo” nas suas secções de vídeo. Na WSL foi acertada apenas 4 vezes até, por <strong>Pat Gudauskas</strong> no WQS, <strong>Heitor Alves </strong>no CT de Trestles, <strong>Matt Wilkinson</strong> num WCT em Portugal e por <strong>John John Florence</strong> no Oi Rio Pro de 2015. </p>



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<iframe loading="lazy" title="How to do a Rodeo Flip with Jamie O’Brien" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XptsjBHvnIs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>5 surfistas que abandonaram o Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 00:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Shane Whener]]></category>
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					<description><![CDATA[Brown, Padaratz, Silva, Lovett, Whener...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se chegar ao CT é o sonho de todos os surfistas profissionais, não seria de esperar que estes agarrassem a oportunidade de lá permanecer com “unhas e dentes”? A resposta para 98% dos casos é sim, mas a ONFIRE descobriu os 2% que simplesmente desistiram das suas vagas no tour!</p>



<p><strong>Chris Brown | EUA</strong></p>



<p>Durante os anos 80 surgiram duas notáveis promessas no surf norte-americano, Kelly Slater, da Flórida, e Chris Brown, da Califórnia. E dos dois foi Brown quem cumpriu a maior parte dos objectivos esperados destes talentos antes de se tornarem profissionais. Em 1988 venceu o mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico, Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do WQS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater que conseguiu aí a sua única vitória do ano. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto no QS Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontrava entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Chris acabou por falecer em 2019, deixando a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidade do surf de luta com a perda</a>…</p>



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<iframe loading="lazy" title="Eternal Stoke - The Chris Brown Legacy - trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vqTAhUaR9t4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Neco Padaratz | Brasil</strong></p>



<p>O irmão caçula de um dos nomes mais importantes da história do surf brasileiro, Percy “Neco” Padaratz, irmão de Teco, foi talvez o primeiro da seu país a ser apontado como potencial campeão mundial da WSL (ASP na altura). A primeira vez que mostrou a sua força ao mundo foi no ISA de 1996, terminando em 3º lugar apesar de ter sido o melhor surfista em prova. O seu estilo pouco ortodoxo pouco importava já que o seu surf esbanjava agressividade em toda e qualquer secção de onda que encontrasse pela frente. 1997 foi o seu primeiro ano no CT e terminou num excelente 13º lugar do ranking. Era previsível que continuasse a subir mas esse acabou por ser o seu melhor ano no tour. No ano seguinte, mesmo depois de ter conseguido bons resultados na primeira metade do ano, abdicou da sua vaga antes da perna europeia. Foi uma decisão que chocou uma nação e não foram dadas grandes explicações, excepto alguns problemas pessoais. Dois anos depois estava de volta ao CT e apesar de ter vencido duas etapas e de ter feito finais consecutivas contra Andy Irons, nunca conseguiu voltar ao top16. Neco esteve 8 anos (e meio) no WCT e venceu 10 etapas do WQS. Actualmente vive em San Clemente, na Califórnia e esteve ligado aos treinos do bicampeão mundial, Filipe Toledo.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Percy &quot; Neco&quot; Padaratz (surf edit)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xqY6sTW7WpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Fábio Silva | Brasil</strong></p>



<p>Fábio era mais um super talento de uma zona pobre do Brasil, a favela do Titanzinho, no Ceará. O seu “approach” era como nada que se tinha visto até aí pois surfava com muita velocidade, tinha a capacidade de bater forte em qualquer secção, fazia reverses e aéreos <em>on demand</em> e recuperava de qualquer manobra, independentemente do risco. No entanto o seu surf de rail não existia, o que não impediu de vencer no QS, e qualificou-se para o CT de 1998. Mas quando chegou ao tour, este ainda era o “Dream tour” e maior parte das provas eram em locais onde não tinha qualquer experiência e não falava a língua. O início do ano no foi muito fraco com derrotas no round 2 nas três primeiras etapas. No Japão, onde havia duas provas, conseguiu passar alguns heats o que deu alguma esperança de se manter no circuito. Mas, quando o tour chegou a Jeffreys Bay, a etapa seguinte, Fábio já estava fora. Aparentemente, mesmo sem consultar as pessoas mais próximas, notificou a ASP que abdicava da sua vaga, e de imediato o australiano Luke Hitchings entrou como substituto. Silva sentia-se como “peixe fora de água” no tour, e alegou saudades da família e amigos como causa de desistência. Quando se apercebeu do seu erro era tarde demais, e de imediato voltou ao QS. Em 2000 venceu o ISA World Surfing Games, mas nunca mais voltou a ficar sequer perto da qualificação para o CT e entra na história por ter feito umas das piores decisões no surf profissional.</p>



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</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Richie Lovett | Austrália</strong></p>



<p>Se Fábio Silva saiu do CT a meio de uma temporada sem uma boa razão para fazer, Richie Lovett foi o extremo oposto. Na transição de júnior para sénior o australiano era apenas mais um surfista com talento e nos primeiros anos como profissional era difícil de perceber se tinha realmente potencial para entrar no CT. Em 1994 a sua carreira e vida poderiam ter chegado ao fim durante uma surf trip a G-Land, (Java, Indonésia) quando, durante a noite, o surf camp foi destruído por um tsunami. Foi um pequeno milagre mas todos os seis surfistas profissionais da viagem sobreviveram, apesar de Richie ter ficado gravemente lesionado. Em 1995 estava de volta ao QS fez a final do O’Neill Buondi Pro, em Ribeira D’Ilhas, na Ericeira, mas chegou ao Havai a precisar de um resultado excelente, 3º lugar (pelo menos) para se qualificar. E logo na primeira etapa da Vans Triple Crown of Surfing, conseguiu o que precisava, não só chegou à final como venceu, batendo Ross Williams, Luke Egan e Munga Barry e assim garantindo uma vaga no CT. Apesar de se ter qualificado quase sempre pelo QS sua carreira foi longa no CT e o ponto alto foi em 2002, quando venceu a etapa de Trestles. No fim de 2005 descobriu que tinha um tipo raro de cancro na anca e teve que colocar uma prótese, o que garantiu que nunca mais voltaria a competir ao mais alto nível. Assim acabou a sua carreira no CT mas até hoje trabalha na indústria do surf.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Richie Lovett Surfing Late 90&#039;s and Early 00&#039;s." width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/erIOlLN9glk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Shane Whener | Austrália</strong></p>



<p>Shane Whener era um daqueles nomes que não mostrava grande potencial de se tornar surfista profissional mas acabou chegar mais longe que muitos dos mais celebrados talentos da sua geração. A sua carreira como júnior não foi muito impressionante e o seu surf inicialmente não “enchia o olho”, excepto em ondas pesadas. Mas isso não o impediu de perseguir o seu sonho e depois de alguns resultados sólidos no circuito australiano atirou-se de cabeça para o QS. Foram vários anos de trabalho duro nas “trincheiras” mas o poderoso <em>goofy</em> conseguiu evoluir muito ao longo dos tempos e com algumas finais em 1998 qualificou-se para o tour do ano seguinte. Já no CT Shane mostrou bom surf mas o seu <em>seeding</em> não o favoreceu, perdendo em heats de notas altas contra grandes destaques do tour como Andy Irons em Bells,  Shane Beschen em Manly, Luke Egan em Teahupoo, Kalani Robb em Hossegor, entre outros. Perto do fim do ano já precisava de um pequeno milagre para se manter no circuito por isso, quando um dos seus patrocinadores lhe ofereceu uma vaga na empresa, optou por seguir essa direcção em vez de se mandar novamente para a dura vida no QS. Mas o milagre quase aconteceu e Whener fez a final do Mountain Dew Pipe Masters contra Kelly Slater. O segundo lugar não lhe deu a qualificação para o ano seguinte mas ficou tão perto que devido a uma desistência surgiu uma vaga que seria sua. Mas Shane já estava com outra “formatação” na cabeça e abdicou da vaga, resumindo a sua carreira no WCT a apenas um ano.</p>



<p><strong>Menções honrosas:</strong><br><strong>Martin Potter &amp; Dave Macauley | Austrália</strong></p>



<p>Quantos surfistas largaram o tour no top10? Em 1994, foram dois, Martin Potter e Dave Macauley. Ambos ainda tinham competitividade para “espremer” as suas carreiras mais alguns anos mas optaram por sair enquanto estavam no topo, Dave tinha 31 anos e Martin tinha 29. Macauley, um cristão devoto, dedicou-se a várias actividades, incluindo a de shaper de pranchas. Já Potter ocupou várias posições, incluindo a de treinador e team managar e esteve para regressar ao tour via wildcard da ASP. No entanto, enquanto treinava para o seu possível “comeback”, sofreu um acidente com a sua prancha que deixou os seus intestinos de fora e a recuperação foi dura e longa, o que fez com que perdesse a oportunidade. Ambos estão de alguma maneira presentes na indústria do surf, Potter é comentador nos eventos da WSL enquanto que Dave hoje em dia é mais referenciado pela sua filha, Bronte, uma das melhores surfistas da sua geração e compete regularmente no Championship Tour feminino.</p>
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		<title>Os surfistas do Top16 no ano em que Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:07:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1992, quando Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial, ninguém diria que três décadas mais tarde este surfista ainda estaria no tour. Kelly atravessou gerações, bateu quase todos os recordes, conquistou mais 10 títulos e venceu o Pipe Masters de 2022, mais um feito impressionante.</p>
<p>Slater é o último resistente não só da sua geração como de outras que se seguiram, fica a saber quem eram os seus &#8220;colegas&#8221; no top16 nesta época em que Medina, Toledo, Ítalo e John John ainda não tinham nascido&#8230;</p>
<p>2º &#8211; <strong>Damien Hardman</strong> &#8211; O ultra competitivo australiano Damien Hardman a esta altura já tinha conquistado dois títulos mundiais e ameaçou o tri várias vezes. Foi um dos últimos representantes da sua geração no tour, reformando-se em 1999 ainda como membro do top16. 10 anos mais tarde, quando o Championship Tour regressou a Portugal, Domma apareceu como <em>contest director</em>, uma posição que voltou a ocupar em mais alguns eventos ao longo dos anos.</p>
<p>3º &#8211; <strong>Sunny Garcia</strong> &#8211; Um surfista entre gerações, mais novo que as &#8220;velhas raposas&#8221; do tour mas mais velho que a geração de Slater, e com um surf mais para <em>old school</em> que para o progressivo. Depois de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">bater na trave</a>&#8221; por várias vezes, conquistou o título mundial no ano 2000. Anos mais tarde, já fora do<em> tour</em>, esteve <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">preso por evasão fiscal</a>, voltando a competir profissionalmente por mais alguns anos. Em 2019, depois de algum tempo a lutar com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noopener">problemas mentais</a>, tentou suicidar-se e, apesar de ter sobrevivido, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/boato-sobre-a-morte-de-sunny-garcia-nao-e-verdadeiro/" target="_blank" rel="noopener">sofreu danos graves</a>, dos quais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noopener">ainda está a recuperar</a>.</p>
<p>4º &#8211; <strong>Shane Herring</strong> &#8211; Shane passou de ser a resposta australiana a Kelly Slater a ser considerado um dos maiores <em>flops</em> da história do surf profissional. 1992 foi o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-palco-da-maior-mudanca-de-guarda-da-historia-da-aspwsl-1992-coke-classic/" target="_blank" rel="noopener">auge da sua carreira</a>, liderando o circuito por alguns meses antes de Slater passar para a frente e dois anos mais tarde já estava fora do tour, para nunca mais voltar, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noopener">perdendo-se para o álcool e drogas leves</a>.</p>
<p>5º &#8211; <strong>Fábio Gouveia</strong> &#8211; O primeiro brasileiro no top5 do tour, um feito que só foi superado em 1999, por Vitor Ribas. Foi também o primeiro brasileiro a vencer no Havai, o primeiro a vencer uma prova CT no Brasil e o primeiro a vencer fora. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Não teria existido uma Brazilian Storm sem um Fábio Gouveia a quebrar barreiras décadas antes</a>.</p>
<p>6º &#8211; <strong>Gary Elkerton</strong> &#8211; Outro <em>power surfer</em> da velha guarda, em 92 já tinha perdido dois títulos mundiais por muito pouco, e no ano seguinte voltou a fazê-lo, acabando a sua carreira com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">três &#8220;vice-campeonatos&#8221;</a>. &#8220;Vingou-se&#8221; anos mais tarde nas categorias Masters, vencendo aí os títulos mundiais que o iludiram no tour &#8220;verdadeiro&#8221;. Em 2018 ainda competiu no mundial Master nos Açores, mostrando ainda estar em grande forma.</p>
<p>7º &#8211; <strong>Dave Macauley</strong> &#8211; Hoje em dia mais lembrado por ser o pai da ex-top do CT Bronte Macauley, Dave foi um dos mais competitivo surfistas da sua geração, contando com várias vitórias no CT. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">Reformou-se em 1994</a>, com 31 anos, ainda no top16, numa época em que a maior parte dos surfistas abandonavam o<em> tour</em> antes dos 30.</p>
<p>8º &#8211; <strong>Richard Marsh</strong> &#8211; Hoje mais conhecido por ser o<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/frederico-morais-e-richard-marsh-no-occ-cast-1706/" target="_blank" rel="noopener"><em> coach</em> do nosso Frederico Morais</a> e ainda de surfistas como Leonardo Fioravanti e Ryan Callinan, o que é certo é que até agora nenhum dos pupilos de &#8220;Dog&#8221; superou o seu mestre. 1992 foi o seu melhor ano, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">vencendo a etapa da Ilha Reunião</a>, com direito a um atropelo de Kelly Slater a caminho da final.</p>
<p>9º &#8211; <strong>Martin Potter</strong> &#8211; Pottz tinha sido campeão mundial em 1989 e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/martin-potter-strange-desires-1989-2320/" target="_blank" rel="noopener">mostrava potencial </a>de conquistar pelo menos mais um título. Até que a nova geração entrou em força e acabou com as suas hipóteses. Reformou-se, juntamente com Macauley, em 1994 e pouco mais tarde recebeu um <em>wildcard</em> para voltar ao CT mas um acidente muito grave a treinar para o primeiro evento do ano acabou com o seu <em>comeback</em>. Durante alguns anos esteve ligado à marca que o patrocinou durante parte da sua carreira, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank" rel="noopener">a Gotcha</a>, além de ter sido treinador de surfistas, eventualmente tornando-se um dos comentadores oficiais da WSL.</p>
<p>10º &#8211; <strong>Barton Lynch</strong> &#8211; O campeão mundial de 1988 foi um dos mais improváveis da história do tour, tendo chegado ao último dia de prova em 3º no ranking atrás do &#8220;Rei de Pipeline&#8221; da época, Tom Carroll, e de Hardman. No entanto, a meio do dia era o único resistente na disputa, superando-se para vencer o Pipe Masters e o título. Manteve-se no circuito durante muitos anos, vencendo a sua última prova em 1995. Actualmente continua ligado ao surf tanto como treinador como comentador.</p>
<p>11º &#8211;<strong> Tony Ray</strong> &#8211; A maior &#8220;anomalia&#8221; no top16 de 1992. Tony surpreendeu todos ao vencer uma etapa do CT em Hossegor pesado, mais ainda por &#8220;roubar&#8221; a Kelly Slater a que seria a sua primeira vitória, algo que floridiano conquistou logo na etapa seguinte. Mas Kelly acabaria por vingar-se uma década mais tarde, quando &#8220;roubou&#8221; a que teria sido a primeira e única vitória de Ray no icónico Eddie Ailau, por apenas 2 pontos.</p>
<p>12º &#8211; <strong>Rob Bain</strong> &#8211; Mais um nome forte australiano dos anos 80, que nesta década estava já em fim de carreira. Mesmo assim Rob ficou no tour até 95, reformando-se na prova inaugural de G-Land, depois de bater Kelly Slater e Tom Carroll (wildcard) no round 1.</p>
<p>13º &#8211; <strong>Matt Hoy</strong> &#8211; Mais um surfista entre gerações, como Sunny, mas ainda menos competitivo. Matt seria um surfista de meio da tabela, até ter acordado competitivamente em 1995 para vencer o CT da Ilha Reunião nesse ano, o Coca-Cola Figueira Pro no ano seguinte e o Rip Curl Pro Bells Beach de 1997, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/matt-hoy-uma-lenda-do-surf-australiano-213/" target="_blank" rel="noopener">reformando-se no fim de 1999</a>.</p>
<p>14º &#8211; <strong>Tom Carroll</strong> &#8211; 1992 seria o último ano do bicampeão mundial no tour, que nesta fase já estava em grande queda a nível competitivo. Mesmo assim nesse ano ainda fez uma final, no Brasil, acompanhando Kelly Slater neste seu primeiro título mundial.</p>
<p>15º &#8211; <strong>Teco Padaratz</strong> &#8211; Não haveria Brazilian Storm sem Fábio Gouveia, mas não haveria Fábio Gouveia sem Teco Padaratz. Esta dupla fincou a bandeira brasileira no tour, ambos conquistando grandes resultados durante mais de uma década. Teco teve que esperar mais algum tempo para conquistar a honra de ser o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">melhor classificado brasileiro no tour</a>, algo que aconteceu em 1994, quando terminou em 8º no ranking final.</p>
<p>16º &#8211; <strong>Kaipo Jaquias</strong> &#8211; O surfista que abriu as portas a todos os &#8220;Kauai Boys&#8221; no tour foi Kaipo Jaquias. Dono de um estilo bem havaiano, Kaipo teve como ponto alto da sua carreira o ano de 1996, quando venceu duas etapas do CT, terminou no top5 além de ter vencido a Triple Crown of Surfing.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>10 surfistas com o mesmo patrocínio há mais de 20 anos&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:10:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></description>
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<p>Quantas pessoas fazem uma carreira profissional inteira na mesma empresa? Poucas, e ainda são menos os surfistas profissionais que chegam aos 10 anos com o mesmo autocolante no bico da prancha. Mas há casos que ultrapassam as duas décadas, fica a conhecer alguns&#8230;</p>



<p><strong>Mark Ochillupo</strong>/<strong>Billabong</strong> e <strong>Fábio Gouveia</strong>/<strong>Hang Loose</strong><br>Em 2017, quando fizemos o artigo &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/curiosidades-surfisticas-os-mais-longos-patrocinios-da-historia-do-surf-profissional/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/curiosidades-surfisticas-os-mais-longos-patrocinios-da-historia-do-surf-profissional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os mais longos patrocínios da história do surf profissional</a>&#8220;, destacámos Occy e Fabinho, que já iam com 34 e 27 anos de patrocínios, fazendo o actualmente <strong>41 anos</strong> para Mark na Billabong e <strong>35 anos</strong> para Gouveia na Hang Loose, duas relações muito fortes apesar de ambos terem passado de patrocinados a embaixadores.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Fabio Fabuloso - filme completo" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/QW4hpwC5Orc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Tom Carroll</strong>/<strong>Quiksilver</strong><br>Carroll podia ter feito parte do artigo original, pois também ele tem uma das mais longas ligações da história do surf profissional. Curiosamente quando conquistou os seus dois títulos mundiais, em 1984 e 85, Tom ainda era <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-marcas-expressivas-que-desapareceram-do-mercado-portugues-parte-3/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-marcas-expressivas-que-desapareceram-do-mercado-portugues-parte-3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patrocinado pela Instinct </a>mas passou para a Quik em 1989, assinando por 5 anos o que na altura era o melhor contrato da história do surf. Hoje em dia, quase <strong>37 anos </strong>depois, Tom Carroll continua a ser uma das figuras mais icónicas da marca, mantendo uma forte presença como embaixador.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Surf - Tom Carroll (The Snap 1991)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/PNuJOdO11oE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Danny Wills</strong>/<strong>Quiksilver</strong><br>Com 13 anos Danny apareceu ao lado de Tom Carroll no filme &#8220;All Down The Line&#8221;, uma produção que mesmo não sendo &#8220;oficial&#8221; da Quiksilver, só tinha surfistas da marca, como (além de Tom e Danny) Ross Clark-Jones, Jake Spooner e Carwin Williams. Uns anos mais tarde o australiano estava no Championship Tour e em 1998 liderou quase o ano todo, perdendo mesmo no fim para Kelly Slater e Mick Campbell. Depois de mais alguns anos no circuito Danny reformou-se mas parece que nunca deixou de ter o &#8220;surf no pé&#8221;, mantendo um nível de surf elevado até aos dias de hoje, com 50 anos e cerca de <strong>37</strong> deles como patrocinado da Quiksilver.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="DANNY WILLS PUMPING LENNOX HEAD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wT1VhhBSHFc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Shane Dorian</strong>/<strong>Billabong</strong><br>Como já poderás ter lido, foi <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-surfistas-profissionais-que-patrocinaram-outros-surfistas-do-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-surfistas-profissionais-que-patrocinaram-outros-surfistas-do-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ross Williams quem conseguiu convencer a Billabong</a> a contratar Dorian, aos 18 anos, que acabaria por ter uma relação muito mais forte que Ross com a marca. Depois de mais uma década no Championship Tour, Shane fez uma excelente transição para as ondas grandes, tornando-se numa das maiores referências da categoria. Hoje em dia já está um pouco afastado dessas lides, mas continua relevante e é um embaixador da marca com cerca de <strong>35 anos</strong> de &#8220;casa&#8221; na Billabong, tendo renovado recentemente por mais alguns.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Shane Dorian in MOMENTUM II" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pfrz9Utxxso?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Phil Macdonald</strong>/<strong>O&amp;E</strong><br>Um pouco mais esquecido que a maioria desta lista, Phil Macca fez uma ilustre carreira no Championship Tour, com direito a várias finais. Aos 14 anos foi contratado pela Ocean &amp; Earth, mantendo-se como<em> team rider </em>durante muitos anos e assumindo mais tarde diferentes posições dentro da empresa que culminaram no topo, tendo-se tornado CEO da O&amp;E em 2020, posição que mantém até hoje, cerca de <strong>32 anos </strong>depois se ter entrado na equipa.</p>



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<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CkEamo8Dwhv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:500px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CkEamo8Dwhv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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<p><strong>Cory Lopez</strong>/<strong>O&#8217;Neill</strong><br>O surfista da Flórida tornou-se famoso ainda muito novo e como patrocinado da Billabong. Em 1995 foi para a O&#8217;Neill e como alguns outros nomes nesta lista, passou os melhores anos da sua carreira como top do CT. O seus anos na elite foram impressionantes o suficiente para ter deixado a sua marca no surf e a O&#8217;Neill ter mantido a sua imagem viva através de filmes e campanhas. Hoje em dia ainda é visto em algumas &#8220;missões&#8221; da marca e continua com um nível de surf bastante elevado para um surfista a aproximar-se dos 50 anos, continuando com o logótipo no bico da prancha ao fim de quase <strong>31 anos</strong>.</p>



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<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DE7dfwwp3ey/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:500px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DE7dfwwp3ey/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Joel Parkinson</strong>/<strong>Billabong</strong><br>Não há grandes registos de Joel antes da Billabong, fazendo parte da equipa desde cedo na sua adolescência, possivelmente em 1996. Um título mundial da ASP (e dois júnior) e muitos <em>carves </em>mais tarde, Parko mantém-se com uma ligação forte à marca, sendo utilizado regularmente em acções pela Austrália. Estima-se que está ligado à marca há <strong>30 anos</strong>.</p>



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<iframe loading="lazy" title="ASP World Champion 2012 Joel Parkinson" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/B2lhLjW2uc0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Mick Fanning</strong>/<strong>Rip Curl</strong><br>Em 1997 Mick Fanning era da Quiksilver, mas a Rip Curl caçou-o, com 17 anos, no ano seguinte. A aposta não podia ter sido melhor pois o jovem <em>aussie </em>tornou-se num dos melhores surfistas de todos os tempos a serviço da marca, conquistando três títulos mundiais e muitos outros feitos incríveis ao longo dos anos. Hoje, ao fim de <strong>28 anos</strong>, ainda é uma das caras mais reconhecíveis da Rip Curl, mantendo um raro estatuto mais de <em>team rider</em> que embaixador. Mick quase fez um feito semelhante com a marca de calçado Reef, saindo em 2021, muito perto das duas décadas como patrocinado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Mick Fanning Surfing 90s and Early 2000s" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/9b8uikAqZGM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Ian Gouveia</strong>/<strong>Hang Loose</strong><br>Filho do mítico Fábio Gouveia, Ian, provavelmente usava roupa Hang Loose por cima das fraldas, mas &#8220;só&#8221; aos 9 anos é que se tornou patrocinado oficial da marca. Desde aí já conquistou o título de campeão brasileiro, já esteve no Championship Tour e regressou este ano. O surfista mais novo desta lista por pelo menos uma década continua forte na marca, mantendo-se na equipa ao fim de <strong>24 anos</strong>, e provavelmente manter-se-á por muitos mais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="YAMOU - Ian Gouveia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jVzTDw1YJj0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Menção honrosa:</strong><br><strong>Tom Curren</strong>/<strong>Rip Curl</strong><br>Seria de pensar que Curren iria aparecer no topo desta lista ao lado de Occy, Carroll e Gouveia, sendo ele da mesma geração e tendo ele começado uma relação com a Rip Curl mais ou menos na mesma altura. Mas a relação foi interrompida durante alguns anos, época em que Tom esteve ligado a várias marcas como a “The Realm” (roupa) e Mormaii (wetsuits), até voltar conectar-se à Rip Curl já na década 00, contando com pelo menos <strong>24 anos</strong> sem interrupções na Rip Curl&#8230;</p>



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<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>As pinturas mais icónicas dos anos 80 e 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-pinturas-mais-iconicas-dos-anos-80-e-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[airbrush]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Boy Gomes]]></category>
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		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
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		<category><![CDATA[Tom Curren]]></category>
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					<description><![CDATA[Carroll, Potter, Hoy, Gomes, Machado &#038; Slater...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que torna uma pintura icónica? Será a criatividade do gráfico ou o impacto do surfista? Ou uma conjugação de ambas? Fica a conhecer algumas das mais marcantes pinturas de pranchas de surf (<em>aka</em> <em>airbrush</em>) dos anos 80 e 90&#8230;</p>
<p>O traço de <strong>Tom Carroll</strong> vem desde os seus dias de <em>grom</em>, quando surfava com as pranchas australianas Aloha. Eventualmente Carroll passou para a marca Byrne, onde esteve durante quase toda a sua carreira (excepto no Havai, onde usava pranchas shapeadas por Pat Rawson) e a pintura foi sendo ligeiramente melhorada com o passar dos anos. Consiste num traço no lado de cima da prancha, que começa no <em>tail</em>, atravessa a prancha quase toda e um pouco antes do<em> nose</em> faz um desvio para fora do <em>rail</em>. Havia versões em prancha branca com traço colorido mas a que realmente marcou era cor de rosa com o traço a branco, pintura que estava na sua prancha quando fez o famoso <em>snap</em> em Pipeline. Mais tarde Tom usou uma versão da mesma pintura na seu modelo Surf Tech e ainda hoje se vê algumas adaptações da mesma mas, seja qual for a versão, lembra sempre o 2x campeão mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tom Carroll - The Snap -Forerunners 2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/mIWx26LIzXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Martin Potter</strong> tinha duas pinturas icónicas que o acompanharam ao longo da sua carreira. Uma delas é talvez a pintura mais copiada de sempre, surgindo em pranchas de stock um pouco por todo o mundo. Esse <em>airbrush</em> ocupava ambos os <em>rails</em> do <em>deck</em> da prancha, com uma espécie de efeito de raios (há quem considere que são ondas) em alguns locais. A outra era uma pintura verde, por fora, com recortes amarelos e há bem pouco tempo foi copiada, em estilo de tributo, por Kolohe Andino que entretanto surgiu com ela na <a href="https://stabmag.com/news/on-the-cover-kolohe-andino-red-bull-decades/" target="_blank" rel="noopener">capa de uma revista Stab</a>. Estas pinturas foram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/martin-potter-lanca-pottz-surfboards-com-mattashapes/" target="_blank" rel="noopener">resgatadas por Potter e Nuno Matta quando relançaram a marca “Pottz” a partir de Portugal</a>  e todos os modelos Pottz Surfboards têm uma das suas duas pinturas épicas. (Podes saber mais sobre esta marca produzida no nosso país <a href="https://www.pottz.surf/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44115" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg" alt="" width="728" height="364" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tom Curren</strong> usou com regularidade uma pintura que, apesar de não ser original, ficou conhecida a nível mundial como &#8220;Black Beauty&#8221;. O californiano usava também uma versão vermelha mas foi quando surgiu em Bells Beach, em 1985, com a versão preta deste<em> design</em> e fez um dos melhores heats da história do surf, contra Mark Occhilipo, que a pintura ficou imortalizada para sempre. É uma pintura muito vulgar ainda nos dias de hoje e o modelo com o mesmo nome da Channel Islands tornou-se num <em>best seller</em> da marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44116" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg" alt="" width="728" height="404" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB-300x166.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>power surfer</em> australiano <strong>Matt Hoy</strong> teve várias pinturas “sólidas”, mas nenhuma tão icónica como a cruz que ocupava a prancha praticamente toda. A versão mais conhecida era preta, uma cor invulgar em pranchas de surf. Apesar de ser bastante reconhecível, não se vê com regularidade esta pintura no <em>line up</em>. Auando se vê, não se esquece, como foi no caso de Gony Zubizarreta que há um par de anos fez um tributo a Hoy numa prancha Semente que se tornou bastante mediática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44117" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg" alt="" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>bad boy</em> do North Shore, <strong>Johnny Boy Gomes</strong>, tinha uma das pinturas mais expressivas da sua época. Tons avermelhados do <em>tail</em> até mais de metade da prancha, passando para amarelo (ou verde) com uma divisão bastante acentuada. Conta a lenda que quem imitasse a pintura teria de ser “casca grossa” dentro e fora de água. Um dos poucos que tentou foi Makua Rothman, que fez vários<em> quivers</em> com a pintura de JBG, com algumas variações de cores, e Ezekiel Lau. Actualmente Johnny já não representa muito no meio do surf mas o seu <em>airbrush</em> continua a ser um dos mais memoráveis.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44118" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando <strong>Rob Machado</strong> se tornou um dos grandes nomes do surf mundial, ao lado de outras grandes estrelas como Kelly Slater e Shane Dorian, usava uma pintura bastante simples mas altamente reconhecível nas suas Channels Islands. Dois arcos verdes saídos de cada um dos<em> rails</em> foram o suficiente para fazer das suas pranchas entre as mais reconhecíveis da sua geração, provando que por vezes a qualidade dos surfistas pode ser mais importante que a “arte”. Rob deixou de usar a pintura ao fim de alguns anos, passando para os <em>dégradées</em>, algo que também foi bastante copiado um pouco por todo o mundo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44119" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade as pranchas mais marcantes de <strong>Kelly Slater</strong> não tinham pintura, apenas uma tira de carbono de ponta a ponta da prancha de ambos os lados. Eram assim as pranchas de Kelly durante os seus 2 ou 3 primeiros anos no tour, altura em que se começou a destacar a caminho do estatuto de GOAT (<em>greatest of all time</em>). Esse <em>design</em> vendeu quilómetros de carbono um pouco por todo o planeta no início dos anos 90 e quando deixou de o usar Slater começou a pintar uma espécie de “pin up girls”, versão meio tosca, desenhada pelo próprio até que praticamente deixou de pintar as suas pranchas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44120" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg" alt="" width="728" height="476" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-269x176.jpg 269w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-655x428.jpg 655w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">CURIOSIDADES SURFISTICAS aqui</a>!</p>
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		<title>O que é feito do lendário Sunny Garcia?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-que-e-feito-do-lendario-sunny-garcia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 19:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sunny Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes nomes da história do surf profissional...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi há cerca de 6 anos que o ex-campeão mundial, <strong>Sunny Garcia</strong>, tentou tirar a sua vida e, apesar de ter sobrevivido, o havaiano parece nunca ter recuperado e praticamente desapareceu do olho do público.</p>



<p>Sunny foi um dos mais dominantes surfistas dos anos 90, vencendo com regularidade provas no Havaí e um pouco por todo o mundo. No fim da sua carreira tinha conquistado <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-surfistas-mais-velhos-a-conquistarem-titulos-mundiais-no-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-surfistas-mais-velhos-a-conquistarem-titulos-mundiais-no-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um título mundial</a>, em 2000, e venceu por 6 vezes a Triple Crown of Surfing, um resultado considerado por muitos como segundo apenas para o título mundial. Venceu ao todo 22 provas QS, entre outros grandes resultados.   </p>



<p>Não foi uma carreira sem polémica, ao longo dos seus anos no tour Sunny agrediu e perseguiu <strong>Neco Padaratz</strong> em pleno Pipeline Masters, foi <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-surfistas-profissionais-que-foram-violentamente-agredidos/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-surfistas-profissionais-que-foram-violentamente-agredidos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agredido e hospitalizado </a>num episódio de <em>road rage</em> quando morava na Califórnia e, mais tarde, passou <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">algum tempo na prisão</a> por falta de pagamento de impostos. Estes foram apenas alguns dos muitos episódios que algo mancharam a sua carreira, mas na época não vieram com grandes consequências.</p>



<p>Mesmo assim, Garcia continuou ligado à indústria do surf, mantendo um bom nível de surf e uma visibilidade que lhe permitiu manter alguns patrocínios e continuar a viver do desporto. Apesar de parecer bem, o ex-campeão mundial já tinha abordado o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tema da depressão</a> e em Abril de 2019 tentou suicidar-se. Apesar de ter havida alguns boatos de que teria falecido, Sunny foi encontrado “a tempo”, ficando algum tempo em coma mas efectivamente sobreviveu. Inicialmente especulou-se que o havaiano estava com boas hipóteses de recuperar mas, com tempo, veio-se a saber outra realidade, Sunny teria sobrevivido mas nunca mais seria a força da natureza que um dia dominou o circuito mundial.</p>



<p>Ainda no mesmo ano a sua família mais directa, as filhas e o filho, foram actualizando o mundo sobre a evolução do pai, mas um post colocado em setembro, mostrou que os estragos eram intensos, com uma<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> imagem chocante que mostrava um Sunny Garcia quase irreconhecível</a>.</p>



<p>E aí começou uma batalha bastante pública entre a sua guardiã legal e a família. Aparentemente a pessoa que ficou responsável por cuidar do havaiano apelou ao tribunal para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/familia-de-sunny-garcia-impedida-de-falar-sobre-a-recuperacao/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/familia-de-sunny-garcia-impedida-de-falar-sobre-a-recuperacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retirar o acesso dos filhos </a>a Garcia, uma situação que se mantém até hoje. A família continua a manter a narrativa viva, procurando a consciência pública para de alguma forma ganhar acesso ao pai. No entanto, algumas pessoas têm tido acesso a Sunny, com <strong>Kelly Slater</strong> por exemplo, amigo e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-do-top16-no-ano-em-que-kelly-slater-venceu-o-seu-primeiro-titulo-mundial/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-do-top16-no-ano-em-que-kelly-slater-venceu-o-seu-primeiro-titulo-mundial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rival de longa data</a> que, depois de uma visita, comentou que o seu amigo não iria voltar a recuperar de forma significativa, indicando que este estaria numa situação quase vegetativa.</p>



<p>Um fim triste e cruel para um dos “grandes” do surf mundial.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Hawaiian SUNNY GARCIA 2000 World Champion" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9yaxmwJCPaw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Os 5 surfistas mais velhos a conquistarem títulos mundiais no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-5-surfistas-mais-velhos-a-conquistarem-titulos-mundiais-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Occhilupo]]></category>
		<category><![CDATA[Mick Fanning]]></category>
		<category><![CDATA[Os 5 surfistas mais velhos a conquistarem títulos mundiais]]></category>
		<category><![CDATA[Sunny Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[Top5]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>31 títulos mundiais foram atribuídos na categoria masculina desde a fundação do CT, divididos por apenas 13 surfistas. E se Kelly Slater foi o surfista mais novo a conquistar o título mundial, aos 20 anos, não sendo superado por uma questão de meses por Gabriel Medina, quem será o mais velho a conquistar essa honra?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-63283 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/5-sunny-garcia-world-champion.jpg" alt="" width="728" height="437" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/5-sunny-garcia-world-champion.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/5-sunny-garcia-world-champion-293x176.jpg 293w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/5-sunny-garcia-world-champion-713x428.jpg 713w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>5º</strong> (mais velho a conquistar o título)<br />
<strong>Sunny Garcia</strong><br />
<strong>30 anos e 9 meses de idade</strong><br />
O havaiano quase se sagrou campeão mundial em 1995, aos 25 anos, quando chegou ao Havai a uma etapa do fim com uma sólida liderança do ranking. Teoricamente o seu grande adversário seria Rob Machado, o número dois do ranking mas, ao perder cedo para o <em>wildcard</em> Mark Ochhilupo, deixou a porta aberta para Kelly Slater também entrar na conversa e eventualmente conquistar o terceiro título mundial. Sunny manteve-se na disputa nos anos que se seguiram e foi em 2000, já sem KS no tour, que se sagrou campeão aos 30 anos e 9 meses de idade. Com vitórias nas duas primeiras etapas, na Gold Coaste e em Bells, segundo lugar em Huntington Beach e 3ºs em Hossegor, Figueira da Foz e no Rio de Janeiro, Garcia sagrou-se campeão durante o Rio Surf International, assim que os seus adversários mais próximos, Luke Egan e Jake Patterson, perderam nos oitavos de final.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-63284 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/4-JoelParkinson_n.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/4-JoelParkinson_n.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/4-JoelParkinson_n-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/4-JoelParkinson_n-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>4º</strong> (mais velho a conquistar o título)<br />
<strong>Joel Parkinson </strong><br />
<strong>31 anos e 8 meses de idade</strong><br />
Joel parecia destinado a conquistar o título em 2009, ano em que venceu as duas primeiras etapas do ano, ficou em 3º na quarta e venceu a quinta, liderando o circuito a meio da temporada com uma vantagem de quase 1.500 pontos. Até que o seu amigo Mick Fanning ganhou forma e venceu também três provas, acabando por conquistar o seu segundo título mundial. Parko teve que esperar mais três anos para conquistar o seu primeiro e único título, em 2012. Slater venceu três etapas nesse ano, Fanning duas, enquanto que Joel chegou a Pipeline sem qualquer vitória mas com três finais e três terceiros lugares. A disputa chegou às meias finais e quando Kelly perdeu Joel sagrou-se automaticamente campeão mundial, fechando o ano com a chave de ouro ao vencer o Billabong Pipe Masters.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-63285 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/3-fanning_m9286margaret15cestari_n.jpg" alt="" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/3-fanning_m9286margaret15cestari_n.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/3-fanning_m9286margaret15cestari_n-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/3-fanning_m9286margaret15cestari_n-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>3º</strong> (mais velho a conquistar o título)<br />
<strong>Mick Fanning</strong><br />
<strong>32 anos e 4 meses de idade</strong><br />
Fanning conquistou o seu primeiro título aos 26 anos, segundo aos 28 e terceiro aos 32, colocando-se numa elite mesmo entre os campeões mundiais, igualando os recordes de Tom Curren e Andy Irons, ficando atrás apenas de Mark Richards (4x campeão mundial) e Kelly Slater (11x). Mick ainda esteve em forte disputa pelo título em 2014 e 2015, acabando ambos como vice-campeão mundial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-63286 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/2-mark-occhilupo.jpg" alt="" width="728" height="410" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/2-mark-occhilupo.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/2-mark-occhilupo-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>2º</strong> (mais velho a conquistar o título)<br />
<strong>Mark Occhilupo</strong><br />
<strong>33 anos e 4 meses de idade</strong><br />
Occy é o mais improvável campeão mundial talvez até da história da ASP/WSL uma vez que “queimou” cedo e reformou-se do tour ainda muito jovem. O seu regresso aconteceu depois do sucesso dos Billabong Challenges, momento em que Mark começou a recuperar a forma e voltou a competir. Depois de destroçar o sonho de Sunny Garcia como <em>wildcard</em> no Pipe Masters e no ano seguinte largar sangue, suor e muitas lágrimas no duro circuito QS para se qualificar para o CT de 1997, acabou o ano num incrível segundo lugar atrás de Kelly Slater. No primeiro ano da primeira reforma de Kelly, Occhilupo aproveitou as vitórias nas três esquerdas perfeitas do tour, Teahupoo, Fiji e Mundaka, para conquistar o título por antecipação na etapa brasileira do circuito. O seu título marcou por ter sido um dos maiores “comebacks” da história, numa época em que muitos competidores abandonavam o circuito antes dos 30 anos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-63287 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/1-193234_322666_0612_kellyslater1_fiji_kirstin.jpg" alt="" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/1-193234_322666_0612_kellyslater1_fiji_kirstin.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/1-193234_322666_0612_kellyslater1_fiji_kirstin-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/01/1-193234_322666_0612_kellyslater1_fiji_kirstin-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>1º</strong> (o mais velho a conquistar o título)<br />
<strong>Kelly Slater </strong><br />
<strong>39 anos e 8 meses de idade</strong><br />
Caso Slater se tivesse mantido reformado como “prometido” no fim de 1998, depois de conquistar o seu sexto título mundial, possivelmente ainda seria considerado hoje em dia como o G.O.A.T. do surf. Mas, como todos sabemos, voltou poucos anos mais tarde para conquistar mais 5 títulos mundiais. Em 2015 &#8220;roubou&#8221; o recordo de surfista mais velho das mãos de Occy ao sagrar-se campeão mundial, vencendo o título aos 33 anos, repetindo o feito aos 34, 36, 38 e, finalmente em 39. Kelly ainda ficou perto de “roubar a festa” nos dois anos seguintes, acabando ambos como vice-campeão. Agora com 52 anos ainda compete a tempo inteiro e um 12º faria da sua carreira ainda mais &#8220;lendária&#8221; mas, nesta fase, parecer altamente improvável que ainda tenha surf para mais um título&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kelly Slater Wins 11th World Title... Again" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r4lEmDFMlmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais artigos da série “curiosidades surfisticas” <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>6 estereótipos de surfistas que todos os bons grupos devem ter</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-estereotipos-de-surfistas-que-todos-os-bons-grupos-devem-ter/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-estereotipos-de-surfistas-que-todos-os-bons-grupos-devem-ter/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 15:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem é quem?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom grupo de amigos do surf tem que ter um pouco de tudo, cada um com o seu estilo e personalidade. Mas será que tens aquele amigo no grupo que se enquadra perfeitamente em um dos 6 estereótipos que &#8220;dissecámos&#8221;?</p>
<p><strong>1- O guru</strong><br />
O mais raro dos 6 estereótipos, o guru é o primeiro do grupo a usar twin fins, acabando por evoluir para single fins e todo o tipo de pranchas &#8220;menos performance&#8221;. Para ele pranchas de epoxy são tabu, tal como modelos produzidos em larga escala. Prefere shapes feitos à mão, que considera terem mais “alma”, muitas vezes de shapers menos conhecidos. Tenta usar modelos de fatos que pouco se encontra no <em>line up</em> ou marcas menos <em>main stream</em> e ambiciona ter uma alaia. Passa o seu tempo livre a fazer ioga, a ver filmes de surf dos anos 70, como o “Morning of the Earth”, e parece estar a criar uma ligação religiosa com a “<em>arte do surf</em>”. Guarda uma bola gigante com todo o wax que tirou das suas pranchas nos últimos anos mas ainda ninguém percebeu o que vai fazer com aquilo. É mais preocupado com o meio ambiente que o resto do grupo mas o seu veículo de sonho é uma carrinha VW pão de forma das antigas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Asher Pacey, A Twin Fin And The Ideal Length For Silk Surfing" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7Bp1RYTF_RA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; O “big wave rider”</strong><br />
Há sempre o mais atirado do grupo apesar de, na prática, não surfar ondas muito maiores que o resto. Regularmente é o surfista menos talentoso ou que começou mais tarde, mas não para de falar sobre “<em>como é quando o mar está grande</em>” numa tentativa de compensar a diferença técnica nas condições do dia a dia. Está sempre a partilhar vídeos de sessões em slabs e spots de ondas grandes. Tem a maior prancha entre todos os seus amigos mas só a usou uma vez ou duas porque o mar nunca está bom para ela. Mas ainda lhe falta aquela verdadeira <em>gun</em> e o colete insuflável, “<em>senão até já tinha ido surfar à Nazaré</em>” num daqueles dias mais puxados mas que dá para ir a braços. Diz que qualquer dia vai lá, mas para já o tema Nazaré ainda é só motivo de chacota do seu grupo, que está constantemente a desafia-lo para ir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Are these the largest Waves ever surfed? | Nazare 2020: The Beast Awakens" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GJc4Ir78KdE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 &#8211; O viciado em pranchas</strong><br />
Este viciado em pranchas já testou todas as tecnologias de pranchas e gasta todo o dinheiro que tem, e que não tem, nos seus foguetes. Tem ou já teve uma Slater Designs, ou algo desse <em>price range</em>, e conhece até o modelo de prancha JS que o Conner Coffin usou em Snapper e as medidas da <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1175/pyzel/the-ghost" target="_blank" rel="noopener">Ghost </a>que o John John Florence usa no dia a dia. Tem um fascínio especial com as pranchas dos pros “<em>porque os shapers esforçam-se mais para os seus patrocinados</em>” e encomenda pranchas baseadas nas medidas que os surfistas do CT com o seu peso usam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="JJF reviews the Ghost" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/-OMB-2vdREs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 &#8211; O rei do parque de estacionamento</strong><br />
Podes sempre ligar a este amigo para saber como está o mar pois ele está lá, sempre <em>on location</em>. Apareces ao fim do dia e ficas a saber que ali pelas 11:15 é que esteve perfeito, com a ondulação de oeste a bater mesmo certinho ali no banco de areia. E quantas surfadas já deu? Nenhuma ainda, mas ainda há tempo. Já conhece toda a gente que passa no parque de estacionamento e tem o seu carro sempre parado no lugar “prime” ou, como gosta de dizer, dos “lócáls”. Já bateu o resto dos spots das redondezas e voltou para onde começou. É sempre no dia em que os seus amigos não podem surfar que estava “<em>mesmo clássico, altos tubos</em>”!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Fair Bits - My Beach" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4Ba98kojKpc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 &#8211; O pro do grupo</strong><br />
Há sempre o mais talentoso, aquele que evoluiu mais rápido, que entra em campeonatos e tem um treinador. Tem o apoio de uma marca de pranchas mas merecia ter um patrocínio de uma grande marca porque “s<em>urfa melhor que um dos patrocinados</em>”. Passa sempre uns heats nos campeonatos que entra mas nunca chega ao resultado que acha que merece e escreve em inglês no seu instagram junto com uma foto da prova uma mensagem do estilo “<em>Didn’t get the result I was looking for, ready for the next one</em>”. O seu sonho é correr o QS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="How to Surf Like a Pro in 25 Minutes" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dBmHlpliXfk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6 &#8211; O mitra</strong><br />
O mitra nunca compra wax mas crava-te sempre um bocado do teu ou, pelo menos, o teu raspador. Nunca muda o wax da prancha. Tem sempre “<em>um granda deal</em>” numa prancha e num fato à espera dele porque tem aquela “<em>connection</em>” especial. Quando combinas ir surfar com ele a algum sítio acabam por ir no teu carro mas esquece-se da carteira para não contribuir na gasolina. Com um bocadinho de sorte até &#8220;saca&#8221; um almocinho “<em>à palex</em>”, que agradece no dia mas goza contigo por isso no dia seguinte. Regularmente não tem namorada mas controla bem o tinder, porque &#8220;<em>rende mais</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concordas com estes estereótipos? Quais deles tens no teu grupo? Partilha a tua opinião&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>10 marcas lançadas por Kelly Slater</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-marcas-lancadas-por-kelly-slater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 21:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[10 marcas, 50% de sucesso...]]></description>
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<p>Kelly Slater é considerado como o melhor surfista de todos os tempos, um estatuto que poucos discordam graças aos seus 11 títulos mundiais, aos outros recordes que ainda detém e a facto de aos 50 anos ainda ter dado cartas no Championship Tour! Ao longo das suas várias décadas no tour, Kelly lançou várias marcas, com níveis de sucesso bastante diferentes. Fica a saber mais os projectos de KS&#8230;</p>



<p><strong>K-Grip (anos 90)</strong><br>A primeira marca que Slater lançou era de acessórios, mais especificamente pads, leashes, capas e skates. Durante alguns anos a marca teve bastante sucesso, e além de si próprio, a K-Grip patrocinava Kalani Robb e Bobby Martinez. No entanto, menos de 10 anos depois de ter começado, a marca foi desaparecendo apesar de, de vez em quando, ainda se ver pads <a href="https://www.boardexchange.pt/detalhe-prancha?recordId=recePiF2NTcGIW82m" data-type="link" data-id="https://www.boardexchange.pt/detalhe-prancha?recordId=recePiF2NTcGIW82m" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em pranchas relativamente recentes</a>.</p>



<p><strong>VSTR (década de 00)</strong><br>O <em>golden boy</em> da Quiksilver sempre teve interesse em projectos alternativos e juntamente com a marca que o patrocinou durante quase toda a sua carreira lançou a VSTR. A marca era para se chamar Visitor mas esse nome já tinha dono e alguém na Quik achou que conseguia contornar a situação com as letras VSTR em vez de pagar para ficar com o nome. O resultado foi um processo, que a Quiksilver perdeu e acabou por pagar bastante mais pela marca. Em 2013 quando a crise intensificou, a Quiksilver fez uma série de<a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> decisões drásticas</a> para tentar sobreviver e uma delas foi acabar com a marca de Kelly.</p>



<p><strong>Komunity Project</strong> <strong><strong>(2007)</strong></strong><br>Como a K-Grip, a Komunity Project, que surgiu em 2007 tinha pads, leashes, capas e, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-sai-da-fcs-e-comeca-a-desenvolver-novos-modelos-de-quilhas-com-a-komunity-project/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-sai-da-fcs-e-comeca-a-desenvolver-novos-modelos-de-quilhas-com-a-komunity-project/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em vez de skates, quilhas</a>. A KP teve muito sucesso, patrocinou surfistas como Clay Marzo, Mark Occhilupo, Adriano de Souza e tinha a força e o &#8220;canal&#8221; da Quiksilver por detrás pois, apesar de não fazer parte do portfólio desse gigante da nossa indústria, a marca estava disponível nas suas lojas e tinha acesso aos distribuidores da Quik pelo mundo fora. Quando <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-fora-da-quiksilver-verdade-ou-brincadeira/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-fora-da-quiksilver-verdade-ou-brincadeira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Slater saiu da Quiksilver</a>, a marca perdeu esse apoio e aos poucos foi desaparecendo.</p>



<p><strong>Purps (2014)</strong><br>Juntamente com Pat Tenore, fundador da RVCA e recentemente da Tenore, Kelly lançou a Purps, uma espécie de bebida energética saudável. O conceito tinha potencial mas o mercado é muito competitivo e a marca parece ter &#8220;falecido&#8221; algures em 2023.</p>



<p><strong>Outerknown (2015)</strong><br>Logo que anunciou a saída da Quiksilver, no <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-fora-da-quiksilver-verdade-ou-brincadeira/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/slater-fora-da-quiksilver-verdade-ou-brincadeira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dia das mentiras de 2014</a>, Kelly comunicou também que ia lançar um projecto de roupa juntamente com o Kering Group, que na altura tinha marcas como Gucci, Brioni, Sergio Rossi e ainda Volcom, Electric e Puma no seu portfólio. Em 2015 a Outerknown entrou no mercado com um approach focado na sustentabilidade e um preço a condizer. Apesar de não ter conseguido alcançar o mercado do surf, a marca parece ter encontrado o seu nicho e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/industria/outerknown-de-kelly-slater-junta-se-a-atlantic-west-distribution-para-o-mercado-portugues/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/industria/outerknown-de-kelly-slater-junta-se-a-atlantic-west-distribution-para-o-mercado-portugues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">continua a existir com algum sucesso</a>.</p>



<p><strong>Kelly Slater Wave Company (2015)</strong><br>No dia a seguir a Adriano de Souza conquistar o título mundial, Kelly monopolizou a internet com as primeiras ondas surfadas na Kelly Slater Wave Pool e o<em> landscape</em> das piscinas de ondas nunca mais seria o mesmo. Kelly e os seus amigos estavam a desenvolver este projecto há muitos anos e mais tarde entidades como a WSL juntaram-se, fazendo deste modelo o mais bem sucedido (depois da Wave Garden).</p>



<p><strong>Slater Designs</strong> <strong>(2016)</strong><br>Depois de uma vida a surfar de Channel Islands, Kelly, que raramente usava outra marca, decidiu lançar o seu projecto de pranchas de surf, a Slater Designs. Mesmo sem shapear pranchas, Slater é o idealizador de muitos dos modelos da marca, usando shapers como Tomo, Taylor Jenson e &#8220;Rob Machado&#8221; para desenvolverem os modelos. Eventualmente Slater adquiriu a FireWire e juntou as marcas, apesar de manterem identidades diferentes para fins comerciais. Ambas as marcas continuam fortes e são distribuídas em Portugal pela <a href="https://www.surfcloud.pt/en/" data-type="link" data-id="https://www.surfcloud.pt/en/">SurfCloud</a>.</p>



<p><strong>Endorfins (2021)</strong><br>Através da FireWire que Kelly lançou a, ENDORFINS KS1, uma marca, como o nome indica, de quilhas. Aparentemente a marca ainda existe mas não parece ser um grande player no mundo das quilhas, caindo no esquecimento algures no site da FireWire.</p>



<p><strong>Klly (2023)</strong><br>Um dos projectos mais recentes de Kelly Slater é também o mais simples do seu portfólio, chinelos. Baseados em tartarugas e na lua e produzido com algas, Klly parece estar a ter algum sucesso, apesar de ser a marca mais<em> low profile </em>do 11x campeão mundial.</p>



<p><strong>Freaks of Nature (2024)</strong><br>Grande crítico de protectores solares, Slater lançou a sua versão de Skin Care juntamente com o actor Jonah Hill e mais um investidor. Pensado também a pensar na pegada ecológica, Freaks of Nature procura &#8220;proteger&#8221; não só surfistas mas todo o tipo de desportistas de outdoors. É uma marca que parece estar a crescer, mas ainda não dá para perceber se será mais um flop ou um projecto vencedor do melhor surfista de todos os tempos.</p>



<p>Qual será o próximo projecto de Kelly Slater?</p>
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