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	<title>ruben gonzalez &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>O caricato historial competitivo de Kelly Slater em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 18:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
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					<description><![CDATA[12 provas, uma vitória...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Kelly Slater é claramente o melhor surfista de todos os tempos, sendo inclusivamente o “dono” de muitos recordes na World Surf League. No entanto, por alguma razão, o seu historial competitivo no nosso país não reflecte o domínio no resto do tour. Para ter uma perspectiva mais realista do seus resultados a ONFIRE analisou cada uma das suas participações em prova realizadas em Portugal&#8230;</p>
<p><strong>Outubro de 1996 – Coca Cola Figueira Pro – 33º lugar</strong></p>
<p>A esta altura Kelly Slater já tinha conquistado 4 títulos mundiais mas Portugal nunca tinha recebido uma etapa do CT o que fez com que o surfista da Flórida nunca tivesse passado pelo nosso país. Até que se realizou o Coca Cola Figueira Pro e Slater veio, mas tarde. Aparentemente Kelly esperou até ao último momento para viajar e depois perdeu o seu passaporte. A prova começou sem ele mas também o seu único adversário na disputa pelo título mundial desse ano, Shane Beschen, não apareceu. A ASP deixou o heat de repescagem com o português Bruno Charneca para o fim, dando a Slater tempo para chegar, uma bateria que se realizou no fim do segundo dia. Kelly Slater simplesmente não conseguiu fazer o seu melhor surf, sendo eliminado por um inspirado “Bubas” mas saiu da água com mais um título mundial. No dia seguinte Kelly ainda fez uma sessão de free surf no Cabedelo e pouco depois voltou para casa.</p>
<p><strong>Setembro de 1997 – Buondi Sintra Pro – 17º lugar</strong></p>
<p>Esta prova, que foi a única etapa do Championship Tour realizada em Sintra, teve um arranque difícil. A ondulação era fraca e os fundos não ajudavam na Praia Grande, que por norma tem ondas o ano todo. O primeiro round ainda foi realizado na PG e Slater venceu com facilidade, deixando Mick Campbell em segundo e Ruben Gonzalez em terceiro. Entretanto a prova foi avançando a conta gotas, realizando apenas algumas baterias no pico da maré vazia. Até que um dos membros do (na altura) top44, Chris Gallagher, abordou/pressionou Renato Hickel para mudar a prova para outro pico onde dava para surfar todas as marés, a Aguda. No dia seguinte a prova passou para esse “ex-secret sport” mas <strong>Ruben Gonzalez</strong>, wildcard da prova juntamente com David Luís, Brad Gerlach e Didier Piter, não teve adversário no round 2 já que Shane Beschen, o número 2 do tour na época, pelo segundo ano consecutivo não apareceu para competir em Portugal. Isso significou que Ruben passou directamente para a fase seguinte, onde iria enfrentar o seed número 1, Kelly Slater. O dia da bateria começou com o boato de que Slater tinha andado bem soltinho pela noite lisboeta, algo pouco característico. De tal modo que chegou a hora do heat e Ruben remou para o <em>line up</em> sozinho e só minutos depois da bateria começa é que campeão mundial apareceu. Na altura ainda só com 4 títulos, Kelly desceu a correr as dezenas de escadas do acesso a essa praia e não parou pelo beach marshall, competindo sem fato e sem lycra. Gonzalez, que na altura tinha apenas 19 anos, não tinha feito qualquer onda de consequência mas assim que viu o melhor surfista do mundo a chegar ao pico começou a surfar ao seu melhor nível, com um<em> backside</em> tão afiado que, apesar de Slater também ter feito boas ondas, foi o suficiente para vencer a bateria. Ruben acabaria por ser eliminado pelo eventual vencedor da prova <strong>Mick Campbell</strong> e a disputa pelo título era adiada para a prova seguinte, na Figueira da Foz. No entanto, o 9º lugar que conquistou nesta etapa manteve-se como melhor resultado de um surfista português no CT <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">até Agosto de 2008</a>.</p>
<p><strong>Setembro/Outubro de 1997 – Figueira Pro – 17º lugar</strong></p>
<p>Dias depois de terminar o Sintra Pro, o circuito seguiu para a Figueira da Foz neste que seria o único ano em que Portugal recebia duas provas do Championship Tour masculino. Slater competiu contra <strong>José Gregório</strong> e Peterson Rosa no round 1 e foi o brasileiro que surpreendentemente levou a melhor, vencendo a bateria e passando directamente para o round 3. Kelly e Gregório, que na altura faziam parte da mesma equipa, encontraram-se novamente no round 2 e desta vez o americano fez questão de não repetir erros do passado e não ser eliminado por mais um português. Gregório não se intimidou com a maior estrela do nosso desporto mas Slater estava na sua melhor forma e venceu com larga vantagem, eliminando pela primeira vez um surfista português. Na fase seguinte era surpreendo por um <strong>Danny Wills</strong> em grande ascensão mas a prova não acabava sem conquistar o seu quinto título mundial, algo que aconteceu quando Occy foi eliminado nos quartos de final.</p>
<p><strong>Outubro de 2009 – Rip Curl Pro Search – 17º lugar</strong></p>
<p>Passaram-se 12 anos desde a última passagem por Portugal de Kelly Slater. Já com 9 títulos mundiais, Kelly regressou quando se realizou o Rip Curl Pro Search em Peniche. Esta etapa começou no Molhe Leste, passou pelo Lagide e realizou-se em grande parte no Pico da Mota, antes de voltar para Supertubos onde se realizaram os últimos dois dias de prova. O round 1 foi de “morte súbita” para os menos bem rankeadas, o que fez com que Kelly apenas tenha competido no round 2 contra um <em>red hot wildcard</em> chamado <strong>Owen Wright</strong>, que venceu a bateria por muito pouco.</p>
<p><strong>Outubro de 2010 – Rip Curl Pro Portugal – 1º lugar</strong></p>
<p>Slater estava na disputa pelo seu 10º título mundial quando foi derrotado por Tom Whitaker no round 1, algo que não surpreendeu ninguém tendo em conta o seu historial no nosso país. No entanto a partir do round 2 o líder do ranking esteve imparável, vencendo todas as baterias até à final, onde derrotou <strong>Jordy Smith </strong>nos Supertubos. Semanas mais tarde vencia mais um título mundial no Rip Curl Pro Search de Porto Rico.</p>
<p><strong>Outubro de 2011 – Rip Curl Pro Portugal – 2º lugar</strong></p>
<p>Depois da vitória no ano anterior, Kelly parecia ter claramente deixado a maldição para trás vencendo todas as baterias com destaque até à final no que acabaria o melhor ano da história do evento. <strong>Adriano de Souza</strong> surpreendeu tudo e todos ao vencer a final, mas Slater na etapa seguinte conquistou o seu 11º e último título mundial.</p>
<p><strong>Outubro de 2012 – Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Depois de vencer o round 1 em Supertubos, contra Dillon Perillo e Damien Hobgood, Slater voltou a competir em condições marginais nos Supertubos, sendo eliminado por <strong>Raoni Monteiro</strong> numa bateria em que nenhum dos dois chegou aos 10 pontos de média. Mais tarde o veterano do tour comentou que se tivesse chegado mais cedo à praia teria abordado a WSL para não avançar com o evento nesse dia.</p>
<p><strong>Outubro de 2013 – Rip Curl Pro Portugal – 25º lugar</strong></p>
<p>Em 2013 Slater “conquistou” o seu pior resultado do ano ao seu derrotado pelo <em>wildcard</em> <strong>Jacob Willcox</strong> no round 1 e pelo (também <em>wildcard</em>) português <em>Frederico Morais</em>, no round 2 da prova. Os dois competiram em ondas de meio metro nos Supertubos e Morais foi claramente superior, acertando inclusivamente um bom aéreo reverse para acabar na frente, algo que muitos consideram ter-lhe custou o título mundial.</p>
<p><strong>Outubro de 2014 – MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Depois de ter batido Matt Wilkinson e Nicolau Von Rupp no round 1, Slater foi superado por <strong>Aritz Aranburu</strong> no round 3, terminando mais uma vez em 13º lugar.</p>
<p><strong>Outubro de 2015 – MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, KS venceu no round 1 e perdeu no round 3. Desta vez o seu carrasco foi <strong>Brett Simpson</strong>, que conseguiu aproveitar melhor as condições pouco tubulares dos Supertubos.</p>
<p><strong>Outubro de 2016 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>E como não há duas sem três, Kelly Slater voltou a vencer no round 1 e perder no round 3. Em 2016 <strong>foi Miguel</strong> Pupo que o eliminou em esquerdas divertidas no Point Fabril.</p>
<p><strong>Outubro de 2019 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 9º lugar</strong></p>
<p>Depois de dois anos de ausência por se ter lesionado, Kelly voltou para melhorar ligeiramente o seu recorde. Depois de ter passado o round 1 em segundo lugar e de ter eliminado Sebastian Zietz no terceiro, foi surpreendido por um dos surfistas em maior ascensão da actualidade<strong>, Kanoa Igarashi</strong>, terminando pelo primeira vez em 9º lugar.</p>
<p><strong>Março de 2022 – MEO Pro Portugal – 9º lugar</strong></p>
<p>Já com o tour na normalidade depois dos confinamentos, o tour voltou a Portugal e com ele o GOAT. Depois de um round 1 muito fraco, KS bateu Connor O&#8217;Leary e Afonso Antunes em condições difíceis no round 2, e Caio Ibelli no round 3, sendo eventualmente eliminado pelo eventual campeão do evento, Griffin Colapinto, nos oitavos de final.</p>
<p><strong>Março de 2023 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 17º lugar</strong></p>
<p>Sempre na eminência de não aparecer, algo que faria no ano seguinte, Slater teve na sua última passagem por Portugal como membro do CT um dos seus piores resultados de sempre. Mais uma vez o norte-americano foi eliminado pelo eventual vencedor da prova, João Chianca, depois de eliminar Frederico Morais para escapar ao round 2.</p>
<p><iframe title="Kanoa Igarashi vs. Kelly Slater - Round of 16, Heat 4 - MEO Rip Curl Pro Portugal 2019" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xOAEodwKMfg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O primeiro título Pro-Junior Português</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-primeiro-titulo-pro-junior-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 11:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ASP World Tour]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro de 5 títulos conquistados por surfistas nacionais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito Pro Junior Europeu, além de servir de qualificação para a disputa do título mundial da categoria, no World Junior Championship da WSL, é por si só um dos títulos mais prestigioso do &#8220;velho continente&#8221;. Desde que começou apenas 5 surfistas portugueses venceram, três na categoria masculina e dois na feminina.<span id="more-316"></span></p>
<p>Tudo começou em 1998! Quando o circuito apareceu pela primeira vez na Europa <strong>Tiago Pires</strong> tinha 18 anos e 3 “tiros” pela frente para conseguir esse importante título, os anos de 1998, 1999 e 2000. Em 98, quando o circuito começou, o seu impacto foi tão grande que o (então) brasileiro Eric Rebiere veio morar para a Europa e aí relançou a sua carreira como profissional. Miky Picon, apontado como a maior promessa do surf europeu, já tinha começado a correr o WQS mas, devido a um arranque menos bom, viajou para a Inglaterra (local da primeira etapa) para “recuperar o ânimo”.</p>
<p>O grande vencedor dessa primeira etapa foi o franco-brasileiro Patrick Beven, seguido de Tiago Pires e de Picon. <strong>Ruben Gonzalez </strong>e<strong> David Luís </strong>também tiveram resultados sólidos. Entre a primeira e a última etapa muita água correu. Saca esteve sempre pertíssimo do primeiro lugar, David fez uma final e Ruben vários quintos lugares. Na derradeira etapa, em Ribeira D’Ilhas, Beven tinha o título quase garantido e quando chegou à final sagrou-se campeão.</p>
<p>Saca deu um show na final, vencendo e garantindo o segundo lugar no circuito. Ruben fez um pequeno milagre pois, com o segundo lugar na etapa, juntou pontos suficientes para passar para sexto lugar, garantindo assim a presença no mundial júnior no Havai. David acabou no top10 também. Picon também garantiu presença no Havai e não acabou o ano sem garantir o título Open Europeu (EPSA), repetindo-o no ano seguinte.</p>
<p>Em 1999 nomes como Ruben, Picon, Beven, Fuentes, Rebiere e outros deixaram de ter idade para disputar este circuito e Tiago, na altura já noutro nível, venceu facilmente deixando Kepa Acero em segundo lugar. Nesse ano também David Luís garantiu presença na finalíssima. Em 2000 Saca já tinha dado outro grande salto qualitativo e deu prioridade ao WQS. Mesmo assim apareceu na última etapa, mais uma vez em Ribeira D’Ilhas, e deu uma combinação aos seus adversários na final.</p>
<p>No fim desse ano disputou o ASP World Junior Championships, acabando em segundo lugar. Umas semanas mais tarde, e com os mesmos calções verdes que tinha usado para se sagrar vice-campeão do mundo em Makaha, Saca espantou o mundo ao ficar em segundo lugar na última etapa do WQS, um 6 estrelas em Sunset. Caso tivesse acabado um lugar à frente teria entrado no WCT no fim deste seu primeiro ano a sério no WQS, mas acabou por ter de esperar mais uns anos para conseguir esse feito.</p>
<p>Outro que conseguiu o título Europeu foi <strong>Marlon Lipke</strong> mas fê-lo com a nacionalidade alemã. Já <strong>Filipe Jervis</strong> ameaçou em 2010, acabando como vice-campeão, <strong>Vasco Ribeiro</strong> venceu em 2014 (Europeu e Mundial), <strong>Teresa Bonvalot</strong> em 2016 e 2017, <strong>Mafalda Lopes</strong> venceu em 2019, <strong>Afonso Antunes</strong> foi &#8220;Vice&#8221; em 2020, <strong>Francisco Ordonhas</strong> foi campeão em 2024 e <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true"><strong>Maria Salgado</strong> em 2025</a>!</p>
<p>Quando será o próximo?</p>
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		<title>Ruben Gonzalez destroi de 5&#8217;2&#8243;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/ruben-gonzalez-destroi-de-52/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 20:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Test Drive Mode]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os anos passam e o surf de Ruben Gonzalez não de deixa de impressionar. O 4x campeão nacional, vencedor de várias provas QS e &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-dia-em-que-ruben-gonzalez-bateu-kelly-slater/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-dia-em-que-ruben-gonzalez-bateu-kelly-slater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carrasco&#8221; de Kelly Slater </a>numa prova do Championship Tour nos anos 90, já está reformado da competição mas nunca perdeu o ritmo de surf e neste vídeo mostra muito bom nível a testar uma prancha 5&#8217;2&#8243;. Enjoy!</p>
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		<title>Os melhores resultados dos portugueses no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-melhores-resultados-dos-portugueses-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 06:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editor Picks]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[As vitórias de Frederico Morais no Championship Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi Sintra Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Corona Open J-Bay]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Heats Marcantes]]></category>
		<category><![CDATA[MOCHE Rip Curl Pro Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Quiksilver Pro France]]></category>
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					<description><![CDATA[Yo, Kikas, Vasco, Saca &#038; Ruben...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O historial de bons resultados por surfistas portugueses no Championship Tour é relativamente recente mas, ano após ano, vai aumentando. Fica com um apanhado dos melhores resultados da história do surf português no mais importante circuito de surf do planeta&#8230;</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Rip Curl Narrabeen Classic &#8211; 2021<br />
</strong>A caminho da primeira presença lusa de um português no top10 no ranking final, Frederico começou por bater John John Florence e Alex Ribeiro no round 1, Michel Bourez no round 3 e depois Filipe Toledo e Ethan Ewing, sendo apenas eliminado por um inspirado Gabriel Medina, que acabou por vencer a prova.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Oi Rio Pro &#8211; 2019</strong><br />
Mesmo como <em>alternate</em>, Morais mostrou o quão perigoso é, batendo Sebastian Zietz, Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues e Julian Wilson, sendo eliminado apenas pelo eventual campeão, Filipe Toledo.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 2º lugar no Corona Open J-Bay – 2017</strong><br />
No seu ano de estreia Kikas provou que merecia estar na elite do surf mundial e conseguiu a única presença na final até agora por um surfista português. Frederico bateu Jadson André, Ian Gouveia, Connor O’Leary, John John Florence (2x), Mick Fanning e Gabriel Medina, perdendo apenas para Filipe Toledo no derradeiro heat da prova.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro – 3º lugar no MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 2015</strong><br />
A primeira presença de Vasco Ribeiro no Championsip Tour foi a sua melhor até à data e também a melhor posição de sempre como<em> wildcard</em> por um surfista português. O ex-campeão mundial júnior derrotou Michel Bourez (2x), Owen Wright, Adriano de Souza, Keanu Asing e Jeremy Flores, sendo eliminado por Ítalo Ferreira nas meias finais.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro Gold Coast – 2011</strong><br />
Com o seu novo contrato com a Quiksilver ainda a cheirar a tinta, Tiago Pires fez algo que nunca mais foi repetido por um surfista português, ocupou a 3º posição no ranking do Championship Tour. A caminho de mais um resultado histórico, Saca derrotou Jadson André (2x), Damien Hobgood, Michel Bourez e Matt Wilkinson, sendo eliminado pelo eventual vencedor da prova, Kelly Slater.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro France – 2009</strong><br />
No seu segundo ano no tour Tiago Pires começou a ganhar consistência e a tirar resultados em etapas que teoricamente não o favoreciam. Foi o caso do Quik Pro France, onde Saca bateu surfistas como Kekoa Bacalso, Damien Hobgood, Tim Boal, e Kelly Slater nos quartos de final, no que seria não só um dos melhores heats da sua carreira como da história do surf europeu. Tiago foi eliminado na fase seguinte por Mick Fanning, que venceu a prova.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Rip Curl Pro Search – 2008</strong><br />
O 3º lugar de Tiago Pires em Bali foi a prova de que o surfista da Ericeira estava ao nível dos melhores surfistas do planeta. Até aí nenhum membro do Championship Tour tinha conseguido eliminar Kelly Slater em 2008 mas Saca, depois de bater Adriano de Souza e Pancho Sullivan, despachou Slater numa bateria muito disputada em Uluwatu. Pelo caminho ficaram ainda Dayyan Neve e Kieren Perrow, até que Fred Pattachia conseguiu parar o luso nas meias finais.</p>
<p><strong>Menções honrosas</strong><br />
<strong> Ruben Gonzalez – 9º lugar no Buondi Sintra Pro &#8211; 1997</strong><br />
Mesmo tendo apenas vencido uma bateria, o 9º lugar de Ruben só foi superado por outro português mais de 10 anos mais tarde, quando Tiago Pires passou do round 3 no Rip Curl Pro Search de Bali. O seu adversário no round 2 era Shane Beschen mas o californiano não pôs os pés em Portugal em 97 e Gonzalez avançou para se encontrar com Kelly Slater na fase seguinte. Foi na Praia da Aguda, em Sintra, que o confronto se realizou e Ruben, com uma das melhores prestações da sua carreira eliminou um ligeiramente “ressacado” Slater, sendo superado na fase seguinte pelo eventual vencedor da prova, Mick Campbell.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins</strong> &#8211; <strong>5º lugar no MEO Rip Curl Pro Portugal &#8211; 2023</strong><br />
Na sua primeira presença numa etapa do Championship Tour, como <em>wildcard</em>, Yolanda Hopkins conquistou o melhor resultado feminino da era moderna do CT, um 5º lugar. A Algarvia teve que superar a 5x campeão mundial, Carissa Moore, acabando por perder na fase seguinte para uma super inspirada Macy Callaghan. Um marco do surf nacional que ainda não foi ultrapassado.</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<item>
		<title>O dia em que Ruben Gonzalez chocou o mundo (do surf)&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-dia-em-que-ruben-gonzalez-bateu-kelly-slater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 23:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Aguda]]></category>
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		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
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					<description><![CDATA[Praia da Aguda, Sintra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando se fala em provas do Championship Tour da World Surf League em Portugal, normalmente é uma conversa sobre Peniche, ou Figueira da Foz, onde se realizaram as primeiras provas.</p>



<p>A primeira vez que a primeira divisão do circuito mundial passou no nosso país foi em 1996, quando se realizou o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-tres-campeonatos-mais-importantes-na-historia-do-surf-portugues/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-tres-campeonatos-mais-importantes-na-historia-do-surf-portugues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coca Cola Figueira Pro</a>. Esta (hoje) pouco falada <em>surf town</em> recebeu a elite do surf mundial 4 vezes, em 1996 e 97, 2000 e 2002. Em 2001 também estava agendada uma prova, mas a instabilidade resultante dos acontecimentos de 11 de Setembro fizeram com que a perna europeia fosse cancelada. O facto de no ano seguinte a prova não ter chegado ao fim na Figueira pode ter sido “machadada final” para acabar com a etapa portuguesa, que só voltaria em 2009, em Peniche, mantendo-se até aos dias de hoje.</p>



<p>Mas houve mais uma etapa, quase esquecida pela história do surf português, durante os “anos da Figueira”, o Buondi Sintra Pro. Realizada em 1997, o único ano com duas etapas do CT (na divisão masculina) em Portugal, a prova foi apontada para Setembro, na Praia Grande, semanas antes do tour seguir para a Figueira da Foz. Era uma daquelas etapas que tinha tudo para avançar sem grandes dificuldades mas… não! A Praia Grande é um dos surf spots mais consistentes da Europa, com pouquíssimos dias sem ondas durante todo o ano mas em Setembro de 1997 o oceano parecia estar em “modo boicote”. As ondas simplesmente não entravam na Praia Grande e nos primeiros dias apenas se realizaram uma mão cheia de heats na maré vazia e as perspectivas para o resto do período de espera não eram animadoras.</p>



<p>Nesta época o tour ainda era constituído por 44 surfistas e havia ainda espaço para quatro <em>wildcards</em>. <strong>Tiago Pires</strong> já era um dos grandes destaques do surf nacional mas nunca saberemos se seria convocado para esta etapa pois tinha compromissos anteriores para esta data, iria representar a selecção nacional na Irlanda como sénior, apesar de ainda ser júnior. Escolhidos para competir em Sintra foram então os campeões europeus de Sub16 e Sub18, <strong>David Luís</strong> e Ruben Gonzalez, <strong>Didier Piter</strong>, campeão do EPSA (circuito profissional europeu) e, curiosamente, <strong>Brad Gerlach</strong>, que estava a tentar fazer um <em>comeback</em> ao mais alto nível de competição, algo que não conseguiu concretizar.</p>



<p>De volta aos heats na Praia Grande, um dia, durante uma bateria com condições miseráveis, <strong>Chris Gallagher</strong> abordou Renato Hickel, a avisar que havia um spot um pouco mais a norte que estava a dar ondas boas durante todas as marés e no dia seguinte, organização, competidores e muito publico, desciam centenas de escadas para avançar com a prova na Praia da Aguda. Até aí esse pico era um <em>secret spot</em>, raramente surfado, mas os fundos estavam perfeitos e abdicou-se desse segredo. </p>



<p>Muito aconteceu nos dias que se seguiram nas esquerdas da Aguda, com destaque para a vitória de <strong>Ruben Gonzalez</strong> sobre <strong>Kelly Slater</strong>. Ruben tinha avançado para o round 3 devido à ausência do número 2 do ranking, <strong>Shane Beschen</strong>, que, pelo segundo ano consecutivo não compareceu na prova portuguesa. Pouco antes do tão esperado heat, Kelly VS Ruben, a conversa na praia era sobre a bebedeira que o campeão mundial tinha apanhado na noite anterior no Bairro Alto, e o que é certo é que quando Gonzalez entrou na água, Slater ainda não tinha chegado à praia. De facto Ruben apenas surfou uma onda, muito fraca, quando começou a comoção. Aparentemente Kelly corria de calções e prancha pela longa escadaria abaixo, chegando ao pico passados poucos minutos sem passar pelo<em> beach marshal</em> para apanhar a lycra, algo que a ASP deixou passar, provavelmente pela primeira e única vez na história do Championship Tour. E, para crédito de Ruben, foi aí que o heat realmente começou. Ambos fizeram várias esquerdas cheias de manobras e o português estava simplesmente inspirado, acabando por vencer para a alegria das milhares de pessoas presentes, com toda a justiça e mérito, continuando assim com o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caricato historial competitivo de Slater em Portugal. </a></p>



<p>Outras acontecimentos não ficaram tão conhecidos, como os ataques de raiva de <strong>Mark Occhilupo</strong>. O <em>raging bull</em>, acabadinho de retornar ao tour depois de muitos anos de ausência, estava na ilusão de se encontrar na disputa pelo título mundial, uma vez que estava em segundo no ranking. Mas, claro, Kelly era o líder e ia bem lançado, com fortes hipóteses de “selar” o título em Portugal. Mesmo com uma derrota no round 3 de Slater, Occy precisava de um pequeno milagre para voltar a encostar-se a Slater, que na altura ainda “só” tinha 4 títulos mundiais.</p>



<p>Mark venceu alguns heats até se encontrar com <strong>Rob Machado</strong> nos oitavos de final man-on-man. Rob, por sua vez, era talvez o surfista do tour com um nível de surf mais próximo de Slater e em esquerdas de meio metro era claramente superior. Para “ajudar na festa” o <em>beach marshall </em>de serviço, sempre simpático com os competidores quando lhes entregava as lycras, teve a infeliz ideia de comentar algo com Occy como “<em>este heat vai ser um pouco mais difícil, boa sorte</em>”. E, claro, como não podia deixar de ser o australiano levou uma valente pazada e quando saiu da água atirou com a lycra à cara do <em>beach marshall,</em> acompanhando o gesto com um manguito e um “<em>fááák you</em>”. Pouco depois fazia justiça à alcunha de “touro enraivecido”, destruindo o seu quarto de hotel, até acalmar e seguir para a próxima etapa, onde acabaria por assistir à consagração do “penta” de Kelly Slater.</p>



<p>Nas semanas que se seguiram o banco de areia da Praia da Aguda proporcionou boas ondas a surfistas que pouco tempo antes nunca tinha ouvido falar desse pico mas, assim que entrou a próxima ondulação forte, a areia “movimentou-se” e nunca mais apresentou ondas com a mesma qualidade…</p>
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		<title>As vitórias portuguesas no circuito QS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Actualização de Abril de 2025....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos portugueses já venceram provas no circuito de qualificação da World Surf League? E se te dissermos que 14 surfistas já venceram provas por Portugal e que não foi nem Tiago Pires, nem Frederico Morais, quem venceu mais?</p>
<p>Fica a conhecer o historial das vitórias lusas no circuito QS:</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> &#8211;<strong> 8 vitórias</strong><br />
Teresa ameaçou vencer provas várias vezes ao longo dos anos, mas foi em <strong>2021</strong>, no Estrella Galicia Caparica Surf Fest, que finalmente triunfou. Desde aí a surfista de Cascais venceu mais sete vezes, triunfando também nos Açores, Israel, França, Espanha e mais importante que todas as outras etapas, ganhou a prova Challenger Series em Sydney, Austrália, o MWM Sydney Surf Pro.</p>
<p><strong>Justin Mujica – 6 vitórias</strong><br />
Apesar de não ter nascido (nem crescido) em Portugal, Justin recebeu a nacionalidade portuguesa ao fim de alguns anos no nosso país e representou-nos bem em várias provas de 1 estrela realizadas na Europa. A primeira foi nos &#8220;Beach Games&#8221; na Praia Grande em <strong>2001</strong>, enquanto que em <strong>2002</strong> venceu em<strong> Tápia</strong>, Espanha, e em<strong> 2003</strong> em Tenerife, Canárias. Em <strong>2004</strong> venceu duas provas, em Tápia e na Praia do Amado, Portugal. Em <strong>2006</strong> venceu pela última vez, novamente em Tenerife, sendo a sua única vitória numa etapa de 2 estrelas. Pelo meio Mujica conquistou um título que sempre iludiu os surfistas portuguesas, o de campeão da EPSA, numa época em que o circuito Europeu já se tinha fundido com a ASP.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins – 5 vitórias</strong><br />
A surfista algarvia apostou forte no circuito QS em <strong>2019</strong>, tendo participado em 12 etapas e vencido uma, o Roxy Open, realizado em Inglaterra, tornando-se na segunda surfista portuguesa a vencer uma prova deste circuito. Três anos depois, em <strong>2022</strong>, venceu no mesmo local o Animal/Boardmasters Pro, em Fistral Beach e duas semanas depois repetiu a dose, vencendo o QS 3.000, Rip Curl Pro Anglet. Entretanto voltou ao topo do podium em Marrocos e Fistral.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 5 vitórias</strong><br />
Quando venceu o Gaia Shopping Buondi Pro, prova de 3 estrelas realizada em Vila nova de Gaia em <strong>2000</strong>, Saca tornou-se no primeiro português numa final, e o primeiro a vencer. Dois anos depois garantiu a primeira vitória portuguesa fora da Europa, no Irago Billabong Pro, Japão, em <strong>2002</strong> (5 estrelas). Seguiram-se duas vitórias consecutivas no Buondi Ericeira Pro em<strong> 2005</strong> (6 estrelas) e<strong> 2006</strong> (5 estrelas). Seis anos depois conquistou a sua última vitória, mais uma etapa de 6 estrelas, desta vez em Lanzarote, Canárias, em <strong>2012</strong>. Além disso Tiago fez história com a primeira final no Havai, quando terminou em 2º lugar na prova de Sunset, e mais várias dezenas de resultados incríveis no Championship Tour, outras provas QS e até <em>special events</em>.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 4 vitórias</strong><br />
O único português a fazer uma final no Championship Tour e quatro finais QS no Havai, Frederico Morais, até ao início de 2019 tinha apenas uma vitória no QS a seu nome, o Martinique Surf Pro (QS 3.000) de <strong>2016</strong>. O resultado parece ter feito muito pela confiança deste surfista que no final desse ano conseguia a qualificação para o CT. Em <strong>2019</strong> facturou a etapa de 3.000 pontos de Santa Cruz, a etapa de 6.000 nos Açores e a etapa de 10.000 em Haleiwa, o que lhe permitiu vencer o circuito e conquistar mais um título inédito, o de campeão do circuito QS.</p>
<p><strong>Francisca Veselko – 3 vitórias<br />
</strong>Depois de, com apenas 19 anos, Francisca Veselko se ter qualificado para a sua primeira final QS, o Caraïbos Lacanau Pro, e vencer esta prova QS 1.000, a surfista de Carcavelos repetiu a dose em <strong>2025</strong>, vencendo o Pro Taghazout Bay, de 3.000 pontos, e o Caparica Surf Fest, de 1.000 pontos, garantindo mais uma vez a sua presença nas proavas Challenger Series.</p>
<p><strong>Ruben Gonzalez – 3 vitórias</strong><br />
Com o passar dos anos vamos esquecendo os feitos de grandes surfistas como Ruben Gonzalez. Já perdemos conta do número de vitórias na Liga MEO mas no circuito de qualificação Ruben venceu por três vezes, mostrando que também estava entre os melhores da Europa. As suas vitórias aconteceram em provas de 1 estrela, os “Beach Games” em Moledo (<strong>2003</strong>), o Buondi Caparica Pro em <strong>2004</strong> e o Goanna Pro de Tápia em <strong>2006</strong>.</p>
<p><strong>Mafalda Lopes &#8211; 2 vitórias<br />
</strong>A surfista da Caparica venceu em <strong>2023</strong> em casa, repetindo o resultado no mítico Lacanau Pro em <strong>2024</strong>, e tem potencial de aumentar bastante este número no futuro.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Carolina Mendes – 2 vitórias</strong><br />
Carol conseguiu a nacionalidade portuguesa antes do seu irmão Pedro, e aos poucos foi fazendo um percurso de mérito inegável. Entre outros grandes resultados conseguiu a primeira vitória no circuito QS no Pro Zarautz (QS 1.500) de <strong>2017</strong> por Portugal e em <strong>2021</strong> repetiu a dose, ao vencer o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro (QS 1.000).</p>
<p><strong>Pedro Henrique – 2 vitórias</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior venceu duas etapas por Portugal e uma ainda com a nacionalidade brasileira. Em <strong>2015</strong> venceu o Quiksilver Pro Casablanca, em Marrocos, e em <strong>2016</strong> venceu o Seat Pro Netanya, em Israel, ambas etapas QS 1.500.</p>
<p><strong>Afonso Antunes &#8211;</strong> <strong>1 vitória<br />
</strong>Afonso estreou-se nas vitórias em 31 de Agosto de <strong>2024</strong>, uma prova de 3.000 pontos realizado em Pantin, um local onde o seu pai tirou inúmeros resultados expressivos na época do circuito Europeu Profissional (EPSA)</p>
<p><strong>Guilherme Ribeiro – 1 vitória<br />
</strong>Apesar de nunca ter chegado às fases finais de uma prova QS antes, Guilherme Ribeiro quebrou o bloqueio em Lacanau e com apenas 20 anos venceu o Caraïbos Lacanau Pro, fazendo uma &#8220;dobradinha lusa&#8221; com Francisca Veselko.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> &#8211;<strong> 1 vitória</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior mostrou potencial de vencer várias vezes mas a contar para o ranking só se estreou no primeiro lugar em<strong> 2021</strong>, quando dominou o Estrella Galicia Santa Cruz Pro presented by Noah Surf House (QS 3.000), vencendo assim o título europeu e garantindo a qualificação para as provas Challenger Series mais tarde no ano.</p>
<p><strong>José Gregório – 1 vitória</strong><br />
Gregório era um dos grandes nomes do circuito EPSA e continuou o seu percurso quando o mesmo passou a ser realizado em provas do circuito QS. Quando venceu Shopping Buondi Pro (1 estrela) em <strong>2001</strong>, um ano depois de Tiago Pires ter vencido a prova, tornou-se no segundo português a triunfar nesse circuito.</p>
<p><strong>By the numbers:</strong><br />
&#8211; <strong>Teresa Bonvalot</strong> é neste momento quem mais provas QS venceu por Portugal, um feito que poderá demorar décadas a ser superado;<br />
&#8211; <strong>Tiago Pires</strong> foi o primeiro a vencer por Portugal, o primeiro a vencer fora de Portugal e o primeiro a vencer na Ásia;<br />
&#8211; <strong>Frederico Morais</strong> e Teresa Bonvalot foram quem venceu mais etapas num só ano, 3 provas;<br />
&#8211; <strong>Marlon Lipke</strong> e <strong>Pedro Henrique</strong> venceram provas QS mas na altura ainda não representavam Portugal, nacionalidade que adoptaram mais tarde;<br />
&#8211; Tanto Tiago Pires como Frederico Morais já lideraram o circuito QS, o primeiro durante uns meses em 2007 e o segundo em Novembro de 2019 até ao fim do ano, sagrando-se campeão do circuito de qualificação;<br />
&#8211; Neste momento 14 surfistas portugueses diferentes já venceram neste circuito, totalizando 44 vitórias;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Duas sessões impressionantes no Cabo Raso</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/duas-sessoes-impressionantes-no-cabo-raso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 23:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabo Raso]]></category>
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					<description><![CDATA[O maior dia já surfado nesta onda?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Parece que não há sessão no Cabo Raso, uma das mais pesadas ondas da Linha de Cascais, sem Ruben Gonzalez estar presente. O 4x campeão nacional surfou neste pico no dia 21 de Janeiro, na companhia de Pedro Monteiro &#8220;Pecas&#8221;, e no dia 25, junto com Salvador Vala, Francisco Almeida, Gonçalo Pereira, Camila Cardoso e Francisco Laranjinha. Enjoy&#8230;</p>



<p></p>



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		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-recordistas-de-titulos-nacionais-de-surf-masculino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
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					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>Tops portugueses VS competidores internacionais em acção no Reef, Ericeira. Quem surfou melhor?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/tops-portugueses-vs-competidores-internacionais-em-accao-no-reef-ericeira-quem-surfou-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 09:21:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[reef]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
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					<description><![CDATA[September Sessions]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ruben Gonzalez, Frederico Morais e Afonso Antunes, entre muitos outros surfistas nacionais presentes nesta sessão recente, conhecem bem o Reef, um dos picos mais subestimados da Ericeira. Neste dia partilharam o pico com surfistas como Marco Mignot, Eithan Osborne, Mickey Clarke e, entre outros, e o nível de surf disparou&#8230;</p>
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		<title>Cabo Raso Sessions, duas sessões de surf performance&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/cabo-raso-sessions-duas-sessoes-de-surf-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2022 12:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Raso]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
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					<description><![CDATA[17 de Fevereiro de 2022]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No passado dia 17 realizou-se o Cabo Raso Surf Sessions, um special event realizado, como o nome indica, no Cabo Raso, uma das ondas mais pesadas da Linha do Estoril. Organizado pelo 4x campeão nacional, Ruben Gonzalez, com a presença de alguns dos melhores surfistas nacionais e mesmo algumas presenças internacionais, destas duas sessões sairão os vencedores da Fun Box Eco Lifestyle Brand best wave performance award, Picture Organic Clothing best maneuver award e Malacopa Taco Bar best Woman wave award&#8230;</p>
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