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	<title>À Porta do Olimpo &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>O caricato historial competitivo de Kelly Slater em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 18:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[12 provas, uma vitória...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Kelly Slater é claramente o melhor surfista de todos os tempos, sendo inclusivamente o “dono” de muitos recordes na World Surf League. No entanto, por alguma razão, o seu historial competitivo no nosso país não reflecte o domínio no resto do tour. Para ter uma perspectiva mais realista do seus resultados a ONFIRE analisou cada uma das suas participações em prova realizadas em Portugal&#8230;</p>
<p><strong>Outubro de 1996 – Coca Cola Figueira Pro – 33º lugar</strong></p>
<p>A esta altura Kelly Slater já tinha conquistado 4 títulos mundiais mas Portugal nunca tinha recebido uma etapa do CT o que fez com que o surfista da Flórida nunca tivesse passado pelo nosso país. Até que se realizou o Coca Cola Figueira Pro e Slater veio, mas tarde. Aparentemente Kelly esperou até ao último momento para viajar e depois perdeu o seu passaporte. A prova começou sem ele mas também o seu único adversário na disputa pelo título mundial desse ano, Shane Beschen, não apareceu. A ASP deixou o heat de repescagem com o português Bruno Charneca para o fim, dando a Slater tempo para chegar, uma bateria que se realizou no fim do segundo dia. Kelly Slater simplesmente não conseguiu fazer o seu melhor surf, sendo eliminado por um inspirado “Bubas” mas saiu da água com mais um título mundial. No dia seguinte Kelly ainda fez uma sessão de free surf no Cabedelo e pouco depois voltou para casa.</p>
<p><strong>Setembro de 1997 – Buondi Sintra Pro – 17º lugar</strong></p>
<p>Esta prova, que foi a única etapa do Championship Tour realizada em Sintra, teve um arranque difícil. A ondulação era fraca e os fundos não ajudavam na Praia Grande, que por norma tem ondas o ano todo. O primeiro round ainda foi realizado na PG e Slater venceu com facilidade, deixando Mick Campbell em segundo e Ruben Gonzalez em terceiro. Entretanto a prova foi avançando a conta gotas, realizando apenas algumas baterias no pico da maré vazia. Até que um dos membros do (na altura) top44, Chris Gallagher, abordou/pressionou Renato Hickel para mudar a prova para outro pico onde dava para surfar todas as marés, a Aguda. No dia seguinte a prova passou para esse “ex-secret sport” mas <strong>Ruben Gonzalez</strong>, wildcard da prova juntamente com David Luís, Brad Gerlach e Didier Piter, não teve adversário no round 2 já que Shane Beschen, o número 2 do tour na época, pelo segundo ano consecutivo não apareceu para competir em Portugal. Isso significou que Ruben passou directamente para a fase seguinte, onde iria enfrentar o seed número 1, Kelly Slater. O dia da bateria começou com o boato de que Slater tinha andado bem soltinho pela noite lisboeta, algo pouco característico. De tal modo que chegou a hora do heat e Ruben remou para o <em>line up</em> sozinho e só minutos depois da bateria começa é que campeão mundial apareceu. Na altura ainda só com 4 títulos, Kelly desceu a correr as dezenas de escadas do acesso a essa praia e não parou pelo beach marshall, competindo sem fato e sem lycra. Gonzalez, que na altura tinha apenas 19 anos, não tinha feito qualquer onda de consequência mas assim que viu o melhor surfista do mundo a chegar ao pico começou a surfar ao seu melhor nível, com um<em> backside</em> tão afiado que, apesar de Slater também ter feito boas ondas, foi o suficiente para vencer a bateria. Ruben acabaria por ser eliminado pelo eventual vencedor da prova <strong>Mick Campbell</strong> e a disputa pelo título era adiada para a prova seguinte, na Figueira da Foz. No entanto, o 9º lugar que conquistou nesta etapa manteve-se como melhor resultado de um surfista português no CT <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">até Agosto de 2008</a>.</p>
<p><strong>Setembro/Outubro de 1997 – Figueira Pro – 17º lugar</strong></p>
<p>Dias depois de terminar o Sintra Pro, o circuito seguiu para a Figueira da Foz neste que seria o único ano em que Portugal recebia duas provas do Championship Tour masculino. Slater competiu contra <strong>José Gregório</strong> e Peterson Rosa no round 1 e foi o brasileiro que surpreendentemente levou a melhor, vencendo a bateria e passando directamente para o round 3. Kelly e Gregório, que na altura faziam parte da mesma equipa, encontraram-se novamente no round 2 e desta vez o americano fez questão de não repetir erros do passado e não ser eliminado por mais um português. Gregório não se intimidou com a maior estrela do nosso desporto mas Slater estava na sua melhor forma e venceu com larga vantagem, eliminando pela primeira vez um surfista português. Na fase seguinte era surpreendo por um <strong>Danny Wills</strong> em grande ascensão mas a prova não acabava sem conquistar o seu quinto título mundial, algo que aconteceu quando Occy foi eliminado nos quartos de final.</p>
<p><strong>Outubro de 2009 – Rip Curl Pro Search – 17º lugar</strong></p>
<p>Passaram-se 12 anos desde a última passagem por Portugal de Kelly Slater. Já com 9 títulos mundiais, Kelly regressou quando se realizou o Rip Curl Pro Search em Peniche. Esta etapa começou no Molhe Leste, passou pelo Lagide e realizou-se em grande parte no Pico da Mota, antes de voltar para Supertubos onde se realizaram os últimos dois dias de prova. O round 1 foi de “morte súbita” para os menos bem rankeadas, o que fez com que Kelly apenas tenha competido no round 2 contra um <em>red hot wildcard</em> chamado <strong>Owen Wright</strong>, que venceu a bateria por muito pouco.</p>
<p><strong>Outubro de 2010 – Rip Curl Pro Portugal – 1º lugar</strong></p>
<p>Slater estava na disputa pelo seu 10º título mundial quando foi derrotado por Tom Whitaker no round 1, algo que não surpreendeu ninguém tendo em conta o seu historial no nosso país. No entanto a partir do round 2 o líder do ranking esteve imparável, vencendo todas as baterias até à final, onde derrotou <strong>Jordy Smith </strong>nos Supertubos. Semanas mais tarde vencia mais um título mundial no Rip Curl Pro Search de Porto Rico.</p>
<p><strong>Outubro de 2011 – Rip Curl Pro Portugal – 2º lugar</strong></p>
<p>Depois da vitória no ano anterior, Kelly parecia ter claramente deixado a maldição para trás vencendo todas as baterias com destaque até à final no que acabaria o melhor ano da história do evento. <strong>Adriano de Souza</strong> surpreendeu tudo e todos ao vencer a final, mas Slater na etapa seguinte conquistou o seu 11º e último título mundial.</p>
<p><strong>Outubro de 2012 – Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Depois de vencer o round 1 em Supertubos, contra Dillon Perillo e Damien Hobgood, Slater voltou a competir em condições marginais nos Supertubos, sendo eliminado por <strong>Raoni Monteiro</strong> numa bateria em que nenhum dos dois chegou aos 10 pontos de média. Mais tarde o veterano do tour comentou que se tivesse chegado mais cedo à praia teria abordado a WSL para não avançar com o evento nesse dia.</p>
<p><strong>Outubro de 2013 – Rip Curl Pro Portugal – 25º lugar</strong></p>
<p>Em 2013 Slater “conquistou” o seu pior resultado do ano ao seu derrotado pelo <em>wildcard</em> <strong>Jacob Willcox</strong> no round 1 e pelo (também <em>wildcard</em>) português <em>Frederico Morais</em>, no round 2 da prova. Os dois competiram em ondas de meio metro nos Supertubos e Morais foi claramente superior, acertando inclusivamente um bom aéreo reverse para acabar na frente, algo que muitos consideram ter-lhe custou o título mundial.</p>
<p><strong>Outubro de 2014 – MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Depois de ter batido Matt Wilkinson e Nicolau Von Rupp no round 1, Slater foi superado por <strong>Aritz Aranburu</strong> no round 3, terminando mais uma vez em 13º lugar.</p>
<p><strong>Outubro de 2015 – MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, KS venceu no round 1 e perdeu no round 3. Desta vez o seu carrasco foi <strong>Brett Simpson</strong>, que conseguiu aproveitar melhor as condições pouco tubulares dos Supertubos.</p>
<p><strong>Outubro de 2016 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 13º lugar</strong></p>
<p>E como não há duas sem três, Kelly Slater voltou a vencer no round 1 e perder no round 3. Em 2016 <strong>foi Miguel</strong> Pupo que o eliminou em esquerdas divertidas no Point Fabril.</p>
<p><strong>Outubro de 2019 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 9º lugar</strong></p>
<p>Depois de dois anos de ausência por se ter lesionado, Kelly voltou para melhorar ligeiramente o seu recorde. Depois de ter passado o round 1 em segundo lugar e de ter eliminado Sebastian Zietz no terceiro, foi surpreendido por um dos surfistas em maior ascensão da actualidade<strong>, Kanoa Igarashi</strong>, terminando pelo primeira vez em 9º lugar.</p>
<p><strong>Março de 2022 – MEO Pro Portugal – 9º lugar</strong></p>
<p>Já com o tour na normalidade depois dos confinamentos, o tour voltou a Portugal e com ele o GOAT. Depois de um round 1 muito fraco, KS bateu Connor O&#8217;Leary e Afonso Antunes em condições difíceis no round 2, e Caio Ibelli no round 3, sendo eventualmente eliminado pelo eventual campeão do evento, Griffin Colapinto, nos oitavos de final.</p>
<p><strong>Março de 2023 – MEO Rip Curl Pro Portugal – 17º lugar</strong></p>
<p>Sempre na eminência de não aparecer, algo que faria no ano seguinte, Slater teve na sua última passagem por Portugal como membro do CT um dos seus piores resultados de sempre. Mais uma vez o norte-americano foi eliminado pelo eventual vencedor da prova, João Chianca, depois de eliminar Frederico Morais para escapar ao round 2.</p>
<p><iframe title="Kanoa Igarashi vs. Kelly Slater - Round of 16, Heat 4 - MEO Rip Curl Pro Portugal 2019" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xOAEodwKMfg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Os melhores resultados dos portugueses no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-melhores-resultados-dos-portugueses-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 06:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editor Picks]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[As vitórias de Frederico Morais no Championship Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi Sintra Pro]]></category>
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		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[Yo, Kikas, Vasco, Saca &#038; Ruben...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O historial de bons resultados por surfistas portugueses no Championship Tour é relativamente recente mas, ano após ano, vai aumentando. Fica com um apanhado dos melhores resultados da história do surf português no mais importante circuito de surf do planeta&#8230;</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Rip Curl Narrabeen Classic &#8211; 2021<br />
</strong>A caminho da primeira presença lusa de um português no top10 no ranking final, Frederico começou por bater John John Florence e Alex Ribeiro no round 1, Michel Bourez no round 3 e depois Filipe Toledo e Ethan Ewing, sendo apenas eliminado por um inspirado Gabriel Medina, que acabou por vencer a prova.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Oi Rio Pro &#8211; 2019</strong><br />
Mesmo como <em>alternate</em>, Morais mostrou o quão perigoso é, batendo Sebastian Zietz, Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues e Julian Wilson, sendo eliminado apenas pelo eventual campeão, Filipe Toledo.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 2º lugar no Corona Open J-Bay – 2017</strong><br />
No seu ano de estreia Kikas provou que merecia estar na elite do surf mundial e conseguiu a única presença na final até agora por um surfista português. Frederico bateu Jadson André, Ian Gouveia, Connor O’Leary, John John Florence (2x), Mick Fanning e Gabriel Medina, perdendo apenas para Filipe Toledo no derradeiro heat da prova.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro – 3º lugar no MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 2015</strong><br />
A primeira presença de Vasco Ribeiro no Championsip Tour foi a sua melhor até à data e também a melhor posição de sempre como<em> wildcard</em> por um surfista português. O ex-campeão mundial júnior derrotou Michel Bourez (2x), Owen Wright, Adriano de Souza, Keanu Asing e Jeremy Flores, sendo eliminado por Ítalo Ferreira nas meias finais.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro Gold Coast – 2011</strong><br />
Com o seu novo contrato com a Quiksilver ainda a cheirar a tinta, Tiago Pires fez algo que nunca mais foi repetido por um surfista português, ocupou a 3º posição no ranking do Championship Tour. A caminho de mais um resultado histórico, Saca derrotou Jadson André (2x), Damien Hobgood, Michel Bourez e Matt Wilkinson, sendo eliminado pelo eventual vencedor da prova, Kelly Slater.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro France – 2009</strong><br />
No seu segundo ano no tour Tiago Pires começou a ganhar consistência e a tirar resultados em etapas que teoricamente não o favoreciam. Foi o caso do Quik Pro France, onde Saca bateu surfistas como Kekoa Bacalso, Damien Hobgood, Tim Boal, e Kelly Slater nos quartos de final, no que seria não só um dos melhores heats da sua carreira como da história do surf europeu. Tiago foi eliminado na fase seguinte por Mick Fanning, que venceu a prova.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Rip Curl Pro Search – 2008</strong><br />
O 3º lugar de Tiago Pires em Bali foi a prova de que o surfista da Ericeira estava ao nível dos melhores surfistas do planeta. Até aí nenhum membro do Championship Tour tinha conseguido eliminar Kelly Slater em 2008 mas Saca, depois de bater Adriano de Souza e Pancho Sullivan, despachou Slater numa bateria muito disputada em Uluwatu. Pelo caminho ficaram ainda Dayyan Neve e Kieren Perrow, até que Fred Pattachia conseguiu parar o luso nas meias finais.</p>
<p><strong>Menções honrosas</strong><br />
<strong> Ruben Gonzalez – 9º lugar no Buondi Sintra Pro &#8211; 1997</strong><br />
Mesmo tendo apenas vencido uma bateria, o 9º lugar de Ruben só foi superado por outro português mais de 10 anos mais tarde, quando Tiago Pires passou do round 3 no Rip Curl Pro Search de Bali. O seu adversário no round 2 era Shane Beschen mas o californiano não pôs os pés em Portugal em 97 e Gonzalez avançou para se encontrar com Kelly Slater na fase seguinte. Foi na Praia da Aguda, em Sintra, que o confronto se realizou e Ruben, com uma das melhores prestações da sua carreira eliminou um ligeiramente “ressacado” Slater, sendo superado na fase seguinte pelo eventual vencedor da prova, Mick Campbell.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins</strong> &#8211; <strong>5º lugar no MEO Rip Curl Pro Portugal &#8211; 2023</strong><br />
Na sua primeira presença numa etapa do Championship Tour, como <em>wildcard</em>, Yolanda Hopkins conquistou o melhor resultado feminino da era moderna do CT, um 5º lugar. A Algarvia teve que superar a 5x campeão mundial, Carissa Moore, acabando por perder na fase seguinte para uma super inspirada Macy Callaghan. Um marco do surf nacional que ainda não foi ultrapassado.</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>6 resultados que destacaram Tiago Pires enquanto júnior&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-resultados-que-destacaram-tiago-pires-enquanto-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 10:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Chiemsee Pipeline Masters]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Wide Open]]></category>
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					<description><![CDATA[Dos sub14 aos sub18...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires não apareceu “de repente” no surf internacional. Os maiores feitos da sua carreira foram nos circuitos QS e CT da WSL mas, para ter a oportunidade de dar o salto para esse patamar, Saca teve que quebrar muitas barreiras enquanto júnior. Fica a conhecer alguns dos resultados esquecidos que colocaram este super talento no mapa&#8230;</p>
<p><strong>O título Europeu de Sub14</strong><br />
Saca conquistou o seu primeiro título nacional em 1994 no circuito de esperanças, categoria de sub14. A sua prestação dominante nesse circuito garantiu-lhe uma vaga na selecção nacional para o Eurosurf, um campeonato que até aí era dominado por franceses, bascos e ingleses. Tiago sagrou-se campeão europeu nesse evento o que fez com que fosse reconhecido pelo seu patrocinador, a Quiksilver, sendo a partir daí convidado a participar nos “camps” da marca, eventos exclusivos para os team riders europeus de topo, e alguns internacionais. Aí Pires começou a conviver (e a mostrar o seu potencial) no meio de muitos surfistas que mais tarde seriam destaque a nível mundial, além de ícones do desporto como <strong>Tom Carroll</strong>.</p>
<p><strong>Domínio no Circuito Lightning Bolt de Esperanças</strong><br />
Apesar de ter mantido um olho no sonho de ser surfista profissional desde muito novo, Pires fez o percurso “normal” disponível no nosso país, até ele deixar de fazer sentido por estar tão à frente na concorrência. Esse facto tornou-se visível ainda no circuito esperanças e, depois de “limpar” os sub14 em 94 e os sub16 em 95, no ano seguinte, ainda com 16 anos pediu autorização para competir numa das categorias etárias acima, algo que foi negado. A sua última passagem pelo circuito esperanças foi numa etapa em Ribeira D’Ilhas, onde surfou num patamar muito superior a todos os outros. E quando os seus colegas se deslocaram a Vila do Conde para competir na finalíssima do circuito, Saca arrancou para Peniche onde competiu numa etapa do circuito EPSA, o competitivo circuito profissional europeu, onde garantiu um impressionante 5º lugar nos Supertubos.</p>
<p><strong>2º lugar no Nacional Open</strong><br />
Poucas semanas depois de competir na etapa do circuito esperanças em Ribeira D’Ilhas, o futuro “GOAT” do surf português quase venceu uma prova do circuito nacional Open no mesmo local, sendo superado por muito pouco pelo surfista mais dominante da época, <strong>João Antunes</strong>. O ano não acabava sem outro segundo lugar e no ano seguinte veio a primeira vitória e a disputa pelo título. Na altura o circuito era dominado por uma geração muito forte, que via assim um surfista de apenas 16 anos a mostrar um nível de surf semelhante aos melhores e um potencial de chegar onde nenhum outro português até aí tinha tido hipóteses realísticas de alcançar.</p>
<p><strong>A prova da Chiemsee na Holanda</strong><br />
No mesmo ano em que se despediu no circuito esperanças e começou a dar cartas no circuito nacional e EPSA, Saca competiu numa prova de surf na Holanda. O patrocinador desse evento era a Chiemsee, uma marca que também patrocinava o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">Pipeline Masters</a>, e teoricamente estava em jogo uma vaga nos trials de Pipe. Tiago venceu a prova, ganhou uma viagem à “meca do surf” mas quando chegou ao North Shore rapidamente percebeu que os organizadores do evento tinham sido ingénuos ao achar que conseguiriam colocar um <em>grom</em> europeu num evento que era dominado por surfistas locais e por grandes nomes internacionais. O jovem português não fez caso e aproveitou da melhor forma a que seria a primeira de quase duas décadas de “peregrinações” anuais ao Havai, algo que se tornaria muito relevante pouco mais tarde na sua carreira.</p>
<p><strong>A vitória no Billabong júnior Challenge Europeu</strong><br />
A Billabong lançou o formato Challenge no surf nos anos 90, criando <em>special events</em> com os maiores talentos da época em ondas acima da qualidade que se encontrava no tour, aproveitando para transformar esse produto num conteúdo muito forte para as revistas e até filmes promocionais em VHS. Surgiu entretanto o Billabonng Júnior Challenge na Austrália, que teve a presença de surfistas como Andy Irons, <strong>Taj Burrow</strong> e <strong>CJ Hobgood</strong>, entre outros. Já os representantes da África do Sul, Japão, Europa, Indonésia e Brasil, seriam apurados em eventos locais. A “selectiva” europeia aconteceu em Hossegor e teve dois representantes de cada país, França, Espanha/País Basco, Inglaterra e Portugal. Tendo em conta o avanço que teoricamente tinham sobre o resto da Europa, os surfistas franceses e bascos eram os claros favoritos mas Saca não se deixou intimidar. O português qualificou-se para a final e abusou dos seus <em>skills</em> como tube rider, batendo a dupla francesa <strong>Patrick Beven</strong> e <strong>Miky Picon</strong> e garantindo uma vaga no evento final. Uma vez lá tratou de bater <strong>Andy Irons</strong> no seu primeiro heat e mostrou o seu surf ao lado dos melhores da sua geração, muitos dos quais seriam mais tarde seus colegas no Championship Tour. O evento deu origem ao filme “Wide Open”, produzido por Jack Mccoy para a Billabong e vendido em VHS em todo o mundo.</p>
<p><strong>2º lugar no ISA WSG</strong><br />
Em 1998 o ex-mundial amador, então ISA World Surfing Games, passou por Portugal e Tiago Pires era já o grande destaque da selecção júnior portuguesa. O evento trouxe ao nosso país alguns dos grandes nomes daquela geração, de onde se destacava as fortíssimas equipas brasileira e australiana. Entre Carcavelos e o Guincho, Saca foi limpando as suas baterias para alegria do publico português, que não arredava o pé da praia nas suas baterias. Depois de uma longa semana <strong>Dean Morrison</strong> venceu a categoria mas Tiago ficou num muito próximo segundo lugar, um resultado que tinha superado qualquer outra prestação lusa, ou mesmo europeia, na história da categoria júnior da ISA por várias fases. A partir desse momento não havia mais como negar que este seria o surfista que iria lançar o surf português para patamares onde este nunca tinha estado. Assim acabou o seu percurso nos sub18, mas ainda havia estragos para fazer nos Pro Juniors da WSL (sub20). Depois de vencer o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-primeiro-titulo-pro-junior-portugues/" target="_blank" rel="noopener">circuito Europeu Pro Junior</a>, Pires continuou a crescer e dois anos depois foi novamente vice-campeão mundial, no Pro Junior da WSL no Havai. Essa temporada não acabou sem o seu mítico 2º lugar na prova de 6 estrelas em Sunset, ficando pela primeira vez muito perto do Championship Tour&#8230;</p>
<p>A partir daí Tiago Pires dedicou-se ao circuito QS, onde batalhou muito para chegar ao Championship Tour, colocando pela primeira vez a bandeira portuguesa no circuito de surf mais importante do mundo.</p>
<p>Fica a conhecer 12 grandes momentos de Saca no CT <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>https://youtu.be/6dOlKg16-MM</p>
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		<title>5 surfistas que teriam sido campeões mundiais num mundo sem Slater</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-teriam-sido-campeoes-mundiais-num-mundo-sem-kelly-slater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 16:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[À porta do Olimpo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como seria a história do surf profissional sem Kelly Slater? É difícil imaginar o nosso desporto sem o GOAT, mas poderia ter acontecido. Fica a conhecer a história de 5 surfistas que fizeram campanhas incríveis que foram apenas paradas pelo 11x campeão mundial.</p>



<p><strong>Shane Powell &#8211; 1994</strong><br>A grande resposta australiana a Kelly Slater era <strong>Brett Herring</strong> e, apesar de ter mostrado o seu potencial em 1992, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“queimou” cedo</a>, como muitos outros promissores aussies, e em 1994 já estava de saída no Championship Tour. Surgiu então Shane Powell, que acabou o ano com duas vitórias, três 3ºs lugares, três 5ºs e um 9º, terminando apenas 400 pontos atrás de Kelly e mais de 600 à frente do terceiro classificado no ranking, <strong>Sunny Garcia</strong>.<br>A realidade conta uma história menos “apertada” que a estatística, já que Slater conquistou o título na penúltima etapa, Pipeline, e, desinteressado, perdeu cedo na última e mais valiosa etapa, em Sydney, na Austrália, enquanto “Powelly” venceu. Mas não deixa de ter sido uma campanha memorável para o australiano, um feito que não voltaria a repetir ao longo da sua carreira.</p>



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<iframe title="Shane Powell/ Mid to Late 90&#039;s ( surf edit )" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vonSZCPqjy4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Rob Machado &#8211; 1995</strong><br>Rob “The Mob” Machado era um dos poucos surfistas no tour que parecia ser superior a Slater em algumas condições, principalmente em beach breaks. Em 1995, os “bros” já não estavam tão inseparáveis, pois Machado, apesar da sua aparência relaxada e pouco preocupada com pontos, queria muito o título mundial. Com um tour cheio de beach breaks e point breaks de esquerda e tendo vencido três etapas, Rob poderia ter conquistado o título, mas falhou noutras, como em G-Land, onde perdeu para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Larry Rios</strong> </a>(17.º), em Saint-Leu para <strong>Matt Hoy</strong> (9.º), em Lacanau para <strong>Gary Elkerton</strong> (9.º) e no Brasil para <strong>Ross Williams</strong> (9.º), heats em que era sempre o claro favorito.<br>Entretanto, Sunny Garcia assumiu a liderança na penúltima etapa ao chegar à final e, caso tivesse vencido, Slater ficaria sem hipóteses matemáticas de conquistar o título. No entanto, foi batido por <strong>Barton Lynch</strong>, naquela que seria a última vitória da sua carreira, e a disputa seguiu para Pipe, com Sunny, Rob e Kelly ainda na luta. Garcia estava bem posicionado, pois tinha um bom historial em Pipe, mas apanhou o regresso de Occy à competição. Apesar de ambos serem patrocinados pela Billabong e do australiano ter deixado o havaiano apanhar as ondas que quisesse, Sunny acabou por perder, adiando o sonho do título por mais cinco anos.<br>Entretanto, Machado, que não tinha um bom historial nesta prova, mostrou que podia vencer, avançando até às meias-finais, onde competiu contra Slater. Se o californiano vencesse, era imediatamente consagrado campeão, enquanto que Kelly teria de avançar até à final e vencer. A disputa foi renhida, com direito ao mais famoso “high-five” da história do surf profissional, mas foi Slater quem levou a melhor, batendo <strong>Mark Occhilupo</strong> na final para conquistar o seu terceiro título mundial. Rob Machado ainda disputou o título noutros anos, mas nunca mais chegou tão perto.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="US Open of Surfing 1995 - Slater versus Machado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nvG6RSjYQRM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Shane Beschen &#8211; 1996</strong><br>Shane já competia contra Kelly Slater desde as categorias juniores e, depois de algumas disputas renhidas, parecia que 1996 seria o seu ano. Slater venceu a primeira etapa da temporada, o Coke Classic, mas Beschen terminou à sua frente em Kirra e Bells. Depois venceu duas etapas consecutivas, o Marui Pro, em Chiba, Japão, e em G-Land, assumindo assim uma liderança sólida.<br>No entanto, o tour na época tinha 14 etapas, e Slater venceu quatro das cinco seguintes, em Jeffreys Bay, Huntington, Hossegor e Biarritz. A diferença entre os dois tornou-se tão grande e o requisito para Slater conquistar o seu quarto título era tão baixo que Beschen alegou uma lesão e nem compareceu à etapa seguinte, realizada na Figueira da Foz. Com esse cenário, Slater apenas teve de entrar na água e, mesmo perdendo para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o português Bruno Charneca</a>, sagrou-se campeão mundial.<br>Beschen ainda <a href="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">voltou a vencer provas no Championship Tour</a>, mas nunca mais atingiu o mesmo nível de sucesso, retirando-se sem conquistar o título mundial.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Shane Beschen Surfing - Shane Beschen Family - MotorBlowerMedia Presents" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AcPtj4Fe_Ts?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Mick Campbell (e Danny Wills) &#8211; 1998</strong><br>Danny Wills teve um arranque fraco no Championship Tour, mas tudo mudou em 1998. O regular australiano começou com um 9.º lugar na Gold Coast, seguiu com um 5.º em Bells Beach e um 3.º em NSW. Depois veio o Japão, onde se realizavam as duas etapas mais valiosas em termos de pontos, e Wills não teve adversários nessa fase do tour, vencendo ambas para garantir uma liderança impressionante, enquanto Slater, que tinha vencido a primeira etapa, caía para o 5.º lugar.<br>A partir daí, parecia que Danny apenas precisava de manter alguma consistência para conquistar o título. Entretanto, o seu sparring partner, Mick Campbell, começou a subir no ranking, com um 3.º lugar em Bells, um 3.º e um 5.º no Japão, um 2.º em Huntington Beach, um 3.º em Hossegor e, ao chegar à final da penúltima etapa, no Brasil, assumiu a liderança, com uma vantagem de 110 pontos sobre Wills.<br>Infelizmente para eles, Slater estava apenas 100 pontos atrás e, sendo a derradeira etapa em Pipeline, o cenário complicava-se para os aussies. E quase que pior não podia ter acontecido. Pipe estava grande, e os australianos não estavam tão preparados. Mick perdeu na 2.ª ronda para o wildcard <strong>Bruce Irons</strong>, e Danny caiu na 3.ª ronda contra Ross Williams.<br>Mesmo assim, Kelly ainda precisava de chegar às meias-finais, e conseguiu, eliminando <strong>Renan Rocha</strong> nos oitavos e Rob Machado nos quartos. Acabou por ser eliminado pelo eventual vencedor da prova, <strong>Jake Paterson</strong>, mas já tinha feito o suficiente para conquistar o título. Depois disso, retirou-se temporariamente com os seus seis títulos mundiais.<br>Danny Wills ainda voltaria a liderar o circuito mundial, mas por pouco tempo, e Mick nunca mais mostrou o mesmo nível de competitividade.</p>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Classic Clips: Mick Campbell E.T.R(Enjoy the Ride) circa &#039;97" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/T1I5WBgW1hY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Jordy Smith &#8211; 2010</strong><br>Jordy Smith faz parte da terceira geração que Kelly Slater enfrentou e, por alguns meses, o sul-africano mostrou potencial para “roubar” um dos eventuais 11 títulos que o superfreak conquistou ao longo da sua carreira.<br>Ao fim da quarta etapa, em Jeffreys Bay, Jordy tinha conquistado um 1.º, um 2.º e dois 5.ºs, contra um 1.º, um 2.º, um 9.º e um 17.º de KS, o que lhe deu uma liderança de quase 4.000 pontos. Mas foi a última vez nesse ano que Smith terminou à frente de Slater. Apesar de ter conseguido mais uma série de 5.ºs lugares e uma final, Kelly respondeu com um 3.º, um 2.º e três vitórias, terminando o ano 17.000 pontos à frente de Jordy, enquanto este acabou com uma diferença semelhante para o 3.º classificado, <strong>Mick Fanning</strong>.<br>De todos os surfistas mencionados nesta lista, Jordy Smith é o único que ainda pode sair dela, já que continua no tour e tem surf de sobra para furar o top 5 e disputar o título no WSL Finals.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Jordy Smith wins Billabong Pro - Jeffreys Bay 2010" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OCLYRFrwLCw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Os 5 melhores surfistas que nunca venceram provas no circuito nacional</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-circuito-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 14:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Jervis]]></category>
		<category><![CDATA[José Couto “Pirujinho”]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ximenez]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pecas Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[(ARTIGO DE ABRIL DE 2020)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem circuito nacional de surf desde 1992, ou seja, 28 anos completos de circuito. Ao longo desses anos apenas 15 surfistas foram campeões nacionais mas dezenas venceram pelo menos uma prova. Houve também vários que, pelo surf ou pela quantidade de finais que fizeram, mereciam ter vencido mas nunca o fizeram. A ONFIRE fez uma selecção de 5 dos que mais mereciam ter vencido&#8230;</p>
<p><strong>Zé Ferreira</strong><br />
Membro da mais forte geração do surf português, Zé Ferreira fez um percurso sólido tanto nos circuitos juniores, como mais tarde no Open, tendo inclusive entrado no top100 do QS e competido na perna havaiana, onde <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/quais-sao-as-probabilidades-de-teres-um-ou-mais-portugueses-no-wct-de-2015/" target="_blank" rel="noopener">chegou à última prova do ano com hipóteses matemáticas de se qualificar para o CT</a>. Na Liga MEO fez muitas finais, 4<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/o-10-de-vasco-ribeiro-melhor-onda-do-dia-3-do-allianz-ericeira-pro-127/" target="_blank" rel="noopener"> delas em Ribeira D’Ilhas</a> mas foi no Guincho, no fim de 2016 que teve hipóteses de concretizar dois objectivos ao mesmo tempo, vencer uma prova e sagrar-se campeão nacional. Na final, Ferreira foi superado por Gony Zubizarreta por muito pouco e teve que se contentar com um 3º lugar no ranking. No ano seguinte abriu com mais uma final em Ribeira D’Ilhas, uma bateria que liderou mas Vasco Ribeiro deu a volta ao resultado, venceu a etapa e mais tarde o título nacional. Seria a última final de Zé Ferreira, que foi baixando o ritmo ao longo do ano, eventualmente abandonando o circuito e o surf profissional para abraçar outros projectos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Allianz Ericeira Pro | Zé Ferreira - 2nd Place | Melhores ondas" src="https://player.vimeo.com/video/92526537?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>Filipe Jervis</strong><br />
Jervis é mais um exemplo de um competidor que ao longo dos anos mostrou surf de sobra para vencer na Liga, mas que nas fases finais não conseguiu repetir as <em>performances</em> das primeiras rondas. Filipe tem ainda do seu lado um feito que só mais três surfistas em Portugal conquistaram na categoria masculina (Tiago Pires, Vasco Ribeiro e Miguel Blanco), uma vitória no competitivo circuito Por Junior Europeu, tendo sido ainda vice-campeão desse circuito. Este surfista tem alguns anos mais <em>on</em>, e outros mais <em>off</em> na Liga a nível de foco, tendo como momento mais alto possivelmente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/filipe-jervis-fala-sobre-o-seu-primeiro-10/" target="_blank" rel="noopener">uma nota 10 que fez em 2012 contra Frederico Morais</a> num heat <em>man on man</em> no Guincho. faltou manter o mesmo nível de surf durante o resto da prova, o que justifica a sua falta de vitórias. Outro destaque foi a vitória no competitivo MOCHE Winter Waves, onde voltou a mostrar a sua qualidade como<em> free surfer</em>. Actualmente mesmo sem estar a fazer carreira como surfista profissional, Jervis ainda compete no circuito e uma vitória não está fora de questão.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Moche Winter Waves | III Temporada | Vencedor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6GVCALaVGcw?start=155&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Miguel Ximenez</strong><br />
Ximenez mostrou um enorme potencial cedo na sua carreira, tendo&nbsp;inclusivamente competido no circuito QS durante alguns anos. O seu maior triunfo foi o título Europeu no Eurosurf de 2005 e no circuito nacional foi uma final numa prova da Praia Grande em 2007, que foi vencida por Nicolau Von Rupp. Depois de duas lesões que o deixaram foram de água quase um ano, Miguel optou pelo <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/missing-in-action-miguel-ximenez/" target="_blank" rel="noopener">“Plano B”, dedicar-se aos estudos</a>, deixando de lado a sua carreira como surfista profissional aos 23 anos, sem qualquer vitória na Liga MEO Surf.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Miguel Ximenez surf-treinos guincho" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/q51vlODCLhQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Pedro Monteiro</strong><br />
Pedro “Pecas” Monteiro começou a competir nos primórdios do circuito nacional, ainda como júnior mesmo antes a criação do circuito de esperanças. O surfista de Carcavelos fez a sua primeira final antes da ruptura entre surfistas e Federação e quando surgiu o primeiro o circuito “rebelde”, o circuito ANS, que tinha todos os surfistas de destaque em Portugal, fez 5 finais no mesmo ano. Pecas manteve-se nos top16 por mais alguns anos mas a vitória não surgiu.</p>
<p><strong>José Couto “Pirujinho”</strong><br />
Pirujinho era um dos grandes destaques da “Geração de Ouro” surf português dos anos 90, com direito a várias presenças na selecção nacional e um resultado na única prova Pro Junior da Europa, o Quiksilver Pro Junior em Capbreton, algo que demorou muitos anos a ser superado por outros portugueses. Zé Pirujinho dividiu durante muitos anos o seu foco entre a pesca e o surf e conseguiu ser top16 durante cerca de uma década, ameaçando várias vezes a vitória mas acabando a sua carreira sem esse merecido triunfo.</p>
<p>Concordas com o nosso top5? Quem acrescentavas a esta lista e porquê? Deixa o teu comentário <a href="https://business.facebook.com/onfiresurfmag" target="_blank" rel="noopener">na nossa página de facebook</a> ou na secção de comentários do site&#8230;</p>
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		<title>5 dos mais improváveis wildcards na história do Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Brendon “Margo” Margieson]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Burle]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Keneshiro]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Diniz "Frey Tuck"]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Muller]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Toledo]]></category>
		<category><![CDATA[Wildcard]]></category>
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					<description><![CDATA[Keneshiro, Burle, Mulller, Diniz, Margieson...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as etapas do Championship Tour contemplam a presença de convidados, wildcards, surfistas locais ou não que poderão acrescentar interesse e qualidade de surf aos eventos. O sistema de dois tours da WSL, anteriormente ASP, existe desde 1992 e é justo assumir que ao longo dos anos tanto organizadores como a própria World Surf League terão dado “uns tiros ao lado”. A ONFIRE selecionou 5 surfistas que, mesmo tendo valor para participar em etapas do CT, foram escolhas invulgares&#8230;</p>
<p><strong>Isaac Keneshiro – Coke Classic – North Narrabeen – 1993</strong><br />
Hoje em dia é um facto quase esquecido que, depois de se tornar no surfista mais novo da história a conquistar um título (masculino) de campeão mundial da ASP, um feito que ainda hoje não foi superado, <strong>Kelly Slater</strong> teve o pior ano da sua carreira. Apesar de ter começado o ano com um 5º lugar em Bells Beach, o campeão em título só começou a mostrar algo semelhante ao que tinha feito no ano anterior perto do fim da temporada. A derrota para a “velha raposa” do tour, <strong>Barton Lynch</strong> nos quartos de final da primeira etapa foi seguida por outra, ainda mais cedo em Narrabeen, no round 2 para o<em> wildcard</em> <strong>Isaac Keneshiro</strong>. O que é curioso desta derrota, disputada em esquerdas de um metro com vento on-shore, é o facto de Isaac não ser, como é mais típico, um <em>wildcard</em> local ou patrocinado pelo <em>sponsor</em> do evento. Keneshiro é um surfista havaiano descendente de japoneses que na época corria o circuito QS apesar de nunca ter tido grande sucesso. É uma incógnita a razão que levou a organização do Coke Classic a escolher este surfista como <em>wildcard</em> e o que é certo é que, mesmo tendo eliminado o (que viria a se tornar) melhor surfista de todos os tempos, foi a sua primeira e última participação numa etapa do Championship Tour e apesar de ter competido durante mais algum tempo no circuito QS, nunca teve grande sucesso, caindo na obscuridade como surfista profissional.</p>
<p>(Um dos raros registos de Isaac no evento pode ser visto no filme da Hot Buttered – Surf Nastys – minuto 12:37)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Surf Nastys" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/9087Zzu8unM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Carlos Burle e Pedro Muller – Quiksilver Pro G-Land – 1995</strong><br />
Em 1995 nove dos 44 tops do Championship Tour eram brasileiros, um número que já impunha respeito e colocava este país como uma das grandes potências do surf mundial. Não havia no entanto o respeito pelo surf brasileiro como há hoje em dia, sendo bem visível a falta de destaque que tinham nas revistas de surf e filmes norte-americanos e australianos, e a falta de apoio de marcas estrangeiras. Então como surgiram dois <em>wildcards</em> brasileiros num campeonato que é creditado como o evento que deu origem ao “dream tour”? É simples, para dar mais visibilidade a esta que seria a primeira etapa sem público na praia, a Quiksilver publicou um anunciou nas revistas de surf de quase todo o mundo, pedindo ao público para votarem nos seus surfistas favoritos para <em>wildcards</em>. E para surpresa do resto do mundo, o Brasil mostrou a sua dimensão, qualificando logo dois surfistas virtualmente desconhecidos fora do seu país, <strong>Carlos Burle</strong> e <strong>Pedro Muller</strong>. A eles juntaram-se o mítico <strong>Tom Carroll</strong>, conhecido não só pelos seus dois títulos mundiais mas também pelas suas performances em ondas pesadas como Pipeline, Sunset e G-Land, e o local <strong>Made Switra</strong>, mas foram os brasileiros quem mais avançaram. Muller, que actualmente vive em Portugal, bateu Taylor Knox e <strong>Piu Pereira</strong> no round 1, e Burle eliminou <strong>Taylor Knox</strong> no round 2, acabando ambos por ser eliminados na fase seguinte por <strong>Sunny Garcia</strong> e o eventual campeão da prova, Kelly Slater.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="G-Land Quiksilver Pro 1995 (Complete video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UDhKAwz3dPQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Miguel Diniz – Coca Cola Figueira Pro – 1996</strong><br />
O Coca Cola Figueira Pro foi um evento muito esperado pelo surf português, sendo a primeira vez que uma etapa do Championship Tour passou pelo nosso país. Até aí o acesso a figuras de topo como Kelly Slater, Sunny Garcia, <strong>Shane Powell</strong>, <strong>Kalani Robb</strong> e muitos outros existia apenas através dos filmes de surf ou para quem pudesse viajar até ao sudoeste de França durante o verão para acompanhar um das três etapas que aquele país recebia todos os anos. Até este evento nenhum surfista português tinha competido numa etapa do CT e o primeiro acabou por ser <strong>Miguel Diniz</strong> nesta etapa. Presentes nesta prova estiveram também <strong>João Antunes</strong>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/joao-antunes-o-primeiro-portugues-a-vencer-um-heat-no-wtwct/" target="_blank" rel="noopener">o primeiro a vencer um heat neste circuito</a>, <strong>Bruno Charneca</strong>, que <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/" target="_blank" rel="noopener">eliminou Kelly Slater no round 2</a>, e ainda <strong>Rodrigo Herédia</strong>. Miguel, mais conhecido como Frey Tuck, tinha sido um dos grandes nomes do surf português no final dos anos 80 e início dos 90, tendo vencido inclusivamente uma etapa do circuito nacional no ano anterior, mas na época já não estava entre os 10 melhores portugueses, o que fez desta participação algo bastante invulgar. O que não quer dizer que não tenha feito boa figura, tendo surfado bem, mas acabou eliminado no round 2 por um inspirado Rob Machado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kelly Slater knocked out by Portuguese surfer (WCT Figueira Pro 1996)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/yVaxVPG0Dvk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Brendon “Margo” Margieson – Billabong Pro – 1997 e 1998</strong><br />
Antes de Dave Rastovich e muitos outros surfistas fazerem carreiras como <em>free surfers</em> profissionais, havia <strong>Brendon Margieson</strong>, o fiel companheiro de <strong>Mark Ochilupo</strong> em filmes como Bunyp Dreaming e The Green Iguana. “Margo”, como era mais conhecido, era o surfista não competidor mais conhecido dos anos 90 graças ao destaque que os filmes de surf tinham na altura. O que não é tão conhecido é que Margieson ainda tentou a sua sorte no QS durante um par de anos e recebeu <em>wildcards</em> em anos consecutivos da parte do seu patrocinador, a Billabong. A prova de 1997 foi realizada em Kirra e Brendon até venceu um heat mas a falta de sucesso no ano seguinte fez com que a Billabong &#8220;reformasse&#8221; o lado competitivo deste australiano, apostando mais na área onde tinha mais sucesso, o <em>free surf</em>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vintage Sessions - Margo Madness" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jKD7SMF98w4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Menção honrosa<br />
Ricardo Toledo – Rio Surf Pro – 1996</strong><br />
<strong>Ricardinho Toledo</strong> hoje em dia é mais conhecido por ser o pai de “Filipinho”, pela sua t-shirt cor de rosa que usa em praticamente todas as etapas do CT e pelos assobios em código durante os heats do seu filho. Mas Toledo foi um dos grandes surfistas do seu país na sua época, conquistando dois títulos de campeão brasileiro profissional. Talvez por ter sido pai tão cedo ou por falta de patrocínios à altura, Ricardo não apostou no circuito mundial com a mesma intensidade que outros surfistas no mesmo escalão de talento da época, recebendo mesmo assim um <em>wildcard</em> para competir no Rio Surf Pro de 1996. Toledo acabou por ser eliminado cedo por <strong>Rob Machado</strong> mas décadas mais tarde tornou-se numa das personalidades mais conhecidas no <em>backstage</em> do tour.</p>
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		<title>Dois campeões mundiais júnior da WSL com carreiras curtas como surfistas profissionais</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/dois-campeoes-mundiais-junior-da-wsl-com-carreiras-curtas-como-surfistas-profissionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 09:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Kai Barger]]></category>
		<category><![CDATA[pablo paulino]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas excepções à regra... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conquistar o título de campeão mundial júnior da WSL é um dos objectivos mais importante para o percurso de qualquer surfista que procura fazer carreira como competidor. Iniciado em 1998, este campeonato, que chegou a ser um mini-circuito e entretanto voltou ao formato inicial, coroou surfistas <strong>Andy Irons</strong>, <strong>Joel Parkinson</strong>, <strong>Adriano de Souza</strong> e <strong>Gabriel Medina</strong>, todos eles competidores que mais tarde seriam campeões no Championship Tour.</p>
<p>Outros são, ou foram, membros do Championship Tour, como <strong>Jordy Smith</strong>, <strong>Pedro Henrique</strong>, <strong>Kekoa Bacalso</strong>, <strong>Jack Freestone</strong>, <strong>Caio Ibelli</strong> e <strong>Ethan Ewing</strong>. E houve vários que ainda não atingiram esse patamar mas mostram potencial de o fazer, como é o caso de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-tem-69-de-probabilidades-de-se-qualificar-para-ct/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Vasco Ribeiro</strong></a>, <strong>Lucas Silveira</strong>, <strong>Mateus Herdy</strong>, <strong>Finn McGill e</strong> <strong>Lucas Vicente</strong>.</p>
<p>No total são 19 os surfistas que conquistaram os 22 títulos mundiais júnior da WSL pois tanto Joel Parkinson como Pablo Paulino e Jack Freestone conseguiram vencer duas vezes. Desta<em> short list</em> um deles, Pablo, não conseguiu dar continuidade a uma carreira que prometia ser bastante promissora.</p>
<p><strong>Pablo Paulino,</strong> local do Titanzinho, uma favela situada em Fortaleza, Brasil, de onde saiu também a ex-top do CT, Tita Tavares, foi campeão em 2005, numa prova realizada em Narrabeen, Sidney, Austrália, que contou com a presença de surfistas como Adriano de Souza, <strong>Marlon Lipke</strong>, Jordy Smith e <strong>Michel Bourez</strong>. Na época o título era disputado por surfistas até aos 20 anos, ao contrários dos 18 anos da actualidade, e três anos depois repetiu o feito no mesmo local contra um “pelotão que incluía nomes como <strong>Tanner Gudauskas</strong>, <strong>Charly Martin</strong>, <strong>Nicolau Von Rupp</strong>, <strong>Owen Wright</strong>, Adriano de Souza, <strong>Wiggolly Dantas</strong>, <strong>Matt Wilkinson</strong> e <strong>John John Florence</strong> que foi eliminado logo no round 2 pelo pouco conhecido <strong>Shu Hagiwara</strong>. Depois disso Pablo competiu no circuito QS por alguns anos, fazendo inclusive algumas finais em provas mais pequenas, mas não conseguiu manter o interesse dos seus patrocinadores e teve que abandonar o seu sonho de entrar na elite do surf mundial. Depois de 3 anos sem competir, Pauline fez uma breve tentativa de regressar ao tour em 2014, mas aí o seu surf, outrora rápido e explosivo, já não estava equiparado ao nível do circuito e a sua carreira chegou ao fim.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pablo Paulino Bi-world title Champion 2-Bi Campeão Mundial 2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/FTWadpYxjWA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Outro surfista que não prolongou muito a sua carreira depois do título foi o havaiano de Maui, <strong>Kai Barger</strong>. Foi em 2009 que Kai esteve “iluminado” nas esquerdas de North Narrabeen, para bater nomes como <strong>Stu Kennedy</strong>, <strong>Matt Wilkinson</strong> e <strong>Jadson André</strong>, entre outros, e garantir o título nesta prova em que também estiveram presentes <strong>Julian Wilson</strong>, <strong>Alejo Muniz</strong>, <strong>Dusty Payne</strong> e <strong>Nat Young</strong>. Barger competiu alguns anos no circuito QS, tendo inclusivamente recebido dois<em> wildcards</em> para provas do Championship Tour mas também não conseguiu manter a sua posição na Nike/Hurley e a sua carreira como surfista também não teve continuidade. Em 2021 Kai fez parte do reality show da WSL, The Ultimate Surfer, um projecto que não teve sucesso e não reacendeu a sua carreira.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prototypes: Kai Barger" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n3jKtqR_CAY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<item>
		<title>15 surfistas &#8220;esquecidos&#8221; que já estiveram no Championship Tour &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[15 surfistas que caíram no esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Christiano Spirro]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Melhado]]></category>
		<category><![CDATA[Larry Rios]]></category>
		<category><![CDATA[Sasha Stoker]]></category>
		<category><![CDATA[Shawn Sutton]]></category>
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					<description><![CDATA[Larry, Danny, Shawn, Sasha e Christiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer surfista que faz da competição a sua vida sonha com a possibilidade de fazer parte da elite do surf profissional, o Championship Tour da WSL. Para muitos entrar no CT traduz-se num futuro quase garantido como profissional, mas nem todos conseguem garantir o mesmo retorno. Mesmo competidores que chegaram a vencer <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct/" target="_blank" rel="noopener">podem cair no esquecimento</a> tal como outros, que passaram por lá e caíram na obscuridade pouco depois. A ONFIRE fez uma selecção de 15 surfistas que estiveram na elite do surf mundial e hoje em dia são pouco (ou nada) conhecidos fora das suas regiões.</p>
<p><strong>Larry Rios</strong> – Este havaiano, descendente de portugueses, era sempre <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">destaque na Triple Crown of Surfing</a> e em muitos outros eventos realizados nas ilhas. Em 1994 apostou em correr mais alguns eventos pelo mundo fora e conseguiu juntar pontos suficientes para chegar ao Havai perto o suficiente para se qualificar para o CT no ano seguinte. Com mais alguns resultados sólidos Larry conseguiu a qualificação para o ano embrionário do que mais tarde se tornaria no “Dream Tour”. Em ondas pequenas na Austrália, Japão, França (que tinha 3 etapas do CT consecutivas, todas realizadas durante o verão) e Brasil, Rios, que era alto e pouco ágil, não teve sucesso mas tinha 3 grandes oportunidades de dar a volta ao seu ano com as etapas de G-Land (Indonésia), Saint Leu (Ilha Reunião) e Pipeline (Havai). Infelizmente, para ele, apenas conseguiu 9ºs e 17º nessas provas e saiu do tour. Poucos anos depois deixou de marcar presença na Triple Crown e caiu no esquecimento do público.</p>
<p><strong>Danny Melhado</strong> – Danny era um produto da costa Leste dos EUA, como Kelly Slater, e, depois de alguns anos a batalhar no QS conseguiu a qualificação para o tour de 1997. No entanto, em 12 etapas, apenas conseguiu passar do round 2 duas vezes e como não conseguiu a manutenção via Qualifying Series, ficando fora do Championship Tour no seu ano de estreia. Melhado ainda competiu mais alguns anos no QS, mas não voltou a ficar perto da requalificação.</p>
<p><strong>Shawn Sutton</strong> – Sutton foi talvez quem teve mais sucesso competitivo entre estes 5 surfistas, mas não conquistou o público. Natural do Havai, Shawn surfava mais à semelhança do estereótipo do surfista brasileiro na altura, que ao contrário da actualidade, era um estilo pouco polido e uma apetência especial para surfar ondas pequenas. No QS conseguiu vitórias nos EUA, Japão, Espanha e Argentina e de 1997 a 1999 esteve no CT. Quando saiu da elite do surf mundial ainda fez alguns anos de QS mas nunca conseguiu bons patrocínios e acabou por se afastar do surf competitivo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shawn Sutton @ Rockys by Takubell" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FLygGKoVd14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Sasha Stoker</strong> – O ano de 1994 foi possivelmente o auge da carreira do australiano Sasha Stoker pois venceu o título mundial amador Open, no ISA World Surfing Games no Brasil. Pouco depois começou a competir no QS  mas, apesar de ter mostrado surf para estar entre os melhores, apenas conseguiu a qualificação em 2001. Nesse ano, a 11 de Setembro, aconteceu algo que mudou para sempre a história dos EUA, os atentados às Torres Gémeas. O impacto desse ataque terrorista chegou ao surf, fazendo dele o ano mais curto da história do Championship Tour, com apenas 5 etapas, ao contrário das 10 etapas que eram o mínimo de eventos no circuito. Depois de 3 derrotas prematuras nas primeiras 3 etapas Sasha começou a recuperar terreno em Jeffreys Bay mas lesionou-se durante a prova. A etapa seguinte foi em Pipeline e apesar de ser um pico que favorecia o seu surf, Stoker foi eliminado cedo, caiu do tour e nunca regressou.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sasha Stocker" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6OUBNxaU_p8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Christiano Spirro</strong> – O brasileiro Cristiano foi o surfista deste grupo que se manteve relevante por mais tempo depois de sair do tour, mas apenas no seu país. A sua entrada no CT foi bastante impressionante graças a uma final na última etapa do ano, em Sunset, contra surfistas como Kelly Slater, Shane Dorian e Munga Barry. O seu arranque no Championship Tour também foi sólido, tendo batido nomes muito “badalados” como Mark Ochillupo, Shane Dorian, Andy Irons (em Fiji!!!) e Chris Davidson. No entanto, 5 derrotas consecutivas no round 2 na segunda metade do ano custaram-lhe a permanência no tour e “espirro” nunca mais regressou à elite.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TV  Maresia - Christiano Spirro" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/4GPU_AwS-to?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais 5 surfistas que caíram no esquecimento brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com" target="_blank" rel="noopener">AQUI!</a></p>
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		<title>Descobre quem seriam os novos tops do CT se o tour acabasse hoje…</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-quem-seriam-os-novos-tops-do-ct-se-o-tour-acabasse-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2022 21:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Back on tour]]></category>
		<category><![CDATA[New On Tour]]></category>
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					<description><![CDATA[6 portugueses hipóteses matemáticas de se conseguirem a qualificação... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Faltam três etapas para terminar o circuito Challenger Series, o tour que decide que serão os novos nomes no Championship Tour. As próximas etapas, realizadas em Ribeira D&#8217;Ilhas, na Ericeira, Saquarema, Brasil e Halleiwa, no Havai, vão seguramente abalar muito o ranking actual mas, se o circuito terminasse hoje, estes seriam os tops do CT de 2023&#8230;</p>



<p><strong>Os rookies de 2023 seriam:</strong><br><strong>(no tour masculino)</strong><br>– Rio Waida;<br>– Ramzi Boukhiam<br>– Dylan Moffat;<br>&#8211; Eithan Osborne; <br><br><strong>(no tour feminino)</strong><br>– Caitlin Simmers;<br>– Sophie McCulloch</p>



<p><strong>Os regressados ao CT seriam:</strong><br><strong>(no tour masculino)</strong><br>– Ezekiel Lau;<br>&#8211; Leonardo Fioravanti;<br>&#8211; Ryan Callinan;<br>&#8211; Alejo Muniz; <br>&#8211; Imaikalani DeVault;<br>&#8211; João Chianca;</p>



<p><strong>(no tour feminino)</strong><br>– Molly Picklum; <br>– Macy Callaghan; <br>– Bettylou Sakura Johnson;</p>



<p><strong>Quem está à porta da qualificação:</strong><br><strong>(no tour masculino)</strong><br>– Mateus Herdy, Sheldon Simkus; Liam O&#8217;Brien; Gatien Delahaye; Maxime Huscenot;<br><strong>(no tour feminino)</strong><br>– Nikki Van Dijk, Bronte Macauley, <strong>Teresa Bonvalot</strong>, Luana Silva;</p>



<p><strong>Os portugueses:</strong><br><strong>(no tour masculino)</strong><br>29º – Vasco Ribeiro;<br>33º – Frederico Morais;<br><strong>(no tour feminino)</strong><br>8º – Teresa Bonvalot;<br>32º – Yolanda Hopkins;<br>35º &#8211; Mafalda Lopes;<br>50º – Francisca Veselko;</p>



<p></p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>5 surfistas que regressaram a marcas que os patrocinaram no passado</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-regressaram-a-marcas-que-os-patrocinaram-no-passado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 19:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Dean Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Kekoa Bacalso]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Curren]]></category>
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					<description><![CDATA[Regresso a casa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais vezes que não, a transferência de um surfista entre marcas não é pacífica. Há excepções mas, regra geral, é uma porta que se fecha para nunca mais abrir. Muitas vezes trata-se de anos de investimento a que se perde continuidade, ou negociações que não correm como se desejava e, no fim, as inevitáveis mudanças.</p>
<p>Fica a conhecer o historial de 5 surfistas surpreenderam ao regressarem a marcas que os patrocinaram no passado&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tiago Pires</strong><br />
<strong>Quiksilver ——— Billabong ——— Quiksilver</strong><br />
Mesmo não tendo tecnicamente crescido na Ericeira, Tiago Pires passava todo o seu tempo livre  na terra dos ouriços, tempo suficiente para ser considerado por todos como local. Parecia inevitável que a Billabong viesse a ser o seu primeiro patrocinador, já que a marca estava estabelecida na Ericeira e tinha alguma tradição de apostar nos talentos locais, mas Saca acabou por &#8220;escapar&#8221; desta marca, assinando com a Quiksilver aos 13/14 anos. Foi com essa “bandeira” que conquistou algumas vitórias muito importantes a nível nacional e Europeu cedo na sua carreira, sendo o ponto mais alto o título de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-resultados-que-destacaram-tiago-pires-enquanto-junior/" target="_blank" rel="noopener">vice-campeão mundial júnior no ISA World Games</a>, um dos seus muitos resultado históricos. No entanto, apesar de ter mostrado o seu potencial como patrocinado da Quiksilver, chegou a um ponto em que Tiago precisava de um patrocínio que lhe permitisse apostar no circuito mundial, e foi aí que a Billabong, inicialmente um patrocínio a nível nacional, entrou. Foi com o autocolante da Billabong no bico da sua prancha que Saca conquistou o 2º lugar no World Junior Championship da ASP (actual WSL), o título Europeu Pro Junior, várias vitórias no circuito QS, a qualificação para o CT e muitos resultados expressivos na elite do surf mundial. Até que em 2011, com 30 anos de idade, recebeu uma proposta que considerou irrecusável, voltando a assinar com a Quiksilver, desta vez com um contrato válido por 10 anos. Quando saiu  da Quiksilver Saca era um de muitos jovens talentos europeus mas, quando voltou, foi para fazer parte do A-Team, a elite dos patrocinados da que na altura era a maior marca do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TIAGO PIRES - i surf because short film" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qIJ8Sy0xk04?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tom Curren</strong><br />
<strong>Rip Curl ——— Mormaii e Realm ——— Rip Curl</strong><br />
No auge da sua carreira, Tom Curren surfava para a OP (roupa) e Rip Curl (wetsuits), numa época em que poucas marcas produziam ambos os produtos. Quando competiu no Havai sem autocolantes a sua relação com a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/4-ocasioes-em-que-tom-curren-espantou-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Ocean Pacific terminou</a>, ficando a 100% na Rip Curl, algo que muitos poderiam pensar que se mantém até hoje. Mas não, algures na década de 00 Curren andava desaparecido, não cumprindo algumas obrigações que a marca exigia dele, terminando essa relação temporariamente. Durante alguns anos Tom esteve ligado a várias marcas como a “The Realm” (roupa) e Mormaii (wetsuits), até voltar conectar-se à Rip Curl um patrocínio que dura até à actualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOM CURREN wins the Wyland Hawaiian Pro at Haleiwa - 1990" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/y7KRQ27Se_s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dean Morrison</strong><br />
<strong> Volcom ——— Oakley ——— Volcom</strong><br />
Foi Dean “Dingo” Morrison quem “roubou” o título mundial júnior da ISA a Tiago Pires, por uma diferença de apenas décimas de ponto, na altura a serviço da Billabong. Pouco depois Dean assinou com uma marca muito recente no mercado, mas que começava a dar que falar, a Volcom. Com facilidade o jovem <em>aussie</em> qualificou-se para o CT mas quando conquistou o seu melhor resultado, a vitória no Quiksilver Pro Gold Coast, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-lideraram-o-circuito-mundial-mas-cairam-no-esquecimento/" target="_blank" rel="noopener">arrancou na frente do circuito mundial </a>com o logótipo da Oakley no bico. O sucesso desse ano, 2003, não foi repetido mas o descendente de aborígenes ficou no tour mais algumas temporadas. Eventualmente regressou à Volcom, marca que o patrocinou até ao fim do seu percurso no tour e alguns ano fora dele. E quando esse contrato acabou, Dingo juntou-se aos seus amigos da Mad Hueys, mantendo-se ligado à marca actualmente como team manager.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Dean Morrison In Portugal Oct. 2009" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fBZPJZh-s3s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Francisco Alves</strong><br />
<strong> Rip Curl ——— Quiksilver ——— Rip Curl</strong><br />
A geração de Francisco Alves foi uma das mais fortes de sempre em Portugal e o surfista actualmente mais conhecido como “<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/xico-by-xico/" target="_blank" rel="noopener">Xico by Xico</a>” foi desde cedo um dos grandes destaques. Inicialmente patrocinado a 100% pela Oakley, Alves passou algum tempo na Rip Curl até ser contratado pela Quiksilver. Mas quando chegou a altura de renovar, foi o próprio “Team Xico” que recusou as condições, ficando algum tempo como “free agent” a aguardar algo melhor. E a Rip Curl novamente que lhe bateu à porta, marca onde esteve durante a melhor fase da sua carreira, facturando inclusive dois <em>wildcards</em> para provas do CT. Entretanto Alves saiu da equipa, passando por marcas como Mike Davis, Go Chill, Janga, Somersby e Matta Shapes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="3 days in North Africa with Francisco Alves" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nfbERyGIBGQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Keko Bacalso</strong><br />
<strong> Rip Curl ——— sem patrocínio ——— Rip Curl</strong><br />
O havaiano Kekoa Bacalso fez a sua carreira na Rip Curl, conquistando o título mundial Pro Junior e mais tarde um lugar no Championship Tour, facturando o prémio de &#8220;rookie of the year&#8221;. No entanto, quando perdeu a sua vaga no primeiro semestre de 2010, o ano com cut semestral, “Bam” não tardou a perder o seu patrocínio principal. A queda foi uma das mais drásticas da história do surf profissional, em julho de 2010 estava a vencer o seu heat do round 1 em Jeffreys Bay, enquanto que em Março de 2011 estava literalmente a estacionar carros como “valet” num hotel de luxo do North Shore para sobreviver. Felizmente, algum tempo mais tarde, Kekoa voltou a pedir patrocínio à Rip Curl, aí como <em>local hero</em> no North Shore, ficando a tomar conta da nova geração da equipa durante a temporada havaiana, da casa da marca, além de ser uma das caras da equipa no<em> line up</em> em picos como Off The Wall e Backdoor. E assim voltou a ter patrocínio e a fazer a vida de “semi-profissional”, uma ligação que se mantém até hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Insurfnews.com - The Bam Montage" src="https://player.vimeo.com/video/8624602?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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