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	<title>Paulo do Bairro &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>Shaper Talk &#124; Paulo do Bairro fala sobre a viagem que faz dele um dos shapers com mais conhecimento a nível Europeu&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/paulo-do-bairro-fala-sobre-a-viagem-que-faz-dele-um-dos-shapers-com-mais-conhecimento-a-nivel-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 16:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Pyzel]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Polen]]></category>
		<category><![CDATA[Shaper Talk]]></category>
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					<description><![CDATA[PB &#038; Pyzel na Waialua Suger Mill]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Havaí não é apenas o “ultimate proving ground” para surfistas profissionais, é também onde estão baseados muitos dos melhores shapers do mundo. Uma figura de topo entre os shapers baseados no Havaí é Jon Pyzel, shaper da marca Pyzel Surfboards, fabricante das pranchas do surfista que a grande maioria considera como o melhor da actualidade, John John Florence.</p>



<p>Paulo do Bairro, shaper da Polen Surfboards, marca que produz as pranchas Pyzel Surfboards para a Europa, esteve recentemente na famosa Waialua Suger Mill com Jon Pyzel. O objectivo era desenvolver um trabalho em conjunto para o mercado Europeu, tornando-se num dos shapers Europeus com mais conhecimento na área, o que já se reflecte nas pranchas que são produzidas na fábrica da Polen e na performance dos atletas na água.</p>



<p><strong>Depois de várias passagens pelo North Shore como surfista, qual foi o objectivo da tua mais recente viagem?</strong><br>O objectivo era o mesmo que nas outras viagens, receber informação de um dos nossos parceiros e aumentar o meu conhecimento como shaper.</p>



<p><strong>Como era o contacto com o Pyzel anteriormente a esta viagem, e o que mudou?</strong><br>Devido ao covid houve um interregno de partilha de informação presencial. Tem havido partilha sim, por exemplo informação de todos os modelos novos, como o <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/9163/pyzel/highline" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/9163/pyzel/highline" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Highline</a>, <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/12560/pyzel/mini-ghost" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/12560/pyzel/mini-ghost" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mini Ghost </a>e <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15131/pyzel/wildcat" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15131/pyzel/wildcat" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wildcat</a>, entre outros.</p>



<p><strong>Como foi a troca de conhecimentos?</strong><br>Foi muito a nível de shape e detalhes, e não tanto design ou tempo passado ao computador. O Jon tem uma capacidade muito boa de falar com as pessoas e de as deixar à vontade. É uma pessoa também bastante ocupada por isso muitas vezes as coisas são feitas em passo acelerado. Muitas vezes tirei notas ou fiz vídeos dele a falar, porque era a melhor maneira que eu tinha de captar mais informação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="728" height="382" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_2-copy-728x382.jpg" alt="" class="wp-image-69325" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_2-copy-728x382.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_2-copy-300x157.jpg 300w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_2-copy-768x403.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_2-copy.jpg 1140w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></figure>



<p><strong>Como tem sido o teu contacto com os modelos da Pyzel Surfboards, e quais são os que mais se destacam para ti?</strong><br>Os meus modelos preferidos sempre foram a <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/316/pyzel/pyzalien" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/316/pyzel/pyzalien" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pyzalian</a>, a <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Padillac</a> e a <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/3952/pyzel/radius" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/3952/pyzel/radius" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Radius</a>, porque se encaixam bem nas minhas características como surfista. Mas lá tive a oportunidade de surfar com a <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1175/pyzel/ghost" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1175/pyzel/ghost" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ghost</a> e adorei. É uma prancha mais refinada no tail e que eu pensei que fosse ficar um bocado mais debaixo de água mas que tem uma viragem de rail para rail muito boa. Talvez por estar no Havaí, e as ondas terem um bocadinho mais de força, encaixou-se bem. Mas a maior surpresa talvez tenha sido a <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/9163/pyzel/highline" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/9163/pyzel/highline" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Highline</a>. Usei uma prancha um bocado maior do que aquilo que eu uso no dia a dia, de stock, mais larga e mais grossa, e provou ter uma viragem fácil de rail para rail incrível.</p>



<p><strong>Quais foram as áreas em que sentes que mais te desenvolveste?</strong><br>O Pyzel dá-nos bastante informação. Fornece-nos os designs todos, feitos por tamanhos, marcação das quilhas, tudo para podermos ter esse guia quando fazemos as pranchas. Nesta viagem ele passou-me informação do porquê que ele gosta assim, a lógica e funcionalidade por detrás de alguns detalhes.</p>



<p><strong>Havia algo mais específico dos shapes do Pyzel que querias muito receber informação?</strong><br>Sim, o que eu tinha mais curiosidade era sobre as <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Padillac</a>, que é a prancha que eu mais aprecio entre os modelos do Pyzel. É uma prancha de ondas grandes e que as linhas são lindas e perfeitas. Basta dizer que, no North Shore, sejas quem tu fores, independentemente do teu patrocínio de pranchas, toda a gente tem uma <a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/1106/pyzel/padillac" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paddilac</a> no seu quiver para surfar ondas grandes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="728" height="382" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_1-copy-728x382.jpg" alt="" class="wp-image-69326" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_1-copy-728x382.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_1-copy-300x157.jpg 300w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_1-copy-768x403.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/02/PYZEL_1-copy.jpg 1140w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></figure>



<p><strong>Como foi conviver com ele durante estes dias?</strong><br>O Pyzel é muito diferente do que encontrei até agora em outros shapers. Tudo na vida dele revolve à volta de fazer surf. Ele vê o surf sempre de manhã e o forecast, planeia a surfada dele, e tudo à volta encaixa-se nisso. O que achei bastante interessante é que, normalmente os shapers são sempre muito ocupados, estão sempre na sala de shape, mas ele faz as coisas de maneira diferente do que eu tinha visto até agora. Só tenho a agradecer ao Jon pela forma como me recebeu, e pela partilha de informação e conhecimento.</p>



<p><strong>Para terminar, tiveste a oportunidade acompanhar a ligação dele com o John John Florence…</strong><br>Tive alguns momentos em que foi possível ver essa ligação. Ele falava-me das pranchas do John John e houve vezes em que eu estive na sala de shape com ele quando shapeava pranchas para o John John e dizia-me o que estava a fazer, o que.o levou a fazer essa prancha. Uma das coisas que ele me disse é que o John John é uma pessoa muito meticulosa, muito “self aware”. Ele sente pequenos detalhes e pormenores nas pranchas, basta haver 1/16 a mais de grossura que era o suficiente para ele ligar a perguntar se tinha engrossado as pranchas dele. Porque ele é assim tão sensível.</p>



<p></p>



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<p></p>



<p></p>
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		<title>Paulo do Bairro fala sobre a sua “shaping trip” à fábrica de Timmy Patterson</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-fala-sobre-a-sua-shaping-trip-a-fabrica-de-timmy-patterson-na-california/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 10:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Polen]]></category>
		<category><![CDATA[Timmy Patterson]]></category>
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					<description><![CDATA[Califórnia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante o mês de Agosto o shaper da Polen Surfboards, Paulo do Bairro, deslocou-se a uma das grandes “mecas” do shape a nível mundial, a Califórnia. O objectivo era absorver e partilhar conhecimentos com um shaper que muitos <em>insiders </em>da indústria apelidam de “o guru”, Timmy Patterson. Durante cerca de 10 dias Timmy recebeu o ex-campeão nacional e europeu de braços abertos para um intercâmbio de grande sucesso. Fica a saber mais sobre a viagem de Paulo do Bairro à famosa Shaper’s Alley, em San Clemente…</p>



<p></p>



<p><strong>Fala um pouco da Califórnia, como surgiu a oportunidade de fazeres esta viagem e qual era o objectivo?</strong></p>



<p>O objectivo era, primeiramente, obter informação para fazer o produto que é feito em Portugal o mais parecido com o que é feito nas fábricas lá fora. Devido à pandemia não temos tido a presença dos shapers que temos representados aqui na Polen. Segundo, foi dar-me a oportunidade de poder esticar um bocadinho os meus horizontes. Às vezes, quando passamos muito tempo dentro da sala de shape, estamos só a fazer pranchas, não estamos a explorar novos métodos e novas maneiras de fazer as pranchas. E isto foi muito positivo nesse aspecto pois eu tenho muitas regras como shaper. Vejo-me a mim próprio dentro de uma caixa, e gosto de estar dentro dessa caixa com regras, com linhas e com métodos de fazer as coisas. O que esta viagem me proporcionou foi a possibilidade de pensar mais fora da caixa, fazer as pranchas com ferramentas diferentes, ver as pranchas de outra perspectiva, a perspectiva dele, e incorporar isso na maneira como eu faço as pranchas. Isso deu-me a possibilidade de continuar a crescer a nível de design e de “movimentos” de shape. Nesta viagem senti que eu continuo a estar dentro daquela caixa, daquelas regras, aquelas quatro paredes, mas ficou mais abrangente, tenho muito mais espaço para me mexer e tenho muito mais entendimento e mais formas de shapear do que tinha antes.</p>



<p><strong>Como era o teu dia a dia na Califórnia?</strong></p>



<p>Eu fiquei na casa do Timmy e fui muito bem recebido desde o primeiro minuto, ele pôs-me completamente à vontade. O dia a dia era acordar às 6/7 da manhã, passar pela praia para ver se havia ondas, nos dias que lá tive o mar esteve sempre muito pequeno por isso fomos sempre directamente para a fábrica, e passávamos lá o dia todo praticamente, até às 5 da tarde. Depois passávamos pela praia onde ele dava sempre um mergulho e no dia seguinte era repetir, incluindo sábados e domingos.</p>



<p><strong>Como foi a troca de conhecimentos, foi mais passada no computador ou na sala de shape?</strong></p>



<p>Para te ser honesto, eu estou habituado a trabalhar muito, shapear, shapear, shapear. Eu pressionava-me a querer mostrar o meu trabalho, queres impressionar e mostrar que sabes fazer as coisas. Ia com a ideia de fazer isso mas, logo no primeiro dia, vi que não tinha muita vantagem nisso. O Timmy desde o primeiro minuto mostrou-se uma pessoa bastante comunicativa e com muita partilha. Eu percebi que a vantagem que eu tinha não era estar dentro da sala de shape, porque isso também posso fazer cá, mas era estar a ouvi-lo quando ele queria falar. Cheguei a shapear, e perguntava-lhe a opinião dele, mas muitas vezes ele ia à minha sala, chamava-me para ver algo e ficávamos duas horas a falar sobre os mais pequenos detalhes. A troca de conhecimentos foi basicamente ouvir muito, tomar muitas notas e fazer muitos vídeos. A partilha de conhecimento dele não se limitou apenas ao shape, foi sobre tudo. Porque ele acha, e eu concordo, que um shaper deve ter um conhecimento global de todas as partes do processo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="642" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/09/TP_SHAPPING_58_Snapseed-642x428.jpg" alt="" class="wp-image-67460" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/09/TP_SHAPPING_58_Snapseed-642x428.jpg 642w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/09/TP_SHAPPING_58_Snapseed-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/09/TP_SHAPPING_58_Snapseed-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/09/TP_SHAPPING_58_Snapseed.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /><figcaption>Timmy Patterson no seu elemento</figcaption></figure>



<p><strong>Havia algo mais especifico que querias muito receber informação?</strong></p>



<p>Uma das coisas que eu sempre quis que ele me mostrasse, é como se faz canais. Não há pessoa mais famosa a fazer canais que o Timmy Patterson e sempre admirei as pranchas com canais que ele fazia para o Matt Archbold, que era um dos meus surfistas preferidos. Pedi-lhe para fazer uma para eu ver e ele pegou numa prancha maior que tinha lá, uma gun que tinha um problema no bloco, e “re-shapeou” para eu ver. No fim olhou para a prancha e disse assim, “estes canais não encaixam bem aqui nesta prancha”, então pegou numa serra, serrou 3 pés no bico, pegou nas ferramentas dele, e a prancha passou de uma 7’2” para uma 5’10 ou 5’11. Fez uma coisa tão agradável de se ver que todos os dias, enquanto eu lá estive, eu ia lá e pegava na prancha. Ele viu-me várias vezes a fazer isso e disse assim “estás a ver, é esta flexibilidade e estas coisas que podes fazer que fazem com que o teu trabalho seja mais agradável”. Meteu a prancha na produção e vai ter um team rider que goste mais de pranchas alternativas a experimentar. E se ele adorar será um modelo novo. Ele é uma pessoa muito criativa, do nada chega ali e adapta a prancha. Não se restringe aos modelos e às linhas que tem, nem fabrica sempre a mesma coisa, há modelos que surgiram assim, só porque se lembrou de fazer algo diferente e sai dali algo especial.</p>



<p><strong>Para terminar fala um pouco sobre o Timmy, como foi conviver com ele durante estes dias e o que achaste dele como pessoa e como shaper?</strong></p>



<p>Como pessoa comigo foi bastante aberto e afável, muito simpático e sem problemas nenhuns em partilhar informação. Nem todos os shapers gostam de partilhar informação que foi adquirida com experiência de 20 ou 30 anos de trabalho. Ele foi completamente o oposto disso. A nível profissionalmente é uma pessoa que goza de uma boa imagem perante a comunidade do surf e perante a comunidade de fabricantes de pranchas. O Timmy é um shaper de terceira geração, depois do avô e do pai dele. Ele tem um conhecimento gigante, que passou da sua família para ele e que poucas pessoas têm. Muitos shapers conceituados têm o Timmy como referência e muitos dos shapers que hoje são conceituados já passaram pela fábrica dele de alguma forma. Posso dizer que o considero um craftsman, tu vais à sala dele e tem 50 ferramentas, e a maioria das ferramentas foram feitas por ele. Ele é uma pessoa que a única coisa que quer é estar na fábrica a shapear. Vai trabalhar todos os dias, incluindo fins de semana, vai de manhã, depois vai fazer qualquer coisa a casa, volta, às vezes até volta à noite só para acabar uns shapes. E não é porque tenha aquela urgência, eu acredito que ele fica nervoso se não estiver na fábrica. Ele gosta mesmo de estar ali, é o ambiente dele.</p>
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		<title>Paulo do Bairro junta-se a Timmy Patterson na Califórnia</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-junta-se-a-timmy-patterson-na-california/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 17:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Timmy Patterson]]></category>
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					<description><![CDATA[O shaper nacional parte para San Clemente esta sexta-feira, dia 5 de Agosto, e será recebido por Timmy Patterson na sua fábrica...]]></description>
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<p>Mais conhecido como Paulo “do Bairro”, Paulo Rodrigues é um nome com um longo e bem sucedido historial no surf português. Durante de mais de uma década esteve entre os melhores surfistas do país, onde conquistou o prestigioso título nacional, quatro títulos europeus por selecções e dois a nível individual como sénior e master, entre muitos outros resultados que fizeram dele uma das referências nos anos 90 e da década de 00.</p>



<p>Em paralelo à sua carreira como surfista profissional, Paulo esteve sempre muito ligado à fabricação de pranchas, mostrando igual talento desde o início, eventualmente fazendo a muito esperada transição para shaper, inicialmente com a sua própria marca. Em 2021 regressou à Polen, marca onde tinha passado grande parte da sua carreira profissional, agora como shaper numa parceria de grande sucesso.</p>



<p>Por sua vez Timmy Patterson é um dos mais icónicos shapers do mundo, apelidado no seu meio como “o guru”. Este master shaper com várias décadas de experiência fez pranchas para a nata do surf mundial, incluindo nomes variados como Andy Irons, Jeremy Flores, Adriano de Sousa, Jordy Smith, Dane Reynolds, Jamie O’Brien e Bobby Martinez, não esquecendo do campeão mundial de 2019 Ítalo Ferreira, que surfa exclusivamente com pranchas T.Patterson desde muito novo.</p>



<p>A ligação entre Paulo e Timmy surge via Polen Surfboards, onde o primeiro é shaper residente e o segundo shaper visitante há mais de uma década. Desta vez será “Portugal” que vai à Califórnia pois Paulo do Bairro está em vias de viajar até à fábrica de Timmy, situada na também mítica “Shapper’s Alley” em San Clemente, ao lado de muitas outras grandes marcas de pranchas. Durante cerca de 10 dias o shaper português vai ter a oportunidade de trocar conhecimentos com este que é um dos grandes nomes da actualidade no mundo do shape.</p>



<p>Fica atento a mais novidades sobre a viagem de Paulo do Bairro a San Clemente, em breve…</p>
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		<title>Kiron Jabour fala sobre o seu novo patrocínio de pranchas (e não só)&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/kiron-jabour-fala-sobre-o-seu-novo-patrocinador-de-pranchas-e-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 12:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Kiron Jabour]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
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					<description><![CDATA[Talento havaiano nas ondas portuguesas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>São muitos os surfistas de renome internacional que se rendem às ondas e qualidade de vida de Portugal e acabam por se tornar residentes. É o caso de Kiron Jabour, um dos grandes nomes do surf havaiano da geração de John John Florence, que constituiu família no nosso país e trocou o North Shore pela costa portuguesa. A ONFIRE quis saber um pouco mais sobre o seu historial e a recente transição para uma marca de pranchas nacional…</p>



<p>Conta-nos um pouco da história da tua família…<br>O meu pai é surfista do Rio de Janeiro, da geração do Eraldo (Gueiros) e Carlos Burle, e eles iam muito para o Havaí bem antes de eu nascer. Ele chegou inclusive a competir no circuito mundial e ia para o Havaí todos os Invernos. Todos os anos, desde que eu era bebé ele levava a família e ficávamos por três meses até que, por volta dos meus três anos, ele e a minha mãe quiseram sair do Brasil. Estavam indecisos entre a África do Sul ou o Havaí, quase se mudaram para Jeffreys Bay mas acabaram por ficar no Havaí, que foi onde eu cresci. Eu cresci a ver o meu pai surfar todos os dias, íamos para a praia todos os dias e eu brincava na praia e acabei por aprender a surfar. Eu aprendi a surfar ali perto de Haleiwa, daí fui migrando para Chun’s Reef, depois fui evoluindo para V-Land, onde aprendi a fazer uns tubos, e aos poucos ia surfando mar maior nos outros picos do North Shore.</p>



<p><strong>É possível crescer no North Shore e não se ser surfista?</strong> <br>A alguma hora vai ter algum tipo de contacto com o surf, ali não tem como não ter, acho que é impossível não se ser surfista. </p>



<p><strong>E a competição, quando surgiu?</strong><br>Eu comecei mais tarde que “todo mundo”, o meu pai nunca me empurrou para competir. Então com 12 anos entrei pela primeira vez num campeonato de <em>grommets</em> em Haleiwa e ganhei. Eu já tinha os meus amigos do surf lá no North Shore que competiam desde os 6 anos, já a levar aquilo a sério, cheio de autocolantes na prancha e tudo. Eu surfava mais por curtição e nunca pensei em competir até esse campeonato. Gostei daquela sensação de entrar e querer fazer o meu melhor, ser progressivo na evolução da técnica, testar-me contra os outros, e como tive aquele gostinho de ganhar pedi ao meu pai para competir no NSSA (circuito escolar norte-americano) e o HASA (circuito havaiano de surf), que dava acesso a provas em Trestles e em Huntington. Comecei a correr os campeonatos lá no Havaí, qualifiquei-me para a Califórnia, entrei na Quiksilver, e decidi que queria ser surfista (profissional). Depois competi em mais circuitos juniores e mais tarde no QS.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/KIRON-680x428.jpg" alt="" class="wp-image-65888" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/KIRON-680x428.jpg 680w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/KIRON-280x176.jpg 280w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/KIRON-768x483.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/KIRON.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /></figure>



<p><strong>Quais consideras os resultados mais expressivos do teu percurso competitivo?</strong><br>As vitórias nos QS em Puerto Escondido e em Sunset! Também ganhei uns Pro Juniores no Havaí, e no mundial fiquei em terceiro algumas vezes.</p>



<p><strong>O que te trouxe a Portugal pela primeira vez?</strong><br>A primeira vez vim foi para competir no QS dos Açores, no meio de Verão, uma prova que cancelaram por falta de ondas. Ao continente vim pela primeira vez em 2013, um QS Prime em Carcavelos. Na altura não conhecia nada de Portugal então instalei-me em Carcavelos e durante vários dias surfei só Carcavelos. Só no fim percebi que tinha altas ondas no Guincho e Ericeira.</p>



<p><strong>Já não estás a competir, achas que a competição é essencial para a evolução de um surfista?</strong><br>Eu sinto falta da competição por esse lado, porque é uma motivação para entrar sempre no mar em qualquer condição. Acho legal porque dá essa motivação, de surfar todos os dias e buscar esse progresso. Hoje em dia sou mais selectivo, ainda tenho isso, mas de outra forma. Eu acho que (quem compete) entra no mar com um foco diferente, essa motivação de trabalhar.</p>



<p><strong>Fala-nos da transição da Channel Islands para a Polen…</strong><br>Foi muito natural, eu fui da Channel Islands desde os 14 anos e sempre fiz esse trabalho de passar pela Califórnia para trabalhar nas pranchas, mas sempre senti também um pouco de dificuldade de ter um trabalho mais aprofundado, de entrar na sala e estar envolvido no processo. Eu já conheço o Alvaro (proprietário da Polen) há muitos anos e já vinha à fábrica muitas vezes, mesmo antes de ser <em>team rider</em>. Consegui agora fazer um trabalho bom com as minhas pranchas, estava há muito tempo com o mesmo shaper, estava buscando uma coisa nova, e também de ter esse trabalho mais próximo. É incrível, a Polen toda esta estrutura, a presença de vários shapers internacionais, estou bem animado de “botar” as pranchas na água, está a ser bem positivo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/716405487?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Como tem sido o trabalho com o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank">Paulo do Bairro</a>?</strong><br>O Paulo é impecável, super atencioso, gosto muito de trabalhar com ele. É fácil de falar com ele, é uma comunicação fácil, ele faz as pranchas com carinho e amor e tem um <em>background</em> por detrás, é um surfista muito bom. Eu já conhecia ele dos Coxos, admirava o surf dele e acho fácil trabalhar com ele. Desenvolvemos um modelo durante o Inverno, o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15553/polen/3-sixty" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15553/polen/3-sixty" target="_blank">3-Sixty</a>, que temos gostado bastante e recebeu bom <em>feedback</em> dos outros <em>team riders</em>. Tem sido uma motivação grande desta fase pós-competição, tentar entender mais sobre os <em>designs</em>, trocamos ideias, e estamos a fazer um trabalho muito próximo. </p>



<p>(<a href="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15553/polen/3-sixty" data-type="URL" data-id="https://www.polensurfboards.com/surfboards/details/15553/polen/3-sixty">Podes ficar a saber mais sobre o modelo 3-Sixty AQUI</a>)</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="642" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/3Sixty_Side-642x428.jpg" alt="" class="wp-image-65919" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/3Sixty_Side-642x428.jpg 642w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/3Sixty_Side-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/3Sixty_Side-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/06/3Sixty_Side.jpg 1140w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>



<p></p>
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		<title>Paulo do Bairro regressa à família Polen</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 15:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Polen]]></category>
		<category><![CDATA[Shaper]]></category>
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					<description><![CDATA[Shaper, surfista e membro da família...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo do Bairro é um dos grandes nomes de uma das mais importantes gerações de surfistas em Portugal, a primeira “leva” de surfistas profissionais do nosso país. Este grupo de talentosos surfistas esteve em destaque desde o início dos anos 90, com um domínio que durou quase duas décadas e cujo impacto é visível ainda hoje.</p>
<p>Foi com pranchas Polen que Paulo fez a sua primeira final no circuito nacional, em 1992, um resultado que praticamente lançou a sua carreira. Pouco tempo depois tornou-se patrocinado da marca, uma ligação que durou muitos anos e que teve momentos muito marcantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-60483" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/DSC03994-copy.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/DSC03994-copy.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/DSC03994-copy-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/DSC03994-copy-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/DSC03994-copy-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do seu sucesso como surfista, Paulo do Bairro manteve sempre uma forte ligação à indústria, mais especificamente à produção de pranchas, adquirindo muito conhecimento ao longo de mais de 30 anos a frequentar fábricas como patrocinado e trabalhador. A evolução para shaper era previsível e em 2007 fez a sua primeira prancha, dedicando-se mais a sério a esta profissão alguns anos mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-60479" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/44B0319-copy.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/44B0319-copy.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/44B0319-copy-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/44B0319-copy-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/05/44B0319-copy-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por sua vez a Polen tem tido uma evolução substancial não só em Portugal como no resto da Europa, o que criou uma forte necessidade de continuar a aumentar a sua equipa. Começou então a procura por alguém que viesse não só contribuir na produção como acrescentar ao produto Polen, que só por si é visto como uma referência na comunidade e indústria. Essa procura levou a Paulo do Bairro, que regressa à Polen, mas desta vez como shaper, surfista e acima de tudo membro desta grande família.</p>
<p>Bem vindo, Paulo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Welcome Back Paulo Do Bairro" src="https://player.vimeo.com/video/554297307?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>5 marcas expressivas que desapareceram do mercado português &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-marcas-expressivas-que-desapareceram-do-mercado-portugues-parte-1/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-marcas-expressivas-que-desapareceram-do-mercado-portugues-parte-1/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 13:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 marcas expressivas que desapareceram do mercado português]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Redley]]></category>
		<category><![CDATA[Reef Wetsuits]]></category>
		<category><![CDATA[Xaninho]]></category>
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					<description><![CDATA[1 de 3...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como em qualquer desporto e qualquer mercado, há marcas que aparecem e ao fim de alguns anos desaparecem. No entanto, algumas chegam a atingir um patamar de sucesso a dada altura que parece impensável que poucos anos depois acabem. Fica a conhecer 5 marcas que foram muito expressivas no mercado português mas que eventualmente desapareceram.</p>
<p><strong>Redley</strong><br />
A Redley é uma marca brasileira de calçado e roupa que durante os anos 90 foi um “gigante” em Portugal. O sucesso deveu-se a um modelo de ténis, muito semelhante com os clássicos da Vans, que se tornou moda no nosso país, uma peça quase obrigatório nas faixas etárias mais jovens. Essa fase deu um enorme “boost” à marca, que eventualmente apostou muito numa linha de roupa e numa das equipas de surf mais fortes alguma vez vista no nosso país. Pela Redley, quase todos patrocinados da cabeça aos pés e com fatos produzidos para o efeito, passaram surfistas como Bruno Charneca “Bubas”, Marcos Anastácio, Paulo do Bairro, Zé Seabra, André Pedroso, José Gregório, Nuno Telmo, Aécio Flávio, Pedro Barbudo, Pedro Soares, Pedro Flores, Diogo Bettencourt, Marcelino Barros “Bizuka”, entre outros, chegando-se ainda a apostar num team Europeu que incluiu o melhor surfista britânico, Russel Winter, e o melhor francês, Didier Piter. Também no bodyboard a Redley marcava pontos, patrocinando grandes nomes da altura como Paulinho Costa e Filipe Ocha, e as suas famosas barbatanas eram das mais vistas na água.<br />
Entre imagens de atletas e anúncios, a Redley era extremamente expressiva nas revistas nacionais mas, ao longo dos anos, a foi perdendo a sua expressão. Foi uma queda gradual, algo que era bastante visível com a mudança da equipa nos últimos anos, apesar de continuar a haver uma forte aposta no marketing. No início do novo milénio a Redley já era uma sombra do que tinha sido no passado, mudando inclusivamente de distribuidor, e não se conseguiu dar a volta por cima e voltar a estabelecê-la.</p>
<p>Curiosamente no Brasil a marca continua em destaque, tendo-se posicionado como uma marca de gama alta de surfwear.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_58894" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-58894" class="wp-image-58894 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385.jpg" alt="" width="728" height="503" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385-255x176.jpg 255w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385-619x428.jpg 619w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-58894" class="wp-caption-text">Paulo do Bairro | Anúncio da Redley</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reef Wetsuits</strong><br />
Nos anos 90 havia em Portugal a Reef Wetsuits, uma marca sul africana de fatos, e a Reef Brazil, marca argentina que mais tarde, quando passaram a diversificar para sapatos e roupa, passou a (apenas) Reef. A marca de roupa e calçado existe até hoje no nosso país, enquanto que a Reef Wetsuits durou menos de uma década. A marca foi muito forte, apostando em surfistas como Nuno Matta, que curiosamente foi patrocinado por ambas as Reefs em simultâneo, Paulo do Bairro, Teresa Abraços, David Raimundo, Pedro Monteiro “Pecas”, Alexandre Ferreira “Xaninho”, entre outros.<br />
A queda da marca em Portugal deveu-se a vários fatores, o principal sendo provavelmente a concorrência. Até certa altura marcas de roupa faziam apenas roupa e marcas de fatos dedicavam-se a fazer fatos e quando a tendência mudou o mercado ficou muito mais competitivo. Marcas como a Billabong e Quiksilver começaram a ter fatos e, tal como a Rip Curl e O’Neill, que já faziam ambos, tornaram-se nos quatro grandes <em>players</em> no mercado, fortalecendo a suas imagens junto do público como fortes e coerentes campanhas publicitárias e equipas de patrocinados a 100%. A Reef Wetsuits dificilmente iria conseguir acompanhar o crescimento destas marcas e os representantes, que operavam em outras áreas mais lucrativas, perderam o interesse em dar continuidade a este projeto.</p>
<p>Hoje em dia a Reef ainda existe na África do Sul, tendo diversificado os seus produtos para incluir fatos de caça submarina, soft boards, pranchas de bodyboard e todos os tipos de acessórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Surf Esperanças 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460174?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="375" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais marcas expressivas que desapareceram do mercado português em <a href="https://www.onfiresurfmag.com">breve&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Descobre quem eram os surfistas mais populares de Portugal em 2004</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-quem-eram-os-surfistas-mais-populares-de-portugal-em-2004/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 23:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[ONFIRE Poll]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004 a ONFIRE estava no seu segundo ano de existência e na edição número #8, Março/Abril, tínhamos um DVD para oferecer a cerca de 1.000 leitores. No entanto, em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada.</p>
<p>Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única &#8220;ONFIRE Poll&#8221;, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018.</p>
<p>Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar &#8220;furar&#8221;. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses.</p>
<p>Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.</p>
<p>A lista:</p>
<p><strong>1º lugar – Tiago Pires</strong><br />
<strong> 2º lugar &#8211;</strong> José Gregório<br />
<strong>3º lugar &#8211;</strong> Ruben Gonzalez<br />
<strong>4º lugar &#8211;</strong> Justin Mujica<br />
<strong>5º lugar &#8211;</strong> João Antunes<br />
<strong>6º lugar &#8211;</strong> Paulo do Bairro<br />
<strong>7º lugar &#8211;</strong> David Luís<br />
<strong>8º lugar &#8211;</strong> Nuno Telmo<br />
<strong>9º lugar &#8211;</strong> Marcos Anastácio<br />
<strong>10º lugar –</strong> João Alexandre “Dapin”</p>
<p>Também mencionado no artigo foram os seguintes surfistas:</p>
<p><strong>11º lugar &#8211;</strong> João Guedes<br />
<strong>12º lugar &#8211;</strong> Jó Bento<br />
<strong>13º lugar &#8211;</strong> Rodrigo Herédia<br />
<strong>14º lugar &#8211;</strong> Aécio Flavio<br />
<strong>15º lugar &#8211;</strong> Alexandre Ferreira “Xaninho”<br />
<strong>16º lugar &#8211;</strong> Guga Gouveia</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>3 gerações de surfistas que quebraram barreiras</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno “Bubas” Charneca]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Rebiere]]></category>
		<category><![CDATA[EuroForce]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal, Europa, Mundo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revolução nunca acontece por obra de um elemento isolado, é preciso um grupo sólido para causar um impacto duradouro. No surf as grandes mudanças de guarda acontecem entre gerações mas nem todas têm a capacidade de quebrar barreiras e moldar o desporto. Fica a conhecer três gerações que mudaram o surf profissional:</p>
<p>“<strong>Geração Momentum</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> &#8211; Mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> &#8211; Kelly Slater, Rob Machado, Shane Dorian, Ross Williams, Taylor Knox e Kalani Robb, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Liderada por Kelly Slater, a geração Momentum veio arrasar a anterior tanto a nível competitivo como mediático. No início dos anos 90 uma geração envelhecida mas ultra competitiva que tinha dominado o tour na década anterior parecia estar preparada para continuar o seu reinado, até que em 1992 Slater conseguiu &#8220;roubar&#8221; o título mundial e mostrar a porta de saída aos veteranos. Em 1993 o título ficou do lado da velha geração mas seria o último e, com a entrada de surfistas como Rob Machado e outros da mesma geração, deu-se um <em>switch</em> e o surf moderno estabeleceu-se. O domínio mediático foi mais rápido e fácil já que os principais meios de comunicação da altura, as revistas, imediatamente começaram a criar espaço para este movimento. Também nas produções de vídeo, que na época tinham uma expressão mais relevante que na actualidade, esta geração passou a dominar ao aparecer em destaque nos filmes de Taylor Steele, cujo primeiro grande filme deu nome à geração, mas também de outros produtores da época que contribuíram para difundir este estilo de surf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<strong>EuroForce</strong>&#8221;<br />
<strong>Escala</strong> – Europeia e mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – Miky Picon, Tiago Pires, Patrick Beven, Eric Rebiere, Jeremy Flores, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Década de 00<br />
Durante os anos 90 os surfistas europeus começavam a ganhar expressão a nível mundial com surfistas como Russell Winter, que entrou no Championship Tour, e Eneko Acero, que venceu a primeira prova QS, e mais alguns casos pontuais. No fim dessa década este grupo começou a &#8220;encostar-se&#8221; aos melhores juniores do mundo e quando atacaram o circuito QS a tempo inteiro já estavam equiparados aos surfistas de qualquer uma das grandes potências do surf mundial. Entretanto o grupo foi fortalecido por surfistas como Aritz Aranburu, Michel Bourez, Marlon Lipke, Tim Boal, continuando o <em>push</em> por alguns anos, transformando a Europa numa potência do surf mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Euroforce 2008 - Fiji - Episode 4/11" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/goZ-X0GIh2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Geração de Ouro</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> – Nacional (Portugal)<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – João Alexandre “Dapin”, João Antunes, Rodrigo Herédia, José Gregório, Bruno “Bubas” Charneca, Marcos Anastácio, Nuno Matta, José Gregório, Paulo do Bairro, José Couto “Pirujinho”, Mica Lourenço, Bruno Rodrigues, Hugo Zagalo e Jó Bento, entre muitos outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Esta geração de surfistas surgiu “faminta” por sucesso, evolução e algo que até aí não existia no nosso país, carreiras como surfistas profissionais. Vários factores fizeram com que esse sonho se tenha tornado realidade, um circuito nacional bem organizado e com bom <em>prize money</em>, um circuito Europeu muito competitivo mas também com boas recompensas financeiras, e muita visibilidade em meios de comunicação como a televisão, através do Portugal Radical e Sem Limites, e revistas da época. O surf cresceu muito nessa época, o que fez com que as principais marcas começassem a capitalizar nesta nova tendência do mercado e a pagar ordenados aos principais nomes do surf português. Foi uma época de grande crescimento que abriu o caminho para que as gerações seguintes conseguissem atingir patamares mais altos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOP Nacional 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460175?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="400" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Os 6 filmes favoritos de surf de Paulo do Bairro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-6-filmes-favoritos-de-surf-de-paulo-do-bairro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 16:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Black and White]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[filme completo]]></category>
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		<category><![CDATA[Jason Buttenshaw]]></category>
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		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
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		<category><![CDATA[Surf Into Summeer]]></category>
		<category><![CDATA[VHS]]></category>
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					<description><![CDATA[Do VHS ao DVD...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ver um filme de surf hoje em dia não é a mesma experiência que o foi há pouco tempo atrás. Nos primórdios do surf “moderno” os filmes eram vistos em salas de cinema, que enchiam pois era a única oportunidade que muitos tinham de conhecer outras ondas e outros estilos de surf. Entretanto os filmes começaram a ser produzidos em larga escala e vendidos em cassetes VHS, depois em DVD, até se tornarem na maior parte dos casos de distribuição gratuita online. O auge da produção de filmes de surf deu-se na década de 90, a mesma época em que o surf começava a evoluir muito em Portugal. Paulo do Bairro, além de ter sido um dos grandes nomes da sua época e de se ter <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-2-a-decada-de-00/" target="_blank" rel="noopener">sagrado campeão nacional em 2000</a>, era dono de uma das maiores “bibliotecas” de filmes de surf do nosso país, tendo mais tarde lançado o seu próprio filme, o “PB TV”. Por ser um dos maiores<em> experts</em> na área, a ONFIRE quis saber quais foram os filmes que mais o marcaram&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Billabong Surf Into Summer – 1987</strong><br />
Ainda tenho todos os filmes, este em VHS. Um dos que mais me marcou foi o Surf Into Summer porque tinha começado a fazer surf há pouco tempo quando saiu e foi o primeiro que tive. Tinha uma parte com o Jason Buttenshaw, que era um dos grandes talentos da altura e outra parte que me marcou foi a que tinha um campeonato da Billabong, em Waimea Bay. Tinha uma<a href="https://open.spotify.com/playlist/3kyxYg5wl1WYy2G6xDTj3C" target="_blank" rel="noopener"> banda sonora que ainda hoje ouço</a>. E claro, pela secção em Kirra. Foi por causa deste filme que fui viver para a Austrália e decidi me situar nessa zona, onde é Kirra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="surf into summer # Jason Buttonshaw # billabong movie" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RtjCi6MO8Fc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quiksilver Kelly Slater in Black and White – 1991</strong><br />
Foi um filme que me marcou bastante porque, um bocado à semelhança do Jason Butenshaw, Kelly Slater era um surfista que eu não conhecia e que de repente veio mudar tudo e dar uma lufada de ar fresco ao surf. Este também tenho em VHS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="What Youth: Rewind Me - Kelly Slater Black &amp; White" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8N0N-qhj1z4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Momentum &amp; Momentum II – 1992 e 1993</strong><br />
Por tudo aquilo que se sabe, é a passagem de guarda. Um novo tipo de surf, um novo tipo de <em>approch</em>, novas caras, música completamente diferente. Este tenho em VHS e DVD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM II (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/4z7M4kcsdwo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Strange Desires &#8211; Martin Potter – 1989</strong><br />
Em termos de filme não é grande coisa mas mostrava um dos meus ídolos, o Martin Potter. É um filme de assinatura só dele e marcou bastante por ser sobre um dos meus surfistas favoritos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://vimeo.com/296740714</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Flow – 2006</strong><br />
Gostei muito pois até aí não havia muitos filmes que não fossem só de acção, só ondas e manobras. O Flow mostra o que está por detrás, o <em>backstage</em>. Tem uma parte que achei muito engraçada que é com o Kelly Slater e o Al Merrick a falarem um sobre o outro, mostrava a proximidade que tinham. Esse tenho em DVD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FLOW - The True Story of a Surfng Revolution - SURF DOCUMENTARY - OFFICIAL TRAILER" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ycrF2N2Hd0E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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