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	<title>justin mujica &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>As vitórias portuguesas no circuito QS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Actualização de Abril de 2025....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos portugueses já venceram provas no circuito de qualificação da World Surf League? E se te dissermos que 14 surfistas já venceram provas por Portugal e que não foi nem Tiago Pires, nem Frederico Morais, quem venceu mais?</p>
<p>Fica a conhecer o historial das vitórias lusas no circuito QS:</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> &#8211;<strong> 8 vitórias</strong><br />
Teresa ameaçou vencer provas várias vezes ao longo dos anos, mas foi em <strong>2021</strong>, no Estrella Galicia Caparica Surf Fest, que finalmente triunfou. Desde aí a surfista de Cascais venceu mais sete vezes, triunfando também nos Açores, Israel, França, Espanha e mais importante que todas as outras etapas, ganhou a prova Challenger Series em Sydney, Austrália, o MWM Sydney Surf Pro.</p>
<p><strong>Justin Mujica – 6 vitórias</strong><br />
Apesar de não ter nascido (nem crescido) em Portugal, Justin recebeu a nacionalidade portuguesa ao fim de alguns anos no nosso país e representou-nos bem em várias provas de 1 estrela realizadas na Europa. A primeira foi nos &#8220;Beach Games&#8221; na Praia Grande em <strong>2001</strong>, enquanto que em <strong>2002</strong> venceu em<strong> Tápia</strong>, Espanha, e em<strong> 2003</strong> em Tenerife, Canárias. Em <strong>2004</strong> venceu duas provas, em Tápia e na Praia do Amado, Portugal. Em <strong>2006</strong> venceu pela última vez, novamente em Tenerife, sendo a sua única vitória numa etapa de 2 estrelas. Pelo meio Mujica conquistou um título que sempre iludiu os surfistas portuguesas, o de campeão da EPSA, numa época em que o circuito Europeu já se tinha fundido com a ASP.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins – 5 vitórias</strong><br />
A surfista algarvia apostou forte no circuito QS em <strong>2019</strong>, tendo participado em 12 etapas e vencido uma, o Roxy Open, realizado em Inglaterra, tornando-se na segunda surfista portuguesa a vencer uma prova deste circuito. Três anos depois, em <strong>2022</strong>, venceu no mesmo local o Animal/Boardmasters Pro, em Fistral Beach e duas semanas depois repetiu a dose, vencendo o QS 3.000, Rip Curl Pro Anglet. Entretanto voltou ao topo do podium em Marrocos e Fistral.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 5 vitórias</strong><br />
Quando venceu o Gaia Shopping Buondi Pro, prova de 3 estrelas realizada em Vila nova de Gaia em <strong>2000</strong>, Saca tornou-se no primeiro português numa final, e o primeiro a vencer. Dois anos depois garantiu a primeira vitória portuguesa fora da Europa, no Irago Billabong Pro, Japão, em <strong>2002</strong> (5 estrelas). Seguiram-se duas vitórias consecutivas no Buondi Ericeira Pro em<strong> 2005</strong> (6 estrelas) e<strong> 2006</strong> (5 estrelas). Seis anos depois conquistou a sua última vitória, mais uma etapa de 6 estrelas, desta vez em Lanzarote, Canárias, em <strong>2012</strong>. Além disso Tiago fez história com a primeira final no Havai, quando terminou em 2º lugar na prova de Sunset, e mais várias dezenas de resultados incríveis no Championship Tour, outras provas QS e até <em>special events</em>.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 4 vitórias</strong><br />
O único português a fazer uma final no Championship Tour e quatro finais QS no Havai, Frederico Morais, até ao início de 2019 tinha apenas uma vitória no QS a seu nome, o Martinique Surf Pro (QS 3.000) de <strong>2016</strong>. O resultado parece ter feito muito pela confiança deste surfista que no final desse ano conseguia a qualificação para o CT. Em <strong>2019</strong> facturou a etapa de 3.000 pontos de Santa Cruz, a etapa de 6.000 nos Açores e a etapa de 10.000 em Haleiwa, o que lhe permitiu vencer o circuito e conquistar mais um título inédito, o de campeão do circuito QS.</p>
<p><strong>Francisca Veselko – 3 vitórias<br />
</strong>Depois de, com apenas 19 anos, Francisca Veselko se ter qualificado para a sua primeira final QS, o Caraïbos Lacanau Pro, e vencer esta prova QS 1.000, a surfista de Carcavelos repetiu a dose em <strong>2025</strong>, vencendo o Pro Taghazout Bay, de 3.000 pontos, e o Caparica Surf Fest, de 1.000 pontos, garantindo mais uma vez a sua presença nas proavas Challenger Series.</p>
<p><strong>Ruben Gonzalez – 3 vitórias</strong><br />
Com o passar dos anos vamos esquecendo os feitos de grandes surfistas como Ruben Gonzalez. Já perdemos conta do número de vitórias na Liga MEO mas no circuito de qualificação Ruben venceu por três vezes, mostrando que também estava entre os melhores da Europa. As suas vitórias aconteceram em provas de 1 estrela, os “Beach Games” em Moledo (<strong>2003</strong>), o Buondi Caparica Pro em <strong>2004</strong> e o Goanna Pro de Tápia em <strong>2006</strong>.</p>
<p><strong>Mafalda Lopes &#8211; 2 vitórias<br />
</strong>A surfista da Caparica venceu em <strong>2023</strong> em casa, repetindo o resultado no mítico Lacanau Pro em <strong>2024</strong>, e tem potencial de aumentar bastante este número no futuro.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Carolina Mendes – 2 vitórias</strong><br />
Carol conseguiu a nacionalidade portuguesa antes do seu irmão Pedro, e aos poucos foi fazendo um percurso de mérito inegável. Entre outros grandes resultados conseguiu a primeira vitória no circuito QS no Pro Zarautz (QS 1.500) de <strong>2017</strong> por Portugal e em <strong>2021</strong> repetiu a dose, ao vencer o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro (QS 1.000).</p>
<p><strong>Pedro Henrique – 2 vitórias</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior venceu duas etapas por Portugal e uma ainda com a nacionalidade brasileira. Em <strong>2015</strong> venceu o Quiksilver Pro Casablanca, em Marrocos, e em <strong>2016</strong> venceu o Seat Pro Netanya, em Israel, ambas etapas QS 1.500.</p>
<p><strong>Afonso Antunes &#8211;</strong> <strong>1 vitória<br />
</strong>Afonso estreou-se nas vitórias em 31 de Agosto de <strong>2024</strong>, uma prova de 3.000 pontos realizado em Pantin, um local onde o seu pai tirou inúmeros resultados expressivos na época do circuito Europeu Profissional (EPSA)</p>
<p><strong>Guilherme Ribeiro – 1 vitória<br />
</strong>Apesar de nunca ter chegado às fases finais de uma prova QS antes, Guilherme Ribeiro quebrou o bloqueio em Lacanau e com apenas 20 anos venceu o Caraïbos Lacanau Pro, fazendo uma &#8220;dobradinha lusa&#8221; com Francisca Veselko.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> &#8211;<strong> 1 vitória</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior mostrou potencial de vencer várias vezes mas a contar para o ranking só se estreou no primeiro lugar em<strong> 2021</strong>, quando dominou o Estrella Galicia Santa Cruz Pro presented by Noah Surf House (QS 3.000), vencendo assim o título europeu e garantindo a qualificação para as provas Challenger Series mais tarde no ano.</p>
<p><strong>José Gregório – 1 vitória</strong><br />
Gregório era um dos grandes nomes do circuito EPSA e continuou o seu percurso quando o mesmo passou a ser realizado em provas do circuito QS. Quando venceu Shopping Buondi Pro (1 estrela) em <strong>2001</strong>, um ano depois de Tiago Pires ter vencido a prova, tornou-se no segundo português a triunfar nesse circuito.</p>
<p><strong>By the numbers:</strong><br />
&#8211; <strong>Teresa Bonvalot</strong> é neste momento quem mais provas QS venceu por Portugal, um feito que poderá demorar décadas a ser superado;<br />
&#8211; <strong>Tiago Pires</strong> foi o primeiro a vencer por Portugal, o primeiro a vencer fora de Portugal e o primeiro a vencer na Ásia;<br />
&#8211; <strong>Frederico Morais</strong> e Teresa Bonvalot foram quem venceu mais etapas num só ano, 3 provas;<br />
&#8211; <strong>Marlon Lipke</strong> e <strong>Pedro Henrique</strong> venceram provas QS mas na altura ainda não representavam Portugal, nacionalidade que adoptaram mais tarde;<br />
&#8211; Tanto Tiago Pires como Frederico Morais já lideraram o circuito QS, o primeiro durante uns meses em 2007 e o segundo em Novembro de 2019 até ao fim do ano, sagrando-se campeão do circuito de qualificação;<br />
&#8211; Neste momento 14 surfistas portugueses diferentes já venceram neste circuito, totalizando 44 vitórias;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Justin Mujica, Francisco Rodrigues, Rodrigo Herédia, Francisco Cruz e Mónica Santos são os campeões nacionais Master de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/justin-mujica-francisco-rodrigues-rodrigo-heredia-francisco-cruz-e-monica-santos-sao-os-campeoes-nacionais-de-master-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 10:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Caparica Master Classic 2022 ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dois dias de competição houve oportunidade de voltar a ver em ação alguns dos atletas que fazem parte da história e cultura do surf português, muitos deles ex-campeões nacionais tendo sido fundamentais no surf de competição em Portugal ao trilharem o caminho para aquilo que a modalidade é atualmente. Num ambiente de confraternização e competição saudável relembraram-se velhas rivalidades e grandes momentos que ficaram na memória de quem os viveu ou registou.</p>



<p>Este domingo realizou-se o segundo dia de competição do Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill<br>com ondas desafiantes com sets de 1,5m que puseram à prova a capacidade física dos surfistas. Todos estes surfistas têm um nível de surf bem superior aquilo que conseguiram mostrar hoje, mas o tamanho, a força e a intensidade do mar impediram que as performances estivessem no seu máximo.</p>



<p>Na categoria de Masters (+35 anos) <strong>Davi Neves</strong> foi o grande vencedor da final abrindo a sua prestação com uma onda de 7.83 pontos em 10 possíveis na qual desferiu fortes carves numa direita que abriu parede. Voltou a mostrar uma boa escolha de ondas na onda seguinte onde realizou uma finalização muito crítica elevando a fasquia para o patamar da excelência com 8.67 pontos (melhor onda do evento) terminando a sua prestação com o score de 16.50 em 20 pontos possíveis (melhor score do evento). <strong>Francisco Rodrigues</strong> ficou em 2º lugar tendo provado a força do mar quando viu a sua prancha partida em dois. O atual presidente da Associação Nacional de Surfistas sagrou-se campeão desta categoria uma vez que Davi Neves não possui nacionalidade portuguesa o que o impede de obter títulos nacionais. Edgar Nozes ficou em 3º lugar e Francisco Canelas em 4º</p>



<p>Em Grand Masters (+40 anos) François Barreto abriu as hostilidades com uma onda de 5.67 pontos assumindo a liderança do heat recebendo a resposta de <strong>Justin Mujica</strong> com 5.33 pontos. Pablo Ferreira entrou na luta e chegou à liderança momentânea com um par de ondas na casa dos 3 pontos, mas a resposta dos adversários viria a mudar a situação com a segunda melhor onda de Mujica (3.83 pontos) já perto do final a virar o resultado a seu favor garantindo-lhe a vitória e o título da categoria. François Barreto terminou em 2º, Pablo Ferreira em 3º e Francisco Morgado em 4º.</p>



<p>Na final de Kahunas (+45 anos) <strong>Francisco Cruz</strong> mostrou estar em boa forma dando sequência à boa performance em todo o campeonato onde venceu todos os heats que disputou. Fazendo uso de um surf de backside sólido, abriu a final com uma onda de 5.00 pontos tendo selado a vitória com um back up de 3.77 pontos. Maurício Vieira ficou em 2º lugar, Pedro Meirelles em 3º e José Pirujinho em 4º.</p>



<p>A final de Big Kahunas (+50 anos) juntou dois ex-campeões nacionais Open, Bruno Charneca e <strong>Rodrigo Herédia</strong> e um ex-pentacampeão nacional de Masters e ex-campeão europeu desta categoria, Pedro “Pirujinho” Couto com Miguel Sanchez. Nos minutos iniciais foi Rodrigo Herédia quem começou melhor com uma onda de 5.83 pontos assumindo a liderança da final. Os seus adversários tentaram destroná-lo da liderança, mas ao juntar um back up de 2.47 o surfista de Carcavelos conquistou o título deixando em 2º lugar Pedro “Pirujinho” Couto, Bruno Charneca em 3º e Miguel Sanchez em 4º.</p>



<p>Ainda no sábado <strong>Mónica Santos </strong>sagrou-se campeã nacional depois de ter vencido a final da categoria Masters (+ 35 anos) tendo-se superiorizado a Patrícia Lopes que ficou no 2º lugar, Té Ayala em 3º e Inês Tralha em 4º.</p>



<p>O evento organizado pela ASCC (Associação de Surf da Costa de Caparica) homenageou João Alexandre “Dapin”, um dos melhores surfistas portugueses da história que faleceu no ano passado.</p>



<p>“O evento foi um sucesso e é sempre positivo reencontrarmos as velhas glórias do surf nacional que traduziram as suas rivalidades em grandes amizades”, referiu o presidente da ASCC, Miguel Gomes. “Tivemos aqui surfistas de várias gerações que vieram de Norte a Sul do país para competir. É muito motivante para a ASCC fazer parte deste evento e estamos orgulhosos por podermos partilhar com a nova geração a experiência destes surfistas que foram pioneiros no surf de competição em Portugal”, salientou.</p>



<p>O Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill contou com os patrocínios do Almada Forum, Billabong, Native Açaí, Go Chill, 58 Surf, Corona, Why Not, Sharp Eye Surfboards e Marcelino Beach Club.</p>



<p>Os media partners são o Fuel TV, Surftotal, ONFIRE e Beachcam e os apoios institucionais vêm da Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia de Costa de Caparica, Federação Portuguesa de Surf e IPDJ.</p>



<p></p>



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		<item>
		<title>A evolução do surf nacional na WSL &#8211; Do fim do ranking QS ao top10 do CT</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-evolucao-do-surf-nacional-na-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 10:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[Três décadas de evolução...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro circuito mundial de surf organizado dava pelo nome de International Professional Surfing (IPS), que existiu entre os anos de 1976 e 1982. Seguiu-se a Association of Surfing Professionals (ASP), que eventualmente evoluiu para a actual World Surf League. Fica a conhecer o percurso dos surfistas portugueses até ao histórico top10 de Frederico Morais em 2021&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Anos 90 &#8211; As primeiras tentativas</strong></p>
<p>O circuito com duas divisões, QS e CT, foi inaugurado em 1992, sendo que, anteriormente a esta fase, já alguns surfistas portugueses tinham competido em provas do circuito mundial, com pouco impacto. Esse foi um ano importante para o surf português, que teve o seu primeiro verdadeiro circuito nacional, com várias etapas e um bom prize money. O nível dos surfistas portugueses, tirando raríssimas exceções, estava muito aquém da média do circuito mundial, o que deu ao circuito nacional e ao europeu (EPSA) um papel importante de preparação para o futuro.</p>
<p>Em 1993 já alguns surfistas portugueses começaram a apostar mais no QS, com destaque as presenças nos oitavos de final de <strong>João Alexandre “Dapin”</strong> no Pukas Pro e de <strong>Marcos Anastácio</strong> no Staroup Pro, mas foi <strong>Rodrigo Herédia</strong> quem acabou melhor classificado no ranking, na 207ª posição. No ano seguinte tanto Herédia (que furou o top200 pela primeira vez) como <strong>Nuno Matta</strong> marcaram as primeiras presenças nos quartos de final em provas na Costa Rica e Pantin e João Antunes mostrou muito bom surf na etapa da Ericeira. No entanto mais alguns anos se passaram sem grande evolução ou dedicação ao circuito mundial e até ao final de 1997 a melhor classificação lusa no circuito QS foi o 137º lugar de <strong>João Antunes</strong>.</p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1992</strong> &#8211; João Alexandre “Dapin” – 223º no circuito QS<br />
<strong>1994</strong> &#8211; Rodrigo Herédia – 176º no circuito QS<br />
<strong>1997</strong> &#8211; João Antunes – 137º no circuito QS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A era de Tiago Pires</strong></p>
<p>Foi em 1998 que surgiu no circuito <strong>Tiago Pires</strong>, na altura com 18 anos, o primeiro surfista nacional a olhar para a qualificação com um objectivo sério de chegar à elite do surf mundial, o Championship Tour. Ao fim do seu primeiro ano a tempo inteiro Saca já tinha alguns resultados sólidos, acabando numa histórica 76º posição do ranking. Nos anos que se seguiram o surfista da Ericeira começou a quebrar barreiras, ficando à porta do CT logo no ano 2000, quando terminou a última etapa do ano em 2º lugar numa prova em que a vitória lhe garantia uma vaga no tour. Seria quase impossível enumerar todos os resultados históricos de Tiago Pires, mas entre as estreias destacam-se a primeira vitória portuguesa numa prova QS, a primeira final no Havai (2º lugar em Sunset), primeira vitória QS fora de Portugal (prova 5 estrelas no Japão), a primeira vez que um surfista liderou o circuito QS e, claro, talvez o momento mais importante da história do surf português, a primeira qualificação para o Championship Tour.</p>
<p>Foi em 2008 que Saca se estreou como membro do Championship Tour, um feito reservado apenas para os melhores entre os melhores. O português qualificou-se quando o tour ainda era constituído por 44 surfistas, permanecendo por 7 temporadas, apesar de numa delas ter ficado de fora por lesão. O seu 21º lugar de 2010 acabou por ser a melhor classificação da sua carreira, mas também se destacam três 3ºs lugares em etapas e muitas vitórias sobre praticamente todos os grandes nomes do tour. Depois de 9 anos no circuito QS e 7 no CT, Tiago Pires reformou-se do tour mas o seu trabalho estava feito, Portugal estava no mapa do surf mundial e o percurso estava delineado para outros o seguirem.</p>
<p><iframe title="Tiago Pires Profile - Backstage - Quiksilver Pro France 2011" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z5WU3ndHElo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1999</strong> – Tiago Pires – 76º no circuito QS<br />
<strong>2002</strong>, <strong>2002</strong> e <strong>2003</strong> &#8211; Tiago Pires – 27º no circuito QS<br />
<strong>2005</strong> – Tiago Pires – 19º no circuito QS / Justin Mujica &#8211; 75º no circuito QS<br />
<strong>2007</strong> &#8211; Tiago Pires – 5º no circuito QS<br />
<strong>2010</strong> &#8211; Tiago Pires – 21º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A geração seguinte</strong></p>
<p>Quando Tiago Pires se afastou do surf competitivo a nível mundial, já a geração seguinte estava em <em>full force</em>, de olho em continuar o legado. Tanto <strong>Frederico Morais</strong> como <strong>Vasco Ribeiro</strong>, este último já com um título mundial júnior da WSL, mostrarem potencial desde cedo, mas foi Frederico quem conseguiu a qualificação. Em 2013 tornou-se no segundo português a fazer uma final no Havai, também em Sunset, e em 2016, ano em que venceu a sua primeira prova QS, na Ilha de Martinique, fez mais duas finais no Havai, ambas terminando em segundos lugares que mereciam ter sido vitórias, qualificando-se em 4º lugar no QS.</p>
<p>No primeiro ano no tour não parou de surpreender, batendo muitos dos nomes mais sonantes, e garantindo a melhor classificação de um português até aí, o 14º lugar. Outro destaque foi a sua final em Jeffreys Bay, um feito nunca antes conseguido por um português, e nunca repetido desde aí. Em 2018, depois de várias derrotas apertadas, e uma lesão grave antes da última etapa, ficou fora do tour por um lugar, garantindo mesmo assim algumas presenças no CT do ano seguinte. 2019 começou mal mas acabou por ser um ano muito marcante, com um 3º lugar na prova do Championship Tour do Brasil, e três vitórias no circuito QS, duas em Portugal e uma no Havai, em Haleiwa, tornando-se no primeiro português a vencer no Havai e o primeiro a vencer o circuito QS. Em 2020 a pandemia colocou o circuito mundial em <em>stand by</em>, mas Frederico ainda bateu o campeão mundial em título, <strong>Ítalo Ferreira</strong>, na final de um <em>special event</em>, o MEO Portugal Cup of Surfing. O seu momentum foi levado para este ano, conquistando vários resultados sólidos para acabar num histórico top10 do Championship Tour, um marco que ficara marcado para sempre no surf português.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Moche Surf Team || Kikas no Hawai || Rumo ao WCT!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pehEo5J95OA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 2016</strong> – Frederico Morais – 4º no circuito QS<br />
<strong>2017</strong> &#8211; Frederico Morais – 14º no Championship Tour<br />
<strong>2019</strong> – Frederico Morais – 1º no circuito QS<br />
<strong>2021</strong> &#8211; Frederico Morais – 10º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próximo objectivo seguramente será “furar” o top5 do CT. Será Frederico Morais, Vasco Ribeiro (se conseguir a qualificação para o tour) ou ficará a cargo de uma nova geração de surfistas nacionais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brevemente em <a href="https://www.onfiresurfmag.com/" target="_blank" rel="noopener">onfiresurfmag.com</a> &#8211; O surf feminino ao longo das décadas, de Patrícia Lopes à geração actual&#8230;</p>
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		<item>
		<title>Os recordistas de vitórias na Liga MEO Surf</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-recordistas-de-vitorias-na-liga-meo-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 13:27:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[170 etapas, 36 vencedores...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando em Abril de 2020 lançámos o artigo “<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-portugueses-mais-dominantes-das-ultimas-decadas/" target="_blank" rel="noopener">os surfistas portugueses mais dominantes das últimas décadas</a>&#8221; sabíamos que faltava algo para fazer este conteúdo ainda mais completo. Faltava a informação entre 1992, o primeiro ano em que houve um circuito nacional profissional e organizado, e 2011, ano que já não constava nas bases de dados a que tínhamos acesso.</p>
<p>Felizmente a informação fica agora completa graças à ANS, que conseguiu compilar a lista de todos os vencedores de etapas desde o início até à actualidade. Fica a conhecer os surfistas mais dominantes na história da Liga MEO Surf/Circuito nacional&#8230;</p>
<p><strong>João Antunes</strong> – 16 vitórias<br />
Antunes “passeou” neste circuito durante duas décadas, vencendo pela primeira vez em 1992 e pela última vez no fim de 2007, ou seja, manteve-se no mais alto nível durante mais de 15 anos. Até hoje, com os seus três títulos nacionais, é o terceiro surfista com mais títulos, atrás apenas de Vasco Ribeiro e Ruben Gonzalez e empatado com Frederico Morais e José Gregório. O legado deste grande campeão segue agora com o seu filho mais novo, Afonso Antunes, que mesmo ainda sendo júnior já conta com duas vitórias neste circuito, com muitas outras certamente a caminho.</p>
<p><strong>Frederico Morais</strong> – 14 vitórias<br />
Kikas tem apostado mais em quebrar barreiras fora de Portugal e, por fazer parte do Championship Tour da WSL, não pode competir na Liga. A exceção foi o ano de 2020 quando o tour estava em <em>standy by</em>, o que permitiu ao surfista de Cascais vencer mais duas vezes e garantir o seu terceiro título. Enquanto estiver focado no mais importante circuito de surf do mundo os seus números em Portugal manterão-se estagnados, mas eventualmente Frederico terá a oportunidade de voltar a bater recordes nesta liga.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> – 14 vitórias<br />
O ex-campeão mundial júnior tem um historial incrível neste circuito e mesmo sem ser o seu foco principal é garantido que eventualmente irá liderar esta lista. Vasco venceu pela primeira vez em 2009, com 14 anos, desde aí conquistou 4 títulos da Liga MEO Surf e lidera o circuito de 2021 ao fim de três etapas. Se tudo correr bem, Ribeiro estará no Championship Tour em 2022 e fora deste circuito durante alguns anos mas, caso esse objetivo falhe, será o provavelmente o novo recordista de vitórias algures no próximo ano.</p>
<p><strong>Tiago Pires</strong> – 13 vitórias<br />
Nos anos 90 a norma era vencer este circuito e no ano seguinte tentar a sua sorte no circuito mundial. Saca ameaçou vencer o circuito em 1996, com apenas 16 anos, e bateu na trave no ano seguinte. Sabia, no entanto, que o circuito mundial não era uma questão de sorte mas sim de garra e talento, e nunca mais se focou a sério no nacional. Mesmo assim sempre que podia competia em casa e ao longo dos anos venceu 13 vezes, um feito que acaba por ser só um detalhe na sua incrível carreira.</p>
<p><strong>José Gregório</strong> – 13 vitórias<br />
O “Grego” foi o<em> late bloomer</em> dentro da sua geração, mas quando finalmente realizou o seu potencial tornou-se num dos surfistas mais dominantes da sempre no surf nacional. A sua rivalidade com João Antunes protagonizou alguns dos momentos mais marcantes na história do circuito e puxou pelo nível do surf português, além de ter indirectamente causado uma pequena revolução no nosso desporto.</p>
<p><strong>Justin Mujica</strong> – 12 vitórias<br />
Mujica apareceu em Portugal no ano certo, em 1999, o ano inaugural do circuito ANS que por sorte foi o primeiro ano em que foi permitido que estrangeiros competissem no mais importante circuito português de surf. Justin de imediato mostrou um surf muito moderno, em muitos aspectos muito à frente dos outros competidores do circuito e, apesar de dividir o seu tempo entre o nacional, o EPSA e, mais tarde o QS, conseguiu vencer 12 vezes.</p>
<p><strong>Outros vencedores:<br />
7 vitórias</strong> – Ruben Gonzalez<br />
<strong>6 vitórias</strong> – Nicolau Von Rupp<br />
<strong>5 vitórias</strong> – João Alexandre “Dapin”, Rodrigo Herédia e Paulo do Bairro<br />
<strong>4 vitórias</strong> – Marcos Anastácio, Gony Zubizarreta e Miguel Blanco<br />
<strong>3 vitórias </strong>– Almir Salazar, David Raimundo, João Guedes, Eduardo Fernandes, Pedro Henrique e Tomás Fernandes<br />
<strong>2 vitórias</strong> – Hugo Zagalo, Fernando “Jó” Bento, Gustavo “Guga” Gouveia, Alexandre Ferreira “Xaninho”, Marlon Lipke e Afonso Antunes<br />
<strong>1 vitória</strong> – Bruno Charneca, Tiago Oliveira, Adriano “Pigmeu”, Miguel Diniz, Bruno Rodrigues, Mica Lourenço, Eric Rebiere, Nuno Telmo, Nuno Silva e Francisco Alves</p>
<p>Fica a saber quem foram os <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-circuito-nacional/" target="_blank" rel="noopener">5 melhores surfistas que nunca vencerem</a> no circuito nacional&#8230;</p>
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		<title>#BackToThePast &#124; Moçambique com Justin, Teresa e Xaninho &#124; By André Carvalho</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/backtothepast-mocambique-com-justin-teresa-e-xaninho-by-andre-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 08:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[#BackToThePast]]></category>
		<category><![CDATA[André Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Abraços]]></category>
		<category><![CDATA[Xaninho]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio de 2010 e o meu destino era Moçambique. Comigo ia o Justin Mujica, a Teresa Abraços e o Xaninho. O Pedro Quadros, marido da Teresa também ia, e atrás da câmera de filmar ia o Pedro Almendra. Curioso que foi com uma foto do Xaninho que fiz a minha primeira publicação na ONFIRE e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maio de 2010 e o meu destino era Moçambique. Comigo ia o Justin Mujica, a Teresa Abraços e o Xaninho. O Pedro Quadros, marido da Teresa também ia, e atrás da câmera de filmar ia o Pedro Almendra.</p>
<p>Curioso que foi com uma foto do Xaninho que fiz a minha primeira publicação na ONFIRE e esta era também a primeira viagem com a Teresa Abraços. O Justin não conhecia pessoalmente mas o surf dele era reconhecido a quilómetros. Explosivo, <em>power</em>, com estilo e velocidade, na verdade o Justin juntava todos os atributos que um fotógrafo quer.</p>
<p>Depois de muitas horas a voar lá aterrámos em Maputo, onde íamos ficar a primeira noite, fomos comer uma bifanas e enquanto a Teresa e o Pedro Quadros iam repor energias, nós os 4 não nos aguentámos e fomos desbravar a noite quente de Moçambique, como o que acontece em Moçambique por lá fica, não vos posso adiantar muito mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55820" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030681-2.jpg" alt="" width="1500" height="1001" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030681-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030681-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030681-2-768x513.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030681-2-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia seguinte acordámos cedo, pela frente tínhamos cerca de 5 horas de viagem, maioritariamente em estrada de terra. Ao contrário da maioria dos surfistas que vai para sul, nós fomos para norte, mais propriamente para o Tofinho na península de Inhambane. O nosso alojamento era uma moradia incrível, literalmente em cima da areia da praia, de onde facilmente avistávamos orcas, baleias e outros animais marítimos de grande porte. Para quem não sabe Moçambique é riquíssima em tubarões Baleia que facilmente chegam aos 12 metros  de tamanho, sendo o maior peixe vivo e, de longe, o maior vertebrado não mamífero existente. Além disso e no extremo oposto, temos o mosquito que provoca malária cerebral… Só emoções fortes está visto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55821" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7438.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7438.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7438-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7438-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7438-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tofinho em termos de surf é conhecido pela sua longa direita, que facilmente se torna uma onda <em>world class</em> com as condições certas. Para não variar, não apanhamos o Tofinho épico, mas apanhámos muito boas ondas, principalmente nos primeiros dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55822" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030883-2.jpg" alt="" width="1500" height="1001" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030883-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030883-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030883-2-768x513.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/P1030883-2-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Justin disse-me em jeito de confidência que não surfava havia praticamente duas semanas, mesmo assim no final da primeira surfada, tinha material dele mais que suficiente para o artigo. Resumindo, o Justin é dos maiores, senão o maior talento que tivemos em Portugal, é absolutamente incrível a maneira como ele surfa/surfava… “Justin, dá-me aéreos&#8221;… e lá saía o Justin a voar, Justin preciso de umas rasgadas… não é preciso dizer o que acontecia a seguir pois não?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55823" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_6773.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_6773.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_6773-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_6773-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_6773-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55825" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7818.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7818.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7818-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7818-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7818-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55826" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8180.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8180.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8180-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8180-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8180-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55827" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8206.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8206.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8206-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8206-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8206-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55828" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8263.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8263.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8263-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8263-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8263-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Teresa também estava inspiradíssima, talvez por aquela direita lhe fazer lembrar a sua querida Ribeira D’Ilhas. A parar esta mulher, só mesmo o ataque de caravelas portuguesas, que resolveram invadir o Line-up o que obrigou muitos surfistas a surfarem de fato completo, com água a 20 e muitos graus e um sol abrasador cá fora. O Xaninho, é outro surfista que dispensa apresentações, estilo limpinho e com power, faltou-lhe talvez aqueles tubos que ele tanto gosta, mas o “go for it”, estava sempre presente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55829" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8959.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8959.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8959-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8959-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8959-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55830" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3892.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3892.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3892-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3892-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3892-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55831" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_4057.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_4057.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_4057-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_4057-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_4057-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55832" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3894.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3894.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3894-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3894-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_3894-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55833" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8290.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8290.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8290-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8290-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8290-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55834" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8292.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8292.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8292-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8292-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8292-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55835" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7337.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7337.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7337-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7337-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7337-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tempo alternou entre um calor quase insuportável e chuvadas em que parecia que o céu ia desabar nas nossas cabeças. Desbravámos o Tofinho e os picos próximos nos primeiros 5 dias seguidos, depois disso seguiu-se uma flatada de 4 dias, o que num sítio assim não é o ideal. Mas deu para aproveitar a Natureza abundante, as pessoas incríveis, a noite bastante animada (às vezes demais, não é Teresa?) e a bela lagosta que nos era entregue à porta de casa. Para mim África tem um encanto ímpar, não fosse esta a terra mãe, as pessoas são de uma humildade incrível, as cores e os visuais são simplesmente estonteantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55836" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7321.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7321.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7321-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7321-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7321-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55837" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8302.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8302.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8302-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8302-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8302-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55841" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7141.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7141.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7141-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7141-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7141-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55840" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8839.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8839.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8839-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8839-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8839-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Chegado ao fim da nossa estadia, era altura de voltar a Maputo, relaxar um dia e voar mais umas 10 horas para Portugal. Moçambique é um destino que ficará para sempre no coração, com uma vontade enorme de um dia lá poder voltar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55844" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7649pb.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7649pb.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7649pb-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7649pb-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_7649pb-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55845" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9712-2.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9712-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9712-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9712-2-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9712-2-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55846" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8389-2.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8389-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8389-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8389-2-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8389-2-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55847" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9628-2.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9628-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9628-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9628-2-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_9628-2-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55848" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8415-2.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8415-2.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8415-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8415-2-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/05/IMG_8415-2-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
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		<title>Descobre quem eram os surfistas mais populares de Portugal em 2004</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-quem-eram-os-surfistas-mais-populares-de-portugal-em-2004/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 23:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[ONFIRE Poll]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004 a ONFIRE estava no seu segundo ano de existência e na edição número #8, Março/Abril, tínhamos um DVD para oferecer a cerca de 1.000 leitores. No entanto, em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada.</p>
<p>Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única &#8220;ONFIRE Poll&#8221;, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018.</p>
<p>Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar &#8220;furar&#8221;. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses.</p>
<p>Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.</p>
<p>A lista:</p>
<p><strong>1º lugar – Tiago Pires</strong><br />
<strong> 2º lugar &#8211;</strong> José Gregório<br />
<strong>3º lugar &#8211;</strong> Ruben Gonzalez<br />
<strong>4º lugar &#8211;</strong> Justin Mujica<br />
<strong>5º lugar &#8211;</strong> João Antunes<br />
<strong>6º lugar &#8211;</strong> Paulo do Bairro<br />
<strong>7º lugar &#8211;</strong> David Luís<br />
<strong>8º lugar &#8211;</strong> Nuno Telmo<br />
<strong>9º lugar &#8211;</strong> Marcos Anastácio<br />
<strong>10º lugar –</strong> João Alexandre “Dapin”</p>
<p>Também mencionado no artigo foram os seguintes surfistas:</p>
<p><strong>11º lugar &#8211;</strong> João Guedes<br />
<strong>12º lugar &#8211;</strong> Jó Bento<br />
<strong>13º lugar &#8211;</strong> Rodrigo Herédia<br />
<strong>14º lugar &#8211;</strong> Aécio Flavio<br />
<strong>15º lugar &#8211;</strong> Alexandre Ferreira “Xaninho”<br />
<strong>16º lugar &#8211;</strong> Guga Gouveia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>#BackToThePast &#124; Venezuela com Justin, Luca e Teresa &#124; By André Carvalho</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/backtothepast-venezuela-com-justin-luca-e-teresa-by-andre-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 08:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[André Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Luca Guichard]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Abraços]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Há alguns anos atrás, não muitos mas os suficientes para que no nosso mercado existissem 3 revistas de surf (não é brincadeira!), a Teresa Abraços organizava umas viagens de surf em parceria com a TAP para destinos pouco prováveis. Em 2013 recebi o convite para ir à Venezuela com ela, o Justin Mujica (natural de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos atrás, não muitos mas os suficientes para que no nosso mercado existissem 3 revistas de surf (não é brincadeira!), a Teresa Abraços organizava umas viagens de surf em parceria com a TAP para destinos pouco prováveis.</p>
<p>Em 2013 recebi o convite para ir à Venezuela com ela, o Justin Mujica (natural de lá) e o Luca Guichard. À partida sabia que não deveria ser um destino de sonho para surfar, já para conhecer não me poderia ter despertado mais vontade de arrancar nesta viagem. O Justin foi à frente para organizar tudo e nós seguimos viagem 1 semana depois, sem previsões de swell nem com a menor ideia do que se iria passar em termos de surf&#8230; e noite.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55479" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2-IMG_4198.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2-IMG_4198.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2-IMG_4198-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2-IMG_4198-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2-IMG_4198-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55480" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/3-IMG_4568-copy.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/3-IMG_4568-copy.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/3-IMG_4568-copy-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/3-IMG_4568-copy-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/3-IMG_4568-copy-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Aterrámos na Isla Margarita, deixámos as coisas no hotel e seguimos para Playa Parguito, o spot mais consistente da ilha e de onde o Justin é local, eu diria que além de local é o rei “daquela merda toda”. Pisámos a areia e lá estava aquele meio metro on shore a quebrar em cima da areia o que realmente desviou a nossa atenção para as caipirinhas que o amigo do Justin nos servia à descrição&#8230; o resultado foi um fim de tarde bem regado a álcool, com muito reggaeton e gargalhadas à mistura, que o diga o nosso cameraman (Rui Oliveira) que veio a largar o que tinha no estômago na lateral da carrinha durante a viagem para o hotel.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55502" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/DSCF8219-copy-1.jpg" alt="" width="1500" height="996" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/DSCF8219-copy-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/DSCF8219-copy-1-265x176.jpg 265w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/DSCF8219-copy-1-768x510.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/DSCF8219-copy-1-645x428.jpg 645w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55506" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_7078-1.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_7078-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_7078-1-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_7078-1-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_7078-1-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Recompostos desta recepção era altura de analisar o surf, e na Margarita o Surf passa-se quase sempre naquela praia, a não ser que haja um swell grande que faça funcionar outros picos, coisa que não aconteceu durante a nossa estadia. Nós estávamos a dormir em El Yaque, uma praia bem ao estilo de Albufeira, com dezenas de bares na praia, som a bombar a toda a hora e um consumo de álcool absurdo até às tantas da manhã, dentro ou fora de água, com a agravante de estarmos a uns 45 minutos do surf.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55496" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/5-DSCF8350-2-copy_Snapseed-1.jpg" alt="" width="1500" height="996" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/5-DSCF8350-2-copy_Snapseed-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/5-DSCF8350-2-copy_Snapseed-1-265x176.jpg 265w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/5-DSCF8350-2-copy_Snapseed-1-768x510.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/5-DSCF8350-2-copy_Snapseed-1-645x428.jpg 645w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55516" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6384.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6384.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6384-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6384-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6384-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Todos os dias de manhã fazíamos a nossa peregrinação até El Parguito na esperança de apanharmos umas ondas, mas tirando os 3 primeiros dias tivemos de aceitar a flatada e aproveitar a incrível ilha que é Margarita. Dos parques naturais, à hospitalidade dos Venezuelanos, e os incríveis visuais que a ilha tem, valeu tudo a pena, inclusive a falta de ondas, embora tenha dado para surfar quase todos os dias. Do mal o menos, a água é quente e cristalina e os locais, além de surfarem bem, são todos super simpáticos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55514" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6938.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6938.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6938-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6938-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6938-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Passaram 8 dias e estava na hora de arrancar para Caracas, umas das cidades mais perigosas do mundo, rodeada pela Petare, a maior favela da América (3x o tamanho da Rocinha), aqui a pressão aumentou, vindos de uma ilha super tranquila chegamos a um sítio onde constantemente temos de olhar por cima do ombro a ver se o amigo do alheio não nos vem dar os bons dias.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-55507 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/P1090205-1.jpg" alt="" width="1500" height="996" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/P1090205-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/P1090205-1-265x176.jpg 265w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/P1090205-1-768x510.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/P1090205-1-645x428.jpg 645w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Caracas fica a uns quantos quilómetros das praias mas essas praias são muito inseguras para se surfar, então ficámos a cerca de 30km da cidade, num clube privado com duas praias privativas, marina, restaurantes, ginásios e tudo o que possam imaginar. Basicamente ficámos instalados numa cidade privada com duas praias sem crowd, o difícil era dar ondas (parece que é muito raro).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-55503 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4741-copy-1.jpg" alt="" width="1500" height="997" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4741-copy-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4741-copy-1-265x176.jpg 265w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4741-copy-1-768x510.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4741-copy-1-644x428.jpg 644w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Acordámos no primeiro dia com o sol a nascer, abrimos os estores e ficámos praticamente estupefactos a ver umas direitas a rolarem na nossa praia privada, seria uma miragem (ainda estávamos a uns 500 metros de distância) ou aquilo estava mesmo a acontecer? Nada como confirmar e uns minutos depois lá estávamos nós a apanhar umas ondas bem curtidas sem mais ninguém, a direita rodava junto a um pontão e abria para a praia, não estava épico mas estava bem curtido e o dia estava ganho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55505" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6680.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6680.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6680-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6680-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6680-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55504" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6250-1.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6250-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6250-1-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6250-1-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_6250-1-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55484" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/6-IMG_6316.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/6-IMG_6316.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/6-IMG_6316-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/6-IMG_6316-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/6-IMG_6316-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>No dia seguinte arriscámos e fomos a El Caracas, uma praia ali perto com um point break de direitas. Não vos sei explicar a sensação que é andar na Venezuela com milhares de euros em material fotográfico e ter a perfeita noção que tudo pode desaparecer em segundos, bastando para isso cruzarmo-nos com a pessoa errada. Chegámos a El Caracas e facturámos talvez as melhores ondas da viagem, umas direitas de meio metrão, compridas e com algumas junções, <em>crowd</em> praticamente inexistente e água bem quente para não variar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55500" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/9-IMG_4129-copy.jpg" alt="" width="1500" height="999" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/9-IMG_4129-copy.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/9-IMG_4129-copy-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/9-IMG_4129-copy-768x511.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/9-IMG_4129-copy-643x428.jpg 643w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55495" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/4-IMG_6436-1.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/4-IMG_6436-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/4-IMG_6436-1-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/4-IMG_6436-1-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/4-IMG_6436-1-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>A 1 dia de partirmos eu estava em pulgas para ir à cidade de Caracas, mas ninguém no grupo queria arriscar tal aventura (é mesmo arriscado) mas depois de massacrar o Justin até mais não, o nosso <em>hermanito</em> lá acedeu em ir comigo jantar à cidade e por lá pernoitar. Obviamente que não aproveitámos quase nada devido aos perigos iminentes, mas deu para beber um copo e pelo menos ter visitado uma cidade que muito dificilmente conseguirei voltar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-55501 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/10-IMG_6397-2-copy-1.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/10-IMG_6397-2-copy-1.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/10-IMG_6397-2-copy-1-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/10-IMG_6397-2-copy-1-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/10-IMG_6397-2-copy-1-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Resumindo, não vão à Venezuela pelo surf, mas vão sem dúvida nenhuma à Venezuela por tudo o que ela tem para oferecer. Foi dos países mais incríveis onde estive e que ficará sempre na minha memória, no fim quem sabe até tenham sorte e facturem umas boas ondas, que as há por lá!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55511" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_3856.jpg" alt="" width="1500" height="1001" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_3856.jpg 1500w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_3856-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_3856-768x513.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/IMG_3856-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
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		<title>Os surfistas portugueses mais dominantes das últimas décadas</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-portugueses-mais-dominantes-das-ultimas-decadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 12:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[18 anos de circuito em análise...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a ONFIRE <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-circuito-nacional/" target="_blank" rel="noopener">apresentou a lista dos melhores surfistas que nunca venceram no circuito nacional</a> de surf mas, quem serão os mais dominantes entre os que venceram? Analisamos os rankings dos últimos 18 anos, de 2002 a 2019, para perceber quem foram os surfistas que mais venceram no circuito nacional/Liga MEO Surf&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Frederico Morais</strong> – 12 vitórias<br />
Kikas venceu pela primeira vez em 2009 e nos últimos 4 anos, por ter feito parte do Championship Tour, competiu em apenas uma das últimas 20 etapas que se realizaram neste circuito. Isso significa que o seu rácio de vitórias é dos mais altos de sempre deste circuito, o que confirma o seu estatuto de melhor surfista português da actualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Frederico Morais" src="https://player.vimeo.com/video/6192249?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="375" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Justin Mujica</strong> – 12 vitórias<br />
Justin tem mais vitórias além das 12 dos últimos 18 anos, já que meses depois de chegar a Portugal estava a vencer etapas do circuito ANS, tendo conquistado o título desse mesmo ano, 1999. A sua última vitória aconteceu em 2010 e mesmo com a entrada de uma fortíssima nova geração Justin podia ter vencido mais etapas caso não tivesse desmotivado depois de ter sofrido algumas lesões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O&#039;Neill: Justin Mujica" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/27fXJ6C0U8s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tiago Pires</strong> – 11 vitórias<br />
A última vez que Tiago Pires teve como principal foco vencer o circuito nacional foi em 1997, tendo iniciado no ano seguinte no ano seguinte o seu percurso em direcção de um objectivo muito maior, o de chegar ao Championship Tour. Pelo caminho Saca competiu pontualmente na Liga, mesmo assim arrecadando 11 vitórias, mais algumas antes de 2002. Pires foi o único a vencer três etapas consecutivas, em 2005, e em 2002 sagrou-se campeão nacional ao vencer as únicos duas etapas realizadas. Alguns dos campeões nacionais da actualidade podem agradecer os seus títulos à falta de assiduidade de Saca na Liga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TMN Pro 2008 - Santa Cruz" src="https://player.vimeo.com/video/2993664?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="377" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> – 10 vitórias<br />
Ribeiro anda de olho numa vaga no CT há alguns anos mas, mesmo assim conseguiu vencer 10 vezes neste circuito e garantir 4 títulos nacionais. Quando entrar na elite do surf mundial terá que fazer um “break” neste circuito mas até lá, ou depois, irá seguramente superar a “barreira” das 12 vitórias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Surfing through Portugal with Vasco Ribeiro" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2e5t0yN4MNI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ruben Gonzalez </strong>– 7 vitórias<br />
O outro 4x campeão nacional conquistou os seus títulos em grande parte devido à sua consistência mas mesmo assim venceu 7 vezes, ou 8, se contarmos com a sua vitória de 1997. Passaram alguns anos entre as suas duas primeiras vitórias mas Ruben compensou mais tarde com vários primeiros lugares na Liga <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-vitorias-portuguesas-no-circuito-qs/" target="_blank" rel="noopener">e no circuito QS</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RUBEN GONZALEZ - FreeSurf AZORES 2011" src="https://player.vimeo.com/video/44670149?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nicolau Von Rupp</strong> – 6 vitórias<br />
Hoje em dia é difícil de imaginar o free surfer/big wave surfer Nicolau Von Rupp como uma máquina competitiva, mas já o foi. Com 15 anos venceu duas etapas consecutivas na Liga e em 2012 e 14 foi o único a vencer além de Vasco e Frederico. É também o único a ter ganho uma etapa do circuito em Santo Amaro de Oeiras, onde venceu pela última vez, em 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Allianz Algarve Pro | Nicolau Von Rupp - The Winner | Melhores ondas" src="https://player.vimeo.com/video/97675361?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Antunes</strong> &amp; <strong>José Gregório</strong> – 5 vitórias<br />
Antunes foi o surfista mais dominante no início dos anos 90 enquanto que Gregório se tornou numa força competitiva mais para o fim da década. Entre eles foi João quem ficou com mais vitórias, sendo provavelmente o surfista português que mais vezes esteve na disputa pelo título nacional. Ambos estariam bem perto do topo desta lista caso fossem contabilizadas as <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">vitórias desde o início do circuito, em 1992</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="José gregório 2014" src="https://player.vimeo.com/video/90471361?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Miguel Blanco</strong> – 4 vitórias<br />
Blanco é um dos grandes nomes da geração que domina o circuito actualmente, e quem venceu mais etapas nos últimos 2 anos. Nos próximos anos podemos esperar um grande aumento no número de vitórias&#8230;</p>
<p>Outros vencedores:<br />
4 vitórias &#8211; <strong>Gony Zubizarreta</strong><br />
3 vitórias &#8211; <strong>Tomás Fernandes</strong>, <strong>Pedro Henrique</strong> &amp; <strong>Eduardo Fernandes</strong><br />
2 vitórias – <strong>Marlon Lipke</strong>,<strong> João Guedes</strong> &amp; <strong>David Raimundo</strong>*<br />
1 vitória – <strong>Francisco Alves</strong>, <strong>Eric Rebiere</strong>, <strong>David Luis</strong>, <strong>Nuno Silva</strong>, <strong>Alexandre Ferreira</strong>* &amp; <strong>Paulo do Bairro</strong>**</p>
<p>*venceu mais uma vez antes de 2002<br />
**venceu várias vezes antes de 2002</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>29 anos de Campeões Nacionais de Surf em Portugal &#124; Parte 3 – A década de 10</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-3-a-decada-de-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 11:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 10]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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		<category><![CDATA[Miguel Blanco]]></category>
		<category><![CDATA[Os campeoes nacionais de surf]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[10 anos, 5 campeões... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/liga-meo-surf-e-a-melhor-competicao-nacional-na-europa/" target="_blank" rel="noopener">um dos melhores circuitos nacionais de surf a nível mundial</a>, a Liga MEO Surf. Tudo começou nos anos 90 e mesmo com alguns altos e baixos no caminho o circuito passou a ser um degrau a caminho de “voos mais altos” graças à sua grande competitividade. A década de 10 foi completamente dominada pela &#8220;nova&#8221; geração. Fica a conhecer os campeões nacionais dessa época.</p>
<p><strong>2010 – Campeão Nacional – Justin Mujica</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Eduardo Fernandes 3º lugar<br />
11 anos depois de vencer o circuito ANS inaugural Justin Mujica revalidou o seu título. Como Justin não conquistou vários pelo caminho é quase um mistério já que estava acima de todos os outros surfistas de Portugal a nível de performance, excepto Tiago Pires em algumas condições. Este acabaria por ser também o seu último título nacional.</p>
<p><strong>2011 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Ruben Gonzalez 2º lugar, Eduardo Fernandes 3º lugar<br />
O ano de mudança de guarda. Se até aqui surfistas como Vasco e Frederico mordiam os calcanhares da geração anterior, a partir daqui começaram a dominar por completo. Vasco Ribeiro tinha feito 17 anos menos de um mês antes, tornando-se no mais jovem campeão nacional da história do surf português, um feito que permanece até hoje.</p>
<p><strong>2012 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Nicolau Von Rupp 3º lugar<br />
2012 foi o ano de uma das melhores disputadas da década neste circuito. Morais ganhou a primeira e quarta etapas, Vasco a segunda e terceira e foi mais consistente nas outras etapas. Ambos abdicaram da última etapa para competir fora do país, o que garantiu automaticamente o título a Ribeiro, enquanto que Nicolau se juntou ao top3 ao vencer a última etapa.</p>
<p><strong>2013 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Miguel Blanco 2º lugar, Zé Ferreira 3º lugar<br />
Depois de ter disputado o título em 2009, 2010 e 2012, Frederico teve alguma oposição de Vasco no início do ano mas acabou por dominar apesar da derrota prematura na etapa onde é mais forte, Ribeira D’Ilhas. Miguel Blanco foi vice-campeão nacional mas acabou mais de 500 pontos atrás.</p>
<p><strong>2014 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Gony Zubizarreta 3º lugar<br />
Mais uma disputa apertada entre os dois grandes nomes da geração dominante. Morais venceu a primeira e a última, Vasco venceu a segunda e terceira e foi segunda em mais uma para garantir o seu terceiro título em quatro anos. Foi um ano histórico para Ribeiro e para o surf português já que o talento de São João do Estoril venceu também o circuito Pro Junior Europeu e sagrou-se campeão mundial júnior.</p>
<p><strong>2015 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Tiago Pires 2º lugar, Vasco Ribeiro 3º lugar<br />
Este foi o ano em que Tiago Pires voltou ao circuito depois de vários anos fora do nacional. Depois de ter vencido a primeira etapa e ficado em segundo na seguinte, colocou-se na disputa mas Kikas duas provas e garantiu o seu segundo título.</p>
<p><strong>2016 – Campeão Nacional – Pedro Henrique </strong><br />
Pedro Henrique tornou-se num de apenas dois surfistas que até ao dia de hoje conseguiram quebrar a hegemonia de Vasco e Frederico, que dominaram os 5 anos anteriores. Um primeiro e dois terceiros lugares foi o suficiente para garantir o merecido título de campeão nacional enquanto que Gony Zubizarreta terminou na frente do ranking e foi campeão da Liga.</p>
<p><strong>2017 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Pedro Henrique 2º lugar, Miguel Blanco 3º lugar<br />
Vasco Ribeiro e Pedro Henrique disputaram taco a taco o título em 2017. Ambos venceram duas etapas e fizeram dois 3ºs para empatar no ranking e Vasco acabar na frente por ter um 5º resultado superior ao de Pedro. Ao vencer Vasco empatou com Ruben Gonzalez, com 4 títulos nacionais.</p>
<p><strong>2018 – Campeão Nacional – Miguel Blanco</strong><br />
Depois de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/scrapbooks/o-percurso-de-miguel-blanco-do-inicio-ao-bicampeonato-nacional/" target="_blank" rel="noopener">quase uma década como top deste circuito</a>, onde foi vice-campeão em 2013, Miguel estreou-se nas vitórias em ondas gigantes em Ribeira D’Ilhas e não olhou mais para trás. Mesmo tendo faltado a uma prova, Miguel conseguiu acabar na frente de todos os outros competidores com nacionalidade portuguesa, garantindo o título enquanto que Gony Zubizarreta terminou na frente do ranking e foi novamente campeão da Liga.</p>
<p><strong>2019 – Campeão Nacional – Miguel Blanco</strong> – Tomás Fernandes 2º lugar, Vasco Ribeiro 3º lugar<br />
Ao fim de duas etapas em 2019 Blanco e Ribeiro estavam empatados na liderança mas foi Tomás Fernandes quem chegou ao último dia de prova da última etapa na liderança. Infelizmente, para ele, o surfista da Ericeira perdeu cedo em Carcavelos e Miguel fez exactamente o que precisava, vencer a prova para vencer o seu segundo título nacional.</p>
<p><strong>2020 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Vasco Ribeiro 2º lugar, Afonso Antunes 3º lugar<br />
O ano de 2020 ficou marcado pelo fato deste circuito ter sido o primeiro a nível mundial a regressar ao ativo depois da primeira vaga da pandemia de Covid-19. Frederico Morais conquistou o tri depois de uma disputa muito competitiva com Vasco Ribeiro e Afonso Antunes. Foi Afonso, o &#8220;<em>new kid on the block</em>&#8220;, quem começou melhor, enquanto que Ribeiro a meio do ano entrou num ritmo incrível, vencendo duas etapas da Liga e uma da WSL consecutivamente. No final o título foi decidido na estratégia entre Kikas e Vasco numa bateria nas meias finais da última prova.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podes ficar a conhecer os campeões dos anos 90 A<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">QUI</a> e da década de 00 <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-2-a-decada-de-00/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sumol Porto Pro | Vasco Ribeiro - The Winner | Melhores ondas" src="https://player.vimeo.com/video/94856994?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>O historial dos surfistas portugueses no circuito QS &#124; 2000 a 2009</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-historial-dos-surfistas-portugueses-no-circuito-qs-2000-a-2009/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 18:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve Millennium Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 00]]></category>
		<category><![CDATA[Beach Games]]></category>
		<category><![CDATA[Caparica Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Caparica Pro Am]]></category>
		<category><![CDATA[Ericeira Surf Classic]]></category>
		<category><![CDATA[Gaia Shopping Buondi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[O historial dos surfistas portugueses no circuito QS]]></category>
		<category><![CDATA[O'Neill NTC Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Series]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[De 2000 a 2009, 10 anos a quebrar barreiras...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os anos 90 os surfistas portugueses começaram a apostar no circuito mundial mas só fim da década começaram a surgir surfistas com potencial de se dar bem no circuito. Na década seguinte finalmente vieram resultados realmente expressivos e a qualificação para o Championship Tour. Fica a conhecer o percurso do surf português desde entre 2000 e 2009&#8230;</p>
<p><strong>2000</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Gaia Shopping Buondi Pro | Gaia | 3 estrelas | Vencedor – Tiago Pires<br />
Algarve Millennium Pro | Praia do Amado | 6 estrelas | Vencedor – Marcelo Nunes<br />
O&#8217;Neill NTC Pro | Ribeira D’Ilhas | 4 estrelas | Vencedor – Zane Harrison<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 1º lugar no Gaia Shopping Buondi Pro (3 estrelas), 2º lugar no Rip Curl World Cup (6 estrelas)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 27º<br />
Ruben Gonzalez – 221º<br />
David Luis – 253º</p>
<p>No seu primeiro ano a sério Tiago Pires estreou-se nas vitórias, entrando para a história como o primeiro português a vencer uma prova QS e quase entrou no Championship Tour. Na última prova, o Rip Curl World Cup, realizado em Sunset, Havai, o luso ganhou reconhecimento internacional ao ficar muito perto de vencer a prova. A escassos pontos do primeiro lugar, Tiago precisava de ter vencido para garantir a qualificação e mesmo não tendo conseguido virou herói nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2001</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Series | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Eneko Acero<br />
Caparica Pro | Costa da Caparica | 1 estrela | Vencedor – Eneko Acero<br />
Gaia Shopping Buondi Pro | Gaia | 1 estrela | Vencedor – José Gregório<br />
Beach Games | Praia Grande | 1 estrela | Vencedor – Justin Mujica<br />
Beach Games | Moledo | 1 estrela | Sem vencedor<br />
Ericeira Surf Classic | Ribeira D’Ilhas | 6 estrelas | Vencedor – Taj Burrow<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 4º lugar no Reef Brazil Classic (3 estrelas),<br />
José Gregório – 1º lugar no Gaia Shopping Buondi Pro (1 estrela), 2º lugar no Canarian Arena Publicidad Series (1 estrela), 4º lugar no Rip Curl Series (1 estrela)<br />
Justin Mujica – 1º lugar no Beach Games da Praia Grande (1 estrela)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 64º<br />
Justin Mujica – 161º<br />
David Luis – 180º</p>
<p>Este foi o ano em que mais portugueses descobriram o caminho para as vitórias, apesar de terem sido em provas de menor expressão. Já Tiago Pires abriu o ano com uma final no Brasil mas acabou por ter o que seria o seu segundo pior ano da década no QS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2002</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Series | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Pablo Solar<br />
Caparica Pro Am | Costa da Caparica | 1 estrela | Vencedor – Pablo Guiterrez<br />
Buondi Pro | Praia do Amado | 1 estrela | Vencedor – Eric Rebiere<br />
O&#8217;Neill Yorn Pro | Ribeira D’Ilhas | 6 estrelas | Vencedor – Chris Ward<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 1º lugar no Irago Pro by Billabong (5 estrelas), 5º lugar no Orange Lacanau/Gotcha Pro (6 estrelas),<br />
Justin Mujica – 1º lugar no Arnette Goanna Pro Am (2 estrelas), 2º lugar no Ferrol Terra Pantin Surf Classic (2 estrelas),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 27º<br />
Justin Mujica – 113º<br />
José Gregório – 114º</p>
<p>Tiago Pires voltou à carga com a primeira vitória portuguesa numa prova 5 estrelas e, com mais alguns resultados sólidos, acabou mais uma vez bem perto da qualificação para o Championship Tour.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2003</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Series | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Frederic Robin<br />
Buondi Polen Caparica Pro| Costa da Caparica | 1 estrela | Vencedor – Patrick Beven<br />
Beach Games | Vimeiro | 1 estrela | Vencedor – Pablo Solar<br />
Super Bock Amado Pro | Praia do Amado | 1 estrela | Vencedor – Iker Fuentes<br />
Beach Games | Afife | 1 estrela | Vencedor – Ruben Gonzalez<br />
Ericeira Pro | Ribeira D’Ilhas | 3 estrelas | Vencedor – Russel Winter<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 2º lugar no Ericeira Pro (3 estrelas), 5º lugar no Billabong Tahara Pro (6 estrelas),<br />
Justin Mujica – 1º lugar no O&#8217;Neill Trophy (1 estrela)<br />
Guga Gouveia &#8211; 2º lugar no Super Bock Amado Pro (1 estrela),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 27º<br />
Justin Mujica – 141º<br />
José Gregório – 156º</p>
<p>Com mais alguns resultados sólidos, Tiago Pires terminou pela 3º vez em 4 anos na 27º posição do ranking, ficando a precisar de mais um par de fases finais para entrar na elite do surf mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2004</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Series | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Tim Boal<br />
Buondi Caparica Pro | Costa da Caparica | 1 estrela | Vencedor – Ruben Gonzalez<br />
Super Bock Amado Pro | Praia do Amado | 1 estrela | Vencedor – Justin Mujica<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 2º lugar no O&#8217;Neill Pro (5 estrelas), 5º lugar no Tahara Pro by Billabong (5 estrelas), 4º lugar no Ocean &amp; Earth Pro (2 estrelas), 2º lugar no Super Bock Amado Pro (1 estrela),<br />
Justin Mujica – 4º lugar no La Santa Surf Rip Curl Pro (4 estrelas), 1º lugar no Goanna Pro (1 estrela), 1º lugar no Super Bock Amado Pro (1 estrela), 2º lugar no Pays de la Loire Surf Pro (2 estrelas),<br />
Ruben Gonzalez &#8211; 1º Buondi Caparica Pro (1 estrela), 2º lugar no Rip Curl Series (1 estrela)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 30º<br />
Justin Mujica – 105º<br />
Ruben Gonzalez – 188º</p>
<p>Um ano com bons resultados para os portugueses em provas mais pequenas e algumas classificações fortes para Tiago Pires, o que o deixou mais uma vez à porta do CT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2005</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Pro Peniche | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Tânio Barreto<br />
Super Bock Amado Pro | Praia do Amado | 3 estrela | Vencedor – Marlon Lipke*<br />
Buondi Billabong Pro | Ribeira D’Ilhas | 6 estrelas | Vencedor – Tiago Pires<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 1º lugar no Buondi Billabong Pro (6 estrelas), 4º lugar no O&#8217;Neill Coldwater Classic (4 estrelas), 13º lugar no Billabong Monster Energy Pro (4 estrelas)<br />
Justin Mujica – 2º lugar no La Santa Surf Pro/La Caja Canaria (4 estrelas), 3º lugar no Goanna Pro (1 estrela), 3º lugar no Rip Curl Pro Peniche (1 estrela),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 19º<br />
Justin Mujica – 75º<br />
Ruben Gonzalez – 149º</p>
<p>Com uma vitória em Ribeira D’Ilhas Tiago Pires acabou na sua melhor posição de sempre no ranking mas acabou por ser, mais uma vez, insuficiente para a qualificação. Justin Mujica também conseguiu alguns resultados fortes e acabou na melhor posição da sua carreira enquanto que *Marlon Lipke começou a dar que falar no circuito mas na época competia pela Alemanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2006</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Super Bock Amado Pro | Praia do Amado | 1 estrela | Vencedor – Joan Duru<br />
Buondi Billabong Pro | Ribeira D’Ilhas | 5 estrelas | Vencedor – Tiago Pires<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 1º lugar no Buondi Billabong Pro (5 estrelas), 9º lugar no Vodafone Open Billabong (4 estrelas)<br />
Justin Mujica – 1º lugar no O&#8217;Neill Trophy /La Caja de Canarias (2 estrelas), 2º lugar no Super Bock Amado Pro (1 estrelas)<br />
Ruben Gonzalez &#8211; 1º lugar no Goanna Tapia Pro (1 estrela), 4º lugar no Super Bock Amado Pro (1 estrela),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 34º<br />
Justin Mujica – 79º<br />
Ruben Gonzalez – 121º</p>
<p>O destaque do ano foi novamente Tiago Pires, que venceu novamente a prova de Ribeira D&#8217;Ilhas e colocou-se na disputa por uma vaga no CT. Mas teria que esperar mais um ano&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2007</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Rip Curl Pro Peniche | Peniche | 1 estrela | Vencedor – Marlon Lipke<br />
Super Bock Pro | Cordoama | 1 estrela | Vencedor – Eric Rebiere<br />
Buondi Billabong Pro | Ribeira D’Ilhas | 6 estrelas | Vencedor – Jeremy Flores<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 2º lugar no Drug Aware Pro Margaret RiverPro (6 estrelas), 3º lugar no The Mr Price Pro (6 estrelas), 5º lugar no Yumeya Billabong Pro Tahara (6 estrelas), 9º lugar no Mormaii Costão Pro (6 estrelas), 9º lugar no Hot Tuna Central Coast Pro (4 estrelas),<br />
Justin Mujica – 5º lugar no La Caja de Canarias La Santa Surf (6 estrelas),<br />
Ruben Gonzalez &#8211; 5º lugar no Estoril Coast Pro (3 estrelas),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 5º<br />
Justin Mujica – 95º<br />
Ruben Gonzalez – 161º</p>
<p>Este foi o ano em que tudo bateu certo e Tiago Pires liderou o ranking do circuito QS durante uma boa parte do ano. Resultados fortíssimos na Austrália, África do Sul, Japão e Brasil garantiram a primeira qualificação portuguesa para o Championship Tour.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2008</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Super Bock Pro | Cordoama | 1 estrela | Vencedor – Pablo Guiterrez<br />
Buondi Billabong Pro | Ribeira D’Ilhas | 6 estrelas | Vencedor – Phillip McDonald<br />
Estoril Coast Pro | Carcavelos | 6 estrela | Vencedor – Jean da Silva<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro Durban (6 estrelas), 5º lugar no Maldives SriLankan Airlines Pro (6 estrelas), 5º lugar no Sooruz Lacanau Pro (6 estrelas), 3º lugar no Estoril Coast Pro (6 estrelas)<br />
Eduardo Fernandes &#8211; 2º lugar no Super Bock Pro (1 estrela)<br />
Edgar Nozes – 3º lugar no Goanna Pro (1 estrela)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 13º<br />
Ruben Gonzalez – 114º<br />
Justin Mujica – 135º</p>
<p>Apesar de ter feito bons resultados no CT, foi via QS que Tiago Pires se garantiu no tour do ano seguinte, com uma série de resultados sólidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2009</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Estoril Coast Pro | Carcavelos | 6 estrelas | Vencedor – Alejo Muniz<br />
Super Bock Pro | Cordoama | 1 estrela | Vencedor – Gordon Fontaine<br />
Açores Pro | São Miguel | 6 estrelas | Vencedor – Willian Cardoso<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 3º lugar no Açores Pro (6 estrelas)<br />
Ruben Gonzalez &#8211; 5º lugar no La Caja de Canarias, Ocean &amp; Earth Pro (2 estrelas),<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Ruben Gonzalez – 101º<br />
Justin Mujica – 103º<br />
João Guedes – 126º</p>
<p>Pela primeira vez desde o início da sua carreira, Tiago Pires deixou o circuito QS praticamente de lado para dedicar ao Championship Tour, conseguindo a qualificação por aí. Outros surfistas portugueses, como Ruben Gonzalez, Justin Mujica e João Guedes dedicaram-se ao circuito de qualificação e acabaram à porta do top100.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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