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	<title>Rodrigo Heredia &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
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					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>Justin Mujica, Francisco Rodrigues, Rodrigo Herédia, Francisco Cruz e Mónica Santos são os campeões nacionais Master de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/justin-mujica-francisco-rodrigues-rodrigo-heredia-francisco-cruz-e-monica-santos-sao-os-campeoes-nacionais-de-master-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 10:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[ASCC]]></category>
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					<description><![CDATA[Caparica Master Classic 2022 ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dois dias de competição houve oportunidade de voltar a ver em ação alguns dos atletas que fazem parte da história e cultura do surf português, muitos deles ex-campeões nacionais tendo sido fundamentais no surf de competição em Portugal ao trilharem o caminho para aquilo que a modalidade é atualmente. Num ambiente de confraternização e competição saudável relembraram-se velhas rivalidades e grandes momentos que ficaram na memória de quem os viveu ou registou.</p>



<p>Este domingo realizou-se o segundo dia de competição do Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill<br>com ondas desafiantes com sets de 1,5m que puseram à prova a capacidade física dos surfistas. Todos estes surfistas têm um nível de surf bem superior aquilo que conseguiram mostrar hoje, mas o tamanho, a força e a intensidade do mar impediram que as performances estivessem no seu máximo.</p>



<p>Na categoria de Masters (+35 anos) <strong>Davi Neves</strong> foi o grande vencedor da final abrindo a sua prestação com uma onda de 7.83 pontos em 10 possíveis na qual desferiu fortes carves numa direita que abriu parede. Voltou a mostrar uma boa escolha de ondas na onda seguinte onde realizou uma finalização muito crítica elevando a fasquia para o patamar da excelência com 8.67 pontos (melhor onda do evento) terminando a sua prestação com o score de 16.50 em 20 pontos possíveis (melhor score do evento). <strong>Francisco Rodrigues</strong> ficou em 2º lugar tendo provado a força do mar quando viu a sua prancha partida em dois. O atual presidente da Associação Nacional de Surfistas sagrou-se campeão desta categoria uma vez que Davi Neves não possui nacionalidade portuguesa o que o impede de obter títulos nacionais. Edgar Nozes ficou em 3º lugar e Francisco Canelas em 4º</p>



<p>Em Grand Masters (+40 anos) François Barreto abriu as hostilidades com uma onda de 5.67 pontos assumindo a liderança do heat recebendo a resposta de <strong>Justin Mujica</strong> com 5.33 pontos. Pablo Ferreira entrou na luta e chegou à liderança momentânea com um par de ondas na casa dos 3 pontos, mas a resposta dos adversários viria a mudar a situação com a segunda melhor onda de Mujica (3.83 pontos) já perto do final a virar o resultado a seu favor garantindo-lhe a vitória e o título da categoria. François Barreto terminou em 2º, Pablo Ferreira em 3º e Francisco Morgado em 4º.</p>



<p>Na final de Kahunas (+45 anos) <strong>Francisco Cruz</strong> mostrou estar em boa forma dando sequência à boa performance em todo o campeonato onde venceu todos os heats que disputou. Fazendo uso de um surf de backside sólido, abriu a final com uma onda de 5.00 pontos tendo selado a vitória com um back up de 3.77 pontos. Maurício Vieira ficou em 2º lugar, Pedro Meirelles em 3º e José Pirujinho em 4º.</p>



<p>A final de Big Kahunas (+50 anos) juntou dois ex-campeões nacionais Open, Bruno Charneca e <strong>Rodrigo Herédia</strong> e um ex-pentacampeão nacional de Masters e ex-campeão europeu desta categoria, Pedro “Pirujinho” Couto com Miguel Sanchez. Nos minutos iniciais foi Rodrigo Herédia quem começou melhor com uma onda de 5.83 pontos assumindo a liderança da final. Os seus adversários tentaram destroná-lo da liderança, mas ao juntar um back up de 2.47 o surfista de Carcavelos conquistou o título deixando em 2º lugar Pedro “Pirujinho” Couto, Bruno Charneca em 3º e Miguel Sanchez em 4º.</p>



<p>Ainda no sábado <strong>Mónica Santos </strong>sagrou-se campeã nacional depois de ter vencido a final da categoria Masters (+ 35 anos) tendo-se superiorizado a Patrícia Lopes que ficou no 2º lugar, Té Ayala em 3º e Inês Tralha em 4º.</p>



<p>O evento organizado pela ASCC (Associação de Surf da Costa de Caparica) homenageou João Alexandre “Dapin”, um dos melhores surfistas portugueses da história que faleceu no ano passado.</p>



<p>“O evento foi um sucesso e é sempre positivo reencontrarmos as velhas glórias do surf nacional que traduziram as suas rivalidades em grandes amizades”, referiu o presidente da ASCC, Miguel Gomes. “Tivemos aqui surfistas de várias gerações que vieram de Norte a Sul do país para competir. É muito motivante para a ASCC fazer parte deste evento e estamos orgulhosos por podermos partilhar com a nova geração a experiência destes surfistas que foram pioneiros no surf de competição em Portugal”, salientou.</p>



<p>O Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill contou com os patrocínios do Almada Forum, Billabong, Native Açaí, Go Chill, 58 Surf, Corona, Why Not, Sharp Eye Surfboards e Marcelino Beach Club.</p>



<p>Os media partners são o Fuel TV, Surftotal, ONFIRE e Beachcam e os apoios institucionais vêm da Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia de Costa de Caparica, Federação Portuguesa de Surf e IPDJ.</p>



<p></p>



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		<title>Hall of Fame &#124; Rodrigo Herédia</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 14:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes competidores do surf nacional nos anos 90...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome –</strong> Rodrigo Herédia<br><strong>Idade –</strong> 50 anos<br><strong>Base – </strong>Goofy<br><strong>Local – </strong>Carcavelos<br><strong>Ponto forte –</strong> Tubos<br><strong>Actualidade –</strong> Organizador de eventos</p>



<p>Rodrigo Herédia foi mais um grande representante da primeira geração de surfistas profissionais do nosso país e um competidor com muito sucesso durante mais de uma década até, eventualmente, fazer a transição para organizador de algumas das mais expressivas provas de surf em Portugal.</p>



<p>Apesar de ter tido algum sucesso nos anos 80, foi no início dos anos 90, quando surgiu o primeiro circuito nacional organizado, que realmente se estabeleceu como um surfista de topo, vencendo duas etapas no ano de estreia do circuito O’Neill Pisang Ambom. No ano seguinte, 1993, venceu mais uma prova e garantiu o título nacional na última bateria da última etapa do ano, em Ribeira D’Ilhas, o que o lançou para um novo patamar de notoriedade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="571" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-571x428.jpg" alt="" class="wp-image-64307" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-571x428.jpg 571w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-768x576.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977.jpg 1140w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /><figcaption>Memorial Bitque, Carcavelos</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Até aí já vários portugueses tinham competido no circuito mundial mas foi Rodrigo quem o fez com mais consistência e foco, competindo um pouco por todo o mundo e obtendo alguns bons resultados para o nível do surf nacional na altura. O destaque do seu ano foi um 13º lugar no Costa Rica Challenge, a primeira presença de um surfista português nos quartos de final de uma prova QS, acabando na 169ª posição no ranking, o que fez dele o primeiro português a furar o top200.</p>



<p>Infelizmente o seu investimento no circuito QS não teve grande continuidade, passando os anos que se seguiram com o foco dividido entre o circuito nacional, o europeu e o QS, além de ter conquistado uma posição na final do Billabong Challenge na Madeira, um Special Event reservado apenas a convidados.</p>



<p>1997 foi claramente o melhor ano da sua carreira competitiva, vencendo o (até então) inédito título de campeão do Eurosurf na Irlanda, tanto a nível individual como por equipas e duas etapas do circuito EPSA, em Anglet e Peniche. As vitórias permitiram-lhe disputar o título do circuito EPSA, acabando eliminado por uma interferência de remada na última prova do ano, em Guadalupe, o que lhe custou o título mesmo assim acabando num excelente terceiro lugar no ranking. O resultado final garantiu-lhe <em>wildcards</em> no main event de todas as provas QS da Europa, fazendo assim um breve regresso ao circuito mundial.</p>



<p>Outro resultado marcante na sua carreira competitiva foi o 7º lugar no ISA World Surfing Games de 1998, realizado entre Carcavelos e o Guincho, algo que contribuiu muito para o resultado final da selecção portuguesa, que acabou em 4º lugar, à frente de muitas das mais fortes nações do surf a nível mundial.</p>



<p>Ao longo da sua carreira Rodrigo apostou muito no que na altura era considerado como o “surf moderno”, incluindo manobras como 360, reverses e alguns aéreos no seu repertório mas o seu ponto foi sempre foi os tubos, sendo claramente um dos grandes tube riders do surf nacional. Em Carcavelos foi durante muito tempo o maior destaque nos dias mais “ocos”, apostando também muito nos Supertubos, o que lhe garantia também uma boa visibilidade nos média do surf nacional.</p>



<p>Como muitos outros dos “grandes” da sua altura, Herédia passou por muitas das maiores marcas do surf nacional, com destaque para a sua passagem pela Sundek, marca que o patrocinava quando foi campeão nacional, O’Neill, Quiksilver e Rip Curl. Foi também o primeiro surfista nacional a receber um ordenado do seu patrocinador de pranchas, a Byron, uma ligação que durou alguns anos e foi patrocinado por grandes marcas fora do meio do surf, como a Sagres e a “VitaminaR” da Telecel.</p>



<p>Actualmente Rodrigo continua muito ligado ao surf, não só como surfista, sendo provavelmente um dos surfistas da sua geração que melhor manteve o ritmo de surf, como pela organização de eventos através da sua empresa, a Daaz Eventos, que levou aos Açores várias etapas do circuito QS, o World Masters da WSL e vários eventos da ISA.</p>
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		<title>A evolução do surf nacional na WSL &#8211; Do fim do ranking QS ao top10 do CT</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-evolucao-do-surf-nacional-na-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 10:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[Três décadas de evolução...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro circuito mundial de surf organizado dava pelo nome de International Professional Surfing (IPS), que existiu entre os anos de 1976 e 1982. Seguiu-se a Association of Surfing Professionals (ASP), que eventualmente evoluiu para a actual World Surf League. Fica a conhecer o percurso dos surfistas portugueses até ao histórico top10 de Frederico Morais em 2021&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Anos 90 &#8211; As primeiras tentativas</strong></p>
<p>O circuito com duas divisões, QS e CT, foi inaugurado em 1992, sendo que, anteriormente a esta fase, já alguns surfistas portugueses tinham competido em provas do circuito mundial, com pouco impacto. Esse foi um ano importante para o surf português, que teve o seu primeiro verdadeiro circuito nacional, com várias etapas e um bom prize money. O nível dos surfistas portugueses, tirando raríssimas exceções, estava muito aquém da média do circuito mundial, o que deu ao circuito nacional e ao europeu (EPSA) um papel importante de preparação para o futuro.</p>
<p>Em 1993 já alguns surfistas portugueses começaram a apostar mais no QS, com destaque as presenças nos oitavos de final de <strong>João Alexandre “Dapin”</strong> no Pukas Pro e de <strong>Marcos Anastácio</strong> no Staroup Pro, mas foi <strong>Rodrigo Herédia</strong> quem acabou melhor classificado no ranking, na 207ª posição. No ano seguinte tanto Herédia (que furou o top200 pela primeira vez) como <strong>Nuno Matta</strong> marcaram as primeiras presenças nos quartos de final em provas na Costa Rica e Pantin e João Antunes mostrou muito bom surf na etapa da Ericeira. No entanto mais alguns anos se passaram sem grande evolução ou dedicação ao circuito mundial e até ao final de 1997 a melhor classificação lusa no circuito QS foi o 137º lugar de <strong>João Antunes</strong>.</p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1992</strong> &#8211; João Alexandre “Dapin” – 223º no circuito QS<br />
<strong>1994</strong> &#8211; Rodrigo Herédia – 176º no circuito QS<br />
<strong>1997</strong> &#8211; João Antunes – 137º no circuito QS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A era de Tiago Pires</strong></p>
<p>Foi em 1998 que surgiu no circuito <strong>Tiago Pires</strong>, na altura com 18 anos, o primeiro surfista nacional a olhar para a qualificação com um objectivo sério de chegar à elite do surf mundial, o Championship Tour. Ao fim do seu primeiro ano a tempo inteiro Saca já tinha alguns resultados sólidos, acabando numa histórica 76º posição do ranking. Nos anos que se seguiram o surfista da Ericeira começou a quebrar barreiras, ficando à porta do CT logo no ano 2000, quando terminou a última etapa do ano em 2º lugar numa prova em que a vitória lhe garantia uma vaga no tour. Seria quase impossível enumerar todos os resultados históricos de Tiago Pires, mas entre as estreias destacam-se a primeira vitória portuguesa numa prova QS, a primeira final no Havai (2º lugar em Sunset), primeira vitória QS fora de Portugal (prova 5 estrelas no Japão), a primeira vez que um surfista liderou o circuito QS e, claro, talvez o momento mais importante da história do surf português, a primeira qualificação para o Championship Tour.</p>
<p>Foi em 2008 que Saca se estreou como membro do Championship Tour, um feito reservado apenas para os melhores entre os melhores. O português qualificou-se quando o tour ainda era constituído por 44 surfistas, permanecendo por 7 temporadas, apesar de numa delas ter ficado de fora por lesão. O seu 21º lugar de 2010 acabou por ser a melhor classificação da sua carreira, mas também se destacam três 3ºs lugares em etapas e muitas vitórias sobre praticamente todos os grandes nomes do tour. Depois de 9 anos no circuito QS e 7 no CT, Tiago Pires reformou-se do tour mas o seu trabalho estava feito, Portugal estava no mapa do surf mundial e o percurso estava delineado para outros o seguirem.</p>
<p><iframe title="Tiago Pires Profile - Backstage - Quiksilver Pro France 2011" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z5WU3ndHElo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1999</strong> – Tiago Pires – 76º no circuito QS<br />
<strong>2002</strong>, <strong>2002</strong> e <strong>2003</strong> &#8211; Tiago Pires – 27º no circuito QS<br />
<strong>2005</strong> – Tiago Pires – 19º no circuito QS / Justin Mujica &#8211; 75º no circuito QS<br />
<strong>2007</strong> &#8211; Tiago Pires – 5º no circuito QS<br />
<strong>2010</strong> &#8211; Tiago Pires – 21º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A geração seguinte</strong></p>
<p>Quando Tiago Pires se afastou do surf competitivo a nível mundial, já a geração seguinte estava em <em>full force</em>, de olho em continuar o legado. Tanto <strong>Frederico Morais</strong> como <strong>Vasco Ribeiro</strong>, este último já com um título mundial júnior da WSL, mostrarem potencial desde cedo, mas foi Frederico quem conseguiu a qualificação. Em 2013 tornou-se no segundo português a fazer uma final no Havai, também em Sunset, e em 2016, ano em que venceu a sua primeira prova QS, na Ilha de Martinique, fez mais duas finais no Havai, ambas terminando em segundos lugares que mereciam ter sido vitórias, qualificando-se em 4º lugar no QS.</p>
<p>No primeiro ano no tour não parou de surpreender, batendo muitos dos nomes mais sonantes, e garantindo a melhor classificação de um português até aí, o 14º lugar. Outro destaque foi a sua final em Jeffreys Bay, um feito nunca antes conseguido por um português, e nunca repetido desde aí. Em 2018, depois de várias derrotas apertadas, e uma lesão grave antes da última etapa, ficou fora do tour por um lugar, garantindo mesmo assim algumas presenças no CT do ano seguinte. 2019 começou mal mas acabou por ser um ano muito marcante, com um 3º lugar na prova do Championship Tour do Brasil, e três vitórias no circuito QS, duas em Portugal e uma no Havai, em Haleiwa, tornando-se no primeiro português a vencer no Havai e o primeiro a vencer o circuito QS. Em 2020 a pandemia colocou o circuito mundial em <em>stand by</em>, mas Frederico ainda bateu o campeão mundial em título, <strong>Ítalo Ferreira</strong>, na final de um <em>special event</em>, o MEO Portugal Cup of Surfing. O seu momentum foi levado para este ano, conquistando vários resultados sólidos para acabar num histórico top10 do Championship Tour, um marco que ficara marcado para sempre no surf português.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Moche Surf Team || Kikas no Hawai || Rumo ao WCT!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pehEo5J95OA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 2016</strong> – Frederico Morais – 4º no circuito QS<br />
<strong>2017</strong> &#8211; Frederico Morais – 14º no Championship Tour<br />
<strong>2019</strong> – Frederico Morais – 1º no circuito QS<br />
<strong>2021</strong> &#8211; Frederico Morais – 10º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próximo objectivo seguramente será “furar” o top5 do CT. Será Frederico Morais, Vasco Ribeiro (se conseguir a qualificação para o tour) ou ficará a cargo de uma nova geração de surfistas nacionais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brevemente em <a href="https://www.onfiresurfmag.com/" target="_blank" rel="noopener">onfiresurfmag.com</a> &#8211; O surf feminino ao longo das décadas, de Patrícia Lopes à geração actual&#8230;</p>
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		<title>3 gerações de surfistas que quebraram barreiras</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal, Europa, Mundo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revolução nunca acontece por obra de um elemento isolado, é preciso um grupo sólido para causar um impacto duradouro. No surf as grandes mudanças de guarda acontecem entre gerações mas nem todas têm a capacidade de quebrar barreiras e moldar o desporto. Fica a conhecer três gerações que mudaram o surf profissional:</p>
<p>“<strong>Geração Momentum</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> &#8211; Mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> &#8211; Kelly Slater, Rob Machado, Shane Dorian, Ross Williams, Taylor Knox e Kalani Robb, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Liderada por Kelly Slater, a geração Momentum veio arrasar a anterior tanto a nível competitivo como mediático. No início dos anos 90 uma geração envelhecida mas ultra competitiva que tinha dominado o tour na década anterior parecia estar preparada para continuar o seu reinado, até que em 1992 Slater conseguiu &#8220;roubar&#8221; o título mundial e mostrar a porta de saída aos veteranos. Em 1993 o título ficou do lado da velha geração mas seria o último e, com a entrada de surfistas como Rob Machado e outros da mesma geração, deu-se um <em>switch</em> e o surf moderno estabeleceu-se. O domínio mediático foi mais rápido e fácil já que os principais meios de comunicação da altura, as revistas, imediatamente começaram a criar espaço para este movimento. Também nas produções de vídeo, que na época tinham uma expressão mais relevante que na actualidade, esta geração passou a dominar ao aparecer em destaque nos filmes de Taylor Steele, cujo primeiro grande filme deu nome à geração, mas também de outros produtores da época que contribuíram para difundir este estilo de surf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<strong>EuroForce</strong>&#8221;<br />
<strong>Escala</strong> – Europeia e mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – Miky Picon, Tiago Pires, Patrick Beven, Eric Rebiere, Jeremy Flores, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Década de 00<br />
Durante os anos 90 os surfistas europeus começavam a ganhar expressão a nível mundial com surfistas como Russell Winter, que entrou no Championship Tour, e Eneko Acero, que venceu a primeira prova QS, e mais alguns casos pontuais. No fim dessa década este grupo começou a &#8220;encostar-se&#8221; aos melhores juniores do mundo e quando atacaram o circuito QS a tempo inteiro já estavam equiparados aos surfistas de qualquer uma das grandes potências do surf mundial. Entretanto o grupo foi fortalecido por surfistas como Aritz Aranburu, Michel Bourez, Marlon Lipke, Tim Boal, continuando o <em>push</em> por alguns anos, transformando a Europa numa potência do surf mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Euroforce 2008 - Fiji - Episode 4/11" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/goZ-X0GIh2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Geração de Ouro</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> – Nacional (Portugal)<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – João Alexandre “Dapin”, João Antunes, Rodrigo Herédia, José Gregório, Bruno “Bubas” Charneca, Marcos Anastácio, Nuno Matta, José Gregório, Paulo do Bairro, José Couto “Pirujinho”, Mica Lourenço, Bruno Rodrigues, Hugo Zagalo e Jó Bento, entre muitos outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Esta geração de surfistas surgiu “faminta” por sucesso, evolução e algo que até aí não existia no nosso país, carreiras como surfistas profissionais. Vários factores fizeram com que esse sonho se tenha tornado realidade, um circuito nacional bem organizado e com bom <em>prize money</em>, um circuito Europeu muito competitivo mas também com boas recompensas financeiras, e muita visibilidade em meios de comunicação como a televisão, através do Portugal Radical e Sem Limites, e revistas da época. O surf cresceu muito nessa época, o que fez com que as principais marcas começassem a capitalizar nesta nova tendência do mercado e a pagar ordenados aos principais nomes do surf português. Foi uma época de grande crescimento que abriu o caminho para que as gerações seguintes conseguissem atingir patamares mais altos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOP Nacional 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460175?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="400" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>28 anos de Campeões Nacionais de Surf em Portugal &#124; Parte 1 – Os anos 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 11:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Os campeoes nacionais de surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentro de poucos meses será definido um novo Campeão Nacional Open de Surf, o 26º desde que o nosso desporto se tornou profissional em Portugal. Para comemorar o momento a ONFIRE compilou os nomes de todos os campeões, os seus adversários e alguns pontos de viragem que culminaram no que é hoje a super competitiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro de poucos meses será definido um novo Campeão Nacional Open de Surf, o 26º desde que o nosso desporto se tornou profissional em Portugal. <span id="more-38058"></span>Para comemorar o momento a ONFIRE compilou os nomes de todos os campeões, os seus adversários e alguns pontos de viragem que culminaram no que é hoje a super competitiva Liga MEO Surf.</p>
<p><strong>Os anos 90</strong></p>
<p>Antes de 1992 já se realizam provas nacionais de surf mas foi nessa temporada que o primeiro circuito verdadeiramente profissional aconteceu. Inicialmente organizado pela Adrenalina, o Circuito O’Neill Pisang Ambom foi o primeiro passo na direcção de uma nova fase, em que o surf se começava a equiparar a outros desportos mais estabelecidos no nosso país. Ao fim de alguns anos a Federação Portuguesa de surf passou a ficar responsável pela organização do circuito, algo que culminou numa pequena revolução do surf português entre 1998 e 1999.</p>
<p><strong>1992 –</strong> <strong>Campeão Nacional &#8211; Almir Salazar</strong> &#8211; Nuno Matta 2º lugar &#8211; João Antunes 3º lugar.<br />
Uma nova geração muito forte estava em ascensão mas na última etapa foi um veterano do surf brasileiro, Almir Salazar, que levou a taça e sagrou-se campeão nacional.</p>
<p><strong>1993 – Campeão Nacional &#8211; Rodrigo Herédia </strong><br />
Apontava-se para João Antunes como o mais provável sucessor de Almir, mas o primeiro título de campeão nacional “português de Portugal” foi para Rodrigo Herédia, que também era um dos grandes nomes dessa geração e na última etapa assegurou o seu primeiro e único título neste circuito.</p>
<p><strong>1994 – Campeão Nacional &#8211; João Antunes</strong><br />
À terceira foi de vez. Antunes conseguiu o seu primeiro título nacional e começou uma era de domínio que o colocou na disputa de quase todos os títulos dos 15 anos que se seguiram.</p>
<p><strong>1995 – Campeão Nacional &#8211; Marcos Anastácio</strong><br />
Marcos Anastácio abriu a sua temporada com duas vitórias e quase deitou tudo a perder quando foi eliminado nos oitavos de final da última etapa. Felizmente para ele mais ninguém capitalizou na sua derrota e o título voltou para Carcavelos.</p>
<p><strong>1996 – Campeão Nacional &#8211; João Antunes</strong> – José Gregório 2º lugar &#8211; Hugo Zagalo 3º lugar<br />
Antunes ganhou mais um título e, ao mesmo tempo, um adversário de peso, José Gregório. Os dois seriam uma pedra no sapato do outro durante mais de 10 anos, protagonizando algumas das melhores disputas da história do surf português.</p>
<p><strong>1997 – Campeão Nacional &#8211; José Gregório</strong> – Jó Bento 2º lugar &#8211; João Antunes 3º lugar<br />
Depois de ameaçar no ano anterior, Gregório finalmente conseguiu impor o seu poderoso estilo de surf e garantir o seu primeiro título nacional por uma grande margem para o segundo classificado.</p>
<p><strong>1998 – Campeão Nacional &#8211; João Antunes</strong> – José Gregório 2º lugar – João Alexandre “Dapin” 3º lugar.<br />
O ano acabou com ondas incríveis em Carcavelos e a etapa seria vencida por Tiago Pires, na véspera de atacar o circuito QS de corpo e alma. Da água saíam dois surfistas a celebrar o mesmo título, João Antunes e José Gregório. Este polémico momento foi a &#8220;gota de água&#8221; que originou a separação entre os melhores surfistas do país, através da recentemente criada ANS, e a Federação Portuguesa de Surf.</p>
<p><strong>1999 – Campeão nacional – Justin Mujica</strong> &#8211; João Antunes 2º lugar &#8211; José Gregorio 3º lugar.<br />
O campeão nacional oficial foi Freddy Brito, que competiu contra uma mão cheia de surfistas no circuito organizado pela Federação Portuguesa de Surf. Mas o campeão reconhecido pelos surfistas e indústria foi o recém chegado Justin Mujica. Nesse ano o circuito foi um dos mais fortes de sempre, sendo possível comparar com a actual Liga MEO Surf. Foram 9 etapas, 3 das quais organizadas pelo competidor Rodrigo Herédia, os Beach Games, realizados no Guincho, Praia Grande e Ericeira, que ofereciam um <em>prize money</em> sem precedentes para a época. Ainda se realizaram etapas na Linha, Pedra Branca/Reef, Caparica e Porto.</p>
<p>Mais sobre os 28 campeões nacionais do surf português brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>(Algumas imagens dos anos 90&#8230;)</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOP Nacional 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460175?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="400" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Liquidação total na Linha Surf Shop</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/liquidacao-total-na-linha-surf-shop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2016 08:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Linha Surf Shop]]></category>
		<category><![CDATA[Liquidação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Linha do Estoril vai perder um dos seus melhores &#8220;spots&#8221;. A Linha Surf Shop, cujo proprietario é o ex-campeão nacional e europeu, Rodrigo Herédia, vai fechar as portas&#8230; Esta loja, que se situa em S. João do Estoril, na estrada marginal, esteve aberta durante 12 anos e sempre vendeu grandes marcas, tanto no material [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Linha do Estoril vai perder um dos seus melhores &#8220;spots&#8221;.<span id="more-32228"></span> A Linha Surf Shop, cujo proprietario é o ex-campeão nacional e europeu, Rodrigo Herédia, vai fechar as portas&#8230;</p>
<p>Esta loja, que se situa em S. João do Estoril, na estrada marginal, esteve aberta durante 12 anos e sempre vendeu grandes marcas, tanto no material técnico como no textil.</p>
<p>Infelizmente o seu percurso está perto de chegar ao fim já que a loja irá fechar em breve. Mas não são só más notícias pois todo o material que está à venda na loja vai estar com desconto. Fatos de surf, material técnico, toda a roupa e acessórios vão estar com descontos de 50 a 80%.</p>
<p>Por isso não percas esta oportunidade&#8230;<br />
Contactos:<br />
Av. Marginal Nº 6240. São João do Estoril.<br />
Tel. 214663300</p>
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		<title>Rodrigo Herédia candidata-se à &#8220;Melhor Onda&#8221; do MOCHE Winter Waves</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/rodrigo-heredia-candidata-se-a-melhor-onda-do-moche-winter-waves/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 16:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Fuel TV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal i]]></category>
		<category><![CDATA[MOCHE Winter Waves]]></category>
		<category><![CDATA[onfire]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
		<category><![CDATA[Vans]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos melhores tube riders dos últimos 20 anos, Rodrigo Herédia, é o mais recente candidato! Apesar de marcar presença diária pelas praias portuguesas, Rodrigo Herédia, ex-campeão nacional, ex-campeão europeu e um dos surfistas que na geração dos anos 90 atacou o WQS à séria, não é obviamente um surfista das gerações mais recentes. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos melhores tube riders dos últimos 20 anos, Rodrigo Herédia, é o mais recente candidato!<span id="more-15630"></span></p>
<p>Apesar de marcar presença diária pelas praias portuguesas, Rodrigo Herédia, ex-campeão nacional, ex-campeão europeu e um dos surfistas que na geração dos anos 90 atacou o WQS à séria, não é obviamente um surfista das gerações mais recentes.</p>
<p>No entanto, se no auge da sua carreira havia mar que o destacava de qualquer um da sua geração (que inclui nomes como Paulo do Bairro, José Gregório, Jó Bento, Dapin, Marcos Anastácio, entre muitos outros), e de uma geração que começava a aparecer com força, a de Tiago Pires, Ruben Gonzalez e André Pedroso, era quando as ondas estavam grandes e tubulares. Aliás, ainda hoje continua a ser um dos grandes destaques nestes dias, provando que a sua técnica nos tubos continuar a perdurar!</p>
<p>De backside ou frontisde, a perfomance e a mestria de Herédia pelos vários cilindros portugueses nos dias clássicos foram sempre imaculadas, fosse na sua &#8220;casa&#8221;, Carcavelos, ou em picos como Santo Amaro, Supertubos, Coxos ou Pedra Branca, entre muitos outros.</p>
<p>Por alguma razão, Herédia é também (e novamente) um dos 16 eleitos para o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/e-os-surfistas-eleitos-para-o-capitulo-perfeito-sao/">Capítulo Perfeito presented by Billabong</a>, o evento que, pelo terceiro ano consecutivo, junta alguns dos melhores <i>tube riders</i> nacionais.</p>
<p>Sabíamos que bastaria um dia de ondas tubulares para Herédia ser um potencial candidato à categoria de &#8220;Melhor Onda&#8221; do <a href="https://www.onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/">MOCHE Winter Waves</a>, e esse dia aconteceu no final do ano passado em Carcavelos.</p>
<p>Herédia é agora o mais recente candidato a submeter o vídeo de uma onda ao inédito evento online em Portugal que irá premiar com 1500 euros a “Melhor Onda” do Inverno (assim como a “Maior Onda”), e é este o mais recente vídeo que podes ver em <a href="https://www.onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/">onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/</a> e, depois, votar em quanto pensas que ele vale (usando uma escala de uma a 10 estrelas).</p>
<p>Não te esqueças de comparar esta onda de Herédia com as restantes da categoria &#8220;Melhor Onda&#8221; para que os teus votos reflitam da melhor forma qual a onda que consideras como a que mais vale de todas as submetidas.</p>
<p>Já sabes, só tens de ir <a href="https://www.onfiresurfmag.com/mochewinterwaves/">aqui</a>, ver este vídeo de Herédia (assim como os outros) e colocares-te no papel de um juiz!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Best  wave: Rodrigo Herédia &#124;&#124; 0:57</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/best-wave-rodrigo-heredia-057/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 18:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Herédia foi um dos grandes nomes do surf profissional português e europeu na década de 90! E se há condições em que sempre se destacou foi em ondas tubulares. Hoje, Herédia continua a ser um dos melhores tube riders nacionais e a prova disso mesmo é este Best Wave! Num dia em que Supertubos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Herédia foi um dos grandes nomes do surf profissional português e europeu na década de 90! E se há condições em que sempre se destacou foi em ondas tubulares. Hoje, Herédia continua a ser um dos melhores tube riders nacionais e a prova disso mesmo é este Best Wave!<span id="more-13922"></span> Num dia em que Supertubos estava de gala, o goofy de Carcavelos agarrou uma das bombas do dia e mostrou a todos os presentes toda a sua exímia técnica nos tubos!</p>
<p><a href="https://vimeo.com/77430524">https://vimeo.com/77430524</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Duas eliminações no segundo dia do Azores EuroSurf 2013</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/duas-eliminacoes-no-segundo-dia-do-azores-eurosurf-2013/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 11:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Azores Eurosurf 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mar manteve-se bastante semelhante ao dia anterior, com um ar “pouco perfeito” mas com qualidade de sobra para continuar a avançar com o Azores EuroSurf 2013. Infelizmente logo neste segundo dia tivemos duas baixas, os longboarders Ruben Silva e Luís Esteves. Ambos surfaram bem e tiraram um bom resultado para a selecção mas esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mar manteve-se bastante semelhante ao dia anterior, com um ar “pouco perfeito” mas com qualidade de sobra para continuar a avançar com o Azores EuroSurf 2013.<span id="more-13001"></span></p>
<p>Infelizmente logo neste segundo dia tivemos duas baixas, os longboarders <strong>Ruben Silva</strong> e <strong>Luís Esteves</strong>. Ambos surfaram bem e tiraram um bom resultado para a selecção mas esta categoria avançou bastante e já definiu dois dos finalistas.</p>
<p>Também na categoria feminina tivemos duas derrotas, mas ambas encontram-se na repescagem e mantêm potencial de ainda avançar bastante. No body board também houve duas “entradas” na repescagem, mas o resto da equipa mantém-se em grande forma. Na categoria principal, a Open, todos os competidores se mantiveram no quadro principal, mostrando muito bom surf no processo.</p>
<p>Este foi o dia em que<strong> Rodrigo Herédia</strong> entrou na água para competir na categoria master e venceu o seu heat com facilidade. A forma física e ritmo que este surfista “carrega” e o seu conhecimento desta onda fazem dele o maior candidato à vitória. No entanto Herédia tem pela frente dois adversários “do seu tempo” que não são de subestimar, o francês da Ilha Reunião Boris Letexier e o espanhol Dani Garcia.</p>
<p>O terceiro dia do Azores EuroSurf 2013 está neste momento a decorrer, podes acompanhar tudo em directo <a title="EuroSurf" href="http://www.eurosurfing.org/2013/eurosurf/live.html" target="_blank">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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