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	<title>Richard &#8220;Dog&#8221; Marsh &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os surfistas do Top16 no ano em que Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:07:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descobre quem eram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1992, quando Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial, ninguém diria que três décadas mais tarde este surfista ainda estaria no tour. Kelly atravessou gerações, bateu quase todos os recordes, conquistou mais 10 títulos e venceu o Pipe Masters de 2022, mais um feito impressionante.</p>
<p>Slater é o último resistente não só da sua geração como de outras que se seguiram, fica a saber quem eram os seus &#8220;colegas&#8221; no top16 nesta época em que Medina, Toledo, Ítalo e John John ainda não tinham nascido&#8230;</p>
<p>2º &#8211; <strong>Damien Hardman</strong> &#8211; O ultra competitivo australiano Damien Hardman a esta altura já tinha conquistado dois títulos mundiais e ameaçou o tri várias vezes. Foi um dos últimos representantes da sua geração no tour, reformando-se em 1999 ainda como membro do top16. 10 anos mais tarde, quando o Championship Tour regressou a Portugal, Domma apareceu como <em>contest director</em>, uma posição que voltou a ocupar em mais alguns eventos ao longo dos anos.</p>
<p>3º &#8211; <strong>Sunny Garcia</strong> &#8211; Um surfista entre gerações, mais novo que as &#8220;velhas raposas&#8221; do tour mas mais velho que a geração de Slater, e com um surf mais para <em>old school</em> que para o progressivo. Depois de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">bater na trave</a>&#8221; por várias vezes, conquistou o título mundial no ano 2000. Anos mais tarde, já fora do<em> tour</em>, esteve <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">preso por evasão fiscal</a>, voltando a competir profissionalmente por mais alguns anos. Em 2019, depois de algum tempo a lutar com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noopener">problemas mentais</a>, tentou suicidar-se e, apesar de ter sobrevivido, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/boato-sobre-a-morte-de-sunny-garcia-nao-e-verdadeiro/" target="_blank" rel="noopener">sofreu danos graves</a>, dos quais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noopener">ainda está a recuperar</a>.</p>
<p>4º &#8211; <strong>Shane Herring</strong> &#8211; Shane passou de ser a resposta australiana a Kelly Slater a ser considerado um dos maiores <em>flops</em> da história do surf profissional. 1992 foi o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-palco-da-maior-mudanca-de-guarda-da-historia-da-aspwsl-1992-coke-classic/" target="_blank" rel="noopener">auge da sua carreira</a>, liderando o circuito por alguns meses antes de Slater passar para a frente e dois anos mais tarde já estava fora do tour, para nunca mais voltar, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noopener">perdendo-se para o álcool e drogas leves</a>.</p>
<p>5º &#8211; <strong>Fábio Gouveia</strong> &#8211; O primeiro brasileiro no top5 do tour, um feito que só foi superado em 1999, por Vitor Ribas. Foi também o primeiro brasileiro a vencer no Havai, o primeiro a vencer uma prova CT no Brasil e o primeiro a vencer fora. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Não teria existido uma Brazilian Storm sem um Fábio Gouveia a quebrar barreiras décadas antes</a>.</p>
<p>6º &#8211; <strong>Gary Elkerton</strong> &#8211; Outro <em>power surfer</em> da velha guarda, em 92 já tinha perdido dois títulos mundiais por muito pouco, e no ano seguinte voltou a fazê-lo, acabando a sua carreira com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">três &#8220;vice-campeonatos&#8221;</a>. &#8220;Vingou-se&#8221; anos mais tarde nas categorias Masters, vencendo aí os títulos mundiais que o iludiram no tour &#8220;verdadeiro&#8221;. Em 2018 ainda competiu no mundial Master nos Açores, mostrando ainda estar em grande forma.</p>
<p>7º &#8211; <strong>Dave Macauley</strong> &#8211; Hoje em dia mais lembrado por ser o pai da ex-top do CT Bronte Macauley, Dave foi um dos mais competitivo surfistas da sua geração, contando com várias vitórias no CT. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">Reformou-se em 1994</a>, com 31 anos, ainda no top16, numa época em que a maior parte dos surfistas abandonavam o<em> tour</em> antes dos 30.</p>
<p>8º &#8211; <strong>Richard Marsh</strong> &#8211; Hoje mais conhecido por ser o<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/frederico-morais-e-richard-marsh-no-occ-cast-1706/" target="_blank" rel="noopener"><em> coach</em> do nosso Frederico Morais</a> e ainda de surfistas como Leonardo Fioravanti e Ryan Callinan, o que é certo é que até agora nenhum dos pupilos de &#8220;Dog&#8221; superou o seu mestre. 1992 foi o seu melhor ano, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">vencendo a etapa da Ilha Reunião</a>, com direito a um atropelo de Kelly Slater a caminho da final.</p>
<p>9º &#8211; <strong>Martin Potter</strong> &#8211; Pottz tinha sido campeão mundial em 1989 e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/martin-potter-strange-desires-1989-2320/" target="_blank" rel="noopener">mostrava potencial </a>de conquistar pelo menos mais um título. Até que a nova geração entrou em força e acabou com as suas hipóteses. Reformou-se, juntamente com Macauley, em 1994 e pouco mais tarde recebeu um <em>wildcard</em> para voltar ao CT mas um acidente muito grave a treinar para o primeiro evento do ano acabou com o seu <em>comeback</em>. Durante alguns anos esteve ligado à marca que o patrocinou durante parte da sua carreira, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank" rel="noopener">a Gotcha</a>, além de ter sido treinador de surfistas, eventualmente tornando-se um dos comentadores oficiais da WSL.</p>
<p>10º &#8211; <strong>Barton Lynch</strong> &#8211; O campeão mundial de 1988 foi um dos mais improváveis da história do tour, tendo chegado ao último dia de prova em 3º no ranking atrás do &#8220;Rei de Pipeline&#8221; da época, Tom Carroll, e de Hardman. No entanto, a meio do dia era o único resistente na disputa, superando-se para vencer o Pipe Masters e o título. Manteve-se no circuito durante muitos anos, vencendo a sua última prova em 1995. Actualmente continua ligado ao surf tanto como treinador como comentador.</p>
<p>11º &#8211;<strong> Tony Ray</strong> &#8211; A maior &#8220;anomalia&#8221; no top16 de 1992. Tony surpreendeu todos ao vencer uma etapa do CT em Hossegor pesado, mais ainda por &#8220;roubar&#8221; a Kelly Slater a que seria a sua primeira vitória, algo que floridiano conquistou logo na etapa seguinte. Mas Kelly acabaria por vingar-se uma década mais tarde, quando &#8220;roubou&#8221; a que teria sido a primeira e única vitória de Ray no icónico Eddie Ailau, por apenas 2 pontos.</p>
<p>12º &#8211; <strong>Rob Bain</strong> &#8211; Mais um nome forte australiano dos anos 80, que nesta década estava já em fim de carreira. Mesmo assim Rob ficou no tour até 95, reformando-se na prova inaugural de G-Land, depois de bater Kelly Slater e Tom Carroll (wildcard) no round 1.</p>
<p>13º &#8211; <strong>Matt Hoy</strong> &#8211; Mais um surfista entre gerações, como Sunny, mas ainda menos competitivo. Matt seria um surfista de meio da tabela, até ter acordado competitivamente em 1995 para vencer o CT da Ilha Reunião nesse ano, o Coca-Cola Figueira Pro no ano seguinte e o Rip Curl Pro Bells Beach de 1997, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/matt-hoy-uma-lenda-do-surf-australiano-213/" target="_blank" rel="noopener">reformando-se no fim de 1999</a>.</p>
<p>14º &#8211; <strong>Tom Carroll</strong> &#8211; 1992 seria o último ano do bicampeão mundial no tour, que nesta fase já estava em grande queda a nível competitivo. Mesmo assim nesse ano ainda fez uma final, no Brasil, acompanhando Kelly Slater neste seu primeiro título mundial.</p>
<p>15º &#8211; <strong>Teco Padaratz</strong> &#8211; Não haveria Brazilian Storm sem Fábio Gouveia, mas não haveria Fábio Gouveia sem Teco Padaratz. Esta dupla fincou a bandeira brasileira no tour, ambos conquistando grandes resultados durante mais de uma década. Teco teve que esperar mais algum tempo para conquistar a honra de ser o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">melhor classificado brasileiro no tour</a>, algo que aconteceu em 1994, quando terminou em 8º no ranking final.</p>
<p>16º &#8211; <strong>Kaipo Jaquias</strong> &#8211; O surfista que abriu as portas a todos os &#8220;Kauai Boys&#8221; no tour foi Kaipo Jaquias. Dono de um estilo bem havaiano, Kaipo teve como ponto alto da sua carreira o ano de 1996, quando venceu duas etapas do CT, terminou no top5 além de ter vencido a Triple Crown of Surfing.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Frederico Morais fala sobre o seu primeiro ano no tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-fala-sobre-o-seu-primeiro-ano-no-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 14:53:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Richard "Dog" Marsh]]></category>
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					<description><![CDATA[Photo (intro) by Alan Van Gyson / Monster Energy]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pouco mais de um ano, Frederico Morais passou de “pretendente” ao Championship Tour a destaque na elite do surf mundial. O percurso não foi fácil mas fez dele um surfista mais forte, pronto para se bater de igual para igual com os melhores do planeta. Sempre acompanhado do seu “super coach”, Richard “Dog” Marsh, também ele um ex-top do Championship Tour, Kikas teve um ano incrível e mostrou potencial de continuar a crescer. A ONFIRE falou com ele pouco depois da sua última sessão antes de arrancar para o Havai para saber o que vai na cabeça do actual líder na disputa de rookie do ano da WSL&#8230;</p>
<p><strong>Estiveste vários anos no QS mas, há pouco mais de 13 meses, a qualificação não parecia estar muito perto. Alguma vez duvidaste que podias chegar ao Championship Tour?</strong><br />
Acho que o importante é mantermos sempre o foco. Às vezes uma pessoa pode estar a fazer tudo certo e as coisas não resultam. Houve momentos mais difíceis, quando as coisas não estavam a acontecer. Eu falava com o Dog e a resposta dele era sempre “continua a trabalhar que vai acontecer. Mantém o foco, acredita, e vai acontecer.” É uma coisa boa que nós temos, delineámos o nosso caminho e a nossa meta e cumprimos com aquilo que definimos sem nos perdermos pelo meio.</p>
<p><strong>O que significa para ti ter conseguido a qualificação no Havai, a arena mais difícil do circuito mundial?</strong><br />
Eu sempre disse que se havia algum sítio onde eu tinha boas possibilidades de me qualificar, era no Havai. Há muito <em>swell</em>, tem o tipo de ondas que eu gosto e é um sítio onde eu vou desde os 11 anos. Já tenho um certo conhecimento sobre as ondas e sobre os campeonatos que lá existem. E o meu historial, desde que me qualifiquei para competir nos eventos prime no Havai, é óptimo. Por isso, depois do resultado que tive no Brasil no ano passado sabia que no Havai havia uma óptima oportunidade para agarrar.</p>
<div id="attachment_41400" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41400" class="wp-image-41400 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/1-Morais_DX29888_Sunset16_Sloane_n.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/1-Morais_DX29888_Sunset16_Sloane_n.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/1-Morais_DX29888_Sunset16_Sloane_n-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/1-Morais_DX29888_Sunset16_Sloane_n-642x428.jpg 642w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-41400" class="wp-caption-text">Frederico Morais em Sunset &#8211; Photo by Sloane / WSL</p></div>
<p><strong>Fizeste dois segundos lugares no Havai mas entre etapas ainda não estavas qualificado. Como fizeste para manter o foco entre Haleiwa e Sunset, com tanto em jogo?</strong><br />
A seguir a Haleiwa estava em 10º no ranking, ou seja, estava dentro mas não estava garantido. Estávamos todos muito próximos no <em>ranking</em> e era uma oportunidade que não podia desperdiçar. Eu trabalhei toda a minha vida para isto, para poder estar naquela situação. Felizmente consegui lidar com isso, focamo-nos em Sunset. Tinha muito bem delineado na minha cabeça o que tinha que fazer e o Dog esteve sempre comigo. O Ryan Callinan nessa altura estava em 9º lugar, ou seja, estávamos os dois para nos qualificar. Era uma boa equipa, somos melhores amigos, não havia melhor <em>team</em> para estar a competir no Havai.</p>
<p><strong>Ficaste muito perto do primeiro em ambas, achaste o resultado justo?</strong><br />
O meu trabalho não é julgar os heats. Posso me sentir injustiçado, como muita gente se pode sentir injustiçada, mas eu escolhi competir no surf e são os juízes que dão as notas. E nós temos de respeitar. Tenho a certeza que eles fizeram o seu melhor. Eu, acima de tudo, fiquei contente com o meu resultado, com o surf que apresentei e isso é o que mais importa. Claro que uma vitória tinha sido inacreditável mas vou continuar a trabalhar para ser em breve.</p>
<p><strong>Fala na importância de ter o Richard “Dog” Marsh na tua equipa&#8230;</strong><br />
Acho que nós temos uma história engraçada. A primeira vez que o conheci ele tinha acabado de entrar para a Billabong e veio de França para Portugal para me ver. Antes disto eu treinava com o meu pai e esta foi um bocado a transição. Ele chegou a minha casa, seguimos para o Guincho e disse-me para ir surfar uma hora e depois sair para falarmos. Estava pouca gente na água, off-shore e altas ondas, aqueles dias de Guincho que não há muitos e eu fiquei três horas na água! Passado uma hora ele arrumou as coisas dele, foi para o carro, e quando eu saí, feliz da vida, ele disse-me logo, &#8220;leva-me para casa que eu vou arrumar as minhas coisas e vou-me embora&#8221;. Eu fiquei meio perdido, não estava habituado a ter horários e a sair da água para falar. Em casa falei com o meu pai. “O que é que faço?”, perguntei. Ele disse, “Kikas, é a tua carreira, é a tua vida, tu é que tens que resolver. Vai lá, pede desculpa, explica que não funcionavas assim, é tudo novo para ti e que não volta a acontecer”. Fiz isso, fomos almoçar, pedi desculpa, falamos e resolvi as coisas com o Dog. A partir daí começamos uma relação que é quase como um segundo pai para mim. Uma pessoa que me inspira, que eu ouço e respeito. Acho que isso é o mais importante num treinador, o atleta respeitar e saber ouvir. Saber qual é a função do treinador e qual é a função do atleta, que passa por ouvir o treinador, se não conseguirmos fazer isso mais vale não ter treinador. É uma coisa boa que eu e o Dog temos, eu sei ouvir, sei argumentar com ele, mas sempre com uma boa relação. É um óptimo companheiro de viagem, basicamente qualificamo-nos juntos. Tivemos uma carreira júnior que eu não diria difícil porque fiz muitas finais e bons resultados mas nunca ganhei uma etapa do Pro Junior Europeu. Mas pronto, estamos no tour, tivemos um primeiro ano maravilhoso. Tenho um orgulho enorme em o ter ao meu lado e poder dizer que tenho o Richard Marsh a trabalhar comigo. Muita gente não sabe mas ele é um ícone do surf mundial. Abriu-me muitas portas, pôs-me em contacto com muitos shapers, e sem dúvida que é uma peça fundamental na minha carreira.</p>
<div id="attachment_41401" style="width: 1930px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41401" class="size-full wp-image-41401" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/2-20151030_0248.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/2-20151030_0248.jpg 1920w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/2-20151030_0248-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/2-20151030_0248-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/2-20151030_0248-642x428.jpg 642w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><p id="caption-attachment-41401" class="wp-caption-text">Kikas &amp; Dog &#8211; Photo by Pedro Mestre / Portuguese Waves</p></div>
<p><strong>Vendo de fora, parece que vocês têm um <em>game plan</em> impecavelmente elaborado antes de cada heat. Explica-nos como acontece esse planeamento&#8230;</strong><br />
Eu gosto muito de pensar heat a heat, um passo de cada vez. E nisso o Dog é muito bom, em termos de definir qual é a nossa estratégia, o que podemos fazer. Isto sempre com a opinião de ambos, que é para estarmos em sintonia. Acho que é fundamental, hoje em dia o surf como está acho que quase todos os surfistas procuram ter o seu <em>game plan</em>, ou vários. Quando uma coisa não está a resultar passa para um plano B ou plano C, temos que estar preparados para mudanças. O mar é muito inconstante e pode mudar a qualquer momento. Há uma preparação, não é um dia antes do campeonato, ou dois dias antes do campeonato, há uma preparação uma semana ou 10 dias antes, para chegarmos lá e conseguirmos realmente fazer aquilo que queremos.</p>
<p><strong>Imagino que a tua vida tenha mudado muito desde que te qualificaste. Quais foram as mudanças mais drásticas? O que mudou mais no teu dia a dia?</strong><br />
Hoje em dia sem dúvida alguma que sou muito mais abordado pelas pessoas, o que é óptimo. Eu gosto bastante, é gratificante ver que o nosso trabalho é reconhecido. Tenho mais entrevistas, o que se torna complicado porque temos que treinar e surfar, e não se consegue dar vazão a tudo. Além disso, muitas viagens, muito mais que antes. Ainda para mais este ano fiz o QS e o CT ao mesmo tempo e passei muito pouco tempo em casa. Mas eu gosto, estou habituado, tenho muitos amigos no tour, tenho uma boa relação com a maior parte dos surfistas, o que torna as coisas mais fáceis. De resto o treino continua o mesmo. As pranchas mudaram um pouco pois as ondas do CT são completamente diferentes das do QS. Em termos de encomenda de pranchas mudou também pois praticamente encomendo pranchas para cada paragem do tour. Felizmente as minhas pranchas estão incríveis e tem sido fácil arranjar algumas mágicas. O JS (Jason Stevenson, shaper das JS Industries Surfboards) sempre foi impecável comigo. Antigamente fazia muitas pranchas com o Chilli também, houve uma altura que trabalhei com a Polen, mas neste momento senti que as pranchas que se identificam mais com o meu surf e onde eu me sinto melhor e encontro mais estabilidade e mais pranchas boas é com a JS.</p>
<p><strong>O que te surpreendeu no tour?</strong><br />
O <em>feeling</em> que eu tive do tour logo que comecei a fazer foi “eu não quero sair mais daqui”! Não houve nada que eu possa dizer que é mau, ou que não gosto. É um tour super profissional, onde todos nos respeitamos, todos estamos lá para ganhar, cientes dos nossos objectivos, sempre com respeito.</p>
<p><iframe title="Frederico Morais (PRT) // Getting an excellent score // Rip Curl Pro Bells Beach // Australia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VkGNsHUks9g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um dos heats que mais impressionaste nem foi o que fizeste melhor surf. Estou a falar do heat com o Gabriel Medina no Rip Curl Pro Bells Beach, onde viraste o “feitiço contra o feiticeiro”. Conta como foi esse momento&#8230;</strong><br />
Quem vê o Gabriel a competir sabe que ele adora começar com a prioridade e é um surfista muito agressivo dentro de água. A nossa estratégia era não lhe dar a prioridade. Estávamos em Winkipop, que é uma direita, era final do dia, havia ondas mas já não com a consistência que esteve o dia todo. Nós sabíamos que podíamos jogar com a prioridade e perder ali um certo tempo do heat que, depois, para ele, podia o deixar mais nervoso estando de <em>backside</em>, que é mais difícil de surfar ali. Jogámos um bocado com isso, perdemos 10 minutos ou mais em prioridades, a batalhar, a remar, completamente fora do pico. Entretanto ele apanhou uma onda e eu fiquei à espera e apanhei uma do <em>set</em> e fiz um 8 e tal. Ele depois fez um 7 e tal, deixando-me a precisar de 4 e qualquer coisa até ao último minuto e consegui fazer a nota. Essa era a nossa estratégia, contra esses surfistas temos de estar sempre preparados para nos impormos de alguma forma e tentar ganhar o nosso respeito no tour.</p>
<p><strong>Tinhas uma estratégia delineada para entrar no CT e imagino que, para este ano, o plano fosse disputar o título de <em>rookie</em> do ano. Já há plano para disputar o título mundial?</strong><br />
Não sei, acho que isso é uma resposta que vou deixar em aberto. O meu objectivo para este ano era manter-me no tour. O <em>rookie</em> do ano era uma coisa que poderia vir, mas não era o meu foco. Felizmente tivemos um ano óptimo e neste momento estou em primeiro na corrida de <em>rookie</em> do ano e espero conseguir manter essa liderança. No final da temporada vou redefinir os meus objectivos e traçar outra estratégia com o Dog. Aprendi muito, evoluí muito no meu surf mas ainda há muito para evoluir e muitas coisas para trabalhar e temos de ter sempre isso em mente. Vamos redefinir outra vez a nossa estratégia, traçar novos objectivos uma vez que este foi um ano de ambientação ao tour. Era tudo novo para mim, ondas onde nunca tinha ido, sítios onde nunca tinha estado&#8230; Agora sinto-me cada vez mais preparado, com um <em>know how</em> maior sobre as etapas e as ondas. O titulo mundial vou ter que deixar em aberto para já mas, se Deus quiser, um dia espero estar a trabalhar para isso.</p>
<p><strong>Fala-se em grandes mudanças no tour muito em breve. O que podes divulgar e o que achas do que já sabes?</strong><br />
Acho que vai haver mudanças, não posso divulgar porque é o que nos podem e nisso tenho que respeitar. Eu próprio ainda não percebi bem quais vão ser as mudanças, mas vamos ver. Acho que nós, seres humanos, em tudo na vida é difícil aceitarmos uma mudança. Às vezes não vemos para além do que estamos a viver e podemos achar que não é tão bom mas pode ser benéfico para o tour. Não posso dizer se acho que vai ser bom ou que me agrada ou não agrada porque ainda não tenho a certeza do que vai ser por isso prefiro não falar de nada porque posso estar a dizer uma barbaridade.</p>
<div id="attachment_41402" style="width: 1930px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41402" class="size-full wp-image-41402" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/3-Fred-4-Billabong-Carlos-Pinto-36.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/3-Fred-4-Billabong-Carlos-Pinto-36.jpg 1920w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/3-Fred-4-Billabong-Carlos-Pinto-36-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/3-Fred-4-Billabong-Carlos-Pinto-36-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/3-Fred-4-Billabong-Carlos-Pinto-36-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><p id="caption-attachment-41402" class="wp-caption-text">Free surf na Austrália &#8211; Photo by Carlos Pinto / Billabong</p></div>
<p><strong>Tens estado a dar aulas de surf no Guincho na tua escola de surf. É um sistema para relaxares nesta época entre campeonatos ou há outras motivações?</strong><br />
A escola foi um projecto que criei com amigos meus. Eu nunca tinha ensinado surf, já tinha dado uma aula ou outra mas, estar ali, com os miúdos, ver os sorrisos, empurra-los para as ondas&#8230; São, sem dúvida, momentos únicos e poder dar isso aos miúdos e receber em troca um sorriso é óptimo. Acima de tudo é poder dar mais à minha escola, estar com os meus amigos, fazermos em conjunto uma coisa que adoramos, que é o surf, e poder estar cá e fazer isso é incrível.</p>
<p><strong>Uma final em Jeffreys Bay é um sonho tornado realidade? Havia mais algum sítio onde sonhavas mais ter bons resultados?</strong><br />
Sem dúvida. Eu tinha duas etapas, Peniche e Jeffreys Bay. J-Bay pela onda que é e pelo sítio, que eu adoro. Tinha estado lá 7 dias no ano passado e apaixonei-te pelo sítio. Apanhei ondas incríveis e senti-me em casa. O meu surf encaixava-se lindamente e sentia quase que já tinha surfado aquela onda. Por isso, quando me qualifiquei, J-Bay passou a ser uma etapa que eu queria muito ir e que estava ansioso para que chegasse aquela altura do ano. Felizmente fomos brindados com dias de surf épicos. Até os <em>lay days</em> estavam a dar boas ondas. E depois foi o conjunto de tudo, estava-me a sentir bem, o JS mandou-me pranchas especificamente para lá e a prancha que eu usei era incrível. Tinha o meu pai, o meu tio e o Richard lá. Acima de tudo estava contente e a surfar bem e consegui meter o surf que eu queria em competição.</p>
<p><strong>E Peniche? A expressão criada pelos media, a &#8220;maldição de Peniche&#8221; (que surgiu pelo facto de Tiago Pires nunca ter vencido uma bateria nesta prova como top do CT), nunca passou pela tua cabeça?</strong><br />
Peniche foi incrível. Foram dias incríveis. No primeiro heat, no round 1, nunca tinha sentido algo assim. Eu saí a correr e as pessoas a berrarem, a praia cheia&#8230; fiquei arrepiado dos cabelos aos pés. A força que me deram, tudo, foi brutal. E lá está, na minha cabeça não estava sequer essa maldição de Peniche. Estava focado naquilo que eu queria fazer, que era tirar um resultado e defender a liderança do <em>rookie</em> of the year. E foi isso que fiz, tive heats difíceis, com poucas ondas mas consegui um 9º lugar, o que me deu pontos. Claro que queria mais mas para o ano há novamente a etapa de Peniche e lá estaremos com a força toda.</p>
<div id="attachment_41403" style="width: 1930px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41403" class="size-full wp-image-41403" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/5-JBayOpen_AlanvanGysen-0964.jpg" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/5-JBayOpen_AlanvanGysen-0964.jpg 1920w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/5-JBayOpen_AlanvanGysen-0964-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/5-JBayOpen_AlanvanGysen-0964-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/11/5-JBayOpen_AlanvanGysen-0964-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><p id="caption-attachment-41403" class="wp-caption-text">Frederico Morais a &#8220;esbanjar power&#8221; em Jeffreys Bay &#8211; Photo by Alan Van Gysen / Monster Energy</p></div>
<p><strong>Fizeste um ano praticamente sem erros, pelo menos para quem viu de fora. Houve algum que ficou na tua cabeça?</strong><br />
Houve um erro, ou nem foi um erro, mas acabou por me custar pois neste momento poderia estar ainda mais seguro. Foi o heat com o Julian Wilson no Brasil. O heat foi muito renhido e senti que eu podia ter passado. Caí numa manobra que, se tivesse aterrado, tinha passado sem espinhas. O heat era meu e caindo aí foi mais um 13º. Passando esse heat no mínimo era um 9º que me dava ainda mais vantagem. Foi cedo no ano, mas é uma coisa que posso apontar. Em Bells, nos quartos de final, houve um set em que onda que fui na primeira onda e a segunda era melhor. São aqueles erros que quando saímos da água vamos ver ao <em>heat analyser</em> e que temos que melhorar, faz parte da aprendizagem.</p>
<p><strong>Este ano chegas ao Havai, pela primeira vez desde que corres o circuito, sem precisar de resultados. O que esperas desta temporada?</strong><br />
Espero ter uma boa temporada. Vou descansado mas com objectivos, não vou de férias. Estou focado nos campeonatos que vai haver, Haleiwa e Sunset. E vou tentar cada vez mais ambientar-me à onda em Pipeline. São ondas que eu já conheço há muito tempo mas, como sempre, há algo mais para aprender. Há sempre trabalho para ser feito e eu prefiro ir mais cedo do que tarde. Para ser honesto, eu e o Richard ponderamos faltar a uma das etapas, para estar mais tempo em casa a descansar, mas eu não me sinto cansado. Preferi fazer a temporada toda e estar lá a tempo inteiro, concentrar-me e começar a trabalhar desde mais cedo, espero que resulte e que corra bem.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Frederico Morais at the 2017 EDP Billabong Pro Cascais" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kYodHyowOIo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Frederico Morais e Richard Marsh no Occ-Cast &#124;&#124; 17:06</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2017 05:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Occhilupo]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo &#8220;trabalho&#8221; de Occy na Billabong aparentemente é produzir Podcasts. Nos últimos meses este lendário surfista tem feito os seus &#8220;Occ-Cast&#8221; com grande surfistas e não só. O nosso Frederico Morais teve um fim de ano fora de série e Occy não o deixou escapar, apesar de só ter &#8220;libertado&#8221; o vídeo depois do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo &#8220;trabalho&#8221; de Occy na Billabong aparentemente é produzir Podcasts.<span id="more-37355"></span> Nos últimos meses este lendário surfista tem feito os seus &#8220;Occ-Cast&#8221; com grande surfistas e não só. O nosso Frederico Morais teve um fim de ano fora de série e Occy não o deixou escapar, apesar de só ter &#8220;libertado&#8221; o vídeo depois do mais um resultado impressionante, o 5º lugar em Bells.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Occ-Cast Episode 18 featuring Frederico Morais and Richard &#039;Dog&#039; Marsh | Billabong" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Ur9o6Ue691Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>5 surfistas esquecidos que venceram no WCT &#124; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 08:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas esquecidos que venceram no WCT]]></category>
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		<category><![CDATA[Beau Emerton]]></category>
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					<description><![CDATA[Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto. No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público. Parte 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto.<span id="more-24050"></span> <span id="more-24248"></span>No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-1/" target="_blank">Parte 1</a></p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes | 1997 | </strong><strong>Chiemsee</strong> <strong>Pipe Masters</strong></p>
<p>Num ano em que o circuito chegou ao Havai sem grande emoção, já que Kelly Slater tinha conquistado o seu 5º título mundial duas etapa mais cedo (na Figueira da Foz), o Chiemsee Pipe Masters seria uma etapa sem grande história caso não tivesse acabado com dois finalistas tão surpreendentes. Johnny Boy, “havaiano” descendente de açorianos e transformado em bad boy do North Shore, já tinha vencido provas no Havai mas raramente conseguia a qualificação para o Pipe Masters. Esse ano venceu os trials e tratou de arrasar com os top44, batendo Slater duas vezes e anda Shane Dorian, Kalani Robb, Kaipo Jaquias e Pat O’Connell. Na final encontrou Mike Ho, que tinha vencido a prova 15 anos antes, em 1982. Mike optou por surfar as direitas do backdoor enquanto que Gomes apontou para a esquerdas de Pipe e venceu. O seu reinado como surfista de ondas pesadas acabou uns anos mais tarde quando picos como Teahupoo, entre outros, começaram a dar que falar e sem &#8220;à vontade&#8221; que tinha no Havai começou a perder destaque, até que desapareceu por completo dos line ups do North Shore.</p>
<p><strong>Beau Emerton | 1999 | Billabong Pro (Gold Coast, Austrália)</strong></p>
<p>O australiano Beau Emerton foi apontado desde novo como um dos grandes talentos do seu país e depois de dominar os escalões juniores qualificou-se para o WCT, onde esteve durante 8 temporadas. E, apesar de ter acabado no top16 várias vezes, nunca foi um sério candidato ao título, excepto durante algumas semanas em 1999. Depois de conseguir o seu sexto título mundial Kelly Slater começou a sua “pré-reforma” nesse ano, competindo apenas em alguns eventos, onde se incluía o Billabong Pro. Mas, apesar de ter batido Dave Rastovich no round 2, Slater (na altura namorado de Pamela Anderson) retirou-se do evento por “razões pessoais”. Assim a etapa e o tour ficou um pouco “vazio”, já que o surfista que tinha dominado em 7 das 8 últimas temporadas estava finalmente ausente. E foi Beau que inicialmente preencheu o vazio, batendo Nathan Webster na final. Mas a sua “era” durou pouco e duas etapas depois era o “grom” Taj Burrow quem liderava o circuito mundial, seguido de Mark Occhilupo, que acabou por se sagrar campeão mundial. Por sua vez Beau saiu do WCT, engordou uns valentes quilinhos e aceitou um trabalho na industria, que ocupa até hoje.</p>
<p>(Menção Honrosa)</p>
<p><strong>Richard Marsh | 1992 | Yoplait Reunion Pro (Ilha Reunião)</strong></p>
<p>Poucos se lembram hoje que o treinador de Frederico Morais, e do team Billabong, foi top do WCT e venceu eventos. O seu melhor momento foi no ano em que o circuito fez a transição para WQS e WCT, já que antes desse ano havia apenas um circuito e etapas com menos e mais pontuação. “Dog” teve uma semana iluminada nas esquerdas de Saint Leu, Ilha Reunião, passando por uma lista de &#8220;pesos pesados&#8221; do circuito até chegar à final. O seu heat mais acessível foi no round 3, contra Greg Anderson. Depois bateu Dave Macauley nos oitavos de final, Vetea David nos quartos de final, Kelly Slater nas meias finais e Sunny Garcia na final. Nesta época, de mudança de guarda, a liderança no World Tour de Shane Herring começava a emagrecer enquanto que Slater crescia a cada etapa, acabando por se sagrar campeão mundial uns meses mais tarde. Marsh ainda ficou no tour mais alguns anos e mesmo quando saiu manteve-se na indústria do surf. Hoje em dia é um dos mais respeitados treinadores de surf do mundo.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-1/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 1</a></p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-2/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 2</a></p>
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