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	<title>Pedro Henrique &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>ASCC alcança 4º lugar no World Club Championship em Snapper Rocks</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/ascc-alcanca-4o-lugar-no-world-club-championship-em-snapper-rocks-australia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 22:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[ASCC]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal no top5 mundial...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Associação de Surf da Costa de Caparica (ASCC) </strong>concluiu a sua participação no <strong>World Club Championship</strong>, realizado em Snapper Rocks, Austrália, com um histórico <strong>4º lugar</strong>, entre 40 clubes internacionais, alcançando a melhor classificação de sempre de uma equipa portuguesa e europeia nesta competição.</p>



<p>Este resultado assume particular relevância no contexto do surf nacional, uma vez que, nas duas edições em que participou, a ASCC alcançou sempre classificações de destaque: 5º lugar na edição de estreia e, na edição seguinte, apuramento para a final e 4º lugar, um feito inédito e histórico para o surf português ao nível de clubes. A presença consecutiva no <strong>Top 5 mundial</strong> confirma a consistência e a evolução sustentada do projeto desportivo da <strong>ASCC</strong>.</p>



<p>O campeonato distinguiu-se por um&nbsp;<strong>nível competitivo excecional</strong>, reunindo algumas das mais prestigiadas estruturas de surf do mundo e atletas de referência internacional oriundos da&nbsp;<strong>Austrália, Estados Unidos da América, Havai, Japão, Indonésia, França, Reino Unido, Peru e Nova Zelândia</strong>.</p>



<p>Percurso competitivo da ASCC<br>A <strong>ASCC</strong> iniciou a competição no Round 1, vencendo a bateria com 29,00 pontos, à frente de Byron Bay (AUS), South End (AUS) Maroubra (AUS) e Legian Boardriders (IDN), garantindo o apuramento direto para o Round 3.</p>



<p>No Round 3, a equipa portuguesa voltou a demonstrar consistência e maturidade competitiva (30,80 pts), assegurando a progressão num heat marcado pela forte presença de clubes australianos (Torquay, Yaroomba, Noosa).</p>



<p>Nos quartos-de-final, a <strong>ASCC</strong> alcançou o 2º lugar com 27,30 pontos, apenas superada por Burleigh Heads (AUS), deixando para trás equipas de elevado prestígio internacional como Santa Cruz (USA) e Kirra (AUS), garantindo assim o acesso às meias-finais.</p>



<p>Nas meias-finais, a <strong>ASCC</strong> protagonizou uma das baterias mais disputadas de todo o campeonato, terminando no 2º lugar com 33,73 pontos, apenas a 0,44 pontos do primeiro classificado, Torquay (AUS), superando equipas de referência mundial como Huntington Beach (USA) e Margaret River (AUS).</p>



<p>Na final, disputada entre quatro das mais fortes equipas do evento, a ASCC terminou na 4.ª posição, num heat de elevado nível técnico frente a Torquay (AUS) , San Clemente (USA) &nbsp;e Burleigh Heads (AUS) , encerrando a competição com uma prestação de elevado mérito desportivo.</p>



<p>Um campeonato de referência mundial<br>Para além do percurso competitivo, o <strong>World Club Championship</strong> ficou marcado pela presença de surfistas de classe mundial, entre os quais se destacaram <strong>Mick Fanning, Ricardo Christie, Joel Parkinson, Nat Young, Brett Simpson, Jacob Willcox, Kolohe Andino, Kirra Pinkerton e Patrick Gudauskas</strong>, elevando significativamente o nível técnico da competição.</p>



<p>O evento contou ainda com a participação e presença de lendas do surf mundial, como&nbsp;<strong>Mark Richards, Tom Carroll, Cheyne Horan, Mark Occhilupo, Dean Morrison, Nick Vasicek, Bede Durbidge, Matt Archbold e Jay Phillips</strong>, entre muitos outros, cuja ligação histórica à modalidade tornou este campeonato particularmente especial para atletas, clubes e público.</p>



<p>O papel dos clubes no desenvolvimento do surf<br>O percurso da <strong>ASCC</strong> neste campeonato internacional reforça a importância estrutural dos clubes de surf no desenvolvimento da modalidade, não apenas enquanto entidades competitivas, mas também como pilares da formação, da cultura desportiva e da identidade do surf. Os clubes desempenham um papel determinante na iniciação de atletas, na formação contínua de jovens surfistas e na transmissão de valores como o respeito pelo oceano, o espírito de comunidade, a ética desportiva e o compromisso com a excelência.</p>



<p>Enquanto clube com forte ligação à Costa de Caparica, a<strong>&nbsp;ASCC&nbsp;</strong>tem desenvolvido um trabalho consistente e sustentado, afirmando-se como uma referência nacional na formação de atletas, na promoção da cultura do surf e na competição de alto rendimento, contribuindo de forma decisiva para a projeção do surf português no contexto internacional.</p>



<p>O sucesso alcançado em&nbsp;<strong>Snapper Rocks</strong>&nbsp;reflete, assim, um modelo assente no trabalho de base, na valorização do percurso formativo dos atletas e na consolidação de uma estrutura coletiva forte, capaz de competir ao mais alto nível sem perder a identidade e os valores que caracterizam o surf enquanto modalidade e expressão cultural.</p>



<p>Valorização do surf português<br>A <strong>ASCC</strong> foi representada pelos atletas <strong>Guilherme Ribeiro</strong>, <strong>Pedro Henrique</strong>, <strong>Mafalda Lopes</strong> e <strong>Manuel Pirujinho</strong>, que demonstraram ao longo de toda a competição elevado nível técnico, espírito competitivo e capacidade de adaptação às exigentes condições de <strong>Snapper Rocks</strong>.</p>



<p>A postura institucional, o respeito competitivo e a atitude demonstrada pela equipa portuguesa foram reconhecidos pela organização e pela comunidade local, contribuindo para a valorização da imagem do surf português no contexto internacional.</p>
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		<title>As vitórias portuguesas no circuito QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-vitorias-portuguesas-no-circuito-qs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[Actualização de Abril de 2025....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos portugueses já venceram provas no circuito de qualificação da World Surf League? E se te dissermos que 14 surfistas já venceram provas por Portugal e que não foi nem Tiago Pires, nem Frederico Morais, quem venceu mais?</p>
<p>Fica a conhecer o historial das vitórias lusas no circuito QS:</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> &#8211;<strong> 8 vitórias</strong><br />
Teresa ameaçou vencer provas várias vezes ao longo dos anos, mas foi em <strong>2021</strong>, no Estrella Galicia Caparica Surf Fest, que finalmente triunfou. Desde aí a surfista de Cascais venceu mais sete vezes, triunfando também nos Açores, Israel, França, Espanha e mais importante que todas as outras etapas, ganhou a prova Challenger Series em Sydney, Austrália, o MWM Sydney Surf Pro.</p>
<p><strong>Justin Mujica – 6 vitórias</strong><br />
Apesar de não ter nascido (nem crescido) em Portugal, Justin recebeu a nacionalidade portuguesa ao fim de alguns anos no nosso país e representou-nos bem em várias provas de 1 estrela realizadas na Europa. A primeira foi nos &#8220;Beach Games&#8221; na Praia Grande em <strong>2001</strong>, enquanto que em <strong>2002</strong> venceu em<strong> Tápia</strong>, Espanha, e em<strong> 2003</strong> em Tenerife, Canárias. Em <strong>2004</strong> venceu duas provas, em Tápia e na Praia do Amado, Portugal. Em <strong>2006</strong> venceu pela última vez, novamente em Tenerife, sendo a sua única vitória numa etapa de 2 estrelas. Pelo meio Mujica conquistou um título que sempre iludiu os surfistas portuguesas, o de campeão da EPSA, numa época em que o circuito Europeu já se tinha fundido com a ASP.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins – 5 vitórias</strong><br />
A surfista algarvia apostou forte no circuito QS em <strong>2019</strong>, tendo participado em 12 etapas e vencido uma, o Roxy Open, realizado em Inglaterra, tornando-se na segunda surfista portuguesa a vencer uma prova deste circuito. Três anos depois, em <strong>2022</strong>, venceu no mesmo local o Animal/Boardmasters Pro, em Fistral Beach e duas semanas depois repetiu a dose, vencendo o QS 3.000, Rip Curl Pro Anglet. Entretanto voltou ao topo do podium em Marrocos e Fistral.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 5 vitórias</strong><br />
Quando venceu o Gaia Shopping Buondi Pro, prova de 3 estrelas realizada em Vila nova de Gaia em <strong>2000</strong>, Saca tornou-se no primeiro português numa final, e o primeiro a vencer. Dois anos depois garantiu a primeira vitória portuguesa fora da Europa, no Irago Billabong Pro, Japão, em <strong>2002</strong> (5 estrelas). Seguiram-se duas vitórias consecutivas no Buondi Ericeira Pro em<strong> 2005</strong> (6 estrelas) e<strong> 2006</strong> (5 estrelas). Seis anos depois conquistou a sua última vitória, mais uma etapa de 6 estrelas, desta vez em Lanzarote, Canárias, em <strong>2012</strong>. Além disso Tiago fez história com a primeira final no Havai, quando terminou em 2º lugar na prova de Sunset, e mais várias dezenas de resultados incríveis no Championship Tour, outras provas QS e até <em>special events</em>.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 4 vitórias</strong><br />
O único português a fazer uma final no Championship Tour e quatro finais QS no Havai, Frederico Morais, até ao início de 2019 tinha apenas uma vitória no QS a seu nome, o Martinique Surf Pro (QS 3.000) de <strong>2016</strong>. O resultado parece ter feito muito pela confiança deste surfista que no final desse ano conseguia a qualificação para o CT. Em <strong>2019</strong> facturou a etapa de 3.000 pontos de Santa Cruz, a etapa de 6.000 nos Açores e a etapa de 10.000 em Haleiwa, o que lhe permitiu vencer o circuito e conquistar mais um título inédito, o de campeão do circuito QS.</p>
<p><strong>Francisca Veselko – 3 vitórias<br />
</strong>Depois de, com apenas 19 anos, Francisca Veselko se ter qualificado para a sua primeira final QS, o Caraïbos Lacanau Pro, e vencer esta prova QS 1.000, a surfista de Carcavelos repetiu a dose em <strong>2025</strong>, vencendo o Pro Taghazout Bay, de 3.000 pontos, e o Caparica Surf Fest, de 1.000 pontos, garantindo mais uma vez a sua presença nas proavas Challenger Series.</p>
<p><strong>Ruben Gonzalez – 3 vitórias</strong><br />
Com o passar dos anos vamos esquecendo os feitos de grandes surfistas como Ruben Gonzalez. Já perdemos conta do número de vitórias na Liga MEO mas no circuito de qualificação Ruben venceu por três vezes, mostrando que também estava entre os melhores da Europa. As suas vitórias aconteceram em provas de 1 estrela, os “Beach Games” em Moledo (<strong>2003</strong>), o Buondi Caparica Pro em <strong>2004</strong> e o Goanna Pro de Tápia em <strong>2006</strong>.</p>
<p><strong>Mafalda Lopes &#8211; 2 vitórias<br />
</strong>A surfista da Caparica venceu em <strong>2023</strong> em casa, repetindo o resultado no mítico Lacanau Pro em <strong>2024</strong>, e tem potencial de aumentar bastante este número no futuro.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Carolina Mendes – 2 vitórias</strong><br />
Carol conseguiu a nacionalidade portuguesa antes do seu irmão Pedro, e aos poucos foi fazendo um percurso de mérito inegável. Entre outros grandes resultados conseguiu a primeira vitória no circuito QS no Pro Zarautz (QS 1.500) de <strong>2017</strong> por Portugal e em <strong>2021</strong> repetiu a dose, ao vencer o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro (QS 1.000).</p>
<p><strong>Pedro Henrique – 2 vitórias</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior venceu duas etapas por Portugal e uma ainda com a nacionalidade brasileira. Em <strong>2015</strong> venceu o Quiksilver Pro Casablanca, em Marrocos, e em <strong>2016</strong> venceu o Seat Pro Netanya, em Israel, ambas etapas QS 1.500.</p>
<p><strong>Afonso Antunes &#8211;</strong> <strong>1 vitória<br />
</strong>Afonso estreou-se nas vitórias em 31 de Agosto de <strong>2024</strong>, uma prova de 3.000 pontos realizado em Pantin, um local onde o seu pai tirou inúmeros resultados expressivos na época do circuito Europeu Profissional (EPSA)</p>
<p><strong>Guilherme Ribeiro – 1 vitória<br />
</strong>Apesar de nunca ter chegado às fases finais de uma prova QS antes, Guilherme Ribeiro quebrou o bloqueio em Lacanau e com apenas 20 anos venceu o Caraïbos Lacanau Pro, fazendo uma &#8220;dobradinha lusa&#8221; com Francisca Veselko.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> &#8211;<strong> 1 vitória</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior mostrou potencial de vencer várias vezes mas a contar para o ranking só se estreou no primeiro lugar em<strong> 2021</strong>, quando dominou o Estrella Galicia Santa Cruz Pro presented by Noah Surf House (QS 3.000), vencendo assim o título europeu e garantindo a qualificação para as provas Challenger Series mais tarde no ano.</p>
<p><strong>José Gregório – 1 vitória</strong><br />
Gregório era um dos grandes nomes do circuito EPSA e continuou o seu percurso quando o mesmo passou a ser realizado em provas do circuito QS. Quando venceu Shopping Buondi Pro (1 estrela) em <strong>2001</strong>, um ano depois de Tiago Pires ter vencido a prova, tornou-se no segundo português a triunfar nesse circuito.</p>
<p><strong>By the numbers:</strong><br />
&#8211; <strong>Teresa Bonvalot</strong> é neste momento quem mais provas QS venceu por Portugal, um feito que poderá demorar décadas a ser superado;<br />
&#8211; <strong>Tiago Pires</strong> foi o primeiro a vencer por Portugal, o primeiro a vencer fora de Portugal e o primeiro a vencer na Ásia;<br />
&#8211; <strong>Frederico Morais</strong> e Teresa Bonvalot foram quem venceu mais etapas num só ano, 3 provas;<br />
&#8211; <strong>Marlon Lipke</strong> e <strong>Pedro Henrique</strong> venceram provas QS mas na altura ainda não representavam Portugal, nacionalidade que adoptaram mais tarde;<br />
&#8211; Tanto Tiago Pires como Frederico Morais já lideraram o circuito QS, o primeiro durante uns meses em 2007 e o segundo em Novembro de 2019 até ao fim do ano, sagrando-se campeão do circuito de qualificação;<br />
&#8211; Neste momento 14 surfistas portugueses diferentes já venceram neste circuito, totalizando 44 vitórias;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>Forte prestação portuguesa no campeonato mais gelado do ano, o Alaia Bay Winter Open 2021</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/forte-prestacao-portuguesa-no-campeonato-mais-gelado-do-ano-o-alaia-bay-winter-open-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 10:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Special Events]]></category>
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		<category><![CDATA[Alaia Bay Open]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro campeonato de surf nos Alpes Suíços... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suíça está longe de ser um destino de surf, apesar de ter uma forte &#8220;surf culture&#8221;. No entanto hoje em dia já se pode visitar o país mais neutro do mundo para surfar <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/landlocked/" target="_blank" rel="noopener">sem ser em lagos</a>.</p>
<p>Alaia Bay é o nome do melhor surf spot dos Alpes Suíços, uma piscina de ondas geladas com tecnologia WaveGarden. Para dinamizar esta piscina realizou-se um campeonato no início deste mês, que oferecia cerca de 75k entre prize money e prémios, uma premiação bem justa, especialmente tendo em conta que a temperatura da água rondava dos dois graus centígrados.</p>
<p>Em prova tiveram vários portugueses como <strong>Marlon Lipke</strong>, <strong>Martim Fortes</strong>, Pedro Henrique, Jaime Veselko, Francisco Santos e Francisco Ordonhas, que competiram em categorias diferentes contra surfistas de todo o mundo e obtiveram resultados muito variados.</p>
<p>Os destaques, entre os portugueses, vão para <strong>Jaime Veselko</strong> e Pedro Henrique, que venceram as categorias de Kids e Men, respectivamente. No caso do mais novo, Jaime, foi uma das prestações mais dominantes do evento, com uma nota de 9 pontos no round 1, 8.5 + 9.1 no round 2 e uma média de 15.66 na final, para vencer com larga vantagem, deixando Alejo Valido em segundo, <strong>Francisco Santos</strong> em terceiro e <span class="MuiTypography-root MuiTypography-subtitle3 css-co8b3">Kamiel Deraeve</span> em quarto.</p>
<p><strong>Pedro Henrique</strong> também pontuou um par de 8s para vencer destacado, deixando Frankllin Serpa em segundo, Justin Becret em terceiro e Hans <span class="MuiTypography-root MuiTypography-subtitle3 css-co8b3">Odriozola em quarto. Na categoria júnior <strong>Francisco Ordonhas</strong> fez uma prova muito boa, terminando em quarto lugar na final, que foi dominada pelos dois surfistas com mais experiência em ondas da WaveGarden, os irmãos bascos <strong>Kai Odriozola</strong> (1º) e Hans (2º)! Já a categoria feminina foi vencida pela francesa <strong>Maud Le car</strong>, seguida de Nadja Erostarbe, Lucia Martino e Eveline  Hooft.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Highlights from the Alaia Bay Winter Open 2021" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/N5k6lWn0rl4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>29 anos de Campeões Nacionais de Surf em Portugal &#124; Parte 3 – A década de 10</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-3-a-decada-de-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 11:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 10]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Gony Zubizarreta]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Blanco]]></category>
		<category><![CDATA[Os campeoes nacionais de surf]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[10 anos, 5 campeões... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/liga-meo-surf-e-a-melhor-competicao-nacional-na-europa/" target="_blank" rel="noopener">um dos melhores circuitos nacionais de surf a nível mundial</a>, a Liga MEO Surf. Tudo começou nos anos 90 e mesmo com alguns altos e baixos no caminho o circuito passou a ser um degrau a caminho de “voos mais altos” graças à sua grande competitividade. A década de 10 foi completamente dominada pela &#8220;nova&#8221; geração. Fica a conhecer os campeões nacionais dessa época.</p>
<p><strong>2010 – Campeão Nacional – Justin Mujica</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Eduardo Fernandes 3º lugar<br />
11 anos depois de vencer o circuito ANS inaugural Justin Mujica revalidou o seu título. Como Justin não conquistou vários pelo caminho é quase um mistério já que estava acima de todos os outros surfistas de Portugal a nível de performance, excepto Tiago Pires em algumas condições. Este acabaria por ser também o seu último título nacional.</p>
<p><strong>2011 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Ruben Gonzalez 2º lugar, Eduardo Fernandes 3º lugar<br />
O ano de mudança de guarda. Se até aqui surfistas como Vasco e Frederico mordiam os calcanhares da geração anterior, a partir daqui começaram a dominar por completo. Vasco Ribeiro tinha feito 17 anos menos de um mês antes, tornando-se no mais jovem campeão nacional da história do surf português, um feito que permanece até hoje.</p>
<p><strong>2012 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Nicolau Von Rupp 3º lugar<br />
2012 foi o ano de uma das melhores disputadas da década neste circuito. Morais ganhou a primeira e quarta etapas, Vasco a segunda e terceira e foi mais consistente nas outras etapas. Ambos abdicaram da última etapa para competir fora do país, o que garantiu automaticamente o título a Ribeiro, enquanto que Nicolau se juntou ao top3 ao vencer a última etapa.</p>
<p><strong>2013 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Miguel Blanco 2º lugar, Zé Ferreira 3º lugar<br />
Depois de ter disputado o título em 2009, 2010 e 2012, Frederico teve alguma oposição de Vasco no início do ano mas acabou por dominar apesar da derrota prematura na etapa onde é mais forte, Ribeira D’Ilhas. Miguel Blanco foi vice-campeão nacional mas acabou mais de 500 pontos atrás.</p>
<p><strong>2014 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Frederico Morais 2º lugar, Gony Zubizarreta 3º lugar<br />
Mais uma disputa apertada entre os dois grandes nomes da geração dominante. Morais venceu a primeira e a última, Vasco venceu a segunda e terceira e foi segunda em mais uma para garantir o seu terceiro título em quatro anos. Foi um ano histórico para Ribeiro e para o surf português já que o talento de São João do Estoril venceu também o circuito Pro Junior Europeu e sagrou-se campeão mundial júnior.</p>
<p><strong>2015 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Tiago Pires 2º lugar, Vasco Ribeiro 3º lugar<br />
Este foi o ano em que Tiago Pires voltou ao circuito depois de vários anos fora do nacional. Depois de ter vencido a primeira etapa e ficado em segundo na seguinte, colocou-se na disputa mas Kikas duas provas e garantiu o seu segundo título.</p>
<p><strong>2016 – Campeão Nacional – Pedro Henrique </strong><br />
Pedro Henrique tornou-se num de apenas dois surfistas que até ao dia de hoje conseguiram quebrar a hegemonia de Vasco e Frederico, que dominaram os 5 anos anteriores. Um primeiro e dois terceiros lugares foi o suficiente para garantir o merecido título de campeão nacional enquanto que Gony Zubizarreta terminou na frente do ranking e foi campeão da Liga.</p>
<p><strong>2017 – Campeão Nacional – Vasco Ribeiro</strong> – Pedro Henrique 2º lugar, Miguel Blanco 3º lugar<br />
Vasco Ribeiro e Pedro Henrique disputaram taco a taco o título em 2017. Ambos venceram duas etapas e fizeram dois 3ºs para empatar no ranking e Vasco acabar na frente por ter um 5º resultado superior ao de Pedro. Ao vencer Vasco empatou com Ruben Gonzalez, com 4 títulos nacionais.</p>
<p><strong>2018 – Campeão Nacional – Miguel Blanco</strong><br />
Depois de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/scrapbooks/o-percurso-de-miguel-blanco-do-inicio-ao-bicampeonato-nacional/" target="_blank" rel="noopener">quase uma década como top deste circuito</a>, onde foi vice-campeão em 2013, Miguel estreou-se nas vitórias em ondas gigantes em Ribeira D’Ilhas e não olhou mais para trás. Mesmo tendo faltado a uma prova, Miguel conseguiu acabar na frente de todos os outros competidores com nacionalidade portuguesa, garantindo o título enquanto que Gony Zubizarreta terminou na frente do ranking e foi novamente campeão da Liga.</p>
<p><strong>2019 – Campeão Nacional – Miguel Blanco</strong> – Tomás Fernandes 2º lugar, Vasco Ribeiro 3º lugar<br />
Ao fim de duas etapas em 2019 Blanco e Ribeiro estavam empatados na liderança mas foi Tomás Fernandes quem chegou ao último dia de prova da última etapa na liderança. Infelizmente, para ele, o surfista da Ericeira perdeu cedo em Carcavelos e Miguel fez exactamente o que precisava, vencer a prova para vencer o seu segundo título nacional.</p>
<p><strong>2020 – Campeão Nacional – Frederico Morais</strong> – Vasco Ribeiro 2º lugar, Afonso Antunes 3º lugar<br />
O ano de 2020 ficou marcado pelo fato deste circuito ter sido o primeiro a nível mundial a regressar ao ativo depois da primeira vaga da pandemia de Covid-19. Frederico Morais conquistou o tri depois de uma disputa muito competitiva com Vasco Ribeiro e Afonso Antunes. Foi Afonso, o &#8220;<em>new kid on the block</em>&#8220;, quem começou melhor, enquanto que Ribeiro a meio do ano entrou num ritmo incrível, vencendo duas etapas da Liga e uma da WSL consecutivamente. No final o título foi decidido na estratégia entre Kikas e Vasco numa bateria nas meias finais da última prova.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podes ficar a conhecer os campeões dos anos 90 A<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">QUI</a> e da década de 00 <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-2-a-decada-de-00/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Sumol Porto Pro | Vasco Ribeiro - The Winner | Melhores ondas" src="https://player.vimeo.com/video/94856994?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Pedro Henrique &#038; Vasco Ribeiro nas meias finais do Deeply Pro Anglet</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/pedro-henrique-vasco-ribeiro-nas-meias-finais-do-deeply-pro-anglet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 11:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Pro Anglet]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Chambre d'Amour, Anglet, Nouvelle-Aquitaine, França... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo terceiro dia consecutivo o Deeply Pro Anglet avançou cedo e com boas ondas. Este prova que oferece até 1.500 pontos tanto no circuito masculino como feminino é uma das mais antigas do circuito QS e levou a Chambre d&#8217;Amour muitos dos melhores surfistas da Europa e alguns internacionais.</p>
<p>Em prova entre as duas divisões, masculina e feminina, estavam ainda três surfistas a representar Portugal, Francisca Veselko, Vasco Ribeiro e Pedro Henrique. Foi Veselko quem competiu primeiro mas, infelizmente, não conseguiu repetir a forma do dia anterior, quando bateu algumas das melhores surfistas em prova. Francisca tinha como adversária, no último heat dos quartos de final man-on-man, a israelita <span class="athlete-name">Anat Lelior</span>, que conseguiu fazer uma bateria muito forte e eliminou a portuguesa, que acabou num sólido 5º lugar.</p>
<p>Seguiu-se a prova masculina, onde Pedro Henrique abriu com uma onda excelente de 8.17 e não olhou mais para trás. O seu adversário era um dos mais &#8220;perigosos&#8221; do evento, o canário Jonathan Gonzalez, que também fez um heat sólido. Mas quando &#8220;Pedrinho&#8221; fez um back up de 6.27 garantiu-se nas meias finais.</p>
<p>De seguida Andy Criere bateu Tiago Carrique e Vasco Ribeiro defrontou um dos surfistas menos conhecidos das fases finais, <span class="athlete-name">Renan Grainville</span>. O jovem francês conseguiu em Anglet o melhor resultado da sua carreira e, apesar de ter feito alguns heats fortes a caminho desta fase, não esteve à altura do português. Com notas de 6.20 e 8 pontos, Ribeiro deixou Renan a precisar de uma combinação e garantiu um lugar nas meias finais.</p>
<p>Acompanha a evolução desta prova em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mqs/3100/deeply-pro-anglet?roundId=13270" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p><strong>Heats com portugueses</strong><br />
<strong>Meias Finaais</strong><br />
<strong>Heat 1 | </strong><strong><span class="athlete-name">Pedro Henrique</span></strong><span class="athlete-name"> x Andy Criere</span><br />
<strong>Heat 2</strong> | <strong>Vasco Ribeiro</strong> x <span class="athlete-name">Selyann Zouhir</span> ou <span class="athlete-name">Gatien Delahaye</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Yolanda Hopkins vence o Roxy Open</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/yolanda-hopkins-vence-o-roxy-open/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 19:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Quiksilver Open]]></category>
		<category><![CDATA[Roxy Open]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Hopkins]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Henrique &#038; Eduardo Fernandes ficam em 2º e 3º lugares no Quiksilver Open...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao fim mais uma etapa do circuito QS, o Quiksilver &amp; Roxy Open, uma prova com portugueses nas finais.</p>
<p>Na categoria feminina apenas duas surfistas representaram Portugal no Roxy Open, prova que oferecia 1.000 pontos no ranking de qualificação. <strong>Francisca Veselko</strong> surfou bem e terminou em 13º lugar, mas a recém sagrada campeã nacional, Yolanda Hopkins, continuou a avançar. Logo que a prova de Ílhavo terminou, Hopkins seguiu para Inglaterra e aproveitou a confiança do seu título para continuar a fazer grandes resultados.</p>
<p>No dia final de prova Yolanda despachou <strong><span class="athlete-name">Melania Suarez Diaz</span> </strong>nos quartos de final <em>man-on-man</em> e <span class="athlete-name"><strong>Ella Williams</strong> nas meias, para avançar para a segunda final QS da sua vida. Do outro lado da grelha vinha uma jovem surfista que tem conseguido grandes resultados pela Europa, <strong>Rachel Presti</strong>, que tinha eliminado </span><span class="athlete-name"><strong>Ellie Turner</strong> nas meias finais. Na final <strong>Yolanda Hopkins</strong> foi claramente superior a Presti, descartando notas mais altas que as melhores de Rachel, vencendo por quase 4 pontos de vantagem. Esta foi a primeira vitória da carreira desta surfista, e a segunda de sempre de uma surfista portuguesa no circuito QS.<br />
</span></p>
<p>Na categoria masculina ainda havia três surfistas portugueses em prova neste dia. <strong>Eduardo Fernandes</strong> e Pedro Henrique venceram as suas baterias do round de 16 com alguma facilidade enquanto que <strong>Pedro Coelho</strong> era eliminado por <strong>Daiki Tanaka</strong> e <span class="athlete-name">Cristian Portelli</span>, terminando a prova em 9º lugar.</p>
<p>Nos quartos de final Eduardo venceu novamente, eliminando um dos &#8220;carrascos&#8221; de Coelho, <strong><span class="athlete-name">Cristian Portelli</span>,</strong> enquanto que Pedro Henrique batia <strong>Luke Dillon</strong>, que fez uma interferência. Infelizmente Fernandes era derrotado por<strong> <span class="athlete-name">Leon Glatzer</span> </strong>na primeira meia-final, mas &#8220;Pedrinho&#8221; não deixou passar a sua oportunidade para fazer a sua primeira final ao desde 2017 ao derrotar a &#8220;estrelinha&#8221; francesa,<strong> <span class="athlete-name">Justin Becret</span></strong>.</p>
<p><strong>Pedro Henrique</strong> surfou muito na final e esteve perto de fazer uma &#8220;dobradinha&#8221; lusa mas Glatzer foi mais feliz no final da bateria, virando o resultado a seu favor e vencendo assim a sua prova QS da sua carreira. Mesmo assim pode-se dizer que foi um bom campeonato para os portugueses, em especial para Yolanda Hopkins, Pedro Henrique e Eduardo Fernandes, que mostraram estar prontos para conseguir grandes resultados.</p>
<p>O circuito segue agora para França, onde se realiza o Caraibos Lacanau Pro, prova QS masculino e feminino de 1.500 pontos.</p>
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		<title>Pedro Henrique é 5º em Zarautz, Teresa Bonvalot nas meias finais</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/pedro-henrique-e-5o-em-zarautz-teresa-bonvalot-nas-meias-finais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 17:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Cabreiroá Pro Zarautz]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
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					<description><![CDATA[Carol Henrique &#038; Yolanda Hopkins também terminam em 5º lugar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um dia mais pesado, as ondas baixaram e acertaram no Cabreiroá Pro Zarautz Basque Country, prova QS 1.500 realizada em Zarautz, País Basco.</p>
<p>Na categoria masculina ainda havia 4 surfistas lusos em prova e o primeiro na água foi <strong>Francisco Almeida</strong>, que tinha como adversários <span class="athlete-name">Lens Arancibia Avila, <strong>Aboubakar Bouaouda</strong> e Jorgann Couzinet. Almeida surfou bem e passou em segundo lugar no seu heat, empatado com Lens e ligeiramente à frente de Jorgann, que fez uma nota de 7.5 pontos mas, devido a uma interferência terminou em quarto lugar.</span></p>
<p>Na bateria seguinte <strong>Guilherme Fonseca</strong> fez duas boas ondas e acabou com uma média que lhe teriam dado a qualificação em muitas das baterias desta fase. Infelizmente para ele tinha como adversários<strong> Aritz Aranburu</strong> e Jonathan Gonzalez e, por muito pouco, foi eliminado em 3º lugar. Também outro representante do nosso país <strong>Halley Batista</strong>, caiu nesta fase, apesar de ter sido um dos destaques ao longo da prova.</p>
<p>Para terminar a fase <strong>Pedro Henrique</strong> mostrou grande forma e bateu três franceses de alto nível, Nomme Mignot (2º), <span class="athlete-name">Tristan Guilbaud</span> (3º) e <span class="athlete-name">Paul Cesar Distinguin</span> (4º), com notas de 8.73 e 6.27. &#8220;Pedrinho&#8221; tem andado &#8220;desencontrado&#8221; dos resultados que mostrou no passado mas nesta prova mostrou que está de volta ao seu melhor nível. No round 5 venceu novamente, batendo <span class="athlete-name">Mathis Crozon</span>, <span class="athlete-name">Jonathan Gonzalez e Arne Bergwinkl, para avançar para os quartos de final man-on-man. Aí acabou eliminado por um surfista que já tinha batido, <strong>Nomme Mignot</strong>, mas terminou num honroso 5º lugar.</span></p>
<p>Na categoria feminina Teresa Bonvalot apagou a prestação menos importante do dia anterior para avançar para os quartos de final com uma vitória sobre <span class="athlete-name">Ellie Turner</span>, <span class="athlete-name">Vahine Fierro</span><span class="athlete-name"> e Eveline Hooft. Já <strong>Carol Henrique</strong> também surfou muito, vencendo a bateria com a melhor nota da fase, 9 pontos, enquanto que <strong>Yolanda Hopkins</strong> avançou em segundo lugar numa bateria em que <strong>Camilla Kemp</strong> foi eliminada.</span></p>
<p>Na fase seguinte, o round de 16, viu-se um confronto que acontece com grande regularidade na Liga MEO Surf, <strong>Teresa Bonvalot</strong> VS <span class="athlete-name">Yolanda Hopkins</span>. Hopkins é a mais nova das duas e já tem algumas vitórias sobre a surfista de Cascais mas foi Bonvalot que mais uma vez foi bem sucedida e avançou para as meias finais. Também eliminada, terminando em 5º lugar como Yolanda, ficou Carol Henrique, que perdeu numa bateria de notas altas para a israelita <strong><span class="athlete-name">Anat Lelior</span></strong>.</p>
<p>Para o dia final ficam as meias finais masculinas e femininas. Teresa Bonvalot terá como adversária <span class="athlete-name">Leticia Canales Bilbao</span> na primeira meia final da prova feminina. Acompanha e evolução desta prova <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mqs/3010/pro-zarautz" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pedro Henrique fala sobre a actualidade e objectivos &#124; Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/pedro-henrique-fala-sobre-a-actualidade-e-objectivos-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2018 12:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
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					<description><![CDATA[Contam-se pelos dedos das mãos o número de surfistas que vivem na Europa com uma experiência competitiva que se compara à de Pedro Henrique. Campeão mundial Júnior da WSL, top do Championship Tour, Campeão Europeu e nacional e vencedor de várias etapas do QS e da Liga MEO Surf são alguns dos pontos altos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contam-se pelos dedos das mãos o número de surfistas que vivem na Europa com uma experiência competitiva que se compara à de Pedro Henrique. Campeão mundial Júnior da WSL, top do Championship Tour, Campeão Europeu e nacional e vencedor de várias etapas do QS e da Liga MEO Surf são alguns dos pontos altos da sua carreira e neste momento o residente de Cascais está na disputa por mais um título importante, o de campeão nacional de 2018. A ONFIRE quis saber um pouco mais sobre a actualidade de Pedro Henrique&#8230;</p>
<p><strong>Estás na disputa pelo título nacional, sabes o que precisas para te sagrares campeão?</strong><br />
Não sei bem que resultados são necessários para o título. Nem os meus, nem dos que disputam.</p>
<p><strong>Este ano poderá haver novamente uma separação entre campeão da Liga e campeão nacional. O que achas desta divisão? Achas que o título poderá perder impacto com esta divisão?</strong><br />
Mais uma vez o Gony (Zubizarreta) mostrou ser um dos melhores surfistas da Liga e provavelmente será campeão. (Sobre a divisão) é uma discussão complicada e não tenho opinião sobre.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-46351 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMeo_Guincho_Dia3_Acção_PHenrique-2.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMeo_Guincho_Dia3_Acção_PHenrique-2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMeo_Guincho_Dia3_Acção_PHenrique-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMeo_Guincho_Dia3_Acção_PHenrique-2-642x428.jpg 642w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>O que achas do nível do surf em Portugal actualmente em comparação com o do tempo em que chegaste?</strong><br />
Acredito que o nível está muito bom, com a chegada de novos surfistas a liga, principalmente surfistas de nível internacional como Kiron Jabour entre outros. Acho importante que tenha nível forte ou os surfistas nacionais não teriam real missão do próprio nível. Uma nota 8 na Liga muitas vezes não passa de um 6 no mundial. Claro que é para alguns surfistas! Hehe</p>
<p><strong>Como avalias a tua prestação no circuito até este momento?</strong><br />
Tenho gostado muito das mudanças no meu surf e do nível que estou alcançando. Não vejo os meus resultados e notas na Liga como parâmetro para meu desenvolvimento e evolução ou mesmo algo que classifique meus valores. Infelizmente não dá para levar a sério.</p>
<p><strong>Como se enquadra esta disputa nas tuas prioridades actuais?</strong><br />
Como sempre respondo a esses tipos de pergunta, participo de todos eventos que entro com 100% da minha dedicação e foco. Não será diferente. Mas o ranking não é nesse momento uma das minhas prioridades.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-46352" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/20180506_0850.jpg" alt="" width="1140" height="760" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/20180506_0850.jpg 1140w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/20180506_0850-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/20180506_0850-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/20180506_0850-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
<p><strong>Nos últimos tempos a tua presença no circuito QS diminuiu bastante, a que se deveu?</strong><br />
Tive uma lesão no tornozelo esquerdo em dezembro do ano passado e infelizmente só voltei a competir na etapa de Santa Cruz. Mas sigo focado para próxima perna do ano.</p>
<p><strong>Como tem sido a tua procura por patrocínios ao longo dos anos?</strong><br />
Não tenho abertura no mercado português por ser luso-brasileiro. Há claramente um preconceito sobre essa questão independente dos resultados alcançados por nossa pátria junto à selecção portuguesa. Infelizmente uma realidade e tenho que buscar recursos fora do país.</p>
<p><strong>Como tem sido competir nas provas de selecções por Portugal em comparação a competir pelo Brasil?</strong><br />
Nunca competi pela selecção do Brasil. Adoro o clima da seleção e o carinho que recebo dentro da equipa. Sinto muito orgulho de poder representar e fazer parte da selecção.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-46353 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMoche_Porto_Dia2_PHenrique-2.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMoche_Porto_Dia2_PHenrique-2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMoche_Porto_Dia2_PHenrique-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/08/LMoche_Porto_Dia2_PHenrique-2-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><strong>De um modo geral como consideras que está a correr o teu ano?</strong><br />
Muito bem, tive dificuldades e já ultrapassei, tenho conseguido voltar ao meu ritmo e forma anteriores e tenho optimismo para as próximas etapas.</p>
<p><strong>Quais são os teus objectivos neste momento?</strong><br />
voltar a subir no ranking QS e trazer a vitória do Japão para a selecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pedro Henrique e Camilla Kemp vencem Bom Petisco Cascais Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/pedro-henrique-e-camilla-kemp-vencem-bom-petisco-cascais-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2017 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Petisco Cascais Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Kemp]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
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					<description><![CDATA[Liga MEO Surf 2017 chega ao fim...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o último dia estava reservada a disputa final pelo título da Liga MEO Surf, que acabou nas mãos de Vasco Ribeiro. As ondas tinham cerca de um metro estavam bastante afectadas pelo vento, mas os fundos do pico escolhido pela organização estavam bastante bons e quase compensaram as más condições.</p>
<p>O dia de prova começou<a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/disputa-pelo-titulo-reduzida-a-3-surfistas-no-bom-petisco-cascais-pro-dia-1/" target="_blank"> como o primeiro</a>, com uma vitória muito confortável de Miguel Blanco no round de 16, enquanto que <strong>Justin Mujica</strong> passou em segundo lugar. Infelizmente para Miguel, logo no heat seguinte, quando Vasco Ribeiro venceu, com<strong> João Kopke</strong> em segundo, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-vence-liga-meo-surf-2017/" target="_blank">as suas hipóteses de chegar ao título desapareceram</a>.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-20172.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40096" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-20172.jpg" alt="Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-2017" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-20172.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-20172-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Pedro-Henrique-vence-Bom-Petisco-Cascais-Pro-20172-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Entretanto Pedro Henrique deu a si próprio a hipótese de se manter na luta, ao vencer o seu heat, que teve <strong>Filipe Jervis</strong> em segundo lugar. Por sua vez <strong>Kiron Jabour</strong> fez o melhor surf do campeonato na última bateria da fase, com duas das três melhores notas de toda a prova num só heat. A surpresa da bateria foi a qualificação de <strong>&#8220;Neco&#8221; Pyrrait</strong> para a fase seguinte, pela primeira vez na sua carreira.</p>
<p>Os quartos de final tiveram poucas surpresas pois Miguel Blanco bateu João Kopke, <strong>Vasco Ribeiro</strong> eliminou Justin Mujica (<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-vence-liga-meo-surf-2017/" target="_blank">e garantiu o título</a>), Pedro Henrique despachou Pyrrait e Kiron Jabour superou Filipe Jervis.</p>
<p>Vasco Ribeiro e <strong>Miguel Blanco</strong> fizeram um heat muito disputado nas meias finais e na última onda o recém sagrado (tetra) campeão da Liga quase virou o heat, mas acabou por fazer menos 0.45 pontos do que precisava e foi Blanco quem avançou para a sua terceira final consecutiva.</p>
<p>No heat seguinte Pedro Henrique, com muito surf e alguma estratégia, conseguiu parar o perigoso Kiron Jabour, que não foi à final mas deixou claro que será um forte candidato no próximo ano.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Camilla-Kemp1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-40092 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Camilla-Kemp1.jpg" alt="Camilla-Kemp" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Camilla-Kemp1.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Camilla-Kemp1-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/09/Camilla-Kemp1-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Antes da final masculina<strong> Afonso Antunes </strong>provou que há razão para todo o<em> hype</em> de volta do seu nome não é sem razão e venceu a final do MOCHE Groms Cup, com Guilherme Ribeiro apenas atrás. A final feminina foi dominada mais uma vez por<strong> Camilla Kemp</strong>, que bateu Mafalda Lopes num heat de notas baixas em condições difíceis.</p>
<p>Miguel Blanco e <strong>Pedro Henrique</strong> fizeram mais uma grande disputa mas não foi desta que o surfista de S. Pedro do Estoril, Blanco, se estreou nas vitórias. Pedro Henrique estava com um <em>backside</em> muito <em>sharp</em> e conseguiu aproveitar bem as ondas que apanhou, deixando nos minutos finais Miguel com prioridade e uma nota excelente para fazer, algo que não aconteceu! E assim acabou mais um grande ano de Liga MEO Surf, um circuito nacional que está entre os melhores do planeta!</p>
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