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	<title>João Guedes &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>A temporada em que a Papôa foi o principal big wave spot de Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/a-temporada-em-que-a-papoa-em-peniche-foi-o-principal-big-wave-spot-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 12:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Big waves em Peniche...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal não tem um longo historial no que toca a surf em ondas grandes. Durante muitos os anos, big waves eram os dias grandes surfados em picos como Coxos, no seu limite. Havia algumas pérolas perdidas pela costa, como as &#8220;Montanhas&#8221; em Vila Nova de Mil Fontes, mas nada que fosse surfado com regularidade. Depois apareceu a Madeira, que rápido ganhou a alcunha de Havaí da Europa, sendo ainda realizado o campeonato mundial de ondas grandes da ISA, um par de Billabong Challenges e mais alguns special events.</p>



<p>Depois apareceu o tow in em força, e rapidamente se percebeu que a Praia do Norte, na Nazaré, não só era um dos melhores e mais perigosos picos de ondas grandes do país, como do mundo. Aos poucos o mundo também foi reparando e Portugal entrou no mapa dos Big Wave Spots como o maior destaque. Até hoje.</p>



<p>Mas houve um inverno em que houve questões burocráticas e de segurança à saída do porto da Nazaré, e durante algum tempo praticamente ninguém pôde surfar. E com muita &#8220;fome&#8221; para surfar ondas maiores, outros picos ganharam visibilidade. Foi o caso da Papôa, em Peniche, que durante algum tempo foi frequentado pelos mais atirados de Portugal e alguns internacionais. Tempos mais tarde a Praia do Norte voltou a ser surfada e este spot de Peniche caiu no esquecimento, ficando como registo apenas alguns vídeos&#8230;</p>
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		<title>Uma sessão de aéreos entre heats na Ericeira</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/uma-sessao-de-aereos-entre-heats-na-ericeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 19:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ericeira]]></category>
		<category><![CDATA[Jackson Bunch]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
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					<description><![CDATA[Airs e carves...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Enquanto o EDP Vissla Ericeira Pro ia avançando, os competidores do evento iam-se espalhando. Surfistas como Jackson Bunch, Joel Vaughan, Vahine Fierro, e os nossos João Guedes e Camilla Kemp aproveitaram muito bem, protagonizando mais uma sessão de luxo&#8230;</p>
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		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-recordistas-de-titulos-nacionais-de-surf-masculino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
		<category><![CDATA[Guga Gouveia]]></category>
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		<category><![CDATA[Os campeoes nacionais de surf]]></category>
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		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>Maxime, Guedes e Orlando &#8220;exploram&#8221; a Madeira</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/maxime-guedes-e-orlando-exploram-a-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 23:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Maxime Huscenot]]></category>
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					<description><![CDATA[Island time...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A primeira vez que Maxime Huscenot surfou na  Madeira foi há 13 anos e de imediato ficou fascinado com esta ilha. Desta vez o surfista da Ilha Reunião voltou com o seu companheiro de equipa, João Guedes, e juntou-se à lenda local Orlando Pereira e outros nomes notáveis do &#8220;Havaí Português&#8221;, aproveitando tudo o que a Madeira tem para oferecer&#8230;</p>
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		<title>IGNews #1 – Uma compilação de notícias recentes do instagram</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/ignews-1-uma-compilacao-de-noticias-recentes-do-instagram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 11:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Elkerton]]></category>
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		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Guedes, Elkerton, Lipke, Mamiya, Ribeiro, Mendes (x2), Weston-Webb  e Ibelli...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Haverá um modo mais fácil e rápido de comunicar que via instagram? Esta plataforma tem sido o principal meio de comunicação da comunidade surfista, que regularmente partilha todo o tipo de novidades interessantes do seu dia a dia.</p>
<p>Fica com a mais recente compilação de IGNews&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Guedes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/joaoguedessurfs/" target="_blank" rel="noopener">@joaoguedessurf</a>) falou hoje que <a href="https://www.instagram.com/p/CLaCzxgMk72/" target="_blank" rel="noopener">foi operado a uma hérnia</a>, algo que já o incomodava há anos. A recuperação vai demorar alguns meses mas o ex-campeão nacional mostrou-se em bom espírito. #goguedes</p>
<p><strong>Gary Elkerton</strong> (<a href="https://www.instagram.com/garykongelkerton/" target="_blank" rel="noopener">@garykongelkrton</a>), um surfista que foi por <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">3x vice-campeão mundial da ASP</a> (actual WSL), partilhou os seus “<a href="https://www.instagram.com/p/CLXyw2kHzt4/" target="_blank" rel="noopener">5 centavos</a>” sobre a atual situação do Championship Tour. “<em>Eu acho que se estivesse à frente da WSL faria todos os eventos nas ilhas Mentawai, colocando todos os australianos e distribuindo-os em 3 barcos e o mesmo com os outros países. Fazia lá os 10 eventos e eu ficava como diretor de prova.</em>”- Esta sugestão utópica gerou muito <em>engagement</em> com os grandes nomes da sua geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novos patrocínios, despedimentos e renovações</strong></p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> (<a href="https://www.instagram.com/vascoribeiro/" target="_blank" rel="noopener">@vascoribeiro</a>) acabou de se juntar ao<a href="https://www.instagram.com/p/CLXf4eQBvsZ/" target="_blank" rel="noopener"> clube de futebol Estoril Praia</a>, enquanto <strong>Carolina Mendes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/caroliinamendess/" target="_blank" rel="noopener">@caroliinamendes</a>), que já fazia parte do clube há um ano, <a href="https://www.instagram.com/p/CLaBxKjsMZf/" target="_blank" rel="noopener">renovou</a>.</p>
<p><strong>Marlon Lipke</strong> (<a href="https://www.instagram.com/marlonlipke/" target="_blank" rel="noopener">@marlonlipke</a>) anunciou que se <a href="https://www.instagram.com/p/CLTrJ-FFY6N/" target="_blank" rel="noopener">juntou ao team SurfLink</a>, enquanto que a Silberofeil Energy Drink passou a ocupar o bico da sua prancha e a RVCA, que o patrocinava desde 2017, deixou de ser o seu patrocinador.</p>
<p>Entretanto o super talentoso havaiano <strong>Barron Mamiya</strong> (<a href="https://www.instagram.com/barronmamiya/" target="_blank" rel="noopener">@barronmamiya</a>) acabou de <a href="https://www.instagram.com/p/CLVoeNmBdnE/" target="_blank" rel="noopener">fortalecer a equipa da Sharp Eye </a>Surfboards com a sua presença.</p>
<p><strong>Jesse Mendes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/jesse_mendes/" target="_blank" rel="noopener">@jesse_mendes</a>), que se encontrava há mais de um ano sem patrocínio, tem colocado <a href="https://www.instagram.com/p/CLaEph_pEqn/" target="_blank" rel="noopener">vídeos a surfar com o autocolante da Body Glove</a>. À primeira vista podia pensar-se que estaria a usar pranchas da sua noiva, a top do Championship tour <strong>Tatiana Weston-Webb</strong> (<a href="https://www.instagram.com/tatiwest/" target="_blank" rel="noopener">@tatiwest</a>), mas a partir do momento que começou a <em>taggar</em> a marca podemos especular que é oficial que integrou na equipa.</p>
<p>Mas se houve uma novidade que deu que falar, foi o post de <strong>Caio Ibelli</strong> (<a href="https://www.instagram.com/caioibelli/" target="_blank" rel="noopener">@caioibelli</a>) sobre o seu <a href="https://www.instagram.com/p/CLNIkTXHOIj/" target="_blank" rel="noopener">despedimento da Oakley</a>. O top do CT comentou o seguinte: “<em>6 anos atrás entrei para o time da @oakleysurfing , foram muitas trips e sonhos conquistados juntos como de Campeão mundial pro Júnior ,campeão brasileiro Júnior , campeao WQS , rookie of the year&#8230; Foi muito dinheiro investido me preparando para chegar onde estou hoje, na elite do surf mundial. Tenho muita gratidão por tudo que eles fizeram por mim mas não consigo entender as coisas, juro! . Hoje estou na elite, sem patrocinador principal e perdi mais um co patrocínio! Mas é isso vamos no amor , e valorizar quem esta do nosso lado! @oakleybr @oakley</em>”. O post tornou-se viral, com muito apoio para Ibelli e algum debate sobre o patrocínio de atletas VS <em>influencers</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/ignews/" target="_blank" rel="noopener">IGNews </a>em breve&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Descobre o que os melhores surfistas portugueses fazem em “quarentena” &#124; Parte 2</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/descobre-o-que-os-melhores-surfistas-portugueses-fazem-em-quarentena-parte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 14:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Kemp]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Surfistas portugueses em quarenta]]></category>
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					<description><![CDATA[Camilla, João, Carol, Francisco e Mafalda... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <em>line ups</em> portugueses têm estado tão vazios como estiveram antes dos primeiros praticantes de surf terem aparecido no nosso país. Apesar de algumas pessoas estarem a “furar” a interdição e, contra todas as indicações, civismo e bom senso, continuarem a surfar, a esmagadora maioria dos portugueses está a cumprir a sua parte, que é algo tão simples como ficar em casa e aguardar algum tempo para voltar à água. A ONFIRE falou com alguns dos melhores surfistas do país para saber como têm sido os seus dias de quarentena…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Camilla Kemp</strong><br />
Tenho-me focado mais na minha condição física, corrido, feito yoga e ginástica natural. Normalmente não temos muito tempo em casa durante a época competitiva. Acho que temos de aproveitar da melhor maneira este período difícil, passar tempo com a família e tratar de coisas que normalmente não temos tempo.</p>
<p>https://youtu.be/qayKa0XQKNg</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Guedes</strong><br />
Tenho passado estes dias a adiantar e a pegar em coisas que tinha pendentes, tanto a nível profissional como pessoal, para além de que nunca faltam coisas para fazer numa casa. Tenho feito os meus treinos físicos via skype com o meu preparador físico, Duarte Bairrada, para além de sessões de alongamentos diárias já habituais. Confesso que tenho estado até bastante mais activo do que estava à espera, e coisas para fazer não tem parado de aparecer. Vou falando com a família e amigos não só para saber como estão todos como também para fazer companhia a quem está em casa mais sozinho. Esperemos que tudo isto passe rápido e que em breve estejamos todos nas nossas rotinas habituais.</p>
<p><iframe title="RUN FROM THE CITY TO SUPERTUBOS" src="https://player.vimeo.com/video/366564632?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carol Henrique</strong><br />
tem sido bem difícil estar longe do mar. Tenho estado a ler, ver filmes de surf, tentando me ocupar dá melhor maneira, mantendo meu condicionamento físico com corridas, respirações e alguns exercícios possíveis em casa. Espero que logo as coisas melhorem e que tudo volte ao normal.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=npQyBQmNKzQ</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Francisco Alves</strong><br />
O meu dia agora tem sido bastante simples, aproveito sempre o dia para fazer um treininho físico, com o Pause Studio. Aproveito para jogar um bocadinho de play station e estudar, estou a acabar agora a faculdade. E aproveito para ter boas ideias para fazer uns vídeos engraçados, estar com a namorada e o meu filhote.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/B9OtKxvlAQe/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mafalda Lopes</strong><br />
Nestes dias tenho tido uma rotina que passa por acordar e fazer uma ativação, depois como o pequeno-almoço e faço um treino de mobilidade e mais à tarde faço um treino físico. Tenho também visto filmagens minhas de surf para fazer um vídeo e aproveitei para limpar as minhas pranchas e vender algumas delas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais sobre este tema brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>28 anos de Campeões Nacionais de Surf em Portugal &#124; Parte 2 – A década de 00</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-2-a-decada-de-00/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 03:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 00]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
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					<description><![CDATA[10 anos, 6 campeões...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/liga-meo-surf-e-a-melhor-competicao-nacional-na-europa/" target="_blank" rel="noopener">um dos melhores circuitos nacionais de surf a nível mundial</a>, a Liga MEO Surf. Tudo começou nos anos 90 e mesmo com alguns altos e baixos no caminho o circuito passou a ser um degrau a caminho de &#8220;voos mais altos&#8221; graças à sua grande competitividade. A década de 00 foi de consolidação para uns e passagem de guarda para outros. Fica a conhecer os campeões nacionais dessa época.</p>
<p>A década de 00</p>
<p><strong>2000 – Campeão Nacional – Paulo do Bairro</strong> – José Gregório 2º lugar<br />
Paulo do Bairro esteve no top16 do circuito praticamente todos os anos desde que este foi criado, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">em 1992</a>, mas as vitórias na década anterior eram difíceis de obter por mais factores para além do nível técnico. A partir do ano 2000 a ANS tomou conta do circuito e novos vencedores, como Paulo do Bairro, começaram a aparecer. Esta disputa foi até ao último heat da última etapa, em Ribeira D&#8217;Ilhas, e Paulo acabou na frente do seu amigo próximo e grande rival nessa temporada, José Gregório, garantindo o  título como recompensa de todo o seu esforço e dedicação.</p>
<p><strong>2001 – Campeão Nacional – Guga Gouveia</strong><br />
Gustavo “Guga” Gouveia nasceu e cresceu no Brasil, onde o surf estava muito mais desenvolvido, emigrando para o nosso país ainda muito jovem. Por questões burocráticas foi obrigado a ficar vários anos a competir apenas a nível regional, até estar apto para competir no circuito nacional. A sua falta de competitividade foi sempre visível desde cedo mas o seu talento acabou por compensar e em 2001 levou o título. Esta foi a vitória de um surfista “estrangeiro” mais celebrada pelos seus companheiros de circuito, que nem sempre aceitaram bem as derrotas para quem vinha de fora.</p>
<p><strong>2002 – Campeão Nacional – Tiago Pires</strong> – José Gregório 2º lugar , João Antunes 3º lugar<br />
Depois de vários anos com algum sucesso, o circuito da ANS entrou em queda e apenas conseguiu assegurar duas etapas. Tiago Pires já era destaque no QS mas arranjou tempo para competir (e vencer) em ambas, num ano em que conseguiu também a primeira vitória portuguesa numa prova 5 estrelas (Irago Billabong Pro, no Japão). Este acabaria por ser o seu único título de campeão nacional fora das categorias júniores mas ficou longe de ser o maior triunfo da sua carreira.</p>
<p><strong>2003 – Campeão Nacional – José Gregório</strong> – Ruben Gonzalez 2º lugar , Paulo do Bairro 3º lugar<br />
Tirando o título do ano de 1998, que <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">acabou por ser atribuído a João Antunes</a>, sempre que Gregório ganhou foi com larga vantagem. Neste ano fez quase todas as finais, com vários segundos e um primeiro lugar para acabar com uma vantagem de quase 1.000 pontos para Ruben Gonzalez.</p>
<p><strong>2004 – Campeão Nacional – Ruben Gonzalez</strong> – Justin Mujica 2º lugar , João Antunes 3º lugar<br />
Ruben já era reconhecido como um dos maiores talentos de sempre do nosso país mas até aqui só tinha vencido duas etapas, em 1997 e 2003. Em 2004 encontrou o seu ritmo competitivo e iniciou uma campanha competitiva que só foi igualada em termos de número de títulos recentemente.</p>
<p><strong>2005 – Campeão Nacional – Ruben Gonzalez</strong> – João Antunes 2º lugar, José Gregório 3º lugar<br />
Desta vez Ruben não venceu nenhuma etapa mas foi extremamente consistente, fazendo muitas finais. Tiago Pires teria sido o <em>spoiler</em> se tivesse participado em mais uma prova já que venceu as três últimas etapas e ficou em segundo em outra. No entanto, contabilizando os 5 melhores, Gonzalez venceu novamente, com Antunes em segundo e Gregório em terceiro.</p>
<p><strong>2006 – Campeão Nacional – Ruben Gonzalez</strong> – João Antunes 2º lugar , José Gregório 3º lugar<br />
A disputa pelo título foi ainda mais apertada com João Antunes e José Gregório mas, ao vencer, Ruben tornou-se no único surfista até agora a vencer o circuito nacional por três anos consecutivos.</p>
<p><strong>2007 – Campeão nacional – José Gregório</strong> – Antunes 2º lugar , Nicolau 3º lugar<br />
O ano de 2007 foi o fim de uma era, a última vitória de um surfista da primeira geração de surfistas profissionais portugueses. E, claro, só podia ter sido mais uma grande disputa entre os maiores rivais da história do surf competitivo nacional, José Gregório e João Antunes. No final Gregório levou a melhor enquanto que a grande sensação do circuito foi Nicolau Von Rupp, na altura com apenas 16 anos, que venceu duas etapas consecutivas.</p>
<p><strong>2008 – Campeão Nacional – Ruben Gonzalez</strong> – David Raimundo 2º lugar , David Luís 3º lugar<br />
Os resultados da primeira etapa acabaram por dar o top3 para o final do circuito, com Ruben Gonzalez a conquistar o 4º título, David Raimundo a terminar como vice-campeão nacional e David Luís foi 3º. Este circuito de apenas três etapas teve Tiago Pires e um recém chegado Eduardo Fernandes também como vencedores de provas.</p>
<p><strong>2009 – Campeão nacional – João Guedes</strong> – Alexandre Ferreira 2º lugar , Frederico Morais 3º lugar<br />
O primeiro e (até agora) único título de campeão nacional a ir para o Porto foi em 2009 pelo melhor surfista de sempre daquela zona, João Guedes. “Xaninho” liderou grande parte do ano mas na última etapa Guedes conseguiu um resultado melhor e acabou na frente. Frederico Morais também estava na disputa mas ainda não se tinha transformado no surfista que mais tarde entraria no Championship Tour.</p>
<p>Podes ficar a conhecer os campeões dos<strong> anos 90 </strong><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>João Guedes &#124; A fuga da cidade para os tubos dos Super &#124;&#124; 1:15</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/joao-guedes-a-fuga-da-cidade-para-os-tubos-dos-super-115/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 20:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Supertubos]]></category>
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					<description><![CDATA[As sessões na semana antes do MEO Rip Curl Pro Portugal...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas estiveram incríveis recentemente nos Supertubos e muitos dos melhores surfistas lusos estiveram &#8220;em cima do assunto&#8221;. Um deles foi João Guedes, que trocou o stress da cidade pelos tubos de Peniche, onde mostrou a sua incrível capacidade de &#8220;navegar&#8221; dentro destes &#8220;salões verdes&#8221;&#8230;</p>
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		<title>João Guedes &#124; Tinted Glasses &#124;&#124; 4:54</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 14:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma viagem "off the beaten path"...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="_5yl5">Tinted Glasses</span> é o mais recente vídeo de João Guedes pela Indonésia. Ao contrário da &#8220;norma&#8221;, este vídeo foi captado por João e a sua namorada em ondas menos conhecidas e sem <em>crowd</em>. O resultado é uma produção invulgar mas carregada de grandes tubos e manobras que deixam qualquer um com vontade de largar tudo e arrancar na mesma direcção que o surfista do Porto&#8230;</p>
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		<title>João Guedes fala sobre o wildcard para o Nazaré Challenge e mais&#8230; &#124; Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/joao-guedes-fala-sobre-o-wildcard-para-o-nazare-challenge-e-mais-entrevista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 06:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré Challenge]]></category>
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					<description><![CDATA[Um "homem do norte" no Big Wave Tour...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais desatentos poderão não ter acompanhado a transição de João Guedes de destaque (e ex-campeão) na Liga MEO Surf para Big Wave Rider em ascensão, mas é algo que já se pode considerar uma realidade. Talvez por manter uma forte presença no circuito nacional ou até pelo facto de nem sempre se fazer coberturas muito detalhadas das sessões de ondas grandes, o que é certo é que este surfista do Porto já foi identificado pela sua “bravura” em ondas de consequência e, como tal, recebeu um convite para surfar na etapa do Big Wave Tour da Nazaré, onde irá enfrentar as maiores ondas do mundo juntamente com a elite da modalidade. Fica a saber mais sobre esta nova realidade de um dos mais talentosos surfistas portugueses de todos os tempos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João, quando soubeste que ias receber um <em>wildcard</em> para competir no Nazaré Challenge?</strong><br />
Foi quando recebi um telefonema do Francisco Spínola, que me ligou uns dias antes da apresentação do evento a perguntar se já estava mais recuperado da minha lesão e se estava apto para ir lá descer umas ondas. Como é óbvio, não hesitei, disse logo que sim e sinto-me bastante contente. Tenho dedicado muito tempo às ondas grandes na Nazaré e sinto que isto é um bocadinho o reconhecimento desse trabalho, não podia estar mais contente e agradecido à organização pelo convite.</p>
<p><strong>Quando foi a primeira vez que surfaste na Nazaré?</strong><br />
Acho que foi há muitos anos numa Taça de Portugal. Na altura vi a Nazaré como um <em>beach break</em> normal, pois foi num dia pequeno. Lembro-me que voltei lá depois para outras outras sessões mas a primeira grande sessão que tive foi, se não me engano, em 2008. Fui com o Tó Mané e com o Faustino e apanhámos a Praia do Norte épico. Foi das melhores surfadas que se registaram lá na altura e estavam altas ondas. Esse dia marcou-me e nem eu sabia que aquilo podia dar ondas tão grandes e tão boas. Estavam uns três metros, <em>off-shore</em> e com picos incríveis pela praia toda.</p>
<p><iframe title="João Guedes . Naza Wipeout Collection #002 [Drone] [Big Wave] [Nazaré]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aF0HEdZxvBA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como sentes que tem sido a tua evolução na Praia do Norte ao longo dos anos?</strong><br />
Sem dúvida que é uma praia onde precisamos de perder muito tempo, não é uma onda fácil. O mar ali tem uma força fora do normal, mas com as idas cada vez mais constantes e com o tempo que temos passado lá tenho me habituado melhor àquela onda e a surfar ali, quer nos dias mais pequenos, que nos dias de <em>tow in</em> e de remada.</p>
<p><strong>Qual é o teu objectivo nessa prova?</strong><br />
O objectivo é ganhar um bocado de experiência. Não só é uma experiência totalmente nova como também nunca competi neste tipo de condições. Este tipo de competições são um bocadinho diferentes do que estou habituado a fazer, assisti aos dois campeonatos anteriores na Praia do Norte e também sigo as provas do mundial de ondas grandes, portanto vou tentar me basear um bocadinho naquilo que aprendi a ver os outros a fazer. Mas, de momento, o meu objectivo é só ganhar experiência, estar presente, e ver como alguns dos melhores se comportam naquelas condições, como reagem, como competem, e tentar chegar o mais longe possível.</p>
<p><strong>Continuas com uma presença muito forte na Liga MEO Surf. Sentes que a tua evolução em ondas grandes complementa-se com o que tens de fazer para te manter competitivo em ondas pequenas?</strong><br />
No fundo o circuito nacional foi algo que teve sempre presente na minha vida e na minha carreira como surfista. A competição em ondas pequenas, em ondas “normais” de surf, é algo que ainda faz parte do meu ano e dos meus projectos. Acho que não se relaciona muito uma coisa com a outra, são dois estilos diferentes. Talvez a Liga MEO e o surf de ondas mais pequenas continuem a deixar o “bicho competitivo” e aquela vontade de competir e de ganhar e talvez isso possa ajudar a passar para a competições nas ondas grandes, quem sabe, mas são dois tipos de competições muito diferentes.</p>
<p><div id="attachment_47804" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-47804" class="wp-image-47804 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/LMoche_Guincho_dia1_JGuedes-2.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/LMoche_Guincho_dia1_JGuedes-2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/LMoche_Guincho_dia1_JGuedes-2-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/LMoche_Guincho_dia1_JGuedes-2-642x428.jpg 642w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-47804" class="wp-caption-text">O surf explosivo de João Guedes continua a ser destaque na Liga MEO Surf. Photo by Pedro Mestre / ANS</p></div></p>
<p><strong>Até onde vês a tua carreira nas ondas grandes chegar?</strong><br />
Não sei, a minha carreira nas ondas grandes está a começar, realmente já são alguns anos de dedicação a surfar ondas maiores, mas nunca com um intuito profissional. Há alguns anos que vou para a Galiza surfar <em>slabs</em> quando estou ali no Porto pois é mais próximo. É uma coisa que gosto muito de fazer no <em>tow in</em>, mais até que surfar ondas grandes é surfar <em>slabs</em>. Mas obviamente que é um “bicho” que fica sempre dentro de nós e quando vem um <em>swell</em> grande é difícil de deixar passar e no fundo foi isso que me foi fazendo estar nas ondas grandes. O remar para uma onda grande, o estar dentro de água em dias de mar grande, sentir aquele frio na barriga e tudo isso realmente foi o que me fez andar nisto das ondas grandes. Agora, de repente, vejo-me a receber um <em>wildcard </em>para uma etapa do Big Wave Tour, é algo inesperado e que realmente deixa-me a pensar. Agora, carreira&#8230; não sei, eu hei de continuar a fazer aquilo que gosto e a dedicar-me cada vez mais às ondas grandes.</p>
<p><strong>Como está o teu quiver para ondas grandes?</strong><br />
Como já ando há alguns anos a surfar ondas maiores e a dedicar-me a isto, fui construindo um bocadinho o <em>quiver</em>. Tenho boas pranchas de <em>tow in</em>, tanto para ondas maiores como as da Nazaré, como para <em>slabs</em> e tenho boas pranchas de remada, todas elas feitas na Polen. Aproveitei o facto de irem lá alguns dos melhores shapers do mundo, como o (Jon) Pyzel e o Timmy Patterson, e fui encomendando pranchas ao longo de tempo para ter um bom <em>quiver</em>.</p>
<p><div id="attachment_47803" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-47803" class="wp-image-47803 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/44B7710.jpg" alt="" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/44B7710.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/44B7710-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/10/44B7710-642x428.jpg 642w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-47803" class="wp-caption-text">João Guedes e a família Polen em modo Big Waves.</p></div></p>
<p><strong>Qual é a tua opinião do <em>tow in</em> VS apanhar as onda a braços?</strong><br />
Eu acho que são duas modalidades diferentes, <em>o tow in</em> e o apanhar a braços. Acho que o <em>tow in</em> deve ser aplicado quando não é possível apanhar uma onda a remar. Isto depende um bocadinho dos limites de cada um mas sempre respeitando a vontade dos outros. Muitas vezes estamos a fazer <em>tow in</em> em ondas gigantes e estão lá uns malucos a tentar apanhar as ondas a remar, que é algo que temos que respeitar. Acho que o “<em>core</em>” do surf de ondas grandes é sempre, sem dúvida, o surf na remada mas, obviamente, a partir de um certo ponto já não dá para apanhar ondas a remar. Acho que aí, sim, o <em>tow in</em> entra para continuarmos a divertir e a usufruir daquilo que a natureza nos dá. Em relação aos <em>slabs</em> é a mesma coisa, há certas ondas em que não conseguimos apanhar as ondas a remar e aí também recorremos ao <em>tow in</em> para conseguir apanhar os maiores tubos.</p>
<p><strong>Para terminar, é uma motivação acrescida estar a fazer mais uma estreia pelo Norte do país?</strong><br />
Confesso que é sempre uma motivação acrescida o facto de estar a fazer mais uma estreia pelo Norte do país. Era algo que sempre me motivava quando era mais novo e era dos únicos do Porto que vinha às competições. Fartei-me de fazer viagens sozinho mas sabia que tinha uma cidade inteira a apoiar-me e uma data de gente que me apoiava todos os dias e isso sempre me motivou imenso. Realmente é um orgulho poder mais uma vez estar a levar o Norte do país a patamares mais altos.</p>
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