<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Damien Hardman &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/damien-hardman/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jan 2026 21:40:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.10</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>Os surfistas do Top16 no ano em que Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-do-top16-no-ano-em-que-kelly-slater-venceu-o-seu-primeiro-titulo-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[ASP]]></category>
		<category><![CDATA[Barton Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Hardman]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Macauley]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Elkerton]]></category>
		<category><![CDATA[Kaipo Jaquias]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Hoy]]></category>
		<category><![CDATA[Richard "Dog" Marsh]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Bain]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Herring]]></category>
		<category><![CDATA[Sunny Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Teco Padaratz]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Carroll]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Ray]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=63549</guid>

					<description><![CDATA[Descobre quem eram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1992, quando Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial, ninguém diria que três décadas mais tarde este surfista ainda estaria no tour. Kelly atravessou gerações, bateu quase todos os recordes, conquistou mais 10 títulos e venceu o Pipe Masters de 2022, mais um feito impressionante.</p>
<p>Slater é o último resistente não só da sua geração como de outras que se seguiram, fica a saber quem eram os seus &#8220;colegas&#8221; no top16 nesta época em que Medina, Toledo, Ítalo e John John ainda não tinham nascido&#8230;</p>
<p>2º &#8211; <strong>Damien Hardman</strong> &#8211; O ultra competitivo australiano Damien Hardman a esta altura já tinha conquistado dois títulos mundiais e ameaçou o tri várias vezes. Foi um dos últimos representantes da sua geração no tour, reformando-se em 1999 ainda como membro do top16. 10 anos mais tarde, quando o Championship Tour regressou a Portugal, Domma apareceu como <em>contest director</em>, uma posição que voltou a ocupar em mais alguns eventos ao longo dos anos.</p>
<p>3º &#8211; <strong>Sunny Garcia</strong> &#8211; Um surfista entre gerações, mais novo que as &#8220;velhas raposas&#8221; do tour mas mais velho que a geração de Slater, e com um surf mais para <em>old school</em> que para o progressivo. Depois de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">bater na trave</a>&#8221; por várias vezes, conquistou o título mundial no ano 2000. Anos mais tarde, já fora do<em> tour</em>, esteve <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">preso por evasão fiscal</a>, voltando a competir profissionalmente por mais alguns anos. Em 2019, depois de algum tempo a lutar com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noopener">problemas mentais</a>, tentou suicidar-se e, apesar de ter sobrevivido, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/boato-sobre-a-morte-de-sunny-garcia-nao-e-verdadeiro/" target="_blank" rel="noopener">sofreu danos graves</a>, dos quais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noopener">ainda está a recuperar</a>.</p>
<p>4º &#8211; <strong>Shane Herring</strong> &#8211; Shane passou de ser a resposta australiana a Kelly Slater a ser considerado um dos maiores <em>flops</em> da história do surf profissional. 1992 foi o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-palco-da-maior-mudanca-de-guarda-da-historia-da-aspwsl-1992-coke-classic/" target="_blank" rel="noopener">auge da sua carreira</a>, liderando o circuito por alguns meses antes de Slater passar para a frente e dois anos mais tarde já estava fora do tour, para nunca mais voltar, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noopener">perdendo-se para o álcool e drogas leves</a>.</p>
<p>5º &#8211; <strong>Fábio Gouveia</strong> &#8211; O primeiro brasileiro no top5 do tour, um feito que só foi superado em 1999, por Vitor Ribas. Foi também o primeiro brasileiro a vencer no Havai, o primeiro a vencer uma prova CT no Brasil e o primeiro a vencer fora. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Não teria existido uma Brazilian Storm sem um Fábio Gouveia a quebrar barreiras décadas antes</a>.</p>
<p>6º &#8211; <strong>Gary Elkerton</strong> &#8211; Outro <em>power surfer</em> da velha guarda, em 92 já tinha perdido dois títulos mundiais por muito pouco, e no ano seguinte voltou a fazê-lo, acabando a sua carreira com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">três &#8220;vice-campeonatos&#8221;</a>. &#8220;Vingou-se&#8221; anos mais tarde nas categorias Masters, vencendo aí os títulos mundiais que o iludiram no tour &#8220;verdadeiro&#8221;. Em 2018 ainda competiu no mundial Master nos Açores, mostrando ainda estar em grande forma.</p>
<p>7º &#8211; <strong>Dave Macauley</strong> &#8211; Hoje em dia mais lembrado por ser o pai da ex-top do CT Bronte Macauley, Dave foi um dos mais competitivo surfistas da sua geração, contando com várias vitórias no CT. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">Reformou-se em 1994</a>, com 31 anos, ainda no top16, numa época em que a maior parte dos surfistas abandonavam o<em> tour</em> antes dos 30.</p>
<p>8º &#8211; <strong>Richard Marsh</strong> &#8211; Hoje mais conhecido por ser o<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/frederico-morais-e-richard-marsh-no-occ-cast-1706/" target="_blank" rel="noopener"><em> coach</em> do nosso Frederico Morais</a> e ainda de surfistas como Leonardo Fioravanti e Ryan Callinan, o que é certo é que até agora nenhum dos pupilos de &#8220;Dog&#8221; superou o seu mestre. 1992 foi o seu melhor ano, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">vencendo a etapa da Ilha Reunião</a>, com direito a um atropelo de Kelly Slater a caminho da final.</p>
<p>9º &#8211; <strong>Martin Potter</strong> &#8211; Pottz tinha sido campeão mundial em 1989 e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/martin-potter-strange-desires-1989-2320/" target="_blank" rel="noopener">mostrava potencial </a>de conquistar pelo menos mais um título. Até que a nova geração entrou em força e acabou com as suas hipóteses. Reformou-se, juntamente com Macauley, em 1994 e pouco mais tarde recebeu um <em>wildcard</em> para voltar ao CT mas um acidente muito grave a treinar para o primeiro evento do ano acabou com o seu <em>comeback</em>. Durante alguns anos esteve ligado à marca que o patrocinou durante parte da sua carreira, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank" rel="noopener">a Gotcha</a>, além de ter sido treinador de surfistas, eventualmente tornando-se um dos comentadores oficiais da WSL.</p>
<p>10º &#8211; <strong>Barton Lynch</strong> &#8211; O campeão mundial de 1988 foi um dos mais improváveis da história do tour, tendo chegado ao último dia de prova em 3º no ranking atrás do &#8220;Rei de Pipeline&#8221; da época, Tom Carroll, e de Hardman. No entanto, a meio do dia era o único resistente na disputa, superando-se para vencer o Pipe Masters e o título. Manteve-se no circuito durante muitos anos, vencendo a sua última prova em 1995. Actualmente continua ligado ao surf tanto como treinador como comentador.</p>
<p>11º &#8211;<strong> Tony Ray</strong> &#8211; A maior &#8220;anomalia&#8221; no top16 de 1992. Tony surpreendeu todos ao vencer uma etapa do CT em Hossegor pesado, mais ainda por &#8220;roubar&#8221; a Kelly Slater a que seria a sua primeira vitória, algo que floridiano conquistou logo na etapa seguinte. Mas Kelly acabaria por vingar-se uma década mais tarde, quando &#8220;roubou&#8221; a que teria sido a primeira e única vitória de Ray no icónico Eddie Ailau, por apenas 2 pontos.</p>
<p>12º &#8211; <strong>Rob Bain</strong> &#8211; Mais um nome forte australiano dos anos 80, que nesta década estava já em fim de carreira. Mesmo assim Rob ficou no tour até 95, reformando-se na prova inaugural de G-Land, depois de bater Kelly Slater e Tom Carroll (wildcard) no round 1.</p>
<p>13º &#8211; <strong>Matt Hoy</strong> &#8211; Mais um surfista entre gerações, como Sunny, mas ainda menos competitivo. Matt seria um surfista de meio da tabela, até ter acordado competitivamente em 1995 para vencer o CT da Ilha Reunião nesse ano, o Coca-Cola Figueira Pro no ano seguinte e o Rip Curl Pro Bells Beach de 1997, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/matt-hoy-uma-lenda-do-surf-australiano-213/" target="_blank" rel="noopener">reformando-se no fim de 1999</a>.</p>
<p>14º &#8211; <strong>Tom Carroll</strong> &#8211; 1992 seria o último ano do bicampeão mundial no tour, que nesta fase já estava em grande queda a nível competitivo. Mesmo assim nesse ano ainda fez uma final, no Brasil, acompanhando Kelly Slater neste seu primeiro título mundial.</p>
<p>15º &#8211; <strong>Teco Padaratz</strong> &#8211; Não haveria Brazilian Storm sem Fábio Gouveia, mas não haveria Fábio Gouveia sem Teco Padaratz. Esta dupla fincou a bandeira brasileira no tour, ambos conquistando grandes resultados durante mais de uma década. Teco teve que esperar mais algum tempo para conquistar a honra de ser o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">melhor classificado brasileiro no tour</a>, algo que aconteceu em 1994, quando terminou em 8º no ranking final.</p>
<p>16º &#8211; <strong>Kaipo Jaquias</strong> &#8211; O surfista que abriu as portas a todos os &#8220;Kauai Boys&#8221; no tour foi Kaipo Jaquias. Dono de um estilo bem havaiano, Kaipo teve como ponto alto da sua carreira o ano de 1996, quando venceu duas etapas do CT, terminou no top5 além de ter vencido a Triple Crown of Surfing.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63549</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Curren, Carroll, Knox, Pedro Henrique e cia nas Maldivas &#124;&#124; 4:31</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/curren-carroll-knox-pedro-henrique-e-cia-nas-maldivas-431/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 15:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Biostyles productions]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Hardman]]></category>
		<category><![CDATA[Layne Beachley]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Taylor Knox]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Carroll]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Curren]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=13189</guid>

					<description><![CDATA[O que tem o brasileiro residente em Cascais, Pedro Henrique, em comum com Tom Carroll, Curren, Damien Hardman e Layne Beachley? Um título mundial da ASP, no seu caso na categoria júnior. Junta-se a eles Taylor Knox e o que este grupo tem em comum é muito surf, estilo e grande mestria com pranchas twin [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que tem o brasileiro residente em Cascais, Pedro Henrique, em comum com Tom Carroll, Curren, Damien Hardman e Layne Beachley? Um título mundial da ASP, no seu caso na categoria júnior. <span id="more-13189"></span>Junta-se a eles Taylor Knox e o que este grupo tem em comum é muito surf, estilo e grande mestria com pranchas twin e single fin. Talvez por isso todos tenham estado juntos nas Maldivas para disputar o Surfing Champions Trophy e mais uma vez a Biostyles fez uma excelente produção! Enjoy!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13189</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Damien Hardman derrota Curren nas Maldivas</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/damien-hardman-derrota-curren-nas-maldivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 16:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Hardman]]></category>
		<category><![CDATA[Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Occhilupo]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Phil Rajzman]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Curren]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=1943</guid>

					<description><![CDATA[Curren VS Hardman é uma disputa com mais de 20 anos de &#8220;vida. No fim dos anos 80 e inicio dos 90 estes dois, Tom Curren e Damien Hardman, disputavam títulos mundiais da ASP. Com a mesma marca como patrocínio principal (Rip Curl), estes andam nisto há muitos anos e desta vez foi Damien que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Curren VS Hardman é uma disputa com mais de 20 anos de &#8220;vida. No fim dos anos 80 e inicio dos 90 estes dois, Tom Curren e Damien Hardman, disputavam títulos mundiais da ASP. <span id="more-1943"></span>Com a mesma marca como patrocínio principal (Rip Curl), estes andam nisto há muitos anos e desta vez foi Damien que se riu por último.</p>
<p>Não foi só dentro de água que estes tiveram grandes choques e uma das primeiras grandes polémicas do surf profissional moderno teve os dois como figuras centrais. Isto porque, num ano em que &#8220;Doma&#8221; era campeão mundial em título, foi Curren que recebeu o segundo contrato milionário da história do surf (o primeiro foi para Tom Carroll via Quiksilver). Apesar de ser da mesma nacionalidade que a marca Rip Curl, algo que na altura &#8220;pesava&#8221; bastante, Hardman era visto como uma máquina de competir enquanto que Tom era um ícone com um estatuto que só Kelly Slater conseguiu superar décadas mais tarde.</p>
<p>Longe de aparecer em tudo o que era website na altura, até porque a internet ainda nem existia como a conhecemos, este assunto não deixou de dar muito que falar. Mas a marca conseguiu lidar com ele de tal maneira que ainda hoje os dois continuam patrocinados pela Rip Curl. Ao longo dos anos Damien e Tom têm-se &#8220;cruzado&#8221; bastante em eventos de Masters e special events, como foi o caso deste Four Seasons Maldivas Surfing Champions 2012.</p>
<p>Este evento para convidados trouxe 5 ex-campeões do mundo às Maldivas, os dois que já referimos e ainda Martin Potter, Mark Occhilupo e Phil Rajzman (campeão mundial de longboard em 2007). Durante vários dias estas cinco lendas apanharam boas ondas no pico de Sultons mas no fim teria de se definir campeões.</p>
<p>Curren perdeu a final do Champions Trophy por muito pouco pois na sua última onda da final conseguiu 6.5 a precisar de 7.5. E houve outras finais, Damien venceu também a final da categoria single fin, deixando Potter em segundo, e a final de twin fin contra Occy.</p>
<p>&nbsp;<br />
<iframe width="728" height="409" src="https://www.youtube.com/embed/EHA11XOEybs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1943</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
