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	<title>Tiago Pires &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Tiago Pires fala sobre a edição de 2026 do Softboard Heroes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/tiago-pires-fala-sobre-a-edicao-de-2026-do-softboard-heroes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 19:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Softboard Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[Há seis anos que há uma tradição na abertura do verão: o Softboard Heroes. De edição para edição, este evento solidário leva até Santa Cruz aquele que é, para muitos, o campeonato de surf mais good vibes realizado em Portugal. A edição de 2026 voltou a ser um sucesso e, para fazer o balanço desta [&#8230;]]]></description>
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<p>Há seis anos que há uma tradição na abertura do verão: o Softboard Heroes. De edição para edição, este evento solidário leva até Santa Cruz aquele que é, para muitos, o campeonato de surf mais <em>good vibes</em> realizado em Portugal. A edição de 2026 voltou a ser um sucesso e, para fazer o balanço desta edição e perceber o que o futuro reserva ao evento, estivemos à conversa com Tiago Pires. Para além de ser o G.O.A.T. do surf nacional, é também um dos organizadores do Softboard Heroes, através da sua empresa, a TwinFin.</p>



<p><strong>Tiago, o Softboard Heroes foi, mais uma vez, um sucesso. Que balanço fazes da edição deste ano?</strong><br>O balanço do Softboard Heroes é muito positivo. Este foi o nosso sexto ano e conseguimos aumentar o donativo em 2.500 euros face à edição anterior. Acima de tudo, esta edição veio reforçar a ideia de que o evento está consolidado. Temos parceiros que acreditam no projecto, alguns dos quais estão connosco desde o primeiro dia e fizeram todo este percurso de seis anos ao nosso lado. Ao mesmo tempo, conseguimos trazer novas marcas para apoiar o evento, como foi o caso da MG. Em termos de convidados e figuras públicas, mantivemos um nível muito elevado. Tivemos também condições de mar e de tempo bastante favoráveis, por isso acabou por correr tudo de feição. Mais uma vez, o evento provou que o espírito de solidariedade e a forma de estar na vida que une a comunidade do surf são valores que vale a pena partilhar. É muito gratificante ver tantas pessoas disponibilizarem o seu tempo e o seu apoio, de forma totalmente pro bono, para ajudar estas instituições. </p>



<p><strong>Quais têm sido os principais desafios para reinventar o evento ao longo dos anos?</strong><br>Todos os anos queremos aumentar o valor dos donativos e, naturalmente, isso faz com que os custos do evento também aumentem. Um dos grandes desafios passa por conseguir trazer mais marcas que acreditem no projecto e queiram fazer este caminho connosco. Depois há também o desafio dos participantes. Tentamos ao máximo não repetir atletas, embora isso já tenha sido inevitável em alguns casos. Mas a maior dificuldade acaba por estar nas figuras públicas, nos nossos <em>friends</em> que surfam. Em primeiro lugar, porque já convidámos muitas pessoas ao longo destes seis anos e não há assim tantas que ainda não tenham participado e que surfem suficientemente bem para entrar numa prova deste género. Em segundo lugar, porque há sempre a questão das agendas. Nem sempre conseguimos ter connosco as pessoas que gostaríamos, simplesmente porque não têm disponibilidade. Esses são os principais desafios. Depois, todos os anos há sempre factores que não controlamos, como as condições do mar ou do tempo. Mas isso faz parte de qualquer evento de surf e aprendemos a lidar com essa realidade.No final, foi uma edição muito bem conseguida e da qual saímos extremamente satisfeitos.<br><br><strong>Mesmo sendo um evento de cariz solidário, realizado em sofboards e muito focado na diversão, é um facto que se torna muito competitivo, principalmente nas fases finais. Era algo que estavam à espera quando idealizaram este evento?</strong><br>Sim, é algo que sempre pensámos que iria acontecer. Obviamente que por um lado temos pessoas que são amadoras no desporto, os nossos friends, figuras públicas que fazem surf, mas a verdade é que todos, quando encarnam o papel de defensor da sua instituição de caridade que estão a representar para quem precisam de angariar ao máximo todos eles viram uns diabinhos competitivos, todos eles querem ganhar e angariar o máximo possível, e o espirítio competitivo vem sempre ao de cima quando o evento começa. Em termos do que é o habitual para os nossos surfistas profissionais, os juniores, as ladies e os men acaba por ser mais do mesmo, eles vêm e querem todos ganhar. Obviamente têm a vida um bocado dificultada porque não podem trazer as suas pranchas e têm que quase sortear a prancha com que vão surfar e isso complica um pouco a vida deles mas também é giro ter um campeonato por ano que os obrigada soltar fora um bocadinho daquilo que é a normalidade, no final do dia acaba por ser um evento competitivo entre os atletas.<br></p>



<p><strong>Ao longo destes anos, quais foram os momentos que mais se destacaram para ti?</strong><br>Ao longo destes anos, os momentos que mais se destacaram acabam por ser, curiosamente, muito semelhantes. No final de cada edição, ficamos sempre com um enorme sentimento de satisfação e de missão cumprida. É isso que nos dá motivação para continuar e para querer fazer ainda mais. O nosso grande objectivo é continuar a aumentar o valor dos donativos. Não queremos que o evento cresça em termos de estrutura física, porque temos uma política de manter uma pegada ambiental praticamente nula, e isso também nos dá muito orgulho. O que queremos é que cresça pelo impacto que tem: no valor que conseguimos angariar, na importância que tem para o país e, claro, para a região de Torres Vedras, onde o evento acontece. A verdade é que todos os anos terminamos com a sensação de que valeu a pena. Mal acaba uma edição, já estamos a pensar na seguinte. Esse entusiasmo e essa vontade de continuar são, sem dúvida, o melhor sentimento que levamos connosco todos os anos.<br><br><strong>E os surfistas que mais te impressionaram a surfar de soft?</strong><br>Todos os anos temos grandes surfistas a participar e o nível de surf nas softboards é sempre impressionante. Este ano, sem dúvida, destacou-se o Arran Strong, que venceu tanto o formato <em>Todos Contra Todos</em> como a final da categoria Open. Deu um verdadeiro espectáculo desde o início. Surfou com pranchas de várias marcas, experimentou diferentes modelos e conseguiu manter sempre um nível muito elevado. Na categoria de juniores, também fiquei muito impressionado com o Martim Fortes. Acho que surfou muito bem e demonstrou um nível enorme. No geral, todos os surfistas acabam por impressionar. Depois, há sempre um bocadinho de adaptação à prancha que lhes calha. Algumas marcas têm modelos mais volumosos ou com características diferentes, e nem sempre é fácil adaptarem-se de imediato. Mas, ainda assim, o nível de surf é sempre muito alto. O mais interessante é precisamente ver surfistas habituados ao seu material de competição a terem de adaptar o estilo, experimentar linhas diferentes e fazer uma leitura da onda de outra forma. Acho que isso traz um interesse acrescido à prova e torna o espectáculo ainda mais divertido para quem está a assistir.</p>



<p><strong>O que é que o futuro reserva para o Softboard Heroes?</strong><br>O futuro do Softboard Heroes passa, acima de tudo, por continuar a crescer. Como disse anteriormente, gostava que conseguíssemos chegar a um patamar em que pudéssemos entregar mais de 50 mil euros em donativos às instituições. Acredito que também podemos evoluir um pouco o conceito. Se calhar faz sentido deixar de ter apenas quatro surfistas por equipa e trazer mais convidados e mais atletas. Acho que o formato está muito bem pensado e tem provado que funciona, mas há margem para crescer, tanto em dimensão como em importância e relevância a nível nacional. Gostava que o Softboard Heroes fosse cada vez mais visto como um evento de referência em Portugal. Apesar de ser um evento relativamente pequeno em termos de estrutura, a verdade é que já reúne atletas de todo o país. Muitas vezes essa dimensão não é percebida por quem está de fora, mas acredito que temos todas as condições para afirmar o evento à escala nacional. O objectivo é que o Softboard Heroes continue a ganhar notoriedade e se torne cada vez mais um dos eventos solidários de referência em Portugal.</p>
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		<title>ONFIRE #7, a primeira capa digital de surf em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-7-a-primeira-capa-digital-de-surf-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Analógico VS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 7]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[Janeiro/Fevereiro de 2004...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na capa:</strong><br />
Tiago Pires, fotografado por Sérgio Rosário.</p>
<p><strong>Data de lançamento:</strong><br />
Janeiro/Fevereiro de 2004<br />
<strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br />
Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Lightning Bolt, BoardCulture, O’Neill, Roxy e Globe.<br />
<strong>Surfistas que apareceram:</strong><br />
Tiago Pires, Marcos Anastácio, Nuno Telmo, Justin Mujica, José Gregório, Gony Zubizarreta, Luís Costa, André Gautier, Mark Ochhilupo, Joel Parkinson, Tim Curran, Andy Irons, Kelly Slater, Ricardo Vaz, Aécio Flávio, João Maria Girão, Eric Rebiere, Joana Rocha, Vanessa Monteiro, Patrícia Lopes, Joana Andrade, Paulo do Bairro, João Guedes, Guga Gouveia, David Luís, Diego Rosa, Neco Padaratz, Kalani Chapman, Bruce Irons, Alexandre Grilo, Vasco Spínola, Xaninho, Henrique Moniz, Pedro Barbudo, João Mealha, Freddy e Jó Bento.</p>
<p>Entre 2003 e 2016, anos em que as 78 revistas ONFIRE foram publicadas, surgiram várias evoluções a nível técnico que mudariam muito o processo de produção de publicações impressas e talvez a mais impactante tenha sido a &#8220;guerra&#8221; entre a fotografia analógica VS digital.</p>
<p>Em Janeiro de 2003, quando saiu a primeira ONFIRE já se usavam imagens em formato digital mas apenas para pequenas fotografias sem ser de acção de surf propriamente dita, como era o caso do popular artigo &#8220;Hot Nights&#8221;. Já as fotos de surf eram captadas em formato analógico, com rolos de slide que permitiam 36 &#8220;shots&#8221;, antes de se ter que mudar de rolo. Para uma surf trip os nossos fotógrafos chegavam a levar 50 rolos, que numa boa viagem poderiam não ser suficientes. Depois havia a revelação e mais tarde, quando feita a escolha, a digitalização, fazendo deste processo por vezes quase tão dispendioso quanto os restantes custos da viagem.</p>
<p>Mas aos poucos começaram a surgir máquinas digitais com mais qualidade e, por consequência, as primeiras imagens de surf nesse formato foram chegando à redacção da ONFIRE. A primeira página inteira de surf fotografada em formato digital nas nossas páginas foi uma fotografia de um snap de <strong>Alexandre Ferreira &#8220;Xaninho&#8221;</strong> na <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true">ONFIRE #3</a>, captada por <strong>Ricardo Bravo</strong> num dia de luz perfeita. No entanto era visível que faltava alguma coisa, no mínimo profundidade, no máximo havia um receio de quebrar com algo tão tradicional desta profissão desde a sua existência.</p>
<p>Entre a ONFIRE e a concorrência disputava-se muita coisa, mas não havia pressa de nenhum lado para dar o salto para o digital. No entanto, no final do primeiro ano da revista apareceu uma imagem do nosso colaborador residente na Ericeira, <strong>Sérgio Rosário</strong>, que tinha um acesso privilegiado para a época ao nosso melhor surfista, <strong>Tiago Pires</strong>, que por sua vez ainda não tinha feito capa na ONFIRE. Nessa edição fizemos a primeira entrevista ao &#8220;Portuguese Tiger&#8221;, apesar de ser dividida com o único &#8220;Europeu&#8221; a conseguir a qualificação para o CT de 2004, o franco-brasileiro <strong>Eric Rebiere</strong>. O &#8220;shot&#8221; era perfeito, uma paulada de <em>backside</em> vertical, com vários elementos que destacavam a imagem, como o fato amarelo e preto e o facto de não ser o momento marca regista do Saca, e, mesmo faltando a tal profundidade, era um &#8220;<em>no brainer</em>&#8220;, a primeira capa digital do surf português estava escolhida.</p>
<p>Foi uma edição bem aceite, comprovando a teoria de que ter o maior nome do surf português ajudava nas vendas em banca. Não foi feita qualquer menção dentro da revista sobre o facto de ser uma imagem digital e o que é certo é que pelo que sabemos, e tirando os fotógrafos, ninguém reparou. Nas edições seguintes o digital foi ganhando espaço ao analógico até ao formato praticamente desaparecer. O próprio processo de digitalização de slides começou a cair em desuso e anos mais tarde quando surgiu uma imagem em slide com todas as características para fazer uma capa já não se conseguia retirar a qualidade exigida na digitalização, acabando no interior da revista. Essa imagem acabou por ser a despedida da fotografia analógica na ONFIRE, aparecendo pontualmente mais à frente mas sempre dentro de um contexto &#8220;retro&#8221; e de pouca expressão. É algo a geração que cresceu com a internet e com o digital já praticamente não reconhece, considerando-o algo do passado, como as cassetes de fita magnética que fizeram parte das nossas vidas durante muito tempo&#8230;</p>
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		<title>Os surfistas portugueses com mais seguidores no Instagram &#124; Jan26</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-surfistas-portugueses-com-mais-seguidores-no-instagram-jan26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 19:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Perloiro]]></category>
		<category><![CDATA[Nic Von Rupp]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Couto]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Top10]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito mudou desde a última análise aos surfistas portugueses com mais seguidores no instagram. Fica a saber (novamente) quem são e quais as razões que os colocaram nesta nesta lista.</p>



<p><strong>1º | Nicolau Von Rupp | </strong><a href="https://www.instagram.com/nicvonrupp/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/nicvonrupp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@nicvonrupp </a><strong>– 330k</strong><br><strong>Seguidores no Youtube | 377K</strong><br>Nicolau é neste momento o &#8220;rei&#8221; das redes sociais não só a nível nacional como é um dos maiores a nível europeu nesta área. A fórmula sempre foi simples, um grande investimento nestas plataformas para criar conteúdos de qualidade e um grande &#8220;à vontade&#8221; à frente das cameras. Além do conteúdo, Nic está num nível de reconhecimento que atrai outros &#8220;players&#8221; conhecidos, o que só ajuda no seu crescimento. Algo nos diz que o surfista da Praia Grande será o surfista português com mais seguimento nas redes sociais durante muitos anos e todos os outros deviam tomar notas neste departamento. O mesmo se passa no youtube, com 377K seguidores, Von Rupp terá provavelmente mais subscritores que todos os outros surfistas portugueses, marcas e meios comunicação juntos em Portugal.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="My First Surf Session at the Notorious the Cave (most dangerous wave in Portugal) Crazy Barrel" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/-73L6vxEg7o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>2º | Salvador Couto | </strong><a href="https://www.instagram.com/salvador_couto_/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/salvador_couto_/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@salvador_couto_</a> <strong>– 228k </strong><br>Uma agradável surpresa neste ranking. Salvador tem vindo a estabelecer-se como surfista/influencer há alguns anos, desenvolvendo um trabalho com muita qualidade que resultou num crescimento muito forte. Entre ondas gigantes na Nazaré e passagens por Teahupoo e outros picos paradisíacos, com algumas com muita pinta pelo meio, Couto conseguiu um forte seguimento feminino e representa o norte do país com grande destaque nesta lista.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="My Place" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UwE0BGbcc8I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>3º | Frederico Morais | </strong><a href="https://www.instagram.com/fredericomoraiis/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/fredericomoraiis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@fredericomoraiis</a><strong> – 165k </strong><br><strong>Seguidores no Youtube | 3.62k</strong><br>Kikas ocupa um sólido 3º luar com 165K seguidores, com mais seguidores que o 4º e 5º juntos. Anos no CT contribuíram muito para chegar a este número e apesar de não mostrar o mesmo investimento e naturalidade que Von Rupp, Frederico tem trabalhado bastante as redes sociais e já começa a colher frutos, com direito a posts a promover marcas &#8220;influencer style&#8221; mas mantendo-se fiel à sua identidade. Ao longo do tempo tem-se assistido a um &#8220;shift&#8221; para um approach mais pessoal, partilhando cada vez mais um pouca da sua vida fora do surf, o que tem também ajuda no seu engagement.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dois GNR da Cova da Moura estão a mudar a energia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JrOKKQRPLD0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>4º | João Kopke | </strong><a href="https://www.instagram.com/joaokopke/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/joaokopke/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@joaokopke</a><strong> – 74.2k<br>Seguidores no Youtube | 11.6k</strong><br>Com o investimento que tem feito em conteúdo, tanto no youtube como no IG, até é de estranhar que Kopke tenha demorado tanto tempo a chegar ao top4. Isto porque o seu conteúdo mesmo sendo regular não abdica de muita qualidade, seja qual for o tema. No youtbe, com 11.6K seguidores, Kopke é o segundo luso com mais seguidores, uma tendência que deve continuar.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Yolanda Hopkins - The Portuguese surfing talent &#x1f3c4;&#x1f3fd;&#x200d;&#x2640;&#x1f1f5;&#x1f1f9;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xjwjgFB6b5w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><strong>5º | Yolanda Hopkins </strong><a href="https://www.instagram.com/yo_surf/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/yo_surf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@yo_surf</a><strong> – 73.1k</strong><br>Nada como entrar no Championship Tour para aumentar o número de seguidores. Yolanda é a única representante lusa já garantida no tour de 2026, e assim protagonizou a maior subida feminina neste ranking dos últimos anos, passando de uma &#8220;apertada&#8221; 8ª posição em 2023 para um sólido 5º lugar em 2026. Os seus resultados falam por si e a sua inspiradora história de garra e superação combinada com uma postura humilde tem sido o segredo do seu sucesso, tanto na água como no mundo digital.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Lakey Peak 2025" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MXOuJE61g7s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>6º | Teresa Bonvalot | </strong><a href="https://www.instagram.com/teresabonvalot/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/teresabonvalot/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@teresabonvalot</a><strong> – 71.3K</strong><br>Teresa mantém-se forte nas redes sociais, focando bastante os seus treinos e free surf, mantendo de uma forma &#8220;low key&#8221; uma presença forte. Caso consiga juntar-se a Yolanda e, possivelmente, Kika, no CT do próximo ano, algo que poderá perfeitamente acontecer, deverá dar um &#8220;salto&#8221; grande no número de seguidores.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="MELHOR VIAGEM DA MINHA VIDA" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/rEWwEQSkhjk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>7º | Francisco Alves | </strong><a href="https://www.instagram.com/xicobyxico/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/xicobyxico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@xicobyxico</a><strong> – 60.3K</strong><br><strong>Seguidores no Youtube | 6.71k</strong><br>O tipo de conteúdo de XicobyXico aos poucos vai transcendendo o surf. Apesar da sua base se manter no surf, o seu conteúdo pode ser seguido por um publico muito variado, tendo alguns dos reels com um alcance muito alto.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DQ7dUM1CKBe/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:500px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DQ7dUM1CKBe/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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<p><strong>8º | Vasco Ribeiro | </strong><a href="https://www.instagram.com/xicobyxico/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/xicobyxico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@vascoribeiro</a><strong> – 44.2K</strong><br>Vasco Ribeiro, mesmo afastado temporariamente da competição, mantém um publico fiel, &#8220;alimentado&#8221; quase exclusivamente pelo seu incrível nível de surf. Este surfista ainda tem muito para dar ao surf nacional, e os surfistas portugueses estão atentos e à espera desse momento.</p>



<p></p>



<p><strong>Next in line</strong><br><strong>9º | Alex Botelho – 42.4k </strong><br><strong>10º | Tiago Pires – 40k</strong></p>



<p><br><strong>Em ascensão&#8230;</strong><br><strong>Luís Perloiro – 39.3k </strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>O primeiro título Pro-Junior Português</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-primeiro-titulo-pro-junior-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 11:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ASP World Tour]]></category>
		<category><![CDATA[David Luís]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro de 5 títulos conquistados por surfistas nacionais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito Pro Junior Europeu, além de servir de qualificação para a disputa do título mundial da categoria, no World Junior Championship da WSL, é por si só um dos títulos mais prestigioso do &#8220;velho continente&#8221;. Desde que começou apenas 5 surfistas portugueses venceram, três na categoria masculina e dois na feminina.<span id="more-316"></span></p>
<p>Tudo começou em 1998! Quando o circuito apareceu pela primeira vez na Europa <strong>Tiago Pires</strong> tinha 18 anos e 3 “tiros” pela frente para conseguir esse importante título, os anos de 1998, 1999 e 2000. Em 98, quando o circuito começou, o seu impacto foi tão grande que o (então) brasileiro Eric Rebiere veio morar para a Europa e aí relançou a sua carreira como profissional. Miky Picon, apontado como a maior promessa do surf europeu, já tinha começado a correr o WQS mas, devido a um arranque menos bom, viajou para a Inglaterra (local da primeira etapa) para “recuperar o ânimo”.</p>
<p>O grande vencedor dessa primeira etapa foi o franco-brasileiro Patrick Beven, seguido de Tiago Pires e de Picon. <strong>Ruben Gonzalez </strong>e<strong> David Luís </strong>também tiveram resultados sólidos. Entre a primeira e a última etapa muita água correu. Saca esteve sempre pertíssimo do primeiro lugar, David fez uma final e Ruben vários quintos lugares. Na derradeira etapa, em Ribeira D’Ilhas, Beven tinha o título quase garantido e quando chegou à final sagrou-se campeão.</p>
<p>Saca deu um show na final, vencendo e garantindo o segundo lugar no circuito. Ruben fez um pequeno milagre pois, com o segundo lugar na etapa, juntou pontos suficientes para passar para sexto lugar, garantindo assim a presença no mundial júnior no Havai. David acabou no top10 também. Picon também garantiu presença no Havai e não acabou o ano sem garantir o título Open Europeu (EPSA), repetindo-o no ano seguinte.</p>
<p>Em 1999 nomes como Ruben, Picon, Beven, Fuentes, Rebiere e outros deixaram de ter idade para disputar este circuito e Tiago, na altura já noutro nível, venceu facilmente deixando Kepa Acero em segundo lugar. Nesse ano também David Luís garantiu presença na finalíssima. Em 2000 Saca já tinha dado outro grande salto qualitativo e deu prioridade ao WQS. Mesmo assim apareceu na última etapa, mais uma vez em Ribeira D’Ilhas, e deu uma combinação aos seus adversários na final.</p>
<p>No fim desse ano disputou o ASP World Junior Championships, acabando em segundo lugar. Umas semanas mais tarde, e com os mesmos calções verdes que tinha usado para se sagrar vice-campeão do mundo em Makaha, Saca espantou o mundo ao ficar em segundo lugar na última etapa do WQS, um 6 estrelas em Sunset. Caso tivesse acabado um lugar à frente teria entrado no WCT no fim deste seu primeiro ano a sério no WQS, mas acabou por ter de esperar mais uns anos para conseguir esse feito.</p>
<p>Outro que conseguiu o título Europeu foi <strong>Marlon Lipke</strong> mas fê-lo com a nacionalidade alemã. Já <strong>Filipe Jervis</strong> ameaçou em 2010, acabando como vice-campeão, <strong>Vasco Ribeiro</strong> venceu em 2014 (Europeu e Mundial), <strong>Teresa Bonvalot</strong> em 2016 e 2017, <strong>Mafalda Lopes</strong> venceu em 2019, <strong>Afonso Antunes</strong> foi &#8220;Vice&#8221; em 2020, <strong>Francisco Ordonhas</strong> foi campeão em 2024 e <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true"><strong>Maria Salgado</strong> em 2025</a>!</p>
<p>Quando será o próximo?</p>
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		<title>Os melhores resultados dos portugueses no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-melhores-resultados-dos-portugueses-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 06:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editor Picks]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[As vitórias de Frederico Morais no Championship Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi Sintra Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Corona Open J-Bay]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Hopkins]]></category>
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					<description><![CDATA[Yo, Kikas, Vasco, Saca &#038; Ruben...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O historial de bons resultados por surfistas portugueses no Championship Tour é relativamente recente mas, ano após ano, vai aumentando. Fica com um apanhado dos melhores resultados da história do surf português no mais importante circuito de surf do planeta&#8230;</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Rip Curl Narrabeen Classic &#8211; 2021<br />
</strong>A caminho da primeira presença lusa de um português no top10 no ranking final, Frederico começou por bater John John Florence e Alex Ribeiro no round 1, Michel Bourez no round 3 e depois Filipe Toledo e Ethan Ewing, sendo apenas eliminado por um inspirado Gabriel Medina, que acabou por vencer a prova.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Oi Rio Pro &#8211; 2019</strong><br />
Mesmo como <em>alternate</em>, Morais mostrou o quão perigoso é, batendo Sebastian Zietz, Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues e Julian Wilson, sendo eliminado apenas pelo eventual campeão, Filipe Toledo.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 2º lugar no Corona Open J-Bay – 2017</strong><br />
No seu ano de estreia Kikas provou que merecia estar na elite do surf mundial e conseguiu a única presença na final até agora por um surfista português. Frederico bateu Jadson André, Ian Gouveia, Connor O’Leary, John John Florence (2x), Mick Fanning e Gabriel Medina, perdendo apenas para Filipe Toledo no derradeiro heat da prova.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro – 3º lugar no MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 2015</strong><br />
A primeira presença de Vasco Ribeiro no Championsip Tour foi a sua melhor até à data e também a melhor posição de sempre como<em> wildcard</em> por um surfista português. O ex-campeão mundial júnior derrotou Michel Bourez (2x), Owen Wright, Adriano de Souza, Keanu Asing e Jeremy Flores, sendo eliminado por Ítalo Ferreira nas meias finais.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro Gold Coast – 2011</strong><br />
Com o seu novo contrato com a Quiksilver ainda a cheirar a tinta, Tiago Pires fez algo que nunca mais foi repetido por um surfista português, ocupou a 3º posição no ranking do Championship Tour. A caminho de mais um resultado histórico, Saca derrotou Jadson André (2x), Damien Hobgood, Michel Bourez e Matt Wilkinson, sendo eliminado pelo eventual vencedor da prova, Kelly Slater.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro France – 2009</strong><br />
No seu segundo ano no tour Tiago Pires começou a ganhar consistência e a tirar resultados em etapas que teoricamente não o favoreciam. Foi o caso do Quik Pro France, onde Saca bateu surfistas como Kekoa Bacalso, Damien Hobgood, Tim Boal, e Kelly Slater nos quartos de final, no que seria não só um dos melhores heats da sua carreira como da história do surf europeu. Tiago foi eliminado na fase seguinte por Mick Fanning, que venceu a prova.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Rip Curl Pro Search – 2008</strong><br />
O 3º lugar de Tiago Pires em Bali foi a prova de que o surfista da Ericeira estava ao nível dos melhores surfistas do planeta. Até aí nenhum membro do Championship Tour tinha conseguido eliminar Kelly Slater em 2008 mas Saca, depois de bater Adriano de Souza e Pancho Sullivan, despachou Slater numa bateria muito disputada em Uluwatu. Pelo caminho ficaram ainda Dayyan Neve e Kieren Perrow, até que Fred Pattachia conseguiu parar o luso nas meias finais.</p>
<p><strong>Menções honrosas</strong><br />
<strong> Ruben Gonzalez – 9º lugar no Buondi Sintra Pro &#8211; 1997</strong><br />
Mesmo tendo apenas vencido uma bateria, o 9º lugar de Ruben só foi superado por outro português mais de 10 anos mais tarde, quando Tiago Pires passou do round 3 no Rip Curl Pro Search de Bali. O seu adversário no round 2 era Shane Beschen mas o californiano não pôs os pés em Portugal em 97 e Gonzalez avançou para se encontrar com Kelly Slater na fase seguinte. Foi na Praia da Aguda, em Sintra, que o confronto se realizou e Ruben, com uma das melhores prestações da sua carreira eliminou um ligeiramente “ressacado” Slater, sendo superado na fase seguinte pelo eventual vencedor da prova, Mick Campbell.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins</strong> &#8211; <strong>5º lugar no MEO Rip Curl Pro Portugal &#8211; 2023</strong><br />
Na sua primeira presença numa etapa do Championship Tour, como <em>wildcard</em>, Yolanda Hopkins conquistou o melhor resultado feminino da era moderna do CT, um 5º lugar. A Algarvia teve que superar a 5x campeão mundial, Carissa Moore, acabando por perder na fase seguinte para uma super inspirada Macy Callaghan. Um marco do surf nacional que ainda não foi ultrapassado.</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>6 resultados que destacaram Tiago Pires enquanto júnior&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-resultados-que-destacaram-tiago-pires-enquanto-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 10:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Chiemsee Pipeline Masters]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Wide Open]]></category>
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					<description><![CDATA[Dos sub14 aos sub18...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires não apareceu “de repente” no surf internacional. Os maiores feitos da sua carreira foram nos circuitos QS e CT da WSL mas, para ter a oportunidade de dar o salto para esse patamar, Saca teve que quebrar muitas barreiras enquanto júnior. Fica a conhecer alguns dos resultados esquecidos que colocaram este super talento no mapa&#8230;</p>
<p><strong>O título Europeu de Sub14</strong><br />
Saca conquistou o seu primeiro título nacional em 1994 no circuito de esperanças, categoria de sub14. A sua prestação dominante nesse circuito garantiu-lhe uma vaga na selecção nacional para o Eurosurf, um campeonato que até aí era dominado por franceses, bascos e ingleses. Tiago sagrou-se campeão europeu nesse evento o que fez com que fosse reconhecido pelo seu patrocinador, a Quiksilver, sendo a partir daí convidado a participar nos “camps” da marca, eventos exclusivos para os team riders europeus de topo, e alguns internacionais. Aí Pires começou a conviver (e a mostrar o seu potencial) no meio de muitos surfistas que mais tarde seriam destaque a nível mundial, além de ícones do desporto como <strong>Tom Carroll</strong>.</p>
<p><strong>Domínio no Circuito Lightning Bolt de Esperanças</strong><br />
Apesar de ter mantido um olho no sonho de ser surfista profissional desde muito novo, Pires fez o percurso “normal” disponível no nosso país, até ele deixar de fazer sentido por estar tão à frente na concorrência. Esse facto tornou-se visível ainda no circuito esperanças e, depois de “limpar” os sub14 em 94 e os sub16 em 95, no ano seguinte, ainda com 16 anos pediu autorização para competir numa das categorias etárias acima, algo que foi negado. A sua última passagem pelo circuito esperanças foi numa etapa em Ribeira D’Ilhas, onde surfou num patamar muito superior a todos os outros. E quando os seus colegas se deslocaram a Vila do Conde para competir na finalíssima do circuito, Saca arrancou para Peniche onde competiu numa etapa do circuito EPSA, o competitivo circuito profissional europeu, onde garantiu um impressionante 5º lugar nos Supertubos.</p>
<p><strong>2º lugar no Nacional Open</strong><br />
Poucas semanas depois de competir na etapa do circuito esperanças em Ribeira D’Ilhas, o futuro “GOAT” do surf português quase venceu uma prova do circuito nacional Open no mesmo local, sendo superado por muito pouco pelo surfista mais dominante da época, <strong>João Antunes</strong>. O ano não acabava sem outro segundo lugar e no ano seguinte veio a primeira vitória e a disputa pelo título. Na altura o circuito era dominado por uma geração muito forte, que via assim um surfista de apenas 16 anos a mostrar um nível de surf semelhante aos melhores e um potencial de chegar onde nenhum outro português até aí tinha tido hipóteses realísticas de alcançar.</p>
<p><strong>A prova da Chiemsee na Holanda</strong><br />
No mesmo ano em que se despediu no circuito esperanças e começou a dar cartas no circuito nacional e EPSA, Saca competiu numa prova de surf na Holanda. O patrocinador desse evento era a Chiemsee, uma marca que também patrocinava o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">Pipeline Masters</a>, e teoricamente estava em jogo uma vaga nos trials de Pipe. Tiago venceu a prova, ganhou uma viagem à “meca do surf” mas quando chegou ao North Shore rapidamente percebeu que os organizadores do evento tinham sido ingénuos ao achar que conseguiriam colocar um <em>grom</em> europeu num evento que era dominado por surfistas locais e por grandes nomes internacionais. O jovem português não fez caso e aproveitou da melhor forma a que seria a primeira de quase duas décadas de “peregrinações” anuais ao Havai, algo que se tornaria muito relevante pouco mais tarde na sua carreira.</p>
<p><strong>A vitória no Billabong júnior Challenge Europeu</strong><br />
A Billabong lançou o formato Challenge no surf nos anos 90, criando <em>special events</em> com os maiores talentos da época em ondas acima da qualidade que se encontrava no tour, aproveitando para transformar esse produto num conteúdo muito forte para as revistas e até filmes promocionais em VHS. Surgiu entretanto o Billabonng Júnior Challenge na Austrália, que teve a presença de surfistas como Andy Irons, <strong>Taj Burrow</strong> e <strong>CJ Hobgood</strong>, entre outros. Já os representantes da África do Sul, Japão, Europa, Indonésia e Brasil, seriam apurados em eventos locais. A “selectiva” europeia aconteceu em Hossegor e teve dois representantes de cada país, França, Espanha/País Basco, Inglaterra e Portugal. Tendo em conta o avanço que teoricamente tinham sobre o resto da Europa, os surfistas franceses e bascos eram os claros favoritos mas Saca não se deixou intimidar. O português qualificou-se para a final e abusou dos seus <em>skills</em> como tube rider, batendo a dupla francesa <strong>Patrick Beven</strong> e <strong>Miky Picon</strong> e garantindo uma vaga no evento final. Uma vez lá tratou de bater <strong>Andy Irons</strong> no seu primeiro heat e mostrou o seu surf ao lado dos melhores da sua geração, muitos dos quais seriam mais tarde seus colegas no Championship Tour. O evento deu origem ao filme “Wide Open”, produzido por Jack Mccoy para a Billabong e vendido em VHS em todo o mundo.</p>
<p><strong>2º lugar no ISA WSG</strong><br />
Em 1998 o ex-mundial amador, então ISA World Surfing Games, passou por Portugal e Tiago Pires era já o grande destaque da selecção júnior portuguesa. O evento trouxe ao nosso país alguns dos grandes nomes daquela geração, de onde se destacava as fortíssimas equipas brasileira e australiana. Entre Carcavelos e o Guincho, Saca foi limpando as suas baterias para alegria do publico português, que não arredava o pé da praia nas suas baterias. Depois de uma longa semana <strong>Dean Morrison</strong> venceu a categoria mas Tiago ficou num muito próximo segundo lugar, um resultado que tinha superado qualquer outra prestação lusa, ou mesmo europeia, na história da categoria júnior da ISA por várias fases. A partir desse momento não havia mais como negar que este seria o surfista que iria lançar o surf português para patamares onde este nunca tinha estado. Assim acabou o seu percurso nos sub18, mas ainda havia estragos para fazer nos Pro Juniors da WSL (sub20). Depois de vencer o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-primeiro-titulo-pro-junior-portugues/" target="_blank" rel="noopener">circuito Europeu Pro Junior</a>, Pires continuou a crescer e dois anos depois foi novamente vice-campeão mundial, no Pro Junior da WSL no Havai. Essa temporada não acabou sem o seu mítico 2º lugar na prova de 6 estrelas em Sunset, ficando pela primeira vez muito perto do Championship Tour&#8230;</p>
<p>A partir daí Tiago Pires dedicou-se ao circuito QS, onde batalhou muito para chegar ao Championship Tour, colocando pela primeira vez a bandeira portuguesa no circuito de surf mais importante do mundo.</p>
<p>Fica a conhecer 12 grandes momentos de Saca no CT <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>https://youtu.be/6dOlKg16-MM</p>
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		<title>Tiago Stock e Teresa Bonvalot vencem o Allianz Ericeira Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tiago-stock-e-teresa-bonvalot-vencem-o-allianz-ericeira-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 20:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Ericeira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Stock]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Pires vence Heritage Heat...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para o dia final do Allianz Ericeira Pro restavam poucos heats, já que a prova tinha avançado até às fases man-on-man, mas a acção em Ribeira D&#8217;Ilhas não desiludiu.</p>



<p>Logo no primeiro heat dos quartos de final assistiu-se a um bom confronto entre o ex-campeão nacional,<strong> Joaquim Chaves</strong>, e a bombinha em ascensão <strong>Jaime Veselko</strong>. Ambos surfaram muito mas Jaime mostrou um ritmo muito forte, mostrando potencial de chegar onde poucos portugueses chegaram. Seguiu-se o heat &#8220;internacional&#8221;, entre Gony Zubizarreta e <strong>Halley Batista</strong>. O galego mostrou <em>flashes </em>da forma que o levaram a uma final QS 6 estrelas neste mesmo local há mais de uma década, vencendo com alguma margem este confronto. A bateria entre Tiago Stock e <strong>Matias Canhoto</strong> prometia &#8220;pegar fogo&#8221;, sendo eles dois dos maiores nomes da nova geração e ambos mostraram muito bom surf ao longo do campeonato. E enquanto Stock surfou bem soltinho e destacou-se ao longo do heat, Canhoto não conseguiu surfar ao seu melhor nível, pecando um pouco na escolha de ondas e sendo eliminado. Para terminar a fase, assistimos a um confronto familiar, <strong>Afonso Antunes</strong> VS <strong>Guilherme Ribeiro</strong>. Membros da mesma geração, estes dois surfistas competem juntos desde &#8220;mini groms&#8221;, com resultados variados ao longo dos anos. Desta vez Guilherme começou mais forte, com notas de 7 e 7.5 pontos. Afonso quase virou o resultado no fim, mas ficou 0.5 pontos abaixo do requisito.</p>



<p>Nas meias finais Guilherme e Jaime foram parados por Stock e Zubizarreta respectivamente, marcando assim o regresso às finais para Gony e para Tiago uma possível estreia no topo do podium. <strong>Tiago Stock </strong>já tinha feito uma final na Figueira da Foz, no ano passado, e desta vez mostrou todo o seu potencial, vencendo a final com notas de 7.75 e 6 pontos, deixando <strong>Gony Zubizarreta</strong> em segundo lugar a precisar de 8.5. Com a vitória o surfista de Carcavelos lança-se na disputa pelo título nacional, que neste momento é liderada por <strong>Luís Perloiro</strong>.</p>



<p>A prova feminina foi menos surpreendente pois teve como finalistas <strong>Teresa Bonvalot</strong> e <strong>Maria Salgado</strong>, uma repetição da final da prova anterior. E como no Porto, Teresa voltou a vencer, disparando na liderança deste circuito.</p>



<p>Horas mais cedo realizou-se o Quiksilver Heritage Heat entre 4 ex-campeões nacionais, <strong>Tiago Pires</strong>, <strong>Ruben Gonzalez</strong>, <strong>José Gregório</strong> e <strong>Paulo do Bairro</strong>, todos eles surfistas com um historial muito forte em Ribeira D&#8217;Ilhas. Foi um bom heat de assistir, acabando por ser vencido pelo G.O.A.T. do surf nacional, Tiago Pires, que mesmo com uma interferência venceu o confronto, graças a uma nota de 10 pontos e um <em>back up</em> de 8.5 que, mesmo &#8220;cortado&#8221; a meio, foi suficiente para mais um momento de glória neste local onde deu tantas felicidades ao surf nacional.</p>



<p>O circuito segue agora para Ribeira Grande, São Miguel, Açores, para o Allianz Ribeira Grande Pro, que acontece entre 13 e 15 de Junho.</p>
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		<title>As vitórias portuguesas no circuito QS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Veselko]]></category>
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					<description><![CDATA[Actualização de Abril de 2025....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos portugueses já venceram provas no circuito de qualificação da World Surf League? E se te dissermos que 14 surfistas já venceram provas por Portugal e que não foi nem Tiago Pires, nem Frederico Morais, quem venceu mais?</p>
<p>Fica a conhecer o historial das vitórias lusas no circuito QS:</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> &#8211;<strong> 8 vitórias</strong><br />
Teresa ameaçou vencer provas várias vezes ao longo dos anos, mas foi em <strong>2021</strong>, no Estrella Galicia Caparica Surf Fest, que finalmente triunfou. Desde aí a surfista de Cascais venceu mais sete vezes, triunfando também nos Açores, Israel, França, Espanha e mais importante que todas as outras etapas, ganhou a prova Challenger Series em Sydney, Austrália, o MWM Sydney Surf Pro.</p>
<p><strong>Justin Mujica – 6 vitórias</strong><br />
Apesar de não ter nascido (nem crescido) em Portugal, Justin recebeu a nacionalidade portuguesa ao fim de alguns anos no nosso país e representou-nos bem em várias provas de 1 estrela realizadas na Europa. A primeira foi nos &#8220;Beach Games&#8221; na Praia Grande em <strong>2001</strong>, enquanto que em <strong>2002</strong> venceu em<strong> Tápia</strong>, Espanha, e em<strong> 2003</strong> em Tenerife, Canárias. Em <strong>2004</strong> venceu duas provas, em Tápia e na Praia do Amado, Portugal. Em <strong>2006</strong> venceu pela última vez, novamente em Tenerife, sendo a sua única vitória numa etapa de 2 estrelas. Pelo meio Mujica conquistou um título que sempre iludiu os surfistas portuguesas, o de campeão da EPSA, numa época em que o circuito Europeu já se tinha fundido com a ASP.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins – 5 vitórias</strong><br />
A surfista algarvia apostou forte no circuito QS em <strong>2019</strong>, tendo participado em 12 etapas e vencido uma, o Roxy Open, realizado em Inglaterra, tornando-se na segunda surfista portuguesa a vencer uma prova deste circuito. Três anos depois, em <strong>2022</strong>, venceu no mesmo local o Animal/Boardmasters Pro, em Fistral Beach e duas semanas depois repetiu a dose, vencendo o QS 3.000, Rip Curl Pro Anglet. Entretanto voltou ao topo do podium em Marrocos e Fistral.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 5 vitórias</strong><br />
Quando venceu o Gaia Shopping Buondi Pro, prova de 3 estrelas realizada em Vila nova de Gaia em <strong>2000</strong>, Saca tornou-se no primeiro português numa final, e o primeiro a vencer. Dois anos depois garantiu a primeira vitória portuguesa fora da Europa, no Irago Billabong Pro, Japão, em <strong>2002</strong> (5 estrelas). Seguiram-se duas vitórias consecutivas no Buondi Ericeira Pro em<strong> 2005</strong> (6 estrelas) e<strong> 2006</strong> (5 estrelas). Seis anos depois conquistou a sua última vitória, mais uma etapa de 6 estrelas, desta vez em Lanzarote, Canárias, em <strong>2012</strong>. Além disso Tiago fez história com a primeira final no Havai, quando terminou em 2º lugar na prova de Sunset, e mais várias dezenas de resultados incríveis no Championship Tour, outras provas QS e até <em>special events</em>.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 4 vitórias</strong><br />
O único português a fazer uma final no Championship Tour e quatro finais QS no Havai, Frederico Morais, até ao início de 2019 tinha apenas uma vitória no QS a seu nome, o Martinique Surf Pro (QS 3.000) de <strong>2016</strong>. O resultado parece ter feito muito pela confiança deste surfista que no final desse ano conseguia a qualificação para o CT. Em <strong>2019</strong> facturou a etapa de 3.000 pontos de Santa Cruz, a etapa de 6.000 nos Açores e a etapa de 10.000 em Haleiwa, o que lhe permitiu vencer o circuito e conquistar mais um título inédito, o de campeão do circuito QS.</p>
<p><strong>Francisca Veselko – 3 vitórias<br />
</strong>Depois de, com apenas 19 anos, Francisca Veselko se ter qualificado para a sua primeira final QS, o Caraïbos Lacanau Pro, e vencer esta prova QS 1.000, a surfista de Carcavelos repetiu a dose em <strong>2025</strong>, vencendo o Pro Taghazout Bay, de 3.000 pontos, e o Caparica Surf Fest, de 1.000 pontos, garantindo mais uma vez a sua presença nas proavas Challenger Series.</p>
<p><strong>Ruben Gonzalez – 3 vitórias</strong><br />
Com o passar dos anos vamos esquecendo os feitos de grandes surfistas como Ruben Gonzalez. Já perdemos conta do número de vitórias na Liga MEO mas no circuito de qualificação Ruben venceu por três vezes, mostrando que também estava entre os melhores da Europa. As suas vitórias aconteceram em provas de 1 estrela, os “Beach Games” em Moledo (<strong>2003</strong>), o Buondi Caparica Pro em <strong>2004</strong> e o Goanna Pro de Tápia em <strong>2006</strong>.</p>
<p><strong>Mafalda Lopes &#8211; 2 vitórias<br />
</strong>A surfista da Caparica venceu em <strong>2023</strong> em casa, repetindo o resultado no mítico Lacanau Pro em <strong>2024</strong>, e tem potencial de aumentar bastante este número no futuro.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Carolina Mendes – 2 vitórias</strong><br />
Carol conseguiu a nacionalidade portuguesa antes do seu irmão Pedro, e aos poucos foi fazendo um percurso de mérito inegável. Entre outros grandes resultados conseguiu a primeira vitória no circuito QS no Pro Zarautz (QS 1.500) de <strong>2017</strong> por Portugal e em <strong>2021</strong> repetiu a dose, ao vencer o ABANCA Pantin Classic Galicia Pro (QS 1.000).</p>
<p><strong>Pedro Henrique – 2 vitórias</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior venceu duas etapas por Portugal e uma ainda com a nacionalidade brasileira. Em <strong>2015</strong> venceu o Quiksilver Pro Casablanca, em Marrocos, e em <strong>2016</strong> venceu o Seat Pro Netanya, em Israel, ambas etapas QS 1.500.</p>
<p><strong>Afonso Antunes &#8211;</strong> <strong>1 vitória<br />
</strong>Afonso estreou-se nas vitórias em 31 de Agosto de <strong>2024</strong>, uma prova de 3.000 pontos realizado em Pantin, um local onde o seu pai tirou inúmeros resultados expressivos na época do circuito Europeu Profissional (EPSA)</p>
<p><strong>Guilherme Ribeiro – 1 vitória<br />
</strong>Apesar de nunca ter chegado às fases finais de uma prova QS antes, Guilherme Ribeiro quebrou o bloqueio em Lacanau e com apenas 20 anos venceu o Caraïbos Lacanau Pro, fazendo uma &#8220;dobradinha lusa&#8221; com Francisca Veselko.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> &#8211;<strong> 1 vitória</strong><br />
O ex-campeão mundial júnior mostrou potencial de vencer várias vezes mas a contar para o ranking só se estreou no primeiro lugar em<strong> 2021</strong>, quando dominou o Estrella Galicia Santa Cruz Pro presented by Noah Surf House (QS 3.000), vencendo assim o título europeu e garantindo a qualificação para as provas Challenger Series mais tarde no ano.</p>
<p><strong>José Gregório – 1 vitória</strong><br />
Gregório era um dos grandes nomes do circuito EPSA e continuou o seu percurso quando o mesmo passou a ser realizado em provas do circuito QS. Quando venceu Shopping Buondi Pro (1 estrela) em <strong>2001</strong>, um ano depois de Tiago Pires ter vencido a prova, tornou-se no segundo português a triunfar nesse circuito.</p>
<p><strong>By the numbers:</strong><br />
&#8211; <strong>Teresa Bonvalot</strong> é neste momento quem mais provas QS venceu por Portugal, um feito que poderá demorar décadas a ser superado;<br />
&#8211; <strong>Tiago Pires</strong> foi o primeiro a vencer por Portugal, o primeiro a vencer fora de Portugal e o primeiro a vencer na Ásia;<br />
&#8211; <strong>Frederico Morais</strong> e Teresa Bonvalot foram quem venceu mais etapas num só ano, 3 provas;<br />
&#8211; <strong>Marlon Lipke</strong> e <strong>Pedro Henrique</strong> venceram provas QS mas na altura ainda não representavam Portugal, nacionalidade que adoptaram mais tarde;<br />
&#8211; Tanto Tiago Pires como Frederico Morais já lideraram o circuito QS, o primeiro durante uns meses em 2007 e o segundo em Novembro de 2019 até ao fim do ano, sagrando-se campeão do circuito de qualificação;<br />
&#8211; Neste momento 14 surfistas portugueses diferentes já venceram neste circuito, totalizando 44 vitórias;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>EDP Surf for Tomorrow &#124; Season Final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 23:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ Temporada 3, Episódio 4]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O quarto episódio do EDP Surf for Tomorrow foi passado em grande parte na Madeira, com direita a um campeonato de surf, uma remada de 3 quilómetros e muito free surf analisado por Zé Seabra, Tiago Pires e Adriano de Souza. No final foi apresentado o team para 2024, já no Havai, que conta com os &#8220;clássicos&#8221; irmãos Odriozola e Janire Etxabarri, e a eles juntam-se os newcomers, Guilherme Ribeiro e Jaime Veselko. O céu é o limite para esta equipa&#8230;</p>
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		<title>EDP Surf for Tomorrow &#124; “Proving Time”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 09:12:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Zé Seabra]]></category>
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					<description><![CDATA[ Temporada 3, Episódio 3]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de uma passagem bem sucedida em alguns eventos Europeus, a equipa rumou ao Havaí da Europa, a Ilha da Madeira. Foi aí que os irmãos Odriozola, Janire e Matias tiveram a companhia de mais uma fornada de nomes em ascensão, num &#8220;proving camp&#8221; de alto nível e altas ondas, onde estiveram presentes além de Zé Seabra, as lendas Tiago Pires e Adriano de Souza&#8230;</p>
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