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	<title>Trent Munro &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>4 surfistas esquecidos que venceram no Championship Tour &#124; Parte 3</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/4-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 16:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas esquecidos que venceram no WCT]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Keanu Asing]]></category>
		<category><![CDATA[Nathaniel Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Trent Munro]]></category>
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					<description><![CDATA[Timmy, Trent, Keanu e Andrea...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vencer no Championship Tour é o ápice da carreira de qualquer surfista profissional, com direito a lugar no Hall of Fame do nosso desporto. Ou não? Com os anos os surfistas vão caindo no esquecimento e, 9 anos depois da primeira lista a ONFIRE lança mais 5 nomes que obtiveram o sucesso máximo como profissionais e hoje em dia poucos se lembram deles&#8230;</p>



<p><strong>Timmy Curran</strong><br>Se já eras surfista nos anos 90 seguram conheces este nome, não pela sua competitividade mas pelo surf progressivo. Curran era uma das grandes estrelas do geração que ficou conhecida com os &#8220;pre-schoolers&#8221; ao lado de Kalani Robb e tantos outros, fazendo do alley oop, uma manobra pouco conhecida na época a sua marca registada. Na época do VHS, Curran era um daqueles nomes obrigatórios nos melhores filmes de surf e, claro, nas revistas. Depois de alguns anos a batalhar no circuito QS, Timmy qualificou-se para o Championship Tour e no seu ano de estreia, 1999, venceu duas etapas, o Japan Pro e o Lacanau Pro e terminando em 6º lugar no ranking. O futuro parecia promissor mas a partir daí Timmy &#8220;descarrilou&#8221;. No ano seguinte, que tinha 13 etapas, fez quatro 9ºs e um 5º lugar mas o resto foi 33º e 17ºs, falhando assim a qualificação para o ano seguinte. Em 2003 estava de volta ao CT, mas praticamente não passou do round 2, garantindo-se no tour via QS, repetindo a fraca prestação na temporada seguinte, com excepção de um 3º lugar em Fiji e um 9º em Pipeline, o californiano perdeu quase todas as primeiras de primeira. Depois de alguns anos a manter-se no activo como free surfer, protagonizando um dos primeiros legítimos <em>backflips</em> a serem captados em vídeo. Eventualmente largou o surf e dedicou-se à música, também com um sucesso bastante limitado. Curiosamente o seu irmão, Nathaniel, seguiu as suas pegadas, tendo passado também pelo Championship Tour mas não permaneceu muito tempo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Tim Curran in GOOD TIMES" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ry7F9hixA_U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Andrea Lopes</strong><br>Quando Portugal tinha Patrícia Lopes como representante nacional no circuito mundial feminina, o Brasil tinha Andrea Lopes, que conseguiu &#8220;furar&#8221; o top16 algumas vezes durante os anos 90. Eventualmente Andrea teve alguns problemas de saúde e largou o tour, mantendo-se mesmo assim activa nos circuitos brasileiros. Em 1999 recebeu um convite para competir no Rio Surf Marathon e fez a primeira vitória feminina de uma wildcard no circuito da WSL (na época ASP). Lopes bateu surfistas como Trudy Todd, Lynette MacKenzie, Yvonne Rogencamp e a surfista mais dominante da época, Layne Beachley (2x), para se encontrar com uma jovem Keala Kennelly na final e vencer. Foi um momento que marcou a sua carreira e o próprio surf brasileiro mas que entretanto caiu no esquecimento&#8230;</p>



<p><strong>Trent Munro </strong><br>2005 Foi também o primeiro e único ano que em que um surfista ganhou a mais antiga prova do tour, o Rip Curl Pro Bells Beach, a surfar para a esquerda. A falta de ondas em Bells obrigou a que a prova fosse deslocada para Woolamai Beach, em Phillip Island, onde os melhores surfistas do mundo encontraram boas esquerdas de meio a um metro. <strong>Trent Munro</strong> era conhecido pelo seu <em>hack</em> (um <em>snap</em> poderoso) de<em> frontside</em>, mas o seu<em> backside</em> estava perfeito e facturou a segunda vitória da sua carreira, batendo Andy Irons na final. Antes disso Trent tinha triunfado vencendo uma das 5 etapas realizadas no ano dos atentados de 11 de Setembro, o Rio Surf Internacional, no Brasil. O <em>aussie</em> venceu também várias etapas &#8220;prime&#8221; no circuito QS mas eventualmente saiu do tour. Actualmente o australiano divide o seu tempo entre a gestão da sua escola de surf e as viagens regulares para locais como a Indonésia mas caiu bastante no esquecimento fora do seu país.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Trent Munro &quot;Knackers&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/hUwwA695hKU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Keanu Asing</strong><br>O pequeno havaiano ainda se mantém minimamente relevante no surf profissional, tendo-se reformado do tour no ano passado, mas mantendo-se bem ligado à indústria com o papel de team manager global da Billabong. Mas poucos se lembram que esteve no Championship Tour e venceu uma etapa. O ponto forte o seu surf é o backside, e no último dia do Quiksilver Pro France de 2016 Asing encontrou esquerdas bem à sua medida para bater dois surfistas que estava a disputar o título, Gabriel Medina e John John Florence. Os astros nunca mais se alinharam para Keanu, que mesmo assim não conseguiu a qualificação para o Championship Tour nesse ano, voltando, mesmo assim, alguns mais tarde, um regresso que também foi breve.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="The Scrapper: Keanu Asing Profile" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/d0RpzVJ27EI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 surfistas que lideraram o circuito mundial mas caíram no esquecimento</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-lideraram-o-circuito-mundial-mas-cairam-no-esquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 11:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas que já lideraram o circuito mundial]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Beau Emerton]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Wills]]></category>
		<category><![CDATA[Dean Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[Mick Lowe]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Herring]]></category>
		<category><![CDATA[Trent Munro]]></category>
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					<description><![CDATA[Sucesso temporário...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 30 anos, desde que surgiu a divisão QS/CT, apenas 12 surfistas diferentes conquistaram o título mundial masculino. Outros, como Shane Beschen, Rob Machado e Taj Burrow, chegaram a liderar o circuito mas, mesmo sem ter conseguido garantir o título, continuam com reconhecimento do público pelos seus resultados do passado.</p>
<p>Mas alguns caíram no esquecimento pouco depois de saírem do tour. Fica a conhecer 5 surfistas que a certa altura lideraram o mais importante circuito de surf do planeta..</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Danny Wills (&amp; Mick Campbell) – 1998</strong></p>
<p>Entre todos os ex-líderes esquecidos do Championship Tour mencionados neste artigo, <strong>Danny Wills</strong> foi provavelmente o mais bem sucedido tanto na disputa pelo título como na sua carreira. Wills era o “menino de ouro” da Austrália e da Quiksilver, tendo aparecido ao lado de Tom Carroll em filmes de surf desde os seus 13 anos. Depois de alguns anos de pouco sucesso no tour, Danny venceu duas etapas de seguida no Japão, as únicas de pontuação mais elevada num ano em que o tour tinha 11 provas. Os pontos que arrecadou nestas etapas ofereceram-lhe uma liderança destacada, mas não conseguiu manter a competitividade o resto do ano. <strong>Kelly Slater</strong> começou a “morder-lhe os calcanhares” com resultados consistentes mas foi o seu melhor amigo, <strong>Mick Campbell</strong>, quem lhe roubou a liderança a uma prova do fim e Slater quem ficou com o título no fim do ano depois de uma prova desastrosa para ambos os australianos em Pipeline. Em 2001, o ano em que os acontecimentos de 11 de Setembro reduziram o tour a 5 etapas, Danny chegou a liderar novamente quando foi finalista na primeira etapa do ano, o Rip Curl Pro Bells Beach. O vencedor da prova foi o <em>wildcard</em> Mick Fanning numa época em que os “convidados” não mantinham os pontos, o que deixou o segundo classificado com a liderança. Logo na etapa seguinte era <strong>Cory Lopez</strong> quem passava para a frente mas no fim do ano <strong>CJ Hobgood</strong> conquistou um título que será sempre acompanhado de um asterisco. Danny retirou-se do tour em 2008 e, apesar da sua longa ligação com uma das grandes marcas de surf, optou por não se manter ligado à indústria e caiu no esquecimento do público fora da Austrália.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="RIVALS Episode Eight - Danny Wills" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1CgHKkR0PZc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Beau Emerton – 1999</strong></p>
<p>Poucos se lembram disto hoje, mas <strong>Kelly Slater</strong> reformou-se do tour em 1998, quando superou o recorde de <strong>Mark Richards</strong> ao conquistar 5 títulos mundiais consecutivos, ficando com 6 no total. Era então a oportunidade para todos aqueles que tinham &#8220;batido na trave&#8221; ao longo dos anos mas, para surpresa de muitos, foi um dos surfistas mais improváveis do tour quem arrancou na frente. <strong>Beau Emerton</strong> surgiu entre duas fortes gerações australianas, sendo mais novo que <strong>Shane Powell</strong>, <strong>Jake Sponner</strong>, <strong>Todd Prestage</strong> e companhia, e mais velho que a geração que iria dominar num futuro próximo, com Taj Burrow e mais tarde <strong>Joel Parkinson</strong>, <strong>Mick Fanning</strong>, entre outros. Emerton, que até aí não tinha feito qualquer resultado expressivo, fez o campeonato da sua vida na prova de abertura do ano, o Billabong Pro na Gold Coast, batendo <strong>Kalani Robb</strong>, <strong>Rob Machado</strong>, <strong>Cristiano Spirro</strong>, <strong>Ross Williams</strong> e Taj Burrow para encontrar, e derrotar, <strong>Nathan Webster</strong> na final. Beau segurou a liderança por mais uma etapa, depois de ter ficado em 5º lugar em Bells Beach mas perdeu-a em Manly Beach, onde<strong> Taj Burrow</strong> venceu e passou para a frente. Emerton acabou o ano em 8º lugar enquanto que <strong>Mark Occhilupo</strong> se sagrou campeão mundial. Eventualmente Beau reformou-se do<em> tour</em> mas continua ligado à indústria do surf&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="KANDUI RESORT 2010 l BEAU EMERTON" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Zn0ZR0Q_16I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dean Morrison – 2003</strong></p>
<p>Em tempos, quando se falava de<strong> Mick Fanning</strong> e <strong>Joel Parkinson</strong>, falava-se também de <strong>Dean Morrison</strong>. Era o trio de Coolangata, tão coeso que deu origem a um dos melhores filmes da época, 3 degrees. Nele ficou registada a evolução do trio ao longo dos anos e era visível que a certa altura “Dingo” foi o melhor dos três. Entre eles Morrison foi o primeiro a vencer um título mundial, conquistado em 1998 na categoria júnior no ISA World Surfing Games de Portugal, e o primeiro a liderar o circuito mundial da ASP (actual WSL). Foi, como <strong>Beau Emerton</strong>, graças a uma vitória na prova de abertura do ano, o Quiksilver Pro na Gold Coast, em que Dean bateu surfistas como <strong>Danny Wills</strong>, <strong>Kelly Slater</strong>, <strong>Jake Paterson</strong> e Mick Fanning a caminho da final em que derrotou <strong>Mark Occhilupo</strong>. Mas o sucesso não durou já que Dean perdeu na prova seguinte no round 3 para <strong>Neco Padaratz</strong>, enquanto que Joel e Mick ficaram em 2º e 3º lugares na prova. “Dingo” ainda se aguentou no tour até 2010, totalizando 9 temporadas no tour e hoje ainda é um dos destaques em picos como Snapper Rocks e outros da zona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="3 degrees -  personal development" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Ty6r4e_G0_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mick Lowe – 2004</strong></p>
<p>Mesmo sendo um dos mais pesados surfistas do tour, <strong>Mick Lowe</strong> teve uma longa carreira no circuito, com várias finais e algumas vitórias. 1999 foi o ano em que fez um sério ataque ao título, com muitos resultados sólidos e uma vitória impressionante. Nesse ano a vitória ficou com outro peso pesado australiano, <strong>Mark Occhilupo</strong>, enquanto que Lowe liderou o tour anos mais tarde. Foi uma liderança semelhante à de <strong>Beau Emerton</strong> em 1999, com uma vitória sobre <strong>Andy Irons</strong> na primeira etapa do ano, o Quiksilver Pro Gold Coast. Logo na prova seguinte Mick perdeu cedo e passou o resto do ano a “derrapar”, acabando por se reformar do tour no fim de 2007, aceitando um trabalho na área da gestão logo de seguida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Surf - Mick Lowe x Michael Campbell Final Hossegor 1999" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/X3wWVu-JoJE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trent Munro – 2005</strong></p>
<p>O ano de 2005 foi histórico por diversas razões. Foi o ano em que <strong>Kelly Slater</strong> finalmente conseguiu superar <strong>Andy Irons</strong> e conquistou o título mundial, 7 anos depois do seu sexto título. Foi também um ano em que <strong>Mick Fanning</strong> fez um dos melhores regressos da história do surf, vencendo a primeira prova do ano, depois de estar um ano a recuperar de uma lesão que para muitos teria sido o fim da carreira. Foi também o primeiro e único ano que em que um surfista ganhou a mais antiga prova do tour, o Rip Curl Pro Bells Beach, a surfar para a esquerda. A falta de ondas em Bells obrigou a que a prova fosse deslocada para Woolamai Beach, em Phillip Island, onde os melhores surfistas do mundo encontraram boas esquerdas de meio a um metro. <strong>Trent Munro</strong> era conhecido pelo seu <em>hack</em> (um <em>snap</em> poderoso) de<em> frontside</em>, mas o seu<em> backside</em> estava perfeito e facturou a segunda vitória da sua carreira, batendo Andy Irons na final. Juntando o 3º lugar da primeira etapa Munro passou para a liderança do tour, mas logo na etapa seguinte ficou em 9º lugar e perdeu a <em>pole position</em>. Kelly Slater venceu a etapa e mais tarde sagrava-se campeão mundial, enquanto que Trent acabou em 6º lugar no ranking final. Actualmente o australiano divide o seu tempo entre a gestão da sua escola de surf e as viagens regulares para locais como a Indonésia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trent munro surfing!! Podsurf Tv" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Yrf_TY0UDwc?start=53&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Menção honrosa<br />
Shane Herring – 1992</strong></p>
<p>A “resposta australiana a Kelly Slater” teve sucesso antes do actual 11x campeão mundial, com uma vitória no Coke Classic e a liderança do tour por alguns meses. A pressão e o álcool foram os seus inimigos e em 1994 este super talento já estava fora do tour e nunca tentou regressar. Ainda hoje o seu nome é referenciado como o maior “talento perdido” da história do circuito mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="InnerViews - Shane Herring" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/329aSgtTTVE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
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