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	<title>Shane Beschen &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 surfistas que teriam sido campeões mundiais num mundo sem Slater</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 16:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[À porta do Olimpo...]]></description>
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<p>Como seria a história do surf profissional sem Kelly Slater? É difícil imaginar o nosso desporto sem o GOAT, mas poderia ter acontecido. Fica a conhecer a história de 5 surfistas que fizeram campanhas incríveis que foram apenas paradas pelo 11x campeão mundial.</p>



<p><strong>Shane Powell &#8211; 1994</strong><br>A grande resposta australiana a Kelly Slater era <strong>Brett Herring</strong> e, apesar de ter mostrado o seu potencial em 1992, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“queimou” cedo</a>, como muitos outros promissores aussies, e em 1994 já estava de saída no Championship Tour. Surgiu então Shane Powell, que acabou o ano com duas vitórias, três 3ºs lugares, três 5ºs e um 9º, terminando apenas 400 pontos atrás de Kelly e mais de 600 à frente do terceiro classificado no ranking, <strong>Sunny Garcia</strong>.<br>A realidade conta uma história menos “apertada” que a estatística, já que Slater conquistou o título na penúltima etapa, Pipeline, e, desinteressado, perdeu cedo na última e mais valiosa etapa, em Sydney, na Austrália, enquanto “Powelly” venceu. Mas não deixa de ter sido uma campanha memorável para o australiano, um feito que não voltaria a repetir ao longo da sua carreira.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Shane Powell/ Mid to Late 90&#039;s ( surf edit )" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vonSZCPqjy4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Rob Machado &#8211; 1995</strong><br>Rob “The Mob” Machado era um dos poucos surfistas no tour que parecia ser superior a Slater em algumas condições, principalmente em beach breaks. Em 1995, os “bros” já não estavam tão inseparáveis, pois Machado, apesar da sua aparência relaxada e pouco preocupada com pontos, queria muito o título mundial. Com um tour cheio de beach breaks e point breaks de esquerda e tendo vencido três etapas, Rob poderia ter conquistado o título, mas falhou noutras, como em G-Land, onde perdeu para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Larry Rios</strong> </a>(17.º), em Saint-Leu para <strong>Matt Hoy</strong> (9.º), em Lacanau para <strong>Gary Elkerton</strong> (9.º) e no Brasil para <strong>Ross Williams</strong> (9.º), heats em que era sempre o claro favorito.<br>Entretanto, Sunny Garcia assumiu a liderança na penúltima etapa ao chegar à final e, caso tivesse vencido, Slater ficaria sem hipóteses matemáticas de conquistar o título. No entanto, foi batido por <strong>Barton Lynch</strong>, naquela que seria a última vitória da sua carreira, e a disputa seguiu para Pipe, com Sunny, Rob e Kelly ainda na luta. Garcia estava bem posicionado, pois tinha um bom historial em Pipe, mas apanhou o regresso de Occy à competição. Apesar de ambos serem patrocinados pela Billabong e do australiano ter deixado o havaiano apanhar as ondas que quisesse, Sunny acabou por perder, adiando o sonho do título por mais cinco anos.<br>Entretanto, Machado, que não tinha um bom historial nesta prova, mostrou que podia vencer, avançando até às meias-finais, onde competiu contra Slater. Se o californiano vencesse, era imediatamente consagrado campeão, enquanto que Kelly teria de avançar até à final e vencer. A disputa foi renhida, com direito ao mais famoso “high-five” da história do surf profissional, mas foi Slater quem levou a melhor, batendo <strong>Mark Occhilupo</strong> na final para conquistar o seu terceiro título mundial. Rob Machado ainda disputou o título noutros anos, mas nunca mais chegou tão perto.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="US Open of Surfing 1995 - Slater versus Machado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/nvG6RSjYQRM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Shane Beschen &#8211; 1996</strong><br>Shane já competia contra Kelly Slater desde as categorias juniores e, depois de algumas disputas renhidas, parecia que 1996 seria o seu ano. Slater venceu a primeira etapa da temporada, o Coke Classic, mas Beschen terminou à sua frente em Kirra e Bells. Depois venceu duas etapas consecutivas, o Marui Pro, em Chiba, Japão, e em G-Land, assumindo assim uma liderança sólida.<br>No entanto, o tour na época tinha 14 etapas, e Slater venceu quatro das cinco seguintes, em Jeffreys Bay, Huntington, Hossegor e Biarritz. A diferença entre os dois tornou-se tão grande e o requisito para Slater conquistar o seu quarto título era tão baixo que Beschen alegou uma lesão e nem compareceu à etapa seguinte, realizada na Figueira da Foz. Com esse cenário, Slater apenas teve de entrar na água e, mesmo perdendo para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o português Bruno Charneca</a>, sagrou-se campeão mundial.<br>Beschen ainda <a href="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">voltou a vencer provas no Championship Tour</a>, mas nunca mais atingiu o mesmo nível de sucesso, retirando-se sem conquistar o título mundial.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Shane Beschen Surfing - Shane Beschen Family - MotorBlowerMedia Presents" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AcPtj4Fe_Ts?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Mick Campbell (e Danny Wills) &#8211; 1998</strong><br>Danny Wills teve um arranque fraco no Championship Tour, mas tudo mudou em 1998. O regular australiano começou com um 9.º lugar na Gold Coast, seguiu com um 5.º em Bells Beach e um 3.º em NSW. Depois veio o Japão, onde se realizavam as duas etapas mais valiosas em termos de pontos, e Wills não teve adversários nessa fase do tour, vencendo ambas para garantir uma liderança impressionante, enquanto Slater, que tinha vencido a primeira etapa, caía para o 5.º lugar.<br>A partir daí, parecia que Danny apenas precisava de manter alguma consistência para conquistar o título. Entretanto, o seu sparring partner, Mick Campbell, começou a subir no ranking, com um 3.º lugar em Bells, um 3.º e um 5.º no Japão, um 2.º em Huntington Beach, um 3.º em Hossegor e, ao chegar à final da penúltima etapa, no Brasil, assumiu a liderança, com uma vantagem de 110 pontos sobre Wills.<br>Infelizmente para eles, Slater estava apenas 100 pontos atrás e, sendo a derradeira etapa em Pipeline, o cenário complicava-se para os aussies. E quase que pior não podia ter acontecido. Pipe estava grande, e os australianos não estavam tão preparados. Mick perdeu na 2.ª ronda para o wildcard <strong>Bruce Irons</strong>, e Danny caiu na 3.ª ronda contra Ross Williams.<br>Mesmo assim, Kelly ainda precisava de chegar às meias-finais, e conseguiu, eliminando <strong>Renan Rocha</strong> nos oitavos e Rob Machado nos quartos. Acabou por ser eliminado pelo eventual vencedor da prova, <strong>Jake Paterson</strong>, mas já tinha feito o suficiente para conquistar o título. Depois disso, retirou-se temporariamente com os seus seis títulos mundiais.<br>Danny Wills ainda voltaria a liderar o circuito mundial, mas por pouco tempo, e Mick nunca mais mostrou o mesmo nível de competitividade.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Classic Clips: Mick Campbell E.T.R(Enjoy the Ride) circa &#039;97" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/T1I5WBgW1hY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Jordy Smith &#8211; 2010</strong><br>Jordy Smith faz parte da terceira geração que Kelly Slater enfrentou e, por alguns meses, o sul-africano mostrou potencial para “roubar” um dos eventuais 11 títulos que o superfreak conquistou ao longo da sua carreira.<br>Ao fim da quarta etapa, em Jeffreys Bay, Jordy tinha conquistado um 1.º, um 2.º e dois 5.ºs, contra um 1.º, um 2.º, um 9.º e um 17.º de KS, o que lhe deu uma liderança de quase 4.000 pontos. Mas foi a última vez nesse ano que Smith terminou à frente de Slater. Apesar de ter conseguido mais uma série de 5.ºs lugares e uma final, Kelly respondeu com um 3.º, um 2.º e três vitórias, terminando o ano 17.000 pontos à frente de Jordy, enquanto este acabou com uma diferença semelhante para o 3.º classificado, <strong>Mick Fanning</strong>.<br>De todos os surfistas mencionados nesta lista, Jordy Smith é o único que ainda pode sair dela, já que continua no tour e tem surf de sobra para furar o top 5 e disputar o título no WSL Finals.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Jordy Smith wins Billabong Pro - Jeffreys Bay 2010" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OCLYRFrwLCw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>



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<p></p>
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		<title>3 grandes talentos ignorados por Taylor Steele</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/3-grandes-talentos-ignorados-por-taylor-steele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 15:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Geração Momentum não fez um retrato 100% fiel do panorama da época...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Taylor Steele lançou a sua primeira grande produção, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-o-filme-que-marcou-uma-geracao-3727/" target="_blank" rel="noopener">Momentum</a>, toda a indústria mudou e um pequeno grupo de surfistas que já eram destaques a diversos níveis ganharam estatuto de ícones do desporto. Taylor seguiu o sucesso do primeiro filme como uma série de outras grandes produções como <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-2-1993-filme-completo-3958/" target="_blank" rel="noopener">Momentum II</a>, Focus, Good Times, The Show e mais. E, apesar de ter conseguido captar o melhor surf de muitos dos melhores surfistas dessa geração, alguns ficaram de fora. Fica com uma selecção dos melhores contemporâneos da &#8220;Geração Momentum&#8221; que pouco ou nada apareceram nos filmes de Steele.</p>
<p><strong>Shane Beschen</strong><br />
Slater e Beschen nasceram no mesmo mês e no mesmo ano competiram várias vezes nas categorias juniores. Em 1992 Slater venceu o título mundial o que ofuscou quase por completo a vitória de Shane na prestigiosa Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano disputado em provas QS. Aos poucos e poucos Beschen foi subindo no ranking chegando a disputar o título com Slater, sendo um dos mais sérios candidatos a quebrar a “hegemonia” do seu conterrâneo. Até aos dias de hoje o californiano é “dono” de um estatuto único no tour, o feito de ter conseguido fazer<a href="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" target="_blank" rel="noopener"> três notas 10 (e um 9.9) numa só bateria</a>. Esse momento histórico durante o Billabong Kirra Pro de 1996, uma época em que ainda contavam as três melhores notas de cada bateria. Além de ser extremamente competitivo, Shane também enchia o olho no <em>free surf</em>, graças a um <em>approach</em> progressivo, manobras de <em>rail</em> e boas capacidades nos tubos. No entanto, por alguma razão, pouco ou nada apareceu nos filmes de Taylor Steele, o que nunca ajudou a sua popularidade. Recentemente Shane voltou a competir e s<a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/rob-bain-dave-macauley-layne-beachley-vencem-azores-airlines-world-masters-championship/" target="_blank" rel="noopener">agrou-se vice-campeão mundial de Masters nos Açores </a>e continua ligado ao surf e a ser um dos destaques na água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shane Beschen Surfing - Shane Beschen Family - MotorBlowerMedia Presents" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AcPtj4Fe_Ts?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Shane Powell</strong><br />
Não podemos dizer que o australiano Shane Powell foi completamente esquecido por Taylor Steele pois no Momentum I teve algumas ondas registadas e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-2-1993-filme-completo-3958/" target="_blank" rel="noopener">no II teve uma secção só sua</a>. Mas, apesar de, como Shane Beschen, ter disputado o título mundial com Slater, a sua presença nos filmes de Taylor foi diminuindo gradualmente, acabando por desaparecer totalmente. Powell era considerado como uma das respostas do <em>Down Under</em> a Kelly Slater e em 1994 levou a disputa pelo título até Pipeline, tendo perdido o título por pouco mais de 400 pontos. Shane manteve o ritmo durante mais alguns anos mas nunca mais ficou tão perto do título. Em 1997 venceu uma de duas etapas portuguesas do Championship Tour, o Figueira Pro, batendo na final Rob Machado. Com o passar dos anos a sua carreira seguiu o mesmo destino da sua presença nos filmes de Taylor, foi desaparecendo, até que acabou. Eventualmente Shane começou uma nova carreira como pescador, além ser proprietário de um pequeno hostel na sua terra natal de Yamba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="R-Rated - Shane Powell" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/JFL8yRU1j3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Chris Brown</strong><br />
O <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noopener">recém falecido Chris Brown</a> é mais um surfista que pouco ou nada apareceu nos filmes de Steele. Apesar do seu <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noopener">sucesso competitivo nos anos 90 apenas ter sido superado por Slater e Machado</a> (dentro da geração Momentum), Brown também não teve acesso a esse<em> boost</em> na sua carreira, apesar de ter sido destacada em quase todas as outras produções independentes produzidas na Califórnia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=zBSWkYkGJs0</p>
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		<title>Noah Beschen &#124; Play &#124;&#124; 3:43</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 09:21:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Noah Beschen, filho de Shane, é um dos mais talentosos &#8220;grommets&#8221; do mundo. Recentemente cresceu bastante o que o obrigou a uma certa adaptação no seu surf. Com a sua nova dimensão veio a facilidade em ondas de consequência e nesta sessão na Micronésia mostrou-se muito à vontade com as condições pesadas. Enjoy!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Noah Beschen, filho de Shane, é um dos mais talentosos &#8220;grommets&#8221; do mundo. <span id="more-16981"></span>Recentemente cresceu bastante o que o obrigou a uma certa adaptação no seu surf. Com a sua nova dimensão veio a facilidade em ondas de consequência e nesta sessão na Micronésia mostrou-se muito à vontade com as condições pesadas. Enjoy!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="NOAH BESCHEN: PLAY" src="https://player.vimeo.com/video/90503863?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Noah Beschen &#124; Supergrom &#124;&#124; 8:50</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 12:59:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;Filho de peixe sabe nadar?&#8221; No surf muitas vezes o provérbio adequa-se e um dos melhores exemplos é Noah Beschen, filho de Shane. Enquanto que o pai foi um dos maiores rivais que Kelly Slater encontrou na sua carreira, o filho é uma das maiores promoessas do surf norte-americano. Enjoy!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Filho de peixe sabe nadar?&#8221; <span id="more-15632"></span>No surf muitas vezes o provérbio adequa-se e um dos melhores exemplos é Noah Beschen, filho de Shane. Enquanto que o pai foi um dos maiores rivais que Kelly Slater encontrou na sua carreira, o filho é uma das maiores promoessas do surf norte-americano. Enjoy!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TEENAGE /  EVE" src="https://player.vimeo.com/video/77182427?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Bud Surf Tour &#124; Um regresso ao passado &#124;&#124; 5:04</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 11:13:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que têm Christian Fletcher, Shane Beschen, Kelly Slater, Rob Machado, Dino Andino, Pat O&#8217;Connell e Mike Parsons em comum? Além de todos serem norte-americanos, todos eles, e muitos outros, lançaram-se no mítico &#8220;Bud Surf Tour. Este tour, patrocinado pela marca de cerveja Bud, era uma espécie de circuito nacional americano, mas realizado em provas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que têm Christian Fletcher, Shane Beschen, Kelly Slater, Rob Machado, Dino Andino, Pat O&#8217;Connell e Mike Parsons em comum?<span id="more-14404"></span> Além de todos serem norte-americanos, todos eles, e muitos outros, lançaram-se no mítico &#8220;Bud Surf Tour. Este tour, patrocinado pela marca de cerveja Bud, era uma espécie de circuito nacional americano, mas realizado em provas do WQS (1 e 2 estrelas). O que fez este circuito ter tanto destaque na altura foram dois factores, a qualidade dos surfistas que estavam a aparecer e a exposição que este garantia a cada um deles. Muitos anos antes dos webcasts, as imagens destes campeonatos surgiam, quase heat a heat, nas televisões um pouco por todo o mundo, algo que só se pode comparar com a exposição que o surf ganhou desde que começou a ser transmitido em directo. Este peça de cinco minutos, &#8220;alimentada&#8221; pelas guitarras dos jovens Kelly Slater, Rob Machado, Donavon Frenkenreiter, entre outros, é um verdade regresso a uma época de ouro do surf profissional Enjoy!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BUD SURF TOUR  - Hoey, Frankenreiter, Machado and Slater on stage" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kf84TC1bjT8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Heat Perfeito (3 ondas, 30 pontos) de Shane Beschen &#124; Blog</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 16:22:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Quik Pro" href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/kelly-slater-vence-novamente-o-quiksilver-pro/" target="_blank">último dia do Quiksilver Pro Gold Coast </a>2013 foi realizado em Kirra, um local que já recebeu o circuito numa época em que a onda era mais consistente que hoje. <span id="more-8305"></span>Na altura era a Billabong que organiza a etapa do circuito mundial aqui, que começou como QS e ascendeu a CT. Kirra era uma verdadeira pérola do circuito mundial numa altura que o nome <em>dream tour</em> não se adequava.</p>
<p>Faziam-se filmes em Kirra, com<em> free surf</em> e competição, mas as adaptações feitas pelo homem a este pedaço de costa fizeram com que se tornasse mais num mito que uma onda, quebrando só em ondulações muito específicas.</p>
<p>Foi em 1996, no Billabong Pro Kirra, que o norte-americano Shane Beschen fez algo inédito no surf profissional ao conseguir média mais alta de sempre, 30 pontos no somatório das suas três melhores ondas. O seu descarte? Uma onda de 9.9! Alguns anos mais tarde a WSL mudava as regras, passando a contar apenas as duas melhores ondas no somatório em vez de três fazendo com que seja impossível (pelo menos até se mudar novamente as regras) alguém alcançar a média perfeita de Beschen.</p>
<p>Alguns surfistas já conseguiram algo semelhante dentro das regras actuais, duas notas 10 no mesmo heat para ficarem com a média perfeita de 20 pontos. Joel Parkinson conseguiu fazê-lo, no Pipeline Masters de 2009, Slater e Jeremy Flores repetiam a dose em Teahupoo, em 2005 e 2011 respectivamente e mais alguns repetiram o feito desde aí.</p>
<p>Mas história do heat perfeito de Shane Beschen poderá ter passado mais por um erro no julgamento do que um feito único na história do surf, como recordaria o surfista de San Clemente em entrevista uns anos mais tarde. Aparentemente mais cedo nesse dia a maré ainda não estava no seu melhor e os júris distribuíam notas altas sem grande hesitação. E quando Shane entrou no seu heat, com a maré a acertar, e deu o melhor tubo até aí os júris deram-lhe uma nota 10. No entanto, os tubos que se seguiram foram ainda melhores e os júris não tiveram outra hipótese senão continuar a dar notas 10, fazendo um total de 30 pontos nas suas três melhores. O 9.9, que ficou como descarte, segundo muitos, em nada ficou atrás das outras ondas mas aí o “painel” já foi mais reservado na nota.</p>
<p>Esse heat do round 3 era contra o brasileiro Fábio Gouveia e Beschen perderia algumas fases mais tarde, nos quartos de final contra o eventual vencedor do campeonato, o original &#8220;Kauai Boy&#8221; do circuito, Kaipo Jaquias. Kaipo venceria mais uma etapa nesse ano, acabando no top 5 do circuito e vencendo ainda o primeiro título da (agora VANS) Triple Crown of Surfing, o primeiro da história do Kauai.</p>
<p>Shane ainda venceu duas etapas do CT de seguida nesse ano, no Japão e G-Land (Java, Indonésia), mas Kelly tinha vencido a primeira etapa do ano e também começou a &#8220;limpar&#8221; etapas consecutivas. Quando chegou à etapa portuguesa do circuito, o <a title="Coca-Cola Figueira Pro" href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/joao-antunes-o-primeiro-portugues-a-vencer-um-heat-no-wtwct/">Coca-Cola Figueira Pro</a>, Beschen já se tinha rendido às evidências e nem veio ao nosso país (alegando ter uma lesão), oferecendo assim o título ao seu grande rival. Mas o seu feito no Billabong Pro Kirra, com ou sem erros dos júris, ficou para a história e serve ainda hoje de exemplo para os júris do CT!</p>
<p>(Arquivo de Fabio Gouveia, o heat de Shane Beschen aparece a partir do minuto 5.10)</p>
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		<title>O melhor surfista de 12 anos do mundo &#124;&#124; 7:54</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 10:20:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer que um surfista é o melhor mundo da sua idade é um comentário que se deve fazer com cuidado. Mas é sempre bom sinal, quer dizer que o surfista em causa está com um nível de surf impressionante ou que quem está à volta dele é acredita muito nisso! <span id="more-6409"></span>Mas com Noah Beschen, filho do ex-rival de Kelly Slater e um dos melhores surfistas norte-americanos de sempre (Shane Beschen), parece ser &#8220;the real deal&#8221;!!!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TWELVE" src="https://player.vimeo.com/video/56515954?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>O que fazem os surfistas profissionais quando a carreira acaba?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 11:42:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em Portugal o surf profissional ainda é uma realidade recente. Os primeiros surfistas a viver do surf, no nosso país, estão agora entre os 38 anos de idade e os 45. É a carreira de sonho de qualquer praticante mas, como em qualquer outro desporto, é uma profissão de curta duração. Hoje em dia, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal o surf profissional ainda é uma realidade recente. Os primeiros surfistas a viver do surf, no nosso país, estão agora entre os 38 anos de idade e os 45.<span id="more-1160"></span> É a carreira de sonho de qualquer praticante mas, como em qualquer outro desporto, é uma profissão de curta duração. Hoje em dia, em Portugal, já existem surfistas com ordenados “chorudos” mas são muito poucos os que conseguem juntar dinheiro para viver o resto da vida com o que produziram seus anos áureos.</p>
<p>Por outro lado, recentemente, esta carreira parece ter aumentado ligeiramente a sua duração. Nos anos 90 um surfista de 28/30 anos já estava a caminho da reforma mas actualmente muitos são os que entram no auge das suas carreiras aos 27 anos e continuam a “dar cartas” pelo menos até aos 35 anos. O campeão mundial de 2011, um tal de Slater, continua na disputa do título mundial, o seu 12º, mesmo já tendo chegado aos 40 anos.</p>
<p>No nosso país muitos dos ex-profissionais de surf foram &#8220;absorvidos&#8221; pela indústria. Há quem se tenha tornado vendedor das marcas que o patrocinavam, outros trabalham no marketing ou nas mais diversas funções dentro das marcas. Há shapers, organizadores de eventos, proprietários de lojas de surf e surf camps, treinadores de surf e muito mais.</p>
<p>Muitos também mantiveram um “dedo” noutros trabalhos fora do meio, ou num curso. Há quem tenha reiniciado os estudos e quem se tenha dedicado à pesca (literalmente). A lista continua mas os que conseguiram antever o fim das suas carreiras foram os que se prepararam melhor.</p>
<p>Nos Estados Unidos a história é outra. O surf e a indústria são mais antigos e a sua dimensão muito maior. Há mais oportunidades e muitos casos de sucesso e de insucesso. O “film maker” Matt Wybenga fez uma pequena peça que (vale a pena ver) em que entrevistou três surfistas muito conhecidos (Peter Townend, Shane Beschen e Brad Gerlach) e outro menos conhecido para saber as suas experiências neste tema. Check it out!</p>
<p><a href="http://vimeo.com/47626662">http://vimeo.com/47626662</a></p>
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