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	<title>Reef Wetsuits &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 marcas expressivas que desapareceram do mercado português &#124; Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 13:59:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1 de 3...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como em qualquer desporto e qualquer mercado, há marcas que aparecem e ao fim de alguns anos desaparecem. No entanto, algumas chegam a atingir um patamar de sucesso a dada altura que parece impensável que poucos anos depois acabem. Fica a conhecer 5 marcas que foram muito expressivas no mercado português mas que eventualmente desapareceram.</p>
<p><strong>Redley</strong><br />
A Redley é uma marca brasileira de calçado e roupa que durante os anos 90 foi um “gigante” em Portugal. O sucesso deveu-se a um modelo de ténis, muito semelhante com os clássicos da Vans, que se tornou moda no nosso país, uma peça quase obrigatório nas faixas etárias mais jovens. Essa fase deu um enorme “boost” à marca, que eventualmente apostou muito numa linha de roupa e numa das equipas de surf mais fortes alguma vez vista no nosso país. Pela Redley, quase todos patrocinados da cabeça aos pés e com fatos produzidos para o efeito, passaram surfistas como Bruno Charneca “Bubas”, Marcos Anastácio, Paulo do Bairro, Zé Seabra, André Pedroso, José Gregório, Nuno Telmo, Aécio Flávio, Pedro Barbudo, Pedro Soares, Pedro Flores, Diogo Bettencourt, Marcelino Barros “Bizuka”, entre outros, chegando-se ainda a apostar num team Europeu que incluiu o melhor surfista britânico, Russel Winter, e o melhor francês, Didier Piter. Também no bodyboard a Redley marcava pontos, patrocinando grandes nomes da altura como Paulinho Costa e Filipe Ocha, e as suas famosas barbatanas eram das mais vistas na água.<br />
Entre imagens de atletas e anúncios, a Redley era extremamente expressiva nas revistas nacionais mas, ao longo dos anos, a foi perdendo a sua expressão. Foi uma queda gradual, algo que era bastante visível com a mudança da equipa nos últimos anos, apesar de continuar a haver uma forte aposta no marketing. No início do novo milénio a Redley já era uma sombra do que tinha sido no passado, mudando inclusivamente de distribuidor, e não se conseguiu dar a volta por cima e voltar a estabelecê-la.</p>
<p>Curiosamente no Brasil a marca continua em destaque, tendo-se posicionado como uma marca de gama alta de surfwear.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_58894" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-58894" class="wp-image-58894 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385.jpg" alt="" width="728" height="503" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385-255x176.jpg 255w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/IMG_9385-619x428.jpg 619w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-58894" class="wp-caption-text">Paulo do Bairro | Anúncio da Redley</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reef Wetsuits</strong><br />
Nos anos 90 havia em Portugal a Reef Wetsuits, uma marca sul africana de fatos, e a Reef Brazil, marca argentina que mais tarde, quando passaram a diversificar para sapatos e roupa, passou a (apenas) Reef. A marca de roupa e calçado existe até hoje no nosso país, enquanto que a Reef Wetsuits durou menos de uma década. A marca foi muito forte, apostando em surfistas como Nuno Matta, que curiosamente foi patrocinado por ambas as Reefs em simultâneo, Paulo do Bairro, Teresa Abraços, David Raimundo, Pedro Monteiro “Pecas”, Alexandre Ferreira “Xaninho”, entre outros.<br />
A queda da marca em Portugal deveu-se a vários fatores, o principal sendo provavelmente a concorrência. Até certa altura marcas de roupa faziam apenas roupa e marcas de fatos dedicavam-se a fazer fatos e quando a tendência mudou o mercado ficou muito mais competitivo. Marcas como a Billabong e Quiksilver começaram a ter fatos e, tal como a Rip Curl e O’Neill, que já faziam ambos, tornaram-se nos quatro grandes <em>players</em> no mercado, fortalecendo a suas imagens junto do público como fortes e coerentes campanhas publicitárias e equipas de patrocinados a 100%. A Reef Wetsuits dificilmente iria conseguir acompanhar o crescimento destas marcas e os representantes, que operavam em outras áreas mais lucrativas, perderam o interesse em dar continuidade a este projeto.</p>
<p>Hoje em dia a Reef ainda existe na África do Sul, tendo diversificado os seus produtos para incluir fatos de caça submarina, soft boards, pranchas de bodyboard e todos os tipos de acessórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Surf Esperanças 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460174?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="375" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais marcas expressivas que desapareceram do mercado português em <a href="https://www.onfiresurfmag.com">breve&#8230;</a></p>
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		<title>As “melhores” ofertas dos classificados de surf online&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 07:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pérolas dos anos 90 à venda na web...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São muitos os surfistas que diariamente pesquisam os sites de classificados online, à procura de boas oportunidades. E, de facto, podem-se encontrar alguns autênticos “achados”, material técnico de surf em boas condições, algo que, por norma, é rapidamente adquirido.</p>
<p>Depois há as famosas sobras de arrecadação, “itens” quase históricos que parecem já ter perdido uso há muito tempo e que eventualmente são “reencontrados” e colocados à venda por preços desenquadrados da realidade do mercado. Fica com alguns dos &#8220;achados&#8221; mais interessantes que encontramos recentemente em alguns dos principais websites de classificados.</p>
<p><strong>Prancha Polen dos anos 90</strong><br />
A Polen é uma das marcas mais antigas do nosso mercado e algumas das pranchas produzidas no fim dos anos 80 e início dos anos 90 podem ter algum valor para coleccionadores. Em destaque estão as pranchas shapeadas pelo saudoso Horta, ou mesmo pranchas com que foram ganhos títulos na infância do surf profissional português. Já esta preciosidade não só foi produzida no fim dos anos 90, numa das piores épocas a nível de shape, como ainda levou um logótipo que foi provavelmente o mais &#8220;infeliz&#8221; na história desta marca. No entanto, <a href="https://www.olx.pt/anuncio/prancha-de-surf-polen-IDvtyOo.html#d961285ae7" target="_blank" rel="noopener">por 250 euros pode ser tua&#8230;</a></p>
<p><strong>Prancha SPOT 6’4”</strong><br />
A fábrica de Hugo Cartaxana em Santa Cruz também faz parte da história do surf nacional. Foi lá que foi montada a primeira máquina de shape do nosso país, um equipamento que ainda hoje custa uma pequena fortuna e de que muitos ainda desconfiavam. Bushman e Mckee eram os shapers de renome que faziam visitas regulares à fábrica onde também estava um shaper que na altura não teve grande impacto no nosso país mas, mais tarde, se tornava responsável pelas pranchas de um dos melhores surfistas da história do nosso desporto, Gabriel Medina, o surfista, e Johnny Cabianca , o shaper. Esta prancha foi shapeada já por Bruce Mckee, que antes tinha feito nome na Pukas, numa fase inicial em que a marca ainda não dava pelo nome que acabou por adoptar até hoje, SPO. Esta sai por apenas 200 euros e leva consigo um “bacalhau” de neoprene da mesma época. <a href="https://www.olx.pt/anuncio/prancha-de-surf-6-4-spot-IDF3xcg.html#07a5d9d5f7" target="_blank" rel="noopener">Podes comprá-la aqui</a>&#8230;</p>
<p><strong>Fatos &#8220;vintage&#8221; variados</strong><br />
Conheces os fatos Waterline? Se não conheces é porque <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/10-sinais-de-que-no-inicio-dos-anos-90-ja-eras-surfista/" target="_blank" rel="noopener">não eras surfista nos anos 90</a>, quando esta marca se via por todo o lado. Antes da entrada da Billabong e Quiksilver no mercado dos fatos, esta marca portuguesa estava sempre presente no<em> line up</em>, juntamente com outra marca feita no nosso país, a Off The Wall. Também no pico era normal ver fatos da marca Sul Africana Reef, que não tem qualquer ligação, excepto o nome, com o gigante do calçado. A Reef Wetsuits em Portugal patrocinava alguns dos melhores surfistas da época, como Paulo do Bairro, Nuno Matta (que foi patrocinado por ambas as Reefs) e mais tarde David Raimundo, entre outros. Eventualmente estas marcas ou acabaram ou saíram do mercado ao contrário da Rip Curl que, juntamente com a O’Neill, já era sinónimo de qualidade, estatuto que manteve até à actualidade. Alguns fatos dessa época, anos 90, resistiram até aos dias de hoje, segundo os seus vendedores, em bom estado. Podes comprar um fato <a href="https://www.olx.pt/anuncio/fato-surf-s-3-2-bom-estado-IDADoRT.html#33f6c47c1b" target="_blank" rel="noopener">Waterline por 20 euros</a>, <a href="https://www.olx.pt/anuncio/fato-marca-reef-IDCI2hJ.html#4901e71c3f" target="_blank" rel="noopener">Reef por 30 euros</a> e um <a href="https://www.olx.pt/anuncio/fato-body-board-rip-curl-IDDYvDq.html#97a85148cf" target="_blank" rel="noopener">Rip Curl por 50 euros</a>&#8230;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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