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	<title>Eduardo Fernandes &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Candidatos a campeões nacionais da Liga MEO Surf: Guilherme Fonseca, Eduardo Fernandes e Tomás Fernandes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 16:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[12 surfistas para 1 título... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O título nacional masculino de surf vai decidir-se no Bom Petisco Peniche Pro, a quinta e última etapa da Liga MEO Surf 2022, a primeira divisão do surf português. Uma etapa que promete muita emoção para a decisão final de uma luta que se prevê muito renhida. Após quatro etapas disputadas, há ainda 12 surfistas com possibilidades matemáticas de serem o campeão nacional de 2022.</p>



<p><strong><u>Candidatos ao título de campeão nacional da Liga MEO Surf 2022</u></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Líder do Ranking: Guilherme Ribeiro</li><li>Restantes Candidatos: Guilherme Fonseca, Eduardo Fernandes, Tomás Fernandes, João Moreira, Vasco Ribeiro, Afonso Antunes, Francisco Almeida, Joaquim Chaves, Francisco Mittermayer, Luís Perloiro e Frederico Morais</li><li>Não Elegíveis: Halley Baptista e Arran Strong</li></ul>



<p>Com Guilherme Ribeiro a partir na liderança e com a licra amarela Go Chill, há muitos adversários nesta luta particular que prometem dar tudo por terminar na frente do ranking. Alguns mais experientes nestas andanças, outros em estreia. Vários estão a pouca distância da liderança, enquanto outros têm uma matemática mais complicada pela frente. Mas todos com o sonho vivo na luta pelo maior troféu do surf nacional.</p>



<p>Aqui ficam cinco minutos de conversa com três desses candidatos ao título: Guilherme Fonseca, Eduardo Fernandes e Tomás Fernandes.&nbsp;</p>



<p><strong>Guilherme Fonseca – Percurso na Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 5.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 5.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 17.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – 2.º lugar<br>Ranking atual: 2.º lugar com 2480 pontos e a 120 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: ir à final e ficar à frente de Guilherme Ribeiro, Eduardo Fernandes e Tomás Fernandes</p>



<p><strong>Eduardo Fernandes – Percurso na Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 9.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 3.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 9.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – 3.º lugar<br>Ranking atual: 3.º lugar com 2460 pontos e a 140 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: 1º lugar em Peniche sem Guilherme Ribeiro na final</p>



<p><strong>Tomás Fernandes – Percurso na Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 13.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 5.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 5.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – 3.º lugar<br>Ranking atual: 4.º lugar com 2400 pontos e a 200 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: 1º lugar em Peniche sem Guilherme Ribeiro na final</p>



<p><strong>ANS &#8211; Estás surpreendido por chegarem tantos surfistas à etapa final na luta pelo título? Em que posição te colocas nesta luta?</strong></p>



<p>Guilherme Fonseca – Vou para esta etapa para ganhar! Estou a treinar para isso e vou preparar-me bastante para esta última etapa, tentando surfar todo o tipo de condições nos Supertubos. Tenho a vantagem de viver perto dos Supertubos, por isso vou tentar surfar lá todos os dias, pelo menos durante o mês que antecede o campeonato.</p>



<p>Eduardo Fernandes &#8211; A expectativa é sempre a mesma: ir para a etapa para fazer o meu melhor e cometer o mínimo de erros possíveis para alcançar o objetivo. Tenho trabalhado muito todos os dias para estar preparado, motivado e confiante quando chegar o dia.</p>



<p>Tomás Fernandes – Não estou com grandes expectativas. Obviamente que gostava de chegar a Peniche e ganhar e, finalmente, ter o título de campeão nacional. Contudo, não tenho essa pressão e não tenho qualquer objetivo competitivo traçado. É algo em que não tenho pensado muito.</p>



<p><strong>ANS &#8211; Qual o surfista que consideras a maior ameaça nesta luta e qual o que mais gostavas de ver como campeão?</strong></p>



<p>Guilherme Fonseca – Penso que a maior ameaça nesta luta é o Frederico Morais, por razões óbvias. Considero-o o melhor surfista português da atualidade, com mais resultados. Se o Vasco Ribeiro for também será uma ameaça, pois surfa muito. O Guilherme Ribeiro também considero uma ameaça porque está na melhor forma da carreira e que também é um dos principais candidatos ao título. Em relação a preferências, gostava que o campeão fosse o Frederico ou o Vasco, pois, na minha opinião, são os surfistas mais fortes a nível nacional.</p>



<p>Eduardo Fernandes &#8211; Acho que todos os surfistas que estão na disputa pelo título têm boas qualidades e capacidades para sair de lá com o título de campeão nacional.</p>



<p>Tomás Fernandes – Talvez considere o Guilherme Ribeiro o surfista mais perigoso nesta luta porque está num bom momento e a surfar bem. Tem mostrado confiança no seu surf e será uma boa ameaça.</p>



<p><strong>ANS &#8211; Como vai ser ter esta luta alargada num local como Peniche?</strong></p>



<p>Guilherme Fonseca – O facto de ser em Peniche é muito importante, porque foi o sítio onde comecei a surfar e surf lá praticamente todos os dias. Sempre que está bom não falho essas sessões. Os meus amigos e companheiros de surf são de Peniche. Por isso tudo, esta é a etapa mais importante para mim. Vou competir em casa. Vou sentir mais pressão, mas isso é algo que tenho vindo a aceitar ao longo do tempo. A pressão faz parte da vida de atleta e temos de aprender a controlá-la.</p>



<p>Eduardo Fernandes – Para mim, é indiferente o evento ser em Peniche ou noutro local. Encaro sempre todos eventos com a mesma importância. Quero sempre adaptar-me às condições da melhor maneira e conseguir um bom resultado. É para isso que treino todos os dias.</p>



<p>Tomás Fernandes – É importante que a etapa seja em Peniche porque é um sítio com altas ondas. Se Deus quiser, vamos apanhar Supertubos com condições clássicas, para acabar o ano a dar grandes tubos, que é o que mais gostamos de fazer.</p>



<p>Além dos surfistas visados na luta pelo título máximo do surf português, Halley Baptista e Arran Strong estão matematicamente na corrida para vencerem a Liga MEO Surf 2022, não estando legalmente habilitados para serem campeões por não terem cidadania portuguesa. Quanto a Frederico Morais e Vasco Ribeiro, ambos são presenças não confirmadas em Peniche.</p>



<p>Relativamente aos requisitos indicados para cada surfista obter o título de campeão nacional da Liga MEO Surf 2022, apresenta-se o cenário mais admissível face à multiplicidade de possibilidades que se podem vir a verificar pelo facto do grupo de candidatos ser bastante alargado.</p>



<p>A 5ª e última etapa da Liga MEO Surf, o Bom Petisco Peniche Pro, realiza-se de 28 a 30 de Outubro em Peniche.</p>
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		<title>#BackToThePast &#124; Um &#8220;best of&#8221; de aéreos &#124; By André Carvalho</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/slideshows/backtothepast-um-best-of-de-aereos-by-andre-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 10:41:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Voos incríveis entre 2008 e 2013...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estávamos na primeira década de 2000 e mais que o surf de rail e linhas bonitas, o que estava a dar eram os aéreos e o surf explosivo.</p>
<div class="">Eu completamente inspirado pelas revistas mais “core&#8221; como a Stab, Transworld e Surfing e por surfistas como o Josh Kerr, Ozzy Wright, Bruce Irons, Dane Reynolds e muitos outros, só queria manobras inovadoras para fotografar. O Paulinho Almeida e o Tomás Valente eram os surfistas com quem eu mais andava, imaginávamos cenários e lá no meio um manobrão e era isso que tentávamos quando chegávamos à praia..</div>
<div class=""></div>
<div class="">Os tempos mudaram, e felizmente, o surf de rail e as linhas polidas voltaram a ter mais importância que os aéreos que se tornaram banais e pouco credíveis. Foi uma época bastante engraçada que acompanhou a tendência, na altura mundial, de surfar acima das ondas. Hoje em dia os aéreos são mais que muitos e quase todos os surfistas o fazem, a principal diferença é que sem prova que completaram a manobra, esta não tem a importância que antes tinha.</div>
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		<title>Eduardo Fernandes e a sua “melhor” viagem de competição</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/eduardo-fernandes-e-a-sua-melhor-viagem-de-competicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 23:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[6.000 quilómetros em 72 horas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início da década passada o circuito QS contava com a presença de vários “guerreiros” portugueses no circuito QS (e um no CT). Justin Mujica, João Guedes, Miguel Ximenez e Eduardo Fernandes eram alguns dos que correram atrás dos seus sonhos no circuito de qualificação, mas muitas vezes viveram pesadelos. Para sobreviver no tour é preciso saber lidar com as derrotas, que podem estar a cada esquina, mas também se vivem momentos de grande camaradagem e sucesso. Recentemente Eduardo Fernandes relatou um pouco de uma das viagens mais marcantes da sua carreira e a ONFIRE quis saber um pouco mais sobre a “maratona” que viveu em poucos dias.</p>
<p>O meu segundo ano a competir na etapa QS da Escócia foi em 2010, ano em que um vulcão da Islândia entrou em erupção e as nuvens de cinza vulcânica causaram muitos problemas. Eu fui a esta etapa com o Justin Mujica, João Guedes, Miguel Ximenez e com o nosso amigo e na altura fotógrafo da ONFIRE, Mauro Motty. Era um evento de 6 estrelas, a prova mais distante de Portugal na perna europeia, e a mais fria! O campeonato era em Thurso East mas havia a alternativa de fazer num outro pico no caso de não haver ondas no principal. Eu competi no pico alternativo e perdi logo. Que eu me lembre o João Guedes foi quem foi mais longe no evento de nós os quatro, mas foi uma viagem bem divertida e com bons <em>free surfs</em> em outras ondas à volta. Aproveitámos que o Mauro estava com a gente e tentámos produzir algum conteúdo também. Ainda houve um jantar da O’Neill, num castelo, e eu e o Mauro nos juntámos ao Justin, que era patrocinado pela marca, e acabou por ser uma noite de muita risada com esses dois! Acabamos por descobrir que o aeroporto estava fechado mesmo quando levei o Ximenez ao aeroporto, pois ele queria voltar para Portugal nesse dia. Acabámos por ter que voltar para hotel e esperar que todos tivéssemos perdido para irmos embora juntos, de outra maneira. Foi aí então que alugámos num carro e fomos para Cambridge, Inglaterra, e em Cambridge alugámos uma carrinha que nos trouxe a casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55472" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/Cambridge.jpg" alt="" width="728" height="610" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/Cambridge.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/Cambridge-210x176.jpg 210w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/Cambridge-511x428.jpg 511w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando tiramos essa foto (acima) estávamos na casa da mãe do Justin, ainda em Cambridge. Já tínhamos viajado uma boa parte do dia e a madrugada toda e pouco depois seguimos viagem novamente. Pegámos um ferry e muitas horas mais de viagem chegámos. Por volta das 5 horas da manhã, mais ou menos, estávamos no Estoril e por volta das 13:30 desse mesmo dia estávamos os 3, pois Justin desistiu em cima da hora, entrando no meu carro para fazer os 1.500 quilómetros a caminho de Vendee, no sudoeste de França para competir no Protest Vendee Pro. Como o campeonato já tinha começado a organização deixou as nossas baterias para terminarem o round e seguirem com o evento. Chegámos de direta às 8:00 da manhã e já estavam a chamar o meu nome para a primeira bateria. Resultado, não consegui surfar, perdi de cara, o Ximenez também perdeu e o Guedes passou a dele, voltando a entrar novamente nesse dia ao final da tarde onde acabou por também perder. Decidimos voltar para Portugal nesse mesmo dia, mais 19 horas de estrada pela frente. Acho que essa foi a trip mais louca que fiz em toda a minha vida! E acredito que tenha sido a última competição fora de Portugal do nosso companheiro de viagem Miguel Ximenez. Tenho Saudades dessa e de todas as outras viagens que fizemos juntos com estes meus irmãos, vivemos grandes momentos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Eduardo Fernandes" src="https://player.vimeo.com/video/124941036?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos e renovações &#124; Fevereiro de 2020 &#124; Actualização</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-e-renovacoes-janeiro-e-fevereiro-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 16:17:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[3 contratações, 6 despedimentos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/john-john-florence-e-nao-so-esta-fora-da-hurley/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;razia&#8221; da equipa e funcionários da Hurley </a>que aconteceu nos meses de Dezembro de 2019 e Janeiro de 2020, as novidades continuam e não são só más.</p>
<p><strong>Lakey Peterson</strong>, uma surfista que liderou o Championship Tour de 2019 e levou a disputa até à ultima etapa, tinha sido despedida da <strong>Hurley</strong>, mas rapidamente voltou o ocupar o bico da sua prancha. O seu novo patrocinador é uma marca recente de surfwear feminino, a <strong>Sisstrevolution</strong>, uma marca que, curiosamente, também apoia <strong>Rose Machado</strong>, filha do mítico Rob Machado. Outra contratação recente foi a do super <em>grom</em> português, <strong>João Mendonça,</strong> que passou a usar exclusivamente pranchas <strong>Channel Islands</strong>, sendo patrocinado a nível europeu. Ainda em Portugal, <strong>Eduardo Fernandes</strong> assinou recentemente com a <strong>Ocean&amp;Earth</strong> acessórios e já se encontra <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/4-portugueses-eliminados-em-dia-curto-de-competicao-no-cabreiroa-pro-las-americas/" target="_blank" rel="noopener">a &#8220;dar cartas&#8221; nas Canárias</a>, com o seu novo patrocínio.</p>
<p>Entretanto a mão cheia de surfistas tiraram autocolantes que já usavam nas suas pranchas há muitos anos. <strong>Dusty Payne</strong> surfava para a <strong>Volcom</strong> desde os seus tempos de <em>grom</em> e recentemente deixou de fazer parte da equipa. O havaiano foi um dos mais mediáticos surfistas da sua geração e chegou a fazer parte do Championship Tour por alguns anos. No entanto os seus melhores anos parecem ter ficado para trás o que justifica, tendo em conta o estado da indústria, o seu despedimento. Por sua vez o português <strong>Vasco Ribeiro</strong> teve o seu melhor arranque de ano de sempre, com um 3º lugar na prova QS de Marrocos, mas já não foi como <em>team rider</em> da <strong>Red Bull</strong>, uma marca que o acompanhava também há muitos anos. Consta que também australiano <strong>Matt Wilkinson</strong> e a havaiana <strong>Alana Blanchard</strong> deixaram de fazer parte da <strong>Rip Curl</strong>, compondo os primeiros grandes despedimento depois da venda desta marca <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/rip-curl-com-novos-donos/" target="_blank" rel="noopener">ao grupo Kathmandu</a>, em Outubro de 2019. Mas talvez o mais surpreendente de todos foi o do <strong>Taj Burrow</strong>, que saiu da <strong>Billabong</strong>. O australiano foi um dos grandes nomes da marca durante quase 30 anos, até se reformar da competiação em 2017. Desde aí a marca aproveitou a sua disponibilidade para o enviar em algumas missões, mas esta longa parceria acabou de chegar ao fim.</p>
<p>Voltando ao famoso &#8220;caso Hurley&#8221;, começa a ser visível que a marca manteve, pelo menos para já, alguns surfistas. Além de Julian Wilson, Kolohe Andino e Filipe Toledo, também Kai Lenny, Koa Smith, Brett Simpson, se mantêm como patrocinados, alguns até com potencial de e manterem&#8230;</p>
<p>Mais novidades em breve…</p>
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		<title>Yolanda Hopkins vence o Roxy Open</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 19:12:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pedro Henrique &#038; Eduardo Fernandes ficam em 2º e 3º lugares no Quiksilver Open...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao fim mais uma etapa do circuito QS, o Quiksilver &amp; Roxy Open, uma prova com portugueses nas finais.</p>
<p>Na categoria feminina apenas duas surfistas representaram Portugal no Roxy Open, prova que oferecia 1.000 pontos no ranking de qualificação. <strong>Francisca Veselko</strong> surfou bem e terminou em 13º lugar, mas a recém sagrada campeã nacional, Yolanda Hopkins, continuou a avançar. Logo que a prova de Ílhavo terminou, Hopkins seguiu para Inglaterra e aproveitou a confiança do seu título para continuar a fazer grandes resultados.</p>
<p>No dia final de prova Yolanda despachou <strong><span class="athlete-name">Melania Suarez Diaz</span> </strong>nos quartos de final <em>man-on-man</em> e <span class="athlete-name"><strong>Ella Williams</strong> nas meias, para avançar para a segunda final QS da sua vida. Do outro lado da grelha vinha uma jovem surfista que tem conseguido grandes resultados pela Europa, <strong>Rachel Presti</strong>, que tinha eliminado </span><span class="athlete-name"><strong>Ellie Turner</strong> nas meias finais. Na final <strong>Yolanda Hopkins</strong> foi claramente superior a Presti, descartando notas mais altas que as melhores de Rachel, vencendo por quase 4 pontos de vantagem. Esta foi a primeira vitória da carreira desta surfista, e a segunda de sempre de uma surfista portuguesa no circuito QS.<br />
</span></p>
<p>Na categoria masculina ainda havia três surfistas portugueses em prova neste dia. <strong>Eduardo Fernandes</strong> e Pedro Henrique venceram as suas baterias do round de 16 com alguma facilidade enquanto que <strong>Pedro Coelho</strong> era eliminado por <strong>Daiki Tanaka</strong> e <span class="athlete-name">Cristian Portelli</span>, terminando a prova em 9º lugar.</p>
<p>Nos quartos de final Eduardo venceu novamente, eliminando um dos &#8220;carrascos&#8221; de Coelho, <strong><span class="athlete-name">Cristian Portelli</span>,</strong> enquanto que Pedro Henrique batia <strong>Luke Dillon</strong>, que fez uma interferência. Infelizmente Fernandes era derrotado por<strong> <span class="athlete-name">Leon Glatzer</span> </strong>na primeira meia-final, mas &#8220;Pedrinho&#8221; não deixou passar a sua oportunidade para fazer a sua primeira final ao desde 2017 ao derrotar a &#8220;estrelinha&#8221; francesa,<strong> <span class="athlete-name">Justin Becret</span></strong>.</p>
<p><strong>Pedro Henrique</strong> surfou muito na final e esteve perto de fazer uma &#8220;dobradinha&#8221; lusa mas Glatzer foi mais feliz no final da bateria, virando o resultado a seu favor e vencendo assim a sua prova QS da sua carreira. Mesmo assim pode-se dizer que foi um bom campeonato para os portugueses, em especial para Yolanda Hopkins, Pedro Henrique e Eduardo Fernandes, que mostraram estar prontos para conseguir grandes resultados.</p>
<p>O circuito segue agora para França, onde se realiza o Caraibos Lacanau Pro, prova QS masculino e feminino de 1.500 pontos.</p>
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		<title>Itália conquista o título do Eurosurf 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2019 12:07:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal termina em 2º lugar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um <em>lay day</em> o Eurosurf 2019 voltou para decidir os campeões europeus por selecções e individuais em Santa Cruz.</p>
<p>Ainda em disputa estavam três títulos individuais, longboard masculino e feminino e Surf Men, além do título máximo cuja disputa era liderada por Portugal. Apesar do bom historial português nesta prova na categoria de longboard, foi aí que o título &#8220;escapou&#8221; entre os dedos. <strong>João Dantas</strong> era o campeão em título e favorito à vitória mas o italiano <strong>Federico Nesti</strong> também esteve muito forte ao longo da prova e ocupou a primeira posição com notas de 8.15 e 6.50. Dantas respondeu com uma nota de 8 pontos e na sua última fez o seu melhor a precisar de uma nota de 6.66, mas ficou 0.33 abaixo do requisito e acabou como vice-campeão, enquanto que Evan Rodgers ficou em 3º e Luca Carlisle em 4º lugar.</p>
<p>Na categoria longboard feminino <strong>Inês Martins</strong> foi eliminada por muito pouco na final das repescagens enquanto que Italiana <strong>Francesca Rubegni</strong> venceu mais uma categoria para o seu país. Estas vitórias, juntamente com a da ex-top do CT, <strong>Claire Bevilacqua</strong>, na categoria Surf Women, garantiram o título para a Itália mesmo antes da final masculina entrar na água.</p>
<p>Infelizmente <strong>Pedro Henrique</strong> não se conseguiu juntar a <strong>Eduardo Fernandes</strong> na final Surf Men, deixando o nosso último representante a disputar a vitória contra Leon Glatzer, <strong>Jay Quinn</strong> e Kian Martin. Ao longo de toda a semana Eduardo mostrou potencial para vencer esta prova mas na derradeira bateria, Jay, campeão em título da prova, e Leon, fizeram uma grande disputa de <em>power surf</em> VS surf progressivo. O <em>power</em> de Quinn, um surfista que já esteve perto de entrar no Championship Tour pela Nova Zelândia e agora compete pela Inglaterra, foi superior, dominando a final com notas de 9.80 e 7.35, enquanto que Glatzer foi vice-campeão, Eduardo foi 3º e Kian 4º.</p>
<p>Contas feitas, Portugal foi vice-campeão do evento, seguido da Alemanha (3º) e Espanha (4º).</p>
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		<title>À Porta do Olimpo &#124; Os 10 melhores surfistas (sem patrocínios) de Portugal &#8211; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-porta-do-olimpo-os-10-melhores-surfistas-sem-patrocinios-de-portugal-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 13:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[João de Macedo]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[sponsorless club]]></category>
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					<description><![CDATA[A profissão de surfista profissional é, por norma, relativamente curta. No entanto, recentemente, parece estar a tornar-se cada vez mais curta e ilusiva. O facto de Portugal ter um mercado reduzido, a crise ter  modificado os hábitos de consumo, que se tornaram mais moderados e as novas filosofias da parte das maiores marcas, que procuram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A profissão de surfista profissional é, por norma, relativamente curta.<span id="more-38361"></span> No entanto, recentemente, parece estar a tornar-se cada vez mais curta e ilusiva. O facto de Portugal ter um mercado reduzido, a crise ter  modificado os hábitos de consumo, que se tornaram mais moderados e as novas filosofias da parte das maiores marcas, que procuram patrocinar muito menos (mas melhor) tem sido “fatal” para muitos dos melhores surfistas do nosso país. E, para cada caso de sucesso, como foi o exemplo de Miguel Blanco, que no ano passado conseguiu fazer a sua carreira “renascer das cinzas”, talvez 5 passam a fazer parte do “t<em>eam no sponsor</em>”..</p>
<p>A ONFIRE fez um apanhado de alguns dos melhores surfistas do país correntemente sem patrocínio principal&#8230;</p>
<p><strong>João Macedo</strong><br />
Será que ser surfista de ondas grandes significa não ser bem remunerado? João Macedo, principalmente durante a sua carreira júnior, teve bons patrocínios e mesmo quando largou a competição conseguiu manter alguma visibilidade e patrocínios como <em>free surfer</em> durante alguns anos. Actualmente “De Macedo” faz parte do Big Wave Tour da WSL mas terá de competir usar <em>prize moneys</em> e apoios para estar presente no circuito.<br />
<strong>Último <em>main sponsor</em>:</strong><br />
João foi embaixador no programa Rip Curl Planet, projecto que terminou (para ele) em 2014.</p>
<p><div id="attachment_38370" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/1macedo.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-38370" class="size-full wp-image-38370" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/1macedo.jpg" alt="João Macedo - Photo by Mestre/WSL" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/1macedo.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/1macedo-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-38370" class="wp-caption-text">João Macedo &#8211; Photo by Mestre/WSL</p></div></p>
<p><strong>Francisco Alves</strong><br />
Alves é um dos que perdeu o seu patrocinador mais recentemente de toda esta lista. Xico tem algo a jogar a seu favor em relação a muitos outros, ainda é bastante jovem e esta perda parece ter-lhe dado uma nova fome de vencer, de tal modo que voltou a competir no QS e tem mostrado bom surf.<br />
<strong>Último <em>main sponsor</em>:</strong><br />
Rip Curl até ao fim de 2016</p>
<p><div id="attachment_38371" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2xico.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-38371" class="size-full wp-image-38371" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2xico.jpg" alt="Francisco Alves - Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2xico.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2xico-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-38371" class="wp-caption-text">Francisco Alves &#8211; Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf</p></div></p>
<p><strong>Eduardo Fernandes</strong><br />
Edu é a personificação da luta do surfista profissional. Chegado a Portugal no fim da sua carreira júnior, Fernandes teve sucesso imediato nos nossos circuitos e começou a atacar o QS com algum sucesso. Algumas lesões e resultados que “escaparam por pouco” deixaram-no numa posição quase ingrata, à porta do sucesso. Há dois anos Eduardo voltou a venceu na Liga e este ano é um dos poucos que, após 3 etapas, segue na disputa pelo título.<br />
<strong>Último <em>main sponsor</em>:</strong><br />
Deeply até ao fim de 2014</p>
<p><div id="attachment_38372" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4edu.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-38372" class="wp-image-38372 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4edu.jpg" alt="4edu" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4edu.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4edu-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-38372" class="wp-caption-text">Eduardo Fernandes &#8211; Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf</p></div></p>
<p>Menção Honrosa<br />
<strong>Justin Mujica</strong><br />
Nenhum outro surfista emigrou para Portugal e teve o sucesso de Justin Mujica. O venezuelano chegou ao nosso país com 23 anos e foi tão impressionante que ao fim de pouco tempo tinha bons patrocínios. Inicialmente fez parte da equipa Gordon &amp; Smith e depois passou para a O’Neill onde foi uma das figuras de topo a nível europeu durante vários anos. Quando essa época chegou ao fim também a sua carreira acabou por terminar.<br />
<strong>Último <em>main sponsor</em>:</strong><br />
O’Neill até ao fim de 2012</p>
<p><div id="attachment_38373" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4justin.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-38373" class="wp-image-38373 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4justin.jpg" alt="4justin" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4justin.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/4justin-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-38373" class="wp-caption-text">Justin Mujica &#8211; Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf</p></div></p>
<p>Mais artigos À Porta do Olimpo brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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		<title>Pedro Henrique &#038; Friends &#124; Road Trip Part 1 &#124;&#124; 4:47</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/pedro-henrique-friends-road-trip-part-1-447/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 11:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Astúrias]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Itamar Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[País Basco]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Henrique anda muito na estrada, principalmente quando está a competir nas etapas do circuito QS da Europa. Uma das suas viagens levou o ex-campeão mundial ao País Basco e Astúrias, onde partilhou altas ondas com os seus amigos tamar Guimarães, Eduardo Fernandes e a sua irmã Carol!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Henrique anda muito na estrada, principalmente quando está a competir nas etapas do circuito QS da Europa. <span id="more-34386"></span>Uma das suas viagens levou o ex-campeão mundial ao País Basco e Astúrias, onde partilhou altas ondas com os seus amigos tamar Guimarães, Eduardo Fernandes e a sua irmã Carol!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Road Trip - part 1" src="https://player.vimeo.com/video/188133852?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Os novos top16 &#124; Liga MOCHE 2016 &#124; Parte 2 de 4</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-novos-top16-liga-moche-2016-parte-2-de-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 10:19:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Tomás Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Top16 Liga Moche em Análise]]></category>
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					<description><![CDATA[O top16 sempre foi um número referência no surf competitivo a nível mundial. Esse é o número que assinala a elite de um circuito, os cabeças de série, e estes são os “tops” do surf português. 9º lugar – Tomás Fernandes Mesmo faltando a uma etapa e sem fazer qualquer final Tomás Fernandes acabou no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O top16 sempre foi um número referência no surf competitivo a nível mundial. <span id="more-34110"></span>Esse é o número que assinala a elite de um circuito, os cabeças de série, e estes são os “tops” do surf português.</p>
<p><strong>9º lugar – Tomás Fernandes<br />
</strong>Mesmo faltando a uma etapa e sem fazer qualquer final Tomás Fernandes acabou no top10 com facilidade. Correr o QS dá sempre algum desgaste mas para o surfista da Ericeira tem ajudado a manter um nível elevado de competitividade, agora que a sua carreira júnior terminou. Três 5ºs lugares em três etapas colocaram-no ao alcance do top5 mas precisava de limpar o 17º lugar da Praia Grande, algo que não fez por ter apostado em competir numa etapa <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/3-portugueses-nos-quartos-de-final-na-costa-rica/" target="_blank">qualifying na Costa Rica, onde obteve um sólido 13º lugar</a>.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/9tomas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-34115" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/9tomas.jpg" alt="9tomas" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/9tomas.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/9tomas-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10º lugar – Guilherme Fonseca<br />
</strong>O ano de 2016 foi bom para Guilherme Fonseca. Apesar de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/guilherme-fonseca-fala-sobre-o-seu-resultado-na-costa-rica-mini-entrevista/" target="_blank">ter perdido o seu patrocínio de longa data</a>, deu um grande salto a nível competitivo entrando pela primeira no top16 da Liga directamente para a 10º posição. Apesar de ter feito alguns heats bons em etapas do QS não foi aí nem na Liga MOCHE que realmente mostrou o que valia mas sim <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/portugal-e-vice-campeao-do-mundo/" target="_blank">no ISA World Games na Costa Rica</a>, onde ficou a uma bateria da final que o poderia ter sagrado campeão mundial. Se mantiver o foco continuará a subir.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/10fonseca.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-34116" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/10fonseca.jpg" alt="10fonseca" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/10fonseca.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/10fonseca-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11º lugar – Eduardo Fernandes<br />
</strong>Depois de alguns anos um pouco apagado, Eduardo voltou em força no final do ano passado e o 11º lugar que ocupa não faz justiça ao surf que tem apresentado. O 3º lugar na Caparica foi o seu melhor resultado mas faltou consistência em algumas etapas para acabar mais perto do topo. Mas, tal como Fonseca, foi no ISA World Game que fez o seu melhor surf, provando aí que ainda tem muito para dar.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/11eduardo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-34117" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/11eduardo.jpg" alt="11eduardo" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/11eduardo.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/11eduardo-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12º lugar – Francisco Alves<br />
</strong>Francisco Alves teve um ano fraco e faltou a uma etapa para acompanhar o nascimento do seu primeiro filho. No entanto, na última etapa, mostrou que está longe de ser uma carta fora do baralho. Em condições difíceis no Guincho mostrou estar em grande forma e ninguém teria ficado surpreendido se tivesse vencido a etapa. Alves acabou eliminado nas meias finais mas ficou patente que se estiver focado e com o equipamento certo o ano todo pode disputar um lugar bem perto do topo do ranking.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/12francisco.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-34118" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/12francisco.jpg" alt="12francisco" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/12francisco.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/10/12francisco-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Fica a conhecer o resto dos top16 brevemente em <a href="http://www.onfire.surf" target="_blank">www.onfire.surf</a>!</p>
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		<title>Pedro Henrique &#038; Friends &#124; Anglet e Pantin &#124;&#124; 5:06</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/pedro-henrique-friends-anglet-e-pantin-506/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 16:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Biostyles productions]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o verão Pedro Henrique e amigos fizeram-se à estrada e andaram atrás de pontos por toda a Europa. Anglet e Pantin foram duas das localizações onde foram mais felizes e surfaram altas ondas!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o verão Pedro Henrique e amigos fizeram-se à estrada e andaram atrás de pontos por toda a Europa.<span id="more-29363"></span> Anglet e Pantin foram duas das localizações onde foram mais felizes e surfaram altas ondas!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Anglet &amp; Pantin" src="https://player.vimeo.com/video/150586636?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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