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	<title>Courtney Conlogue &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Três patrocínios de longa data que chegaram ao fim recentemente&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/tres-patrocinios-de-longa-data-que-chegaram-ao-fim-recentemente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2019 23:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
		<category><![CDATA[Pauline Ado]]></category>
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		<category><![CDATA[Wiggolly Dantas]]></category>
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					<description><![CDATA[França, Brasil e EUA...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São poucos os surfistas profissionais que conseguem fazer carreiras inteiras como patrocinados da mesma marca, mas há alguns casos de grande longevidade. Bons exemplos de parcerias de longa data são as ligações entre a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/curiosidades-surfisticas-os-mais-longos-patrocinios-da-historia-do-surf-profissional/" target="_blank" rel="noopener">Billabong e Mark Occhilupo (36 anos), Fábio Gouveia e a Hang Loose (30 anos)</a>, Tom Carroll e a Quiksilver (30 anos), Lisa Anderson e a Roxy (28 anos) e, mais recentemente, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-e-renovacoes-janfev-de-2019/" target="_blank" rel="noopener">Mick Fanning e a Rip Curl</a>.</p>
<p>No entanto, com o actual estado do mercado, que terá como consequência uma diminuição no número de patrocinados, torna-se cada vez mais difícil, mesmo para surfistas de sucesso, manter as suas posições dentro das grandes marcas.</p>
<p>O ano de 2019 viu <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/new-sponsor/" target="_blank" rel="noopener">muitas mudanças de patrocínios</a>, mas três despedimentos que aconteceram no primeiro trimestre destacaram-se de todos os outros.</p>
<p>Primeiro foi <strong>Pauline Ado</strong>, que deixou de ser patrocinada pela <strong>Rip Curl</strong> depois de quase duas décadas. A talentosa francesa, que recentemente venceu o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/nat-young-pauline-ado-vencem-o-caparica-surf-fest-pro-presented-by-oakley50219/" target="_blank" rel="noopener">Caparica Surf Fest Pro</a> e fez parte do Championship Tour por 5 anos, comunicou a sua saída no início do Janeiro via instagram:<br />
“<em>Todas as boas histórias têm o seu fim&#8230; Depois de 17 anos a minha colaboração com a Rip Curl está a chegar ao fim. Eles estiveram comigo desde o meu primeiro evento, até hoje. Obrigado por terem acreditado em mim, na minha carreira, e por me terem levado em surf trips com os meus ídolos. Muito obrigado a todas as pessoas nesta empresa que se tornaram mais que meus amigos durante esta aventura. Tendo dito isto, as minhas ambições não mudaram e não vejo a hora de começar a nova temporada.</em>”<br />
Meses mais tarde, Ado estava novamente com o bico da sua prancha ocupado, passando a ter como <em>main sponsor</em> a marca <strong>Picture Organic Clothing</strong>, além de ter “fechado” também com o grupo “Europ Assistance”.</p>
<p>Um despedimento mais previsível foi o de <strong>Wiggolly Dantas</strong>. O <em>power surfer</em> brasileiro qualificou-se para o Championship Tour no fim de 2014 e aguentou alguns anos na elite mas nos últimos tempos os seus resultados baixaram bastante. Foi a meio de Fevereiro que Dantas comunicou o fim da sua ligação à <strong>Quiksilver</strong>.<br />
“<em>Não tenho palavras para agradecer à família Quiksilver pelos últimos 20 anos. Ser parte da família foi uma das melhores coisas que já me aconteceram. Vocês acreditaram em mim, desde do meu começo. Parto para novos desafios, explorar novos horizontes, mas vocês sempre estarão no meu coração e mente. Obrigado por tudo.</em>”<br />
Felizmente a construtura “<strong>Nosso Lar</strong>”, que patrocina surfistas como Miguel Pupo, Alex Ribeiro, Jesse Mendes, Alejo Muniz e Flavio Nakagima, e uma série de marcas mais pequenas vieram “ao resgate” o que permitirá a Wiggolly manter-se na disputa por uma vaga entre os melhores do mundo.</p>
<p>Mais a maior surpresa foi o fim da relação entre <strong>Courtney Conlogue</strong> e a <strong>Billabong</strong>. A californiana esteve lesionada no primeiro semestre do ano passado mas voltou em grande forma, vencendo duas das quatro últimas etapas de 2018 e uma das duas realizada em 2019, mostrando potencial de voltar a disputar o título mundial. Conlogue fazia parte da equipa há mais de uma década e, apesar do seu sucesso competitivo, poderá ficar sem outro patrocinador de longa data muito em breve. A marca de bebidas energéticas <strong>Rockstar</strong> é neste momento o seu principal apoio, mas consta que o investimento no surf está a chegar ao fim e à medida que os contratos forem terminando, poderão não ser renovados&#8230;</p>
<p>Fica atento a mais novidades em breve…</p>
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		<title>Kanoa Igarashi &#038; Courtney Conlogue vencem Vans US Open of Surfing</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/kanoa-igarashi-courtney-conlogue-vencem-vans-us-open-of-surfing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Aug 2018 22:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
		<category><![CDATA[Kanoa Igarashi]]></category>
		<category><![CDATA[US Open of Surfing]]></category>
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					<description><![CDATA[Huntington Beach, Califórnia, EUA... ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Vans US Open of Surfing foi um &#8220;4 em 1&#8221;, uma etapa QS 10.000, CT feminino e Pro Junior Masculino e feminino. As etapas Pro Junior foram dominadas pelos havaianos, com<strong> <span class="athlete-name">Zoe McDougall</span> </strong>e <strong><span class="athlete-name">Barron Mamiya</span></strong> a terminarem na frente das suas categorias.</p>
<p>Já a prova do Championship Tour feminino viu o regresso de <strong>Courtney Conlogue</strong>, depois de uma lesão que a deixou fora durante praticamente todo o ano. As duas únicas etapas em que tinha participado antes desta Conlogue não tinha passado do round 2, mas na sua praia, Huntington, esteve imparável. <strong>Stephanie Gilmore</strong> chegou a esta etapa na liderança do tour e ao chegar à final preparava-se para deixar ainda mais pontos entre ela e a número 2 do ranking, Lakey Peterson, que terminou em 5º lugar. No entanto, as duas primeiras ondas da sua adversária seriam muito boas, o que garantiu a Courtney a sua primeira vitória em mais de um ano.</p>
<p>A prova QS acabou por ser, como seria de esperar, a mais forte do evento, com alguns momentos incríveis a acontecer ao longo dos dias. Os destaques do dia anterior foram, pela negativa, a lesão de Ítalo Ferreira, que mesmo assim eliminou Michael Rodrigues e o incrível aéreo de <strong>Seth Moniz</strong>, uma manobra que merecia seguramente uma nota 10. À final chegaram os dois surfistas mais dinâmicos da Califórnia na actualidade, <strong>Griffin Colapinto</strong> e o campeão desta prova em 2017, Kanoa Igarashi.</p>
<p>Colapinto foi quem abriu melhor, com duas manobras no outside e uma finalização voadora. Kanoa respondeu com uma manobra ligeiramente melhor no outside, e uma finalização muito forte mas não tão radical, recebendo uma nota de 7.6 conta o 8 de Griffin. A liderança mudou mais duas vezes e no fim o rookie do tour liderava, enquanto que <strong>Kanoa Igarashi</strong> precisava de uma nota de 7.4. Na última onda o nipónico não falhou e com uma nota de 8.17 garantiu a segunda vitória consecutiva.</p>
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		<title>Courtney Conlogue vence Rip Curl Women&#8217;s Pro Bells Beach</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/courtney-conlogue-vence-rip-curl-womens-pro-bells-beach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 08:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia 6 do Rip Curl Pro Bells Beach foi dedicado apenas a terminar o round 3, que tinha ficado no heat 7 de 12. Em ondas de metro e meio em Bells, a prova não poderia ter começado da melhor maneira. Na primeira onda do primeiro heat Filipe Toledo continuou o ritmo alucinante que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 6 do Rip Curl Pro Bells Beach foi dedicado apenas a terminar o round 3, que tinha ficado no heat 7 de 12. <span id="more-37255"></span>Em ondas de metro e meio em Bells, a prova não poderia ter começado da melhor maneira.</p>
<p>Na primeira onda do primeiro heat <strong>Filipe Toledo</strong> continuou o ritmo alucinante que tinha imposto na sua bateria da primeira fase. Em vez de começar devagar, como um surfista normal, &#8220;Filipinho&#8221; deu tudo na primeira onda, incluindo alguns <em>carves</em> e um aéreo <em>full rotation</em>, recebendo a que seria, com justiça, a melhor média do dia. Adrian Buchan respondeu como pôde mas, com este tipo de ataque, o que este surfista tinha para contra-atacar não chegava e a grande glória que leva deste heat é o facto de não ter acabado combinado.</p>
<p>Seguiram-se <strong>Adriano de Souza</strong> e Jeremy Flores, dois surfistas da mesma idade e que entraram praticamente juntos para o Championship Tour em 2006 e 2007. Na altura o francês teve uma estreia melhor mas o brasileiro recuperou bem e neste heat mostrou bem que é o melhor surfista dos dois. Adriano já venceu aqui e as suas curvas estavam um pouco melhores, tal como a sua escolha de ondas, e venceu bem o heat. Entretanto <strong>Wiggolly Dantas</strong> parece finalmente ter superado o seu &#8220;bloqueio&#8221; e com os <em>snaps</em> de <em>backside</em> mais poderosos do tour derrotou o campeão em título desta etapa, Matt Wilkinson. Para terminar a fase dois veteranos, <strong>Joel Parkinson</strong> e <strong>Jordy Smith</strong>, despacharam dois rookies, Connor O&#8217;Leary e Joan Duru.</p>
<p>A prova ficou por aí mas entretanto arrancou o Rip Curl Women&#8217;s Pro Bells Beach. As ondas subiram um pouco mas ao longo do dia o vento começou a ser um factor. Um dos grandes heats do dia foi o primeiro, que defrontava <strong>Carissa Moore</strong> e <strong>Courtney Conlogue</strong>. As duas já disputaram títulos mundiais, tendo Moore acabado sempre na frente. Mas esta bateria começou do zero e Conlogue conseguiu responder a um arranque épico de Carissa, acabando por vencer.</p>
<p>A partir daí todo o<em> momentum</em> parecia estar do seu lado, tendo virado a meia final no fim contra <strong>Tyler Wright</strong>, outra surfista que já lhe &#8220;roubou&#8221; um título mundial, e fez o mesmo na final contra <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Steph não conseguiu parar Courtney mas ficou com uma boa liderança do tour, sendo seguida por Sally Fitzgibbons e Tyler Wright.</p>
<p><iframe title="Women&#039;s Final Day Highlights | 2017 Rip Curl Pro - Bells Beach" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/awlebFYVKOI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Courtney Conlogue vence Cascais Women&#8217;s Pro e recupera terreno na disputa pelo título</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo segundo dia consecutivo a praia do Guincho amanheceu com boas ondas e sem vento e o Billabong Pro Cascais e Cascais Women’s Pro começou cedo. As ondas estavam um pouco maiores e ainda mais limpas que no dia anterior, o que garantiu bom surf desde o primeiro heat. Os primeiros a entrar na água [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo dia consecutivo a praia do Guincho amanheceu com boas ondas e sem vento e o Billabong Pro Cascais e Cascais Women’s Pro começou cedo.<span id="more-33886"></span></p>
<p>As ondas estavam um pouco maiores e ainda mais limpas que no dia anterior, o que garantiu bom surf desde o primeiro heat. Os primeiros a entrar na água foram os competidores dos dois heats que faltavam do round 2 e <strong>Wade Carmichael</strong> abriu a sua prestação em Cascais com uma das melhores ondas do dia. O australiano, que no ano passado ficou à porta do CT, encheu uma direita de bons carves, garantindo 8 pontos e a eventual vitória, seguido do líder do circuito de qualificação, Leonardo Fioravanti.</p>
<p>Depois de Dimitri Ouvre vencer a bateria seguinte com manobras fortes nas finalizações de backside, a prova passou para os quartos de final femininos. Ainda em jogo estava a possibilidade de coroar uma campeã mundial já nesta etapa, mas <strong>Courtney Conlogue</strong> não podia passar mais qualquer bateria e Tyler Wright teria de vencer a prova. Mas cedo se percebeu que isso não iria acontecer pois Courtney estava a ser o grande destaque da prova e, com grandes rasgadas, reentries e um floater pesado e impressionante, deixou Malia Manuel em combinação e obrigou a WSL a enviar a taça para França.</p>
<p><strong>Tyler Wright</strong> também fez as suas curvas poderosas, mas não surfou ao mesmo nível durante o heat ou mesmo durante a prova. Mesmo assim conseguiu bater Sage Erickson e avançar para as meias finais juntamente com <strong>Johanne Defay</strong> e <strong>Coco Ho</strong>, que eliminou Carissa Moore no último heat da fase.</p>
<p>Nas meias finais Tyler fez o seu melhor heat até aí, usando mais uma vez a sua forte rasgada para bater Defay. Mesmo assim Courtney conseguiu aumentar ainda mais a fasquia e com o melhor tubo da prova, que lhe garantiu a nota de 9.33. Alguns heats masculinos mais tarde, que sempre intercalavam entre os rounds femininos, Wright e Defay entraram na água para disputar os 2.000 pontos que separavam a primeira da segunda classificação nesta etapa. Antes de chegar a Cascais Tyler liderava com uma vantagem de mais de 7.000 pontos, mas no fim do dia esta liderança estaria ligeiramente reduzida.</p>
<p>As duas competidoras optaram por surfar picos diferentes, Courtney manteve-se em frente ao palanque enquanto que Tyler foi mais para meio da praia. E como aconteceu com quase todos os competidores que apostaram nesse pico com a maré a encher, Wright ficou a perder. Mesmo assim, na sua última onda, a australiana ainda deu tudo numa boa direita mas foi pouco e tarde e Conlogue saiu da água campeã pelo segundo ano consecutivo!</p>
<p><iframe title="Cascais Women&#039;s Pro: Final" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cCrCJCu0Bro?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Courtney Conlogue na Body Issue da ESPN &#124; Making of &#124;&#124; 4:20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 08:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Aparecer na Body Issue da ESPN é uma honra reservada apenas a atletas extremamente mediaticos e, claro, em grande forma. No passado já passaram pelas páginas desta revista grandes nomes das mais diversas modalidades, incluindo o surf com Claire Bevilaqua, Laird Hamilton, Coco Ho, Kelly Slater, Stephanie Gilmore, Maya Gabeira e agora Courtney Conlogue. Apesar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aparecer na Body Issue da ESPN é uma honra reservada apenas a atletas extremamente mediaticos e, claro, em grande forma. <span id="more-32397"></span>No passado já passaram pelas páginas desta revista grandes nomes das mais diversas modalidades, incluindo o surf com Claire Bevilaqua, Laird Hamilton, Coco Ho, Kelly Slater, Stephanie Gilmore, Maya Gabeira e agora Courtney Conlogue. Apesar de ser uma honra participar neste artigo não é um trabalho fácil de fazer e este making of da sessão da líder do circuito mundial mostra bem isso!</p>
<p>https://vimeo.com/174275802</p>
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		<title>Courtney Conlogue vence Cascais Women&#8217;s Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/courtney-conlogue-vence-cascais-womens-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2015 11:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais Women's Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de três dias de prova o Cascais Women’s Pro chegou ao fim, em ondas bastante diferentes dos dias anteriores. As ondas que chegaram ao metro e meio neste dia não passaram dos sets de meio metro mas isso permitiu que os heats fossem mais equilibrados e que a sorte não fosse um factor tão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três dias de prova o Cascais Women’s Pro chegou ao fim, em ondas bastante diferentes dos dias anteriores.<span id="more-27386"></span> As ondas que chegaram ao metro e meio neste dia não passaram dos sets de meio metro mas isso permitiu que os heats fossem mais equilibrados e que a sorte não fosse um factor tão grande.</p>
<p>Para este dia estavam reservados apenas 3 heats, duas meias-finais e a grande final. O primeiro heat foi o menos crucial e foi vencido por <strong>Lakey Peterson</strong> sobre <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>. De seguida realizou-se um heat com muito importância na disputa pelo título mundial pois <strong>Courtney Conlogue</strong> precisava de o vencer para recuperar a lycra amarela da Jeep, que tinha perdido na etapa anterior. Mas, pela frente, tinha uma das adversárias mais difíceis do tour, <strong>Sally Fitzgibbons</strong>.</p>
<p>Foi uma bateria bastante disputada que só foi decidida no fim. Sally estava em segundo e precisava da 5.3 e deu tudo numa esquerda a minutos do fim, numa forte paulada de backside. Os júris deliberaram e apenas lhe deram 5.17, o que não seria suficiente e pouco depois acabava a bateria e confirmava-se a mudança de líder do ranking.</p>
<p>A final, realizada um pouco mais tarde, teve condições semelhantes aos heats anteriores, mas com um pouco mais de vento e inicialmente foi dominada por Lakey com um forte reentry de frontside e uma esquerda com várias manobras. Courtney não baixou os braços e posicionou-se no mesmo pico onde no dia anterior Johanne Defay fez a melhor onda do evento, uma longa esquerda que lhe rendeu a nota de 9.66. As ondas eram mais pequenas e não deram as mesmas secções que no penúltimo dia de prova, mas Conlogue espremeu-as até ao fim e com fortes batidas e snaps, conseguindo um par de notas 8.</p>
<p>Nos minutos finais Peterson precisava de 8.93 mas não conseguiu nada que se parecesse e a sua adversária disparou no ranking. Com a vitória Courtney não só passa para a frente mas fica com uma diferença de 2.300 pontos para Carissa Moore. O tour segue agora para França onde será realizado o Roxy Pro France, entre 6 e 17 de Outubro.</p>
<p><iframe title="Highlights: Conlogue Victorious at Cascais" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6BEX9JpdeB0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Filipe Toledo e Courtney Conlogue vencem Oi Rio Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 22:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Toledo]]></category>
		<category><![CDATA[Oi Rio Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando venceu o QS 10.000 em Lower Trestles Filipe Toledo falou em recuperar a lycra amarela como um facto consumado, não disse “se”, apenas quando! Foi essa confiança que trouxe para o Oi Rio Pro e isso notou-se no seu surf. Tal como o evento na Califórnia era visível que o campeonato era seu para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando venceu o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-vence-oakley-lowers-pro/">QS 10.000 em Lower Trestles</a> Filipe Toledo falou em recuperar a lycra amarela como um facto consumado, não disse “se”, apenas quando! <span id="more-24875"></span>Foi essa confiança que trouxe para o Oi Rio Pro e isso notou-se no seu surf.</p>
<p>Tal como o evento na Califórnia era visível que o campeonato era seu para perder e não dos seus adversários para ganhar, já que só o poderiam fazer com um enorme deslize de “Filipinho”. O último dia de prova foi um “passeio no parque” para este surfista profissional de segunda geração.</p>
<p>Na primeira meia final as segunda onda de Filipe seria suficiente para vencer a bateria, e a primeira tinha sido ainda melhor. Um “full rotation” para a direita na primeira onda e uma esquerda com três manobras sólidas garantiram uma média alta antes que Ítalo Ferreira fizesse a sua primeira, ficando numa combinação da qual não saiu.</p>
<p>Na outra meia final Matt Wilkinson deu tudo para avançar mas não estava a conseguir acertar as manobras mais técnicas, como as suas finalizações em snap layback e perdeu para a consistência de Bede Durbidge, um surfista que tem estado afastado das finais mas que já tinha vencido no Brasil.</p>
<p>O “prato” que<strong> Filipe Toledo</strong> “serviu” ao seu conterrâneo na primeira meia final foi servido a Durbidge na final, que muito rapidamente estava em situação de combinação. O brasileiro fez várias ondas boas mas as que lhe deram as notas de 10 e 9.87, dois aéreos full rotation com mais algumas manobras até terra. Curiosamente em ambas Toledo aterrou com tanta violência na base da onda que vincou as suas pranchas e teve que trocar. Essa troca foi uma tarefa difícil já que a Barra da Tijuca mais parecia o Maracanã em dia de final da copa quando o Brasil se encontra na final.</p>
<p>Filipe Toledo assim venceu com facilidade mais uma etapa, colocando-se como um <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sera-o-brasil-a-potencia-numero-1-do-surf-mundial/" target="_blank">fortíssimo candidato ao título</a>. A final feminina foi vencida pela segunda vez consecutiva por <strong>Courtney Conlogue</strong> que bateu Bianca Buitendag e mostrou que é uma legitima candidato ao número do ranking, que neste momento ainda é ocupado por Carissa Moore.</p>
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		<title>Courtney Conlogue vence em Margaret River</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/courtney-conlogue-vence-em-margaret-river/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 10:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
		<category><![CDATA[Drug Aware Margaret River Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Até à prova de Margaret River do WWCT, a disputa pelo título estava focada em dois nomes, Carissa Moore e Stephanie Gilmore. A havaiana já contava com uma liderança forte, tendo vencido as duas etapas enquanto que Stephanie foi segunda classificada. Mas cedo na prova ficou patente que Carissa iria aumentar bastante a sua liderança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até à prova de Margaret River do WWCT, a disputa pelo título estava focada em dois nomes, Carissa Moore e Stephanie Gilmore. <span id="more-24341"></span>A havaiana já contava com uma liderança forte, tendo vencido as duas etapas enquanto que Stephanie foi segunda classificada.</p>
<p>Mas cedo na prova ficou patente que Carissa iria aumentar bastante a sua liderança pois Gilmore lesionou-se e terminou a prova em 9º lugar. Ao chegar à final a bicampeã mundial colocou-se numa excelente situação para ficar com uma liderança absurda mas acabou por ganhar uma nova oposição ao título na pessoa de Courtney Conlogue.</p>
<p>O mar rondava os 2 metros no pico principal mas o forte offshore não facilitou o trabalho das melhores surfistas do mundo. Nesta etapa o factor peso jogou a favor de Moore, já que é um pouco mais “forte” que as restantes competidoras do tour e usou tudo o que tinha para conseguir grandes manobras nas direitas de Margaret.</p>
<p>Mas do outro lado da grelha vinha a imprevisível Conlogue, a única surfista que de fora do top4 dos últimos anos que tem potencial para conseguir o título mundial. Em 2014 Courtney chorou de frustração quando se lesionou e percebeu que iria faltar a uma etapa onde é muito forte, Margaret River, uma localização onde venceu diversas vezes quando o campeonato fazia parte do WQS. A recuperação foi lenta mas na sua primeira etapa de volta ao tour, ainda em 2014 conseguiu um lugar na final, provando que continuava a ser uma ameaça.</p>
<p>Nesta final a californiana não deu hipóteses a Carissa, surfando secções mais críticas com manobras mais abusadas, nomeadamente o seu snap layback, uma manobra que a número um do ranking também domina mas que nesta etapa não conseguiu soltar tão bem como a sua adversária. No fim Moore precisava de uma nota de 8.4 mas não conseguiu apanhar ondas que tivessem potencial e acabou por perder.</p>
<p>A prova masculina estava em stand by para começar a qualquer momento mas acabou por não avançar. Acompanha o call no próximo dia de prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2015/mct/1226/drug-aware-margaret-river-pro/live?pbv=38513" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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		<title>As meninas da Billabong na Wavegarden &#124;&#124; 3:26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2013 23:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
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		<category><![CDATA[Wave Pool]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de não haver planos para abrir ao público, a Wavegarden tem recebido todo o tipo de &#8220;notáveis&#8221; visitantes. Desta vez foi o A-team feminino da Billabong que passou a tarde na piscina basca e como sempre, os sets não pararam de entrar. Enjoy!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não haver planos para abrir ao público, a Wavegarden tem recebido todo o tipo de &#8220;notáveis&#8221; visitantes. <span id="more-13077"></span>Desta vez foi o A-team feminino da Billabong que passou a tarde na piscina basca e como sempre, os sets não pararam de entrar. Enjoy!</p>
<iframe loading="lazy" title="Billabong Womens invade the Wavegarden" src="https://player.vimeo.com/video/75038085?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe>
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		<title>Courtney Conlogue Bisa no Swatch Girls Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/conlogue-bisa-no-swatch-girls-pro-france/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 11:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Carina Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Conlogue]]></category>
		<category><![CDATA[Johanne Defay]]></category>
		<category><![CDATA[Swatch Girls Pro 2013]]></category>
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					<description><![CDATA[O Swatch Girls Pro France começa a ser um evento com tradição na Europa e para não quebrar a tradição duas surfistas muito jovens dominaram o campeonato. A norte-americana Courtney Conlogue tem tido uma ascensão incrível no surf profissional e apesar de estar a disputar o título mundial não deixou de competir nesta etapa em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Swatch Girls Pro France começa a ser um evento com tradição na Europa e para não quebrar a tradição duas surfistas muito jovens dominaram o campeonato.<span id="more-12337"></span></p>
<p>A norte-americana Courtney Conlogue tem tido uma ascensão incrível no surf profissional e apesar de estar a disputar o título mundial não deixou de competir nesta etapa em que era a campeã em título.</p>
<p>Como principal adversária Conlogue tinha a havaiana, também do WWCT, Malia Manuel, mas o estranho seeding desta prova fez com que as duas se encontrassem nas meias finais e não na final. O factor sorte era bastante relevante pois as ondas estavam com cerca de um metro, mas um pouco irregulares, fazendo com que a escolha de ondas fosse tão importante, ou mais, que o surf.</p>
<p>E ninguém esteve em maior sintonia com as ondas que Courtney pois acabou por conseguir “arrancar” mais um pouco delas do que todas as suas adversárias, incluindo Malia.</p>
<p>Na final a campeã em título encontrou uma adversária muito perigosa, Johanne Defay, que tinha acabado de derrotar a australiana Nikki Van Dijk na final júnior com uma média altíssima. Defay tinha também acabado de roubar o título Pro-Junior europeu das mãos da sua amiga Canelle Boullard, mantendo o título na Ilha Reunião.</p>
<p>Johanne foi quem começou melhor a final, com uma onda na casa dos 7 pontos mas Courtney mostrou surf de WWCT e foi melhorando a cada onda, tendo mesmo conseguido uma nota de 9.6 na terceira. Assim Defay ficou a precisar de uma conbinação que ainda acabaria por aumentar quando a sua adversária marcou um 8.87, acabando assim com a média de 18.47 e uma merecida vitória.</p>
<p>Mesmo assim Johanne subiu bastante no ranking e agora encontra-se dentro da “bolha da qualificação” com fortes possibilidades de fazer parte do WWCT em 2014. A melhor portuguesa neste ranking é <strong>Carina Duarte</strong>, que neste momento se encontra na 50º posição graças ao seu <a title="Carina" href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/carina-duarte-em-13o-no-swatch-girls-pro/" target="_blank">bom resultado nesta etapa</a>!</p>
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