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	<title>Hall of Fame &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Hall of Fame &#124; José Gregório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 11:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
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					<description><![CDATA[O "late bloomer" da mais forte geração do surf nacional...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome</strong> – José Gregório<br><strong>Alcunha</strong> – Grego<br><strong>Idade</strong> – 50 anos<br><strong>Base </strong>– Regular<br><strong>Local </strong>– Carcavelos/Ericeira<br><strong>Pontos fortes </strong>– Power, determinação</p>



<p>No início de sua carreira, José Gregório aparentava ser menos promissor em comparação aos melhores de sua geração, mas cresceu &#8220;a pulso&#8221; até se tornar, durante alguns anos, o melhor surfista do nosso país. O seu sucesso veio aos poucos, começou por fazer algumas finais em Portugal e alguns resultados sólidos no circuito mais importante da Europa na época, o EPSA. Em 1994, surpreendeu a todos ao vencer uma etapa em Ribeira D&#8217;Ilhas, derrotando a nata do surf Europeu.</p>



<p>Venceu pela primeira vez uma etapa do circuito nacional no final de 1996, começando aí uma intensa disputa competitiva com outro grande nome da época, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-joao-antunes/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-joao-antunes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Antunes</a>. Em 1997, tornou-se pela primeira vez campeão nacional e no ano seguinte saiu da água depois da final da última etapa a celebrar o bicampeonato, um título que acabou por ser atribuído a Antunes numa das mais confusas e polémicas fases do circuito nacional. Isso culminou na formação de um circuito alternativo, o Tour da ANS, que anos mais tarde se fundiu novamente com a Federação Portuguesa de Surf.</p>



<p>Gregório voltou a sagrar-se campeão nacional em 2003 e 2007, ficando muito perto do título por várias vezes. Em 2001, tornou-se (após a estreia de Tiago Pires no ano anterior) no segundo português a vencer uma prova do circuito QS, o Gaia Shopping Buondi Pro (1 estrela). Ainda nesse ano, chegou a mais duas finais em provas QS na Europa, terminando em 4º lugar no circuito EPSA, o que lhe garantia vaga no main event de todas as provas do Qualifying Series na Europa no ano seguinte. Aproveitando essa oportunidade, fez sua única incursão a &#8220;tempo inteiro&#8221; nesse circuito, terminando em um honroso 114º lugar. Outros destaques de sua carreira competitiva incluíram finais nos Billabong Challenge, na Madeira e Marrocos, e a vitória em um AirShow realizado na Inglaterra contra surfistas &#8220;progressivos&#8221; de todo o mundo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="623" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gregorio-623x428.jpg" alt="" class="wp-image-72218" style="aspect-ratio:1.5;width:838px;height:auto" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gregorio-623x428.jpg 623w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gregorio-256x176.jpg 256w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gregorio-768x528.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2024/01/Gregorio.jpg 1500w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /></figure>



<p>Fora da arena competitiva, José contava também com uma imagem muito forte, com uma presença massiva nas revistas de surf. O seu desempenho nas ondas da Ericeira, Madeira e, mais tarde, na Nazaré, onde foi um dos grandes pioneiros do tow-in em Portugal, ou em qualquer pico com ondas intensas, era ainda mais impressionante do que os seus resultados competitivos, tornando-o um nome incontornável do surf nacional durante muitos anos.</p>



<p>Alguns anos após conquistar seu terceiro título nacional, Gregório foi gradualmente fazendo a transição de surfista profissional para um papel mais relacionado ao lado empresarial dentro da marca que o patrocinou durante a maior parte de sua carreira, a Quiksilver, começando como <em>team manager</em> e ocupando hoje a posição de director Europeu de Franchisings da Boardriders. Atualmente, José continua a viver na Ericeira, local para onde se mudou cedo na sua carreira, sendo ainda hoje um dos grandes destaques nos melhores dias de surf na famosa baía do Coxos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MADSWELL - José Gregório" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/prBGLWn3t4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Hall of Fame &#124; Bruno Charneca</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 20:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Charneca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ícone dos 90...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome –</strong> Bruno Charneca<br><strong>Alcunha &#8211; </strong>Bubas<br><strong>Idade –</strong> 51 anos<br><strong>Base – </strong>Regular<br><strong>Local – </strong>Caparica<br><strong>Ponto forte –</strong> Linha de Surf, power<br></p>



<p>Um dos primeiros prodígios do surf nacional, Bruno Charneca conquistou o título nacional em 1989, antes da circuito profissional mais organizado se ter iniciado. “Bubas” fez parte da mesma geração de grandes surfistas da Caparica que João Antunes, Tiago Oliveira, Nuno Matta, entre outros, obtendo sucesso muito cedo no seu percurso. Dono de uma imagem muito forte e de uma linha de uma das melhores linhas de surf da sua época, era claramente o dos grandes nomes do início dos anos 90, tendo mostrando a sua popularidade ao vencer o primeiro SurfPortugal Poll e conquistando bons patrocínios. Foi o primeiro surfista em Portugal a ser 100% patrocinado pela Quiksilver e também o primeiro a ser patrocinado por um banco, a Nova Rede, actual Millenium BCP. Outros patrocínios que teve ao longo da sua carreira foram a Semente, Waterline, Redley, O’Neill, Polen, Life’s a Beach/Bad Boy, Headworks e Kanabeach.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="642" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/01/Bubas-642x428.jpg" alt="" class="wp-image-69101" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/01/Bubas-642x428.jpg 642w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/01/Bubas-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/01/Bubas-768x512.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2023/01/Bubas.jpg 1140w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /><figcaption class="wp-element-caption">Photo by Nuno Fontinha</figcaption></figure>



<p>Charneca venceu a primeira etapa do circuito da Adrenalina em 1992, mas seria também a sua última vitória. Durante parte da sua carreira dividiu o seu tempo entre o circuito EPSA, Circuito Nacional e o curso universitário. A divisão de foco e falta de &#8220;instinto matador&#8221; em competição, algo atípico na sua geração, impediram que tivesse garantido mais títulos mas, mesmo assim, foi top do Circuito Europeu durante muitos anos e várias vezes candidato ao título no circuito nacional.</p>



<p>O ponto mais alto da sua carreira aconteceu em 1996, ano em que foi wildcard na primeira prova do Championship Tour no nosso país. O seu adversário no round 2 Coca Cola Figueira Pro era Kelly Slater, na época já com três títulos mundiais, que tinha perdido vários voos para Portugal, falhando o seu heat da primeira fase. Para conquistar o seu 4º título, Kelly apenas tinha que vestir a lycra de competição e entrar na água e foi o que fez. No entanto teve enfrentar um inspirado “Bubas”, que surfou melhor e venceu o histórico heat, começando aí um <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-caricato-historial-competitivo-de-kelly-slater-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caricato historial nas provas portuguesas</a> para o GOAT do surf mundial.</p>



<p>Outra contributo importante para o surf português foi o seu papel na fundação da Associação Nacional de Surfistas no final dos anos 90, época em que os melhores surfistas do país deixaram de competir no circuito nacional da Federação Portuguesa de Surf, depois de muitos anos de conflito, criando esta organização que acabou por revolucionar o surf nacional. A credibilidade deste surfista, que chegou a ser presidente, contribuiu muito para que a ANS representasse a quase totalidade de competidores de destaque do surf nacional.</p>



<p>Eventualmente Bruno retirou do surf profissional, dedicando-se a tempo inteiro à sua verdadeira profissão, na área da gestão, inicialmente na IBM. Mais tarde esteve ligado a vários negócios na indústria do surf, como a gestão da marca Polen e a criação da sua própria marca de pranchas de surf. Actualmente divide o seu tempo entre a Califórnia e Portugal, mantendo-se uma presença bem activa em alguns line ups.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Kelly Slater knocked out by Portuguese surfer (WCT Figueira Pro 1996)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/yVaxVPG0Dvk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Hall of Fame &#124; Rodrigo Herédia</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 14:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes competidores do surf nacional nos anos 90...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome –</strong> Rodrigo Herédia<br><strong>Idade –</strong> 50 anos<br><strong>Base – </strong>Goofy<br><strong>Local – </strong>Carcavelos<br><strong>Ponto forte –</strong> Tubos<br><strong>Actualidade –</strong> Organizador de eventos</p>



<p>Rodrigo Herédia foi mais um grande representante da primeira geração de surfistas profissionais do nosso país e um competidor com muito sucesso durante mais de uma década até, eventualmente, fazer a transição para organizador de algumas das mais expressivas provas de surf em Portugal.</p>



<p>Apesar de ter tido algum sucesso nos anos 80, foi no início dos anos 90, quando surgiu o primeiro circuito nacional organizado, que realmente se estabeleceu como um surfista de topo, vencendo duas etapas no ano de estreia do circuito O’Neill Pisang Ambom. No ano seguinte, 1993, venceu mais uma prova e garantiu o título nacional na última bateria da última etapa do ano, em Ribeira D’Ilhas, o que o lançou para um novo patamar de notoriedade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="571" height="428" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-571x428.jpg" alt="" class="wp-image-64307" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-571x428.jpg 571w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977-768x576.jpg 768w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_0977.jpg 1140w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /><figcaption>Memorial Bitque, Carcavelos</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Até aí já vários portugueses tinham competido no circuito mundial mas foi Rodrigo quem o fez com mais consistência e foco, competindo um pouco por todo o mundo e obtendo alguns bons resultados para o nível do surf nacional na altura. O destaque do seu ano foi um 13º lugar no Costa Rica Challenge, a primeira presença de um surfista português nos quartos de final de uma prova QS, acabando na 169ª posição no ranking, o que fez dele o primeiro português a furar o top200.</p>



<p>Infelizmente o seu investimento no circuito QS não teve grande continuidade, passando os anos que se seguiram com o foco dividido entre o circuito nacional, o europeu e o QS, além de ter conquistado uma posição na final do Billabong Challenge na Madeira, um Special Event reservado apenas a convidados.</p>



<p>1997 foi claramente o melhor ano da sua carreira competitiva, vencendo o (até então) inédito título de campeão do Eurosurf na Irlanda, tanto a nível individual como por equipas e duas etapas do circuito EPSA, em Anglet e Peniche. As vitórias permitiram-lhe disputar o título do circuito EPSA, acabando eliminado por uma interferência de remada na última prova do ano, em Guadalupe, o que lhe custou o título mesmo assim acabando num excelente terceiro lugar no ranking. O resultado final garantiu-lhe <em>wildcards</em> no main event de todas as provas QS da Europa, fazendo assim um breve regresso ao circuito mundial.</p>



<p>Outro resultado marcante na sua carreira competitiva foi o 7º lugar no ISA World Surfing Games de 1998, realizado entre Carcavelos e o Guincho, algo que contribuiu muito para o resultado final da selecção portuguesa, que acabou em 4º lugar, à frente de muitas das mais fortes nações do surf a nível mundial.</p>



<p>Ao longo da sua carreira Rodrigo apostou muito no que na altura era considerado como o “surf moderno”, incluindo manobras como 360, reverses e alguns aéreos no seu repertório mas o seu ponto foi sempre foi os tubos, sendo claramente um dos grandes tube riders do surf nacional. Em Carcavelos foi durante muito tempo o maior destaque nos dias mais “ocos”, apostando também muito nos Supertubos, o que lhe garantia também uma boa visibilidade nos média do surf nacional.</p>



<p>Como muitos outros dos “grandes” da sua altura, Herédia passou por muitas das maiores marcas do surf nacional, com destaque para a sua passagem pela Sundek, marca que o patrocinava quando foi campeão nacional, O’Neill, Quiksilver e Rip Curl. Foi também o primeiro surfista nacional a receber um ordenado do seu patrocinador de pranchas, a Byron, uma ligação que durou alguns anos e foi patrocinado por grandes marcas fora do meio do surf, como a Sagres e a “VitaminaR” da Telecel.</p>



<p>Actualmente Rodrigo continua muito ligado ao surf, não só como surfista, sendo provavelmente um dos surfistas da sua geração que melhor manteve o ritmo de surf, como pela organização de eventos através da sua empresa, a Daaz Eventos, que levou aos Açores várias etapas do circuito QS, o World Masters da WSL e vários eventos da ISA.</p>
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		<title>Hall of Fame &#124; João Antunes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-joao-antunes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 12:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos nomes mais dominantes da história do circuito nacional...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome –</strong> João Antunes<br><strong>Idade – </strong>52 anos<br><strong>Base – </strong>Regular<br><strong>Local – </strong>Caparica<br><strong>Ponto forte –</strong> Surf de frontside<br><strong>Actualidade –</strong> Treinador de surf</p>



<p>João Antunes foi um dos grandes nomes de uma geração que lançou o surf profissional em Portugal. Parte do forte contingente da Caparica, João foi também um dos mais dominantes nomes da história do circuito nacional, tanto a nível de vitórias como em longevidade.</p>



<p>O seu sucesso aconteceu em vários circuitos ao longo da sua carreira. Antes de ser “o homem a abater” no circuito nacional, João já tinha dado cartas no circuito Europeu, vencendo provas e disputando o título no início dos anos 90. Durante mais de uma década Antunes foi regularmente no surfista português mais bem classificado no ranking Europeu (EPSA), voltando a vencer e a constar top4 mais tarde na sua carreira, quando venceu duas provas consecutivas.</p>



<p>Foi no circuito nacional dos anos 90, actual Liga MEO Surf, que mostrou o seu valor com mais regularidade, vencendo 16 etapas, um recorde que até ao fim de 2021 não tinha sido superado, arrecadando três títulos nacionais no processo e ficando no top3 diversas vezes. O seu surf, altamente técnico, competitivo e harmonioso, fazia o difícil parecer fácil, garantindo notas altas com  regularidade em todo o tipo de condições.</p>



<p>João também apostou no circuito mundial, competindo em várias provas QS onde bateu alguns nomes de peso, com destaque para Quiksilver Pantin Surf Classic de 1996, onde atingiu os quartos de final. Também a sua prestação no Buondi O’Neill Pro de 1994, em Ribeira D’Ilhas, foi digna de nota pois mostrou que o surf nacional podia fazer boa figura naquele circuito numa altura em que a Europa ainda estava muito atrás do nível das grandes potências do surf mundial, Austrália, EUA/Havai, Brasil e África do Sul.</p>



<p>Outro resultado marcante aconteceu durante a primeira prova do Championship Tour realizada em Portugal, onde foi convidado para participar como wildcard juntamente com mais três surfistas nacionais. Nesta prova, o Coca-Cola Figueira Pro, realizada na Figueira da Foz em 1996, João bateu John Shimooka e Luke Egan no round 1 para se tornar no primeiro surfista português a vencer um heat na elite do surf mundial, resultado que ficou um pouco ofuscado no dia seguinte quando Bruno Charneca “Bubas” bateu Kelly Slater.</p>



<p>No entanto foi mais cedo na sua carreira que mostrou potencial de dar cartas a nível internacional, no ISA World Surfing Games de 1992. Mais conhecido por Mundial Amador, esta prova foi realizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil, e Antunes foi batendo surfistas de algumas das principais nações do surf mundial para terminar a sua prestação na fina da repescagem, acabando em 6º lugar, um resultado muito acima de qualquer outra prestação nacional até à época.</p>



<p>Outro factor marcante da sua carreira foi a rivalidade com outro grande nome da época, José Gregório. Um choque entre personalidades fortes destes ex-companheiros de equipa criou uma grande competitividade dentro e fora de água, o que fez do surf nacional na época mais intenso e interessante por alguns anos. A disputa entre os dois pelo título de 1998 acabou por servir de &#8220;catalisador&#8221; para uma revolução no surf nacional, fazendo com que 90% dos melhores surfistas nacionais abonassem o circuito da Federação Portuguesa de Surf para competir no que actualmente se tornou na Liga MEO Surf.</p>



<p>Actualmente João mantém-se ligado ao surf como treinador e pelo acompanhamento ao seu filho mais novo, Afonso Antunes, o nome mais forte na nova geração, que já venceu várias etapas do circuito nacional, disputou o título nacional com Frederico Morais e Vasco Ribeiro em 2020 e 2021 e foi wildcard na prova nacional do Championship Tour de 2022.</p>



<p><br></p>
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		<item>
		<title>Hall of Fame &#124; João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-joao-alexandre-dapin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 09:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hall of Fame]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro fora de série do surf português]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nome </strong>– João Alexandre<br><strong>Alcunha</strong> &#8211; Dapin<br><strong>Base</strong> – Goofy<br><strong>Local</strong> – Carcavelos<br><strong>Ponto forte</strong> – Esquerdas<br><strong>Actualidade</strong> – Faleceu em 2021<br><br>João Alexandre é unanimemente reconhecido como o primeiro surfista fora de série do nosso país, um estatuto validado não só pela sua geração de surfistas como pelo público que acompanhou o surf português nos anos 80 e 90. Até ao surgimento de Tiago Pires no cenário do surf internacional, não havia dúvidas sobre quem teria sido o melhor surfista português de todos os tempos e, ainda hoje, o seu contributo na evolução do surf em Portugal é facilmente identificável. Natural de Carcavelos, João ganhou a sua alcunha pelo facto de ter uma prancha “pin tail”, ficando inicialmente conhecido como o “puto da pin”, e, mais tarde, apenas Dapin.<br><br>Desde muito cedo mostrou um grande talento e um surf muito radical, principalmente em comparação com a média do surf português, mudando-se para a Austrália por algum tempo depois de ter dominado a competição a nível local. No Down Under encontrou algum sucesso, vencendo campeonatos, o que lhe proporcionou inclusivamente alguns patrocínios. Quando voltou mostrou a sua evolução, ficando ainda mais visível a sua superioridade em relação à sua geração.<br><br>O fim dos anos 80 e início dos anos 90 foram o seu auge a nível competitivo, vencendo várias etapas do “circuito nacional” pré Adrenalina*, e claro, algumas etapas do circuito profissional Europeu, o EPSA. Em 1991 tudo apontava para um merecido título europeu mas acabou por ser superado pelo competitivo britânico, Spencer Hargraves, só voltando a mostrar o seu melhor surf a nível competitivo em ocasiões raras e muito esporádicas. No entanto, quando vencia, era de forma impressionante, por vezes com combinação sobre os seus adversários.</p>



<p></p>



<p>Sobre a sua carreira competitiva e o facto de nunca se ter sagrado campeão nacional, Dapin comentou o seguinte em entrevista à ONFIRE (#25, Janeiro/Fevereiro de 2007): “<em>Em 85 houve um campeonato (em Portugal) que ganhei, em 86 houve dois e ganhei um e o outro fui segundo, e em 87 houve quatro e ganhei todos /…/ ganhar um nacional não é uma realização pessoal pois já ganhei muitos campeonatos. Em 89 ganhei sete campeonatos em oito, em 90 fui fazer o circuito europeu e no primeiro ano ganhei os três primeiros e um total de cinco. Ou seja, na tua carreira desportiva vais estabelecer certos patamares que depois os outros deixam de fa</em>zer alguma lógica.”</p>



<p></p>



<p>Era no <em>free surf</em> que realmente impressionava, principalmente em esquerdas, devido ao seu surf rápido, moderno e explosivo. Durante alguns anos manteve-se como surfista profissional devido à sua forte presença nos meios de comunicação nacionais e a um estatuto muito especial dentro da indústria. Eventualmente dedicou-se ao negócio de família, uma fase que durou alguns anos e esteve envolvido em projectos como uma loja de surf (D-Point) e uma Guest House (Da House). Ao longo dos tempos fez alguns<em> comebacks</em> competitivos, com pouco sucesso, mas manteve sempre uma forte ligação ao <em>free surf</em> e um nível de surf muito alto, sendo regularmente visto a surfar em picos como Carcavelos, Praia das Maçãs e Costa da Caparica.</p>



<p>Durante a sua carreira passou por quase todas as grandes marcas de surf representadas em Portugal, com destaque para a sua permanência na Gotcha, onde se tornou num dos primeiros surfistas nacionais a receber um ordenado mensal, e mais tarde Quiksilver. Também foi patrocinado pela Billabong, O&#8217;Neill, Rip Curl, Globe, Scorpian Bay, West Suits, Janga, NeilPryde, Oakley, AirWalk, Reef, Dr Ding e praticamente todas as marcas de pranchas nacionais, e algumas internacionais.<br><br>João Alexandre “Dapin” faleceu no dia 29 de Novembro de 2021, aos 55 anos, por razões que não foram oficialmente divulgadas ao público.</p>



<p>*Organização desportiva que organizou o primeiro circuito nacional organizado e profissional a partir de 1992.<br></p>



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