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	<title>The Stats &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Há 4 portugueses com hipóteses de entrar no CT de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/ha-4-portugueses-com-hipoteses-de-entrar-no-ct-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 08:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Descobre quem são e o que precisam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste momento há apenas um surfista português garantido no Championship Tour de 2022, <strong>Frederico Morais</strong>, que acabou o circuito de 2021 num histórico 10º lugar no ranking. Kikas poderá ter companhia no tour do próximo ano, mas o percurso não será fácil para nenhum dos candidatos.</p>
<p>No tour masculino, o “cut” está neste momento nos 9.500 pontos graças à pressão dos competidores que levaram a WSL a abdicar das vagas dos <em>double qualifiers</em> (<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/wsl-anuncia-season-wildcards-para-2022-mas-a-controversia-ainda-esta-para-vir/" target="_blank" rel="noopener">mais sobre este tema AQUI</a>). <strong>Jordan Lawler</strong> e <strong>Samuel Pupo</strong> estão no limite da qualificação, na 15ª classificação, e assumindo que ninguém no top30 conseguiria melhorar a sua posição na prova final, qualquer competidor até à 80º posição dos Challenger Series teria hipóteses matemáticas de chegar aos pontos que precisaria para se qualificar.</p>
<p>Para <strong>Vasco Ribeiro</strong>, o actual 38º do ranking e único surfista português da categoria masculina com hipóteses de se juntar a Morais, um 7º lugar seria o suficiente para passar os 9.500 pontos, ficando com 10.600 pontos. No entanto, esse cenário não é realista pois é praticamente garantindo que vários surfistas irão melhorar os seus resultados e o “cut” irá aumentar bastante. Um 4º lugar em Haleiwa aumenta muito as hipóteses do surfista de São João do Estoril, que ficaria com 11.800 pontos, mas um segundo (13.500) ou um primeiro (15.500) seria muito mais garantido.</p>
<p>A situação no circuito feminino é ainda mais complexa, mas são três as surfistas nacionais com hipóteses matemáticas de se qualificarem para o tour de 2022. Neste momento o “cut” está ainda mais alto, nos 12.500, uma posição ocupada por <strong>Sawyer Linblad</strong> e <strong>Vahine Fierro</strong>, no 5º lugar do ranking.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins</strong> e <strong>Teresa Bonvalot</strong> estão em 20º e 23º mas, em termos de resultados para manter, estão iguais, ambas com duas etapas de 3.500 pontos, 9ºs lugares. Para “furarem” o “cut” terão que chegar, pelo menos, à final. 4º lugar deixa-as com 13.300 pontos, mas, à semelhança da categoria masculina, a fasquia deve aumentar e a qualificação será mais realista com o segundo lugar (15.000 pontos) ou a vitória (17.000 pontos).</p>
<p><strong>Carolina Mendes</strong> também está nesta conversa mas, só para passar o “cut” actual, precisa de ficar em 2º lugar na prova havaiana, enquanto que uma vitória deixa-a com 15.000 pontos e, possivelmente, no CT de 2022.</p>
<p>O Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger realiza-se entre 26 de novembro e 7 de dezembro, acompanha tudo em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2021/mcs/3825/michelob-ultra-pure-gold-haleiwa-challenger" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Descobre qual é a melhor equipa de surf da actualidade&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-qual-e-a-melhor-equipa-de-surf-da-actualidade/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-qual-e-a-melhor-equipa-de-surf-da-actualidade/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 17:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Surfistas do Championship Tour em análise...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria do surf mudou muito nos últimos anos e um dos maiores indicativos cai sobre os surfistas profissionais, uma profissão que está claramente em queda.</p>
<p>A ONFIRE fez as contas para saber quais são as marcas que dominam a principal arena competitiva do surf, o Championship Tour&#8230;</p>
<p><strong>By the numbers:</strong><br />
<strong> CT de 2020</strong><br />
<strong>Billabong </strong>– 20.6% (7 surfistas)<br />
<strong>Rip Curl</strong> – 14.7% (5 surfistas)<br />
<strong>Hurley</strong> – 8.8% (3 surfistas)<br />
<strong>Quiksilver</strong> – 8.8% (3 surfistas)<br />
<strong>Volcom</strong> – 5.8% (2 surfistas)<br />
<strong>Marcas com apenas um surfista no CT</strong> – 14.7% (5)<br />
<strong>Surfistas sem patrocínio principal</strong> – 26.5% (9 surfistas)</p>
<p>A <strong>Billabong</strong> é a marca que lidera o<em> tour</em> de 2020, com <strong>7 surfistas</strong>, Ítalo Ferreira, Seth Moniz, Ryan Callinan, Jack Freestone, Griffin Colapinto, Frederico Morais e Ethan Ewing, seguida da <strong>Rip Curl</strong>, que tem <strong>5</strong>, Gabriel Medina, Owen Wright, Conner Coffin, Matthew McGillivray e Morgan Cibilic. Depois está a <strong>Quiksilver</strong>, que tem 4 surfistas Kanoa Igarashi, Jeremy Flores, Mikey Wright e Leonardo Fioravanti mas, tecnicamente, tem apenas <strong>3</strong> pois <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-ultimas-novidades-da-wsl-de-2019/" target="_blank" rel="noopener">entre Mikey e Leonardo, apenas um estará no tour no fim da perna australiana</a>, empatando com a <strong>Hurley</strong>.</p>
<p>Segue-se a <strong>Volcom</strong>, com <strong>dois surfistas</strong>, Yago Dora e Jack Robinson, enquanto que 5 marcas têm um surfista cada, (<strong>O’Neill</strong> – Jordy Smith, <strong>OutterKnown</strong> – Kelly Slater, <strong>Maresias</strong> – Jadson André, <strong>HD</strong> – Adriano de Souza, <strong>Pena</strong> – Deivid Silva). No entanto o maior grupo entre os 34 melhores do mundo é o de surfistas <strong>sem patrocínio principal</strong>, com <strong>9 surfistas</strong>: John John Florence, Michel Bourez, Caio Ibelli, Wade Carmichael, Adrian Buchan, Peterson Crisanto, Alex Ribeiro*, Miguel Pupo* e Connor O’Leary.<br />
* Alex e Miguel têm como patrocínio principal a construtora “Nosso Lar”, mas ficam fora desta análise por não operar na mesma área que as restantes.</p>
<p><strong>CT de 2019</strong><br />
<strong>Hurley</strong> – 17.6% (6 surfistas)<br />
<strong>Quiksilver</strong> – 17.6% (6 surfistas)<br />
<strong>Billabong </strong>– 14.7% (5 surfistas)<br />
<strong>Rip Curl</strong> – 8.8% (3 surfistas)<br />
<strong>O’Neill </strong>– 8.8% (3 surfistas)<br />
<strong>Volcom</strong> – 8.8% (3 surfistas)<br />
<strong>Marcas com apenas um surfista no CT</strong> – 20.5% (7 surfistas)<br />
<strong>Surfistas sem patrocínio principal</strong> – 8.8% (3 surfistas)</p>
<p>A grande diferenciação entre 2019 e 2020 está na quantidade de surfistas sem patrocínio principal, que triplicou de um ano para o outro. Também a Hurley e Quiksilver perderam alguns lugares enquanto que a Billabong e Rip Curl conseguiu manter os surfistas que tinham e adicionaram mais dois cada para este ano.</p>
<p>Fazendo uma análise qualitativa do ranking, atribuindo 34 pontos ao primeiro do ranking e 1 ponto ao 34º do seeding, o “panorama” é o seguinte:<br />
<strong>Billabong</strong> –134 pontos<br />
<strong>Rip Curl</strong> – 85 pontos<br />
<strong>Hurley </strong>– 85 pontos<br />
<strong>Quiksilver</strong> – 55 pontos<br />
<strong>O’Neill </strong>– 32 pontos<br />
<strong>OK </strong>– 27 pontos<br />
<strong>Volcom </strong>– 21 pontos<br />
<strong>Maresias</strong> – 11 pontos<br />
<strong>HD</strong> – 10 pontos<br />
<strong>Pena</strong> – 3 pontos<br />
(Surfistas sem patrocínios – 132 pontos)</p>
<p>O surf feminino apresenta um cenário um pouco diferente para 2020:<br />
<strong>Rip Curl</strong> – 16.6% (3 surfistas)<br />
<strong>Roxy</strong> – 16.6% (3 surfistas)<br />
<strong>Billabong </strong>– 11-1% (2 surfistas)<br />
<strong>Marcas com apenas uma surfista no CT</strong> – 33.3% (6)<br />
<strong>Surfistas sem patrocínio principal</strong> – 22.2% (4 surfistas)</p>
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		<item>
		<title>WSL revela (quase) todos os cenários em jogo no dia final do Billabong Pipe Masters</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/wsl-revela-quase-todos-os-cenarios-em-jogo-no-dia-final-do-billabong-pipe-masters/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 10:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Billabong Pipe Masters]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito em jogo nas fases finais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Championship Tour de 2019 está quase a acabar mas, mesmo só faltando um dia de prova, muito está por decidir. Num <em>post</em> recente no instagram a World Surf League &#8220;dissecou&#8221; alguns dos mais importantes cenários e a ONFIRE acrescentou alguns detalhes para ficares a par de tudo o que está em jogo no dia final&#8230;</p>
<p>No heat 1 do round de 16 <strong>Ítalo Ferreira</strong> precisava de avançar para evitar ser superado (e perder o título mundial) por Medina. Já o seu adversário, <strong>Peterson Crisanto</strong>, não pode facilitar pois está em 20º no ranking empatado com Conner Coffin e ainda não está garantido no tour de 2020;</p>
<p>No heat 2 <strong>Julian Wilson</strong> precisa de vencer para garantir a sua vaga nos jogos olímpicos. O seu adversário é <strong>Yago Dora</strong>, que já está garantido no tour do ano que vem  via QS mas, se vencer, poderá abdicar dos seus pontos no circuito de qualificação e garantir a vaga do<em> rookie</em> <strong>Morgan Ciblic</strong>. Ciblic, por sua vez, apenas precisa que Yago ou Deivid Silva fiquem entre os 22 primeiros do CT para entrar no tour;</p>
<p>No heat 3 <strong>Jack Freestone</strong> tem que vencer para garantir a vaga olímpica, caso Julian perca. O bicampeão mundial júnior precisa de vencer a prova para ficar com o título da Triple Crown of Surfing, uma posição que neste momento é liderada pelo seu companheiro de equipa e ex-campeão mundial júnior, <strong>Ethan Ewing</strong>;</p>
<p>Para se qualificar para os jogos olímpicos <strong>Kelly Slater</strong> precisa de vencer em Pipeline e esperar que John John Florence não passe dos quartos de final. Se ficar em 2º lugar, Florence não poderá ter ficado melhor que em 9º lugar na prova. Um 3º lugar na prova será suficiente para superar a liderança de Ethan Ewing e vencer mais uma Triple Crown;</p>
<p><strong>Gabriel Medina</strong> precisa de ficar uma posição à frente de Ítalo Ferreira para se sagrar campeão mundial pela terceira vez. O <em>momentum</em> está todo do seu lado mas, caso ambos avancem, terá como adversário o perigoso John John Florence nos quartos de final;</p>
<p><strong>John John Florence</strong> precisa de chegar às meias finais para garantir a vaga olímpica independentemente do resultado de Kelly Slater. Para isso acontecer terá possivelmente que acabar com as hipóteses de Gabriel Medina conquistar o seu 3º título mundial antes dele;</p>
<p><strong>Jesse Mendes</strong>, que está no heat 8 contra <strong>Griffin Colapinto</strong>, precisa de chegar às meias finais para se manter no Championship Tour;</p>
<p>No heat 8 está <strong>Kolohe Andino</strong>, que poderá estar fora da disputa pelo título quando a sua bateria começar. Isto porque basta Ferreira ou Medina passarem as suas baterias neste round para ficar sem hipóteses matemáticas de ser campeão mundial em 2019. Se a dupla brasileira perder, Andino ainda precisa de vencer a prova para ficar com o título. O seu adversário é <strong>Michel Bourez</strong> que precisa de ficar em 3º lugar ou melhor superar <em>Ethan Ewing</em> na liderança do ranking;</p>
<p>A noite promete!!</p>
<p>Acompanha toda a acção em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2927/billabong-pipe-masters" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<item>
		<title>O historial no Pipe Masters dos candidatos ao título mundial de 2019</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-historial-no-pipe-masters-dos-candidatos-ao-titulo-mundial-de-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2019 18:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[5 candidatos, 1 título...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falta apenas uma etapa para o fim do Championship Tour da WSL de 2019 e cinco surfistas mantêm hipóteses de ser campeões mundiais.</p>
<p>Fica a conhecer o historial de cada um no Billabong Pipe Masters:</p>
<p><strong>Kolohe Andino</strong><strong> (actual 5º do ranking):</strong><br />
O único surfista desta disputa que nunca venceu uma prova do Championship Tour tem um historial fraco em Pipe, com quatro 25ºs lugares em 8 participações. Conta também com três 13ºs e um 3º, em 2016. Se as ondas estiverem mais para Backdoor que para Pipe tem mais hipóteses de avançar até às fases finais mas na prática as suas hipóteses de se sagrar campeão mundial em 2019 são mais matemáticas que reais.</p>
<p><strong>Filipe Toledo (actual 4º do ranking):</strong><br />
“Filipinho” já chegou a esta etapa numa posição melhor, tanto em 2015 como em 2018, e perdeu a oportunidade cedo em ambas. Em seis etapas este brasileiro já fez dois 25ºs, dois 13ºs, um 9º e um 5º. A sua prestação tem melhorado ao longo dos anos mas vai depender muito das condições para ser um verdadeiro <em>player</em> nesta disputa.</p>
<p><strong>Jordy Smith</strong><strong> (actual 3º do ranking):</strong><br />
Jordy já competiu 10 vezes no Pipe Masters e entre elas destacam-se o 3º lugar de 2018 e dois 5ºs, tendo ficado no round 2 ou 3 nas restantes participações. Um bom resultado para o sul africano não está fora de questão nesta prova mas não pode ser considerado o favorito e sim um sério <em>dark horse</em> nesta disputa.</p>
<p><strong>Gabriel Medina (actual 2º do ranking):</strong><br />
O campeão mundial de 2014 e 2018 competiu em Pipe 8 vezes e venceu no ano passado. Os seus resultados são dois 5ºs, um 9º, dois 13º, e dois 2ºs e um 1º. Apesar de estar em segundo lugar no ranking, é o claro favorito, sendo o mais competitivo surfista neste local desde Kelly Slater no seu auge.</p>
<p><strong>Ítalo Ferreira (actual 1º do ranking):</strong><br />
O líder do circuito é o mais recente no Championship Tour entre os &#8220;<em>contenders</em>&#8221; tendo apenas competido em Pipe quatro vezes, com três 13ºs e um 5º lugar. Apesar de mostrar potencial e diversidade no seu surf para vencer quase qualquer prova do tour, vai ter se superar nesta etapa se não quiser virar &#8220;freguês&#8221; de Medina nesta disputa pelo título.</p>
<p>Fica a conhecer os requisitos na disputa pelo título mundial da World Surf League de 2019:</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira</strong> <strong>vencer</strong> o Billabong Pipe Masters, garante o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 2º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina e Filipe Toledo precisam de vencer a etapa</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 3º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina precisa de um 2º lugar</strong> e <strong>Filipe Toledo e Jordy Smith precisam de vencer</strong> a etapa para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se<strong> Ítalo Ferreira ficar em 5º lugar</strong> em Pipeline, <strong>Gabriel Medina precisa de um 3º lugar</strong>, <strong>Filipe Toledo um 2º lugar</strong> e <strong>Jordy Smith de um 1º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– <strong>Se Ítalo Ferreira ficar em 9º lugar</strong> em Pipeline, <strong>Gabriel Medina precisa de um 5º lugar</strong>, <strong>Filipe Toledo de um 3º lugar</strong>, <strong>Jordy Smith de um 2º lugar</strong> e <strong>Kolohe Andino de um 1º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 17º ou 33º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina </strong>e<strong> Filipe Toledo precisam de ficar 9º lugar</strong>, <strong>Jordy Smith em 5º lugar</strong> e <strong>Kolohe Andino em 2º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>O Billabong Pipe Masters realiza-se entre 8 e 20 de Dezembro, em Pipeline, Oahu, Havai.</p>
<p><strong>O Top 5 após MEO Rip Curl Pro Portugal</strong><br />
1 – <strong>Ítalo Ferreira</strong> (BRA) – 51.070 pts<br />
2 – Gabriel Medina (BRA) – 50.005 pts<br />
3 – Jordy Smith (ZAF) – 49.985 pts<br />
4 – Filipe Toledo (BRA) – 49.145 pts<br />
5 – Kolohe Andino (USA) – 44.665 pts</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A situação de Frederico Morais após round 2 do Billabong Pipe Masters</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/a-situacao-de-frederico-morais-apos-round-2-do-billabong-pipe-masters/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2018 22:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Billabong Pipe Masters]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Round 3 na água...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A derrota de Frederico Morais, o único português do Championship Tour, no round 2 do Billabong Pipe Masters poderá ter sido &#8220;fatal&#8221; para a sua permanência no Championship Tour da WSL.</p>
<p>Assim que foi eliminado, Morais fica, na melhor das hipóteses, empatado com <strong>Yago Dora</strong> no ranking mas se ambos ficarem em 22º lugar o surfista de Cascais fica fora do tour por desempate via QS. Isso acontece se ambos forem superados por outro adversário e Yago perder no round 3 mas se o brasileiro continuar a avançar a disputa nem haverá necessidade de desempate. Além de Dora há ainda 6 competidores ainda com hipóteses matemáticas de superarem <strong>Frederico Morais</strong> na sua virtual 22ª posição no ranking. Fica a conhecer o requisito de cada um:<br />
– Joan Duru – <strong>9º lugar</strong><br />
– Matt Wilkinson e Connor O’Leary* – <strong>5º lugar</strong><br />
–  Joel Parkinson –<strong> 3º lugar</strong><br />
– Jesse Mendes e Michael February –<strong> 1º lugar</strong></p>
<p>Heats do round 3 com implicações nesta disputa:<br />
<strong>Heat 2: <span class="athlete-name">Michael February</span> </strong>VS Jordy Smith<br />
<strong>Heat 3:</strong> <span class="athlete-name">Conner Coffin</span> VS <strong>Matt Wilkinson</strong><br />
<strong>Heat 4: </strong><span class="athlete-name">Michel Bourez VS <strong>Connor O&#8217;Leary</strong></span><br />
<strong>Heat 9: </strong>Kanoa Igarashi VS <strong>Joel Parkinson</strong><br />
<strong>Heat 10: </strong><span class="athlete-name">Wade Carmichael</span> VS <strong>Jesse Mendes</strong><br />
<strong>Heat 12:</strong> <span class="athlete-name">Michael Rodrigues</span> VS <strong>Joan Duru</strong></p>
<p>Acompanha a evolução desta prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mct/2856/billabong-pipe-masters?home=1" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A situação de Frederico Morais no Championship Tour em análise</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-situacao-de-frederico-morais-no-championship-tour-em-analise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 07:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Billabong Pipe Masters]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[11 surfistas de olho na posição do português...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já falta pouco para o início do Billabong Pipe Masters, última etapa do Championship Tour da WSL de 2018.</p>
<p>Antes do tour arrancar para a perigosa bancada de Pipeline e Backdoor ainda há outro “assunto” por terminar, o Vans World Cup of Surfing, última etapa do circuito QS. <strong>Vasco Ribeiro</strong> é o único surfista português em prova e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-novo-requisito-de-vasco-ribeiro-para-entrar-no-championship-tour-de-2019/" target="_blank" rel="noopener">uma vaga no Championship Tour ainda está ao seu alcance</a>. Caso seja bem sucedido, Ribeiro junta-se a outro surfista luso, <strong>Frederico Morais</strong>, mas o actual 21º do ranking ainda não tem a sua vaga garantida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Morais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-fala-sobre-a-sua-lesao/" target="_blank" rel="noopener">lesionou-se recentemente </a>e está a trabalhar para recuperar a tempo de competir on Pipe Masters de modo a segurar a sua posição no tour. O pior dos cenários é Kikas não competir ou <strong>terminar em 25º</strong>, não melhorando a sua posição do ranking. Para esse cenário os seus adversários superam-no com os seguintes resultados:<br />
&#8211; Yago Dora* – <strong>13º lugar</strong><br />
&#8211; Joan Duru – <strong>9º lugar</strong><br />
&#8211; Matt Wilkinson, Tomas Hermes e Connor O’Leary* – <strong>5º lugar</strong><br />
&#8211; Patrick Gudauskas e Joel Parkinson –<strong> 3º lugar</strong><br />
&#8211; Jesse Mendes, Ian Gouveia, Michael February e John John Florence –<strong> 1º lugar</strong><br />
*Com 13º e 5º lugares Yago e Connor empatam com o português e se esse empate for na 22ª posição Frederico perde a vaga via ranking QS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se Frederico Morais passar uma bateria e <strong>terminar em 13º lugar</strong> obriga os seus adversários a fazerem os seguintes resultados:<br />
&#8211; Yago Dora – <strong>9º lugar</strong><br />
&#8211; Joan Duru – <strong>5º lugar</strong><br />
&#8211; Matt Wilkinson, Tomas Hermes e Connor O’Leary – <strong>3º lugar</strong><br />
&#8211; Patrick Gudauskas e Joel Parkinson –<strong> 2º lugar</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se Frederico Morais passar duas baterias e <strong>terminar em 9º lugar</strong> obriga os seus adversários a fazerem os seguintes resultados:<br />
&#8211; Yago Dora – <strong>3º lugar</strong><br />
&#8211; Joan Duru, Matt Wilkinson e Tomas Hermes – <strong>2º lugar</strong><br />
&#8211; Connor O’Leary, Patrick Gudauskas e Joel Parkinson – <strong>1º lugar</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se Frederico Morais passar três baterias e <strong>terminar em 5º lugar</strong> obriga os seus adversários a fazerem os seguintes resultados:<br />
&#8211; Yago Dora – <strong>3º lugar</strong><br />
&#8211; Joan Duru – <strong>2º lugar</strong><br />
&#8211; Matt Wilkinson, Tomas Hermes, Connor O’Leary, Patrick Gudauskas e Joel Parkinson – <strong>1º lugar</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se Frederico Morais <strong>terminar em 3º lugar ou melhor</strong> a sua vaga deverá estar garantia independentemente dos resultados de quem está abaixo de si no ranking. Contas feitas, Frederico com um 9º lugar deverá estar bastante seguro já que começa a superar os competidores que estão acima de si no ranking neste momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Billabong Pipe Masters realiza-se entre 8 e 20 de Dezembro, em Pipeline, Oahu, Havai. Acompanha toda a acção em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mct/2856/billabong-pipe-masters?home=1">AQUI</a>!</p>
<p><strong>Heats do round 1</strong><br />
<strong>Heat 1: </strong><strong>Jordy Smith</strong><strong>, Frederico Morais, </strong><strong>Kelly Slater</strong><br />
<strong>Heat 2: </strong>Owen Wright, Yago Dora, Miguel Pupo<br />
<strong>Heat 3:</strong> Italo Ferreira, Joan Duru, Keanu Asing<br />
<strong>Heat 4: </strong>Filipe Toledo, Matt Wilkinson, Caio Ibelli<br />
<strong>Heat 5:</strong> Julian Wilson, Tomas Hermes, Wildcard<br />
<strong>Heat 6:</strong> Gabriel Medina, Connor O’Leary, Wildcard<br />
<strong>Heat 7:</strong> Wade Carmichael, Griffin Colapinto, John John Florence<br />
<strong>Heat 8:</strong> Kanoa Igarashi, Sebastian Zietz, Michael February<br />
<strong>Heat 9:</strong> Michel Bourez, Ezekiel Lau, Ian Gouveia<br />
<strong>Heat 10:</strong> Conner Coffin, Jeremy Flores, Jesse Mendes<br />
<strong>Heat 11:</strong> Kolohe Andino, Adrian Buchan, Joel Parkinson<br />
<strong>Heat 12: </strong>Willian Cardoso, Michael Rodrigues, Patrick Gudauskas</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O novo requisito de Vasco Ribeiro para entrar no CT de 2019</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-novo-requisito-de-vasco-ribeiro-para-entrar-no-championship-tour-de-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 06:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
		<category><![CDATA[Vans World Cup]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Desafio no Havai...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam 15 heats terminar a temporada de 2018 no circuito Qualifying Series da WSL e um surfista português mantêm-se em contenção para uma vaga no Championship Tour de 2019.</p>
<p>Vasco Ribeiro já passou três baterias no Vans World Cup of Surfing, prova QS 10.000 realizada em Sunset Beach, Havai, mas ainda precisa de passar pelo menos mais duas se quiser concretizar o seu objectivo já este ano. No início da prova o surfista de São João do Estoril já precisava de marcar presença nas meias finais para entrar no &#8220;cut&#8221;, mas esse requisito já aumentou.</p>
<p>Sunset é uma onda difícil de surfar e ao longo dos anos tem destruído os sonhos e carreiras de muitos surfistas. Que o digam <strong>Jorgann Couzinet</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong>, dois competidores que estavam dentro do &#8220;<em>cut</em>&#8221; no início da prova mas perderam cedo e já foram superados. O primeiro dos dois, Couzinet, tem razão para estar devastado pois é o segundo ano consecutivo que a sua vaga lhe escapa &#8220;entre os dedos&#8221; no Havai.</p>
<p>Já confirmados, sem margem de dúvidas, estão os seguintes surfistas: <strong>Seth Moniz</strong>, <strong>Ryan Callinan</strong>, <strong>Deivid Silva </strong>e <strong>Peterson Crisanto</strong>. Praticamente certos no CT de 2019 estão também <strong>Ricardo Christie</strong> e <strong>Leonardo Fioravanti</strong> já que ainda estão em prova e levam uma certa vantagem sobre os que os seguem. Depois temos  <strong>Jadson &#8220;Jaddy&#8221; André</strong>, que sobreviveu ao round 3 com uma onda nos últimos segundos e convém que ainda passe mais algum heat para ficar descansado mas, mesmo que não o faça, poderá conseguir a qualificação à mesma.</p>
<p>No limite da qualificação, ainda do &#8220;lado de dentro&#8221;, estão mais três surfistas, <strong>Jesse Mendes</strong>, <strong>Ethan Ewing</strong> e <strong>Soli Bailey</strong>, que ocupam a 8ª, 9ª e 10ª posições vagas neste momento. Entre eles é Ethan quem está mais &#8220;exposto&#8221; pois já foi eliminado e não poderá defender a sua posição enquanto que Jesse e Soli ainda estão em prova. São esses três competidores que estão mais ao alcance de cerca de 15 surfistas ainda em prova e com hipóteses matemáticas de entrar no &#8220;<em>cut</em>&#8220;.</p>
<p>Numa primeira linha de ataque a essas vagas estão dos ex-tops do CT,<strong> Jack Freestone</strong> e <strong>Miguel Pupo</strong> que estão praticamente um round atrás do trio acima referido em termos de pontos. Segue-se Vasco Ribeiro e <strong>Mathew McGilivray</strong> que precisam de chegar à final. No caso de Ribeiro o ideal seria mesmo um 3º lugar ou melhor enquanto que outros, de <strong>Weslley Dantas</strong> a <strong>Beyrick De Vries</strong>, vão tendo requisitos entre o 3º e 1º lugares para entrarem no tour.</p>
<p>É, sem qualquer dúvida, um requisito alto para Vasco, mas este talentoso surfista português tem todo o potencial de o fazer. O Havai é a arena competitiva mais difícil do surf profissional mas já outros portugueses aí tiveram sucesso no passado. <strong>Tiago Pires</strong> foi o primeiro a quebrar essa barreira, no ano 2000, quando foi vice-campeão mas mesmíssima prova. &#8220;Saca&#8221; recebeu o prémio de <em>rookie</em> do ano, um prestigioso título que <strong>Frederico Morais</strong> também conquistou 13 anos mais tarde, depois de conquistar um lugar na final também em Sunset, terminando em 4º lugar. Em 2016 Frederico fez mais duas finais, em Haleiwa e Sunset, terminando ambas em segundo lugar e conseguindo a qualificação.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> é, como os comentadores da WSL não se cansam de constatar, &#8220;feito do mesmo molde&#8221; que Tiago e Frederico e conta com uma &#8220;base&#8221; fortíssima, principalmente em <em>point breaks</em> de direita, o que confirma as suas fortes hipóteses de conseguir concretizar o incrível feito, que lhe daria a qualificação para o Championship Tour do próximo ano.</p>
<p>O próximo desafio será o heat 5 do round 4, em que terá como adversários três brasileiros, Ítalo Ferreira, Peterson Crisanto e Miguel Pupo. O Vans World Cup of Surfing está em s<em>tand by</em> até, pelo menos, 3º feira à noite (hora portuguesa). Acompanha tudo em directo <span class="athlete-name"><a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mqs/2854/vans-world-cup/results" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</span></p>
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		<title>Penúltima etapa do QS aumenta o “cut” para a entrada no CT&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/penultima-etapa-do-qs-aumenta-o-cut-para-a-entrada-no-ct/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 07:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Vasco Ribeiro e Frederico Morais ainda na disputa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num ano com poucas etapas de pontuações altas no circuito QS, as provas da Triple Crown of Surfing obrigatoriamente teriam grande influência no ranking final e nas qualificações para o Championship Tour de 2019.</p>
<p>Antes desta prova já havia dois nomes virtualmente garantidos no tour do próximo ano, <strong>Ryan Callinan</strong> e <strong>Seth Moniz </strong>e a eles juntaram-se mais <strong>Deivid Silva</strong> e <strong>Peterson Crisanto</strong>, enquanto que <strong>Ricardo Christie</strong> e <strong>Leonardo Fioravanti</strong> provavelmente também estão com a qualificação garantida ou muito perto disso.</p>
<p>Ainda dentro do “<em>cut</em>” neste momento estão mais 4 nomes, <strong>Jadson André</strong>, <strong>Ethan Ewing</strong>, <strong>Jorgann Couzinet</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong> mas nenhum deles está seguro no circuito do próximo ano. Isso significa que a qualificação está nos 12.960 pontos, o que empurrou o surfista que anteriormente estava no limite da qualificação, <strong>Even Geiselman</strong>, seis lugares para baixo. Perto do limite, mas do lado de fora, estão <strong>Jesse Mendes</strong>, <strong>Patrick Gudauskas</strong>, <strong>Alejo Muniz</strong>, <strong>Soli Bailey</strong>, <strong>Mikey Wright</strong> (que já está qualificado pelo CT), Even Geiselman e <strong>Jake Marshall</strong>, todos eles a menos de 1.000 pontos de Herdy.</p>
<p>No entanto qualquer surfista do top100 está ainda na disputa por uma vaga na elite do surf mundial, dependendo dos seus resultados na próxima prova, o Vans World Cup em Sunset, também uma etapa de 10.000 pontos do ranking QS.</p>
<p>Os dois portugueses com vaga na próxima etapa são <strong>Vasco Ribeiro</strong> e <strong>Frederico Morais</strong>, ocupam a 32º e 48º posições no circuito de qualificação. Vasco encontra-se com 9.175 pontos, 3.785 pontos abaixo do último de Mateus Herdy. Para superar a pontuação do <em>grom</em> brasileiro, Ribeiro terá de chegar às meias finais em Sunset, mas mesmo um 7º lugar nessa etapa poderá não ser suficiente. Segundo Al Hunt, o &#8220;mago da qualificação&#8221; do tour, o &#8220;<em>cut</em>&#8221; poderá ser nos 17.000 pontos, o que já obriga o ex-campeão mundial júnior a fazer um segundo lugar na próxima etapa. Por sua vez Frederico conta com 7.460 pontos, o que o obriga a fazer uma final alcançar Herdy e mesmo uma vitória na etapa não chega para alcançar os 17.000 pontos.</p>
<p>Acompanha o desfecho desta disputa entre 25 de Novembro e 6 de Dezembro.</p>
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		<title>Teresa Bonvalot é a única representante portuguesa no Port Stephens Toyota Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/teresa-bonvalot-e-a-unica-representante-portuguesa-no-port-stephens-toyota-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 13:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Port Stephens Toyota Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Birubi Beach, Port Stephens, New South Wales, Austrália]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam menos de três dias para o início da última etapa do circuito QS feminino de 2018, o Port Stephens Toyota Pro. Ao contrário de quase todas as etapas com pontuações altas este ano, esta prova de 6.000 pontos atraiu apenas uma surfista portuguesa, Teresa Bonvalot.</p>
<p>Para a surfista de Cascais muito está em jogo neste campeonato pois é a prova que a poderá colocar no Championship Tour de 2019. Foi aqui, em NSW, Austrália, que Teresa conseguiu o seu melhor resultado de 2017, um 5º lugar, mas na época passada nem uma vitória a teria colocado na elite do surf mundial. Em 2018 Bonvalot conseguiu vários resultados sólidos ao longo do ano, chegando a ocupar uma posição no top10 mas o seu requisito é bastante alto se quiser concretizar esse objectivo já para a próxima temporada.</p>
<p>O circuito feminino requalifica as 10 primeiras surfistas do Championship Tour e as 6 primeiras do QS. O facto de haver 4 surfistas  (<strong>Caroline Marks</strong>, <strong>Coco Ho</strong>, <strong>Nikki Van Dijk </strong>e<strong> Tatiana Weston-Webb)</strong> que neste momento são <em>double qualifyers</em>, ou seja, surfistas que estão dentro da bolha de qualificação em ambos os circuitos, faz com que não usem os pontos do QS o que coloca a linha de qualificação na 10º classificada, <strong>Brisa Hennessy</strong>. Os seus 11.400 pontos seriam o número que todas as competidoras que procuram a qualificação teriam para almejar, mas é quase certo que a fasquia aumente na última etapa, podendo passar para os 12.500 ou 13.000 pontos. Contas feitas, menos de um 3º lugar não chega para a portuguesa passar a 10º classificada com os pontos como estão agora, sendo que uma final a deixaria com com 12.610 pontos, algo que parece ser mais realista tendo em conta que é expectável que várias competidoras melhorem os seus resultados.</p>
<p>E ainda há outras variantes nesta equação, que podem aumentar ou diminuir este requisito. Isto porque a última etapa do Championship Tour, o Beachwaver Maui Pro, poderá alterar o número de<em> double qualifiers</em>. Nikki Van Dijk, por exemplo, está em 10º lugar no ranking do CT e se for superada pela 11º classificada, <strong>Tyler Wright</strong>, que faltou às últimas 4 etapas do circuito mas poderá competir em Maui, a australiana terá de usar os seus pontos do circuito QS e automaticamente aumenta o requisito para as competidoras que estão fora do &#8220;cut&#8221;.</p>
<p>Apesar da fasquia estar alta, <strong>Teresa Bonvalot</strong> já mostrou ter surf de sobra de conseguir fazer um resultado excelente nesta prova e entrar para a história como a primeira portuguesa no Women&#8217;s Championship Tour. A sua primeira bateria será a segunda do round 3 contra <span class="athlete-name">Leilani McGonagle</span> e mais duas competidoras que surgem dos rounds anteriores.</p>
<p>Acompanha a evolução desta prova em directo<a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/wqs/2839/port-stephens-toyota-pro?home=1" target="_blank" rel="noopener"> AQUI </a>a partir de dia 8 de Novembro!</p>
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		<title>Provas recentes do circuito QS &#8220;abalam&#8221; o ranking</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/provas-recentes-do-circuito-qs-abalam-o-ranking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 13:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=48031</guid>

					<description><![CDATA[Portugueses descem no ranking...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As provas QS 3.000 são subestimadas por muitos competidores, o que permite que outros aproveitem as pontuações para subir no ranking. Foi o caso de uma mão cheia de competidores, como<strong> Kiron Jabour</strong> e <strong>Yago Dora</strong>, que venceram as provas de Sunset e Maresias e juntaram valiosos pontos aos seus cinco melhores resultados. Mas não foram os únicos, Jesse Mendes, Miguel Pupo e Alex Ribeiro também fortaleceram as suas posições, enquanto que os portugueses desceram.</p>
<p>Já virtualmente qualificados para o tour estão dois surfistas novos, <strong>Seth Moniz</strong> e<strong> Peterson Crisanto</strong>, e um regressado, <strong>Ryan Callinan</strong>, mas praticamente todos os outros competidores com acesso às provas de Haleiwa e Sunset, ambas QS&#8217;s de 10.000 pontos, podem conseguir a qualificação.</p>
<p>Garantidos nessas provas estão <strong>Frederico Morais</strong> (45º no ranking QS e 21º do CT) e <strong>Vasco Ribeiro</strong> (24º no ranking QS), enquanto que <strong>Miguel Blanco</strong> (104º no ranking QS) encontra-se na a subir na lista de <em>alternates </em>e está neste momento em 5º lugar, o que lhe poderá também permitirá entrar na disputa por uma vaga no Championship Tour de 2019.</p>
<p>Neste momento, se o circuito acabasse hoje, estariam classificados para o CT de 2019 os competidores até ao 13º lugar do ranking QS, uma posição actualmente ocupada por <strong>Evan Geiselman</strong> já que três surfistas mais bem classificados, Kanoa Igarasgi, Griffin Colapinto e Mikey Wright são, para já, <em>double qualifiers</em>. Evan está no limite do “<em>cut</em>” neste momento, com 12.210 pontos mas, segundo as contas do “mago” da WSL, <strong>Al Hunt</strong>, a fasquia deverá chegar aos 17.000 pontos. .</p>
<p>O português que está mais perto de conseguir chegar a essa pontuação é Vasco Ribeiro, mas teria de conseguir mais 3.035 pontos para superar Geiselman. E se Al estiver correcto, e normalmente está, será algo como 7.825 pontos que precisa de fazer nas próximas etapas, tendo já em conta as pontuações que tem para descartar. No entanto Frederico Morais provou em 2016 que essa realidade é possível, é uma questão de concentração e sangue frio nas próximas provas.</p>
<p>Já Frederico Morais, caso precise de pontos do QS para se manter no tour, também irá necessitar de uma campanha havaiana avassaladora, como foi o caso da sua <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/whats-up-frederico-episodio-02-1527/" target="_blank" rel="noopener">prestação em 2016</a>. Por sua vez Miguel Blanco, que só tem resultados bastante baixos no seu top5, precisa de fazer finais em ambas as provas, caso tenha acesso, e mesmo isso poderá ser insuficiente. Já se viu antes &#8220;pequenos milagres&#8221;, como o de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wct-2015-dusty-payne-back-on-tour/" target="_blank" rel="noopener">Dusty Payne em 2014</a>, que fez 1º e 2º nas provas finais e conseguiu a vaga, mas terá de ser uma temporada extremamente inspirada!</p>
<p>O Hawaiian Pro começa a 12 de Novembro, acompanha tudo em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mqs/2845/hawaiian-pro" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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