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	<title>Tatiana Weston-Webb &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Tatiana, Jesse, Bruninho (&#038; friends) em condições épicas nas Mentawai</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/tatiana-weston-webb-jesse-mendes-bruno-santos-friends-em-condicoes-epicas-nas-mentawai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 22:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perfection...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tatiana Weston-Webb retirou-se do Championship Tour durante este ano, mas não desapareceu dos olhos do publico. De facto a surfista que representa o Brasil tem investido muito no seu conteúdo, tendo entretanto lançado vídeos de excelente qualidade produzidos em Bali e Mentawai. Esta sua mais recente produção é diferente, um par de Raw Sessions com o seu marido, Jesse, o mítico tube rider Bruno Santos, entre outros surfistas brasileiros, como o seu cunhado, Victor, que chegou a competir no circuito QS e muitos outros em condições incríveis numa esquerda da Mentawai&#8230;</p>



<p></p>



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<p></p>



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		<title>Portugal termina em 10º lugar no ISA World Surfing Games</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/portugal-termina-em-10o-lugar-no-isa-world-surfing-games/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 22:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Cleland]]></category>
		<category><![CDATA[ISA World Surfing Games]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Weston-Webb]]></category>
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					<description><![CDATA[Peru em 1º lugar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Surf City El Salvador ISA World Surfing Games chegou ao fim com um resultado desapontante para o surf português apesar da selecção nacional ter tido bons momentos.</p>



<p>Frederico Morais e <strong>Francisca Veselko</strong> foram quem mais avançou, chegando ao penúltimo dia na disputa pelas vagas olímpicas. Francisca foi quem ficou mais perto de marcar presença no jogos de 2024, ao ter avançado até ao 5 do main event, perdendo por muito pouco para Sophie McCulloch, num heat vencido por <strong>Johanne Defay</strong>. A essa altura já só havia mais duas candidatas à vaga Europeia, as francesas <strong>Vahine Fierro </strong>e Pauline Ado. Infelizmente elas continuaram a avançar e Kika acabou por perder no round 8 da repescagem enquanto que Fierro chegou à final e garantiu a vaga mesmo terminando em 4º lugar. A final foi vencida por <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, seguida de Erin Brooks e Johanne Defay. </p>



<p>Já na prova masculina foi <strong>Frederico Morais </strong>passou vários heats bastante intensos, acabando a sua participação no round 9 da repescagem. O grande vencedor da categoria masculina foi, surpreendentemente, o mexicano<strong> Alan Cleland</strong>, seguido dos peruanos Lucca Mesinas em 2º, Miguel Tudela em 3º e Kanoa Igarashi em 4º.</p>



<p>Também surpresa foi o facto do Peru ter vencido a prova, seguido de muito perto pela França, Brasil e Japão, que terminaram em 2º, 3º e 4º respectivamente. </p>



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		<item>
		<title>Griffin Colapinto e Tatiana Weston-Webb vencem o MEO Pro Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/griffin-colapinto-e-tatiana-weston-webb-vencem-o-meo-pro-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 10:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Griffin Colapinto]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Pro Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Weston-Webb]]></category>
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					<description><![CDATA[Filipe Toledo e Lakey Peterson são vice-campeões...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de um dos <em>calls</em> mais madrugadores da história do MEO Pro Portugal presented by Rip Curl, o primeiro heat entrou na água pelas 7 da manhã em ondas de meio metro bem “glassy” em Supertubos.</p>



<p>A sequência de prova lembrava a estreia do Championship Tour em Peniche, em 2009, ano em que a prova andou até às meias finais em Supertubos pesados, deixando, por falta de tempo, os heats finais para o dia seguinte, algo que se repetiu em 2022.</p>



<p>Esperava-se uma repetição da final feminina da etapa portuguesa de 2010,<strong> Carissa Moore </strong>VS <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Desde esse confronto Carissa já conquistou 5 títulos mundiais, e Steph juntou mais 4 aos três que já tinha, o que fazia destas surfistas as claras favoritas. No entanto, as suas adversárias tinham outros planos e num confronto apertado <strong>Lakey Peterson</strong> eliminou Steph e Tatiana Weston-Webb bateu Moore, ambas por menos de um ponto de diferença,</p>



<p>Muita história havia também entre os competidores da primeira meia final masculina, uma repetição da final de 2015, a primeira para <strong>Ítalo Ferreira </strong>mas que foi vencida por Filipe Toledo. Desde aí Ferreira já venceu a prova portuguesa duas vezes e, claro, um título mundial, enquanto que Toledo já ficou várias vezes a duas baterias ou pouco mais de vencer o seu primeiro título mundial. O confronto prometia e foi Ítalo quem começou melhor, com um aéreo <em>reverse </em>de <em>backside</em> impressionante, com direito a prancha vincada e uma nota de 8.83 pontos. Seria de pensar que, com tanto tempo pela frente uma prancha “fresca” nos pés, Ferreira iria acertar mais um grande voo e dominar o heat mas não conseguiu acertar outro aéreo. Toledo respondeu na mesma moeda, com vários aéreos altos, para passar para a frente e, eventualmente, garantir a sua presença na final.</p>



<p>A segunda meia final foi mais “<em>mellow</em>”, mas o grande favorito era claramente o bicampeão mundial <strong>John John Florence</strong>, que conquistou nesta praia em 2016 o seu primeiro título mundial e a vitória na etapa. Griffin Colapinto nunca tinha passado das meias finais no Championship Tour e, neste confronto, estava um pouco mais solto que o havaiano, vencendo o heat mesmo não mostrando o seu melhor surf.</p>



<p>A final feminina foi um clássico confronto goofy VS regular, Brasil VS EUA. <strong>Lakey Peterson</strong> liderava as “stats” em heats man-on-man, 6 vitórias contra 3 de contra Tatiana Weston-Webb. Para a californiana estava também em disputa a lycra amarela, que seria sua se vencesse esta final. Foi um heat muito disputado, com a liderança a alternar algumas vezes até que Tatiana, a precisar e 6.94, encaixou duas manobras fortes numa esquerdas, a segunda um snap a soltar as quilhas, para receber 8 pontos e deixar Peterson a precisar de uma nota de 8.16 pontos. Lakey não baixou os braços mas simplesmente não conseguiu virar o resultado a seu favor, mesmo tendo enchido uma esquerda de manobras perto do fim. Com o resultado <strong>Tatiana Weston-Webb </strong>sobe 10 posições no ranking, passando de 14º para 4º.</p>



<p>Depois desta vitória brasileira, Filipe Toledo parecia inspirada para fazer o mesmo, mas tinha pela frente um duro adversário em Griffin Colapinto, que procurava aqui a sua estreia nas vitórias. Griffin é um dos grandes nomes do surf norte americano da actualidade, e tem regularmente companhia de <strong>Filipe Toledo</strong> no line up quando está em casa, já que Toledo emigrou para San Clemente com a família há alguns anos. Com a maré já a fugir esperava-se um airshow entre estes que são dois dos surfistas mais progressivos do tour mas, mesmo com alguns aéreos pelo meio, as principais notas foram disputadas na parede. A 10 minutos do fim, Griffin precisar de 7.5 pontos para passar para a frente quando apanhou a sua melhor onda até aí, uma esquerda que abriu bem e lhe permitiu algumas manobras fortes, recebendo 7.67 pontos para agarrar a liderança. Ambos ainda pontuaram mas no fim Toledo acabou a precisar de uma nota de 6.82, um requisito que não conseguiu preencher, o que deixou a vitória com <strong>Griffin Colapinto</strong>.</p>
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		<title>Polémica no ISA WSG de El Salvador</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 14:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Carissa Moore]]></category>
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		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Tops do CT em "debandada"...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terceiro dia do Surf City El Salvador ISA World Surfing Games já está na água e, mais uma vez, as ondas apresentam muita qualidade em ambos os spots do evento.</p>
<p>O nível de surf apresentado pela maioria dos competidores tem sido altíssimo, com momentos dignos do Championship Tour da WSL. Mas, tirando isso, não tem sido um evento desprovido de problemas. Segundo o website da Stab alguns competidores testaram positivo para Covid-19 e foram colocados em quarentena. Ao contrário do que se passou com a WSL na Austrália, a ISA não tem capacidade de criar uma “bolha” com os seus competidores e era previsível que alguns ficassem fora do evento. Felizmente trata-se de uma minoria.</p>
<p>Mas o que realmente tem dado que falar é algo inteiramente diferente. É bem sabido que muitos tops do CT que já estavam qualificados para os Jogos Olímpicos preferiam ir para casa descansar depois da longa perna australiana mas, para manterem as suas vagas, foram obrigados a marcar presença neste evento, além de o terem feito na prova do Japão em 2019. E presença marcaram, mas não ficaram até ao fim! <strong>Gabriel Medina</strong>, <strong>Carissa Moore</strong>, <strong>Caroline Marks</strong> e <strong>Tatiana Weston-Webb</strong> dominaram os seus heats do round 1 e simplesmente faltaram aos do round 2.</p>
<p>As suas redes sociais, normalmente super activas com stories, estão silenciosas mas, após melhor investigação, é visível que alguns deles já estão nos seus respectivos países, e não fazem tenções de disputar as fases de repescagem. Esta “posição de força” deixa a ISA sem grande margem de manobra para tentar punir os surfistas que estavam obrigados a participar e prestigiar este evento, uma norma que teve o efeito oposto ao que se esperava.</p>
<p>Mas nem todos os qualificados aderiram a esta “debandada”. De facto a maior parte ficou, como se confirma com a presença de <strong>Julian Wilson</strong>,<strong> Owen Wright</strong>, <strong>Sally Fitzgibbons</strong>, <strong>Stephanie Gilmore</strong>, <strong>Kanoa Igarashi</strong>, <strong>Jeremy Flores</strong>, <strong>Michael Bourez</strong>, <strong>Frederico Morais</strong> e <strong>Leonardo Fioravanti</strong>.</p>
<p>E algo nos diz que ainda haverá mais capítulos nesta saga dramática em El Salvador. Mais novidades em breve&#8230;</p>
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		<item>
		<title>Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb triunfam em Margaret River</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-e-tatiana-weston-webb-triunfam-em-margaret/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 08:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Boost Mobile Margaret River Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Toledo]]></category>
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					<description><![CDATA[Domínio brasileiro no Oeste da Austrália...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias sem acção, o Boost Mobile Margaret River Pro voltou à água e terminou esta noite (hora portuguesa). Ondas sólidas a rondar os dois metros e meio era o que os competidores tinham pela frente neste que seria o derradeiro dia de prova da quarta etapa do Championship Tour de 2021.</p>
<p>O primeiro heat dos quartos de final não se realizou uma vez que<strong> John John Florence</strong> retirou-se do evento e do resto da perna australiana para recuperar de uma nova lesão ao joelho. Mesmo faltando a pelo menos mais uma etapa, Florence continua na disputa pelo título já que apenas precisar de acabar no top5 para chegar à prova decisiva. Foi Griffin Colapinto quem beneficiou da sua ausência, avançando para a sua segunda meia final consecutiva. De seguida Jordy Smith superou <strong>Ryan Callinan</strong> por muito pouco e na batalha dos <em>groms</em> <span class="athlete-name">Matthew McGillivray bateu <strong>Seth Moniz</strong>. Para terminar a fase realizou-se mais um super confronto 100% brasileiro, <strong>Ítalo Ferreira</strong> VS Filipe Toledo. Pela primeira vez em muito tempo, Ítalo parecia estar a &#8220;lutar&#8221; com as suas pranchas, sendo visível na forma como as suas manobras estavam a sair. Mesmo assim o campeão mundial em título surfou muito e liderou até metade do heat, altura em que Toledo destruiu uma das melhores ondas que apareceram, com um grande <em>carve</em> e duas manobras no <em>lip</em>, o que foi o suficiente para garantir mais uma presença nas meias finais. </span></p>
<p>Nas meias finais <strong>Griffin Colapinto</strong> fez a melhor onda do seu heat contra Jordy Smith, mas o sul africano foi mais consistente e acabou por negar a primeira final do californiano. <strong><span class="athlete-name">Matthew McGillivray</span> </strong>deu tudo o que tinha contra Filipe Toledo na segunda semi-final, mas o brasileiro surfou num nível acima e garantiu a sua primeira presença numa final desde Junho de 2019.</p>
<p>A prova feminina teve várias &#8220;batalhas&#8221; interessantes. A primeira meia final foi um heat 100% <em>goofies</em>, entre Tatiana Weston-Webb e <strong>Bronte Macauley</strong>. Bronte igualou o seu melhor resultado ao chegar a esta fase, mas desta vez a brasileira foi superior, garantido presença na sua segunda final consecutiva. O outro confronto das meias finais juntava duas surfistas com vários títulos mundiais, a líder do ranking<strong> Carissa Moore</strong> contra <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Carissa era a favorita mas Steph surfou muito e acabou por vencer o heat. A primeira e única vitória de <strong>Tatiana Weston-Webb</strong> no Championship Tour foi em 2016 e agora, quase 5 anos mais tarde, a brasileira abusava do <em>power</em> surf de <em>backside</em> para superar Gilmore e vencer novamente, colocando-se na disputa pelo título mundial.</p>
<p><strong>Jordy Smith</strong> começou bem a final masculina mas quando <strong>Filipe Toledo</strong> entrou no ritmo tornou-se imparável. Toledo foi crescendo ao longo do heat, abusando dos seus <em>carves</em> de <em>frontside</em> para vencer com larga vantagem, cimentando a sua posição no top5 do tour.</p>
<p>O circuite segue agora para Rottnest Island, onde se realiza o River Rip Curl Rottnest Search presented by Corona, uma prova que terá início no dia 16 de Maio.</p>
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		<title>Tati, Jesse &#038; Tomás na Wave Pool de Kelly Slater &#124;&#124; 8:10</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/tati-jesse-tomas-na-wave-pool-de-kelly-slater-810/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2018 18:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Slater Wave Company]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Weston-Webb]]></category>
		<category><![CDATA[Tomas Hermes]]></category>
		<category><![CDATA[Wave Pool]]></category>
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					<description><![CDATA[Trio brasileiro na piscina do "Tio" Kelly...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos poucos Kelly Slater vai levando à sua piscina todos os surfistas do CT. O nosso Frederico Morais ainda não teve essa sorte, mas está para breve mas quem teve foi o <em>power couple</em> Tatiana Weston-Webb e Jesse Mendes e ainda Tomás Hermes. O trio aproveitou bem a estadia com altos tubos e no fim até o <em>camera man</em> de serviço teve a sua oportunidade de brilhar&#8230;</p>
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		<item>
		<title>Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb vencem US Open</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-e-tatiana-weston-webb-vencem-us-open/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 09:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Toledo]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Weston-Webb]]></category>
		<category><![CDATA[US Open of Surfing]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi em 2011 que Filipe Toledo venceu pela primeira vez um evento do US Open em Huntington Beach. Na altura o jovem brasileiro era virtualmente desconhecido fora do seu país e chegou à final da etapa Pro Junior como “underdog” contra 3 surfistas muito mais “badalados” na altura e que hoje também fazem parte do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em 2011 que Filipe Toledo venceu pela primeira vez um evento do US Open em Huntington Beach.<span id="more-32690"></span></p>
<p>Na altura o jovem brasileiro era virtualmente desconhecido fora do seu país e chegou à final da etapa Pro Junior como “underdog” contra 3 surfistas muito mais “badalados” na altura e que hoje também fazem parte do Championship Tour, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/us-open-jr-pro-2011-um-ponto-de-viragem-para-filipe-toledo/">John John Florence, Kolohe Andino e Conner Coffin</a>. Toledo “limpou” a final contra todas as expectativas e começou um historial naquele “landmark” do surf norte-americano que continua a crescer.</p>
<p>Em 2016 Filipe já surgiu como claro favorito à vitória e como não poderia deixar de ser, foi novamente o vencedor. Os quartos de final man-on-man, realizados no último dia e com ondas, novamente, de pouca qualidade, tinham alguns dos nomes mais impressionantes do momento. Filipe tinha do seu lado da grelha surfistas como Michel Bourez e Kanoa Igarashi e do outro lado vinha a grande sensação do momento, Ethan Ewing, Adriano de Souza e outros.</p>
<p>Já era expectável que Filipe fosse superior a Bourez nestas condições e apesar do tahitiano ter respondido bem, a vitória nos quartos de final foi brasileira. De seguida Toledo apanhou um dos poucos surfistas que parecia ser uma real ameaça, o <em>local boy</em> Kanoa Igarashi. Esperava-se uma grande competitividade tanto na água como na areia, locals VS Brasil, para ver quem teria capacidade de fazer mais &#8220;festa&#8221;. E o Brasil ganhou novamente ambas as batalhas, provavelmente ajudado pelo facto de Kanoa ter esperado muito para fazer uma primeira onda boa, passando grande parte do tempo em combinação. No fim Igarashi saiu da “combi” e mostrou potencial de atacar a liderança, mas seria pouco e tarde.</p>
<p>Entretanto Ewing e de Souza encontravam-se na outra meia final e foi o australiano que, apesar de não ter feito nada de “espectacular”, venceu com um ataque “cirúrgico” e super competitivo, pontuando o suficiente para saltar para o segundo posto do ranking de qualificação.</p>
<p>A final foi toda Toledo/Brasil, com muitos snaps layback abusados na água e muita festa fora, dando assim ao fenómeno de Ubatuba a sua terceira vitória ali (1 Pro Junior, 2 QSs).</p>
<p>Mas o QS 10.000 não foi a única categoria do Vans US Open of Surfing. Na etapa do Women’s Championship Tour a final foi 100% Kauai, com duas surfistas que nunca tinham vencido na elite, Malia Manuel e Tatiana Weston-Webb. Antes da final houve espaço para a liderança mudar de mãos novamente já que Courtney Conlogue foi parada nos quartos de final e Tyler Wright, a nova líder do tour, avançou até às meias.</p>
<p>Na final Tatiana mostrou-se superior desde o início mas Manuel, que venceu esta etapa aos 14 anos quando era uma etapa do QS, quase “roubou” a vitória na sua última. Felizmente, para Weston-Webb, não seria suficiente e assim garantiu a sua primeira vitória.</p>
<p>Entretanto o júnior europeu, Luis Diaz, fez história quando venceu a etapa Pro Junior, conseguindo a primeira vitória nesse evento para o velho continente e Caroline Marks venceu a categoria feminina.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tatiana Weston-Webb Wins Vans US Open" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/f91lerkXre4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tatiana Weston-Webb &#124; A Year to Remember &#124;&#124; 2:34</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/tatiana-weston-webb-a-year-to-remember-234/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 08:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tatiana Weston-Webb teve um ano de sonho. Esta havaiana do Kauai ganhou o prémio rookie do ano da WSL e este vídeo é um tributo ao seu ano de estreia na elite. https://vimeo.com/159860981]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tatiana Weston-Webb teve um ano de sonho.<span id="more-30624"></span> Esta havaiana do Kauai ganhou o prémio rookie do ano da WSL e este vídeo é um tributo ao seu ano de estreia na elite.</p>
<p>https://vimeo.com/159860981</p>
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