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	<title>Rip Curl Pro Search &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os melhores resultados dos portugueses no Championship Tour</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 06:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editor Picks]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[As vitórias de Frederico Morais no Championship Tour]]></category>
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					<description><![CDATA[Yo, Kikas, Vasco, Saca &#038; Ruben...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O historial de bons resultados por surfistas portugueses no Championship Tour é relativamente recente mas, ano após ano, vai aumentando. Fica com um apanhado dos melhores resultados da história do surf português no mais importante circuito de surf do planeta&#8230;</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Rip Curl Narrabeen Classic &#8211; 2021<br />
</strong>A caminho da primeira presença lusa de um português no top10 no ranking final, Frederico começou por bater John John Florence e Alex Ribeiro no round 1, Michel Bourez no round 3 e depois Filipe Toledo e Ethan Ewing, sendo apenas eliminado por um inspirado Gabriel Medina, que acabou por vencer a prova.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 3º lugar no Oi Rio Pro &#8211; 2019</strong><br />
Mesmo como <em>alternate</em>, Morais mostrou o quão perigoso é, batendo Sebastian Zietz, Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues e Julian Wilson, sendo eliminado apenas pelo eventual campeão, Filipe Toledo.</p>
<p><strong>Frederico Morais – 2º lugar no Corona Open J-Bay – 2017</strong><br />
No seu ano de estreia Kikas provou que merecia estar na elite do surf mundial e conseguiu a única presença na final até agora por um surfista português. Frederico bateu Jadson André, Ian Gouveia, Connor O’Leary, John John Florence (2x), Mick Fanning e Gabriel Medina, perdendo apenas para Filipe Toledo no derradeiro heat da prova.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro – 3º lugar no MOCHE Rip Curl Pro Portugal – 2015</strong><br />
A primeira presença de Vasco Ribeiro no Championsip Tour foi a sua melhor até à data e também a melhor posição de sempre como<em> wildcard</em> por um surfista português. O ex-campeão mundial júnior derrotou Michel Bourez (2x), Owen Wright, Adriano de Souza, Keanu Asing e Jeremy Flores, sendo eliminado por Ítalo Ferreira nas meias finais.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro Gold Coast – 2011</strong><br />
Com o seu novo contrato com a Quiksilver ainda a cheirar a tinta, Tiago Pires fez algo que nunca mais foi repetido por um surfista português, ocupou a 3º posição no ranking do Championship Tour. A caminho de mais um resultado histórico, Saca derrotou Jadson André (2x), Damien Hobgood, Michel Bourez e Matt Wilkinson, sendo eliminado pelo eventual vencedor da prova, Kelly Slater.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Quiksilver Pro France – 2009</strong><br />
No seu segundo ano no tour Tiago Pires começou a ganhar consistência e a tirar resultados em etapas que teoricamente não o favoreciam. Foi o caso do Quik Pro France, onde Saca bateu surfistas como Kekoa Bacalso, Damien Hobgood, Tim Boal, e Kelly Slater nos quartos de final, no que seria não só um dos melhores heats da sua carreira como da história do surf europeu. Tiago foi eliminado na fase seguinte por Mick Fanning, que venceu a prova.</p>
<p><strong>Tiago Pires – 3º lugar no Rip Curl Pro Search – 2008</strong><br />
O 3º lugar de Tiago Pires em Bali foi a prova de que o surfista da Ericeira estava ao nível dos melhores surfistas do planeta. Até aí nenhum membro do Championship Tour tinha conseguido eliminar Kelly Slater em 2008 mas Saca, depois de bater Adriano de Souza e Pancho Sullivan, despachou Slater numa bateria muito disputada em Uluwatu. Pelo caminho ficaram ainda Dayyan Neve e Kieren Perrow, até que Fred Pattachia conseguiu parar o luso nas meias finais.</p>
<p><strong>Menções honrosas</strong><br />
<strong> Ruben Gonzalez – 9º lugar no Buondi Sintra Pro &#8211; 1997</strong><br />
Mesmo tendo apenas vencido uma bateria, o 9º lugar de Ruben só foi superado por outro português mais de 10 anos mais tarde, quando Tiago Pires passou do round 3 no Rip Curl Pro Search de Bali. O seu adversário no round 2 era Shane Beschen mas o californiano não pôs os pés em Portugal em 97 e Gonzalez avançou para se encontrar com Kelly Slater na fase seguinte. Foi na Praia da Aguda, em Sintra, que o confronto se realizou e Ruben, com uma das melhores prestações da sua carreira eliminou um ligeiramente “ressacado” Slater, sendo superado na fase seguinte pelo eventual vencedor da prova, Mick Campbell.</p>
<p><strong>Yolanda Hopkins</strong> &#8211; <strong>5º lugar no MEO Rip Curl Pro Portugal &#8211; 2023</strong><br />
Na sua primeira presença numa etapa do Championship Tour, como <em>wildcard</em>, Yolanda Hopkins conquistou o melhor resultado feminino da era moderna do CT, um 5º lugar. A Algarvia teve que superar a 5x campeão mundial, Carissa Moore, acabando por perder na fase seguinte para uma super inspirada Macy Callaghan. Um marco do surf nacional que ainda não foi ultrapassado.</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>O título que Kelly Slater conquistou duas vezes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-titulo-que-kelly-slater-conquistou-duas-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ASP]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[São Francisco, Novembro de 2011]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2022, depois de vencer o Billabong Pro Pipeline o 11x campeão mundial ameaçou uma luta por um lugar no top5 final, e eventualmente a disputa pelo título no WSL Finals, algo que não se materializou.</p>
<p>Já o seu o 11º título, KS teve que o ganhar duas vezes&#8230;</p>
<p>O ano era 2011 e Slater começou o ano na liderança, batendo o nosso <strong>Tiago Pires</strong> nas meias e <strong>Taj Burrow</strong> na final do Quiksilver Pro. Entretanto conquistou mais 3 vitórias, e dois segundos lugares ao longo da temporada, o que fez com que, chagado a São Francisco, o palco da etapa Rip Curl Search de 2011, o título já estava praticamente garantido.</p>
<p>Teoricamente bastava &#8220;sobreviver&#8221; ao round 3 para conquistar o título e foi o que fez, venceu no round 1 contra <strong>Kai Otton</strong> e o <em>wildcard</em> <strong>Dean Brady</strong> e bateu <strong>Daniel Ross</strong> no round 3 para que a celebração começasse. Já no palco depois de grande euforia Kelly recebeu o taça de campeão mundial e a festa continuou pelo dia fora já que, mais uma vez, história tinha sido feita, desta vez em Ocean Beach, uma praia que nunca tinha recebido uma prova do Championship Tour e nunca voltou a receber.</p>
<p>Até que, horas mais tarde, um estranho boato começou a circular, a ASP tinha feito um erro e Kelly ainda não era campeão. Aparentemente o sistema informático dava a vitória, em casa de empate, ao <em>seed</em> mais alto do evento, algo que na realidade não estava nas regras. Teoricamente, se Slater não pontuasse mais até ao fim do ano e <strong>Owen Wright</strong> vencesse tanto em São Francisco como em Pipeline, ainda podiam empatar no ranking. Resumindo, ainda haveria mais um heat para vencer, o que, felizmente para a ASP, aconteceu no dia seguinte quando Slater derrotou <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Miguel Pupo</strong>. E aí começou a caricata segunda celebração do mesmo título, enquanto que Medina, ainda com 17 anos, vencia a sua segunda prova em três etapas.</p>
<p>O fiasco do título teve as suas consequências, <strong>Brodie Carr</strong>, o CEO da ASP na época, assumiu a culpa da falha e renunciou ao seu cargo. O que é certo é que a ASP de 2011 não tinha o mesmo nível profissionalismo da WSL de 2022, algo que é bem visível pela qualidade do circuito na actualidade.</p>
<p><iframe title="Kelly Slater Wins 11th World Title... Again" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r4lEmDFMlmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>O primeiro CT de Peniche VS o MEO Rip Curl Pro Portugal de 2024, descobre as diferenças&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-primeiro-ct-de-peniche-vs-o-meo-rip-curl-pro-portugal-de-2024-descobre-as-diferencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 11:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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					<description><![CDATA[2009X2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não foi em Peniche que o Championship Tour se estreou em Portugal, mas foi lá que se estabeleceu. Antes a elite do surf mundial esteve na Figueira da Foz em 1996, 97, 2000 e (meio evento em) 2002 e ainda Sintra também em 1998. Quando voltou, em 2009, deveria ter sido uma passagem temporária &#8220;a bordo&#8221; da licença The Search da Rip Curl, que todos os anos apresentava um destino novo. Mas a prova de Peniche foi tão bem sucedida que no ano seguinte Portugal ficou com a licença que anteriormente estava alocada à (super inconsistente) onda de Mundaka, realizando-se todos os anos em que houve circuito até hoje.</p>



<p>Fica a conhecer algumas das maiores diferenças o primeiro evento em Peniche, e o MEO Rip Curl Pro Portugal de 2024&#8230;</p>



<p><strong>O CT na altura era constituído com 44 surfistas.</strong> Desde a sua fundação o Championship Tour tinha 44 surfistas mais 4 wildcards, passando para 32 + 4 apenas em 2011.</p>



<p><strong>Entre os 44 que competiram em 2009, dois ainda fazem parte do CT</strong>, Kelly Slater e Jordy Smith. Os restantes membros da elite do surf mundial eram os seguintes: Mick Fanning, Joel Parkinson, Adriano de Souza, Bede Durbidge, CJ Hobgood, Nathaniel Curran, Roy Power, Tom Whitaker, Heitor Alves, Marlon Lipke, Bobby Martinez, Nick Muscroft, Drew Courtney, Taylor Knox, Kai Otton, Adrian Buchan, Dane Reynolds, Dean Morrison, Taj Burrow, Miky Picon, Damien Hobgood, Greg Emslie, Patrick Gudauskas, Fred Patacchia, Ben Dunn, Jihad Khodr, Tim Reyes, Kieren Perrow, Tim Boal, David Weare, Tiago Pires, Phill McDonald, Michel Bourez, Chris Davidson, Kekoa Bacalso, Mick Campbell, Chris Ward, Dayyan Neve, Jay Thompson, Josh Kerr, Aritz Aranburu e Dustin Barca + 4 wildcards.</p>



<p><strong>A edição de 2009 teve trials locais</strong>, que foram vencidos por <strong>Justin Mujica</strong>. <strong>David Luís</strong>, Bruno Santos e Owen Wright foram os &#8220;felizes contemplados&#8221; de wildcards pela Rip Curl. Os wildcards de 2024 serão revelados em breve&#8230;</p>



<p><strong>O Rip Curl Pro Search de 2009 foi pensado como um evento móvel na zona de Peniche</strong>, com possibilidade de sair da região. A prova começou com alguns heats no Molhe Leste, seguido do Lajido, Pico da Mota e finalmente Supertubos nos últimos dois dias. A prova de 2024 terá como base os Supertubos e tem possibilidade de passar para outros spots de Peniche e arredores, mas só com plano B em caso de emergência. </p>



<p><strong>A prova de 2009 começou logo com heats man-on-man, sem repescagem</strong>, algo que entretanto foi excluído dos estatutos. Foi uma das medidas mais controversas da época na ASP, muito criticadas pelos surfistas e publico. 15 anos mais tarde, a medida equivalente a nível de descontentamento é o &#8220;cut&#8221; a meio do ano.</p>



<p><strong>Tiago Pires era o representante português &#8220;a tempo inteiro&#8221; no tour</strong>, enquanto que atualmente o nosso &#8220;internacional&#8221; é <strong>Frederico Morais</strong>. Também presente como integrante do Championship Tour esteva Marlon Lipke, mas na altura representava a Alemanha.</p>



<p>Na prova feminina&#8230;</p>



<p><strong>Apenas uma surfista do evento de 2009 ainda compete no Championship Tour,</strong> <strong>Sally Fitzgibbons</strong>. Seriam duas, caso Stephanie Gilmore não tivesse tirado o ano. Curiosamente Carissa Moore ainda não se tinha qualificado para o CT e <strong>Coco Ho</strong>, com apenas 18 anos, venceu pela primeira e última vez neste circuito. As restantes competidoras eram as seguintes: Bruna Schmitz, Jacqueline, Rebecca Woods, Melanie Bartels, Samantha Cornish, Alana Blanchard, Amee Donohoe, Silvana Lima, Megan Abubo, Chelsea Hedges, Jessi Miley-Dyer 9.84, Sofia Mulanovich,  Paige Hareb, Rosanne Hodge e Pauline Ado como wildcard.</p>



<p>Fica atento a mais novidades sobre o MEO Rip Curl Pro Portugal em breve&#8230;</p>
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		<title>Os três campeonatos mais importantes na história do surf português&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-tres-campeonatos-mais-importantes-na-historia-do-surf-portugues/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 19:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Coca Cola Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Instinct Buondi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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					<description><![CDATA[Na opinião do staff da ONFIRE...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é um país com uma forte tradição de eventos de surf que vem dos anos 70 e culminou numa atualidade com um dos melhores circuitos nacionais de surf do mundo, grandes provas QS, um CT, e muitos outros campeonatos de diferentes dimensões. E, entre todos os campeonatos, quais terão sido os mais importantes para fazer do nosso país um destino de referência para competidores e <em>free surfers</em> de todo o mundo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_58962" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-58962" class="wp-image-58962 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/Instincct.jpg" alt="" width="728" height="476" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/Instincct.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/Instincct-269x176.jpg 269w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/Instincct-655x428.jpg 655w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-58962" class="wp-caption-text">Um dos primeiros dias de prova do Instinct Buondi Pro | Arquivo de Rui Oliveira</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Instinct Buondi Pro &#8211; Ericeira</strong></p>
<p>Foi em Setembro de 1989 que a ASP (atual WSL) passou pela primeira vez no nosso país, para o Instinct Buondi Pro, prova de pontuação 1A em Ribeira D’Ilhas, Ericeira. Foi a primeira vez que o público português teve acesso a surfistas como Gary Elkerton, Brad Gerlach, Cheyne Horan, Barton Lynch, Nicky Wood, Damien Hardman e os finalistas, Glenn Winton (2º classificado) e<strong> Rob Bain</strong> (vencedor). Destaque também para a presença de <strong>Jason Buttenshaw</strong>, uma das estrelas do filme <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-6-filmes-favoritos-de-surf-de-paulo-do-bairro/" target="_blank" rel="noopener">“Surf Into Summer” da Billabong</a>, que passou despercebido e perdeu cedo no evento, e para o <em>coach</em> de Frederico Morais, <strong>Richard “Dog” Marsh</strong>, que terminou em 5º lugar. Os melhores portugueses em prova foram os <em>wildcards</em> Bruno Charneca e <strong>Rodrigo Herédia</strong>, que estrearam e perderam já na fase man-on-man contra Justin Strong e Flávio Padaratz respetivamente. As ondas estiveram sempre boas, a rondar o metro e meio nos primeiros dias, baixando para um metro “clean” nas fases finais. Foi uma prova muito bem sucedida em praticamente todos os parâmetros, colocando o nosso país no mapa do circuito mundial com ótimas referências para o futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://youtu.be/iEiPrA3gEys</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Coca-Cola Figueira Pro – Figueira da Foz</strong></p>
<p>Entre o Instinct Buondi Pro de 89 e o Coca-Cola Figueira Pro de 1996 a ASP passou por Portugal mais de uma dezena de vezes, mas foi esta prova, na Figueira da Foz, que trouxe novamente a elite do surf mundial ao nosso país. O tour tinha começado a divisão entre Championship Tour e circuito de qualificação em 1992 e, desde aí, raríssimos surfistas de destaque passaram por Portugal. Esta prova trouxe-nos o surfista que todos os portugueses queriam ver, <strong>Kelly Slater</strong>, pela primeira vez, apesar de ter sido uma “visita” muito breve. Slater faltou ao primeiro heat e, mesmo tendo sido derrotado por <strong>Bruno Charneca</strong> no round 2, garantiu o seu 4º título mundial. O público ainda teve direito a uma sessão de<em> free surf</em> antes do “King” seguir viagem. Foi também a primeira vez que surfistas portugueses participaram numa etapa do Championship Tour e tiveram algum sucesso já que tanto “Bubas” como <strong>João Antunes</strong> chegaram ao round 3, mostrando algum potencial no surf nacional, potencial esse que só seria concretizado no mais alto nível na geração seguinte. O primeiro Figueira Pro foi um momento muito especial para todos os surfistas portugueses, mantendo-se no tour durante mais alguns anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_58963" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-58963" class="size-full wp-image-58963" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/20141014_4987.jpg" alt="" width="728" height="484" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/20141014_4987.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/20141014_4987-265x176.jpg 265w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/01/20141014_4987-644x428.jpg 644w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-58963" class="wp-caption-text">Photo by Pedro Mestre</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rip Curl Pro Search &#8211; Peniche</strong></p>
<p>Depois de perdermos a nossa etapa do Championship Tour no final de 2002, o regresso não parecia iminente. A Europa já tinha provas em França e em Mundaka e não havia planos para acrescentar mais uma licença nesta região. Felizmente a Rip Curl tinha uma licença móvel e depois de passar na Ilha Reunião, México, Chile e Indonésia, seguiu para Portugal. A prova realizou-se em Outubro de 2009 e teve o pior arranque que se podia desejar, uma tempestade na noite anterior ao primeiro dia de espera arrasou com o palanque, causando muitos estragos. Além disso as ondas não colaboraram nos primeiros dias, obrigando a alguns <em>lay days</em>, e a um primeiro round, ou parte dele, realizado em ondas muito fracas no Molhe Leste. Mais ainda, a prova adotou um formato sem repescagens e <strong>Tiago Pires</strong>, o primeiro surfista português a competir como membro do CT, foi eliminado na sua bateria de estreia. A prova ainda passou no Lagide, uma onda pouco digna de uma etapa desta nível. Mas daí em frente não podia ter corrido melhor, com várias fases a serem realizadas em ondas incríveis no Pico da Mota, onde um público de milhares de fãs não arredou o pé durante dias. A cereja no topo do bolo foi o regresso à base da prova, os Supertubos, para um longo dia de ondas pesadas em épicas, um espetáculo de surf como nunca tinha sido visto no nosso país. A prova terminou no dia seguinte com a vitória de <strong>Mick Fanning</strong> e o evento permaneceu em Peniche até à atualidade. O sucesso ajudou o país a posicionar-se mais a sério como um dos melhores destinos de surf do mundo, um &#8220;crescendo&#8221; que continua até hoje&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rip Curl Pro Search Flashback: Portugal 2009" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/HW1EodFsy8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concordas com a nossa lista? Partilha a tua opinião&#8230;</p>
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		<title>Terá o Rip Curl Pro Search de 2007 sido a prova do Championship Tour mais perigosa da história? &#124;&#124; 13:34</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/tera-o-rip-curl-pro-search-de-2007-sido-a-prova-do-championship-tour-mais-perigosa-da-historia-1334/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 14:26:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Arica]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das melhores performances da carreira de Andy Irons...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Championship Tour todos os anos passa por algumas das ondas mais perigosas do mundo, como Teahupoo e Pipeline. Mas em 2007, quando a Rip Curl  tinha a sua &#8220;licença flutuante&#8221; passou por uma onda que meteu muitos dos melhores surfistas do tour &#8220;em check&#8221;. Muitos rasparam no fundo, outros fizeram notas excelentes e Andy Irons acabou por roubar o espectáculo, vencendo a prova que mais tarde seria muito falada no documentário sobre a sua morte&#8230;</p>
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		<title>O 10º Título de Kelly Slater &#124; Rip Curl Pro Search 2010 &#124;&#124; 8:54</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/o-10o-titulo-de-kelly-slater-rip-curl-pro-search-2010-854/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 18:34:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Rip Curl Pro Search de 2010 foi um evento, no minímo, &#8220;estranho&#8221;. De um lado chorava-se a morte do tri-campeão mundial Andy Irons, que aconteceu durante a prova. Por outro Kelly Slater estava a caminho do seu 10º título o que acabou de acontecer ao passar uma bateria contra Adriano de Souza. Um momento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rip Curl Pro Search de 2010 foi um evento, no minímo, &#8220;estranho&#8221;. <span id="more-22567"></span>De um lado chorava-se a morte do tri-campeão mundial Andy Irons, que aconteceu durante a prova. Por outro Kelly Slater estava a caminho do seu 10º título o que acabou de acontecer ao passar uma bateria contra Adriano de Souza. Um momento histórico!</p>
<p>https://vimeo.com/16579771</p>
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		<title>O “Ex-Melhor campeonato de surf de sempre”&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-ex-melhor-campeonato-de-surf-de-sempre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 14:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[AN]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o Billabong Pro Tahiti de 2014, principalmente no último dia de prova, a mesma pergunta foi feita constantemente: “será este o melhor campeonato de surf de sempre?” Mesmo veteranos do circuito como Martin Potter, Ross Williams e Mark Occhilupo não hesitavam em confirmar que, na opinião deles, este estava de facto o melhor dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Billabong Pro Tahiti de 2014, principalmente no último dia de prova, a mesma pergunta foi feita constantemente: “será este o melhor campeonato de surf de sempre?”<span id="more-19714"></span></p>
<p>Mesmo veteranos do circuito como Martin Potter, Ross Williams e Mark Occhilupo não hesitavam em confirmar que, na opinião deles, este estava de facto o melhor dia de surf da história da ASP. Até que Slater os lembrou de um campeonato no México&#8230;</p>
<p>O Rip Curl Pro Search realizado “Somewhere in México” foi na altura unanimemente considerado como o melhor campeonato da história da ASP. Foi em 2006 que, através da “licença flutuante” da Rip Curl, o circuito passou nesta onda, depois de ter estado em Saint Leu, Ilha Reunião, no ano antes.</p>
<p>Não era uma onda totalmente desconhecida, muito menos um secret spot pois surfistas um pouco por todo o mundo (Portugal inclusive) já tinha passado por lá. Mas nunca tinham sido vista com ondas tão boas pois, mesmo num ano em que o circuito passou por Teahupoo, Fiji, Mundaka e Pipeline, “La Jolla” roubou o espectáculo.</p>
<p>Durante três dias este point break de direita quebrou com ondas perfeitas, tubos do início ao fim e surfistas a perder com notas excelentes, como foi o caso de Yuri Sodre que, mesmo com uma nota 10, acabou a prova com um 33º lugar.</p>
<p>Alguns dos maiores destaques deste campeonato ainda se encontram no tour hoje, foram eles Kelly Slater, Joel Parkinson, Bede Durbidge, Taj Burrow, juntando-se a alguns nomes que já estão fora como Dean Morrison, Bruce Irons, Taylor Knox e Andy Irons. Andy foi o melhor surfista do campeonato desde a primeira fase, fazendo incríveis “combos” entre longos tubos, carves e batidas em pesados lips.</p>
<p>No último dia de prova antecipava-se uma final (Andy) Irons VS Slater mas Taylor despachou o (na altura) 7X campeão mundial a caminho de uma final contra o havaiano. As ondas baixaram de épicas para excelentes mas os tubos já escasseavam nesta derradeira bateria.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2014/08/andy-big-air.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-19715" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2014/08/andy-big-air.jpg" alt="andy-big-air" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2014/08/andy-big-air.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2014/08/andy-big-air-300x176.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Na final Knox usou todo o seu power surf para garantir uma forte liderança a caminho da sua segunda vitória no WCT. Até que Andy Irons protagonizou mais um momento histórico, na forma do maior aéreo que já se tinha visto em competição até aí e ainda hoje não fica atrás dos &#8220;voos&#8221; da nova geração.</p>
<p>Com essa onda Andy conseguiu a vitória, juntando-lhe no fim do ano mais uma no Pipeline Masters e ainda o título da Triple Crown of Surfing. Já o campeonato manteve-se na história como o melhor, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/medina-vence-no-tahiti-melhor-campeontao-de-sempre/" target="_blank">até ontem</a>&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Ultimate Rip Curl Pro Search Moment #3 - Taj&#039;s 10 That Was A 9.97" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UH9rXfDmFSw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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