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	<title>Patricia Lopes &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>26 anos de campeãs nacionais de surf em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/26-anos-de-campeas-nacionais-femininas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[De Lopes a Bonvalot...
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três anos depois do <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank" rel="noopener">circuito português de surf </a>se ter tornado profissional, um <em>tour</em> bem organizado e com prize money que décadas mais tarde daria origem ao que é actualmente a Liga MEO Surf, foi acrescentada a categoria feminina.</p>
<p>Nos anos 90 o surf feminino ainda dava os primeiros passos, com poucas dezenas de praticantes de norte a sul do país, mas de imediato se tornou uma categoria muito competitiva, uma tendência que continua a crescer até à actualidade.</p>
<p>Fica a conhecer as diferentes eras do surf feminino que geraram 10 campeãs nacionais em 26 anos&#8230;</p>
<p><strong>1995 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1996 –</strong> Teresa Abraços<br />
<strong>1997 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1998 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1999 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2000</strong> &#8211; Patrícia Lopes<br />
<strong>2001 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2002 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2003 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2004 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2005 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2006 &#8211;</strong> Patrícia Lopes</p>
<p>Entre 1995 e 2006 <strong>Patrícia Lopes</strong> dominou o circuito, encontrando pouca oposição na maior parte dos seus títulos. A sua primeira grande adversária foi <strong>Teresa Abraços</strong> que, apesar de mostrar talento para fazer frente a Lopes, garantindo inclusivamente o título de 96, não se podia comparar com Patrícia a nível de<em> drive</em> competitivo e vontade de ganhar, reformando-se do circuito logo em 1998. Patrícia durante mais de uma década correu o circuito mundial, tendo terminado uma vez no top16 e foi uma sólida representante do surf nacional em provas ISA a nível mundial e Europeu. Outras adversárias que lhe fizeram frente foram surfistas como Filipa Leandro e Vera Gonçalves, e, mais tarde, Joana Andrade e Joana Rocha. Em 2007 acabou por se reformar, tendo perdido o título pela primeira vez desde 1997 mas, caso não o tivesse feito, poderia perfeitamente ter conquistado mais um ou dois.</p>
<p><strong>2007 &#8211;</strong> Francisca Santos<br />
<strong>2008 –</strong> Carina Duarte<br />
<strong>2009 –</strong> Joana Rocha<br />
<strong>2010 –</strong> Francisca Santos<br />
<strong>2011 –</strong> Maria Abecassis<br />
<strong>2012 –</strong> Maria Abecassis<br />
<strong>2013 –</strong> Carina Duarte</p>
<p>Uma nova geração tomou controle do circuito assim que Patrícia saiu, começando com <strong>Francisca Santos</strong> que venceu o seu primeiro ainda com a veterana presente. Seguiram-se de <strong>Carina Duarte</strong> e <strong>Maria Abecassis</strong>, que, em conjunto com Francisca, conquistavam 6 dos 7 títulos seguintes. Pelo meio <strong>Joana Rocha</strong>, uma das mais duras adversárias que Patrícia tinha encontrado durante o seu “reino”, conquistou também um título, em 2009. Esta fase chegou ao fim em 2013, com o segundo título de Carina Duarte, o último antes de uma geração ainda mais nova passar a dominar.</p>
<p><strong>2014 –</strong> Teresa Bonvalot<br />
<strong>2015 –</strong> Teresa Bonvalot<br />
<strong>2016 –</strong> Carolina Mendes<br />
<strong>2017 –</strong> Carolina Mendes<br />
<strong>2018 –</strong> Camilla Kemp<br />
<strong>2019 –</strong> Yolanda Hopkins<br />
<strong>2020 –</strong> Teresa Bonvalot</p>
<p>Depois de ter ficado perto de conquistar o título nacional em 2013, sendo superada na última etapa por Carina, <strong>Teresa Bonvalot</strong> sagrou-se campeã no ano seguinte com apenas 14 anos de idade. Esperava-se um domínio maior nos anos que se seguiram mas, além de se ter focado em outros circuitos, encontrou forte oposição em surfistas como <strong>Carolina Mendes</strong>, <strong>Camilla Kemp</strong> e <strong>Yolanda Hopkins</strong>, todas elas atletas dedicadas também ao circuito mundial e que em conjunto elevaram o surf feminino a um patamar onde nunca esteve antes. Bonvalot conquistou em 2020 o seu terceiro título, tornando-se na surfista com mais títulos depois de Patrícia Lopes, mas uma nova geração já se mostra pronta para se enquadrar nesta lista.</p>
<p>Descobre quem foram os campeões nacionais na categoria masculina <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<item>
		<title>Os 5 maiores feitos competitivos dos surfistas portugueses</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-maiores-feitos-de-competitivos-dos-surfistas-portugueses/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-maiores-feitos-de-competitivos-dos-surfistas-portugueses/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 22:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Charneca]]></category>
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					<description><![CDATA[Saca, Vasco, Kikas e não só...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surf português tem estado em grande crescimento nas últimas duas décadas. Para comemorar essa ascensão a ONFIRE isolou 5 acontecimentos, e algumas menções honrosas, que na nossa opinião sobressaíram de todos os outros&#8230;</p>
<p><strong>O segundo lugar de Tiago Pires em Sunset &#8211; 2000</strong><br />
Antes de Tiago Pires se atirar de cabeça ao circuito mundial, nunca um surfista português tinha chegado sequer às meias finais de uma prova QS. Por isso, quando Saca foi vencendo bateria atrás de bateria numa das etapas mais tradicionais do tour, o Rip Curl World Cup, em Sunset, com premiação máxima, levou o surf português a um patamar onde nunca tinha estado. Tiago ficou em segundo lugar e caso tivesse vencido teria entrado no CT no seu primeiro ano a <em>full time</em> no tour. Mas na verdade o resultado foi apenas a cereja no topo do bolo num ano histórico para o surf português já que antes Pires foi vice-campeão mundial júnior na ASP e venceu uma etapa do circuito QS em Portugal. Pouco depois ainda foi considerado o terceiro melhor surfista com menos de 20 anos pela revista SURFER no suplemento &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/hot100/" target="_blank" rel="noopener">Hot100</a>&#8220;.</p>
<p><strong>A qualificação de Tiago Pires para o Championship Tour – 2007</strong><br />
Depois de uma estreia incrível no circuito QS previa-se que a qualificação para o Championship Tour fosse rápida mas o nosso <em>portuguese tiger</em> passou uns anos difíceis, ficando por várias vezes a poucas baterias de entrar na elite do surf mundial. Foi em 2007 que tudo mudou e Tiago Pires não só liderou o circuito como acabou o ano em 5º lugar no ranking e provou que não há impossíveis. O seu percurso no Championship Tour durou 7 anos consecutivos, colocando o surf português na boca do mundo como nunca antes.<br />
<strong><br />
A vitória de Vasco Ribeiro no World Junior Championship – 2014</strong><br />
Depois de ter vencido o circuito nacional e o Pro Junior Europeu, Vasco Ribeiro fez algo que nenhum surfista português tinha conseguido, sagrar-se campeão mundial de surf. Saca já tinha sido vice-campeão mundial tanto na ISA como na ASP (actual WSL) e também Vasco já tinha sido vice na ISA, mas no fim de Outubro de 2014, Ribeiro, que na altura se encontrava sem patrocínio principal, bateu Ítalo Ferreira na final para garantir um título inédito em Portugal até aos dias de hoje.</p>
<p><strong>A qualificação de Frederico Morais para o Championship Tour – 2016</strong><br />
Entre 2007 até algures em 2016 mais nenhum surfista tinha ficado perto de entrar no Championship Tour além de Tiago Pires, fazendo muitos duvidar se mais alguém alguma vez o faria. E mesmo Frederico tão tarde como Setembro de 2016 parecia ter poucas hipóteses. Até que conseguiu alguns resultados para juntar a uma vitória mais cedo no ano, a sua primeira, e fez duas incríveis finais no Havai para não só entrar no CT como o fazer em grande forma, colocando-se de imediato como um nome a ter em conta entre os 32 melhores do mundo.</p>
<p><strong>A vitória de Frederico Morais no circuito QS – 2019</strong><br />
Depois de um bom ano de estreia, Frederico perdeu a sua vaga no final do segundo, por apenas um lugar e com a agravante de se ter lesionado antes da última etapa. No ano seguinte teve alguns <em>wildcards</em>, tendo conquistado um 3º lugar no Brasil mas, mais importante que isso, foi construindo o seu ano ao longo da temporada, vencendo uma etapa de 3.000 pontos, uma de 6.000 e uma de 10.000 pontos, esta última no Havai, que foi mais uma estreia para o surf português, acabando em primeiro no ranking de qualificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Menções honrosa:</strong><br />
<strong> Bruno “Bubas” Charneca e Ruben Gonzalez derrotam Kelly Slater</strong><br />
Kelly Slater veio pela primeira vez ao nosso país em Outubro de 1996 para competir no Coca Cola Figueira Pro mas foi uma visita curta. Slater chegou atrasado, competiu contra Bubas no round 2, foi eliminado, fez uma sessão de <em>free surf</em> no Cabedelo e voltou para casa. Em Portugal ficou o seu “escalpe” com o surfista da Caparica, que conseguiu o resultado mais expressivo de uma carreira sólida a nível nacional. No ano seguinte Ruben Gonzalez repetia a dose, nas esquerdas da Praia da Aguda durante o Buondi Sintra Pro, também uma etapa do CT, começando uma ligação com o nosso país que se dizia &#8220;amaldiçoada” durante muitos anos.</p>
<p><strong>O 3º lugar de Tomas Fernandes no World Junior Championship</strong><br />
Vasco Ribeiro venceu o título mundial mas também Tomás Fernandes fez um resultado histórico no Allianz World Junior Championship de 2014. A prova aconteceu na praia que o viu crescer, Ribeira D’Ilhas, e Tomás foi vencendo baterias até perder, por muito pouco, para o (eventual) campeão mundial de 2019, Ítalo Ferreira. Como prémio Fernandes teve acesso às provas mais valiosas do primeiro semestre de 2015.</p>
<p><strong>O surf feminino em destaque</strong><br />
Depois de Patrícia Lopes ter conseguido entrar no top16 do circuito mundial feminino no início dos anos 90, passaram décadas até às surfistas portuguesas se voltarem a equiparar às melhores do mundo. Foi a geração actual, de onde se destacam Teresa Bonvalot, Yolanda Hopkins, Carol Henrique, Camilla Kemp e Mafalda Lopes, entre outras, que voltou a conquistar resultados expressivos. Finais e uma vitória no QS, títulos Pro Junior e Europeu Open e resultados expressivos no World Junior Championship foram alguns dos mais impressionantes e mais vêm a caminho.</p>
<p><strong>As presenças portuguesas em finais do Big Wave Tour</strong><br />
Tudo começou com João Macedo e tanto ele como Alex Botelho e António Silva fizeram finais em provas do circuito mundial de ondas grandes, juntando a bandeira portuguesa à elite do Big Wave Surfing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Achas que há mais momentos dignos de fazerem parte desta lista? Partilha connosco&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O historial dos surfistas portugueses no circuito QS &#124; Anos 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-historial-dos-surfistas-portugueses-no-circuito-qs-anos-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 14:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[De 1992 a 1999, o início da #portuguesestorm?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se na actualidade é bastante vulgar ver surfistas portugueses a dar cartas em provas QS e mesmo CT, nos anos 90 o circuito mundial estava num patamar ainda muito distante, mesmo para os maiores talentos do país. O ano de 1992 foi quando a ASP (actual WSL) instituiu as duas divisões do tour, o circuito de qualificação e o Championship Tour. Fica a conhecer o percurso do surf português* desde o início dos anos 90 até à actualidade.</p>
<p><strong>1992</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong> Zero<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Alexandre “Dapin” – 223º<br />
Rodrigo Herédia – 353º<br />
João Antunes – 431º<br />
Durante o ano de transição para os dois <em>tours</em> os surfistas portugueses estavam, e estariam quase até ao fim da década, mais focados nos circuitos europeu (EPSA) e nacional. Alguns tentaram a sua sorte nas provas mais próximas de casa, com pouco sucesso.</p>
<p><strong>1993</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Staroup Pro | Viana do Castelo | 4 estrelas | Vencedor &#8211; Mike Parsons<br />
Buondi O’Neill Pro | Ribeira D’Ilhas | 3 estrelas | Vencedor &#8211; Barton Lynch<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>João Alexandre “Dapin”</strong> &#8211; 17º lugar no Pukas Pro<br />
<strong>Marcos Anastácio</strong> &#8211; 25º lugar no Staroup Pro<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 207º<br />
Marcos Anastácio – 224º<br />
João Alexandre “Dapin” – 318º<br />
Com a oportunidade de competir em águas portuguesas foram vários os profissionais do nosso país que competiram entre os melhores do mundo. Em destaque estiveram tanto João Alexandre “Dapin” como Marcos Anastácio, que conseguiram chegar aos oitavos de final de uma prova.</p>
<p><strong>1994</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Buondi O’Neill Pro | Ribeira D’Ilhas | 3 estrelas | Vencedor – Fábio Gouveia<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>Rodrigo Herédia</strong> – 13º lugar no Costa Rica Challenge<br />
<strong>Nuno Matta</strong> – 9º lugar no Pantin Surf Classic<br />
<strong>João Antunes</strong> – 17º lugar no Buondi O’Neill Pro<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 176º<br />
1994 foi um ano que várias barreiras foram quebradas. Rodrigo Herédia “furou” o top200 e começou uma boa tradição de surfistas portugueses que venciam o título nacional e no ano seguinte apostavam no QS. Rodrigo tornou-se no primeiro luso a chegar aos quartos de final numa prova da ASP, um feito que foi repetido uns meses mais tarde por Nuno Matta. Mas foi a performance que melhor representou o surf português neste circuito foi a de João Antunes no Buondi O’Neill Pro.</p>
<p><strong>1995</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
O’Neill Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 4 estrelas | Vencedor – Chris Brown<br />
Buondi Yoggi | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Renan Rocha<br />
Figueira Pro | Figueira da Foz | 3 estrelas | Vencedor – Pat O’Connell<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 169º<br />
Rodrigo Herédia – 274º<br />
Marcos Anastácio – 376º<br />
Nem sempre a evolução dos portugueses no circuito QS se traduziu em resultados. 1995 foi um ano em que os lusos se foram aproximando do nível geral do circuito, ainda sem momentos expressivos.</p>
<p><strong>1996</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
O’Neil Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 5 estrelas | Vencedor – Chris Gallagher<br />
Boundi Pro | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Mick Lowe<br />
Pepsi Buondi Pro | Praia Grande | 3 estrelas | Vencedor – Jake Patterson<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>João Antunes</strong> – 13º lugar no Quiksilver Pantin Surf Classic.<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 301º<br />
José Araujo – 399º<br />
Bruno Charneca – 444º<br />
Um ano semelhante ao anterior em que os lusos estavam mais dedicados aos circuitos nacionais e europeus.</p>
<p><strong>1997</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
RTP Buondi Pro | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Chris Davidson<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 137º<br />
Bruno Rodrigues – 632º<br />
Ruben Silva – 632º<br />
Novamente um ano de poucos destaques excepto para os resultados de João Antunes, que tinha terminado no top4 do circuito europeu no ano anterior, o que lhe garantiu entrada em fases avançadas de todas as provas QS na Europa, culminando na melhor classificação de um português no ranking até à data.</p>
<p><strong>1998</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Buondi Sintra Pro | Praia Grande | 5 estrelas | Vencedor – CJ Hobgood<br />
Scorpion Bay Buondi Pro | Salgueiros | 3 estrelas | Vencedor – Sean Holmes<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
<strong>João Antunes</strong> – 13º lugar no Quiksilver Pantin Surf Classic.<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 162º<br />
João Antunes – 275º<br />
José Gregório – 307º<br />
Tiago Pires – 318º<br />
Tal como Antunes no ano anterior, também Rodrigo Herédia terminou no top4 da Europa e teve acesso a fases avançadas das provas, fazendo aí a que foi a última incursão ao QS da sua geração. Mas foi um muito jovem Tiago Pires quem realmente começou a dar que falar, passando várias baterias em diversas provas europeias. O plano já estava traçado, Saca iria vencer o circuito nacional aos 18 anos e o ano seguinte seria para apostar no circuito QS mas&#8230;</p>
<p><strong>1999</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Scorpion Bay Buondi Pro | Gaia | 3 estrelas | Vencedor – Shane Powell<br />
O&#8217;Neill Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 5 estrelas | Vencedor – Pat O’Connell<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 9º lugar no O&#8217;Neill Buondi Pro (5 estrelas), 13º lugar no Headworx Ballentines Classic (4 estrelas), 17º lugar no Hang Loose Pro Contest (3 estrelas), 25º lugar no Maresia Surf Floripa (6 estrelas)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 76º<br />
Marcos Anastácio – 222º<br />
Ruben Gonzalez – 369º<br />
Ao contrário do que se esperava, Tiago Pires não conseguiu vencer o circuito nacional de 1998 mas não fez o erro de ficar à espera de o conquistar para mais tarde se atirar de cabeça ao circuito mundial. Saca reunia uma série de características nunca antes vistas num só surfista em Portugal e logo no seu primeiro ano tirou vários resultados expressivos e entrou no top100. Mas isso seria apenas o começo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*É de lembrar que<strong> Patrícia Lopes</strong> deixou a sua marca no circuito feminino muito antes de todos os surfistas da categoria masculina, tendo inclusive terminado em 17º do ranking final em 1993 e acabando por competir na ASP por mais de uma década.</p>
<p>Mais conteúdos <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>Duas surfistas portuguesas no top16 do QS feminino</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/duas-surfistas-portuguesas-no-top16-do-qs-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Kemp]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
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					<description><![CDATA[O circuito de qualificação da WSL de 2016 ainda está no início, mas ao fim de 7 etapas a &#8220;Armada Lusa&#8221; tem pela primeira vez duas surfistas no top16. Teresa Bonvalot, Camilla Kemp e Carol Henrique são três surfistas nacionais que este ano estão a apostar no QS mas estão longe de ser as pioneiras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito de qualificação da WSL de 2016 ainda está no início, mas ao fim de 7 etapas a &#8220;Armada Lusa&#8221; tem pela primeira vez duas surfistas no top16.<span id="more-29972"></span></p>
<p>Teresa Bonvalot, Camilla Kemp e Carol Henrique são três surfistas nacionais que este ano estão a apostar no QS mas estão longe de ser as pioneiras no tour feminino. Portugal já esteve bem representado por <strong>Patrícia Lopes</strong> que nos anos 90 começou a competir entre as melhores do mundo e teve algum sucesso. Até Tiago Pires, na categoria masculina, ter começado a competir no circuito, Patrícia foi a nossa melhor representante na ASP (actual WSL), tendo constado por várias vezes no top16 quando o circuito ainda não tinha duas divisões.</p>
<p>Também <strong>Francisca Santos</strong>, cerca de 15 anos mais tarde, chegou a competir no circuito de qualificação feminino e mostrou algum potencial de tirar bons resultados, mas acabou por abandonar o circuito ao fim de pouco tempo e apostar numa carreira profissional noutra área.</p>
<p>Recentemente <strong>Camilla Kemp</strong> tornou-se na <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/camilla-kemp-fala-sobre-o-seu-resultado-historico-em-israel-mini-entrevista/" target="_blank">primeira surfista portuguesa a chegar a uma final no circuito feminino</a>, em Isreal, onde foi batida pela francesa Maud Le Car. Já na Austrália Kemp ficou em 9º lugar no Komunity Project Great Lakes Pro e em 25º no Central Coast Pro, o que lhe garantiu a última posição do top16 actual.</p>
<p>Já <strong>Teresa Bonvalot</strong> não competiu em Isreal mas foi mais cedo para a Austrália e competiu em 4 etapas, terminado em 3º, 5º, 13º e 25º lugares e neste momento está em 10º lugar no ranking.</p>
<p>Por sua vez <strong>Carol Henrique</strong> só competiu em Israel mas conseguiu um sólido 3º lugar. As três estão já a caminho de Newcastle onde vão competir numa etapa que distribui mais pontos, o<strong> Maitland and Port Stephens Toyota Pro</strong>, uma etapa QS 6.000. Fica a conhecer as suas adversárias (e a saber mais info sobre este evento) <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/os-heats-dos-8-portugueses-em-newcastle/" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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