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	<title>Nose Guard &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>4 acessórios de surf que caíram em desuso</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/4-acessorios-de-surf-que-cairam-em-desuso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 09:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Há acessórios de surf que deveriam, e, alguns casos, já foram, quase obrigatórios. O exemplo é o shop/leash, que no início, quando surgiu no mercado, foi recebido com alguma resistência mas eventualmente passou a ser considerado essencial. Outros apareceram e desapareceram do line up e do mercado. Fica a conhecer 4 acessórios de surf que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há acessórios de surf que deveriam, e, alguns casos, já foram, quase obrigatórios. O exemplo é o<em> shop/leash</em>, que no início, quando surgiu no mercado, foi recebido com alguma resistência mas eventualmente passou a ser considerado essencial.</p>
<p>Outros apareceram e desapareceram do<em> line up</em> e do mercado. Fica a conhecer 4 acessórios de surf que já fizeram parte do dia a dia de todos os surfistas, mas caíram em desuso&#8230;</p>
<p><strong>Nose Guard</strong><br />
Até ao fim dos anos 90, comprar uma prancha nova era sinónimo de comprar também um <em>deck</em>, <em>shop</em>, <em>wax</em> e, claro, <em>nose guard</em>. Era raro, e mal visto, ter uma prancha na água sem este “protector de borracha”, que não só salvaguardava o dono da prancha, como os outros no <em>line up</em>, como a própria prancha. Mais perto do fim da década começaram a aparecer outras opções, como o Diamond Tip, que era esteticamente mais apelativo mas mais dispendioso. Infelizmente, por uma questão de estética e de custos, os surfistas foram deixando de usar o<em> nose guard</em> e hoje em dia é muito raro ver uma prancha na água com um. Para compensar, os shapers deixaram de fazer o <em>nose</em> da prancha tão bicudo mas nem assim os acidentes graves são evitados.</p>
<p><strong>Luvas</strong> (de dedos palmados)<br />
Usam-se luvas de neoprene quando a água está muito fria mas no passado usou-se luvas de dedos espalmados, também conhecidas como <em>webbed</em> (gloves). Eram feitas de neoprene pouco espesso mas o facto de terem continuação entre os dedos ajudava na remada. Apesar de não terem tido a mesma saída de outros acessórios, era bastante vulgar ver surfistas no <em>line up</em> com estas luvas nos anos 80 e 90. Até surfistas profissionais, entre os quais se destaca Richie Collins, usavam regularmente este acessório mas foi um produto que não sobreviveu aos anos 90.</p>
<p><strong>Capacete</strong><br />
Tal como as luvas acima mencionadas, o capacete não fazia parte da lista de acessórios de qualquer surfista. Apesar disso na mesma época era relativamente vulgar ver capacetes no <em>line up</em>, quase sempre da marca Gath. Surfistas como Tom Carroll, Dave Macauley e Liam McNamara, surfavam sempre de capacete em Pipeline, que, no caso de Liam, podiam ter uma viseira. Em reef breaks como Pipeline e Teahupoo os surfistas do CT têm usado capacete, o que deixa a esperança que se torne popular novamente já que é um acessório que pode salvar vidas.</p>
<p><strong>Full Deck</strong><br />
Este produto fez um certo <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-regresso-do-full-deck/" target="_blank" rel="noopener"><em>comeback</em> recentemente</a>, apesar de não ser tão vulgar no <em>line up</em> como se esperava. Nos 90 praticamente todas as marcas de <em>decks</em> tinham esta continuação para o pé da frente, mas foi caindo ao longo dos tempos. Alguns líderes de opinião começaram a usar este produto nos últimos 3/4 anos, e muitas marcas voltaram a colocar nas suas gamas, mas mesmo assim é algo que o surfista comum raramente utiliza.</p>
<p><strong>Menção honrosa:<br />
Filmes de surf (em cassete VHS ou DVD)</strong><br />
Filmes de surf não deveriam ser considerados como acessórios, mas antes dos treinadores e vídeos no youtube, muitos surfistas usavam os filmes para “estudar” a técnica dos melhores do mundo. Na época dos filmes em VHS, este era um grande negócio para os seus produtos e mesmo quando se fez a transição para DVD esta indústria parecia estar a ter continuidade até que a distribuição dos mesmos na internet banalizou este produto e hoje em dia praticamente acabou a distribuição de filmes de surf em qualquer formato que não seja gratuito.</p>
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<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>As 5 maiores mudanças no teu material de surf dos últimos 25 anos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-5-maiores-mudancas-no-teu-material-de-surf-dos-ultimos-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 12:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[GoPro]]></category>
		<category><![CDATA[Nose Guard]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<category><![CDATA[Wetsuits]]></category>
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					<description><![CDATA[A evolução é constante...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A única constante é a mudança”. Tens noção de quanto o teu material mudou desde que começaste a fazer surf?</p>
<p>Fica com algumas das mudanças mais visíveis das últimas décadas…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A tua prancha deixou de ter quilhas fixas&#8230;</strong><br />
“Queres FCS ou Futures” é normalmente uma das últimas perguntas que te fazem quando encomendas uma prancha de surf nova. A partir desses dois sistemas tens um mundo de opções sobre o tipo de quilhas que vais usar nas tuas surfadas, com a possibilidade de mudar a qualquer momento. Mas nem sempre foi assim. Até à revolução das quilhas, a fábrica de onde a tua prancha saía simplesmente colocava as quilhas que os próprios fabricavam, sem grande margem de escolha, um template dava para todas. As vantagens são múltiplas com quilhas removíveis, desde a versatilidade acrescida, ao fácil transporte das pranchas sem quilhas encaixadas, tanto em viagens de avião, onde a norma era uma ou mais quilhas partidas, como no dia a dia.</p>
<p><strong>Os fatos melhoraram drasticamente&#8230;</strong><br />
Durante muitos anos os fatos de neoprene eram pesados, frios, presos e mais difíceis de despir. Com o passar do tempo as marcas de fatos evoluíram muito, produzindo o oposto da descrição acima. A evolução no neoprene, na selagem, as novas opções com e sem fecho e o próprio processo produção dos fatos também contribuiu para este desenvolvimento. Curiosamente os preços, em comparação aos anos 90, mantiveram-se muito semelhantes em muitas das opções no mercado. Pela negativa, o facto de se tornarem mais leves e maleáveis, fazem dos fatos da actualidade um pouco mais frágeis que os seus predecessores, começando a perder algumas das suas mais distintas propriedades ao fim de um ano ou pouco mais.</p>
<p><strong>Os nose guards (praticamente) acabaram&#8230;</strong><br />
Durante muito tempo quando se comprava uma prancha nova, havia algo tão importante como escolher um deck a condizer, e trazer uma barra de wax. Era o nose guard, um produto de borracha que se colava no bico da prancha e que protegia do impacto de uma “pranchada” na cabeça ou noutras partes do corpo. Este produto salvou muita gente durante muitos anos, até cair em desuso. No entanto, ao longo dos tempos, os próprios shapers começaram a fazer as pranchas menos bicudas, o que minimiza o risco. Mas, de vez em quando, ainda se sente a falta deste produto.</p>
<p><strong>A oferta de materiais diferentes na construção das pranchas aumentou&#8230;</strong><br />
Apesar do epoxy não ser algo recente, tendo sido utilizado na fabricação de pranchas de surf desde muito cedo, o que é certo é que, durante muitos anos 99.9% das shortboards em qualquer eram em PU. Está certo que o PU ainda domina, mas a oferta em epoxy e outras tecnologias aumentou muito. São várias as marcas que desenvolveram &#8220;tecnologias&#8221; próprias ligadas ao epoxy, como a FutureFlex da Hayden Shapes, como a INCA da Pukas, entre muitas outras. Já para não falar de softboards, que cada vez são mais regulares no line up como pranchas “performance”.</p>
<p><strong>A GoPro passou a fazer parte do teu material&#8230;</strong><br />
Lembraste como eram as máquinas de filmar nos anos 80 ou 90? Eram grandes, difíceis de “manobrar” e pouco práticas para ter ondas filmadas no dia a dia. A logística de andar com uma máquina dessas era mais complexa e claro, nos dias bons ninguém estava disponível para filmar. Com o tempo foram diminuindo em tamanho, ficando mais baratas até uma marca lançar uma revolução, a GoPro, que desenvolveu máquinas de filmar à prova de água a preços acessíveis. É algo que a maior parte dos surfistas tem hoje em dia na mochila, já que não obriga a ter que pedir a outra pessoa para filmar.</p>
<p><strong>Menção honrosa</strong><br />
<strong>O teu telefone passou a ser parte do teu material</strong><br />
Seja para filmar, para meter stories no instagram a fazer inveja aos amigos, para ver as marés, ver as câmeras ou previsões, o teu smartphone passou a fazer parte da tua experiência de surf, sendo muito mais útil que outros produtos que tens na “mochila do surf”.</p>
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