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	<title>Localismo &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Irmãos Rothman &#8220;dissecam&#8221; o localismo no North Shore</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/irmaos-rothman-dissecam-o-localismo-no-north-shore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 19:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Koa Rothman]]></category>
		<category><![CDATA[Localismo]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Just for fun?]]></description>
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<p>Tudo começa com um desafio do suposto mais calminho dos Rothman&#8217;s, Koa, ao seu irmão, Makua, para ver quem consegue dropinar mais numa sessão de surf. Desafio aceite, mas as imagens mostram pouco desse &#8220;espírito aloha&#8221;. Já no dia seguinte Koa voltou à carga com uma divagação muito tipicamente sua do que é o localismo no Havaí. Alguém concorda com o seu ponto de vista?</p>
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		<title>Três ondas de nível mundial que são &#8220;proibidas&#8221;&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/tres-ondas-de-nivel-mundial-que-sao-proibidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 16:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
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					<description><![CDATA[O lado negro do surf...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mar é de todos mas, infelizmente, muitos surfistas não sabem partilhar. O localismo é algo que infelizmente faz parte do surf mas nem sempre é tão negativo como o nome indica. Alguns (poucos) locais sabem ser equilibrados e manter um bom ambiente na água, mas o mais normal é um territorialismo abusivo e quase infantil. Em Portugal há diversos <em>spots</em> em que o localismo abusado é uma realidade, tal como em qualquer outro país com ondas. O North Shore do Havai é claramente a “mecca” do localismo mas há <em>spots</em> específicos pelo mundo onde os locais conseguem ser ainda piores. Fica com 3 das mais “localizadas” ondas de nível mundial.</p>
<p><strong>Saint Leu – Ilha Reunião</strong></p>
<p>A esquerda de Saint Leu é de longe a melhor onda da ilha Reunião e já foi uma das mais mediáticas do mundo. Grandes eventos, como os (já extintos) EPSA, Pro-Junior, QS e CTs foram realizados lá e muitos filmes de surf da era do VHS, como o Pump, da Billabong, o filme de assinatura de Rob Machado e muitos outros, tinham algumas das suas mais fortes secções nesse local. Até que os “nativos” começaram a tornar-se cada vez mais agressivos, agredindo e expulsando visitantes sem qualquer razão. No entanto até esses locais acabaram por ser expulsos do pico já que um <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/shark-attacks-e-polemica-na-ilha-reuniao/" target="_blank" rel="noopener">mau planeamento local fez com que a ilha ficasse infestada de tubarões</a>. Claro que ainda há quem ainda se “aventure” nas incríveis ondas de Saint Leu, mas quem manda no pico é mesmo a “mãe natureza” e quem surfa sabe que está constantemente em perigo de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Winter 2017 Théo &amp; Antoine Surf Saint Leu GoPro 4 Reunion island" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r9F88VfQ3y4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lunada Bay – Califórnia</strong></p>
<p>Um dos mais antigos e mais mediáticos casos de localismo de sempre. Situada numa zona considerada “abastada”, Palos Verdes, este pico, uma direita que é claramente inferior aos nossos Coxos, tem sido dominada por “meninos ricos” ao longo de gerações, numa tradição que aparentemente passou de pais para filhos. Quem não é local e tentar surfar neste pico corre o risco de ser insultado, agredido, dropinado e de ter os seus carros vandalizados. Durante décadas muitos californianos tentaram contornar esta situação com acções como manifestações e queixas crime e apesar de já ter havido detenções de alguns locais, a situação nunca se resolveu totalmente. Recentemente foi destruída uma construção que havia perto do pico, que servia de “clube” para os mauzões locais, mas nem por isso esta onda se tornou 100% acessível a todos os surfistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Lunada Bay Surf Localism 1995" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/J1Ms0ktOaZs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tamarin Bay – Madagascar</strong></p>
<p>A esquerda de Tamarin Bay pode não ser muito conhecida como outras, mas é claramente uma onda de nível mundial. Nos anos 70 a revista SURFER fez um artigo sobre este local, “The Forgotten Island of Santosha” e apesar não ter revelado o local não era difícil descobrir de onde se tratava. Mas as Ilhas Maurícias não são um destino tão vulgar como se seria de esperar e a onda nunca se tornou muito conhecida. Mesmo assim um grupo de locais extremamente agressivos fazem o que podem para espantar os poucos surfistas visitantes pela violência. Recentemente houve <a href="https://www.theinertia.com/surf/in-horrible-case-of-surf-rage-tamarin-bay-local-attacks-father-and-son/" target="_blank" rel="noopener">mais um caso de agressão </a>mas, graças à social media, só contribuiu para que a onda ficasse mais conhecida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Tamarín Surf Spot Mauritius Island" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7P8xy0Xfaiw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Conheces mais<em> spots</em> “<em>off limits</em>”? Partilha com a ONFIRE&#8230;</p>
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		<title>Surfistas unem-se contra o localismo em Lunada Bay</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/surfistas-unem-se-contra-o-localismo-em-lunada-bay/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 10:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[Localismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lunada Bay]]></category>
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					<description><![CDATA[O localismo no surf é quase tão antigo como o próprio desporto e, e em muitos casos, pode ser considerado um mal necessário. Isto porque, como em qualquer outro local, há regras que devem ser cumpridas e os habitués são quem deveria ter legitimidade para as impor. Infelizmente muitas vezes esta pratica é levada longe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O localismo no surf é quase tão antigo como o próprio desporto e, e em muitos casos, pode ser considerado um mal necessário.<span id="more-15589"></span> Isto porque, como em qualquer outro local, há regras que devem ser cumpridas e os <em>habitués</em> são quem deveria ter legitimidade para as impor.</p>
<p>Infelizmente muitas vezes esta pratica é levada longe demais, tornando-se num problema em vez de ser uma solução. Em Portugal são raríssimos os casos em que o localismo é levado ao extremo, apesar de haver muitas praias em que se torna difícil de surfar devido a essa pressão.</p>
<p>Já em locais como a Califórnia o localismo encontra-se noutro patamar. Ao longo dos anos diversos incidentes acabaram em tribunal, e até em prisão. Um dos casos mais conhecidos foi o de um surfista “semi-profissional” do fim dos anos 90, chamado Carter Slade. Slade agrediu um surfista que o dropinou e ainda incentivou outro local a agredi-lo alguns dias mais tarde. A consequência foi uma pena de prisão de 9 meses e a proibição de surfar na sua praia local durante mais três anos.</p>
<p>Uma pena semelhante “calhou” a outro localista californiano, David Ortega, que ficou com a pena suspensa e a proibição de surfar na sua praia durante alguns meses. Ao fim de dois dias foi apanhado em flagrante e sentenciado a 6 meses de prisão.</p>
<p>Mas há uma praia que ao longo dos anos tem sido palco de mais casos de localismo desmedido do que outra qualquer, Lunada Bay. Este point break de direitas é considerado uma das melhores ondas da Califórnia, mas não está disponível para todos.</p>
<p>Aparentemente um grupo muito restrito de surfistas locais mantem um forte domínio sobre estas ondas com base na violência e intimidação. Mesmo quem mora muito perto deste pico tem dificuldades em lá surfar, evitando o pico devido aos seus locais.</p>
<p>Fartos da situação uma mão cheia de surfistas dos arredores criaram uma petição online a desafiar todos os surfistas da área a aparecerem na praia em conjunto para surfar Lunada Bay sem receios. No entanto, apesar da comunicação massiva deste &#8220;evento&#8221;, pouco mais do que duas dezenas de surfistas apareceram para desafiar os locais, e a surfada não teve qualquer tipo de consequências duradouras.</p>
<p>Uma nova “surfada comunitária” está para ser marcada mas, para já, Lunada Bay continua a pertencer aos locais…</p>
<p>http://youtu.be/uWbQDetMkQ8</p>
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		<title>A minha onda&#8230; e talvez a tua! &#124; By Pedro Soeiro Dias</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/a-minha-onda-e-talvez-a-tua-by-pedro-soeiro-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Soeiro Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 10:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Localismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O sentimento de pertença existe desde sempre em todos os segmentos da nossa existência, a sobreposição de poderes é avaliada por parâmetros hierárquicos ou locais. É desta forma que flutuamos por cima de subjugados ou nos encolhemos perante superiores momentâneos ou por outro lado, também podemos tentar contornar toda a lógica (como se houvesse uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento de pertença existe desde sempre em todos os segmentos da nossa existência, a sobreposição de poderes é avaliada por parâmetros hierárquicos ou locais. <span id="more-2783"></span>É desta forma que flutuamos por cima de subjugados ou nos encolhemos perante superiores momentâneos ou por outro lado, também podemos tentar contornar toda a lógica (como se houvesse uma lei universal) e seja em que situação for ou com quem for passamos por visionários oportunistas.</p>
<p>A minha opinião em relação ao localismo, no que ao surf diz respeito, é bastante clara e presumo, parecida com a grande maioria &#8211; Se existirem surfistas existe localismo. Em situações bem menos complexas temos alguns ataques de possessão desmedida, seja naquele determinado lugar de estacionamento em frente à porta de casa, o poiso na faculdade ou o canto da pista da discoteca lá da terra &#8211; casos em que existe pseudo-localismo. Já a apropriação legítima de tal pedaço de costa, é feita por aqueles que, por inerência do tempo que passam de molho no pico, mostram cara feia quando são confrontados com a invasão do forasteiro, ditam as regras do bom comportamento e… apanham umas à tua frente.</p>
<p>Em determinados sítios, o localismo tornou-se um utensílio de filtragem e orientação perante as mais diversas atitudes e/ou excesso de à vontade perante o próximo. É frequente ver, em alguns dos line-ups mais congestionados da nossa costa, a atitude do “deixa ver se pega”, ou a aquela “sou daqui desde pequeno”. É por estas e por outras que os guardiões do pico passam muitas vezes por maus da fita.</p>
<p>O localismo é um dado adquirido, não é algo que se possa construir ou desconstruir. Está inerente ao processo de maturação dos surfistas e demais utilizadores constantes do pico. O que se pode e deve fazer, é educar e procurar a melhor forma de gerir os pontos mais cinzentos existentes na batalha das prioridades.</p>
<p>Muitas vezes, até o próprio desconhecimento serve para criar problemas em momentos de descontracção. É por isso que regular o local onde se surfa é algo que acaba por ser útil e vantajoso para todos. Se não vejamos, não havendo localismo iria sempre imperar a lei do mais forte, por outro lado, se houver algum “alcaide” bem intencionado, consegue gerir-se a coisa de forma a que até o mais “maçarro” consiga pelo menos apanhar uma no rabo da mais pequena do set.</p>
<p><strong>Sobre o Autor</strong>:<br />
<em>Pedro Soeiro Dias | Individualista, enigmático, muito atento e crítico em relação a tudo o que rodeia. A convicção e a solidez com que defende os seus pontos de vista transmitem muitas vezes a ideia de arrogância.</em><br />
<em> Tem 33 anos e desde os 15 que tem prancha.</em><br />
<em> É realizador de formação e no início do século ainda explorou a indústria, mas a celeuma do mercado, fez com que se dedicasse à escrita.</em><br />
<em> As viagens marcaram o seu processo de maturação e, recentemente, viajou até ao Hawai, cumprindo um dos seus sonhos.</em><br />
<em> Vive, trabalha e surfa na Ericeira.</em><br />
<em> A paixão por “marcas” aliada a traços de personalidade que lhe conferem extrema sensibilidade para o marketing redesenharam o seu percurso profissional. Hoje é um marketeer apaixondado.</em></p>
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