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	<title>Laird Hamilton &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Laird Hamilton em Teahupoo &#124; Uma sessão que mudou a história do surf&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/laird-hamilton-em-teahupoo-uma-sessao-que-mudou-a-historia-do-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 11:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Laird Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[teahupoo]]></category>
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					<description><![CDATA[17 de Agosto de 2000]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Laird Hamilton é um nome que deveria dispensar apresentações, mas nos últimos anos tem estado um pouco mais apagado.</p>
<p>Desde muito jovem Laird mostrou-se um &#8220;espécime&#8221; impressionante, e muito jovem adotou o sobrenome do seu padrasto, o big wave rider Billy Hamilton. Mesmo fugindo do percurso &#8220;normal&#8221; perseguido por grande parte dos surfistas profissionais da época, acabou por se transformar numa referência no mundo das ondas grandes.</p>
<p>Considerado como o melhor big wave rider dos anos 90 e da década seguinte, Laird lançou o surf de tow-in no início dos anos 90, na companhia de Buzzy Kerbox e Darrick Doerner, inicialmente em pranchas grandes nos <em>outer reefs</em> de Oahu, mais tarde encurtando as pranchas e enfrentando ondas de tamanhos que até aí eram considerados impensáveis.</p>
<p>Outro contributo de Hamilton foi a utilização de pranchas com foil, uma invenção que não foi da sua autoria mas que Laird adotou cedo e acabou por divulgar a &#8220;modalidade&#8221; como nunca antes, sendo um dos grandes responsáveis pela sucesso deste estilo de surf.</p>
<p>Mas se houve algo que este havaiano fez que realmente marcou a história do surf mundial foi uma sessão de surf, em 17 de Agosto de 2000. Laird e os seus amigos perseguiram uma ondulação até Teahupoo, no Tahiti, e quando chegaram encontraram condições que nunca antes tinham sido captadas em vídeo. Ondas gigantes quebravam sobre a rasa bancada de coral, criando &#8220;lips&#8221; tão grossos como a altura da parede e a total ausência de vento só fez com que o dia parecesse algo de outro mundo. Até aí o tow-in era usado quase exclusivamente em ondas grandes e quando Hamilton e os amigos foram puxados para dentro de alguns dos mais pesados tubos alguma vez surfados, criou-se uma &#8220;tempestade perfeita&#8221; que faria desta uma das mais conhecidas sessões da sempre no nosso desporto. As filmagens encontraram o seu caminho não só para os filmes de surf da época como telejornais e peças documentais um pouco por todo o mundo e qualquer revista de surf que se prezasse usou as imagens na capa, e muitas páginas ao longo das edições. A partir daí o surf foi visto de outra maneira, com novas possibilidades de se fazer ondas que antes pareciam impossíveis.</p>
<p>Nos anos que se seguiram vários surfistas desafiaram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/code-orange-em-teahupoo-512/https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/code-orange-em-teahupoo-512/" target="_blank" rel="noopener">Teahupoo em dias maiores</a>, mas o impacto desta sessão nunca seria superado&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Surfer | Laird Hamilton Surf Teahupoo 17 August 2000" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/T8HCF2cef74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>6 surfistas que tentaram a sua sorte em Hollywood &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-surfistas-que-tentaram-a-sua-sorte-em-hollywood-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 08:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerry Lopez]]></category>
		<category><![CDATA[hollywood]]></category>
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		<category><![CDATA[Laird Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[Surfistas em Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Klyn]]></category>
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					<description><![CDATA[Ser surfista profissional é um sonho que poucos conseguem concretizar com sucesso. No entanto mesmo os mais bem sucedidos regularmente testam o seu potencial em outras àreas. A ONFIRE descobriu 6 surfistas que testaram as suas outras capacidades numa das arenas mais competitivas do planeta, Hollywood! Gerry Lopez O rei de Pipeline apareceu em dezenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser surfista profissional é um sonho que poucos conseguem concretizar com sucesso. <span id="more-29896"></span>No entanto mesmo os mais bem sucedidos regularmente testam o seu potencial em outras àreas. A ONFIRE descobriu 6 surfistas que testaram as suas outras capacidades numa das arenas mais competitivas do planeta, Hollywood!</p>
<p><strong>Gerry Lopez</strong></p>
<p>O rei de Pipeline apareceu em dezenas de filmes ao longo dos anos, mas quase todos a representar-se a ele próprio. Até que em 1982 surgiu num dos maiores filmes da década, “Conan, o Bárbaro&#8221;. Gerry fez o papel de “Subotai”, o fiel companheiro do Conan (Arnold Schwaznegger), uma das participações mais positivas (e despretensiosas) de sempre por uma estrela do surf. Ainda nessa década apareceu em outros filmes com algum sucesso como “Farewell to the King” e &#8220;North Shore&#8221; (Desafio no Havai), mas a sua carreira de actor ficou por aí e o havaiano voltou a focar-se na procura de ondas perfeitas.</p>
<p><iframe title="Conan the barbarian - Conan talks with Subotai" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eWG-nHuuCRc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Vince Klyn</strong></p>
<p>Vince é o surfista menos conhecido desta lista mas antes de emigrar de Oahu para Hollywood era presença regular nos melhores filmes de surf, como os míticos Wave Warriors. Ao longo dos anos, Klein apareceu em mais de 30 filmes ou séries, apesar de nunca se ter tornado num actor de primeiro plano. O seu maior sucesso foi também um dos seus primeiros filmes, “Cyborg”, onde que dividiu o protagonismo, com o mau da fita, Jean-Claude Van Damme. Mais tarde, como membro de um gang de surf, levou uns “kicks” de Patrick Swayze em “Point Break” e a última vez que apareceu num filme foi em 2004.</p>
<p><iframe title="Point Break - Beach Fight Scene" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aMukX7yVSTM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Kelly Slater</strong></p>
<p>Era visível desde muito jovem que Slater estava destinado à grandeza, mas o seu manager tentou antecipar a sua ascensão e quase queimou a sua imagem. Em 1992 Kelly tornou-se no mais novo campeão do mundo da ASP (actual WSL) e em simultâneo fez o papel de “Jimmy Slade” ao lado de Pamela Anderson, que mais tarde se tornaria sua namorada durante alguns meses, na conhecida série “Baywatch”. Isso foi óptimo para a sua imagem no “main stream”, mas péssimo para a sua reputação no meio do surf. A partir daí Slater dedicou-se quase a 100% ao surf durante quase duas décadas e fez uma das mais impressionantes carreiras da história do desporto, conquistanto rapidamente a sua credibilidade na comunidade surfistica.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kelly Slater on Baywatch - Slade vs Brody" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/eLijlbTA9go?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Menção Honrosa</strong></p>
<p>Laird Hamilton, Buzzy Kerbox, Brian Keaulana em Waterworld. Em 1995 Kevin Costner decidiu torrar a sua fortuna num filme em que poucos acreditavam, fazendo uma espécie de MadMax passado no oceano. Laird, Buzzy, Brian e outros watermen foram chamados para fazer de duplos em algumas das mais incríveis acrobacias aquáticas alguma vez feitas para um filme. Waterworld foi considerado um dos maiores <em>flops</em> de todos os tempos, o que quase levou Costner à falência.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Waterworld Official Trailer #1 - Kevin Costner Movie (1995) HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/NpKbULrB9Z8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">CURIOSIDADES SURFISTICAS aqui</a>!</p>
<p>Mais surfistas que tentaram a sua sorte em Hollywood na próxima semana em <a href="http://www.onfire.surf" target="_blank" rel="noopener">onfire.surf</a>!!</p>
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		<title>António Silva fala sobre a sessão na Galiza, a Nazaré, Laird Hamilton e + &#124; Mini-Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/antonio-silva-fala-sobre-a-sessao-na-galiza-a-nazare-laird-hamilton-e-mini-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 15:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Laird Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[Mini-Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[Uns meses depois de ser notícia a nível nacional e internacional, António Silva volta a dar que falar. Desta vez o surfista da Praia Grande passou a fronteira à procura de tubos e desafiou algumas das condições mais pesadas que vimos nos últimos anos. Como começa a ser tradição, “Toni” deu a primeira entrevista à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uns meses depois de ser notícia a nível nacional e internacional, António Silva volta a dar que falar. Desta vez o surfista da Praia Grande passou a fronteira à procura de tubos e desafiou algumas das condições mais pesadas que vimos nos últimos anos.</p>
<p><span id="more-14083"></span></p>
<p>Como começa<a title="Mini" href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/antonio-silva-fala-sobre-a-sessao-da-nazare-mini-entrevista-exclusiva/" target="_blank"> a ser tradição</a>, “Toni” deu a primeira entrevista à ONFIRE onde falou sobre a sua surfada, a actualidade e outros tópicos que têm dado muita polémica.</p>
<p><b>Onde surfaste no dia 27 de Outubro?</b><br />
Estive na Corunha, em Espanha, fui lá apanhar umas ondas. Vi que o swell ia ser enorme e que o período ia ser gigante, como já não via há uns anos. Fui com o meu parceiro de <i>tow in</i>, o Ramon Laureano, e um grupo de grandes amigos como o João Guedes, Ivo Santos, Faustino, Malafaya e o Axi Munian que é quem descobriu a onda e quem nos deu o “call” para irmos. No ano passado tínhamos curtido altos tubos lá e estávamos a aguardar que aparecesse um swell mesmo &#8220;XXL&#8221; para arrancarmos.</p>
<p><b>Quando recebemos as primeiras fotografias deste pico, há uns bons meses, pediste para não publicarmos as tuas imagens. O que mudou entretanto?</b><br />
Antes o Axi pediu-me para não divulgar e eu respeito essa situação. Só surfei lá porque ele me convidou, de outra maneira não teria ido, e respeitar os locais é a regra número um para mim! Esperámos até ao dia certo, que foi este, e agora já se pode divulgar. De facto uma onda daquelas merece ser vista, há poucas assim no mundo e aquela costa tem um grande potencial.</p>
<p><b>Porquê Corunha e não Nazaré?</b><br />
Porque é o tipo de ondas que eu gosto! Eu gosto é de “slabs” e tubos, e de maneira alguma eu trocaria um tubo por uma onda na Nazaré. Claro que a Nazaré é uma onda assustadora, é outro tipo de mar e anda-se a bater recordes muito grandes ali. Acho que é um grande orgulho para todos nós termos a Nazaré. Mas o que eu gosto de fazer é dar tubos!</p>
<p><b>Como foi a sessão? No vídeo deu para perceber que estava muito vento&#8230;</b><br />
Chegámos lá e não era vento, eram ciclones de vento “side-off”. Sabíamos que o pico do swell ia ser ao fim do dia mas até às duas da tarde não havia sinais de dele e começamos a questionar se realmente ia dar alguma coisa ou não. Às duas da tarde estava a dar ondas de três metros, mas às três já estavam seis metros, 10 minutos depois estavam sete metros, depois 10. Fomos para o porto, de onde saímos pois a onda é em alto mar, e arrancámos. Foi surreal, o período era tão grande que houve ondas em que a primeira do set juntava com a segunda. Comecei por apanhar umas mais no rabinho da onda só para perceber como estava e vimos logo que aquilo estava “sinistro” de andar atrás da mota, o vento era descomunal. Entravas na onda e já não vias nada e tinha muitos saltos&#8230; Apanhei umas mais ou menos e a seguir apanhei uma linda que ia ser o tubo da minha vida. Entrei perfeito e puxei um bocado para trás do pico para entrar mesmo tipo backdoor mas quando estou a puxar para dentro o pé salta-me do <i>footstrap</i> e de repente aquilo virou um pesadelo. Fiquei de costas a descer em layback, voltei a encaixar o pé mas aí já estava na base da onda sem velocidade. Vi o lip a passar por cima de mim, uma cena medonha.</p>
<p><b>Foi o queda mais violenta que já deste?</b><br />
Sim, ondas de alto mar são muito perigosas. Nestes baixios de alto mar vais de uma profundidade de poucos metros para centenas se for preciso. Perdi o ar na queda, senti logo os ouvidos a rebentar e percebi que já estava muito fundo. Relaxei e quando senti que ela perdeu a força abri os olhos para nadar e vejo tudo preto. Começo a nadar e não vinha ao de cima. Entretanto, depois de nadar muito, comecei a ver luz mas vim para baixo outra vez por causa da onda seguinte. Aí já me estava a faltar mesmo o ar. Quando finalmente cheguei acima vi o jet ski a vir mas ele estava muito fora e levei com outra. Até que o Ramon me apanhou, mesmo a tempo porque depois entrou um set que não sei o que teria acontecido se ainda estivesse no mesmo sítio.</p>
<p><b>A sessão acabou aí?</b><br />
Sim, perdi a prancha, andei uma hora à procura dela e não a encontrei, por isso a sessão acabou aí, com o “wipe out” da minha vida. Foi bom, deu para sentir que o treino que tenho vindo a fazer tem valido a pena, deu para sentir que tenho de treinar mais ainda! Tenho treinado muito com o Ramon, com o SurfFisio e com o Jojo, e acho que foi isso que me salvou a vida.</p>
<p><b>Isso quer dizer que se acabaram as noitadas e maluqueiras?</b><br />
O pessoal do Lux já sente a minha falta (risos), tenho tido muitas faltas de comparência.</p>
<p><b>Vais estar de olho nessa onda no resto do Inverno?</b><br />
Sim, e há mais. Para mim é “slabs”, surfar todo o tipo de ondas que houver em Portugal e por perto. Quando tiver tempo é disso que vou andar para trás.</p>
<p><b>Estás sem patrocínios, como consegues continuar a fazer esta vida a perseguir ondas pesadas e perfeitas?</b><br />
Boa pergunta. Tenho a sorte de ter o parceiro que tenho, que é o Ramon, e de ter os amigos que tenho. É mesmo disto que eu gosto, destas ondas pesadas, não me tentem vender outras coisas. Não faço surf para ir ao telejornal ou para falarem de mim. Isso pouco me interessa, eu gosto é de surfar e puxar os meus limites. Agora estive um mês a trabalhar, a fazer <i>water patrol</i> no Moche Series, para ter dinheiro para fazer esta sessão e mais algumas. Tenho que agradecer ao Francisco Spínola por nos ter contratado. Vou sempre andar atrás destas ondas, haja patrocínios ou não, posso é ter menos tempo para dedicar a isto.</p>
<p><b>A mediatização que tiveste nestes últimos não se traduziu em patrocínios, ou oportunidades?</b><br />
Nada. Tenho um bom patrocínio de pranchas, a SUPERbrand, o apoio do bar Guilty, e mais alguns. Tenho amigos, como o Pedro Gonçalves “Dr Ding”, que também me tem ajudado muito. Mas de resto não tenho mais nada. Isto num país em que está a acontecer tanta coisa com o surf&#8230;</p>
<p><b>Só para terminar, o que achas das <a title="Laird" href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/segundo-laird-hamilton-maya-gabeira-nao-tem-habilidade-para-surfar-na-nazare/" target="_blank">polémicas afirmações do Laird Hamilton</a>?</b><br />
Acho que ele faltou ao respeito aos big wave riders do mundo inteiro. Acho que isto das ondas grandes tem de haver respeito quer se surfe ondas mais moles ou mais pesadas, estamos todos ali a arriscar a vida, tem  de haver respeito e reconhecimento. A Maya quase morreu duas vezes, é uma heroína, muitos homens morreriam ali. A onda do Burle é gigante, e quebra, foi animal. Tenho todo o respeito por ele e pelo Garrett e todos os que andam ali a arriscar a vida em situações extremas. Não vejo ponto nenhum positivo no que o Laird disse.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Segundo Laird Hamilton, Maya Gabeira não tem habilidade para surfar na Nazaré&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/segundo-laird-hamilton-maya-gabeira-nao-tem-habilidade-para-surfar-na-nazare/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 16:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Burle]]></category>
		<category><![CDATA[Laird Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Gabeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Laird Hamilton é conhecido por ser um dos surfistas mais destemidos do mundo. Este havaiano aparentemente não tem medo de nada e tem sido uma das pessoas que mais puxou os limites do surf em ondas grandes. E pelos vistos também não tem medo de ser polémico! Há menos de 6 meses criticou a prática [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Laird Hamilton é conhecido por ser um dos surfistas mais destemidos do mundo. Este havaiano aparentemente não tem medo de nada e tem sido uma das pessoas que mais puxou os limites do surf em ondas grandes.<span id="more-14061"></span></p>
<p>E pelos vistos também não tem medo de ser polémico! Há menos de 6 meses criticou a prática de algo que foi praticamente o pioneiro e maior impulsionador, o surf puxado por jet ski. Laird introduziu o tow in não só em ondas grandes como em ondas pesadas e foi por influência dele que se começou a&#8221;puxar&#8221; com mais regularidade em Teahupoo. Foi quando voltou a esse pico, muitos anos depois de ter &#8220;lançado a bomba&#8221;, que gerou polémica ao <a title="Laird" href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/laird-hamilton-critica-uso-de-jet-skis-em-teahupoo/" target="_blank">criticar os surfistas que estavam nesse dia a ser puxados</a>.</p>
<p>Recentemente Hamilton voltou à carga quando foi inquirido pela CNN sobre a possibilidade de Carlos Burle ter quebrado o recorde mundial de ondas grandes. Laird começou por dizer que para essa onda ser considerada como a maior já surfada teria que surfada com sucesso e que isso não aconteceu. Segundo Hamilton, a onda só deve ser considerada como sendo surfada com sucesso se o surfista sair dela em segurança, o que não aconteceu pois Carlos foi &#8220;comido&#8221; pela espuma.</p>
<p>Este havaiano também não poupou Maya Gabeira, dizendo que ela não tem habilidade para surfar este tipo de mar e que não deveria estar no mar nestas condições.</p>
<p>Algo nos diz que esta &#8220;conversa&#8221; não vai ficar por aqui&#8230;</p>
<p>Podes ver a entrevista completa de Laird Hamilton, na CNN, abaixo&#8230;</p>
<a href="http://youtu.be/xpxDp5VYJ0Q">http://youtu.be/xpxDp5VYJ0Q</a>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Pai&#8221; do tow-in (Laird Hamilton) critica uso de jet skis em Teahupoo</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/laird-hamilton-critica-uso-de-jet-skis-em-teahupoo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Laird Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[teahupoo]]></category>
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					<description><![CDATA[Laird Hamilton é considerado um dos “pais” do tow-in. Alguns surfistas já tinham feito experiências de puxar os seus amigos para ondas, mas foi Laird e os seus amigos que acabaram por desenvolver esta prática e dar-lhe visibilidade a nível mundial. Tudo começou nos “outter reefs” havaianos onde se juntou com dois outros big wave [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Laird Hamilton é considerado um dos “pais” do tow-in. Alguns surfistas já tinham feito experiências de puxar os seus amigos para ondas, mas foi Laird e os seus amigos que acabaram por desenvolver esta prática e dar-lhe visibilidade a nível mundial.<span id="more-9936"></span></p>
<p>Tudo começou nos “outter reefs” havaianos onde se juntou com dois outros big wave riders e começaram a puxar-se para as ondas com um pequeno (mas potente) barco. Através de uma reportagem na revista SURFER o tow-in ficou visível a todo o mundo e rapidamente se substituiu o barco por um jet ski. A evolução de outras modalidades dentro do surf, como o Stand Up Paddle, também devem muito a este surfista que desde cedo mostrou a surfistas de todo o mundo o potencial desta maneira de surfar.</p>
<p>Também foi Laird que ajudou a puxar os limites do que se considerava surfável em alguns spots. O melhor exemplo foi a sua sessão em Teahupoo puxado por jet ski num dia com ondas &#8220;quadradas&#8221;. Essas imagens correram mundo, e de imediato o tow-in começou a ser usado para surfar ondas gigantes também em picos como Jaws, onde pouco tempo antes se considerava impossível de ir a “braços”.</p>
<p>Hamilton tem aparecido e desaparecido dos media ao longo dos anos, focando algum tempo a projectos de fitness bastante abrangentes. Até que nas sessões recentes em Teahupoo, o pai do tow-in reapareceu. Laird apanhou as suas “bombas” e constou em vários clips que rodaram o mundo. Mas aparentemente não ficou muito satisfeito com a sessão pois, numa entrevista ao canal TMZ, Hamilton mostrou a sua revolta comentando que &#8220;<em>palhaços de jet ski</em>&#8221; tinham estragado a sua sessão!</p>
<p>Segundo as suas declarações, “<em>Eles estavam mais preocupados em apanhar a sua próxima onda do que com as pessoas que estavam no pico&#8221;,</em> contou! “<em>O caos resultante do movimento jet ski parece um circo e algumas atitudes foram uma autêntica palhaçada. Muitos estavam “armados” com cameras e arrancavam em ondas que já sabiam que não iam completar, tudo para terem uma foto deles</em>”.</p>
<p>Será que este é o momento em que Laird Hamilton realizou que “criou um monstro”?</p>
<p>(O momento que mudou tudo no ano 2000)</p>
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<p>&nbsp;</p>
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