<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Andrea Lopes &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/andrea-lopes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 Nov 2024 16:24:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>4 surfistas esquecidos que venceram no Championship Tour &#124; Parte 3</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/4-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 16:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas esquecidos que venceram no WCT]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Keanu Asing]]></category>
		<category><![CDATA[Nathaniel Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Trent Munro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=73952</guid>

					<description><![CDATA[Timmy, Trent, Keanu e Andrea...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vencer no Championship Tour é o ápice da carreira de qualquer surfista profissional, com direito a lugar no Hall of Fame do nosso desporto. Ou não? Com os anos os surfistas vão caindo no esquecimento e, 9 anos depois da primeira lista a ONFIRE lança mais 5 nomes que obtiveram o sucesso máximo como profissionais e hoje em dia poucos se lembram deles&#8230;</p>



<p><strong>Timmy Curran</strong><br>Se já eras surfista nos anos 90 seguram conheces este nome, não pela sua competitividade mas pelo surf progressivo. Curran era uma das grandes estrelas do geração que ficou conhecida com os &#8220;pre-schoolers&#8221; ao lado de Kalani Robb e tantos outros, fazendo do alley oop, uma manobra pouco conhecida na época a sua marca registada. Na época do VHS, Curran era um daqueles nomes obrigatórios nos melhores filmes de surf e, claro, nas revistas. Depois de alguns anos a batalhar no circuito QS, Timmy qualificou-se para o Championship Tour e no seu ano de estreia, 1999, venceu duas etapas, o Japan Pro e o Lacanau Pro e terminando em 6º lugar no ranking. O futuro parecia promissor mas a partir daí Timmy &#8220;descarrilou&#8221;. No ano seguinte, que tinha 13 etapas, fez quatro 9ºs e um 5º lugar mas o resto foi 33º e 17ºs, falhando assim a qualificação para o ano seguinte. Em 2003 estava de volta ao CT, mas praticamente não passou do round 2, garantindo-se no tour via QS, repetindo a fraca prestação na temporada seguinte, com excepção de um 3º lugar em Fiji e um 9º em Pipeline, o californiano perdeu quase todas as primeiras de primeira. Depois de alguns anos a manter-se no activo como free surfer, protagonizando um dos primeiros legítimos <em>backflips</em> a serem captados em vídeo. Eventualmente largou o surf e dedicou-se à música, também com um sucesso bastante limitado. Curiosamente o seu irmão, Nathaniel, seguiu as suas pegadas, tendo passado também pelo Championship Tour mas não permaneceu muito tempo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Tim Curran in GOOD TIMES" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ry7F9hixA_U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Andrea Lopes</strong><br>Quando Portugal tinha Patrícia Lopes como representante nacional no circuito mundial feminina, o Brasil tinha Andrea Lopes, que conseguiu &#8220;furar&#8221; o top16 algumas vezes durante os anos 90. Eventualmente Andrea teve alguns problemas de saúde e largou o tour, mantendo-se mesmo assim activa nos circuitos brasileiros. Em 1999 recebeu um convite para competir no Rio Surf Marathon e fez a primeira vitória feminina de uma wildcard no circuito da WSL (na época ASP). Lopes bateu surfistas como Trudy Todd, Lynette MacKenzie, Yvonne Rogencamp e a surfista mais dominante da época, Layne Beachley (2x), para se encontrar com uma jovem Keala Kennelly na final e vencer. Foi um momento que marcou a sua carreira e o próprio surf brasileiro mas que entretanto caiu no esquecimento&#8230;</p>



<p><strong>Trent Munro </strong><br>2005 Foi também o primeiro e único ano que em que um surfista ganhou a mais antiga prova do tour, o Rip Curl Pro Bells Beach, a surfar para a esquerda. A falta de ondas em Bells obrigou a que a prova fosse deslocada para Woolamai Beach, em Phillip Island, onde os melhores surfistas do mundo encontraram boas esquerdas de meio a um metro. <strong>Trent Munro</strong> era conhecido pelo seu <em>hack</em> (um <em>snap</em> poderoso) de<em> frontside</em>, mas o seu<em> backside</em> estava perfeito e facturou a segunda vitória da sua carreira, batendo Andy Irons na final. Antes disso Trent tinha triunfado vencendo uma das 5 etapas realizadas no ano dos atentados de 11 de Setembro, o Rio Surf Internacional, no Brasil. O <em>aussie</em> venceu também várias etapas &#8220;prime&#8221; no circuito QS mas eventualmente saiu do tour. Actualmente o australiano divide o seu tempo entre a gestão da sua escola de surf e as viagens regulares para locais como a Indonésia mas caiu bastante no esquecimento fora do seu país.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Trent Munro &quot;Knackers&quot;" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/hUwwA695hKU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Keanu Asing</strong><br>O pequeno havaiano ainda se mantém minimamente relevante no surf profissional, tendo-se reformado do tour no ano passado, mas mantendo-se bem ligado à indústria com o papel de team manager global da Billabong. Mas poucos se lembram que esteve no Championship Tour e venceu uma etapa. O ponto forte o seu surf é o backside, e no último dia do Quiksilver Pro France de 2016 Asing encontrou esquerdas bem à sua medida para bater dois surfistas que estava a disputar o título, Gabriel Medina e John John Florence. Os astros nunca mais se alinharam para Keanu, que mesmo assim não conseguiu a qualificação para o Championship Tour nesse ano, voltando, mesmo assim, alguns mais tarde, um regresso que também foi breve.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="The Scrapper: Keanu Asing Profile" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/d0RpzVJ27EI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">73952</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Os 15 wildcards que já venceram etapas do Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-15-wildcards-que-ja-venceram-etapas-do-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Boy Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Melanie Bartels]]></category>
		<category><![CDATA[Myles Padaca]]></category>
		<category><![CDATA[Neco Padaratz]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Tatuí]]></category>
		<category><![CDATA[Wildcard]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=63654</guid>

					<description><![CDATA[De Ricardo Tatui a Moana Jones Wong!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moana Jones Wong fez história ao vencer o Billabong Pro Pipeline de 2022, a primeira vitória de um <em>wildcard</em> em mais de uma década. Fica a saber quem foram todos os <em>wildcards</em> a vencer no Championship Tour…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ricardo Tatui &#8211; Quiksilver Surfmasters &#8211; Biarritz &#8211; França &#8211; 1994 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
O brasileiro Ricardo Tatui fez parte da primeira grande geração de surfistas brasileiros no CT, e em 1993 ficou tão perto da qualificação que recebeu um <em>wildcard</em> para competir no Quiksilver Surfmasters. Em ondas muito pequenas em Biarritz, Tatui bateu <strong>Stuart Bedford Brown</strong>, Kelly Slater, <strong>Michael Barry</strong>, <strong>Damien Hardman</strong> e <strong>Shane Powell</strong> a caminho da final, onde derrotou <strong>Jeff Booth</strong> para se tornar no primeiro <em>wildcard</em> a vencer uma prova do CT. Esta vitória marcou um dos pontos altos do surf brasileiros da década, já que <strong>Teco Padaratz</strong> venceu a etapa anterior do Championship Tour e <strong>Fábio Gouveia</strong> venceu a prova seguinte, um QS em Ribeira D’Ilhas. Ricardo qualificou-se para o Championship Tour de 95 mas este resultado no sudoeste francês foi o ponto alto da sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes &#8211; Chiemsee Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Havai -1997 &#8211; 12º etapa</strong><br />
O descendente de portugueses, Johnny Boy Gomes, era um dos “donos” do North Shore nos anos 90 e já tinha vencido no Havai anteriormente. Mas foi esta prova que realmente o lançou já que bateu <strong>Kelly Slater</strong> (2x), <strong>Pat O’Connell</strong>, <strong>Kaipo Jaquias</strong>, Kalani Robb e Shane Dorian para encontrar na final <strong>Michael Ho</strong>, que na altura deu que falar por ter chegado a esta fase aos 40 anos. A vitória ficou com Gomes, que dominou com grandes tubos para Pipeline.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Joel Parkinson &#8211; Billabong/MSF Pro &#8211; Jeffreys Bay &#8211; Africa do Sul &#8211; 1999 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Com apenas 18 anos e relativamente desconhecido fora da Austrália, Parko recebeu um <em>wildcard</em> para esta prova e surpreendeu-se a si próprio. A caminho da final este “grom” bateu Sunny Garcia, <strong>Glyndyn Ringrose</strong>, <strong>Michael Campbell</strong>, <strong>Luke Hitchings</strong>, Jake Paterson e <strong>Rob Machado</strong> para encontrar na final o havaiano <strong>Ross Williams</strong>. Contra todas as expectativas, Joel venceu, colocando-se de um momento para o outro como um dos melhores juniores do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Neco Padaratz &#8211; Gotcha Pro &#8211; Huntington Beach &#8211; EUA &#8211; 1999 &#8211; 8ª etapa</strong><br />
A esta altura Neco Padaratz já tinha passado pelo CT e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">já tinha desistido, a meio de uma temporada</a>. Por ter chegado à final da prova QS realizada na mesma praia na semana anterior o brasileiro recebeu um<strong> wildcard</strong> para este CT e tratou de dominar a prova. Neco bateu <strong>Occy</strong>, Michael Campbell, Renan Rocha, <strong>Michael Lowe</strong>, Sunny Garcia e ainda <strong>Fábio Gouveia</strong> na final, para vencer a sua primeira etapa no Championship Tour. No ano seguinte estava de volta à elite, onde voltaria a vencer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Andrea Lopes &#8211; Rio Marathon Surf International &#8211; Rio de Janeiro &#8211; Brasil &#8211; 1999 &#8211; 12ª etapa</strong><br />
Andrea foi a representante brasileira no top16 da ASP durante alguns anos, mas já estava afastada do mais alto nível de competição há alguns anos. Até que recebeu um <em>wildcard</em> e tratou de mostrar todo o seu conhecimento das ondas locais para levar o público ao rubro ao derrotar <strong> Keala Kennelly</strong> na final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Kelly Slater &#8211; Mountain Dew Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 1999 &#8211; 13ª etapa</strong><br />
<strong> Kelly Slater &#8211; Gotcha Pro Tahiti &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2000 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
Slater reformou-se no fim de 1998 quando conquistou o seu sexto título mundial. Mesmo assim fez questão de mostrar que ainda era o melhor do mundo, vencendo a prova de Pipeline em 99, batendo o campeão mundial, Occy, nas meias, e o seu amigo <strong>Shane Dorian</strong> na final em Teahupoo no ano seguinte. Em 2002 voltou ao tour a tempo inteiro, mantendo-se até à actualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mick Fanning &#8211; Australian Rip Curl Pro &#8211; Bells Beach &#8211; Austrália &#8211; 2001 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Fanning quase conseguiu a qualificação para o tour de 2001, e mostrou que tinha surf de sobra para ter sucesso derrotando <strong>Rob Machado</strong>, <strong>Renan Rocha</strong>, <strong>Luke Egan</strong>, <strong>Peterson Rosa</strong>, <strong>Taylor Knox</strong> e <strong>Paul Canning</strong>, a caminho da final contra <strong>Danny Wills</strong>. Foi um ano que, devido aos ataques de 11 de setembro, ficou reduzido a 5 etapas, e uma vitória nesta prova deveria ter metido o jovem australiano numa sólida disputa pelo título. Mas a sua vez chegaria, alguns anos mais tarde…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Myles Padaca &#8211; Rip Curl Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2001 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
Numa das provas mais caóticas da história da ASP, o destaque havaiano Myles venceu os <em>trials</em> e logo no round 2 bateu o surfista que acabaria por se tornar campeão mundial nesse ano, CJ Hobgood. Felizmente para o surfista da Flórida, praticamente todos os seus “concorrentes” perderam nesse round ou no seguinte. Padaca ainda bateu <strong>Trent Munro</strong>, Renan Rocha e <strong>Kalani Robb</strong>, defrontando outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Mick Fanning</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jamie O’Brien &#8211; Rip Curl Pipeline Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii -2004 &#8211; 11º etapa</strong><br />
Jamie era um dos grandes nomes da nova geração em Pipeline e, felizmente para ele, na altura ainda era patrocinado pela Rip Curl, que lhe atribuiu um <em>wildcard</em>. Na época esta prova ainda “albergava” 48 surfistas e O’Brien bateu <strong>Richie Lovett</strong>, <strong>Chris Davidson</strong>, Mick Lowe, CJ Hobgood (2x), <strong>Lee Winkler</strong>, <strong>Darren O’Rafferty</strong>, <strong>Cory Lopez</strong> (2x),<strong> Shane Beschen</strong> e Kelly Slater, para se juntar a uma final de 4 surfistas 100% havaiana com Kalani Robb, Sunny Garcia e <strong>Bruce Irons</strong>. A vitória foi decidida nas primeiras ondas que os “elders” deixaram passar e Jamie transformou em notas altas, e pouco mais entrou nesta bateria, o que coroou este improvável Pipe Master.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Stephanie Gilmore &#8211; Roxy Pro &#8211; Gold Coast &#8211; Austrália &#8211; 2005 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
<strong> Stephanie Gilmore &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2006 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Com 17 e 18 anos Steph Gilmore venceu etapas do CT na Austrália, derrotando sempre sem grandes dificuldades as top seeds do tour. A sua qualificação em 2007 fez uma mudança de guarda automática já que nenhuma das surfistas que se encontravam no tour esses anos voltaram a vencer títulos mundiais enquanto que Gilmore venceu 7 e ainda pode somar mais alguns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melanie Bartels &#8211; Roxy Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2006 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
A havaiana mais <em>roots</em> de sempre no tour já tinha estado alguns anos no CT, sem grandes resultados. Apesar de ter competido nos <em>trials</em>, recebeu a sua vaga devido a uma desistência, mas aproveitou bem a oportunidade avançando até à final, onde bateu outra <em>wildcard</em>, <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Anos mais tarde Bartels voltou a vencer, desta vez no Brasil e como membro oficial do tour, acabando o ano numa sólida 7º posição do ranking.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bruno Santos &#8211; Billabong Pro &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2008 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
O brasileiro “Bruninho” Santos já tinha mostrado muito bom surf em provas CT em Pipeline e não só, e qualificou-se para esta prova com um segundo lugar nos <em>trials</em>. A caminho da final derrotou Mick Fanning, Taj Burrow, <strong>Tim Reyes</strong>, Adriano de Souza e CJ Hobgood para se juntar a outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Manoa Drollet</strong>. Em ondas muito pequenas, nenhum chegou à média combinada dos 10 pontos, mas a vitória sorriu a este que é um dos melhores <em>tube riders</em> do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tyler Wright &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2008 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
<strong> Tyler Wright &#8211; O&#8217;Neill World Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2010 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Convidada aos 14 anos para participar na sua primeira etapa do CT, Tyler não fez cerimónias e venceu a prova, mantendo até aos dias de hoje o recorde de ser a surfista mais nova a vencer uma prova do Championship Tour. Dois anos mais tarde, ainda como <em>wildcard</em>, repetiu a dose em Sunset, um preview do que estava para vir. Em 2016 e 2017 sagrou-se campeã mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carissa Moore &#8211; Gidget Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2009 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Entre Steph, Tyler e Carissa Moore, era bem visível que havia uma geração “no forno” que ia dominar por completo o tour. Carissa já tinha feito uma final como <em>wildcard</em>, mas em Sunset o que tinha para oferecer, vencendo assim a sua primeira prova. Neste momento Moore contabiliza 5 títulos mundiais, com potencial de conquistar mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Moana Jones Wong &#8211; Billabong Pro Pipeline &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 2022 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Moana Jones já era “a” cara feminina em Pipeline há alguns anos, o que fez do seu <em>wildcard</em> na prova de estreia do CT neste local obrigatório. Ao longo dos dias a esta jovem surfista de 22 anos foi-se mantendo fiel ao seu <em>game plan</em>, apostando tudo nos tubos para a esquerda, dominando por completo a prova e deixando claro que será uma forte candidata a esta vitória por muitos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63654</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
