A pouco mais de meio do ano, voltam a surgir algumas novidades numa temporada que foi bastante parada em termos de patrocínios.

Em Portugal há algumas, poucas, mudanças de patrocínios. Guilherme Fonseca representou a Noah Surf House durante alguns anos mas desde o início do ano tem surfado com o bico da sua prancha “limpo”. Entretanto Afonso Antunes, que terminou o circuito Europeu de qualificação em 4º lugar e qualificou-se para os Challenger Series, volta a ocupar o bico da sua prancha, pela primeira vez desde 2022, passando a usar precisamente o logótipo da Noah Surf House no bico da sua prancha. Ainda a nível nacional, a ex-campeã nacional de sub20, Érica Máximo colou mais um autocolante na sua prancha, a da marca de protectores solares Aiguadolç.

A nível internacional as surpresas começaram com Erin Brooks, que passou a ser atleta Nike. Mesmo sem ter saído da marca que a acompanha desde “mini grom”, a canadiana que com apenas 18 anos acabados de fazer já completou a sua primeira temporada no Championship Tour, ocupando neste momento a 9º posição do ranking, mantém-se na Rip Curl mas junta-se a Ítalo Ferreira e Sierra Kerr na Nike. Mas a grande novidade foi sem dúvida a contratação de um dos melhores surfistas da actualidade, Mateus Herdy, pela Rivvia Project. O brasileiro teve durante alguns anos contratos muito lucrativos com a Quiksilver e Red Bull, mas as suas saltaram fora e desde 2024 que esta grande promessa andava a “sobreviver” de apoios. Aparentemente Julian e Ryan reconheceram o valor de Herdy e assinaram um contrato que para já é bastante curto pois vai só até ao fim dos Challenger Series, mas que parece ter incentivado o jovem fenómeno, que neste momento ocupa a segunda posição do ranking Challenger Series. Mateus junta-se a a Julian Wilson, Ryan Callinan, Hiroto Ohhara, Kai Kushner, Kai Gale Grani e Caden Francis nesta que se está a tornar numa das melhores equipas de surf da actualidade.

Rumores:
Gabriel Medina tem sido visto a surfar em alguns vídeos de Channel Islands. O 3x campeão mundial surfa de Cabianca desde o início da sua carreira, raramente sendo visto com outra prancha, tirando uma Lost ou outra e Tokoro’s no Havai. Poderá não ser nada ou ser o início de uma nova fase para este surfista brasileiro.
Consta que um surfista nacional que há alguns anos foi candidato ao título da liga MEO está em vias de entrar numa das 4 grandes marcas de surf. Quem será?

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