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	<title>XCult &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Chilli Surfboards em Portugal a partir de dia 16</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/chilli-surfboards-em-portugal-a-partir-de-dia-16-de-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2014 19:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Chilli Surfboards]]></category>
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					<description><![CDATA[Se fazes surf é quase certo que já conheças as pranchas de James Cheal. O seu logótipo, na forma de uma pimenta, é um dos mais icónicos e facilmente reconhecidos da indústria do surf. Muitos dos melhores surfistas do mundo “carregam” este logótipo nas suas pranchas em especial destaque para Tiago Pires, que usa estas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se fazes surf é quase certo que já conheças as pranchas de James Cheal. <span id="more-18198"></span>O seu logótipo, na forma de uma pimenta, é um dos mais icónicos e facilmente reconhecidos da indústria do surf.</p>
<p>Muitos dos melhores surfistas do mundo “carregam” este logótipo nas suas pranchas em especial destaque para Tiago Pires, que usa estas pranchas quase exclusivamente. Outros grandes surfistas desta equipa são Mitch Coleborn, Perth Standlick e Laura Enever, e muitos outros não fazem parte do “team” mas “carregam” os seus quivers de Chillis. Em Portugal surfistas como <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/ze-ferreira-basics-oz-e-indo-443/" target="_blank"> Zé Ferreira</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/vasco-ribeiro-em-16o-lugar-no-wqs/" target="_blank">Vasco Ribeiro</a> e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/ruben-gonzalez-assina-com-xcult-e-fonte-viva/" target="_blank">Ruben Gonzalez</a> também têm sido vistos a surfar com pranchas deste shaper.</p>
<p>Este shaper australiano já esteve várias vezes em Portugal, apesar de nunca ter sido “oficialmente” para shapar. Foi numa das sua visitas que Cheal <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/entrevista-a-james-cheal-shaper-da-chili/" target="_blank">deu uma entrevista à ONFIRE e mostrou interesse em trabalhar no nosso país </a>e organizar uma distribuição europeia através deste “cantinho”.</p>
<p>E apesar de ter demorado alguns anos, finalmente aconteceu, a marca Chilli Surfboards está em Portugal representada pela XCult. Isso quer dizer que a partir do dia 16 de Junho vais poder falar e encomendar o teu quiver com este master shaper. Não percas esta oportunidade!!!</p>
<p>Mais informações e contactos<a href="http://www.xcultsurfboards.com/contactos/" target="_blank"> AQUI</a>!</p>
<p><iframe title="Testing Days" src="https://player.vimeo.com/video/42523522?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Ruben Gonzalez assina com XCult e Fonte Viva</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/ruben-gonzalez-assina-com-xcult-e-fonte-viva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 22:39:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[Ruben Gonzalez é “dono” de um dos mais completos CV’s da história do surf português. Aos 34 anos é o recordista de títulos nacionais da Liga MOCHE, foi campeão europeu na categoria sénior, e já liderou o circuito europeu profissional. Além disso, em 1997, terminou em 9º lugar na etapa do WCT Buondi Sintra Pro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ruben Gonzalez é “dono” de um dos mais completos CV’s da história do surf português.<span id="more-16685"></span> Aos 34 anos é o recordista de títulos nacionais da Liga MOCHE, foi campeão europeu na categoria sénior, e já liderou o circuito europeu profissional.</p>
<p>Além disso, em 1997, terminou em 9º lugar na etapa do WCT Buondi Sintra Pro, eliminando Kelly Slater no processo. E como se isso não chegasse, Ruben é um dos mais atirados surfistas do país, sendo neste momento um sério candidato ao prémio de “Maior Onda” no concurso online MOCHE Winter Waves.</p>
<p>Tudo isto faz de Gonzalez um dos melhores embaixadores que uma marca pode ter. Como tal não é de estranhar que tenha juntado recentemente mais dois patrocinadores, as marcas XCult e Fonte Viva.</p>
<p>Este autêntico embaixador para o surf no Concelho de Cascais volta à Malveira da Serra, local onde iniciou a sua carreira. Nas últimas semanas Ruben já teve nos pés alguns  foguetes da XCult e mostrou-se “entusiasmado com esta oportunidade de elevar ainda mais o seu surf”.</p>
<p>Gonzalez reconhece também o excelente trabalho que a Fonte Viva tem desenvolvimento no meio do surf em Portugal e passa a fazer parte da equipa durante os próximos três anos. Esta parceria vem reforçar a sua intenção de estar mais envolvido com marcas sólidas e que valorizam a sustentabilidade e estão sediadas no Concelho de Cascais.</p>
<p>https://vimeo.com/89430426</p>
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		<title>O regresso às origens de uma prancha 20 anos depois do seu desaparecimento</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/boardstories-o-reaparecimento-de-uma-prancha-20-anos-depois-do-seu-desaparecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2013 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Tropical]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Lopes]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto que nos dias de hoje um surfista profissional pode chegar a usar várias dezenas de pranchas por ano, nos anos 80 e 90 esse número era ligeiramente mais reduzido. Mesmo assim eram produzidas muitas pranchas anualmente por cada atleta mas&#8230; onde vão elas parar? Não sendo um produto muito “reciclável”, será que muitas estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto que nos dias de hoje um surfista profissional pode chegar a usar várias dezenas de pranchas por ano, nos anos 80 e 90 esse número era ligeiramente mais reduzido. Mesmo assim eram produzidas muitas pranchas anualmente por cada atleta mas&#8230; onde vão elas parar? <span id="more-12923"></span> Não sendo um produto muito “reciclável”, será que muitas estão guardadas em garagens e arrecadações à espera de voltarem a ver a luz do dia? De tempos em tempos algumas reaparecem e se pudessem falar provavelmente teriam boas histórias para contar.</p>
<p>Gonçalo Lopes “Ratinho” foi um dos melhores e mais carismáticos surfistas portugueses entre os anos 80 e 90. Actualmente continua a surfar com regularidade e é um dos responsáveis pela marca Hurley em Portugal. Enquanto foi profissional de surf, nos anos embrionários dessa profissão em Portugal, Gonçalo viajou bastante e foi numa das suas viagens mais invulgares que aconteceu este episódio. Encontrámo-lo depois de uma sessão no Guincho e à saída de água contou-nos a incrível história desta prancha que lhe tinha desaparecido em 1988 em Israel.</p>
<p>“<em>Nesse ano encomendei um quiver ao Alvinho Pereira, shaper da Energia Tropical, especificamente para uma viagem a Israel pois tinha recebido um convite para ir lá fazer surf.</em></p>
<p><em>Era um quiver de três pranchas, uma delas era uma 6´0” linda, tinha sido feita com uma pintura escolhida por mim e logótipos novos que tinham acabado de sair. As outras eram mais pequenas, 5’10” e 5’11”. Chegando lá é obvio que usei sempre a mais pequena pois o mar estava sempre mínimo e com grandes períodos entre os ondulações.</em></p>
<p><em>O que aconteceu foi que um dos dois israelitas que me tinha convidado, e com quem fiquei inicialmente, o Arnaut, era completamente alucinado. Ele tinha inclusivamente sido expulso das tropas especiais israelitas, o que dá uma ideia do tipo pessoa que era. Ele revelou-se ser um dos maiores dealers de Israel. Vivia no limite, e era só festa e álcool todas as noites e eu a ver minha vida a andar para trás. Como não houve surf praticamente nenhum nesses dias as noites eram passadas em grande maluqueiras e eu como nunca fui de drogas cheguei a um ponto em que tive de me pôr a andar dali.</em></p>
<p><em>Entretanto ele tinha posto de parte essa 6’0”, que ainda não tinha sido usada, e um casaco de cabedal, como pagamento da minha estadia na casa dele. Aproveitei que ele e os primos, que dormiam lá todos em casa, estavam com uma “granda” moca e fugi a meio da noite. Apanhei o autocarro e fui ter com o outro israelita que me tinha feito o convite e que morava a 150 quilómetros dali, em Haifa. Antes de sair ainda consegui recuperar o casaco de cabedal mas não consegui encontrar a prancha. Assim saí de Tel Aviv e ele nunca mais soube de mim. Uns anos mais tarde soube que tinha sido morto à facada por uns islâmicos.</em></p>
<p><em>Em Haifa tive uma estadia fantástica, o único problema é que se ouvia sempre os canhões e os mísseis durante a noite. Era o lado de lá a mandar rockets para o lado de cá e os Israelitas do lado de cá a responderem com mísseis. Isso e a miudagem andava toda de metralhadora nos cafés e em todo o lado.<br />
</em></p>
<p><em>A melhor surfada que dei em Israel foi lá, um swell de um metro onde estive no meu melhor devido à pica que tinha acumulado, foi uma surfada fantástica. De resto ambiente lá é fantástico, as mulheres são muito bonitas e as praias lindíssimas.</em></p>
<p><em>Antes de ir embora tentei recuperar a prancha através deste amigo de Haifa mas a única coisa que soubemos é que passado uns tempos tinha sido vendida.</em></p>
<p><em>Até que, no ano passado, liga-me o Xenico, da marca de pranchas XCult (fabrica/loja onde anteriormente estava situada a marca Energia Tropical) a dizer que tinha chegado lá uma prancha antiga com o meu nome. Depois de me ler o que dizia no stringer percebi que era essa a prancha que tinha ficado em Israel. A única coisa que soubemos mais foi que um israelita tinha passado lá na fábrica e tinha comprada material todo novo. À saída, como viu que ele tinha pranchas de surf penduradas no tecto da fábrica, perguntou se queria uma prancha antiga que tinha no carro. Mas deixou-a à porta e quando o Xenico a viu já ele estava a arrancar, acabámos por não saber o resto da história..</em>.”</p>
<p>O mais curioso desta história é que, passado tantos anos, a prancha foi mesmo parar à fabrica onde era a Energia Tropical, de onde saiu!</p>
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