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	<title>WSL &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>WSL anuncia datas e (poucas) novidades para o tour de 2023</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wsl-anuncia-datas-e-poucas-novidades-do-tour-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 07:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Pro Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal, 8 a 16 de Março]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o circuito Challenger Series ainda em andamento, e uma prova a acontecer muito em breve em Portugal, o EDP Vissla Pro Ericeira, que se realiza em Ribeira D&#8217;Ilhas entre os dias 1 e 9 de Setembro, a WSL anuncia o calendário do Championship Tour do próximo ano.</p>



<p>A novidade é que&#8230; não há grandes novidades. O tour continua com 10 etapas, haverá novamente o controverso &#8220;cut&#8221; ao fim das primeiras 5 e a prova que decide o título mundial será em Trestles. De facto a única diferença mais visível vista é a &#8220;troca&#8221; da prova de G-Land, que será substituída pelo Surf Ranch Pro, na piscina de Kelly Slater.</p>



<p>A prova portuguesa, o MEO Rip Curl Pro Portugal, será novamente a terceira etapa do ano, mas começa a 8 de Março, 5 dias mais tarde que a prova deste ano.</p>



<p>Neste momento nenhum português está dentro da bolha de qualificação para o tour de 2023, mas há boas perspetivas para alguns dos nossos competidores. Fica atento a mais novidades, em breve.. </p>



<p></p>



<p>Calendário do Championship Tour de 2023<strong>:</strong></p>



<p><strong>Billabong Pro Pipeline, </strong>Havai &#8211; 29 de Janeiro a 10 de Fevereiro<br><strong>Hurley Pro Sunset Beach, </strong>Havai <strong>&#8211;</strong>12 a 23 de Fevereiro<br><strong>MEO Rip Curl Pro Portugal</strong>, Peniche, Portugal &#8211;&nbsp;8 a 16 de Março<br><strong>Rip Curl Pro Bells Beach</strong>, Austrália &#8211; 4 a 14 de Abril<br><strong>Margaret River Pro</strong>, Austrália &#8211; 20 a 30 de Abril</p>



<p><em>Mid-season Cut.</em></p>



<p><strong>Surf Ranch Pro</strong>, EUA &#8211;&nbsp;27 e 28 de Maio<br><strong>Surf City El Salvador Pro presented by Corona</strong>, El Salvador &#8211;&nbsp;9 a 18 de Junho<br><strong>Rio Pro presented by Corona</strong>, Brasil &#8211; &nbsp;23 de Junho a 1 de Julho<br><strong>Corona Open J-Bay, </strong>África do Sul &#8211;&nbsp;13 a 22 de Julho<br><strong>SHISEIDO Tahiti Pro</strong>, Tahiti &#8211;&nbsp;11 a 20 de Agosto</p>



<p></p>



<p><strong>Rip Curl WSL Finals, </strong>Lower Trestles, EUA <strong>&#8211; &nbsp;</strong>7 a 15 de Setembro</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Millennium BCP é o banco oficial das provas portuguesas da WSL</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/millennium-bcp-e-o-banco-oficial-das-provas-portuguesas-da-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 12:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Millennium bcp]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Press release:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>O Millennium bcp acaba de se tornar o Banco Oficial das provas da World Surf League (WSL) Portugal, e patrocinador da promissora surfista Teresa Bonvalot, atleta tricampeã nacional que representou Portugal nos Jogos Olímpicos 2020 e que terminou o ano na 22a. posição do Ranking Women’s Challenger Series.</p>
<p>Press release:</p>
<p>O anúncio desta parceria foi feito hoje, pelo Millennium bcp e pela WSL Portugal, com a presença também de Teresa Bonvalot, numa cerimónia na Nazaré, no Forte de São Miguel Arcanjo.</p>
<p>Para Miguel Maya, CEO do Millennium bcp, “estamos muito satisfeitos com a associação ao Surf em Portugal. Trata-se de um desporto ecológico, que requer destreza e respeito pelo mar e que cativa cada vez mais praticantes, dadas as excecionais condições que Portugal dispõe para a prática da modalidade. Ao apoiar o Surf, estamos também a valorizar um importantíssimo recurso estratégico de Portugal, que é o mar em todas as suas dimensões, do lazer ao trabalho, passando pela ciência e pela inovação. É nesta onda de hábitos de vida saudáveis, em que a interação humana preserva e valoriza a natureza e o praticante, que a diversidade abunda e há espaço para todas as idades conviverem, num contexto que enaltece a ousadia e valoriza os riscos; esta é uma dinâmica com a qual o Millennium bcp se identifica, pelo que a associação a esta modalidade e à desportista olímpica Teresa Bonvalot simboliza bem a importância que no Millennium bcp damos às Pessoas e ao Ambiente.”</p>
<p>Francisco Spínola, diretor geral da WSL Portugal, afirma: “É com muito orgulho que anunciamos esta parceria com o banco Millennium e com a certeza de que este é o início de uma relação duradoura. Faz todo o sentido fundirmos o Surf com marcas com tradição e know-how em modalidades de desporto e, agora concretamente, com o Surf que tem apresentado um crescimento acentuado não só em adeptos como impacto direto no turismo e economia do País e sua projeção internacional.”</p>
<p>Teresa Bonvalot disse: “estou muito feliz e é um enorme orgulho ser embaixadora do Millennium bcp para o Surf, especialmente por partilharmos os mesmos valores, nomeadamente o desejo de alcançar mais, a vontade de superar os desafios com resiliência para vencer no futuro, respeitando o meio ambiente e apostando na sustentabilidade. Ter o apoio do maior Banco privado Português, ‘o meu banco’, motiva- me ainda mais a trabalhar e esforçar-me para ultrapassar os meus objetivos.”</p>
<p>O Surf tem evoluído a um ritmo muito expressivo a nível mundial e tem vindo a crescer ano após ano, com um incremento de 40% nos últimos 12 anos, contando atualmente com cerca de 120 milhões de fãs e 35 milhões de surfistas em todo o Mundo.</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>A WSL tem estado na vanguarda do Surf profissional, desde a sua criação em 1976, com a presença em 21 Países, com mais de 250 Eventos realizados e mais de 2.200 atletas representados. Em Portugal organiza cinco provas: a Nazaré Tow Surfing Challenge 2022, o MEO Portugal Pro em Peniche, o Pro Santa Cruz, o Caparica Surf Fest Pro e o EDP Vissla Pro Ericeira.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>WSL anuncia &#8220;season wildcards&#8221; para 2022 mas a verdadeira controvérsia ainda poderá estar para vir&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/wsl-anuncia-season-wildcards-para-2022-mas-a-controversia-ainda-esta-para-vir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 10:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Injury Wildcard]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA["Big O", Malia, Kolohe e Lakey garantidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a temporada do Championship Tour já fechada, a WSL teve que fazer algumas decisões difíceis, decidir os wildcards para o próximo ano.</p>
<p>Com duas vagas para atribuir tanto no tour masculino como no feminino e muitos candidatos, dois surfistas destacavam-se como os mais prováveis, <strong>Kolohe Andino</strong> e <strong>Lakey Peterson</strong>, ambos surfistas com um longo historial de sucesso no tour e lesões bem documentadas que os deixaram fora do circuito durante grande parte do ano. Outra decisão fácil foi a de atribuir a <strong>Malia Manuel</strong> a outra vaga no tour feminino, já que não havia outros casos de lesões e a havaiana era a próxima na fila da qualificação.</p>
<p>Até aí tudo bem, mas no tour masculino a atribuição da segunda vaga já foi mais complexa. Com a qualificação a ficar com os 20 primeiros do ranking e um empate de 4 surfistas na 20ª posição, o primeiro &#8220;caso bicudo&#8221; até se resolveu bem já que havia dois competidores a reformarem-se nessa posição, <strong>Julian Wilson</strong> e <strong>Jeremy Flores</strong>, e ainda <strong>Adriano de Souza</strong> mais acima no ranking, também a dizer o seu adeus ao tour, o que permitiu que <strong>Miguel Pupo</strong> e <strong>Seth Moniz</strong> se mantivessem na elite do surf mundial sem grandes dramas.</p>
<p>Seguiam-se então os seguintes surfistas, por ordem, <strong>Matthew McGillivray</strong> &#8211; Owen Wright &#8211; Caio Ibelli &#8211; Peterson Crisanto &#8211; Michel Bourez &#8211; Wade Carmichael e mais alguns. Entre estes a WSL escolheu o segundo da fila, <strong>Owen Wright</strong>, que tem um historial de maior sucesso que o<em> rookie</em> McGillivray, algo que se enquadra neste (um pouco subjectivo) critério de selecção. Owen já venceu várias vezes no tour, foi medalhista olímpico e é um dos grandes nomes da sua geração enquanto que Matthew tem pouco mais que um 3º lugar em Margaret River junto do seu nome. Justo? É debatível, mas a WSL foi coerente com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/tiago-pires-esta-confirmado-no-wct-em-2014/" target="_blank" rel="noopener">as suas escolhas do passado</a> neste sempre difícil e polémico tema.</p>
<p>Mas a verdadeira controvérsia ainda poderá estar &#8220;<em>in the making</em>&#8220;, com as qualificações via Challenger Series. Com 12 vagas na categoria masculina e 6 na feminina em disputa, não parece haver grande margem para problemas excepto no caso dos &#8220;<em>double qualifiers</em>&#8220;, surfistas que se qualificam no top20 do CT masculino/top9 do CT feminino e no top12 do CS masculino/top 6 do CS. No passado as vagas que abriam abaixo do &#8220;cut&#8221; iam para os próximos surfistas tanto do QS como do CT mas este ano, aparentemente, as vagas ficam com a WSL, para atribuírem a quem acharem justo.</p>
<p>Exemplo &#8211; <strong>Yolanda Hopkins</strong> é neste momento a surfista lusa mais perto da qualificação, ocupando a 16ª posição do ranking. Um resultado sólido poderá colocá-la dentro do &#8220;cut&#8221;, ou bem perto mas, vamos imaginar que acaba o ano em 7º lugar, a apenas uma posição do Championship Tour e que, acima dela, está <strong>Carissa Moore</strong>, a actual campeã mundial. Uma vez que Carissa não precisa dos pontos CS, a vaga seria de Yolanda, certo? Não necessariamente! Essa vaga estará nas mãos da WSL para atribuir a quem quiser. E é aí que há espaço para polémica. Será que a WSL vai atribuir as vagas de uma forma politicamente correcta, colocando-as por ordem de ranking como no passado, ou fará algo drástico como colocar surfistas mais &#8220;<em>out of the box</em>&#8221; no tour para tentar chegar a um publico diferente? E haverá surfistas com esse perfil fora do tour?</p>
<p>Saberemos mais sobre este tema em breve, quando terminar a última etapa do tour, o Haleiwa Challenger&#8230;</p>
<p>Surfistas já qualificados para 2022:</p>
<p><strong>Men&#8217;s 2022 Championship Tour Qualifiers</strong><br />
1 &#8211; Gabriel Medina (BRA)<br />
2 &#8211; Italo Ferreira (BRA)<br />
3 &#8211; Filipe Toledo (BRA)<br />
4 &#8211; Conner Coffin (USA)<br />
5 &#8211; Morgan Cibilic (AUS)<br />
6 &#8211; Griffin Colapinto (USA)<br />
7 &#8211; Jordy Smith (ZAF)<br />
8 &#8211; Kanoa Igarashi (JPN)<br />
9 &#8211; Yago Dora (BRA)<br />
<strong>10 &#8211; Frederico Morais (PRT)</strong><br />
11 &#8211; John John Florence (HAW)<br />
12 &#8211; Jack Robinson (AUS)<br />
13 &#8211; Leonardo Fioravanti (ITA)<br />
14 &#8211; Deivid Silva (BRA)<br />
15 &#8211; Ryan Callinan (AUS)<br />
15 &#8211; Ethan Ewing (AUS)<br />
18 &#8211; Kelly Slater (USA)<br />
19 &#8211; Jadson Andre (BRA)<br />
20 &#8211; Seth Moniz (HAW)<br />
20 &#8211; Miguel Pupo (BRA)</p>
<p><em>Season Wildcards</em><br />
Kolohe Andino (USA)<br />
Owen Wright (AUS)</p>
<p><strong>Women&#8217;s 2022 Championship Tour Qualifiers</strong><br />
1 &#8211; Carissa Moore (HAW)<br />
2 &#8211; Tatiana Weston-Webb (BRA)<br />
3 &#8211; Sally Fitzgibbons (AUS)<br />
4 &#8211; Stephanie Gilmore (AUS)<br />
4 &#8211; Johanne Defay (FRA)<br />
6 &#8211; Caroline Marks (USA)<br />
6 &#8211; Tyler Wright (AUS)<br />
8 &#8211; Isabella Nichols (AUS)<br />
9 &#8211; Courtney Conlogue (USA)</p>
<p><em>Season Wildcards</em><br />
Lakey Peterson (USA)<br />
Malia Manuel (HAW)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>As novidades mais recentes na WSL</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/as-novidades-mais-recentes-na-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 15:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Oi Rio Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Surf Ranch Pro]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Oi Rio Pro fora do tour em 2021...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias do início de mais uma etapa do Championship Tour, a WSL reporta um grande número de ausências para o Jeep Surf Ranch Pro, que agora é “presented by Adobe”.</p>
<p>Fora do evento estão os lesionados <strong>John John Florence</strong>, <strong>Kolohe Andino</strong>, <strong>Jordy Smith</strong>, <strong>Michel Bourez</strong> e ainda <strong>Julian Wilson</strong>, que optou em voltar para a Austrália em preparação para o Jogos Olímpicos. Curiosamente quem de repente ficou recuperado da sua lesão, a mesma que o impediu de competir na perna australiana mas não de surfar durante o mesmo período, é <strong>Kelly Slater,</strong> um feito que conseguiu fazer também em 2018, ano em que só conseguiu competir em três das suas etapas favoritas, Jeffreys Bay, Leemore e Pipeline, e mesmo assim assegurou um wildcard para o ano seguinte.</p>
<p>Mais quem estará presente no Surf Ranch? <strong>Michael Dunphy</strong>, <strong>Nat Young</strong>, <strong>Pat Gudauskas</strong>, <strong>Liam O’Brien</strong>, <strong>Lucas Vicente</strong> e <strong>Eli Hanneman</strong>, além de <strong>Mikey Wright</strong>, que mesmo sem ter conseguido assegurar uma vaga “oficial” ainda não falhou uma etapa este ano. Esta prova realiza-se entre 18 e 20 de Junho.</p>
<p>Entretanto o <strong>Oi Rio Pro</strong>, a etapa brasileira do tour, caiu, e o Corona Open at Barra de la Cruz, o regresso do tour ao México, foi adiado para 10 de Agosto, o que dará algum tempo extra aos atletas olímpicos para se organizarem e fazerem as devidas quarentenas. Depois segue-se o Outerknown Tahiti Pro em Setembro e o decisor do título, o Rip Curl WSL Finals, uma prova para o top5 do tour que decide o campeão mundial de 2021. Tudo sujeito a confirmação e adaptações devido à pandemia de Covid-19.</p>
<p>Outra novidade é o arranque do tour em 2022, 23 e 24, que será novamente em Pipeline, seguido de uma prova em Sunset, ambas as provas para as categorias masculina e feminina.</p>
<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>MEO Pro Portugal de 2021 adiado para data indeterminada</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/meo-pro-portugal-de-2021-adiado-para-data-indeterminada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 19:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Pro Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Pandemia põe em causa a etapa portuguesa do tour...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Championship Tour da WSL de 2021 tinha um recorde de 13 provas agendadas, o que faria desse o ano com mais etapas desde a sua criação, em 1992.</p>
<p>O circuito começa ainda este ano em Pipeline, no circuito masculino, e Maui, no feminino, e, inicialmente acrescentava etapas menos tradicionais nesta divisão como Sunset, Santa Cruz e G-Land. Infelizmente para correr o circuito todo os competidores teriam de estar em constante mudança de continente, algo que fez a WSL tomar medidas drásticas para evitar problemas com tempos de quarenta e risco de contágio. Tendo isso em conta a etapa portuguesa, que se realizava entre a prova dos EUA e a primeira da Austrália, foi adiada.</p>
<p>O MEO Pro Portugal estava agendado inicialmente para Fevereiro em Peniche mas terá que se enquadrar noutra data, algo só será definido algures em 2021. Mas, ao que tudo indica, o <strong>MEO Pro Portugal</strong> ainda se irá realizar em outra data durante o ano.</p>
<p><strong>Calendário actual do circuito de (2020 e) 2021:</strong><br />
<strong>Maui Pro presented by ROXY</strong>: Maui, Havai<br />
<em>4 a 15 de Dezembro (2020)</em><br />
<strong>Billabong Pipe Masters</strong>: Oahu, Havai<br />
<em>8 a 20 de Dezembro (2020)</em></p>
<p><strong>Sunset Open</strong>: Oahu, Havai<br />
<em>19 a 28 de Janeiro (2021)</em></p>
<p><strong>Santa Cruz Pro</strong>: Califórnia<br />
<em>2 a 12 de Fevereiro</em></p>
<p><strong>MEO Pro Portugal</strong>: Peniche, Portugal<br />
<em>Adiado&#8230;</em></p>
<p><strong>Rip Curl Pro Bells Beach</strong>: Victoria, Austrália<br />
<em>1 a 11 de Abril</em></p>
<p><strong>Boost Mobile Margaret River Pro</strong>: Oeste da Austrália<br />
<em>16 a 26 de Abril</em></p>
<p><strong>Corona Open Gold Coast presented by Billabong</strong>: Queensland, Austrália<br />
<em>3 a 13 de Maio</em></p>
<p><strong>Quiksilver Pro G-Land</strong>: Indonésia<br />
<em>Data a anunciar</em></p>
<p><strong>Oi Rio Pro presented by Corona</strong>: Saquarema, Brasil<br />
<em>11 a 20 de Junho</em></p>
<p><strong>Corona Open J-Bay</strong>: África do Sul<br />
<em>25 de Junho a 9 de Julho</em></p>
<p><strong>Surf Ranch Pro</strong>: Califórnia, EUA<br />
<em>12 a 15 de Agosto</em></p>
<p><strong>Outerknown Tahiti Pro</strong>: Teahupo’o, Tahiti<br />
<em>23 de Agosto a 2 de Setembro</em><br />
<strong>The WSL Finals</strong>: Lower Trestles, Califórnia, EUA<br />
<em>8 a 18 de Setembro</em></p>
<p><em>Mais novidades em breve&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>WSL cancela o tour de 2020&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wsl-cancela-o-tour-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 14:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal recebe a segunda prova do ano de 2021...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muita consideração pela WSL, a principal liga de surf a nível mundial anunciou o inevitável, o cancelamento do circuito de 2020.</p>
<p>Apesar do nosso desporto ser um dos mais seguros de praticar nesta nova realidade de pandemia mundial, a logística necessária  para realizar provas desta dimensão em segurança, com atletas e staff a viajarem um pouco de tudo o mundo, torna-se praticamente impossível o que faz de 2020 o ano em que a temporada da WSL &#8220;não aconteceu&#8221;, algo que nunca se tinha sucedido desde que surgiu o circuito em 1976.</p>
<p>No entanto, o circuito de 2021 poderá ser como nenhum outro até aqui, começando no Havai com provas do Championship Tour em Honolua Bay, para o circuito feminino, e Pipeline, para o masculino, um plano que tinha sido projectado há vários anos mas que acabou por ser adiado por tempo indeterminado. Portugal recebe a segunda prova a contar para o circuito que é, efectivamente, a primeira do ano, em Fevereiro, seguindo-se 3 provas na Austrália, Gold Coast em Março, Bells Beach e Margaret River em Abril. Depois o tour segue para o Brasil, em Maio, Surf Ranch, nos EUA, e G-Land, na Indonésia, em Junho, Jeffreys Bay em Julho, Tahiti em Agosto e em Setembro realiza-se a WSL finals, prova onde os 5 melhores classificado do circuito vão disputar o título mundial.</p>
<p>E há mais novidades, a meio de 2022 haverá um &#8220;cut&#8221; a meio do ano, deixando 1/3 dos competidores fora da disputa a partir da sexta etapa. O circuito masculino a partir desse ponto baixa de 36 surfistas para 24 e o feminino de 18 para 12 e depois da 10ª prova haverá novamente um top5 a disputar o título mundial, que será garantidamente vencido na água.</p>
<p>O circuito QS também terá outros moldes já em 2021, com as provas menos valiosas, os qualifying series, a acontecerem entre Janeiro e meio de Agosto começam os Challenger Series, provas mais valiosas que vão dar oportunidade aos surfistas que não se garantiram pelo CT fazê-lo via QS.</p>
<p>Haverão ainda alguns special events em 2020, como uma prova realizada no Surf Ranch, em Agosto, a Euro CUP realizadas em Setembro e Outubro em França e Portugal, e o Australian Grand Slam of Surfing, que se realiza nos mesmos meses mas na Gold Coast e Margaret River.</p>
<p><strong>Provas de 2020/21</strong><br />
<strong>Shiseido Maui Pro presented by ROXY</strong>: Maui, Hawaii<br />
<em>November 25 &#8211; December 6, 2020</em><br />
<strong>Billabong Pipe Masters</strong>: Oahu, Hawaii<br />
<em>December 8 &#8211; 20, 2020</em><br />
<strong>MEO Pro Portugal</strong>: Peniche, Portugal<br />
<em>February 18 &#8211; 28, 2021</em><br />
<strong>Corona Open Gold Coast presented by Billabong</strong>: Queensland, Australia<br />
<em>March 18 &#8211; 28, 2021</em><br />
<strong>Rip Curl Pro Bells Beach</strong>: Victoria, Australia<br />
<em>April 1 &#8211; 11, 2021</em><br />
<strong>Margaret River Pro</strong>: Western Australia, Australia<br />
<em>April 16 &#8211; 26, 2021</em><br />
<strong>Oi Rio Pro presented by Corona</strong>: Saquarema, Brasil<br />
<em>May 20 &#8211; 29, 2021</em><br />
<strong>Surf Ranch Pro</strong>: California, USA<br />
<em>June 10 &#8211; 13, 2021</em><br />
<strong>Quiksilver Pro G-Land</strong>: Indonesia<br />
<em>June 20 &#8211; 29, 2021</em><br />
<strong>Corona Open J-Bay</strong>: South Africa<br />
<em>July 7 &#8211; 19, 2021</em><br />
<strong>Outerknown Tahiti Pro</strong>: Teahupo’o, Tahiti<br />
<em>August 26 &#8211; September 6, 2021</em><br />
<strong>The WSL Finals</strong>: Location TBD<br />
<em>September 8 &#8211; 16, 2021</em></p>
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		<title>Gabriel Medina “torce o nariz” ao novo formato da WSL&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/gabriel-medina-torce-o-nariz-ao-novo-formato-da-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 10:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Serie ao fundo]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma opinião forte da parte de um dos mais dominantes surfistas do tour...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudanças raramente são aceites na totalidade, pelo menos inicialmente. A WSL ao longo dos anos tem feito grandes mudanças no seu formato, a grande maioria com sucesso. As raras excepções vão para algumas medidas que não duraram, como a rotação semestral, onde surfistas poderiam cair do tour ou qualificar-se de 6 em 6 meses e a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-sabotaram-as-suas-carreiras/" target="_blank" rel="noopener">junção de rankings entre o QS e o CT</a>.</p>
<p>Recentemente a World Surf League <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wsl-adia-todos-os-eventos-ate-junho-e-anuncia-nova-estrutura-para-2021/" target="_blank" rel="noopener">comunicou algumas novidades para o próximo ano de tour</a>, de onde se destaca o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/titulos-mundiais-de-2014-poderao-ser-decididos-em-surf-offs/" target="_blank" rel="noopener"><em>Surf Off</em></a> para disputar o título mundial. Talvez empolgados pelo sucesso da disputa do título mundial de 2019 se ter realizado com muita emoção na última bateria do ano, esta regra nova surgiu e apesar de só influenciar uma mão cheia de atletas, os que efectivamente disputam o título, pelo menos um deles não gostou muito da ideia.</p>
<p>O bicampeão mundial Gabriel Medina é um dos mais dominantes surfistas da última década e em entrevista ao podcast do youtube “Série ao fundo”, falou um pouco sobre a mudança. A pergunta surgiu da parte de um membro do público e “Gabe” respondeu o seguinte: “<em>Eu fiz uma entrevista com o Mick Fanning há 2 dias e ele falou no formato. Pelo que eu entendi depois da final vão ter 4 baterias, os top4 para decidir o título mundial.</em> /&#8230;/ <em>Eu talvez sou um pouco contra porque tem ano que você é disparado o melhor. Vou dar um exemplo, ganhei em 5 etapas, fiz 3 segundos e aí ganho super disparado. Agora a gente tem que esperar até ao final do ano para esperar o 2º, 3º e 4º para disputar uma bateria enquanto que o primeiro está muito na frente, eu acho isso injusto</em>. /&#8230;/ <em>Não estou muito a favor, é a minha opinião.</em>&#8221;</p>
<p>São pontos com alguma pertinência mas poderá fazer parte da evolução do desporto, evitando que os títulos sejam garantidos fora de água, à espera que adversários percam. Só o tempo dirá como será o desenrolar desta e de outras medidas novas.</p>
<p>Ainda no mesmo Podcast Gabriel falou sobre a relação com a sua nova namorada, a modelo Yasmin Brunet, planos para o futuro e objectivos de vida&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://youtu.be/e1IpHFA7pNI</p>
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		<title>WSL adia todos os eventos até junho e anuncia nova estrutura para 2021</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wsl-adia-todos-os-eventos-ate-junho-e-anuncia-nova-estrutura-para-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 17:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Surf-Off]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Título mundial será disputado noutro formato...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda é cedo para perceber o que se vai passar com a WSL este ano em termos de eventos mas a entidade máxima do surf competitivo já tem algumas ideias para 2021. Para já todas as etapas até Junho, o que inclui a prova do CT do Brasil, que seria a 5ª do ano, estão canceladas e no início desse mês será feito um novo ponto da situação.</p>
<p>A grande novidade é que a partir de 2021 os títulos mundiais masculinos e femininos serão decididos num dia de competição, o último da temporada do Championship Tour com os surfistas no topo do ranking a disputarem a vitória em formato “surf-off”. Esta mudança faz parte de uma discussão de muitos anos, uma colaboração entre surfistas, parceiros e a WSL.</p>
<p>A bicampeã mundial, Tyler Wright, comentou o seguinte sobre esta mudança: “<em>Sinto que o novo formato aumenta a intensidade da disputa pelo título mundial. A diferença é que se vai vencer na água, o que é incrível! Nada vai depender de mais ninguém, e esse tipo de intensidade, esse tipo de pressão competitiva, aumenta a fasquia. É muito emocionante!</em>&#8221;</p>
<p>&#8220;<em>O título mundial vai ser decidido na final, entre dois surfistas na disputa, é super emocionante</em>&#8220;, disse o representante da WSL, Conner Coffin. “<em>Fiquei colado a Pipe no ano passado, no último dia. Portanto, é um óptimo momento para o desporto e é emocionante pensar que, a partir de 2021, sempre será assim que o título mundial será decidido.</em> &#8221;</p>
<p>Além desta mudança no Championship Tour, o calendário será actualizado para criar temporadas distintas entre o CT e os Challenger Series. Esta actualização vai permitir que aqueles que não requalificam através do CT a oportunidade de se apresentar nos Challenger Series e requalificarem-se para o tour da próxima temporada, em vez de esperar um ano inteiro.</p>
<p>“Maior peso e valor também será atribuído aos eventos regionais da Qualifying Series para incentivar os futuros surfistas a desenvolverem-se mais perto de casa, sem haver sobrecarga financeiramente antes de saltar para o Challenger Series e além. O tour regional oferecerá maiores oportunidades para celebrar estrelas regionais, reduzir a pressão económica de surfistas e patrocinadores, além de estimular o interesse dos média por esses atletas.&#8221;</p>
<p>Mais detalhes em breve…</p>
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		<title>FPS, ANS e WSL enviam propostas para o regresso ao mar a 3 de Maio</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/fps-ans-e-wsl-enviam-propostas-para-o-regresso-ao-mar-a-3-de-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 10:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[FPS]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Acesso ao mar prevê sessões de 90 minutos, individuais e desagrupadas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os presidentes da ANS e FPS, Francisco Rodrigues e João Aranha, e o director geral da WSL EMEA, Francisco Spínola, preparam uma série de propostas que foram enviadas ao Presidente da República, da Assembleia Geral e ao Primeiro Ministro para que um regresso ao mar pelos surfistas seja possível a partir do dia 3 de Maio em segurança.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55389" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2ccfd166-a09f-4e0e-ade1-a0b86b410a72.jpg" alt="" width="728" height="1030" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2ccfd166-a09f-4e0e-ade1-a0b86b410a72.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2ccfd166-a09f-4e0e-ade1-a0b86b410a72-124x176.jpg 124w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/2ccfd166-a09f-4e0e-ade1-a0b86b410a72-303x428.jpg 303w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55390" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/128a17d4-1933-4161-b395-4940a5f0c09a.jpg" alt="" width="728" height="1032" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/128a17d4-1933-4161-b395-4940a5f0c09a.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/128a17d4-1933-4161-b395-4940a5f0c09a-124x176.jpg 124w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/128a17d4-1933-4161-b395-4940a5f0c09a-302x428.jpg 302w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-55391" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/a75e3788-3141-45da-8c4f-14460ec5a72d.jpg" alt="" width="728" height="1032" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/a75e3788-3141-45da-8c4f-14460ec5a72d.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/a75e3788-3141-45da-8c4f-14460ec5a72d-124x176.jpg 124w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/04/a75e3788-3141-45da-8c4f-14460ec5a72d-302x428.jpg 302w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Frederico “Iko” Teixeira fala sobre o processo de organizar uma etapa da WSL em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-iko-teixeira-fala-sobre-o-processo-de-organizar-uma-etapa-da-wsl-em-portugal-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Iko Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Ocean Events]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA[Photos by Pedro Mestre]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando assistimos a um evento da World Surf League, seja em Portugal ou fora, ao vivo ou pela <em>web</em>, vemos um produto final, pronto para avançar. O que raramente paramos para pensar é que, para chegar a esse ponto, há uma equipa a trabalhar dia e noite, com muito tempo de antecedência para estar tudo <em>on point</em>, <em>ready to go</em>. Um dos grandes responsáveis por este processo nas etapas nacionais da WSL é Frederico “Iko” Teixeira, uma pessoa que está ligada ao Championship Tour desde o seu regresso em 2009 e que eventualmente assumiu o papel de director geral do projecto. Mesmo vivendo mais no <em>backstage</em>, Iko conhece o processo como ninguém e, juntamente com Francisco Spínola e com uma sólida e coesa equipa, é um dos responsáveis pela expressão que as ondas portuguesas conquistaram a nível mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como te envolveste neste projecto inicialmente e como foi a evolução?</strong><br />
Eu vivia em Barcelona e trabalhava numa empresa que se chama IMG, que organiza eventos desportivos e de moda, gere carreiras de atletas como o Rafael Nadal, Roger Federer, Maria Sharapova, entre outros, mas já estava lá há 6 anos e apetecia-me voltar para Portugal. Tinha uma proposta para ir para o Dubai mas não estava muito para aí virado. Como tirei o curso com o Francisco Spínola mantivemos o contacto e em algumas conversas ele tinha-me dito que ainda íamos trabalhar juntos. Entretanto ele começou a projectar a vinda do Rip Curl Pro Search para Portugal e perguntou se queria trabalhar nele. Inicialmente era um projecto a 6 meses pois eu tinha um convite para outro projecto em Espanha 6 meses depois mas acabou por ser até hoje. Eu nem era do mundo do surf mas hoje em dia faço surf e passou a fazer parte da minha vida. Vivo em frente ao mar, já não me imagino a viver noutro sítio que não seja em perto do mar. A evolução tem sido espectacular, começámos com um evento e hoje em dia temos 5, mais projectos especiais, mais activações, mais coordenação de outros países e, como costumamos de dizer dentro da nossa empresa, queremos estar cá daqui a 20 anos e vamos estar com certeza.</p>
<p><strong>Quanto tempo antes de cada evento, por norma, começa a preparação?</strong><br />
Depende de evento para evento, obviamente pela sua dimensão Peniche é o evento que demoramos mais tempo. Eu diria até um mês a montagem e o <em>set up,</em> porque depois trabalhamos o ano inteiro à volta deste evento, quer seja por melhorias, licenciamento, discussão e <em>research</em> de fornecedores, entre outras coisas. Em Peniche temos uma estrutura gigante, maioritariamente em cima de dunas e temos licenciamento de, que me recordo agora, 5 entidades diferentes. Depois tens eventos mais fáceis, como em Ribeira D’Ilhas, o EDP Billabong Pro Ericeira, que é uma praia que com as melhorias que foram feitas ficou preparada para receber eventos, quer em termos de infraestruturas, quer em termos de acessos. Todas as ligações, fibra óptica, água, electricidade, está tudo lá. O que não acontece em 90% dos outros eventos. Depois tens eventos como, por exemplo, Santa Cruz, onde usamos estruturas que já existem na Praia do Navio, e na Caparica, onde montamos tudo em cima do paredão. Tens ainda eventos que são autênticos desafios, como o Nazaré Tow Surfing Challenge, pelos <em>timings</em> que temos de <em>set up</em>, que neste momento está próximo das 36 horas, é uma corrida contra o tempo. Mas, resumindo, depende de evento para evento, os eventos de surf estão cada vez mais específicos, quer pelas ligações que são necessárias, quer pelos consumos energéticos, optimização desses consumos, preocupações ambientais, etc. Tudo isso são factores que vão moldando a forma como nós montamos os eventos.</p>
<p><strong>Quais são os primeiros e últimos preparativos?</strong><br />
Tudo começa com a negociação da localização e temos sempre uma coorganização com as Câmaras onde temos os eventos, para ter um “braço” para a nossa equipa em termos de operação, licenciamentos, etc. Depois depende se vai ser um evento novo ou um evento que já existe. Se for um evento novo há uma série de passos que se tem que ir cumprindo, como os licenciamentos, conhecer as equipas, e encontrar a melhor opção para o tipo de evento que estamos a fazer. Se for um evento que já existe vai passando por diversos <em>debriefs</em> com todas as entidades para saber o que se pode melhorar. Depois disso temos a parte dos patrocínios, que é uma área estritamente comercial, tentar encontrar parceiros que queiram investir no nosso evento mas que para além da parte financeira tragam também algum factor ou alguma característica importante para os eventos. Os últimos preparativos são o <em>set up</em> puro e duro, que passa pelas montagens do evento em si e depois uma série de áreas que estão aqui envolvidas como os transportes, os alojamentos, a alimentação, etc. Mas basicamente é uma operação muito dinâmica, que nunca dás como tendo um começo, meio e fim. Um evento acaba e já estamos a planear o ano seguinte. Este ano não se verifica mas vou dar um exemplo. Nós começamos com a Caparica e Santa Cruz, que são eventos <em>back to back</em>, saímos daí e temos uma operação de uma activação do Turismo de Portugal no Brasil, depois normalmente viajamos para outros eventos, agora com esta nova realidade de estarmos a gerir a WSL EMEA (Europa, Médio Oriente e África), e no meio disto tudo vamos preparando Ericeira, Peniche e Nazaré.</p>
<p><strong>Qual é o teu papel dentro de todo esse processo?</strong><br />
Eu toco em todas as áreas, desde os patrocínios à parte da operação, faço um bocado a coordenação de toda a equipa, estando sempre em contacto com a World Surf League e com o Francisco (Spínola), que hoje em dia está só dedicado à parte do General Managment da WSL EMEA, onde tem um desafio grande de tentar replicar o nosso modelo de negócio e a forma como nós construímos o nosso negócio aqui em Portugal em regiões com potencial enorme como França, Espanha e África do Sul. Eu considero-me como o director geral do projecto.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios?</strong><br />
Eu acho que o maior desafio hoje em dia é tornar os eventos o mais eficientes possíveis a todos os níveis. Incluindo do ponto de vista financeiro, que é o mais importante, a célebre gestão dos orçamentos e do P&amp;L. A receita versus a despesa, tentando encontrar aqui sempre o ponto óptimo daquilo que estamos a entregar aos fãs de surf e aos patrocinadores, nunca descorando a vertente do negócio, que é onde ganhamos dinheiro hoje em dia. Este para nós é o maior desafio. E depois é seguir a orientação da World Surf League internacional, que sendo uma empresa com uma cultura marcadamente americana tem algumas diferenças para a cultura mais europeia, que é a nossa. Temos que tentar fazer um bocadinho deste transporte entre culturas, mas à imagem daquilo que é hoje a WSL. É isso que nos está a levar para um nível superior em termos de surf enquanto produto para os fãs.</p>
<p><strong>De todos os eventos realizados nestes últimos 10 anos, qual foi o que correu pior, e qual foi o que correu melhor e porquê?</strong><br />
Não acho que tenha havido um que tenha corrido melhor ou pior, acho que todos os eventos têm fases boas, fases más, altos e baixos, pontos positivos e pontos menos positivos e pontos a melhorar. Obviamente que há coisas que nos marcam, como aquele evento épico em Peniche, 5 dias consecutivos de ondas incríveis e as ondas que temos apanhado em Ribeira D’Ilhas. Este ano o Nazaré Challenge foi um evento que me marcou muito, por tudo o que aconteceu ao Alex (Botelho) e ao Hugo (Vau). Pela carga emocional que esteve envolvida a este acidente, e sendo nós responsáveis pelo evento tocou-nos muito. Por outro lado o Nazaré Tow Challenge também foi um <em>boom</em> em termos de retorno e não só pelas notícias em torno do acidente. Fizemos o estudo separando as notícias do acidente daquilo que o público vibrou e sentiu, e o <em>feedback</em> que houve à volta do evento neste novo formato foi incrível. Eu não consigo dizer qual foi o pior ou o melhor, todos os eventos tiveram coisas muito boas e houve eventos com coisas menos boas. No cômputo geral acho que desde 2009 até hoje temos vindo sempre a crescer, com os nossos parceiros, com o público. A indústria do surf também tem vindo a crescer, Portugal também virou-se para o mar, há um antes e um depois de 2009 no surf mas é sempre positivo, para nós há sempre coisas boas a tirar de cada evento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-54999 alignleft" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/03/DSC_9861.jpg" alt="" width="728" height="582" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/03/DSC_9861.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/03/DSC_9861-220x176.jpg 220w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2020/03/DSC_9861-535x428.jpg 535w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como organizador de eventos de surf em Portugal, qual é a importância de ter um português no Championship Tour?</strong><br />
Para nós há um MEO Rip Curl Pro com portugueses e um MEO Rip Curl Pro sem portugueses em prova. Nós somos um país ultra nacionalista, um país que tem uma facilidade enorme em criar heróis. Tens o exemplo hoje do Kikas, que é considerado um herói nacional, não há sequer comparação de teres um português em prova ou um português já fora de prova. E depois há atletas com mais ou menos cartaz, tens o Medina ou um Slater em prova que mexem muito com a dinâmica do evento, e com o público presente.</p>
<p><strong>Falando um pouco da actualidade, quando e como foi decidido o cancelamento das etapas de Março?</strong><br />
Nós fomos avaliando a situação desde o início, desde Janeiro. Sabíamos que era uma possibilidade mas obviamente que esperámos até dar, até ao momento que deixou de fazer sentido não do ponto de vista do evento em si, mas do ponto de vista social. Não estão reunidas as condições do ponto de vista social para acontecer o que quer que seja, senão a reclusão ou quarentena. Não há outra realidade possível neste momento. Custa muito a todos, como disse no início, nós temos uma relação muito estreita com as Câmaras onde desenvolvemos os nossos projectos, neste caso Torres Vedras e Almada, e estivemos sempre em conversações, até que chegou ao momento em que decidimos que íamos adiar. Antes destes contactos trabalhámos num “Plano B” e conseguimos assegurar logo no calendário umas datas <em>premium</em>, que são as duas primeiras semanas de Setembro. Se tudo correr bem, é quando vamos fazer essas duas etapas, na primeira a de Santa Cruz e na segunda a da Caparica.</p>
<p><strong>Quais achas que serão as consequências para a WSL?</strong><br />
As consequências são negativas transversalmente. Acho que do ponto de vista económico vai ser um ano muito difícil para toda a gente, quer do ponto de vista de trabalhadores independentes, às pequenas, médias e grandes empresas, todos vamos passar tempos difíceis. A WSL não é excepção, são os nossos eventos que geram receitas, não o fazendo perdemos essa receita mas eu acho que agora é a altura de fazer das fraquezas forças, estarmos todos unidos, ser fortes e esperar que o futuro nos reserve algo melhor.</p>
<p><strong>Nos anos 90 a Quiksilver fez o primeiro evento em G-Land, uma prova sem público, apenas staff, competidores e media. Na altura o evento teve tanto impacto que mudou para sempre o tour, que passou a ter mais eventos em ondas perfeitas e começou a abdicar de locais com mais público na praia. Tendo em conta a evolução da tecnologia achas que essa pode ser uma solução no futuro próximo? Fazer eventos sem público mas com acesso via web para pessoas de todo o mundo?</strong><br />
É uma questão que tem sido muito discutida dentro da World Surf League. Se olhares para o calendário, temos um <em>mix</em> de tudo. Tens o Tahiti que é um evento de muito difícil acesso, embora tenha muitos barcos na água mas não é um evento de massas, e depois tens eventos como Portugal, França e Brasil que são eventos já com muito público. Mas tem que haver um <em>mix</em>, até para os atletas é importante sentirem o apoio do público, sentirem que estão milhares de pessoas na praia, ouvirem os gritos, palmas e etc. Mas depois tens o outro lado, que é estar em G-Land, onde o acesso é ultra remoto, é difícil de lá chegar mas vais surfar ondas perfeitas que é o objectivo de qualquer surfista, seja amador ou profissional. Acho que o tour deve ser isso, um bocadinho de tudo.</p>
<p><strong>Para terminar e entrando num lado mais pessoal, sabemos que te envolveste com eventos Iron Man como participante. Como fazes para conciliar uma agenda já tão apertada entre família, amigos e trabalho com uma modalidade tão exigente?</strong><br />
Eu tenho a sorte de não ter o típico trabalho das 9 às 5, senão seria um bocadinho mais difícil. Eu sempre corri, quando vivia em Espanha corria e jogava paddle e ténis, e quando cheguei cá um amigo meu falou-me disso. Gostei do desafio, inscrevi-me e fiz. Entretanto nunca mais parei, dá para conciliar. Parece mais um bicho de sete cabeças do que é mas se acordares cedo, tipo 6 da manhã, podes treinar, e treinas à hora do almoço também. Muitas vezes tens de deixar o surf para trás mas dá sempre tempo, é uma questão de meter na cabeça que tens que treinar todos os dias, pelo menos duas horas e meia ou três. Posso dizer que o Iron Man fez de mim uma pessoa muito mais completa, mais organizada, mais confiante tanto a nível pessoal como profissional e optimizo muito melhor o meu tempo, só me trouxe coisas boas.</p>
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