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	<title>World Champion &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Isla Huppatz e Dane Henry sagram-se campeões mundiais júnior</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/isla-huppatz-e-dane-henry-sagram-se-campeoes-mundiais-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 11:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Dobradinha aussie...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de quatro <em>lay days</em> os oito surfistas ainda em prova na disputa pelo título mundial no World Junior Championships Philippines Presented by Purefoods &amp; Magnolia voltaram à água.</p>



<p>As ondas nem chegavam ao meio metro e os competidores mais leves e mais dominantes em ondas muito pequenas acabaram por levar vantagem. O primeiro heat do dia, <strong>Vaihitimahana Inso</strong> vs Isla Huppatz, foi decidido por uma pequena decisão errada da havaiana Vaihitimahana, que arriscou demasiado na sua melhor onda e não conseguiu &#8220;espremer&#8221; até ao fim, o que permitiu que Huppatz avançasse para a final por muito pouco. De seguida a campeã em título e grande favorita à vitória, <strong>Sierra Kerr</strong>, usou o facto de estar de frontside nas pequenas direitas de Urbiztondo Beach para acabar com as hipóteses da basca <strong>Janire Etxebarri</strong> que assim perdeu as suas hipóteses de encerrar a sua carreira júnior com um super merecido título mundial. Na final <strong>Isla Huppatz</strong> abriu com a melhor nota do heat, um 7,17, deixando Kerr a correr atrás do prejuízo. Com mais três palmos de ondas o resultado provavelmente teria sido outro, mas a filha de Josh não conseguiu dar a volta o resultado e Isla, com apenas 18 anos, conquistou o título.</p>



<p>A prova masculina foi semelhante. <strong>Lennix Smith</strong> era o grande favorito à vitoria mas foi parado por pouco pelo seu conterrâneo Dane Henry, enquanto que o israelita <strong>Nadav Attar</strong> parou outro grande nome, <strong>Winter Vincent</strong>, garantindo que esta final não fosse 100% aussie. Contas feitas foi <strong>Dane Henry</strong> quem se deu melhor nas pequenas ondas, garantindo assim a vitória neste que foi provavelmente o World Junior Championship realizado com as ondas mais &#8220;marginais&#8221; dos seus mais de 20 anos de história.</p>
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		<title>O título que Kelly Slater conquistou duas vezes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-titulo-que-kelly-slater-conquistou-duas-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ASP]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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					<description><![CDATA[São Francisco, Novembro de 2011]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2022, depois de vencer o Billabong Pro Pipeline o 11x campeão mundial ameaçou uma luta por um lugar no top5 final, e eventualmente a disputa pelo título no WSL Finals, algo que não se materializou.</p>
<p>Já o seu o 11º título, KS teve que o ganhar duas vezes&#8230;</p>
<p>O ano era 2011 e Slater começou o ano na liderança, batendo o nosso <strong>Tiago Pires</strong> nas meias e <strong>Taj Burrow</strong> na final do Quiksilver Pro. Entretanto conquistou mais 3 vitórias, e dois segundos lugares ao longo da temporada, o que fez com que, chagado a São Francisco, o palco da etapa Rip Curl Search de 2011, o título já estava praticamente garantido.</p>
<p>Teoricamente bastava &#8220;sobreviver&#8221; ao round 3 para conquistar o título e foi o que fez, venceu no round 1 contra <strong>Kai Otton</strong> e o <em>wildcard</em> <strong>Dean Brady</strong> e bateu <strong>Daniel Ross</strong> no round 3 para que a celebração começasse. Já no palco depois de grande euforia Kelly recebeu o taça de campeão mundial e a festa continuou pelo dia fora já que, mais uma vez, história tinha sido feita, desta vez em Ocean Beach, uma praia que nunca tinha recebido uma prova do Championship Tour e nunca voltou a receber.</p>
<p>Até que, horas mais tarde, um estranho boato começou a circular, a ASP tinha feito um erro e Kelly ainda não era campeão. Aparentemente o sistema informático dava a vitória, em casa de empate, ao <em>seed</em> mais alto do evento, algo que na realidade não estava nas regras. Teoricamente, se Slater não pontuasse mais até ao fim do ano e <strong>Owen Wright</strong> vencesse tanto em São Francisco como em Pipeline, ainda podiam empatar no ranking. Resumindo, ainda haveria mais um heat para vencer, o que, felizmente para a ASP, aconteceu no dia seguinte quando Slater derrotou <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Miguel Pupo</strong>. E aí começou a caricata segunda celebração do mesmo título, enquanto que Medina, ainda com 17 anos, vencia a sua segunda prova em três etapas.</p>
<p>O fiasco do título teve as suas consequências, <strong>Brodie Carr</strong>, o CEO da ASP na época, assumiu a culpa da falha e renunciou ao seu cargo. O que é certo é que a ASP de 2011 não tinha o mesmo nível profissionalismo da WSL de 2022, algo que é bem visível pela qualidade do circuito na actualidade.</p>
<p><iframe title="Kelly Slater Wins 11th World Title... Again" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r4lEmDFMlmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Francisca Veselko sagra-se campeã mundial júnior da WSL</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/francisca-veselko-sagra-se-campea-mundial-da-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 23:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Veselko]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
		<category><![CDATA[World Junior Championship]]></category>
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					<description><![CDATA[SAMBAZON World Junior Championships]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar de ser realizado na Califórnia, o SAMBAZON World Junior Championships é um evento que acabou de entrar para a história do surf português. Nos mais de 20 anos de campeonatos mundiais júnior da WSL apenas um surfista português tinha garantido o título, <strong>Vasco Ribeiro</strong>, em 2014, enquanto que <strong>Tiago Pires</strong> foi vice-campeão no ano 2000.</p>



<p>Nenhum surfista nacional estava qualificado para a edição de 2022, que seria realizada em Janeiro deste ano, mas Francisca Veselko recebeu um <em>wildcard</em> devido às suas fortes prestações no circuito Challenger Series. E Kika não podia ter aproveitado melhor esta oportunidade. </p>



<p>Logo no primeiro round a surfista de Carcavelos surfou no último heat da fase e do dia e mostrou que estava ali para ganhar, garantindo a melhor nota e melhor média do dia para bater <strong>Sara Wakita</strong> e <strong>Ella McCaffray</strong>. No round 3 Veselko voltou encontrar a japonesa Wakita e mais uma vez impôs um ritmo muito elevado, sempre escolhendo as melhores esquerdas e encaixando manobras muito fortes.</p>



<p>Nos quartos de final, já no dia final da prova, Francisca &#8220;destruiu&#8221; a jovem sensação canadiana, <strong>Erin Brooks</strong> e na fase seguinte foi a vez de mais uma super mediática surfista, <strong>Sierra Kerr</strong>, ficar pelo caminho às mãos da portuguesa. </p>



<p>A sua adversária na final foi <strong>Sawyer Lindblad</strong>, que começou melhor, apesar de não ter aproveitado muito bem a sua primeira onda boa. Melhor para <strong>Francisca Veselko</strong> que, depois de conseguir uma de 5.83 pontos com uma manobra isolada, escolheu mais uma onda de set onde deu um bom snap e uma rasgada numa secção critica, aterrando da manobra no limite para receber uma nota de 7 pontos. Kika passou para a liderança enquanto que Lindblad precisava de uma nota de 5.98 para dar a volta ao resultado. Felizmente não conseguiu descobrir qualquer onda com potencial e a liderança não mudou, o que garantiu a Francisca o título inédito em Portugal de campeã mundial júnior na categoria feminina.</p>



<p>Notícia em actualização&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<item>
		<title>Filipe Toledo e Stephanie Gilmore são os campeões mundiais de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-e-stephanie-gilmore-sao-os-campeoes-mundiais-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 21:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Toledo]]></category>
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					<description><![CDATA[Lower Trestles, EUA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de algumas semanas de <em>build up</em> e de um <em>lay day</em>, o Rip Curl WSL Finals foi à água em Lower Trestles para coroar dois campeões mundiais.</p>



<p>A prova feminina e masculina iam alternando, eliminando um <em>title contender</em> de cada vez. O primeiro heat na água foi entre Stephanie Gilmore, <em>seed </em>número 5, e <strong>Brisa Hennessy</strong>, número 4. Os primeiros dois terços da bateria foram dominados por Brisa, até que Gilmore voltou à disputa com uma onda boa e virou o heat a seu favor na sua última onda. A partir daí Stephanie parece ter deixado os nervos de lado, transformando-se pela primeira vez este ano, numa séria candidata ao título. No heat seguinte a confiança estava em alta e, mesmo tendo que combater um bom início de <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, que fez 8 pontos na sua segunda onda, Gilmore voltou a vencer. </p>



<p><strong>Johanne Defay</strong> simplesmente não conseguiu responder a uma <em>super charged</em> Stephanie Gilmore, perdendo por combinação. Ficou então e faltar <strong>Carissa Moore</strong>, proporcionando um incrível heat, 5 títulos mundiais VS 7 título mundiais. Pelo quarto heat consecutivo, Steph venceu, abrindo com uma longa direita de 8 pontos enquanto que Moore não conseguiu quebrar a barreira dos 6 pontos e perdeu este primeiro confronto. À semelhança do evento de 2021, Carissa ficou com a obrigação de vencer os dois heats seguintes mas o <em>momentum</em> de <strong>Stephanie Gilmore</strong> só aumentou, vencendo com ainda mais destaque a bateria seguinte, sagrando-se campeã mundial pela 8ªa vez!</p>



<p>A prova masculina começou com um confronto entre a grande esperança de uma geração <strong>Kanoa Igarashi</strong>, e um surfista que poucos consideravam um sério candidato à vitória deste ano, Ítalo Ferreira. De facto o campeão mundial de 2019 teve um ano muito abaixo das expectativas, sem fazer qualquer final, chegando inclusive ao último evento antes do &#8220;finals&#8221; sem a sua vaga 100% garantida. Para &#8220;vender&#8221; as suas hipóteses de conquistar o título, os comentadores falavam na sua energia como o seu trunfo especial mas o que é certo é que Ferreira usou mesmo isso a seu favor mais tarde na prova. O heat contra Igarashi teve poucas ondas surfadas, mas Ítalo esteve melhor e venceu. <strong>Ethan Ewing</strong> surfou bem no heat seguinte, mas não conseguiu acompanhar o ritmo de Ítalo, sendo eliminado. </p>



<p>Já <strong>Jack Robinson</strong> era considerado como o mais provável <em>spoiler </em>do título de Filipe Toledo mas, neste heat, mostrou-se completamente fora do seu elemento. De facto o australiano só &#8220;acordou&#8221; na sua última onda, pontuando 8.7 pontos mas foi pouco, e tarde. Seguiu-se então o primeiro confronto com Filipe Toledo, que foi dominado pelo líder do circuito, apesar de ter caído em algumas finalizações. Na sua última onda<strong> Ítalo Ferreira</strong> precisava de uma nota de 7.13 pontos e apesar de ter feito uma direita cheia de manobras fortes, ficou a faltar uma manobra mais expressiva, mesmo assim recebendo o requisito necessário de 2 dos 5 juízes. Toledo ficou então a um heat de conquistar o seu título e a 6 minutos do fim liderava, com Ítalo a precisar de 7.18 sem prioridade. Ambos arrancaram na mesma onda, Filipe para a direita e Ítalo para a esquerda, ambos arrancando notas de 8 pontos, o que segurou a liderança de Filipe Toledo. Mais nenhuma onda de consequência entrou até ao final heat garantindo a Toledo o seu muito merecido primeiro título mundial!</p>
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		<item>
		<title>Gabriel Medina e Carissa Moore são os campeões mundiais de 2021</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/gabriel-medina-vence-titulo-mundial-de-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 21:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl WSL finals]]></category>
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					<description><![CDATA[Carissa Moore vence o título feminino...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de espera, o Rip Curl WSL finals, prova que decidia os títulos mundiais de 2021, finalmente arrancou.</p>
<p>Ondas até um metro e meio, mas inicialmente com algum vento, esperavam os melhores surfistas do mundo, em Lower Trestles, a onda mais <em>high performance</em> dos EUA (continental). Na disputa estavam apenas 5 surfistas em cada categoria, Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo, <strong>Morgan Cibilic</strong> e Conner Coffin na masculina e Carissa Moore, Tatiana Weston-Webb, Sally Fitzgibbons, Stephanie Gillmore e Johanne Defay na feminina e, no fim do dia, dois deles seriam os novos campeões mundiais.</p>
<p>A prova começou com o confronto entre a 5º e 4º classificadas, Defay VS Gillmore. Contra todas as expectativas, foi<strong> Johanne Defay</strong> quem dominou o heat, pontuando cedo em algumas esquerdas e melhorando a sua média perto do fim com uma direita muito bem surfada. Enquanto isso Steph não conseguiu fazer o seu surf, caindo na segunda manobra de todas as suas ondas e sendo eliminada na sua bateria de estreia. Seguiu-se <strong>Sally Fitzgibbons</strong>, que já apanhou as condições a melhorarem muito, com o &#8220;bump&#8221; da onda a desaparecer juntamente com o vento, tratou de acabar com as hipóteses da francesa da Ilha Reunião. <strong>Sally Fitzgibbons</strong> parecia pronta para despachar Tatiana Weston-Webb, mas a brasileira esteve muito bem estrategicamente, virando o resultado a seu favor com a última onda entrando assim na disputa final pelo título.</p>
<p>Do lado masculino tudo começou com os únicos não brasileiros do top5, Conner VS Morgan. <strong>Conner Coffin</strong> mostrou muito ritmo, arrancando uma nota forte na sua primeira onda, com dois <em>carves</em> e uma finalização forte. O sempre consistente Cibilic conseguiu voltar à disputa com uma onda mediana, mas rapidamente o norte-americano fez um <em>back up</em> forte e deixou o seu companheiro de equipa a precisar de uma nota alta. <strong>Filipe Toledo</strong>, no heat seguinte, fez o jogo da paciência, apanhando a sua primeira onda apenas a 17 minutos fim, quando Conner já tinha uma nota de 8.5 a contar. Mas, tipicamente seu, fê-la contar, respondendo com uma nota de 8.4 pontos, ficando a precisar de uma nota mediana para dar a volta ao resultado. Filipe só surfou novamente a menos de 3 minutos do fim e, mesmo sendo uma onda com pouco potencial, encaixou alguns <em>carves</em> e um aéreo abusado para finalizar e garantir uma nota alta e a qualificação para a fase seguinte. <strong>Ítalo Ferreira</strong> começou a atacar cedo no seu confronto 100% brasileiro contra Toledo, mas foi Filipe quem conseguiu a primeira nota forte, 7.33 pontos numa longa direita com várias manobras, incluindo dois aéreos. Na sua onda seguinte Toledo parecia estar a carimbar o passaporte para a final, mas Ítalo apanhou a onda seguinte e respondeu ao 7.07 com uma nota de 7.27 pontos, ficando a precisar de 7.14 para virar o resultado, a 15 minutos do fim. Ferreira ainda arriscou tudo num aéreo de <em>backside</em> tão abusado que teria conseguido a nota, mesmo como manobra isolada, mas não completou e acabou por ser eliminado.</p>
<p><strong>And then there were two&#8230;</strong></p>
<p>O primeiro super heat foi entre Carissa Moore e <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, duas surfistas com algum historial de grandes confrontos em fases decisivas. &#8220;Tati&#8221; atacou primeiro, com o seu sempre &#8220;<em>sharp</em>&#8221; surf de <em>backside</em>, garantindo uma nota de 7.33 e depois de algumas ondas de Carissa, a brasileira precisava de apenas 6.74 pontos para virar o resultado. Foi usando, e abusando, novamente do seu<em> backside</em> que Weston-Webb passou para frente, deixando a havaiana a precisar de 5.93 pontos. Entretanto Tatiana conseguiu assegurar a prioridade nos minutos finais e apanhou a última onda que entrou.</p>
<p><strong>Tatiana Weston-Webb 1 &#8211; Carissa Moore 0</strong></p>
<p><strong>Gabriel Medina</strong> tinha estado muito inspirado ao longo de toda a semana em Trestles, apanhando mais ondas que qualquer outro surfista no<em> line up</em> mas no primeiro <em>match up</em> foi muito selectivo. A 20 minutos do fim &#8220;Gabe&#8221; tinha ondas de 5 e 7.3 pontos a contar, enquanto que Filipe contava com uma nota de 7 pontos e alguns descartes. A troca de ondas seguinte, duas esquerdas surfadas consecutivamente, foi a melhor do evento todo De <em>backside</em> Filipe Toledo simplesmente destruiu uma esquerda com muitas manobras explosivas, enquanto que Gabriel, na onda seguinte, fez apenas três manobras, mas ainda mais impressionantes, recebendo 9 pontos contra o 8.33 do seu adversário. A precisar de 7.98, Toledo atacou mais uma direita, falhando a manobra numa secção mas destruindo o resto para receber 7.37 e perder o primeiro confronto.</p>
<p><strong>Gabriel Medina 1 &#8211; Filipe Toledo 0</strong></p>
<p>Carissa Moore parecia nervosa antes do seu heat, sabendo que, caso perdesse, perdia o título. Mas logo na sua primeira onda mostrou que ainda podia dar a volta ao resultado, abrindo com uma nota de 8.93 pontos. Tatiana chegou a estar em combinação mas com uma onda de 7.93 voltou à disputa, ficando a precisar de uma nota de 6.84 pontos, requisito que entretanto passou para 8.68. Nos segundos finais Weston-Webb fez outra onda sólida, mas foi pouco, e tarde.</p>
<p><strong>Tatiana Weston-Webb 1 &#8211; Carissa Moore 1</strong></p>
<p>Talvez inspirado pela reviravolta de Carissa, Filipe Toledo abriu com uma direita incrível mas, ao contrário de Tati, Gabriel Medina não deixou fugir a liderança. Mesmo tendo feito um ponto e meio menos que o seu adversário, compensou logo a seguir numa esquerda, passando para a frente do heat. Entretanto aconteceu algo extremamente invulgar, foi avistado um tubarão perto do pico, e a prova ficou em <em>stand by</em> por alguns minutos até se garantir que não havia perigo. De volta ao <em>line up</em>, Gabriel tratou de aumentar a sua liderança com um <em>backflip</em> para a esquerda e só não fechou a porta a Toledo porque o seu conterrâneo fez ao mesmo tempo uma onda incrível, falhando só a manobra final. A 7 minutos do fim Toledo tinha a prioridade, mas precisava de uma nota de 9.01 e o heat acabou antes de conseguir fazer a nota, o que garantiu a Gabriel Medina o seu terceiro título mundial1</p>
<p><strong>Gabriel Medina 2 &#8211; Filipe Toledo 0</strong></p>
<p>Depois foi a vez de Carissa Moore vir detrás e vencer um confronto apertado com Tatiana, acabando por conquistar, com muita justiça, o seu quinto título mundial!</p>
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		<title>Ítalo Ferreira é o campeão mundial de 2019</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/italo-ferreira-e-o-campeao-mundial-de-2019/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 02:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Italo Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita acção no Billabong Pipe Masters...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao fim uma das mais interessantes disputas pelo título máximo do surf profissional, o título de campeão mundial da WSL.</p>
<p>Foi um ano que teve 5 surfistas a liderar o circuito em alturas diferentes. Ítalo Ferreira venceu o Quiksilver Pro Gold Coast e arrancou na frente, até John John Florence vencer duas das três provas seguintes para assegurar a lycra amarela até uma lesão o deixar fora da disputa. Depois foi Kolohe Andino a passar para a frente, mas apenas por uma etapa, perdendo a liderança na prova seguinte para <strong>Filipe Toledo</strong>, que por sua vez a perdeu logo de seguida para Gabriel Medina. O bicampeão mundial brasileiro parecia estar a caminho do terceiro título na prova portuguesa do tour, até fazer um erro contra Caio Ibelli e ser eliminado cedo na prova. Isso abriu a porta para que outros candidatos se colocassem em boas posições na disputa pela vitória final. Ferreira vinha de uma final em França e quando venceu em Peniche voltou a vestir a lycra amarela.</p>
<p>Na última etapa era Ítalo e Gabriel quem estavam melhor colocados, mas também Kolohe Andino chegou ao dia final com hipóteses matemáticas de levar o título para a Califórnia. O panorama era simples, Medina precisava de ficar uma fase à frente de Ferreira. Primeiro na água esteve Ítalo Ferreira, que tinha como adversário <strong>Peterson Crisanto</strong>. Foi uma bateria muito parada, com a primeira onda a ser surfada ao fim de 10 minutos. As ondas estavam mais para Backdoor, até porque ainda havia muita areia no canal na esquerda, mas foi de<em> frontside</em> que Ferreira fez dois bons tubos, para deixar Crisanto a precisar de uma nota de 8.51 pontos nos minutos finais. A situação não mudou o que deixou Medina com a obrigação de passar a sua bateria enquanto que Andino ficou fora da disputa.</p>
<p>Devido ao sistema <em>overlapping</em>, Medina partilhou o <em>line up</em> primeiro com <strong>Kelly Slater</strong>, no seu heat sem prioridade, e depois com John John Florence, com prioridade, as duas maiores ameaças do evento. O seu adversário era novamente <strong>Caio Ibelli </strong>e a 10 minutos do fim Gabriel tinha notas de 1 e 2 pontos enquanto que Ibelli não chegava a totalizar 1 ponto. A 3 minutos do fim o candidato ao título usou bem a sua prioridade para fazer um bom tubo para a direita que lhe garantiu a nota de 4.23, aumentando assim a sua magra liderança. No minuto final Caio tinha a prioridade mas Gabriel optou por o <em>dropinar</em>, garantindo que o seu velho rival não fazia a nota que precisava, avançando mesmo com uma interferência.</p>
<p>Poucas horas mais tarde era Ítalo Ferreira novamente na água, contra <strong>Yago Dora</strong>. Ambos caíram na primeira onda mas &#8220;navegaram&#8221; bastante no tubo nas ondas seguintes, tendo o líder do ranking recebido uma nota melhor, um 6.83 contra 4 pontos. Depois de alguns tubos sem saída, Dora igualou o melhor<em> score</em> do heat até aí, 6.83, mas Ítalo respondeu com um dos melhores tubos do dia, para fazer uma nota de 8.83 pontos e aumentar a sua vantagem e eventualmente seguir em frente.</p>
<p>Entretanto Medina tinha o que se podia considerar o adversário mais perigoso da fase,<strong> John John Florence</strong>. As ondas fechavam muito no canal nesta bateria mas Gabriel conseguiu sair de um longo tubo para a esquerda cedo na bateria para receber 8.4 pontos. Florence respondeu com um tubo para Backdoor e outro para Pipe mas o brasileiro surfou de seguida e pontuou 9.23 num tubo largo para a esquerda, deixando o outro bicampeão mundial a precisar de uma combinação.</p>
<p>A pressão voltou para Ítalo, que teria Kelly Slater como adversário nas meias finais. Nesse momento Slater já tinha conquistado a Triple Crown of Surfing, 21 anos depois da última, mas foi Ferreira quem abriu bem a bateria, com notas de 8.60 e 4.83 pontos. O brasileiro levava um histórico de 3 vitórias a zero sobre Kelly e só aumentou a sua vantagem, impondo uma combinação que o 11x campeão do mundo não conseguiu contornar, sendo eliminado.</p>
<p>A partir daí Gabriel já sabia que teria que vencer os próximos dois heats, a meia final contra <strong>Griffin Colapinto</strong> e a final contra Ítalo. Depois de despachar o norte-americano, a final seria 100% brasileira e no fim o vencedor levava tudo, a vitória do Billabong Pipe Masters e o título mundial de 2019.</p>
<p>O último heat do ano começou com um tubo para backdoor de<strong> Ítalo Ferreira</strong> que lhe rendeu a nota de 7.83, seguido de um para a esquerda, como finalização de aéreo <em>reverse</em>, para juntar 6.17 ao seu somatório. Logo de seguida Gabriel Medina atacou com um tubo de 7.77 pontos mas no fim de contas Itálo ficou com a vitória e o título mundial de 2019!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Carissa Moore sagra-se tetracampeã mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 20:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Carissa Moore]]></category>
		<category><![CDATA[lululemon Maui Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Maui Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[lululemon Maui Pro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos heats do fim do Championship Tour feminino de 2019, a campeã do circuito foi encontrada e o seu nome é Carissa Moore.</p>
<p>O ano começou bem para a havaiana, com uma final contra Caroline Marks na Gold Coast. Depois de fazer 5ºs lugares em Bells e Keramas, Carissa entrou num ritmo que as suas adversárias não conseguiram acompanhar. Tudo começou com um 3º lugar em Margaret River, 2º no Brasil e 1º em Jeffreys Bay. Seguiu-se o 3º luar no Surf Ranch e 1º na prova francesa e o ano parecia estar quase a ser fechado pela então 3x campeã mundial.</p>
<p>Em Portugal Moore parecia estar em vias de garantir mais um título mas as suas adversárias mais próximas, Carolina Marks e Lakey Peterson fizeram a final em Peniche e adiaram a disputa para a última etapa, o lululemon Maui Pro. Aí a disputa foi reduzida a duas surfistas cedo no round 3, quando Lakey Peterson foi eliminada por Tyler Wright, uma surfista que regressou à competição depois de uma pausa de 18 meses e mostrou grande forma.</p>
<p>No último dia de prova Carissa Moore estava numa excelente posição para vencer o título que lhe escapa desde 2015 e foi avançando até às fases finais. Caroline Marks não conseguiu fazer o mesmo, sendo eliminada por Stephanie Gilmore no último heat dos quartos de final, oferecendo a vitória final a Carissa, que celebrou o seu quarto título mundial.</p>
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		<title>O historial no Pipe Masters dos candidatos ao título mundial de 2019</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-historial-no-pipe-masters-dos-candidatos-ao-titulo-mundial-de-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2019 18:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[5 candidatos, 1 título...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falta apenas uma etapa para o fim do Championship Tour da WSL de 2019 e cinco surfistas mantêm hipóteses de ser campeões mundiais.</p>
<p>Fica a conhecer o historial de cada um no Billabong Pipe Masters:</p>
<p><strong>Kolohe Andino</strong><strong> (actual 5º do ranking):</strong><br />
O único surfista desta disputa que nunca venceu uma prova do Championship Tour tem um historial fraco em Pipe, com quatro 25ºs lugares em 8 participações. Conta também com três 13ºs e um 3º, em 2016. Se as ondas estiverem mais para Backdoor que para Pipe tem mais hipóteses de avançar até às fases finais mas na prática as suas hipóteses de se sagrar campeão mundial em 2019 são mais matemáticas que reais.</p>
<p><strong>Filipe Toledo (actual 4º do ranking):</strong><br />
“Filipinho” já chegou a esta etapa numa posição melhor, tanto em 2015 como em 2018, e perdeu a oportunidade cedo em ambas. Em seis etapas este brasileiro já fez dois 25ºs, dois 13ºs, um 9º e um 5º. A sua prestação tem melhorado ao longo dos anos mas vai depender muito das condições para ser um verdadeiro <em>player</em> nesta disputa.</p>
<p><strong>Jordy Smith</strong><strong> (actual 3º do ranking):</strong><br />
Jordy já competiu 10 vezes no Pipe Masters e entre elas destacam-se o 3º lugar de 2018 e dois 5ºs, tendo ficado no round 2 ou 3 nas restantes participações. Um bom resultado para o sul africano não está fora de questão nesta prova mas não pode ser considerado o favorito e sim um sério <em>dark horse</em> nesta disputa.</p>
<p><strong>Gabriel Medina (actual 2º do ranking):</strong><br />
O campeão mundial de 2014 e 2018 competiu em Pipe 8 vezes e venceu no ano passado. Os seus resultados são dois 5ºs, um 9º, dois 13º, e dois 2ºs e um 1º. Apesar de estar em segundo lugar no ranking, é o claro favorito, sendo o mais competitivo surfista neste local desde Kelly Slater no seu auge.</p>
<p><strong>Ítalo Ferreira (actual 1º do ranking):</strong><br />
O líder do circuito é o mais recente no Championship Tour entre os &#8220;<em>contenders</em>&#8221; tendo apenas competido em Pipe quatro vezes, com três 13ºs e um 5º lugar. Apesar de mostrar potencial e diversidade no seu surf para vencer quase qualquer prova do tour, vai ter se superar nesta etapa se não quiser virar &#8220;freguês&#8221; de Medina nesta disputa pelo título.</p>
<p>Fica a conhecer os requisitos na disputa pelo título mundial da World Surf League de 2019:</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira</strong> <strong>vencer</strong> o Billabong Pipe Masters, garante o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 2º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina e Filipe Toledo precisam de vencer a etapa</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 3º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina precisa de um 2º lugar</strong> e <strong>Filipe Toledo e Jordy Smith precisam de vencer</strong> a etapa para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se<strong> Ítalo Ferreira ficar em 5º lugar</strong> em Pipeline, <strong>Gabriel Medina precisa de um 3º lugar</strong>, <strong>Filipe Toledo um 2º lugar</strong> e <strong>Jordy Smith de um 1º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– <strong>Se Ítalo Ferreira ficar em 9º lugar</strong> em Pipeline, <strong>Gabriel Medina precisa de um 5º lugar</strong>, <strong>Filipe Toledo de um 3º lugar</strong>, <strong>Jordy Smith de um 2º lugar</strong> e <strong>Kolohe Andino de um 1º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>– Se <strong>Ítalo Ferreira ficar em 17º ou 33º lugar</strong> em Pipeline,<strong> Gabriel Medina </strong>e<strong> Filipe Toledo precisam de ficar 9º lugar</strong>, <strong>Jordy Smith em 5º lugar</strong> e <strong>Kolohe Andino em 2º lugar</strong> para lhe tirarem o título mundial;</p>
<p>O Billabong Pipe Masters realiza-se entre 8 e 20 de Dezembro, em Pipeline, Oahu, Havai.</p>
<p><strong>O Top 5 após MEO Rip Curl Pro Portugal</strong><br />
1 – <strong>Ítalo Ferreira</strong> (BRA) – 51.070 pts<br />
2 – Gabriel Medina (BRA) – 50.005 pts<br />
3 – Jordy Smith (ZAF) – 49.985 pts<br />
4 – Filipe Toledo (BRA) – 49.145 pts<br />
5 – Kolohe Andino (USA) – 44.665 pts</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gabriel Medina é o campeão mundial de 2018</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/gabriel-medina-e-o-campeao-mundial-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 22:57:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[O campeão voltou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O título mundial da World Surf League de 2018 foi um dos mais disputados dos últimos anos, com os últimos dois candidatos em prova nos últimos heats da última etapa do circuito.</p>
<p>Em ondas de dois metros e meio para Pipe e Backdoor, <strong>Gabriel Medina</strong> foi destaque desde o round 1 e chegou às meias finais como grande favorito à vitória. A situação não era muito diferente da que Gabriel viveu em Portugal uns meses antes, quando tinha hipóteses de sagrar campeão no MEO Rip Curl Pro Portugal. Aí perdeu a um heat da final, depois de ter liderado. Em Pipe já precisava de menos, apenas tinha que chegar à final mas mesmo que não conseguisse obrigava o seu último adversário na disputa, <strong>Julian Wilson</strong>, a bater <strong>Kelly Slater</strong> na segunda meia final e vencer a final.</p>
<p><strong>Jordy Smith</strong> nunca é visto como um favorito à vitória em Pipeline mas nesta prova estava inspirado e a 20 minutos do fim liderava o heat contra Medina e tinha a prioridade. Infelizmente para ele, o brasileiro é mestre na estratégia de heats e &#8220;vendeu-lhe&#8221; uma onda muito fraca, só para logo de seguida apanhar um longo tubo para Backdoor para receber uma nota de 9.1 e passar para a frente.</p>
<p>O tempo foi passando e a 2 minutos do fim Jordy precisava de uma nota de 7.78 e tinha do seu lado a prioridade mas quando mais nenhuma onda com potencial entrou no <em>line up</em> <strong>Gabriel Medina</strong> sagrou-se, com muita justiça, bicampeão mundial!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Congratulations Gabriel Medina, 2018 World Champion" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/um1P3rrue7Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Kirra Pinkerton é a nova campeã mundial júnior</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/kirra-pinkerton-e-a-nova-campea-mundial-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 09:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Kirra Pinkerton]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
		<category><![CDATA[World Junior Championship]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan Open World Junior Championships]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao fim o Taiwan Open World Junior Championships, mas apenas na categoria feminina. Em ondas de meio metro com boa formação a grande surpresa foi a eliminação de uma das principais favoritas, <span class="athlete-name"><strong>Gabriela Bryan</strong></span>, logo no primeiro heat do dia contra <span class="athlete-name">Samantha Sibley</span> e Sol Aguirre.</p>
<p>Ficou então tudo em aberto e foi a californiana Kirra Pinkerton quem de imediato se destacou. Em todos os seus heats a partir do round 3 excepto na final, Kirra deixou as suas adversárias a precisar de notas acima dos 8 pontos. Nos quartos de final foi Sol Aguirre que ficou pelo caminho e Samantha Sibley caiu nas meias.</p>
<p>Do outro lado da grelha vinha Zhali Kelly, uma australiana com muita experiência competitiva e duas vitória no QS em 2018, mas a havaiana <span class="athlete-name">Keala Tomoda-Bannert</span> fez um heat excelente nas meias finais e acabou por a eliminar.</p>
<p>A bateria final foi muito equilibrada e foi Keala quem fez a melhor onda, um 8.2, mas Kirra tinha o <em>momentum</em> todo do seu lado e com uma boa última onda sagrou-se campeã mundial por uma diferença de apenas 0.24 pontos para a sua adversária.</p>
<p>Na prova masculina ainda se realizaram 5 heats do round 3, onde foram eliminados dois europeus, Tiago Carrique e <span class="athlete-name">Justin Becret</span>. O destaque do dia foi Samuel Pupo, que se coloca como um sério candidato à vitória.</p>
<p>Acompanha a evolução desta prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mjun/2861/taiwan-open-world-junior-championships-mens/results" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p><strong>Heats por realizar do round 3 </strong><br />
<strong>Heat 6: </strong>Joh Azuchi (JPN) vs. Marco Mignot (FRA)<br />
<strong>Heat 7: </strong>Yuji Nishi (JPN) vs. Dextar Muskens (AUS)<br />
<strong>Heat 8:</strong> Callum Robson (AUS) vs. Eduardo Motta (BRA)<br />
<strong>Heat 9:</strong> Rio Waida (IDN) vs. Luke Slijpen (ZAF)<br />
<strong>Heat 10: </strong>Tyler Gunter (USA) vs. Jhonny Guerrero (PER)<br />
<strong>Heat 11: </strong>I Ketut Aditya (IDN) vs. Caleb Tancred (AUS)<br />
<strong>Heat 12:</strong> Mateus Herdy (BRA) vs. Luke Thompson (ZAF)</p>
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