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	<title>Tijuana &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Prancha de surf motorizada usada no tráfico de droga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 12:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Usar pranchas para traficar droga já chegou a fazer parte da cultura do surf. Nos anos 60, 70 e 80 a tentação era muita e muitos surfistas norte-americanos sustentavam o seu estilo de vida traficando estupefacientes dentro das suas pranchas do México para os EUA. Especula-se até que algumas marcas de surf foram fundadas com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Usar pranchas para traficar droga já chegou a fazer parte da cultura do surf. <span id="more-25547"></span>Nos anos 60, 70 e 80 a tentação era muita e muitos surfistas norte-americanos sustentavam o seu estilo de vida traficando estupefacientes dentro das suas pranchas do México para os EUA.</p>
<p>Especula-se até que algumas marcas de surf foram fundadas com capital de origens duvidosas, como este tipo de tráfico, que entretanto terá sido transformado em grandes e legitimas empresas. Mas esse passado ficou para trás, tal como a má imagem que algumas gerações de surfistas deram ao desporto.</p>
<p>Hoje em dia o surf é uma modalidade com grande credibilidade, mais conotada a um estilo de vida saudável e limpo que chega a um público muito diversificado. Mas isso não quer dizer que a pratica de usar as pranchas como transporte de droga tenha sido 100% abandonado. Recentemente um surfista brasileiro foi fuzilado na Indonésia, juntamente com mais 7 traficantes estrangeiros, depois de 10 anos no &#8220;corredor da morte&#8221;. O seu crime? O tráfico de 6 quilos de cocaína dentro de uma prancha de surf. Infelizmente para ele, e todos os outros, a punição deste crime da Indonésia é a morte.</p>
<p>Esta semana houve mais um caso de tráfico de droga numa prancha de surf mas num local muito distante e com outros contornos. Apesar das tentativas de uma marca chamada &#8220;Jetsurf&#8221;, ainda ninguém conseguiu meter um motor numa prancha e mantê-la funcional. Mesmo assim algum &#8220;artista&#8221; tentou usar essa fórmula para transportar uma prancha cheia de &#8220;Meth&#8221; da Costa de Tijuana, que fica na fronteira, para os EUA.</p>
<p>Mas a experiência não correu bem, a água entrou em contacto com as baterias e o motor parou, encalhando na praia ainda em Tijuana. Poucas horas depois a polícia já tinha recuperado a prancha, pondo fim a este novo esquema de tráfico. Ao que parece continha cerca de 100.ooo USD em &#8220;Meth&#8221; uma das drogas mais baratas mas mais pesadas da actualidade. Nenhum suspeito foi preso nesta fase.</p>
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