<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Surfboard Technology &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/surfboard-technology/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Oct 2023 15:20:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.9</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>As 5 maiores mudanças no teu material de surf dos últimos 25 anos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-5-maiores-mudancas-no-teu-material-de-surf-dos-ultimos-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 12:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[GoPro]]></category>
		<category><![CDATA[Nose Guard]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<category><![CDATA[Wetsuits]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=63428</guid>

					<description><![CDATA[A evolução é constante...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A única constante é a mudança”. Tens noção de quanto o teu material mudou desde que começaste a fazer surf?</p>
<p>Fica com algumas das mudanças mais visíveis das últimas décadas…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A tua prancha deixou de ter quilhas fixas&#8230;</strong><br />
“Queres FCS ou Futures” é normalmente uma das últimas perguntas que te fazem quando encomendas uma prancha de surf nova. A partir desses dois sistemas tens um mundo de opções sobre o tipo de quilhas que vais usar nas tuas surfadas, com a possibilidade de mudar a qualquer momento. Mas nem sempre foi assim. Até à revolução das quilhas, a fábrica de onde a tua prancha saía simplesmente colocava as quilhas que os próprios fabricavam, sem grande margem de escolha, um template dava para todas. As vantagens são múltiplas com quilhas removíveis, desde a versatilidade acrescida, ao fácil transporte das pranchas sem quilhas encaixadas, tanto em viagens de avião, onde a norma era uma ou mais quilhas partidas, como no dia a dia.</p>
<p><strong>Os fatos melhoraram drasticamente&#8230;</strong><br />
Durante muitos anos os fatos de neoprene eram pesados, frios, presos e mais difíceis de despir. Com o passar do tempo as marcas de fatos evoluíram muito, produzindo o oposto da descrição acima. A evolução no neoprene, na selagem, as novas opções com e sem fecho e o próprio processo produção dos fatos também contribuiu para este desenvolvimento. Curiosamente os preços, em comparação aos anos 90, mantiveram-se muito semelhantes em muitas das opções no mercado. Pela negativa, o facto de se tornarem mais leves e maleáveis, fazem dos fatos da actualidade um pouco mais frágeis que os seus predecessores, começando a perder algumas das suas mais distintas propriedades ao fim de um ano ou pouco mais.</p>
<p><strong>Os nose guards (praticamente) acabaram&#8230;</strong><br />
Durante muito tempo quando se comprava uma prancha nova, havia algo tão importante como escolher um deck a condizer, e trazer uma barra de wax. Era o nose guard, um produto de borracha que se colava no bico da prancha e que protegia do impacto de uma “pranchada” na cabeça ou noutras partes do corpo. Este produto salvou muita gente durante muitos anos, até cair em desuso. No entanto, ao longo dos tempos, os próprios shapers começaram a fazer as pranchas menos bicudas, o que minimiza o risco. Mas, de vez em quando, ainda se sente a falta deste produto.</p>
<p><strong>A oferta de materiais diferentes na construção das pranchas aumentou&#8230;</strong><br />
Apesar do epoxy não ser algo recente, tendo sido utilizado na fabricação de pranchas de surf desde muito cedo, o que é certo é que, durante muitos anos 99.9% das shortboards em qualquer eram em PU. Está certo que o PU ainda domina, mas a oferta em epoxy e outras tecnologias aumentou muito. São várias as marcas que desenvolveram &#8220;tecnologias&#8221; próprias ligadas ao epoxy, como a FutureFlex da Hayden Shapes, como a INCA da Pukas, entre muitas outras. Já para não falar de softboards, que cada vez são mais regulares no line up como pranchas “performance”.</p>
<p><strong>A GoPro passou a fazer parte do teu material&#8230;</strong><br />
Lembraste como eram as máquinas de filmar nos anos 80 ou 90? Eram grandes, difíceis de “manobrar” e pouco práticas para ter ondas filmadas no dia a dia. A logística de andar com uma máquina dessas era mais complexa e claro, nos dias bons ninguém estava disponível para filmar. Com o tempo foram diminuindo em tamanho, ficando mais baratas até uma marca lançar uma revolução, a GoPro, que desenvolveu máquinas de filmar à prova de água a preços acessíveis. É algo que a maior parte dos surfistas tem hoje em dia na mochila, já que não obriga a ter que pedir a outra pessoa para filmar.</p>
<p><strong>Menção honrosa</strong><br />
<strong>O teu telefone passou a ser parte do teu material</strong><br />
Seja para filmar, para meter stories no instagram a fazer inveja aos amigos, para ver as marés, ver as câmeras ou previsões, o teu smartphone passou a fazer parte da tua experiência de surf, sendo muito mais útil que outros produtos que tens na “mochila do surf”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63428</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A nova invenção de Thomas Meyerhoffer</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-nova-invencao-de-thomas-meyerhoffer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 14:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Meyerhoffer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=41295</guid>

					<description><![CDATA[Cientista louco ou génio?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Thomas Meyerhoffer é muito conhecido por ser um designer/inovador/empresário. O seu trabalho é reconhecido a nível mundial, principalmente devido a produtos que desenvolveu para clientes como a Apple, Coca Cola, Nike, Puma, Sony, The North Face e muitos outros.</p>
<p>Actualmente este sueco actualmente vive nos EUA, mais especificamente na Califórnia e como não poderia deixar de ser foi influenciado pela cultura do surf. Foi para esse meio que ele desviou parte do seu foco e na indústria é visto um pouco como um cientista louco. O seu primeiro grande produto foi uma prancha, o “Meyerhoffer Longboard” que tem um shape muito invulgar mas que foi reconhecido e premiado diversas vezes. Este tipo de shape, atraiu muita atenção mas nunca chegou a impactar o mercado.</p>
<p><iframe title="Meyerhoffer Longboard Review" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/NXXefD-4fLg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Recentemente Thomas lançou mais uma das suas invenções. Provavelmente inspirado pelos sistemas de quilhas actuais, que permitem mudar as características das pranchas trocando jogo de quilhas, Meyerhoffer foi ainda mais longe e desenvolveu uma prancha que permite que se troque o tail.</p>
<p>Ainda não há muita informação sobre esta prancha mas pelo que descobrimos as opções, para já, são entre<em> round </em>e<em> bat tail.</em> Thomas desenvolveu um sistema para separar as duas partes da prancha e trocar o tail, algo que até agora nunca tinha sido apresentado ao publico. Muitos testes ainda terão de ser feitos para verificar que o sistema não prejudica a flexibilidade e outras propriedades das pranchas mas, se resultar, poderá acrescentar algo ao mercado.</p>
<p>Fica a saber mais sobre esta edição limitada de pranchas <a href="https://thomasmeyerhoffer.com/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">41295</post-id>	</item>
		<item>
		<title>MATTAshapes apresenta nova máquina de shape</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/mattashapes-apresenta-nova-maquina-de-shape-aps-3000-5th-generation/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 18:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Matta Shapes]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=39903</guid>

					<description><![CDATA[APS 3000 5th Generation]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução de máquinas de shape foi vista, no passado, com muita hesitação da parte dos shapers mais tradicionais. No entanto nos últimos 15 anos passaram a fazer parte da realidade de todas as grandes fábricas. Nuno Matta sempre foi conhecido pela sua ligação a novas tecnologias, sendo inclusivamente um dos primeiros a lançar um site de surf em Portugal. A sua evolução como shaper aliada à sua facilidade de “dominar” este tipo de plataformas têm-no colocado na vanguarda do shape!</p>
<p>Press release</p>
<p>&#8220;A mais incrível maquina de shape tem agora espaço na fábrica da marca MATTAshapes. Criar os melhores shapes passa também por ter a tecnologia mais recente, o que permite melhorar o processo de construção de pranchas de surf.</p>
<p>“O acabamento desta máquina é perfeito, como nenhum outro. A intervenção do shaper ainda é crucial, mas agora com menos trabalho eu consigo focar-me melhor nos detalhes finais e para entregar pranchas ainda melhores aos nossos clientes”, comentou Nuno Matta.&#8221;</p>
<p>Mais informações sobre a APS 3000 5th Generation<a href="http://www.matta.surf/cnc-machine/" target="_blank"> AQUI</a>!</p>
<p><iframe title="Introducing at MATTAfactory: CNC Machine, APS 3000 5th Generation" src="https://player.vimeo.com/video/232069807?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">39903</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lino Curado fala sobre uma nova tecnologia para pranchas de surf “Made in Portugal” &#124; Mini-Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/lino-curado-fala-sobre-uma-nova-tecnologia-para-pranchas-de-surf-made-in-portugal-mini-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 08:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Flowtech]]></category>
		<category><![CDATA[Lino Curado]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=35958</guid>

					<description><![CDATA[Apesar de não ser conhecido no meio do surf, Lino Curado tem um curriculum vitae impressionante numa modalidade muito próxima do nosso desporto, o skimming. Este local de S. João do Estoril foi, segundo muitos, o expoente máximo do skim no nosso país, com títulos nacionais e Europeus aos 15 anos e um 2º lugar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não ser conhecido no meio do surf, Lino Curado tem um <em>curriculum vitae</em> impressionante numa modalidade muito próxima do nosso desporto, o skimming. <span id="more-35958"></span>Este local de S. João do Estoril foi, segundo muitos, o expoente máximo do skim no nosso país, com títulos nacionais e Europeus aos 15 anos e um 2º lugar na Taça do Mundo em 2001. Em meados de 2006 começou a interessar-se pelo fabrico de pranchas, eventualmente chegando à fibragem de pranchas de surf. Foi durante esse processo que desenvolveu uma tecnologia que acredita que poderá mudar para sempre o fabrico das pranchas de surf. Fica a saber mais sobre Lino Curado e a tecnologia Flowtech&#8230;</p>
<p><strong>Lino, conta como tudo começou&#8230;</strong><br />
Quando meti na cabeça que ia começar a fazer pranchas (de skiming) todos os dias, durante algum tempo, guiava 40 minutos para Caneças, onde tinha um espaço, e fazia sempre qualquer coisa, um banho de resina, uma fibragem&#8230; Comecei a tentar usar o processo de vácuo, que na altura não era muito vulgar. Não tenho formação em engenharia, nem pouco mais ou menos, mas tinha algumas bases e noções, pois trabalhei vários anos na área de construção. Por isso tinha alguma facilidade em fazer as ligações dos materiais. Sempre tentei olhar para as coisas a 360 graus, de forma a perceber os mecanismos. Fiz algumas pranchas e verifiquei que a nível de performance era melhor do que as que eu estava a usar.</p>
<p><strong>Foi durante essas experiências que chegaste à tecnologia Flowtech? </strong><br />
Fazer bem e diferente sempre foi a minha filosofia mas o Flowtech nasceu um bocado ao acaso. Eu usava um processo de construção que me deixava umas marcas no fundo da prancha, uns vincos, então para compensar isso fui buscar a teoria das bolas de golfe. Com as irregularidades no fundo criei um fluxo turbulento, uma zona de separação que faz a prancha tornar-se mais rápida. Com a mesma energia a prancha vai mais longe, mais rápido. Mas não tinha o fundo perfeito, inicialmente era um quadriculado mas fui procurando aperfeiçoar, apesar de dar bastante trabalho. É no cansaço e no esforço que as pessoas vão à procura da solução. E consegui arranjar uma solução que, em termos de aplicação, era perfeita pois também reduzia o custo em relação ao que fazia antes.</p>
<p><strong>Podes falar mais um pouco sobre a tecnologia e resultados?</strong><br />
Ninguém vê uma bola de golfe lisa e o principio é igual para a água. Não vou questionar um principio básico da física, um fluxo laminar gera mais atrito que um fluxo turbulento. Posso dar exemplos básicos, um tubarão em velocidade as escamas viram a 90 graus para reduzir o atrito.</p>
<p><strong>Como vês a evolução e futuro desta aplicação?</strong><br />
A única coisa que digo é que ninguém se lembra de ver uma bola de golfe lisa mas durante anos muita gente não aceitou a bola assim. Existe uma transição, e estamos na altura.</p>
<div id="attachment_35960" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/02/lino.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35960" class="size-full wp-image-35960" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/02/lino.jpg" alt="Lino Curado &quot;at work&quot;..." width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/02/lino.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/02/lino-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-35960" class="wp-caption-text">Lino Curado &#8220;at work&#8221;&#8230;</p></div>
<p><strong>E qual é o processo, ou é uma técnica secreta?</strong><br />
É uma técnica que está com um pedido de patente pendente. Quando pensei em passar isto para o surf sabia como o fazia mas ia alterar as especificações das pranchas de surf. Não podes entrar no surf e alterar tudo, tinhas de alterar o método de construção, não iria acontecer. A primeira experiencia que fiz já foi numa prancha para o Filipe Jervis, mas a aplicação não ficou perfeita. Depois fiz uma para o Ruben Gonzalez, com laminação tradicional e aplicação Flowtech numa prancha para ondas de verão, uma 5´5” e ele logo de seguida tirou um dos melhores resultados dos últimos anos numa etapa QS, um 5º lugar.</p>
<p><strong>Qual foi o feedback do Ruben?</strong><br />
Ele disse que a prancha era super rápida, que em ondas pequenas tinha projecção acima da média. Eu já sabia que no skimming a aplicação funcionava, mas aí fiquei com uma referência dos resultados para as pranchas de surf. Uns meses mais tarde convidaram-me para fazer algumas pranchas para estarem expostas durante o CT de Peniche. Fizemos duas pranchas que fossem ao encontro de surfistas do campeonato, queríamos que o Mick Fanning e o Gabriel Medina as usassem (risos)! O CJ Hobgood queria levar uma e a equipa do (Filipe) Toledo levou uma, mas nunca chegaram a dizer nada. O feedback a nível geral do público durante a prova foi bom.</p>
<p><strong>Com que outros surfistas tens estado a trabalhar?</strong><br />
Foram muitos os atletas que mostraram interesse, mas ninguém tanto como o Ruben Gonzalez. Fizemos um modelo especifico para ele que, além do Flowtech, era laminado a vácuo e isso faz muita diferença. O Flowtech basicamente é uma aplicação, não uma fibragem. Se tu quiseres fazer um <em>upgrade</em> à tua prancha podes fazer.</p>
<p><strong>Qualquer prancha pode levar a aplicação?</strong><br />
Sim, qualquer prancha!</p>
<p><strong>Qual é a diferença quando se faz a fibragem de origem com o Flowtech em comparação a uma aplicação posteriormente?</strong><br />
Se for eu a fazer e se for em processo de vácuo vai ser mais leve. Se vier feita terei de adicionar mais qualquer coisa, fica ligeiramente mais pesada.</p>
<p>Queres saber mais sobre a tecnologia Flowtech ou encomendar uma prancha com esta aplicação? Podes entrar em contacto com o Lino Curado em &#8211; <span class="_5yl5">l.c.flowtech@gmail.com &#8211;</span> e seguir o seu trabalho no instagram <a href="https://www.instagram.com/linocuradotechnologies/" target="_blank">@linocuradotechnologies.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">35958</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo material Chilli 50/50 em exclusivo na 58 Surf</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/novo-material-chilli-5050-em-exclusivo-na-58-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2016 10:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[50/50]]></category>
		<category><![CDATA[58 Surf Ericeira]]></category>
		<category><![CDATA[58surf]]></category>
		<category><![CDATA[Chilli Surfboards]]></category>
		<category><![CDATA[Ivo Nisa]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=31640</guid>

					<description><![CDATA[A loja 58 Surf, presente em Peniche, na Ericeira e na plataforma online, tem agora, em exclusivo para Portugal, o novo material 50/50 das pranchas Chilli. O espaço comercializa também as pranchas do reconhecido shaper James Cheal mas em PU (Poliester)  e EPS (Epoxi). Este material combina um core ultraleve de EPS com fibra de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A loja 58 Surf, presente em Peniche, na Ericeira e na plataforma online, tem agora, em exclusivo para Portugal, o novo material 50/50 das pranchas Chilli. <span id="more-31640"></span>O espaço comercializa também as pranchas do reconhecido shaper James Cheal mas em PU (Poliester)  e EPS (Epoxi).</p>
<p>Este material combina um core ultraleve de EPS com fibra de vidro, fibra de carbono e resina de Epoxi. As duas fitas de carbono no deck e uma única no bottom, assim como a laminação manual, traduz-se em pranchas com um comportamento mais vivo, fornecendo ainda mais flexibilidade do que outras com construção em Epoxi.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/58-SURF-50-50-CHILLI.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-31641" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/58-SURF-50-50-CHILLI.jpg" alt="58-SURF-50-50-CHILLI" width="728" height="456" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/58-SURF-50-50-CHILLI.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/58-SURF-50-50-CHILLI-281x176.jpg 281w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/58-SURF-50-50-CHILLI-683x428.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>&#8220;O resultado final passa por uma prancha mais reativa, leve e resistente&#8221;, adianta Ivo Nisa, fundador da 58 Surf. A nova tecnologia está disponível em três modelos: Rare Bird, Odyssey e Cherry Pepa.</p>
<p>Mais informações em <a href="http://58surf.com/" target="_blank">58Surf</a>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31640</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Samsung desenvolve prancha de surf com Gabriel Medina</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/samsung-desenvolve-prancha-de-surf-com-gabriel-medina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 May 2016 09:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Cabianca]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=31287</guid>

					<description><![CDATA[Foi em 2014 que a Samsung, uma multinacional que está entre as maiores empresas do planeta, se tornou no maior parceiro da principal organização desportiva do surf, a WSL. E além de ter ganho um naming sponsor de prestígio (o circuito passou a ter a denominação de Samsung Galaxy Championship Tour), o surf profissional ganhou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em 2014 que a Samsung, uma multinacional que está entre as maiores empresas do planeta, se tornou no <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/samsung-torna-se-naming-sponsor-da-asp/" target="_blank">maior parceiro da principal organização desportiva do surf, a WSL</a>.<span id="more-31287"></span></p>
<p>E além de ter ganho um naming sponsor de prestígio (o circuito passou a ter a denominação de Samsung Galaxy Championship Tour), o surf profissional ganhou também um grande parceiro tecnológico. Este empresa tem muito a oferecer nesse domínio e logo se fez planos para desenvolver aplicações para <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/samsung-leva-te-a-surfar-a-teahupoo-sem-sair-do-sofa/" target="_blank">potenciar a experiência do público</a> com o surf profissional.</p>
<p>Esta marca não se ficou apenas pelo patrocínio da World Surf League, tendo juntado grandes nomes do surf profissional como Gabriel Medina, Sally Fitzgibbons e Malia Manuel à sua equipa de embaixadores/pilotos de teste.</p>
<p>E foi com Medina, e o seu <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shaping-medina-documentario-1143/" target="_blank">shaper de longa data</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/cabianca-cria-marca-propria-e-patrocina-gabriel-medina/">Johnny Cabianca</a>, que surge mais um grande projecto da Samsung Galaxy, uma prancha de surf. Com um smartphone Samsung Galaxy como “coração”, esta prancha tem a capacidade de dar instruções enviadas pelo treinador em tempo real, para ajudar a melhorar a sua performance.</p>
<p>Nesta fase ainda não se sabe muito mais sobre esta prancha e é uma incógnita se estará disponível para venda ao público em breve ou se o campeão do mundo de 2014 vai usá-la como “arma secreta” numa das próximas etapas! Será o futuro do surf de competição?</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=Y8yrfnT-PtI</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31287</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Kolohe Andino &#038; Ian Crane &#124; Carbon Wrap &#124;&#124; 2:38</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/kolohe-andino-ian-crane-carbon-wrap-238/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2016 21:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carbon Wrap]]></category>
		<category><![CDATA[Ian Crane]]></category>
		<category><![CDATA[Kolohe Andino]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=31094</guid>

					<description><![CDATA[Carbon Wrap é uma nova tecnologia desenvolvida pela &#8230;Lost e usada nas pranchas dos team riders. Kolohe Andino e Ian Crane fazem parte da &#8220;prata da casa&#8221; e têm testado a CW ao limite. E pelo que vemos neste produção, a tecnologia parece funcionar!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carbon Wrap é uma nova tecnologia desenvolvida pela &#8230;Lost e usada nas pranchas dos team riders. <span id="more-31094"></span>Kolohe Andino e Ian Crane fazem parte da &#8220;prata da casa&#8221; e têm testado a CW ao limite. E pelo que vemos neste produção, a tecnologia parece funcionar!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="KOLOHE X CRANE ON CARBON WRAP" src="https://player.vimeo.com/video/149821857?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31094</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Será esta a tecnologia do futuro das pranchas de Surf?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/sera-esta-a-tecnologia-do-futuro-das-pranchas-de-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 11:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[DHD]]></category>
		<category><![CDATA[Epoxycore]]></category>
		<category><![CDATA[Surfboard Technology]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=29442</guid>

					<description><![CDATA[Foi ontem, dia 14 de Janeiro, que parte do team de luxo da DHD mostrou ao mundo o que Darren Handly afirma ser a tecnologia do futuro das pranchas de surf&#8230;  Ainda pouco ou nada se sabe sobre este novo tipo de construção de pranchas de surf. O que foi dito ao mundo é que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ontem, dia 14 de Janeiro, que parte do team de luxo da DHD mostrou ao mundo o que Darren Handly afirma ser a tecnologia do futuro das pranchas de surf&#8230;<span id="more-29442"></span>  Ainda pouco ou nada se sabe sobre este novo tipo de construção de pranchas de surf. O que foi dito ao mundo é que estas pranchas combinam os melhores pontos dos dois materiais mais usados hoje em dia, a fibra de vidro e a tecnologia epoxy, e que o nome deste novo material é Epoxycore. Fora isto, apenas vemos nas redes sociais o team da DHD confirmar que este é, efectivamente, o futuro do shape.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/ct-2016-jack-freestone-new-on-tour/">Jack Freestone</a>, recentemente qualificado para o CT, pergunta &#8220;<em>o que aconteceria se se combinasse os melhores aspectos da fibra de vidro com o epoxy</em>&#8220;, e dá a simples resposta, &#8220;<em>Uma mudança de jogo!</em>&#8220;.</p>
<p>Já Mick Fanning é mais directo, dizendo apenas que a &#8220;<em>epoxycore do DHD tem um óptimo aspecto</em>&#8220;. E remata dizendo-te para as procurares&#8230;</p>
<p>Por útlimo, o criador destas pranchas, Darren Handley, diz que produziram &#8220;<em>uma prancha de surf revolucionário que combina os atributos positivos da fibra de vidro e do epoxy</em>&#8220;, e que o resultado é &#8220;<em>uma pranca de surf que se destaca</em>&#8220;.</p>
<p>Resumindo, temos de esperar para saber mais sobre as Epoxycore mas obviamente que ficámos com a pulga atrás da orelha e estaremos atentos às novidades e, quem sabe, a uma para experimenter eheh!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">29442</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
