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	<title>Stephanie Gilmore &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Stephanie Gilmore e Molly Picklum destroem uma piscina de ondas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 04:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Não literalmente...]]></description>
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<p>Um dos grandes &#8220;perks&#8221; de ser campeã mundial é estar constantemente a ser convidada para viagens de ondas perfeitas. E como sabemos, hoje em dia ondas perfeitas já não se encontram só no mar, nesta caso foi na piscina de ondas Boa Vista Village, algures em São Paulo.</p>
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		<title>Yolanda Hopkins termina em 9º lugar no Gold Coast Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/yolanda-hopkins-termina-em-9o-lugar-no-gold-coast-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 20:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Bonsoy Gold Coast Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Ethan Ewing]]></category>
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					<description><![CDATA[Chegou ao fim mais uma etapa do Championship Tour, a terceira de 2026, e os vencedores foram Stephanie Gilmore e Ethan Ewing. Um dos momentos mais esperados desta prova para os portugueses foi o &#8220;super heat&#8221; entre as duas portuguesa do tour, Yolanda Hopkins e Francisca Veselko, que seria o primeiro confronto da categoria feminina. [&#8230;]]]></description>
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<p>Chegou ao fim mais uma etapa do Championship Tour, a terceira de 2026, e os vencedores foram Stephanie Gilmore e Ethan Ewing.</p>



<p>Um dos momentos mais esperados desta prova para os portugueses foi o &#8220;super heat&#8221; entre as duas portuguesa do tour, <strong>Yolanda Hopkins</strong> e <strong>Francisca Veselko</strong>, que seria o primeiro confronto da categoria feminina. Foi um pouco o que se podia esperar, apesar do resultado de qualquer heat entre estas duas incríveis surfistas estar sempre em aberto. Yolanda procurou atacar o lip enquanto que Francisca procurou paredes mais &#8220;limpas&#8221; para encaixar os seus carves. A liderança alternou entre as duas mas no fim Hopkins fechou com a melhor onda da bateria, um 6.1 e acabou na frente por menos de um ponto de diferença.</p>



<p>No round seguinte a algarvia surfou contra a campeã mundial em título, <strong>Molly Picklum</strong>, mas a australiana foi muito forte e apesar de Yolanda ter conseguido responder com uma nota de 7 pontos, acabou por ser eliminada a precisar de uma nota muito alta. A prova foi avançando e a final foi um confronto entre gerações, a veterana <strong>Stephanie Gilmore</strong> contra <strong>Luana Silva</strong>, que com apenas 21 anos, mesmo tendo perdido a final, é a nova líder do ranking.</p>



<p>Já as portuguesas ocupam neste momento a 17ª e 18ª posições do ranking, ambas com 5.000 pontos, empatadas também com Vahine Fierro, Erin Brooks e Tyler Wright. Não sendo o melhor início de temporada, Veselko e Hopkins têm várias etapas pela frente e a qualificação pelo CT para o próxima temporada ainda está bem ao alcance.</p>



<p>O tour segue agora para Raglan, na Nova Zelândia.</p>



<p></p>



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		<title>Novos patrocínios, despedimentos e renovações &#124; Mar2024</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-e-renovacoes-mar2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 22:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Joan Duru]]></category>
		<category><![CDATA[Mick Fanning]]></category>
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		<category><![CDATA[Yago Dora]]></category>
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					<description><![CDATA[1, despedimento, 4 contratações...]]></description>
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<p>Março normalmente não é um mês de grandes novidades e este não está a ser exceção, mas é caso para dizer &#8220;poucas, mas boas&#8221;.</p>



<p>A primeira &#8220;bomba&#8221; a cair foi a saída do 3x campeão mundial, <strong>Mick Fanning</strong>, da <strong>Red Bull</strong>. Ao longo de 23 anos como patrocinado desta marca Mick amealhou perto dos 10 milhões de USD entre ordenados e prémios só desta marca, mas a a parceria chegou ao fim. O australiano foi dos poucos que conseguiu manter-se na marca sem assumir o compromisso de usar sempre boné Red Bull, o que diz muito sobre as suas capacidades de negociação. Mick sai da Red Bull mas mantém cerca de 10 outros patrocínios.</p>



<p>A outra grande surpresa foi a saída de <strong>Stephanie Gilmore</strong> da <strong>Roxy</strong>, para a <strong>Rip Curl</strong>. Steph começou a sua carreira na Rip Curl, tendo conquistado 4 títulos mundiais a serviço desta marca, eventualmente saindo em 2011 para fazer parte do projeto Quiksilver, numa fase em que a marca apostou no mercado feminino separadamente da Roxy. O &#8220;conceito&#8221; não correu bem e dois anos mais tarde Steph passava para a Roxy e mais de uma década mais tarde a 8x campeã mundial volta a juntar-se à Rip Curl, que aproveita a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do surf competitivo para a inserir no programa The Search.</p>



<p>Numa escala mais pequena, o surfista francês que está a dar cartas como <em>wildcard</em> na prova portuguesa do Championship Tour, <strong>Joan Duru</strong>, volta a ocupar o bico da sua prancha, desta vez com as marcas <strong>One Surfing</strong> e <strong>Sic Maui</strong>. Já o top10 do CT de 2023, o brasileiro <strong>Yago Dora,</strong> anunciou a sua entrada na marca de sumos naturais, <strong>Natural One</strong>.</p>



<p>Fica atento a mais novidades <a href="https://www.onfiresurfmag.com" data-type="link" data-id="www.onfiresurfmag.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI</a>!</p>



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<iframe title="Welcome To The Search, Stephanie Gilmore | Rip Curl" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/o80rx0roUf4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Filipe Toledo retira-se do Championship Tour de 2024</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/filipe-toledo-retira-se-do-championship-tour-mas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 23:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Carissa Moore]]></category>
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					<description><![CDATA[...regressa em 2025!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano de 2024 está a ser atípico, com três campeões mundiais a retirarem do Championship Tour.</p>



<p>Tirar algum tempo do tour para quem tem o estatuto de campeão mundial não é algo tão raro como parece à primeira vista. <strong>Kelly Slater</strong> reformou-se da competição pela primeira vez no fim de 1998, voltando ao tour a tempo inteiro alguns anos mais tarde. <strong>Andy Irons</strong> tirou um &#8220;ano sabático&#8221; em 2009, voltando como <em>wildcard</em> no ano seguinte e <strong>Gabriel Medina </strong>fez o mesmo no primeiro semestre de 2022, voltando a competir na segunda metade desse ano.</p>



<p>Mas 2024 está a ser um ano recorde. Primeiro foi <strong>Carissa Moore</strong>, que anunciou mesmo uma reforma total do Championship Tour após Pipeline para se focar em constituir família. Especula-se que a desilusão de ter perdido os títulos mundiais em 2022 e 2023 no WSL Finals, um formato que poderá ser considerado injusto, terá muito a ver com esta decisão. Depois foi <strong>Stephanie Gilmore</strong>, a 8x campeã mundial que já não está no seu melhor mas promete voltar em 2025 com mais motivação.</p>



<p>E por fim, <strong>Filipe Toledo</strong> anunciou hoje a sua retirada do tour de 2024. O brasileiro tem acusado problemas psicológicos ao longo dos anos e depois de se retirar do round 2 do Lexus Pipe Pro foi atacado via redes sociais por &#8220;Horda de<em> haters</em>&#8220;, o que também poderá ter contribuído para esta decisão. Toledo deixou a seguinte explicação no seu instagram: </p>



<p>&#8220;<em>É com o coração pesado que anuncio hoje que estou a retirar-me pelo resto da temporada do Campeonato de 2024. Esta decisão foi muito difícil para mim tomar e surge após dias de discussão com aqueles que me são mais próximos. A WSL tem sido muito solidária, e estou muito grato por me terem concedido o wildcard para o início da temporada de 2025. Comprometo-me a regressar melhor do que nunca.</em></p>



<p><em>No passado, fui honesto sobre alguns dos meus desafios, não apenas com lesões, mas também com a saúde mental. Competir ao mais alto nível na última década deixou-me exausto, e preciso de uma pausa para recuperar para o próximo capítulo da minha carreira.</em></p>



<p><em>A plataforma do CT deu-me tudo &#8211; é uma vida de sonho que me permitiu apoiar a minha família de formas que nunca poderia imaginar e ter experiências incríveis. Adoro isto. Vivo para isto. Tenho muito respeito pelos meus colegas competidores, tanto homens como mulheres no circuito. Vocês são incríveis.</em></p>



<p><em>Tenho uma paixão imensa pelo desporto, mas preciso de algum tempo para me recuperar totalmente, para poder regressar mais forte do que nunca. Agradeço o apoio e a lealdade da minha família, amigos, patrocinadores e da WSL. Espero que os meus fãs em todo o mundo compreendam esta decisão e continuem a apoiar-me quando eu regressar ao circuito no próximo ano. Desejo aos meus colegas competidores uma excelente temporada no CT. Estarei a assistir!</em> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&#8221;</p>



<p>Pelas ausências de Carissa e Filipe, <strong>Sophie McCulloch</strong> e <strong>Ramzi Boukhiam</strong>, que se qualificaram para o tour de 2023 mas lesionaram-se antes do início do ano, terão agora oportunidade de competir no primeiro semestre do ano&#8230;</p>
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		<title>Filipe Toledo é bicampeão mundial da WSL</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-e-bicampeao-mundial-da-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 21:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Caroline Marks conquista o seu primeiro título mundial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A época do competitiva do Championship Tour  de 2023 chega ao fim, com Filipe Toledo e Caroline Marks como campeões mundiais.</p>



<p>A prova feminina começou com a vitória de <strong>Molly Picklum</strong> e <strong>Caitlin Simmers</strong>, um confronto vencido pela americana que era considerada como a grande candidata à final. No entanto Simmers não conseguiu parar uma inspirada Caroline Marks, que foi ganhando <em>momentum</em> heat a heat. No confronto seguinte <strong>Tyler Wright</strong>, a <em>seed </em>número dois do evento não teve hipóteses. O <em>backside</em> afiado de Marks no seu melhor, vencendo com as duas melhores ondas do heat. </p>



<p>Ao chegar à finalíssima contra a líder do ranking, <strong>Carissa Moore</strong>, poucos duvidavam das hipóteses de Caroline conquistar o seu primeiro título mundial. Moore tinha sido de longe a melhor surfista do ano, com três vitórias e vários 3º lugares, resultados que numa época &#8220;normal&#8221; lhe dariam o título mundial. Mas, à semelhança do ano passado, a vitória novamente fugiu nos últimos momentos. No primeiro confronto <strong>Caroline Marks</strong> abriu com uma nota de 8.67 pontos e fechou com uma de 8.43, para deixar Carissa Moore numa situação de 0-1.</p>



<p>O heat seguinte foi menos consistente em termos de ondas, deixando ambas as surfistas muito tempo à espera da primeira onda. Mas quando os primeiros sets apareceram mais uma vez Caroline mostrou o seu melhor <em>backside</em> e deixou Carissa a correr atrás. Eventualmente o tempo acabou e a surfista da Flórida saiu da água com o seu primeiro título mundial.</p>



<p>A prova masculina foi igualmente competitiva. Tudo começou com o confronto de <strong>Jack Robinson</strong> VS <strong>João Chianca</strong>, uma bateria que mostrou que o formato tem muito que se lhe diga. O que é certo é que Lower Trestles é uma onda que se enquadra melhor em alguns surfistas e Robinson claramente não é um deles. O vencedor da prova de Teahupoo fez o seu melhor mas acabou por ser parado por Chianca. &#8220;Chumbinho&#8221; parecia estar embalado depois de uma boa vitória mas quando apanhou Ethan Ewing no heat seguinte rapidamente se percebeu que percebeu que não era um sério candidato ao título. Isto porque Ethan, apesar de ser ter lesionado recentemente, mostrou um nível de surf muito acima da média, com alguns dos <em>carves</em> mais impressionantes que se viu este ano no tour. Chianca ainda saiu da combinação com uma nota forte, mas seria pouco, e tarde.</p>



<p>Depois foi a vez de <strong>Ethan Ewing</strong> defrontar o favorito local e, aparentemente da indústria, <strong>Griffin Colapinto</strong>. O local de San Clemente tinha todo o potencial de conquistar o título mundial e muitos previam que seria já este ano. Mas, mesmo tendo surfado muito, não passou do seu heat de estreia, sendo categoricamente derrotado pelo australiano. </p>



<p>Ficou então a faltar bater mais um surfista para o título voltar para a Austrália pela primeira vez desde que Mick Fanning conquistou o seu 3º título mundial em 2013. No entanto esse surfista era <strong>Filipe Toledo</strong>, um nome que, num circuito sem WSL Finals, tinha-se sagrado campeão mundial por antecipação. E, mais uma vez, o brasileiro não deu hipóteses. Depois de perder na final do evento de 2021 contra Gabriel Medina e de bater Ítalo Ferreira no ano passado, Filipe atacou as paredes de Lower Trestles com agressividade, mostrando curvas de <em>rail</em> quase tão fortes como as de Ewing e fazendo a diferença com o surf progressivo. No final deu Toledo, que assim torna-se no primeiro surfista brasileiro a conquistar três títulos consecutivos.</p>



<p></p>



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		<title>Filipe Toledo e Stephanie Gilmore são os campeões mundiais de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/filipe-toledo-e-stephanie-gilmore-sao-os-campeoes-mundiais-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 21:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Lower Trestles, EUA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de algumas semanas de <em>build up</em> e de um <em>lay day</em>, o Rip Curl WSL Finals foi à água em Lower Trestles para coroar dois campeões mundiais.</p>



<p>A prova feminina e masculina iam alternando, eliminando um <em>title contender</em> de cada vez. O primeiro heat na água foi entre Stephanie Gilmore, <em>seed </em>número 5, e <strong>Brisa Hennessy</strong>, número 4. Os primeiros dois terços da bateria foram dominados por Brisa, até que Gilmore voltou à disputa com uma onda boa e virou o heat a seu favor na sua última onda. A partir daí Stephanie parece ter deixado os nervos de lado, transformando-se pela primeira vez este ano, numa séria candidata ao título. No heat seguinte a confiança estava em alta e, mesmo tendo que combater um bom início de <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, que fez 8 pontos na sua segunda onda, Gilmore voltou a vencer. </p>



<p><strong>Johanne Defay</strong> simplesmente não conseguiu responder a uma <em>super charged</em> Stephanie Gilmore, perdendo por combinação. Ficou então e faltar <strong>Carissa Moore</strong>, proporcionando um incrível heat, 5 títulos mundiais VS 7 título mundiais. Pelo quarto heat consecutivo, Steph venceu, abrindo com uma longa direita de 8 pontos enquanto que Moore não conseguiu quebrar a barreira dos 6 pontos e perdeu este primeiro confronto. À semelhança do evento de 2021, Carissa ficou com a obrigação de vencer os dois heats seguintes mas o <em>momentum</em> de <strong>Stephanie Gilmore</strong> só aumentou, vencendo com ainda mais destaque a bateria seguinte, sagrando-se campeã mundial pela 8ªa vez!</p>



<p>A prova masculina começou com um confronto entre a grande esperança de uma geração <strong>Kanoa Igarashi</strong>, e um surfista que poucos consideravam um sério candidato à vitória deste ano, Ítalo Ferreira. De facto o campeão mundial de 2019 teve um ano muito abaixo das expectativas, sem fazer qualquer final, chegando inclusive ao último evento antes do &#8220;finals&#8221; sem a sua vaga 100% garantida. Para &#8220;vender&#8221; as suas hipóteses de conquistar o título, os comentadores falavam na sua energia como o seu trunfo especial mas o que é certo é que Ferreira usou mesmo isso a seu favor mais tarde na prova. O heat contra Igarashi teve poucas ondas surfadas, mas Ítalo esteve melhor e venceu. <strong>Ethan Ewing</strong> surfou bem no heat seguinte, mas não conseguiu acompanhar o ritmo de Ítalo, sendo eliminado. </p>



<p>Já <strong>Jack Robinson</strong> era considerado como o mais provável <em>spoiler </em>do título de Filipe Toledo mas, neste heat, mostrou-se completamente fora do seu elemento. De facto o australiano só &#8220;acordou&#8221; na sua última onda, pontuando 8.7 pontos mas foi pouco, e tarde. Seguiu-se então o primeiro confronto com Filipe Toledo, que foi dominado pelo líder do circuito, apesar de ter caído em algumas finalizações. Na sua última onda<strong> Ítalo Ferreira</strong> precisava de uma nota de 7.13 pontos e apesar de ter feito uma direita cheia de manobras fortes, ficou a faltar uma manobra mais expressiva, mesmo assim recebendo o requisito necessário de 2 dos 5 juízes. Toledo ficou então a um heat de conquistar o seu título e a 6 minutos do fim liderava, com Ítalo a precisar de 7.18 sem prioridade. Ambos arrancaram na mesma onda, Filipe para a direita e Ítalo para a esquerda, ambos arrancando notas de 8 pontos, o que segurou a liderança de Filipe Toledo. Mais nenhuma onda de consequência entrou até ao final heat garantindo a Toledo o seu muito merecido primeiro título mundial!</p>
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		<title>5 surfistas profissionais que foram violentamente agredidos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-surfistas-profissionais-que-foram-violentamente-agredidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 21:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dada Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Rodrigues]]></category>
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		<category><![CDATA[TANNER HENDRICKSON]]></category>
		<category><![CDATA[Todd Holland]]></category>
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					<description><![CDATA[Curiosidades Surfisticas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por norma o surfista é uma pessoa da paz, preenchido pelo prazer que este contacto muito especial com a natureza lhe proporciona. Mas ninguém está totalmente livre violência gratuita e inesperada. Fica a conhecer 5 histórias de violência a que alguns dos surfistas mais conhecidos do mundo foram sujeitos.</p>
<p><strong>Stephanie Gilmore</strong><br />
O caso de Stephanie Gilmore é talvez um dos mais conhecidos desta lista. No fim de 2010, já com 4 títulos conquistados apesar de apenas ter 22 anos, e na véspera de anunciar a sua contratação pela Quiksilver Woman, Steph voltava para o seu apartamento em Coolangatta quando foi perseguida por um homem desconhecido que a agrediu com uma barra de ferro. Os danos poderiam ter sido muito mais grave, ou mesmo fatais, caso Gilmore não tivesse bloqueado com o braço. Mesmo assim o trauma, tanto físico como psicológico, foi extenso, tendo sido dado como principal causa pela perda do título mundial de 2011. Nada que o tempo não tenha curado, já que a australiana voltou a conquistar o título mundial em 2012, 2014 e 2018.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="World champion Aussie surfer Stephanie Gilmore | 60 Minutes Australia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7da1-2CLzPY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Dada Figueiredo</strong><br />
Talvez não seja tão conhecido a nível mundial como no Brasil mas, durante os anos 80 e 90, Dada foi um dos surfistas mais mediáticos da sua geração devido ao seu surf radical e ao enorme carisma. Muito inspirado pela cena punk, Figueiredo era o rei do “anti establishment” mas foi de um grupo de punks que levou 12 facadas como retaliação a uma luta em que se envolveu durante um concerto. Dada sobreviveu por pouco ao ataque e mantém-se ligado ao surf até hoje, tendo inclusivamente sido lançado um documentário sobre a sua vida e legado.</p>
<p><strong>Todd Holland</strong><br />
O ex-top do CT da Flórida chegou a vencer uma etapa do Championship Tour e esteve em segundo lugar do ranking em 1993, tendo como melhores resultados da sua carreira o 8º lugar no ranking final de 1991. O seu surf <em>power</em> mas muito tradicional ficou ofuscado com o<em> approach</em> new school da nova geração dos anos 90, e em 1994 já lutava pela sobrevivência no circuito. Mas foi no ano anterior que lutou pela sua sobrevivência física no Brasil. Tudo aconteceu durante uma etapa do circuito QS perto de São Paulo, em que Holland cometeu uma interferência sobre um dos heróis locais, Vitor Ribas. Para tentar que Vitor fizesse o mesmo erro e o heat ficasse em pé de igualdade, Todd marcou o brasileiro, o que enraiveceu o público. Quando o heat acabou ficou visível para o norte-americano que iria ter que passar por uma multidão muito agressiva e que a sua integridade física estava em sério risco. Enquanto Holland esperava que os seguranças do evento aparecessem para o proteger, um membro do público nadou até ele e começou a agredi-lo. A caminho do palanque, rodeado de seguranças, Todd foi agredido mais algumas vezes e teve que ser escoltado pela polícia até ao seu hotel. Aí teve que rapar a sua tão característica barba, e pouco depois estava a caminho de casa, jurando não voltar. Em 1995, a precisar desesperadamente de pontos para se manter no CT, o floridiano cumpriu a sua promessa e faltou à etapa brasileira, acabando assim com as suas hipóteses de ficar no tour. E com isso acabou a sua carreira na elite do surf mundial.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Talking Story: Todd Holland April, 2015" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hp72cJQ-FAI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Ricardo dos Santos</strong><br />
O caso de Ricardo dos Santos é o mais trágico e recente de todos mencionados nesta lista. Tudo começou numa manhã de janeiro de 2015, quando o <em>tube rider</em> brasileiro estava a fazer obras na sua casa. Um membro da polícia militar, que estava de folga nesse dia, tinha o carro estacionado em cima de um cano em frente à casa de dos Santos e para que pudessem arranjar o cano e prosseguir nas obras, o avô de Ricardo, que estava a ajudar nas obras, pediu que retirasse o carro do local. O pedido foi negado e Ricardo foi pedir satisfações, sendo baleado três vezes. Apesar de ter sido atingido no tórax e abdómen, Ricardo estava consciente quando chegou ao hospital, mas os danos ao seu corpo acabariam por ser fatais. Depois de quatro cirurgias, Ricardo dos Santos não conseguiu reagir ao tratamento e faleceu, enquanto que o seu assassino acabou por ser julgado e condenado a 22 anos de prisão.</p>
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<p><strong>Sunny Garcia</strong><br />
Sunny Garcia é mais conhecido por agredir que por ser agredido, mas, por vezes, o caçador vira caça. Em 1999 o havaiano vivia na Califórnia e a caminho de casa envolveu-se numa situação de <em>road rage</em> de que não há grandes detalhes. Mas sabe-se que quando parou numa bomba de gasolina foi espancado, ficando com a cavidade orbitária gravemente danificada, o que o obrigou a fazer uma cirurgia correctiva. No processo ainda perdeu 10 quilos, além de quase ter faltado a uma das etapas do Championship Tour na Austrália. Felizmente recuperou a 100%, entrando inclusive na disputa pelo título mundial esse ano, um feito que concretizou no ano seguinte.</p>
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<p><strong>Menção “desonrosa”</strong><br />
<strong>Açaí de Michael Rodrigues</strong> agredido por Tanner Hendrickson. Os havaianos, especialmente quando estão em casa, já são conhecidos por serem agressivos com os estrangeiros, mas neste caso foi mais uma situação de <em>mea culpa</em>. Os dois andavam em conflito há algum tempo até que no Inverno de 2018 o ex-top do CT Rodrigues, provocou o havaiano, influenciado pelos seus amigos e um camera man que filmou tudo. Tanner “mordeu o isco” e fez o açaí que Michael tinha na mão voar, seguido de algumas chapadas. Como consequência a WSL suspendeu o havaiano, mas, depois de melhor análise, permitiu que voltasse a competir uns meses mais tarde.</p>
<p>Mais artigos da série “curiosidades surfisticas” <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>SURFING &#124; Um filme de surf feminino&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2021 06:37:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dimity Stoyle]]></category>
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					<description><![CDATA[Gilmore, Wright, Stoyle, Callaghan e Van Dijk...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde os primórdios do surf profissional as australianas praticamente dominaram o tour, com excepções para algumas norte-americanas que conquistaram alguns títulos, e uma peruana. A tendência mantém-se actualmente e o vídeo &#8220;SURFING&#8221; foca em algumas das que mais se destacam a nível mundial, Gilmore, Wright, Stoyle, Callaghan e Van Dijk&#8230;</p>
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		<title>AUDI &#8211; ELECTRIC WAVE &#124; Uma produção de surf como nunca viste &#124;&#124; 4:04</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2020 11:13:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Stephanie Gilmore &#038; Coco Ho no Surf Ranch...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma marca como a Audi faz algo ligado a um meio que não é o deles, faz em grande. A marca alemã contratou o produtor dos vídeos de Lady Gaga que, por sua vez contratou Stephanie Gilmore e Coco Ho e fecharam o Surf Ranch para esta produção muito especial&#8230;</p>
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		<title>Life Inside The World Tour &#124; Season 2 Ep.1 &#124; Igarashi &#038; Gilmore &#124;&#124; 17:23</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 16:21:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[All In como Kanoa e Steph...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeos sobre a vida no tour surgiram inicialmente em produções como “Sarge’s Surfing Scrapbook” dos anos 90 e hoje em dia estão ao nível das melhores produções da Netflix. A série &#8220;Life Inside The World Tour&#8221;, neste caso o episódio 1 da segunda temporada, capta um pouco da vida de Kanoa Igarashi e Stephanie Gilmore, tanto antes do tour como na actualidade&#8230;</p>
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