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	<title>QS &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os melhores momentos dos portugueses na perna europeia do circuito QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-melhores-momentos-dos-surfistas-portugueses-na-perna-europeia-do-circuito-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 12:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[QS]]></category>
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					<description><![CDATA[Espanha, Portugal, Inglaterra e França...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pantin Classic, Roxy Pro, Caparica Surf Fest, Caraibos Lacanau Pro e Pro Santa Cruz foram as etapas do circuito QS em que os portugueses recentemente, com alguns resultados expressivos pelo meio. Fica com as melhores imagens destes eventos&#8230;</p>
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		<title>Penúltima etapa do QS aumenta o “cut” para a entrada no CT&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/penultima-etapa-do-qs-aumenta-o-cut-para-a-entrada-no-ct/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 07:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
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					<description><![CDATA[Vasco Ribeiro e Frederico Morais ainda na disputa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num ano com poucas etapas de pontuações altas no circuito QS, as provas da Triple Crown of Surfing obrigatoriamente teriam grande influência no ranking final e nas qualificações para o Championship Tour de 2019.</p>
<p>Antes desta prova já havia dois nomes virtualmente garantidos no tour do próximo ano, <strong>Ryan Callinan</strong> e <strong>Seth Moniz </strong>e a eles juntaram-se mais <strong>Deivid Silva</strong> e <strong>Peterson Crisanto</strong>, enquanto que <strong>Ricardo Christie</strong> e <strong>Leonardo Fioravanti</strong> provavelmente também estão com a qualificação garantida ou muito perto disso.</p>
<p>Ainda dentro do “<em>cut</em>” neste momento estão mais 4 nomes, <strong>Jadson André</strong>, <strong>Ethan Ewing</strong>, <strong>Jorgann Couzinet</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong> mas nenhum deles está seguro no circuito do próximo ano. Isso significa que a qualificação está nos 12.960 pontos, o que empurrou o surfista que anteriormente estava no limite da qualificação, <strong>Even Geiselman</strong>, seis lugares para baixo. Perto do limite, mas do lado de fora, estão <strong>Jesse Mendes</strong>, <strong>Patrick Gudauskas</strong>, <strong>Alejo Muniz</strong>, <strong>Soli Bailey</strong>, <strong>Mikey Wright</strong> (que já está qualificado pelo CT), Even Geiselman e <strong>Jake Marshall</strong>, todos eles a menos de 1.000 pontos de Herdy.</p>
<p>No entanto qualquer surfista do top100 está ainda na disputa por uma vaga na elite do surf mundial, dependendo dos seus resultados na próxima prova, o Vans World Cup em Sunset, também uma etapa de 10.000 pontos do ranking QS.</p>
<p>Os dois portugueses com vaga na próxima etapa são <strong>Vasco Ribeiro</strong> e <strong>Frederico Morais</strong>, ocupam a 32º e 48º posições no circuito de qualificação. Vasco encontra-se com 9.175 pontos, 3.785 pontos abaixo do último de Mateus Herdy. Para superar a pontuação do <em>grom</em> brasileiro, Ribeiro terá de chegar às meias finais em Sunset, mas mesmo um 7º lugar nessa etapa poderá não ser suficiente. Segundo Al Hunt, o &#8220;mago da qualificação&#8221; do tour, o &#8220;<em>cut</em>&#8221; poderá ser nos 17.000 pontos, o que já obriga o ex-campeão mundial júnior a fazer um segundo lugar na próxima etapa. Por sua vez Frederico conta com 7.460 pontos, o que o obriga a fazer uma final alcançar Herdy e mesmo uma vitória na etapa não chega para alcançar os 17.000 pontos.</p>
<p>Acompanha o desfecho desta disputa entre 25 de Novembro e 6 de Dezembro.</p>
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		<title>Provas recentes do circuito QS &#8220;abalam&#8221; o ranking</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/provas-recentes-do-circuito-qs-abalam-o-ranking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 13:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[The Stats]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugueses descem no ranking...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As provas QS 3.000 são subestimadas por muitos competidores, o que permite que outros aproveitem as pontuações para subir no ranking. Foi o caso de uma mão cheia de competidores, como<strong> Kiron Jabour</strong> e <strong>Yago Dora</strong>, que venceram as provas de Sunset e Maresias e juntaram valiosos pontos aos seus cinco melhores resultados. Mas não foram os únicos, Jesse Mendes, Miguel Pupo e Alex Ribeiro também fortaleceram as suas posições, enquanto que os portugueses desceram.</p>
<p>Já virtualmente qualificados para o tour estão dois surfistas novos, <strong>Seth Moniz</strong> e<strong> Peterson Crisanto</strong>, e um regressado, <strong>Ryan Callinan</strong>, mas praticamente todos os outros competidores com acesso às provas de Haleiwa e Sunset, ambas QS&#8217;s de 10.000 pontos, podem conseguir a qualificação.</p>
<p>Garantidos nessas provas estão <strong>Frederico Morais</strong> (45º no ranking QS e 21º do CT) e <strong>Vasco Ribeiro</strong> (24º no ranking QS), enquanto que <strong>Miguel Blanco</strong> (104º no ranking QS) encontra-se na a subir na lista de <em>alternates </em>e está neste momento em 5º lugar, o que lhe poderá também permitirá entrar na disputa por uma vaga no Championship Tour de 2019.</p>
<p>Neste momento, se o circuito acabasse hoje, estariam classificados para o CT de 2019 os competidores até ao 13º lugar do ranking QS, uma posição actualmente ocupada por <strong>Evan Geiselman</strong> já que três surfistas mais bem classificados, Kanoa Igarasgi, Griffin Colapinto e Mikey Wright são, para já, <em>double qualifiers</em>. Evan está no limite do “<em>cut</em>” neste momento, com 12.210 pontos mas, segundo as contas do “mago” da WSL, <strong>Al Hunt</strong>, a fasquia deverá chegar aos 17.000 pontos. .</p>
<p>O português que está mais perto de conseguir chegar a essa pontuação é Vasco Ribeiro, mas teria de conseguir mais 3.035 pontos para superar Geiselman. E se Al estiver correcto, e normalmente está, será algo como 7.825 pontos que precisa de fazer nas próximas etapas, tendo já em conta as pontuações que tem para descartar. No entanto Frederico Morais provou em 2016 que essa realidade é possível, é uma questão de concentração e sangue frio nas próximas provas.</p>
<p>Já Frederico Morais, caso precise de pontos do QS para se manter no tour, também irá necessitar de uma campanha havaiana avassaladora, como foi o caso da sua <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/whats-up-frederico-episodio-02-1527/" target="_blank" rel="noopener">prestação em 2016</a>. Por sua vez Miguel Blanco, que só tem resultados bastante baixos no seu top5, precisa de fazer finais em ambas as provas, caso tenha acesso, e mesmo isso poderá ser insuficiente. Já se viu antes &#8220;pequenos milagres&#8221;, como o de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wct-2015-dusty-payne-back-on-tour/" target="_blank" rel="noopener">Dusty Payne em 2014</a>, que fez 1º e 2º nas provas finais e conseguiu a vaga, mas terá de ser uma temporada extremamente inspirada!</p>
<p>O Hawaiian Pro começa a 12 de Novembro, acompanha tudo em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mqs/2845/hawaiian-pro" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Poucos portugueses nas próximas etapas QS&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/poucos-portugueses-nas-proximas-etapas-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2018 13:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[HIC Pro]]></category>
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		<category><![CDATA[QS]]></category>
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					<description><![CDATA[4 provas, 26.000 pontos no circuito QS...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada de 2018 da WSL começa a aproximar-se do fim mas ainda há por decidir. No circuito QS apenas faltam realizar-se quatro etapas com pontuações de consequência, o Red Nose São Sebastião Pro Maresias (QS 3.000), o HIC Pro (QS 3.000), Hawaiian Pro (QS 10.000) e Vans World Cup (QS 3.000).</p>
<p>Estas provas, por si só, poderiam qualificar qualquer surfista do circuito para o Championship Tour de 2019, mas nem todos terão a possibilidade de competir nas últimas duas pois grande parte dos actuais tops do CT vão marcar presença, o que deixará de fora muitos &#8220;guerreiros&#8221; da divisão de acesso.</p>
<p>Isso faz com que as provas de 3.000 pontos, realizadas em Maresias, Brasil, e Sunset, Havai, sejam ainda mais valiosas. Apesar dos períodos de espera coincidirem, o que não permite a participação em ambas, a presença portuguesa é estranhamente baixa em comparação a etapas semelhantes mais cedo no ano.</p>
<p>Na prova havaiana apenas aparecem no <em>seeding</em> dois portugueses, <strong>Frederico Morais</strong> e <strong>Miguel Blanco</strong>. Ambos estão confirmados no MEO Rip Curl Pro Portugal, cujo período de espera acaba no primeiro dia da prova de Sunset, mas poderá ser suficiente para conseguirem competir neste HIC Pro pois é pouco provável que arranque logo no primeiro dia e a prova portuguesa poderá acabar mais cedo. E algo nos diz que se Morais fizer um resultado excelente em Peniche acabará por ficar em casa até ao início da Triple Crown.</p>
<p>A prova brasileira terá a presença de nomes como Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e quase todos os outros brasileiros do Championship Tour, mas entre os portugueses só surgem no <em>seeding</em> dois nomes, <strong>Francisco Carrasco</strong> e <strong>Luís Perloiro</strong>. Quanto às provas QS da Triple Crown of Surfing apenas Frederico Morais e <strong>Vasco Ribeiro</strong> estão confirmados, apesar de Miguel Blanco também ter possibilidades de entrar. Tanto Frederico como Vasco precisam de resultados muito fortes no Havai para entrarem no top10 enquanto que Blanco, se conseguir vaga nas provas, precisa de fazer uma campanha semelhante à de Kikas em 2016 para entrar na &#8220;primeira divisão&#8221;. Mas tudo é possível.</p>
<p>Acompanha os portugueses no HIC Pro <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mqs/2832/hic-pro" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> e no Red Nose São Sebastião Pro Maresias <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2018/mqs/2833/red-nose-so-sebastio-pro-maresias" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Circuito QS ganha duas ondas de nível mundial em 2018</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/circuito-qs-ganha-duas-ondas-de-nivel-mundial-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 09:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Nias Pro]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[West Sumbawa Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Nias e Sumbawa no tour...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença entre a qualidade das ondas no circuito de qualificação e no Championship Tour sempre foi alvo de alguma controvérsia. Isto porque muitas das provas QS são em ondas de pouca qualidade, facilitando o percurso de <em>experts</em> em <em>beach breaks</em> e travando o caminho de alguns surfistas que seriam destaque nas localizações do &#8220;Dream Tour&#8221;.</p>
<p>Com o passar dos anos desproporção foi baixando, o tour perdeu algumas das suas ondas de nível mundial, que foram substituídas por localizações com mais acesso ao público. Já o qualifying ficou com algumas provas em ondas de nível mundial, como 0 Burleigh Pro, Pipe Pro, Krui Pro, Arica Pro, Ballito Pro, Cloud 9 Pro, HIC Pro (em Sunset), as etapas da Triple Crown e poucas mais.</p>
<p>Infelizmente poucas delas (excepto Pipe, Ballito e a Triple Crown) oferecem boas pontuações, sendo que a maior parte das pontuações dos surfistas que conseguem a qualificação são obtidas em condições frequentemente fracas. Essa &#8220;batalha&#8221; ainda poderá demorar algum tempo a mudar, mas o que é certo é que o circuito está cada vez mais carregado de boas localizações.</p>
<p>Às ondas acima mencionadas junta-se agora o <strong>Nias Pro</strong> (de 24 a 28 de Agosto) <strong>West Sumbawa Pro</strong> (de 8 a 12 de Setembro), ambas etapas de 1.000 pontos realizadas na Indonésia, etapas perfeitas para os surfistas com menos <em>seeding</em> e muito talento para os tubos começarem as suas escaladas no ranking.</p>
<p><iframe title="Nias" src="https://player.vimeo.com/video/190384484?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Tomás Fernandes avança até round 6 em Boomerang Beach</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tomas-fernandes-avanca-ate-round-6-em-boomerang-beach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 10:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Komunity Project Great Lakes Pro]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[Tomás Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[De etapa para etapa, Tomás Fernandes está entrar no ritmo. Esta noite, o português avançou mais um heat e ainda competiu novamente no round 6 (quartos-de-final de quatro). Tomás Fernandes mantinha-se como a última esperança nacional para vingar um início de temporada que tem sido dura para os portugueses presentes em águas australianas. Na noite [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De etapa para etapa, Tomás Fernandes está entrar no <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tomas-fernandes-segue-sozinho-em-boomerang-beach/">ritmo</a>. Esta noite, o português avançou mais um heat e ainda competiu novamente no round 6 (quartos-de-final de quatro).<span id="more-35966"></span></p>
<p><strong>Tomás Fernandes</strong> mantinha-se como a última esperança nacional para vingar um início de temporada que tem sido <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/nova-razia-na-armada-nacional-em-aguas-australianas/">dura</a> para os portugueses presentes em águas australianas. Na noite passada, Fernandes partia da mesma posição onde foi eliminado na etapa <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tomas-fernandes-eliminado-no-round-6-armada-nacional-segue-para-sul/">anterior</a>.</p>
<p>Pela frente, e logo no primeiro heat do round 5, o surfista da Ericeira defrontava Cole Houshmand, Riley Laing e Thomas Cervi. O português manteve o surf power e preciso durante todo o heat, e com um para de notas médias, um 5.25 e um 6.20, garantiu o segundo lugar e uma posição no round 6, o seu melhor resultado até agora neste arranque de época competitiva. Para trás ficavam Cervi e Houshmand.</p>
<p>Umas boas horas mais tarde e Tomás Fernandes voltava a vestir a lycra de competição para, desta vez no segundo heat da fase 6, defrontar Keanu Asing, Hiroto Ohhara e Nolan Rapoza. Os dois primeiros nomes são mais do que conhecidos ao público geral: Asing por ter pertencido à elite do surf mundial até ao ano passado (e por ser um exemplo de esforço, dedicação e pela sua atitude <em>never give up)</em>, e Ohhara por ser um dos mais cotados surfista do QS. E não se esperaria menos nesta fase da competição!</p>
<p>Infelizmente, este acabou por não ser um heat fácil para o português, não por falta de surf, mas por não ter conseguido encontrar as melhores ondas que lhe permitissem mostrar todo o seu surf. Fernandes não conseguiu mais do que um 5.00 e um 4.95 acabando a sua prestação em quarto lugar. Asing e Ohhara avançavam para o round seguinte.</p>
<p>A armada portuguesa presente nesta etapa irá agora continuar para sul onde se irá encontrar com o restante reforço nacional, uma vez que teremos a primeira grande prova de alto valor em águas australianas em 2017, o Maitland and Port Stephens Toyota Pro, QS6000, que começará dia 20 deste mês.</p>
<p>Com acesso directo a esta etapa estão já os portugueses <strong>Frederico Morais</strong>, <strong>Vasco Ribeiro</strong>, <strong>Tomás Fernandes</strong>, <strong>Miguel Blanco</strong> e <strong>Pedro Henrique</strong>. <strong>Jácome Correia</strong> e <strong>Luís Perloiro</strong> têm os seus nomes nos trials, o que os poderá colocar no <em>main event</em>. Esta será a primeira etapa onde teremos praticamente todos os grandes nomes do surf nacional presentes, logo a armada portuguesa não poderia estar mais sólida!</p>
<p>#goportugal</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Tomás Fernandes é terceiro no Boardmasters Cornwall, QS1000</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tomas-fernandes-e-terceiro-no-boardmasters-cornwall-qs1000/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2016 20:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Boardmasters Cornwall]]></category>
		<category><![CDATA[QS]]></category>
		<category><![CDATA[Tomás Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[Restavam apenas dois surfistas lusos no Boardmasters Cornwall, Fernandes e o grom Luís &#8220;Lula&#8221; Perloiro! Depois de um dia sem competição, o último dia deste QS1000 arrancou com um dos dois portugueses ainda em prova, Tomás Fernandes. O surfista da Ericeira teve um heat renhido com Facundo Arreyes mas a sua penúltima onda garantiu-lhe um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Restavam apenas dois surfistas lusos no Boardmasters Cornwall, Fernandes e o grom Luís &#8220;Lula&#8221; Perloiro!<span id="more-33015"></span></p>
<p>Depois de um dia sem <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/tomas-fernandes-e-luis-perloiro-nos-14-final-no-boardmasters-cornwall/">competição</a>, o último dia deste QS1000 arrancou com um dos dois portugueses ainda em prova, <strong>Tomás</strong> <strong>Fernandes</strong>. O surfista da Ericeira teve um heat renhido com Facundo Arreyes mas a sua penúltima onda garantiu-lhe um lugar nas meias-finais.</p>
<p>Logo no heat seguinte estava o outro portugês em prova, <strong>Luís</strong> <strong>Perloiro</strong>. O grom português surfou bem mas infelizmente não conseguiu superar os scores de Jobe Harriss e Cody Robinson, acabando elimindado em terceirlo lugar. Não deixa, no entanto, de ser um bom resultado para o grom que dá os seus primeiros passos no árduo circuito QS.</p>
<p>Na <strong>meia-final</strong>, <strong>Tomás Fernandes</strong> defrontava o Australiano Shane Campbell, e que viria a ser o eventual vencedor do evento. Campbell abriu com um 6.00 e fechou com um 6.33, média que superou o total de 8.57 pontos do português. Apesar da derrota, sem dúvida que este resultado é uma grande motivação para os restantes QS que irão acontecer durante todo o mês de Agosto e metade de Setembro na velha Europa.</p>
<p>Na final, Shane Campbell acabou por ter a tarefa facilitada contra Angelo Bonomelli uma vez que este último fez uma interferência e ficando assim sem hipóteses de vencer o Boardmasters Cornwall.</p>
<p>Fernandes, Perloiro e Coelho irão agora descer para França para se juntar à <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/os-portugueses-na-perna-europeia-da-wsl/">restante armada portuguesa</a> para o QS1500 de Lacanau.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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