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	<title>Polémica &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Surfistas do Championship Tour protestam as novas regras de qualificação para os Jogos Olímpicos&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 13:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olimpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angels 2028]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Los Angels 2028]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A qualificação da nossa modalidade para os Jogos Olímpicos sempre gerou alguma polémica, sobretudo devido ao papel que a International Surfing Association tem no processo.</p>



<p>Para quem não sabe, a ISA é uma organização que existe desde os anos 80 e sempre foi o “braço” representativo do surf competitivo não profissional, focado principalmente em provas de selecções. À frente desta organização está uma personagem bastante “colorida”, o argentino <strong>Fernando Aguerre</strong>, um dos fundadores da marca Reef que &#8220;durante décadas, teve como missão transformar o surf num desporto olímpico, algo que acabou por se concretizar em Tóquio 2020 (realizado em 2021).</p>



<p>Se por um lado o formato de competição da ISA encaixa melhor no conceito dos Jogos Olímpicos, por outro, os melhores surfistas do mundo competem na WSL. Isso levou a um “casamento forçado” entre as duas entidades na qualificação para este evento. Pelo meio houve vários &#8220;tiros ao lado&#8221; e alguns surfistas decidiram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retaliar à sua maneira</a>. Foi o caso de nomes como <strong>Gabriel Medina</strong>, <strong>Carissa Moore</strong>, <strong>Caroline Marks</strong> e <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, que foram obrigados a competir no Surf City El Salvador ISA World Surfing Games em 2021 para manterem as suas vagas. Todos eles dominaram os heats do round 1 e simplesmente não apareceram no round 2, numa espécie de protesto não oficial.</p>



<p>Para os Jogos Olímpicos de Los Angeles (2028), as regras <a href="https://www.instagram.com/reel/DU_Th1Sj9Er/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/reel/DU_Th1Sj9Er/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">são as seguintes</a>:<br>&#8211; 24 homens e 24 mulheres irão participar no evento, com o máximo de 3 atletas por sexo;<br>&#8211; Os top5 surfistas do Championship Tour a meio de Julho, ou seja, depois do Surf City El Salvador Pro, qualificam-se para os JO;<br>&#8211; 10 vagas serão atribuídas no evento da ISA de 2028, apenas uma por sexo;<br>&#8211; Haverá as &#8220;vagas continentais&#8221;, uma por sexo, que serão atribuídas nos seguintes eventos da ISA: Asian Games (2026), Pan American Games (2027), European Surfing Games (2027), e as vagas para o continente Africano e Oceânia serão atribuídas no ISA World Surfing Games de 2027;<br>&#8211; WSG de 2026 e 2027, haverá uma vaga por sexo para o comité olímpico nacional;<br>&#8211; Vagas &#8220;Universatily&#8221;. Haverá uma vaga por género para países que tiveram menos do 8 participantes nos JO anteriores;<br>&#8211; O país anfitrião terá uma vaga por sexo, se não tiveram qualificados pelos eventos acima referidos;</p>



<p>Este sistema acaba por prejudicar os surfistas do Championship Tour, que de imediato protestaram nas redes sociais.</p>



<p>&#8220;<em>Desrespeito total pela forma como vocês trataram disto, é mesmo triste para o nosso desporto e para as próximas gerações de surfistas.</em>&#8221; <strong>&#8211; Yago Dora.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Discordo completamente deste sistema de qualificação. O sistema nas últimas duas Olimpíadas funcionou perfeitamente. Ter 10 surfistas do World Tour da WSL era a melhor forma de garantir que os melhores surfistas do mundo iam aos Jogos Olímpicos. Agora o campeão mundial da WSL em 2027 nem sequer tem presença garantida nos Jogos. Para que fique claro: em nome dos surfistas da WSL, tentámos falar com a ISA para encontrar a melhor solução para toda a gente, mas a ISA não mostrou abertura para trabalhar com os surfistas da WSL. Não acho que este seja o caminho para evoluirmos e tornarmos o nosso desporto melhor — não só para a nossa geração, mas também para as próximas.</em>&#8221; <strong>&#8211; Leonardo Fioravanti.</strong></p>



<p>&#8220;<em>A consistência ao mais alto nível é o que define o surf de competição. O Championship Tour da WSL é onde isso realmente acontece, e o caminho de qualificação para os Jogos Olímpicos devia refletir isso muito mais.</em>&#8221; <strong>&#8211; Erin Brooks.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Uau! E o pior de tudo é a forma como vocês conduziram toda esta situação!</em>&#8221; <strong>&#8211; Filipe Toledo.</strong></p>



<p><em>&#8220;Que desilusão ver isto. Um desrespeito total pelos surfistas da WSL. Gostava que tivessem falado connosco antes de tomarem esta decisão, até porque tentámos reunir convosco várias vezes e vocês cancelaram. Foram tratar disto pelas nossas costas e não deixaram uma linha de comunicação aberta com os surfistas cujas vidas são afetadas por isto. Isto é muito mau para os surfistas e para o desporto</em>.&#8221; <strong>&#8211; Lakey Petterson.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Desde muito nova que trabalho sem parar para alcançar um dos meus maiores sonhos: qualificar-me para o CT e competir na WSL ao mais alto nível do nosso desporto. Hoje anunciaram um sistema de qualificação que não sinto que esteja alinhado com os atletas. Decisões que moldam as nossas carreiras e o nosso futuro nunca deviam ser tomadas sem uma consideração genuína pela voz e pelo bem-estar dos atletas. Competir nos Jogos Olímpicos também é um sonho meu. No entanto, isso não pode acontecer à custa da justiça, da transparência ou da integridade do desporto. O caminho para os Jogos tem de apoiar o desempenho, a saúde dos atletas e o desenvolvimento a longo prazo — não pode ser guiado principalmente por política ou controlo estrutural. O surf foi construído com base na paixão, na liberdade e no respeito por quem dedica a vida a aperfeiçoá-lo. Acredito mesmo que o desporto tem de continuar centrado nos atletas e naquilo que nos permite dar o nosso melhor ao mais alto nível. Peço, com todo o respeito, mais diálogo, mais clareza e uma verdadeira colaboração com os atletas cujas carreiras são diretamente afetadas por estas decisões.</em>&#8221; <strong>&#8211; Tya Zebrowski.</strong></p>



<p>Além dos <a href="https://www.instagram.com/p/DVA6zCaD-e9/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DVA6zCaD-e9/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">surfistas do CT</a>, muitos outros nomes da indústria e mesmo do público têm a mesma opinião, com apenas uma minoria, <a href="https://www.instagram.com/p/DU_oT-ODEos/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DU_oT-ODEos/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entre eles a nossa FPS</a>, a defender a decisão da ISA. Algo nos diz que isto não ficará por aqui. Mais novidades em breve&#8230;</p>



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<iframe title="The 20 BEST Waves of Paris 2024! | Men&#039;s Surfing" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/x0A9rd-hVvo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p>
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		<title>O dia em que dois surfistas saíram da água a comemorar o mesmo título de campeão nacional…</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-dia-em-que-dois-surfistas-sairam-da-agua-a-comemorar-o-mesmo-titulo-de-campeao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Histórias do surf português...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O último dia da última etapa do circuito nacional de 1998 foi, para o surf português, o equivalente ao que o 25 de Abril de 1974 representa para o país: o início de uma revolução que iria mudar tudo&#8230;</p>



<p>O circuito nacional de surf era algo muito importante para os surfistas portugueses dos anos 90, sendo apenas superado pelo circuito europeu, o EPSA, já que o WQS ainda estava longe de se tornar algo acessível aos surfistas nacionais em termos de resultados — realidade que só viria a mudar anos mais tarde, com Tiago Pires.</p>



<p>Numa fase inicial, este circuito nacional foi organizado, pela primeira vez de forma estruturada, pela empresa privada &#8220;Adrenalina&#8221;, acabando, alguns anos mais tarde, por passar para a responsabilidade da Federação Portuguesa de Surf. Apesar de relativamente bem organizado e (inicialmente) com bons prize moneys, o circuito não acompanhava as ambições dos surfistas, e muitos sentiam que faltava transparência na aplicação das verbas atribuídas e imparcialidade no julgamento.</p>



<p>Para tentar fazer frente a esse descontentamento, durante a prova de Aveiro de 1997 foi criada a Associação Nacional de Surfistas, um grupo que representava a grande maioria dos competidores portugueses e que prometia exercer alguma pressão junto da federação para que o circuito estivesse mais alinhado com as expectativas da maioria.</p>



<p>Consta que as primeiras reuniões correram bem e que o núcleo duro da FPS estava disponível para implementar algumas mudanças, mas, com o decorrer do tempo, a relação entre os representantes dos surfistas e a federação “azedou”. Um dos temas discutidos nas reuniões da ANS era a redução dos pontos atribuídos à última etapa do ano, que oferecia o dobro dos pontos e do prize money. A ideia dos surfistas era manter o prize money elevado na última etapa, mas diminuir a discrepância pontual, pois isso podia influenciar demasiado o ranking.</p>



<p>Os detalhes estão hoje um pouco esquecidos, mas é um facto que o calendário de sete provas apresentado no início do ano de 1998 não contemplava a diminuição de pontos que tinha sido proposta, mantendo a última etapa com o dobro da pontuação. O circuito arrancou e José Gregório, o campeão nacional em título, abriu a época com uma vitória na Ericeira, seguido de João Antunes, em Aljezur. Houve ainda uma prova sem vencedor, em Espinho. <strong>João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;</strong> venceu na Praia Grande e na Costa da Caparica, enquanto Gregório triunfou na Figueira da Foz.</p>



<p>O circuito chegou à última etapa, em Carcavelos, com <strong>três candidatos ao título</strong>: José Gregório e Dapin, que tinham vencido duas etapas cada, e João Antunes, que tinha vencido apenas uma, mas que tinha alcançado mais finais e, assim, liderava o ranking.</p>



<p>Dapin, caracteristicamente seu, foi o primeiro a cair, sendo eliminado no seu heat de estreia.</p>



<p>No entanto, havia um detalhe importante que acabaria por gerar uma enorme polémica. Dias antes do início da prova, a FPS enviou um fax a alterar as regras, introduzindo a mudança que não tinha aceite inicialmente quanto à pontuação. Cada etapa valia 1.000 pontos para o vencedor, exceto a última, que valia 2.000 pontos. A sugestão da ANS era baixar essa pontuação para 1.200 pontos, mas, através de fax — numa época em que a internet era praticamente inexistente — a federação comunicou que a etapa passaria a valer apenas 1.000 pontos.</p>



<p>Esta alteração acabava por prejudicar principalmente um surfista: Gregório, que, em vez de precisar “apenas” de ficar à frente de João Antunes para se sagrar campeão, ficava com um requisito mais exigente. Não existe uma explicação oficial para esta alteração, mas muitos especularam que poderia ter sido uma forma de prejudicar José Gregório, um dos representantes mais vocais da ANS, que exercia forte pressão sobre um organismo frequentemente criticado pela falta de transparência. Uma ANS mais profissional teria tentado clarificar imediatamente a situação, algo que não aconteceu, e a prova foi avançando.</p>



<p>À final, disputada em ondas tubulares de dois metros, chegaram Tiago Pires, <strong>Rodrigo Herédia</strong> e os dois candidatos ao título, João Antunes e José Gregório. Cada um dos dois interpretou o regulamento da forma que mais os favorecia: Gregório com base nas regras iniciais e Antunes com base na alteração recente. Nas contas &#8220;pós-fax&#8221; João apenas precisava que o seu rival não vencesse ou, caso este ganhasse, bastava-lhe terminar em terceiro lugar para conquistar o título. Já nas contras &#8220;pré-fax&#8221; Gregório precisava de terminar duas posições à frente de Antunes para ser campeão.</p>



<p>A final acabou por ser o <strong>“Tiago Pires Show”.</strong> Saca já começava a destacar-se no circuito WQS e surgiu na etapa de Carcavelos apenas por ter disponibilidade, uma vez que já tinha deixado o circuito nacional para trás. Ainda assim, venceu a etapa sem grandes dificuldades, deixando Gregório em segundo lugar, Herédia em terceiro e Antunes em quarto.</p>



<p>O resultado era o pior cenário possível para a Federação, pois, consoante a interpretação do regulamento, existia um campeão num cenário e outro campeão no cenário alternativo. Tanto <strong>José Gregório</strong> como <strong>João Antunes</strong> saíram da água a celebrar o título com a sua família e amigos.</p>



<p>Na área de competidores instalou-se uma discussão entre o “team Grego”, o “team Antunes” e até entre os próprios dirigentes da federação. Há quem diga que foi alcançado um acordo para analisar a situação com maior detalhe. Certo é que, durante a cerimónia de entrega de prémios — na qual Gregório não esteve presente, em sinal de protesto — o título não foi atribuído a nenhum dos surfistas.</p>



<p>No entanto, alguns dias depois, a FPS anunciou João Antunes como campeão nacional, decisão que José Gregório contestou, chegando mesmo a avançar com um processo judicial. Para a história, o título ficou com João Antunes, mas quem verdadeiramente saiu prejudicada foi a federação, que nunca mais voltaria a organizar uma etapa do circuito nacional com sucesso já que os melhores surfistas do país tomaram uma posição forte depois esta épica &#8220;barracada&#8221;.</p>



<p></p>



<p>Em breve, a revolução que surgiu após esta etapa…</p>



<p>Nota Importante:<br>Tanto o corpo técnico como a direção da Federação Portuguesa de Surf e da Associação Nacional de Surfistas foram completamente reestruturados há mais de duas décadas e pertencem hoje a uma geração dirigente que nada tem a ver com os episódios e decisões que marcaram aquele momento conturbado.</p>
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		<title>O título que Kelly Slater conquistou duas vezes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-titulo-que-kelly-slater-conquistou-duas-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ASP]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Search]]></category>
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		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
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					<description><![CDATA[São Francisco, Novembro de 2011]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2022, depois de vencer o Billabong Pro Pipeline o 11x campeão mundial ameaçou uma luta por um lugar no top5 final, e eventualmente a disputa pelo título no WSL Finals, algo que não se materializou.</p>
<p>Já o seu o 11º título, KS teve que o ganhar duas vezes&#8230;</p>
<p>O ano era 2011 e Slater começou o ano na liderança, batendo o nosso <strong>Tiago Pires</strong> nas meias e <strong>Taj Burrow</strong> na final do Quiksilver Pro. Entretanto conquistou mais 3 vitórias, e dois segundos lugares ao longo da temporada, o que fez com que, chagado a São Francisco, o palco da etapa Rip Curl Search de 2011, o título já estava praticamente garantido.</p>
<p>Teoricamente bastava &#8220;sobreviver&#8221; ao round 3 para conquistar o título e foi o que fez, venceu no round 1 contra <strong>Kai Otton</strong> e o <em>wildcard</em> <strong>Dean Brady</strong> e bateu <strong>Daniel Ross</strong> no round 3 para que a celebração começasse. Já no palco depois de grande euforia Kelly recebeu o taça de campeão mundial e a festa continuou pelo dia fora já que, mais uma vez, história tinha sido feita, desta vez em Ocean Beach, uma praia que nunca tinha recebido uma prova do Championship Tour e nunca voltou a receber.</p>
<p>Até que, horas mais tarde, um estranho boato começou a circular, a ASP tinha feito um erro e Kelly ainda não era campeão. Aparentemente o sistema informático dava a vitória, em casa de empate, ao <em>seed</em> mais alto do evento, algo que na realidade não estava nas regras. Teoricamente, se Slater não pontuasse mais até ao fim do ano e <strong>Owen Wright</strong> vencesse tanto em São Francisco como em Pipeline, ainda podiam empatar no ranking. Resumindo, ainda haveria mais um heat para vencer, o que, felizmente para a ASP, aconteceu no dia seguinte quando Slater derrotou <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Miguel Pupo</strong>. E aí começou a caricata segunda celebração do mesmo título, enquanto que Medina, ainda com 17 anos, vencia a sua segunda prova em três etapas.</p>
<p>O fiasco do título teve as suas consequências, <strong>Brodie Carr</strong>, o CEO da ASP na época, assumiu a culpa da falha e renunciou ao seu cargo. O que é certo é que a ASP de 2011 não tinha o mesmo nível profissionalismo da WSL de 2022, algo que é bem visível pela qualidade do circuito na actualidade.</p>
<p><iframe title="Kelly Slater Wins 11th World Title... Again" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r4lEmDFMlmM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Irmãos Rothman &#8220;dissecam&#8221; o localismo no North Shore</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/irmaos-rothman-dissecam-o-localismo-no-north-shore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 19:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Koa Rothman]]></category>
		<category><![CDATA[Localismo]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Just for fun?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tudo começa com um desafio do suposto mais calminho dos Rothman&#8217;s, Koa, ao seu irmão, Makua, para ver quem consegue dropinar mais numa sessão de surf. Desafio aceite, mas as imagens mostram pouco desse &#8220;espírito aloha&#8221;. Já no dia seguinte Koa voltou à carga com uma divagação muito tipicamente sua do que é o localismo no Havaí. Alguém concorda com o seu ponto de vista?</p>
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		<item>
		<title>Federação Portuguesa de Surf lança esclarecimento sobre a Gestão Nacional de Escolas de Surf</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/federacao-portuguesa-de-surf-lanca-esclarecimento-sobre-a-gestao-nacional-de-escolas-de-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 00:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Portuguesa de Surf]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunicado oficial...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;A Direção da Federação Portuguesa de Surf vem por este meio esclarecer um conjunto de acusações infundadas com que foi confrontada em diversas plataformas de redes sociais e que levaram à elaboração de notícias e comentários que põem em causa o bom nome da FPS, da sua direção e dos seus parceiros. </p>



<p>As acusações referem um projeto, que conta com o total apoio da FPS e que propõe uma visão disruptiva para o futuro da gestão do espaço publico onde as escolas e os clubes de surf atuam diariamente, bem como uma otimização da disponibilização desse mesmo espaço, algo que, compreendemos, possa mexer com diversos interesses instalados, avessos à mudança.</p>



<p>Este projeto denominado Gestão Nacional de Escolas de Surf que se encontra atualmente em fase de criação e consulta de todas as instituições envolvidas, foi alvo de uma calendarização consultiva agendada com os diversos intervenientes, tendo como prioridade a sua relevância institucional.</p>



<p>Assim e tendo como base a versão embrionária desenvolvida pelo consultor da FPS António Pedro Sá Leal – devidamente contratado para o efeito &#8211; o projeto foi apresentado com o aval da FPS ao Turismo de Portugal, a diversas Câmaras Municipais e às Autoridades Marítimas competentes.&nbsp;</p>



<p>Estas apresentações &#8211; que tiveram como génese informações recolhidas junto dos Clubes e Escolas de Surf federados na FPS &#8211; serviram para avaliar a receção das principais autoridades às sugestões apresentadas no documento, bem como para recolher informações, condicionalismos ou melhoramentos que pudessem contribuir de forma positiva para uma versão final a ser apresentada aos destinatários finais – os Clubes e Escolas de Surf federados na FPS.</p>



<p>No seguimento destas reuniões, e com base numa calendarização previamente estipulada, foi comunicada aos Clubes e Escolas federados a data de 24 de Janeiro como dia para apresentação deste projeto de gestão de espaço público, momento esse que, tal como os anteriores já realizados, sempre foi encarado por todos os intervenientes como um momento de discussão aberta, troca de ideias, definição de conceitos e concertação entre todos os intervenientes para que se conseguisse chegar a uma solução futura para algo que tanto preocupa a comunidade surfística nacional, nas suas várias vertentes – a ocupação da orla costeira pelas Escolas e Clubes de Surf.</p>



<p>Desta forma, toda a direção da FPS, unida, vem assim repudiar as graves acusações de que foi alvo ao abrigo de anonimatos diversos, sem qualquer fundamentação, extemporâneas, lesivas do bom nome desta instituição e feitas propositadamente antes do momento definido para o seu debate, com o intuito de bloquear um processo embrionário que provavelmente virá lesar algumas das partes acusatórias.</p>



<p>Mais reiteramos que o propósito desta proposta é construir, em conjunto com todos os intervenientes, uma solução que sirva o surf em Portugal &#8211; os Clubes, as Escolas, os treinadores, os atletas, os praticantes e naturalmente todas as instituições envolvidas e também os territórios afetados. E que todos os contributos, desde que no fórum indicado e na data estipulada serão sempre bem-vindos e apreciados.&nbsp;</p>



<p>Convidamos assim todos os Clubes e Escolas federados a prepararem as suas dúvidas, sugestões e melhoramentos para que os apresentem em sede própria no dia 24 de janeiro. Reiteramos que este projeto está em fase de desenvolvimento e o objetivo da FPS, dos seus parceiros e demais instituições é sempre melhorar e sobretudo tornar a oferta do surfing em Portugal cada vez mais profissional. Esse é o nosso projeto, a nossa visão para o futuro. Mas só o conseguimos todos em conjunto e não com ruturas e acusações infundadas que alimentam a desinformação.</p>



<p>A direção da Federação Portuguesa de Surf&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Koa Rothman lança duras críticas ao &#8220;novo&#8221; Pipe Masters&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/koa-rothman-lanca-duras-criticas-ao-novo-pipe-masters/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 08:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Koa Rothman]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA["Ninguém gosta deste formato"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Koa Rothman é um dos mais conhecidos free surfers da actualidade, um reconhecimento que surge como resultado das suas performances em ondas como Pipeline e Teahupoo ao longo dos anos. O local do North Shore vem de uma linhagem &#8220;pesada&#8221; e, apesar de supostamente ser o mais calminho do clã Rothman, mas não deixa passar oportunidades de ser polémico. </p>



<p>O seu irmão Makua hoje em dia adoptou um postura mais &#8220;aloha&#8221; que na sua juventude, mas há vários registos do passado de ocasiões em que recorreu à violência para intimidar surfistas viajantes. O pai, &#8220;Fast&#8221; Eddie, é o &#8220;xerife&#8221; não oficial do North Shore, provavelmente a pessoa mais receada da zona, sendo responsável por muitos dos <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/director-da-asp-com-a-cabeca-a-premio-no-north-shore/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/director-da-asp-com-a-cabeca-a-premio-no-north-shore/" target="_blank">episódios mais pesados da história do surf</a>.</p>



<p>Koa Rothman tem uma imagem mas &#8220;limpa&#8221; que os seus familiares mas em 2020 mostrou as suas cores ao fazer um <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/koa-rothman-promete-muitos-dropins-em-pipeline/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/koa-rothman-promete-muitos-dropins-em-pipeline/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo a avisar que ia dropinar toda a gente em Pipeline</a>, vídeo esse que desapareceu depois de ter sido denunciado continuamente no instagram. </p>



<p>Novamente pronto para lançar alguma polémica, Rothman publicou ontem um vídeo com duras críticas a um evento para o qual está convocado, o Vans Pipe Masters. A sua primeira crítica foi ao facto de, além dos tubos, os aéreos também serem valorizados. Fala-se pouco da secção final de Pipeline, mas o que é certo é que já vimos aí bons aéreos de surfistas como Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, entre outros, e foi onde <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-pipe-masters-de-1999-e-o-primeiro-rodeo-flip/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/o-pipe-masters-de-1999-e-o-primeiro-rodeo-flip/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kelly Slater inventou aí o famoso &#8220;Rodeo Flip&#8221;</a>. </p>



<p>Seguiu-se a crítica ao facto de não ter os melhores surfistas do mundo contra os locais e também não gostou das semelhanças ao Da Hui Backdoor Shotout, um special event que foi organizado pela sua família durante muitos anos. As semelhanças são a ausência de prioridade, o formato dos heats e o sorteio para colocar definir os adversários de cada surfista. </p>



<p>Koa chega ao ponto de dizer que muitos partilham da mesma opinião, que o prestigio do evento não se equipara ao do campeonato da WSL, e que só vai participar no evento pelo prize money, que é superior até ao dos eventos de ondas grandes. </p>



<p>As críticas não param aí e são quase todas com algum fundamento, mas o melhor é ver o vídeo completo (abaixo)&#8230;</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="WHY NO ONE LIKES THE &quot;NEW&quot; PIPE MASTERS" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yVEpNjtNNok?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>FPS lança comunicado sobre a situação do Parque das Gerações</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/fps-lanca-comunicado-sobre-a-situacao-do-parque-das-geracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 14:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Portuguesa de Surf]]></category>
		<category><![CDATA[Parque das Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>
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					<description><![CDATA[Em defesa da única praia da Linha onde há ondas 365 dias por ano...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Portuguesa de Surf, como entidade que durante mais de 20 anos tutelou a vertente competitiva do skate, não podia ficar indiferente à ameaça que paira sobre o maior e mais importante skatepark em Portugal: o Parque das Gerações, em S. João do Estoril.</p>
<p>Uma ameaça que se traduz numa via rodoviária que está apontada ao coração do parque, destruindo, na prática aquele espaço.<br />
Apesar de não tutelar mais o skate em Portugal, a FPS considera que o Parque das Gerações é um equipamento que representa também uma enorme mais-valia para todos os surfistas da Linha, sobretudo para as novas gerações, que ali treinam regularmente, transferindo muito do que aprendem nas ondas de cimento deste Parque para as rampas líquidas do Atlântico.</p>
<p>João Aranha, presidente da Direção da FPS justifica esta posição: “É incontestável que desde sempre o skate constitui uma parte importante no treino e formação dos surfistas, pelo que a destruição do Parque das Gerações seria uma enorme perda não só para a comunidade do skate mas também para a comunidade do surf. Nesse sentido fazemos um apelo à Câmara Municipal de Cascais para que reconsidere a ideia de fazer passar uma estrada pelo meio deste equipamento e abandone a proposta de alteração 308 ao seu PDM.  ”</p>
<p>João Aranha reforça: “Não podemos ter uma visão ultrapassada do urbanismo e há que continuar a pensar no Desporto e nos seus praticantes como parte viva e fundamental da vida nas cidades. Esperemos que a Câmara de Cascais seja sensível. Nós estaremos cá para que os utentes deste espaço, nossos atletas, sejam ouvidos em defesa da única ‘praia’ da Linha onde há ondas 365 dias por ano.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>WSL anuncia &#8220;season wildcards&#8221; para 2022 mas a verdadeira controvérsia ainda poderá estar para vir&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/wsl-anuncia-season-wildcards-para-2022-mas-a-controversia-ainda-esta-para-vir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 10:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Injury Wildcard]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[WSL]]></category>
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					<description><![CDATA["Big O", Malia, Kolohe e Lakey garantidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a temporada do Championship Tour já fechada, a WSL teve que fazer algumas decisões difíceis, decidir os wildcards para o próximo ano.</p>
<p>Com duas vagas para atribuir tanto no tour masculino como no feminino e muitos candidatos, dois surfistas destacavam-se como os mais prováveis, <strong>Kolohe Andino</strong> e <strong>Lakey Peterson</strong>, ambos surfistas com um longo historial de sucesso no tour e lesões bem documentadas que os deixaram fora do circuito durante grande parte do ano. Outra decisão fácil foi a de atribuir a <strong>Malia Manuel</strong> a outra vaga no tour feminino, já que não havia outros casos de lesões e a havaiana era a próxima na fila da qualificação.</p>
<p>Até aí tudo bem, mas no tour masculino a atribuição da segunda vaga já foi mais complexa. Com a qualificação a ficar com os 20 primeiros do ranking e um empate de 4 surfistas na 20ª posição, o primeiro &#8220;caso bicudo&#8221; até se resolveu bem já que havia dois competidores a reformarem-se nessa posição, <strong>Julian Wilson</strong> e <strong>Jeremy Flores</strong>, e ainda <strong>Adriano de Souza</strong> mais acima no ranking, também a dizer o seu adeus ao tour, o que permitiu que <strong>Miguel Pupo</strong> e <strong>Seth Moniz</strong> se mantivessem na elite do surf mundial sem grandes dramas.</p>
<p>Seguiam-se então os seguintes surfistas, por ordem, <strong>Matthew McGillivray</strong> &#8211; Owen Wright &#8211; Caio Ibelli &#8211; Peterson Crisanto &#8211; Michel Bourez &#8211; Wade Carmichael e mais alguns. Entre estes a WSL escolheu o segundo da fila, <strong>Owen Wright</strong>, que tem um historial de maior sucesso que o<em> rookie</em> McGillivray, algo que se enquadra neste (um pouco subjectivo) critério de selecção. Owen já venceu várias vezes no tour, foi medalhista olímpico e é um dos grandes nomes da sua geração enquanto que Matthew tem pouco mais que um 3º lugar em Margaret River junto do seu nome. Justo? É debatível, mas a WSL foi coerente com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/tiago-pires-esta-confirmado-no-wct-em-2014/" target="_blank" rel="noopener">as suas escolhas do passado</a> neste sempre difícil e polémico tema.</p>
<p>Mas a verdadeira controvérsia ainda poderá estar &#8220;<em>in the making</em>&#8220;, com as qualificações via Challenger Series. Com 12 vagas na categoria masculina e 6 na feminina em disputa, não parece haver grande margem para problemas excepto no caso dos &#8220;<em>double qualifiers</em>&#8220;, surfistas que se qualificam no top20 do CT masculino/top9 do CT feminino e no top12 do CS masculino/top 6 do CS. No passado as vagas que abriam abaixo do &#8220;cut&#8221; iam para os próximos surfistas tanto do QS como do CT mas este ano, aparentemente, as vagas ficam com a WSL, para atribuírem a quem acharem justo.</p>
<p>Exemplo &#8211; <strong>Yolanda Hopkins</strong> é neste momento a surfista lusa mais perto da qualificação, ocupando a 16ª posição do ranking. Um resultado sólido poderá colocá-la dentro do &#8220;cut&#8221;, ou bem perto mas, vamos imaginar que acaba o ano em 7º lugar, a apenas uma posição do Championship Tour e que, acima dela, está <strong>Carissa Moore</strong>, a actual campeã mundial. Uma vez que Carissa não precisa dos pontos CS, a vaga seria de Yolanda, certo? Não necessariamente! Essa vaga estará nas mãos da WSL para atribuir a quem quiser. E é aí que há espaço para polémica. Será que a WSL vai atribuir as vagas de uma forma politicamente correcta, colocando-as por ordem de ranking como no passado, ou fará algo drástico como colocar surfistas mais &#8220;<em>out of the box</em>&#8221; no tour para tentar chegar a um publico diferente? E haverá surfistas com esse perfil fora do tour?</p>
<p>Saberemos mais sobre este tema em breve, quando terminar a última etapa do tour, o Haleiwa Challenger&#8230;</p>
<p>Surfistas já qualificados para 2022:</p>
<p><strong>Men&#8217;s 2022 Championship Tour Qualifiers</strong><br />
1 &#8211; Gabriel Medina (BRA)<br />
2 &#8211; Italo Ferreira (BRA)<br />
3 &#8211; Filipe Toledo (BRA)<br />
4 &#8211; Conner Coffin (USA)<br />
5 &#8211; Morgan Cibilic (AUS)<br />
6 &#8211; Griffin Colapinto (USA)<br />
7 &#8211; Jordy Smith (ZAF)<br />
8 &#8211; Kanoa Igarashi (JPN)<br />
9 &#8211; Yago Dora (BRA)<br />
<strong>10 &#8211; Frederico Morais (PRT)</strong><br />
11 &#8211; John John Florence (HAW)<br />
12 &#8211; Jack Robinson (AUS)<br />
13 &#8211; Leonardo Fioravanti (ITA)<br />
14 &#8211; Deivid Silva (BRA)<br />
15 &#8211; Ryan Callinan (AUS)<br />
15 &#8211; Ethan Ewing (AUS)<br />
18 &#8211; Kelly Slater (USA)<br />
19 &#8211; Jadson Andre (BRA)<br />
20 &#8211; Seth Moniz (HAW)<br />
20 &#8211; Miguel Pupo (BRA)</p>
<p><em>Season Wildcards</em><br />
Kolohe Andino (USA)<br />
Owen Wright (AUS)</p>
<p><strong>Women&#8217;s 2022 Championship Tour Qualifiers</strong><br />
1 &#8211; Carissa Moore (HAW)<br />
2 &#8211; Tatiana Weston-Webb (BRA)<br />
3 &#8211; Sally Fitzgibbons (AUS)<br />
4 &#8211; Stephanie Gilmore (AUS)<br />
4 &#8211; Johanne Defay (FRA)<br />
6 &#8211; Caroline Marks (USA)<br />
6 &#8211; Tyler Wright (AUS)<br />
8 &#8211; Isabella Nichols (AUS)<br />
9 &#8211; Courtney Conlogue (USA)</p>
<p><em>Season Wildcards</em><br />
Lakey Peterson (USA)<br />
Malia Manuel (HAW)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Polémica no ISA WSG de El Salvador</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 14:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Carissa Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Caroline Marks]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[ISA World Surfing Games]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Weston-Webb]]></category>
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					<description><![CDATA[Tops do CT em "debandada"...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terceiro dia do Surf City El Salvador ISA World Surfing Games já está na água e, mais uma vez, as ondas apresentam muita qualidade em ambos os spots do evento.</p>
<p>O nível de surf apresentado pela maioria dos competidores tem sido altíssimo, com momentos dignos do Championship Tour da WSL. Mas, tirando isso, não tem sido um evento desprovido de problemas. Segundo o website da Stab alguns competidores testaram positivo para Covid-19 e foram colocados em quarentena. Ao contrário do que se passou com a WSL na Austrália, a ISA não tem capacidade de criar uma “bolha” com os seus competidores e era previsível que alguns ficassem fora do evento. Felizmente trata-se de uma minoria.</p>
<p>Mas o que realmente tem dado que falar é algo inteiramente diferente. É bem sabido que muitos tops do CT que já estavam qualificados para os Jogos Olímpicos preferiam ir para casa descansar depois da longa perna australiana mas, para manterem as suas vagas, foram obrigados a marcar presença neste evento, além de o terem feito na prova do Japão em 2019. E presença marcaram, mas não ficaram até ao fim! <strong>Gabriel Medina</strong>, <strong>Carissa Moore</strong>, <strong>Caroline Marks</strong> e <strong>Tatiana Weston-Webb</strong> dominaram os seus heats do round 1 e simplesmente faltaram aos do round 2.</p>
<p>As suas redes sociais, normalmente super activas com stories, estão silenciosas mas, após melhor investigação, é visível que alguns deles já estão nos seus respectivos países, e não fazem tenções de disputar as fases de repescagem. Esta “posição de força” deixa a ISA sem grande margem de manobra para tentar punir os surfistas que estavam obrigados a participar e prestigiar este evento, uma norma que teve o efeito oposto ao que se esperava.</p>
<p>Mas nem todos os qualificados aderiram a esta “debandada”. De facto a maior parte ficou, como se confirma com a presença de <strong>Julian Wilson</strong>,<strong> Owen Wright</strong>, <strong>Sally Fitzgibbons</strong>, <strong>Stephanie Gilmore</strong>, <strong>Kanoa Igarashi</strong>, <strong>Jeremy Flores</strong>, <strong>Michael Bourez</strong>, <strong>Frederico Morais</strong> e <strong>Leonardo Fioravanti</strong>.</p>
<p>E algo nos diz que ainda haverá mais capítulos nesta saga dramática em El Salvador. Mais novidades em breve&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Derrota de Ítalo Ferreira em Narrabeen (provavelmente) não terá influência na disputa pelo título mundial de 2021&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/derrota-de-italo-ferreira-em-narrabeen-provavelmente-nao-tera-influencia-na-disputa-pelo-titulo-mundial-de-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 16:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Italo Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juízes decidiram, está decidido...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rip Curl Narrabeen Classic presented by Corona tem estado a decorrer durante o dia na Austrália, o que equivale à noite portuguesa. A grande história do evento para os portugueses é a prestação de Frederico Morais, que está novamente em modo &#8220;tomba gigantes&#8221; e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/frederico-morais-surpreende-filipe-toledo-no-rip-curl-narrabeen-classic/" target="_blank" rel="noopener">já se encontra nos quartos de final</a>.</p>
<p>Mas, para o resto do mundo, a derrota de<strong> Ítalo Ferreira</strong> no round de 16 é a polémica do momento. O surfista brasileiro atravessa uma fase incrível, um domínio que não se via no tour há muito tempo. Tudo começou no início de outubro de 2019, quando Ferreira foi vencendo heat atrás de heat, até se encontrar na final do Quiksilver Pro France, onde perdeu apenas para <strong>Jeremy Flores</strong>. O Tour seguiu para Portugal, onde Ítalo venceu o MEO Rip Curl Pro Portugal e, meses depois, o Billabong Pipe Masters, no Havai, para se sagrar campeão mundial. Em 2020 não houve etapas do CT mas a WSL realizou alguns <em>special events</em> e o campeão mundial venceu três,  Onda do Bem &#8211; Super Airs, Onda do Bem &#8211; Pro Heat, French Rendez-Vous of Surfing, e ficou em segundo no quarto, o MEO Portugal Cup of Surfing, vencido por <strong>Frederico Morais</strong>. Quando o Championship Tour regressou, Ferreira ficou em 3º lugar na prova de Pipe, e venceu o Rip Curl Newcastle Cup para recuperar a lycra amarela, algo que só tinha perdido durante um evento.</p>
<p>Algum dia o seu <em>streak</em> teria que chegar ao fim, mas não se esperava que fosse no round de 16 em Narrabeen contra <strong>Conner Coffin</strong>. Mais uma vez o líder do ranking parecia estar ligado à corrente, apanhando muitas ondas, e impondo o seu ritmo alucinante desde o início. Quando deu um grande aéreo <em>reverse</em> de <em>backside</em> esperava-se uma nota excelente que no final de contas faria a diferença, mas os juízes apenas atribuíram uma pontuação medíocre, 2.07 pontos. O porquê dessa nota tornou-se motivo de discórdia de imediato. De facto Ítalo aterrou a manobra mas logo de seguida o espuma apanhou-o e o campeão mundial não conseguiu manter o equilíbrio, o que foi o suficiente para ser considerada como não completa. Os protestos nos mais variados formatos não pararam de &#8220;cair&#8221; e até Ferreira que, de raiva partiu a sua prancha ao meio, deixou o seguinte comentário via IG: &#8220;<em>I</em><span class="" title="Editada"><em>sso desmotiva qualquer um, só que eu não! Eu ligo o fod@-se e vou pra próxima. Obrigado pelo carinho</em> ?<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/270c.png" alt="✌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&#8221;.<br />
</span></p>
<p>É certo que à primeira vista, a decisão dos juízes parece errada já que Ítalo aterrou bem a manobra, só caindo uns segundos mais tarde. Mas algo que é preciso ter em consideração é que o painel de juízes está muito mais bem informado sobre as regras que o &#8220;comum dos mortais&#8221; e aparentemente, muitos competidores e alguns <em>speakers. </em>Todas as ondas são analisadas por um painel internacional de vários juízes, que ainda são supervisionados por um chefe de júris, que os orienta no caso de dúvida. Tendo isso em conta podemos assumir que dificilmente terá sido feito um erro, já que a decisão era sobre se a manobra foi completa e não qual a pontuação da mesma, algo que geralmente causa mais confusão e polémica.</p>
<p>Num ano normal cada heat vencido conta mas em 2021 o sistema de disputa pelo título foi modificado. A última etapa, o Rip Curl WSL Finals, que será realizado em Trestles, junta o top5 do ranking e é aí que será decidido quem é o novo campeão mundial. É quase certo que <strong>Gabriel Medina</strong>, Ítalo Ferreira e <strong>John John Florence</strong> irão ocupar três das cinco vagas, o que faz da disputa pela liderança nesta altura do ano algo irrelevante na decisão pelo título, já que todos os top5 ficam com hipóteses muito parecidas de serem campeões mundiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E tu, o que achaste da decisão dos juízes? Partilha a tua opinião&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Italo Ferreira vs. Conner Coffin HEAT REPLAY Rip Curl Narrabeen Classic Round of 16" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/glFhTuSUfXU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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