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	<title>Patrick Stilwell &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Patrick &#038; Salvador Stilwell falam sobre a Surf Out Portugal de 2019 &#124; Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/patrick-salvador-stilwell-falam-sobre-a-surf-out-portugal-de-2019-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 13:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Stilwell]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Stilwell]]></category>
		<category><![CDATA[Surf Out]]></category>
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					<description><![CDATA[21 e 22 de Setembro, Fiartil, Estoril...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está quase a começar um evento que se passa inteiramente fora de água mas que, em 2018, foi um dos que mais marcou a indústria do surf, a Surf Out Portugal. Será nos dias 21 e 22 de Setembro, novamente na Fiartil, no Estoril, que a comunidade surfista se irá juntar de novo para conhecer novos produtos, trocar conhecimentos e apresentar novidades. A ONFIRE falou com os irmãos Stilwell, os responsáveis pelo evento, para saber todas as novidades sobre a versão de 2019&#8230;</p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><br />
<strong>A segunda edição da Surf Out Portugal está quase a começar! Como foi o feedback geral da primeira?</strong><br />
O feedback foi muito positivo. Sentimos que após o evento a indústria, os expositores, as marcas, estavam realmente satisfeitos por terem tido este momento para estarem juntos do seu público, juntos entre a indústria, reunidos num só local para celebrar este desporto, o surf, que é o elo comum entre todas estas marcas. Logo nos dias do evento sentimos muita força dos expositores pois eles próprios estavam surpreendidos com a quantidade de <em>buzz </em>que se tinha gerado e com a quantidade de <em>players </em>diferentes que se tinha juntado no evento!</p>
<p><strong>Quais serão as principais diferenças nas actividades e atrações do Surf Out Portugal de 2019?</strong><br />
Em primeiro lugar podemos dizer que o evento está mais internacional, que foi sempre um dos nossos objectivos. Em termos das Surf Talks teremos convidados a vir de fora para dar o seu<em> input</em> e feedback sobre esta indústria e acreditamos que será muito valioso para nós enquanto indústria do surf nacional, e todos os que gostam deste desporto, ouvir opiniões vindas de fora. Em termos das atracões, uma das grandes surpresas é também a nossa <em>shapping bay</em>, que estamos a construir de raiz e onde teremos sessões de <em>live shapping</em> e conversas com grandes nomes como o James Cheal, da Chilli Surfboards, Johnny Cabianca, shaper de Gabriel Medina, Nick Uricchio, da Semente, Donald Brink, que é um génio criativo sul africano, Almir Salazar da Polen Surfboards, Diogo Appleton e Lacrau. Será um dos grandes destaques do evento.</p>
<p><strong>Este ano haverá mais oradores internacionais que no passado, a que se deve este facto?</strong><br />
Como mencionei anteriormente, a Surf Out Portugal tem o intuito de fortalecer a indústria do surf como um todo, e queremos destacar Portugal como um mercado de excelência, um mercado potencial do surf a nível global. Logo, acreditamos que a atenção de fora também deve estar virada para o nosso país, e que a vinda de grandes nomes, como Greg Healy, que é o presidente da Boardriders Global, que engloba a Quiksilver e Billabong, as duas maiores marcas de surf do mundo, a vinda do Paddy Cosgrave, CEO da Web Summit, a vinda do Garrett McNamara, do Nicolau Von Rupp, Tiago Pires, Kim Scholze, que é <em>Senior Project</em> <em>Manager </em>da ISPO, uma das maiores feiras de surf do mundo, será uma mais-valia. Acreditamos que a vinda de todas estas personalidades acaba por dar o maior destaque a este evento e por consequência um maior destaque às marcas nacionais e ao nosso país.</p>
<p><strong>Como foi a adesão de expositores em comparação ao ano passado?</strong><br />
A adesão dos expositores foi excelente, temos expositores repetentes do ano passado com novas ideias, novo empenho, já a quererem fazer coisas novas em relação ao passado, que foi um bocadinho a descoberta deste evento. E depois temos muitas marcas novas também a participar este ano. O nosso trabalho comercial ficou um bocadinho mais facilitado pois, no ano zero, em 2018, não tínhamos nada para apresentar em termos de números, estatísticas, fotografias, vídeo, era ainda apenas uma ideia.</p>
<p><strong>A Fiartil será sempre o local deste evento ou poderá haver necessidade de expandir para outros locais ou outras partes do país?</strong><br />
A Fiartil é um dos recintos mais especiais que existem em Portugal. É um recinto no coração do Estoril mas parece que estamos no meia da natureza, envolvidos no meio de árvores e é perto do mar, está a 500 metros do mar. É no município de Cascais, que acaba por ser um dos berços do surf em Portugal e, quando as condições certas se reúnem, é um recinto muito especial, com uma atmosfera mágica. Neste momento é o nosso recinto, mas nunca se sabe o que poderá acontecer com a evolução da Surf Out Portugal.</p>
<p><strong>Quais foram os principais desafios em 2019?</strong><br />
Os principais desafios foram superar o que fizemos em 2018! Ou seja, acabou por correr muito bem o ano passado mas o difícil é continuar sempre a melhorar e a surpreender. Queremos que o evento seja melhor em termos qualitativos, e que a experiência, tanto para os expositores como para os visitantes possa ser cada vez melhor. Naturalmente isso acarreta alguns desafios, nomeadamente a vinda e a gestão de todos estes convidados de fora e de marcas que também mostraram o seu interesse em vir e não estão baseadas em Portugal. Por isso, à medida que as edições do evento se forem sucedendo, a nossa responsabilidade também é maior.</p>
<p><strong>O que podemos esperar da Surf Out Portugal nos próximos anos?</strong><br />
A Surf Out irá sempre trabalhar e continuar no seu rumo para dar cada vez maior destaque a esta indústria. A Surf Out tem como principal missão unir/agregar e criar uma plataforma de dialogo para todos os agentes que compõe o sector do surf. Ou seja, a Surf Out é uma autêntica celebração do surf e, por consequência, queremos promover este desporto cada vez mais, queremos promover Portugal como destino de surf e como destino de implementação de negócios do surf cada vez mais. O que podemos esperar da Surf Out é muito trabalho para promover a indústria do surf como um todo.</p>
<p>Mais informações <a href="http://www.surfoutportugal.pt/">AQUI</a>!</p>
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		<title>Irmãos Stilwell falam sobre o Surf Out Portugal &#124; Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/irmaos-stilwell-falam-sobre-o-surf-out-portugal-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 11:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Stilwell]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Stilwell]]></category>
		<category><![CDATA[Surf Out]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 15 e 16 de Setembro na Fiartil, Estoril...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Surf Out Portugal promete ser o melhor evento do género alguma vez realizado no nosso país. Depois de algumas tentativas com sucesso reduzido coube a uma nova geração de empreendedores, os irmãos Salvador e Patrick Stilwell, agarrar este desafio com uma nova visão e experiência, para criar um conceito único e diferenciado de “<em>trade show</em>” de surf. A pouco mais de 48 horas da abertura do evento falámos com esta dupla dinâmica para ficar a saber mais sobre este tão esperado evento.</p>
<p><strong>Falta pouco para o início do Surf Out Portugal e já não se fala de outra coisa. Que <em>feedback</em> têm recebido do público?</strong><br />
<strong>Salvador:</strong> Nesta “ponta final” temos sentido grande interesse por parte do público. Temos tido inúmeros contactos de pessoas a pedir mais informações, a querer saber o que se vai passar, o que podem fazer, o que esperar. Eu acho que isso acaba por comprovar um bocadinho o que nós já sentíamos, que já estava a fazer falta um evento agregador de toda a indústria. Por isso acreditamos que vai haver uma adesão boa por parte dos surfistas.<br />
<strong>Patrick:</strong> Houve também uma muito agradável surpresa com vários contactos que tivemos de fora. Marcas internacionais, pessoas de fora que estão atentas ao nosso mercado e a Portugal, que realmente ficara interessadas em conhecer mais e inclusivamente vir visitar e vir expor. A repercussão neste sentido acabou por ser maior do que esperávamos.</p>
<p><strong>Quais serão as principais actividades / atracções do </strong><strong>Surf Out Portugal?</strong><br />
<strong>S:</strong> Este é um evento para todos. Um evento agregador, inclusivo, para a família, para amigos, surfistas, não surfistas, é um evento para qualquer curioso, para se estar em convívio. Vamos ter desde amostras de produtos das mais variadas marcas, das mais estabelecidas a projectos mais recentes, vamos ter as Surf Talks e depois vamos ter actividades mais lúdicas, como o <em>live shapping</em> do Diogo Appleton, as <em>yoga sessions</em> do Hotel Oitavos, a Polen e a Posca juntaram-se para fazer uma activação de pinturas nas pranchas, a C. Santos VP/Mercedes-Benz vai estar a fazer um passatempo com pintura no carro para ganhar uma experiência na Nazaré, a Billabong vai trazer o Benjamin Sanchis para apresentar o “Vague à L&#8217;Ame”. Há muitas actividades, muita coisa para fazer, acaba por ser um autêntico programa.</p>
<p><strong>Qual é, para vocês, a importância as Surf Talks e quais são os principais temas?</strong><br />
<strong>P:</strong> As Surf Talks no fundo é um fórum exclusivamente dedicado a debater sobre a actualidade e o futuro do surf em Portugal nas suas mais variadas dimensões. Desde os aspectos como a sustentabilidade, à questão da estratégia colectiva do turismo dedicado ao surf e questões sobre a formação e evolução dos surfistas nacionais para atingirem o topo do desporto a nível mundial. Vamos discutir também os factores que fazem com que a Indústria do surf seja mais atractiva tanto para as marcas nacionais como para as internacionais. Vamos discutir uma série de pontos relevantes para a Indústria. Um factor diferente destas Talks é que, primeiro, temos aqui 6 painéis, com uma diversidade não só de temas mas também de convidados. Serão cerca de 26 convidados a debater estes vários temas e temos tanto pessoas do meio como pessoas de fora o meio também, para trocarmos opiniões e ter um diálogo mais rico e mais profundo sobre os vários temas.</p>
<p><strong>Como foi o processo para envolver tantas personalidades diferentes e tantas marcas no evento?</strong><br />
<strong>S:</strong> Foi um processo muito interessante e realente comprova a dimensão que este desporto já tem em Portugal. Na realidade já existem muitas personalidades e já existem muitas marcas à volta do surf em Portugal por isso foi, como deves calcular, foi um processo exaustivo, no bom sentido, mas muito interessante. E foi muito interessante falar com todas as personalidades, todos os intervenientes desta Indústria mas realmente o <em>feedback</em> que tivemos foi sempre muito parecido, foi que realmente faz sentido um evento destes e pensamos que o sector está do nosso lado para a primeira edição do Surf Out Portugal.</p>
<p><strong>Quais acham que são as principais diferenças entre este e outros eventos do mesmo género realizados em Portugal?</strong><br />
<strong>P:</strong> Há aqui dois factores que acho que são decididamente diferentes. O primeiro é o <em>timing</em> e o contexto. Nós, em Portugal, atravessamos um momento único, um momento muito positivo no surf, tanto os portugueses estão mais despertos e mais conscientes do que é o surf, como também o mundo está mais atento a Portugal. Este factor foi decisivo para avançar com um evento desta envergadura. O segundo factor distintivo é, se calhar, o tamanho e a quantidade de <em>stake holders</em> envolvidos neste evento.</p>
<p><strong>Porquê na Fiartil?</strong><br />
<strong>S:</strong> A Fiartil é dos recintos em Portugal com a melhor atmosfera envolvente. É no coração do Estoril, está rodeado de árvores, há ali uma envolvência muito especial, muito agradável. É muito perto do mar, está inserido no concelho de Cascais, um dos concelhos que viu o surf nascer, que mais se desenvolveu, com mais surfistas por habitantes. Por isso faria todo o sentido fazer um evento ao ar livre, com uma óptima atmosfera e realmente as pessoas vão perceber isso quando entrarem, pois é um sítio muito agradável.</p>
<p><strong>Como identificaram a necessidade de criar um evento como este e quanto tempo demorou a tornar-se uma realidade?</strong><br />
<strong>P:</strong> Há muito tempo que estamos atentos ao mercado do surf apesar de termos percursos profissionais fora do meio. Eu trabalho na área da publicidade e consultadoria de marca e o Salvador trabalhava no sector dos vinhos. Exactamente por estarmos tão atentos a outras formas de operar, identificamos que no surf faltava algo semelhante ao que acontece em outros sectores, como o do vinho, automóvel, publicidade, várias áreas onde há uma congregação dos diferentes intervenientes e onde há uma mostra do trabalho que se está a fazer e das ideias que se pretendem discutir. A oportunidade foi detectada há algum tempo e precisámos de, sensivelmente, um ano até que este projecto se tornasse uma realidade.</p>
<p><strong>Quais foram os principais desafios?</strong><br />
S: Os principais desafios prendem-se mais com o facto de ser o ano zero. É a primeira edição e estamos a apresentar uma ideia nova, por isso fizemos aqui um grande esforço de apresentar pessoalmente a todos os envolvidos e obviamente que, em termos logísticos, nem sempre é fácil. Somos apenas dois e falar com tanta gente nem sempre foi fácil. E depois há esta questão de, até 15 e 16 de Setembro, o evento ainda não existiu, ainda não tem um histórico. Por isso é um primeiro passo que implica sempre alguns desafios para ter todos on board.</p>
<p><strong>A </strong><strong>sustentabilidade ambiental é um dos temas mais abordados pela Indústria do surf na actualidade. Também terá lugar no Surf Out Portugal?</strong><br />
<strong>P:</strong> Certamente, nós temos um Talk exclusivamente dedicado a este tema. Realmente os surfistas estão despertos aqui para a importância de desenvolver produtos ambientalmente mais responsáveis, tanto é que em Portugal já temos óptimos casos de produtos inovadores neste sentido, nomeadamente o ecoPro Pad, que tanto estará em <em>show case</em> das marcas como o Ruben Verdadeiro, que é o seu criador, estará no painel a discutir sobre a sustentabilidade ambiental. Teremos a vereadora da câmara municipal de Mafra, Célia Fernandes, a falar um pouco sobre a importância do que é uma reserva mundial de surf, um tema intrinsecamente associado a estas questões, como também iremos abordar certamente outros pontos, sobre esta temática.</p>
<p><strong>Que repercussão acham que este evento poderá ter na Indústria do surf em Portugal?</strong><br />
<strong>S:</strong> Achamos que este evento é uma plataforma de diálogo, um evento que une o sector ao seu público. É um local para conversar, dialogar e transmitir os valores da marca, a história os objectivos e as direcções futuras com o seu público. Ou seja, achamos que no fim podemos acrescentar maior valor à relação das marcas com o seu público e que todos nos sentimos mais motivados para fazer surf, para construir algo à volta do surf, para as marcas continuarem o seu bom trabalho.</p>
<p>Mais sobre este evento em <a href="http://www.surfoutportugal.pt/" target="_blank" rel="noopener">www.surfoutportugal.pt</a>&#8230;</p>
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