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	<title>Parkinson &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Fanning vence Parko na Final &#124; JBay Open</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2014 08:37:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com ondas acima dos dois metros, o dia final da sexta etapa da ASP foi memorável! Depois de uns dias de lay day, Jeffrey&#8217;s Bay acordou ontem com as condições que fazem desta praia uma das melhores do mundo. As longas direitas de J-Bay eram o palco perfeito para terminar a sexta etapa do WCT [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com ondas acima dos dois metros, o dia final da sexta etapa da ASP foi memorável!<span id="more-19028"></span></p>
<p>Depois de uns dias de <em>lay day</em>, Jeffrey&#8217;s Bay acordou ontem com as condições que fazem desta praia uma das melhores do mundo. As longas direitas de J-Bay eram o palco perfeito para terminar a sexta etapa do WCT de 2014, pois ondas de dois metros sólidos varriam o line-up sul-africano.</p>
<p>Foram realizados três rounds até à grande final e muitos foram os heats emocionantes. Adriano de Souza, Taj Burrow, Medina e Fanning garantiram-se nos quartos de final, onde já os esperavam Parko, Wilkinson, Wright e Muniz.</p>
<p>Nos quartos de final, Parko usou o seu jogo de rail para eliminar de Souza; Wilkinson &#8211; que parece ter voltado aos resultados que merece &#8211; teve um heat renhido contra Taj e acabou por, no final, usar a sua prioridade para garantir que Burrow não fazia o 7.90 que necessitava; Wright &#8211; que tal como Wilko parece estar de volta &#8211; travou mais uma batalha de titãs mas esta contra Medina. Perto do final, Medina estava em primeiro mas Wright agarrou (mais) uma onda mágica, encaixou uma série de rasgadas e batidas e terminou com um excelente tubo, o que lhe valeu um 9.23 e um &#8220;carimbo&#8221; para as meias-finais. Fanning &#8220;despachou&#8221; Muniz no heat que, comparado com os anteriores, acabou por ser relativamente &#8220;fácil&#8221; para o australiano.</p>
<p>Seguiram-se as meias finais e nestes estavam dois dos mais regulares surfistas do tour no que a bons resultados diz respeito &#8211; Fanning e Parko &#8211; frente a dois dos surfistas que nos últimos anos mais batalharam por voltar aos resultados de topo &#8211; Wilko e Wright.</p>
<p>Parko começou a final frente a Wilko usando novamente o seu jogo de rail e rapidamente deixou Wilko a necessitar de duas ondas para o prejuízo não ser maior. Mas a sete minutos do fim, Parko deu a machadada final, dando dois tubos numa onda média mas que devido ao seu comprimento e intensidade lhe valeram a nota perfeita, um 10! Com sete minutos, tudo parecia perdido mas Wilkinson não desarmou e respondeu ao 10 de Parko com um 9.77. Wilko acabou por não conseguir uma segunda nota perdendo nas meias finais mas conseguindo o seu melhor resultado dos últimos anos no WCT, um terceiro lugar.</p>
<p>Na segunda meia final, Fanning voltou a usar a fórmula do rail para garantir o lugar na final, deixando Wright com o seu melhor resultado até ao momento, tal como o seu conterrâneo Wilko.</p>
<p>Na derradeira <strong>final</strong>, os <em>coolie kids</em> defrontaram-se que nem gigantes com Parko a começar o heat com um 7.43 graças a vários carves. A nota poderia ter sido excelente caso Parko não tivesse caído no tubo. Pagou o errou bem caro pois Fanning, na sua primeira onda, deu dois tubos na mesma onda e abriu com um 9 pontos! Uns minutos depois, e Fanning colocava um 7.33 e logo de seguida um 8 pontos, deixando Parko numa situação complicada. Parko respondeu com um 7.43 mas ficou a necessitar de uma nota quase perfeita caso quisesse vencer mas acabou por não a conseguir encontrar.</p>
<p>Fanning acabou por conseguir a sua segunda vitória no WCT em 2014, relançando-se com mais força na luta pelo título. Fanning subiu para a terceira posição do ranking, enquanto Parkinson subiu para a segunda. O líder é Gabriel Medina mas na realidade neste momento está empatado com Fanning pois tirando os piores resultados de cada um, ambos têm dois primeiros e dois quintos.</p>
<p>Em quarto está Taj e em quinto Michel Bourez. Slater encontra-se em sexto lugar e se quiser lutar pelo seu 12º título à seria convém começar a colocar vitórias ou segundos lugar (de referir que este ano Slater ainda não fez nenhuma final, algo incaracterístico para o americano nesta altura do ano). A vantagem de Slater neste momento é que ainda pode &#8220;errar&#8221;, ou seja, ter mais um mau resultado, ao contrário dos seus adversários que já não têm margem para mais maus resultados.</p>
<p>O tour segue para uma das etapas mais empolgantes, o Billabong Tahiti Pro, uma etapa onde Slater sempre se destacou e poderás ser nesta que poderá baralhar ainda mais as contas. Por outra lado, Slater sempre brilhou em JBay e este ano foi decepcionante para ele. Uma coisa é certa, este promete ser o ano que mais disputa terá na decisão do título de campeão do mundo!</p>
<p>&nbsp;</p>
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