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	<title>Ocean Pacific &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>4 ocasiões em que Tom Curren espantou o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 18:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA["Mistic Curren"...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O legado de Tom Curren ficou um pouco esquecido na actualidade, mas antes de Kelly Slater ter tomado o circuito mundial de assalto, quebrando quase todos os recordes, este californiano era apontado como o “G.O.A.T.” É bem conhecido que Curren abandonou o tour depois de conquistar dois títulos, que voltou e conquistou mais um a partir dos trials, algo que nunca tinha sido feito e nunca voltou a acontecer, e que surfa com pranchas estranhas. Mas agora podes ficar a saber, ou relembrar, quatro acontecimentos que espantaram o “surf world”.</p>
<p><strong>Venceu heat do CT com uma twin fin dos anos 70&#8230;</strong><br />
Em 1993, depois de ter abandonado o circuito mundial novamente, recebeu um convite para participar de uma prova do Championship Tour em França, o Rip Curl Pro Landes. O seu adversário no round 2 era Matt Hoy, que na época ocupava o 8º lugar do ranking, e a prancha escolhida pelo 3x campeão do mundo foi uma twin fin dos anos 70 que tinha encontrado num loja em New Jersey. A prancha mais parecia um kneeboard e apesar de ter sido motivo de chacota pelos seus contemporâneos, o que é certo é que serviu para oferecer a Hoyo uma das derrotas mas frustrantes da sua carreira, que só serviu para intensificar a imagem quase mística de Curren.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Sarges Surfing Scrapbook 6" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Vg7Mlh3bWD8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Venceu uma das provas mais importantes do ano sem autocolantes&#8230;</strong><br />
Em 1990 Tom apareceu no Havai com um quiver de pranchas de Maurice Cole, algo incaracterístico já que era patrocinado pela Channel Islands/Al Merick desde o início da sua carreira. O seu surf nessas pranchas de fundo e rail amarelo foi fenomenal, culminando na que seria a sua única vitória em águas havaianas, no Wyland Hawaiian Pro em Haleiwa. Mais incaracterístico foi o facto de estar a competir sem autocolantes dos seus patrocinadores, OP (roupa) e Rip Curl (fatos). Este acontecimento seria o equivalente a Mick Fanning ou Gabriel Medina competirem sem os autocolantes dos seus patrocinadores na prancha, mas sem o impacto que as redes socais provocam na actualidade. Quando lhe foi inquirido porque andava sem logótipos na prancha respondeu que não teve oportunidade de encontrar autocolantes, uma resposta típica deste despreocupado campeão mundial. Como resposta ao incumprimento a Ocean Pacific, que na altura também patrocinou Kelly Slater, enviou-lhe um contrato que lhe permitia surfar sem autocolante mas reduzia o seu ordenado em 75%, algo que não foi aceite e assim terminou a sua ligação com a marca. Pouco tempo depois a marca começou a perder expressão acabando por desaparecer do mercado (mais sobre a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">história da OP AQUI</a>).</p>
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<p><iframe title="TOM CURREN wins the Wyland Hawaiian Pro at Haleiwa - 1990" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/y7KRQ27Se_s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi patrocinado por marcas “emergentes”&#8230;</strong><br />
Com a saída de cena da OP, a Rip Curl aproveitou para patrocinar Curren a 100%, uma ligação que dura até aos dias de hoje mas teve algumas interrupções! Na década de 00 a marca australiana e o 3x campeão mundial desentenderam-se e um dos contratos não foi renovado o que fez com que Tom fechasse com a marca de roupa “The Realm”, criada por Mike Parsons e Pat O’Connell, e pela Mormaii, uma das mais antigas marcas de fatos do Brasil. Mais tarde Curren voltou para “casa” e hoje continua a ser um dos mais reconhecidos embaixadores da Rip Curl.</p>
<p><strong>Surfou ondas “grandes” de prancha pequena&#8230;</strong><br />
Há sessões que ficam para a história, mas dificilmente haverá uma mais marcante que esta em Sumbawa em 1994. A serviço da Rip Curl nas viagens “The Search”, Tom surfou de 5´7 num dia em que qualquer outro surfista do mundo não teria usado menos de 7’0 pés. Curren fez tudo o que quis em ondas de 15 pés e as imagens correram mundo tanto nas mais diversas revistas como nos filmes da Rip Curl. Essa sessão provou que se podia surfar de maneiras diferentes em ondas que não se esperava que fosse possível e tudo seria diferente a partir daí&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Tom Curren&#039;s  &#039;94 Bawa Session on 5&#039;7&quot; Fireball Fish" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GdNSQ5fh4v8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>10 grandes mudanças de patrocínios na “véspera do sucesso” &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-grandes-mudancas-de-patrocinios-na-vespera-do-sucesso-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 14:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Será que o maior pesadelo de um team manager é perder um grande surfista na “véspera do sucesso”? É relativo dizer que um surfista só teve sucesso a partir de uma certa fase já que, para ser patrocinado, já terá tido bons momentos. Mas, mesmo assim, alguns team managers devem ter ficado a “coçar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o maior pesadelo de um <em>team manager</em> é perder um grande surfista na “véspera do sucesso”?<span id="more-37905"></span> É relativo dizer que um surfista só teve sucesso a partir de uma certa fase já que, para ser patrocinado, já terá tido bons momentos. Mas, mesmo assim, alguns <em>team managers</em> devem ter ficado a “coçar a cabeça” com o sucesso dos seus patrocinados depois de mudarem de marca!</p>
<p>Fica com uma lista de alguns dos mais berrantes exemplos de mudanças de patrocínios na “véspera do sucesso”&#8230;</p>
<p><strong>Kelly Slater da <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/" target="_blank">OP</a>/Rip Curl para a Quiksilver</strong><br />
Kelly Slater era a grande esperança norte-americana e andava sempre na cola do então melhor surfista de todos os tempos, Tom Curren. Depois de ser patrocinado pela Sundek e mais tarde pela O’Neill, Kelly passou a ter exactamente os mesmos patrocínios que Curren, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/" target="_blank">OP</a>/Rip Curl e Channel Islands (pranchas). Durante algum tempo chegou a ser “<em>free agen</em>t” até fechar a 100% com a Quiksilver. Em menos de um ano estava no recém formado WCT da ASP (actual CT da WSL) e no seu primeiro ano a sério no tour foi campeão. Slater ficou mais de 20 anos na marca e foi 11x campeão pela Quiksilver, que entretanto se tornou na maior marca de surf da história. Muito desse sucesso é creditado a Kelly Slater, algo que potencialmente poderia ter sido capitalizado pel<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/" target="_blank">a OP</a> (<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/" target="_blank">mais sobre esta marca AQUI</a>)&#8230;</p>
<p><strong>Shane Dorian da <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-2/" target="_blank">MCD</a>/Body Glove para a Billabong</strong><br />
Shane Dorian era o típico surfista em ascensão que “penou” nos primeiros anos da sua carreira. Nos seus tempos como patrocinado pela <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-2/" target="_blank">More Core Division (MCD)</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-2/" target="_blank">uma divisão da Gotcha</a>, Dorian mudou-se da Big Island para o North Shore de Oahu onde passou muito tempo a comer massa com esparguete a todas as refeições. Dentro de água, principalmente em ondas pesadas, Shane já dava que falar mas havia dúvidas sobre até onde iria chegar. Foi preciso o seu grande amigo Ross Williams, que já estava na Billabong há alguns anos, falar com a marca dizendo que se fosse preciso aceitava uma redução no seu contrato para aceitarem Dorian na equipa. Se houve redução ou não, não se sabe, mas os dois fizeram carreira na Billabong, até Ross sair do team. Já Shane continua como figura de topo dentro deste gigante do <em>surfwear</em> pois, depois de sair do CT, tornou-se num dos maiores big wave riders da história.</p>
<p><strong>Rob Machado da Quiksilver/Body Glove para a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-2/" target="_blank">Gotcha</a></strong><br />
Rob e Kelly não chegaram a estar na Quiksilver juntos, mas quase. De facto, Machado ainda apanhou a altura que a Quiksilver não fazia fatos de surf, enquanto que Slater apanhou os primeiros anos da “secção” wetsuits da marca. Foi por muito pouco que os dois não usaram a mesma marca e no <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/rob-machado-momentum-1992-306/" target="_blank">vídeo que contribuiu em muito para a ascensão desta geração</a>, Rob ainda tem algumas ondas a surfar com o logótipo da Quiksilver. O seu percurso na <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-2/" target="_blank">Gotcha</a> foi <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-2/" target="_blank">duradouro</a>, tendo saído apenas numa fase em que a marca tinha sido vendida, ou estava em vias de ser vendida, ao grupo Perry Ellis, o que eventualmente ditou a sua saída do surf.</p>
<p><strong>Menção honrosa </strong><br />
<strong>Vasco Ribeiro da O’Neill para a Quiksilver</strong><br />
Numa escala mais pequena mas bastante expressiva para Portugal, Vasco Ribeiro foi outro surfista que mudou de patrocínios na “véspera do sucesso”. Desde muito novo patrocinado pela O’Neill, Vasco já era apontado como um grande talento mas ainda não tinha explodido fora do nosso país. No entanto, tal como os seus treinadores já o tinham feito, a Quiksilver reconheceu o seu potencial e ofereceu o maior contrato de sempre para um surfista de 14 anos em Portugal. Foi com essa marca e apoio que realmente começou a dar cartas a nível europeu e mundial, tendo inclusive sido vice-campeão do mundo da ISA durante essa fase. Curiosamente quando conseguiu os seus melhores resultados, o seu 3º titulo da Liga MEO Surf, o título Europeu Pro-Junior e Mundial Pro Junior, Ribeiro não tinha patrocínios, sendo mais tarde contratado por uma marca lusa, Deeply, onde se encontra até aos dias de hoje.</p>
<p>Mais “Grandes mudanças de patrocínios na “véspera do sucesso”<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank"> brevemente AQUI</a>!</p>
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		<title>5 grandes marcas de surf que desapareceram do line up &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-grandes-marcas-de-surf-que-desapareceram-do-line-up-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 17:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
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					<description><![CDATA[Como em qualquer indústria, também no surf grandes marcas chegam a dominar o mercado e eventualmente saem do “mapa” alguns anos depois. Fica a conhecer a história de algumas delas&#8230; OP &#124; Ocean Pacific Esta marca norte-americana, que começou nos anos 60, já foi “a” marca de surf. No seu auge patrocinava o mais importante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como em qualquer indústria, também no surf grandes marcas chegam a dominar o mercado e eventualmente saem do “mapa” alguns anos depois. <span id="more-21769"></span></p>
<p>Fica a conhecer a história de algumas delas&#8230;</p>
<p><strong>OP | Ocean Pacific</strong></p>
<p>Esta marca norte-americana, que começou nos anos 60, já foi “a” marca de surf. No seu auge patrocinava o mais importante campeonato de surf da América do Norte, o OP Pro em Huntington Beach, o (então) melhor surfista de todos os tempos, Tom Curren, e o seu protegido, um tal de Kelly Slater, que prometia seguir as suas pegadas.</p>
<p>Apesar de ter conseguido os seus títulos como rider da OP, a sua saída foi um momento muito polémico no início dos anos 90. Depois de se sagrar campeão mundial por duas vezes, Curren largou o circuito mundial, regressando alguns anos depois para o vencer, em 1990. Em 1991, com um pé fora e outro dentro do tour, competiu na Triple Crown e conseguiu o único triunfo da sua vida em águas havaianas no Wylland Galleries Hawaiian Pro, em Haleiwa. No entanto não usou o autocolante da OP durante a prova e uns meses mais tarde os dois seguiram caminhos diferentes. Curren assinou entretanto a 100% com a Rip Curl, seu patrocinador de fatos de longa data que entretanto passou a ter roupa também. O seu contrato foi o mais alto da história do surf até aí, 2 milhões de USD (por 5 anos), outro momento polémico da época pois Damien Hardman também era patrocinado pela Rip Curl e era o campeão do mundo nesse ano e não ganhava tanto como Curren. Mas tudo se resolveu e hoje em dia ambos ainda estão ligados à marca.</p>
<p>A partir daí a Ocean Pacific começou a perder expressão, e Kelly Slater não ficaria na equipa muito mais tempo. Ao longo dos anos a marca já tentou vários “comebacks”, patrocinando até tops do WCT e ainda o primeiro campeonato de surf da história do arquipélago dos Mentawai, mas nunca foi bem sucedida. A sua ligação com o surf foi-se perdendo e hoje em dia é mais fácil de encontrar à venda em grandes armazéns de roupa (department stores) do que surfshops.</p>
<p><strong>Victory Wetsuits</strong></p>
<p>Nos anos 80 e 90 as marcas, por norma, ou produziam roupa ou produziam fatos de surf. A Victory era sem qualquer dúvida uma marca de fatos de surf de topo e durante muitos anos introduziu diversas inovações. Teve no seu team grandes surfistas entre os quais se destaca Mark Richards, o surfista com mais títulos mundiais da “ASP” a seguir a Kelly Slater.</p>
<p>Nos anos 90, apesar de se ter mantido como um &#8220;player&#8221; no fabrico de fatos durante algum tempo, começou a perder espaço para as concorrências, já que marcas como a Billabong, Quiksilver, Rip Curl e O’Neill se tornaram mais completas oferecendo uma gama completa de roupa e fatos. Actualmente a Victory largou o “Wetsuits” do seu nome mas ganhou o nome da tecnologia que utiliza, passando a chamar-se “Victory KoreDry”. Apesar de ter mantido alguma ligação com o surf é em outros desportos aquáticos como o SUP, Wakeboard e Kite que mantém o seu foco e vendas!</p>
<p>Mais grandes marcas que desapareceram do line up brevemente em <a href="www.onfiresurfmag.com" target="_blank">www.onfiresurfmag.com</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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