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	<title>Nuno Sequeira &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Crónicas de um português no Hawaii &#124; Ep.03</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 13:15:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O nosso correspondente no Hawaii, Nuno Sequeira enviou-nos a sua última crónica. Com a mesma qualidade da anterior, a segunda, irás agora ficar a saber como é o South Shore e como foi o último heat de Tiago Pires de 2012&#8230;Episódio 03: O último heat de Tiago Pires em 2012, South Shore e a despedida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso correspondente no Hawaii, Nuno Sequeira enviou-nos a sua última crónica. Com a mesma qualidade da anterior, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/cronica-de-um-portugues-no-hawaii-ep-01-conhecer-oahu-e-estar-no-surfer-poll/">a segunda</a>, irás agora ficar a saber como é o South Shore e como foi o último heat de Tiago Pires de 2012&#8230;<span id="more-6031"></span><strong>Episódio 03: O último heat de Tiago Pires em 2012, South Shore e a despedida</strong></p>
<p>&#8220;<em>Após a grande noite da Surfer Poll Awards Party ficava apenas a faltar um dia para o começo do Pipe Masters. Enquanto a ondulação não entrava tirámos mais um dia para conhecer melhor Oahu e desta vez fizemos a estrada que percorre a costa leste da ilha, o Windward Side. Ao longo da estrada as paisagens e o cenário são deslumbrantes com enormes montanhas onde o verde abunda, enormes baías e praias lindíssimas. </em></p>
<p><em>Já no South Shore e após termos encontrado fechada a estrada para o parque natural de Hanauma Bay (local privilegiado para o snorkeling e para relaxar) chegámos à famosa Sandy Beach onde os bodyboarders e bodysurfers davam show nas pequenas mas poderosas ondas. Em apenas 1.30h, e mesmo com os constantes avisos dos lifeguards, três ambulâncias foram chamadas ao local para evacuar três banhistas, dois deles por traumatismos na coluna e um por afogamento: &#8220;In doubt don´t go out!&#8221;</em></p>
<p><em>Neste dia ainda houve tempo para uma visita ao Bishop Museum, o maior e mais importante do Hawaii, onde se fica a saber muito sobre a história, cultura e as artes havaianas. Aponto uma lacuna à falta de elementos acerca do Surf apesar de um responsável me dizer que houve uma exposição temporária há uns anos atrás e que têm um espólio enorme de pranchas e fotografias. O Surf é parte indissociável da história e cultura havaiana e, na minha opinião claro, faz falta num museu desta dimensão e cujo fundador, Charles Reed Bishop, era também ele surfista.</em></p>
<p><em>Chega finalmente o tão esperado primeiro dia do período de espera para o Pipeline Masters que coincide com a entrada de uma nova ondulação: a última prova do World Tour de 2012 está ON! Chego à praia após o complicado trânsito e estacionamento na Kamehamea Hw em dias destes e as ondas estão perfeitas e pesadas&#8230; cerca de 2 metros e a subir ao longo de todo o dia, que espectáculo! Pipeline passou a ser a onda mais impressionante que vi ao vivo destronando Jeffrey´s Bay onde havia surfado e assistido ao Billabong Pro em 2009.</em></p>
<p><em>Infelizmente, logo no início do dia, assisto à derrota de um desinspirado Tiago Pires para o local Kalani Chapman que realizou um dos melhores total scores do dia. Lá terá o &#8220;Saca&#8221; que aguardar pelos deslizes dos seus mais directos concorrentes à manutenção para saber se mantém presença pelo 6º ano consecutivo no Tour. Parabéns ainda assim ao Tiago. É obra conseguir estar entre o (agora ainda mais) restrito lote dos melhores surfistas do Mundo, a competir por esse mundo fora praticamente sozinho e longe dos amigos, familiares e adeptos. Ali no Hawaii constatei bem esse facto pois em todo o lado há inúmeros australianos, americanos, brasileiros e até franceses. Portugueses contam-se pelos dedos das mãos e certamente que toda esta distância daquilo que é familiar ao Tiago pesa certamente nos momentos mais críticos e decisivos. Just my 2 cents, claro.</em></p>
<p><em>Ao segundo dia as ondas voltam a colaborar e o campeonato está novamente a decorrer, desta vez com a entrada dos top seeds. São horas e horas a ver Surf. Ora chove ora faz sol&#8230; estamos nos trópicos e é Inverno, típico destas latitudes. Tubos atrás de tubos, &#8220;wipeouts&#8221; de ir ao rubro, &#8220;claims&#8221; de todos os feitios, os melhores surfistas do Mundo na melhor onda do Mundo e o título mundial pode decidir-se já no Round 3 e 4. Que sorte a minha! Regresso a Portugal em poucos dias mas, em sintonia com as condições, assisto a mais de metade deste evento incrível. O último heat que assisto (e também o último do dia) é à vitória categórica de Joel Parkinson no Round 4 que carimba a passagem directa aos 1/4 de final. Será um presságio para o que aí vem? Um novo campeão mundial?</em></p>
<p><em>Os últimos dois dias no North Shore, com o campeonato a ser consecutivamente adiado por falta de condições boas para os melhores surfistas do mundo, trazem as condições ideais para o surfista comum: ondas com cerca de 1m, offshore (a razão para as ondas estarem mais pequenas foram estes &#8220;trade winds&#8221; que sopram durante alguns dias com bastante intensidade) e picos espalhados por toda a costa norte, desde o Turtle Bay Resort, onde fiquei na segunda metade da estadia, até à histórica Haleiwa que acaba por ser o local onde mais surfamos e que mais gostamos. Tempo para conhecer o mítico Buttons Kaluhiokalani (que realça desde logo a Nazaré e a onda do Garrett), a quem alugo umas pranchas e com quem partilho umas ondas na água, e uma série de outros / as ilustres desconhecidos / as que residem ou visitam o North Shore para surfar nesta altura do ano. Ambiente super tranquilo com ondas para todos a fazer esquecer aquilo que tinha ouvido e lido acerca do localismo. </em></p>
<p><em>A surfada de despedida na última manhã passada no North Shore serviu de tónico para a longa viagem de regresso a Portugal: 6 horas de Oahu a LA, mais 10h de LA a Frankfurt e ainda mais 3h até Lisboa. Juntando 10h de diferença de fuso horário o resultado é um jet lag enorme e o estar acordado às 6.30h da manhã a escrever-vos estas palavras. Obrigado à ONFIRE pela &#8220;cunha&#8221; para a grande festa da SURFER e por publicar estas crónicas que espero tenham agradado aos leitores e servido de motivação para pegarem nas pranchas e rumarem ao Hawaii pelo menos uma vez na vida&#8230; é um destino obrigatório!</em>&#8221;</p>
<p>Nos próximos dias, Nuno Sequeira, da escola de surf &#8220;Puro Surf, irá fazer um pequeno artigo sobre como ir, ficar, o que levar e fazer se quiseres ir para o Hawaii por isso fica atento aqui ao site da ONFIRE pois algum dia terás mesmo de ir ao mais emblemático destino de surf do mundo!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crónica de um português no Hawaii &#124; Ep.02: Conhecer Oahu e estar no Surfer Poll</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 18:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Hawaii 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Sequeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Sequeira da escola de surf &#8220;Puro Surf&#8221; continua a ser o nosso local contact no Hawaii e, depois da sua primeira crónica, enviou-nos agora a segunda. Entre as ruas de Oahu, onde encontrou Tiago Pires, esteve também presente no Surfer Poll! Episódio 02: Conhecer Oahu e estar no Surfer Poll &#8220;A separar o final [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno Sequeira da escola de surf &#8220;Puro Surf&#8221; continua a ser o nosso <em>local contac</em>t no Hawaii e, depois da sua <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/cronicas-de-um-portugues-no-hawaii-ep-01-chegada-waimea-tiago-pires-e-sunset/">primeira crónica</a>, enviou-nos agora a segunda. Entre as ruas de Oahu, onde encontrou Tiago Pires, esteve também presente no Surfer Poll!<span id="more-5781"></span></p>
<p><strong>Episódio 02: Conhecer Oahu e estar no Surfer Poll</strong></p>
<p>&#8220;<em>A separar o final do Vans World Cup of Surfing em Sunset Beach e o eventual começo do Pipe Masters estavam três dias que tentámos aproveitar ao máximo uma vez que, quando há competição, é impossível arredar o pé da areia. A ilha de Oahu é grande (cerca do dobro da área da Madeira, por exemplo) e para quem a visita pela primeira vez é imprescindível conhecer uma série de locais de interesse histórico-cultural como também percorrer as várias costas que não o North Shore onde a maioria de nós, surfistas, ficamos alojados.</em></p>
<p><em>Assim, apesar de sabermos de antemão os graves problemas de trânsito à volta de Honolulu (capital de Oahu), conduzimos para Sul até Waikiki, o local de onde Duke Kahanamoku levou, no início do século XX, o Surf moderno até à Califórnia e Austrália. Onde quer que o Duke esteja neste momento creio que não iria gostar de ver a sua Waikiki nos dias de hoje&#8230; trânsito, poluição no ar, hotéis enormes, prédios, lojas de alta costura misturadas com lojas de souvenirs baratos e muitas pessoas na água, das mais variadas nacionalidades com a grande maioria a descobrir e a experimentar o que é o Surf.</em></p>
<p><em>O South Shore tem os seus dias (a época alta de ondulação é o Verão) mas nesta altura do ano as ondas raramente ultrapassam o meio metro. Alugámos duas longboards e lá fomos seguir o legado do Duke e fazer slalom no meio de outras dezenas de turistas. O engraçado (e incrível!) é que apesar de &#8220;knee high&#8221; haviam ondas onde era possível surfar cerca de 300 metros (ok, com uma 9&#8217;6&#8221;!).</em></p>
<p><em>Saindo de Waikiki e apanhando a Interstate H1 e depois a HI-93 dirigimo-nos para a Costa Oeste (Leeward Coast). Ao longo da estrada e contrastando com a zona de Honolulu / Waikiki vamos passando por pequenas cidades, tudo mais rural, onde não há muita presença de turismo e onde o localismo se nota mais. O melhor exemplo é Makaha, onde mesmo com ondas pequenas (diz-se que foi em Makaha que começou o big wave riding) nota-se alguma hostilidade. Paramos o carro para &#8220;chekar&#8221; o mar mas o ambiente fora de água não é nada convidativo e seguimos até Kaena Point, onde a estrada termina, numa baía linda, digna de postal.</em></p>
<p><em>Já de noite, no regresso ao North Shore, cruzamo-nos com o &#8220;Saca&#8221; num pequeno restaurante de Haleiwa e deixamos umas palavras de apoio para o Pipe Masters que, a avaliar pelas previsões, começa mesmo no primeiro dia do período de espera. (Infelizmente, acabo há momentos de assistir à eliminação do Tiago no Round 1).</em></p>
<p><em>O dia seguinte é passado a surfar em Haleiwa. As ondas estão pequenas e é uma sensação óptima poder surfar em mais um local de culto deste pedaço de paraíso que é o North Shore. Crowd amigável: shortboards, longboards, SUP´s, crianças, adultos, locais, não locais&#8230; mas ondas para todos!</em></p>
<p><em>Pelo meio, tempo para assistir à (mini) conferência de imprensa do Pipe Masters com o Slater, Parko, Fanning, Medina e Ricardo dos Santos a responderem a algumas questões dos media presentes no Turtle Bay Resort onde à noite se realizou a festa mais aguardada do ano, Surfer Poll Awards.</em></p>
<p><em>Através da ONFIRE e já com o &#8220;kit da night&#8221; em modo ON entramos na cerimónia que a revista SURFER organiza anualmente para premiar os / as surfistas mais votados / as pelos leitores. Além do top 10 masculino e do top 5 feminino são também entregues prémios como o &#8220;Maior Wipeout&#8221;, &#8220;Revelação do Ano&#8221;, &#8220;Melhor Tubo&#8221;, etc&#8230; Tudo começou com uma recepção num jardim enorme com muita comida e alguma bebida para depois o evento continuar no salão nobre.</em></p>
<p><em>Os destaques da noite (para além de Slater e Gilmore, primeiro lugar masculino e feminino, respectivamente) foram Gabriel Medina e Dane Reynolds, ambos galardoados com dois prémios: o brasileiro foi o quarto mais votado do top masculino e ganhou o prémio de &#8220;AI Breakthrough Performance&#8221; enquanto o californiano foi o terceiro mais votado e levou para casa o troféu de &#8220;Best Performance&#8221;.</em></p>
<p><em>Além da cerimónia, apresentada sempre com muito humor pelo Fred Patacchia e pelo Sal Masekela, a festa continuou pela noite dentro e foi um privilégio estar lá. Provavelmente, a festa com mais nível a que já assisti no meio do Surf: alto espaço, comida e bebida à descrição, ambiente do melhor, gente gira&#8230; SHOW!</em></p>
<p><em>Agora, que venha o Pipe Masters!! Até lá, ALOHA!</em>&#8221;</p>
<p>Fica atento aqui ao site da ONFIRE pois nos próximos dias iremos publicar a terceira crónica de um português no Hawaii e que incide sobre os primeiros dias do Billabong Pipeline Masters.</p>
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		<title>Crónicas de um português no Hawaii &#124; Ep.01: Chegada, Waimea, Tiago Pires e Sunset</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 15:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas de um português no Hawaii]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Sequeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Sequeira arrancou recentemente para o Hawaii para passar uma boa temporada no destino que neste altura do ano mais ferve. A partir de hoje podes segui-lo aqui no site da ONFIRE! Episódio 1: Chegada, Waimea, Tiago Pires e Sunset &#8220;Olá Malta! Apesar de já estar em Oahu desde 2ª feira à tarde só agora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno Sequeira arrancou recentemente para o Hawaii para passar uma boa temporada no destino que neste altura do ano mais ferve. A partir de hoje podes segui-lo aqui no site da ONFIRE!<span id="more-5675"></span></p>
<p><strong>Episódio 1: Chegada, Waimea, Tiago Pires e Sunset</strong></p>
<p>&#8220;<em>Olá Malta! Apesar de já estar em Oahu desde 2ª feira à tarde só agora deu para tirar uns minutos e escrever-vos umas linhas.</em></p>
<p><em>Após ter passado 4 dias enfiado num comboio para fazer os EUA de costa a costa, entre New York e Los Angeles, com paragens em locais como Washington (2 graus!) e New Orleans eis que aterro no húmido e quente 50ª estado Norte Americano, o Hawaii. Além de concretizar um sonho de criança constato e confirmo que a ilha de Oahu e mais concretamente o North Shore são, sem sombra de dúvida a meca do Surf.</em></p>
<p><em>Já viajei e surfei em mais de meio mundo mas estas ondas e o nível de Surf dentro de água dão-me uma grande lição de humildade. Todos aqueles que julgam &#8220;fazer umas ondas&#8221; nos seus &#8220;quintais&#8221; deviam vir aqui uma vez na vida pois o North Shore, especialmente nesta altura do ano, é uma dimensão à parte.</em></p>
<p><em>Incrível ficar alojado na casa do Ron, um havaiano (surfista, claro) de meia idade que decidiu desde há alguns meses alugar um quarto dentro da sua casa, ridiculamente localizada em Waimea Bay. Do seu jardim até ao line up (nestes dias, pequeno para os padrões de Waimea) vai uma curta distância de 15 a 20 metros. No dia da chegada e devido ao cansaço acumulado na viagem de comboio, às 6 horas de voo entre LA e Honolulu e as 10 horas de diferença de fuso horário em relação a Portugal acabo por ficar a relaxar no areal de Waimea e a divertir-me com os bodyboarders e bodysurfers a darem show no famoso shore break.</em></p>
<p><em>Voltando ao nosso anfitrião destes primeiros dias no North Shore, o Ron, descobrimos que ele próprio é descendente de portugueses. O seu bisavô chegou ao Hawaii no final do século XIX. O vizinho do Ron aparece para ver quem são os novos inquilinos e quando soube que vínhamos de Portugal imediatamente nos diz que o &#8220;Tiago Piréz&#8221; ficou durante vários anos alojado em sua casa.</em></p>
<p><em>Infelizmente, o Tiago tinha acababo de perder o seu heat inaugural no Prime de Sunset Beach e adia assim as contas da qualificação para o World Tour de 2013 para o Pipe Masters que, pelas previsões e para nosso contentamento (uma vez que regressamos a Lisboa na 3ª feira), deve começar mesmo no Sábado ou Domingo, dias iniciais do período de espera.</em></p>
<p><em>Quanto ao campeonato de Sunset, tive o privilégio de poder assistir ao último dia de prova. Altas ondas, uns 2 a 3 metros, glass e com direito a tubos e tudo. Impressionante a raça do Adam Melling que, a precisar de um 2º lugar neste evento para se manter no WT, não fez a coisa por menos e levou mesmo a Vans World Cup of Surfing para casa.</em></p>
<p><em>Destaco também a excelente prestação do Gabriel Medina a comprovar que não só de aéreos vive um surfista profissional. Ele que, aos 18 anos de idade, fica a escassos centésimos de uma vitória numa onda que todos consideram com uma das mais difíceis do Mundo.</em></p>
<p><em>Sebastian Zietz, na sequência da vitória em Haleiwa e da qualificação para o WT do próximo ano, alcança novamente a final e com um 3º lugar praticamente assegura a vitória na 30ª edição da Triple Crown&#8230; está a um passo de amealhar 100 mil dólares e uma Harley Davidson cujo valor ronda os 30 mil dólares. Será que iguala o feito do malogrado Andy Irons e consegue chegar à final do Pipe Masters? Difícil mas não impossível&#8230; este jovem surfista de Kauai vai causar muitas dores de cabeça aos top seeds do WT 2013.</em></p>
<p><em>Amanhã (aqui são agora 23h de 4ª feira) ou 6ª feira escrevo outro email sobre o dia de hoje onde fui conhecer e surfar em Waikiki, e onde encontrei o Saca e o Capristano a jantar em Haleiwa. Tudo isto desde o Turtle Bay onde vou ficar alojado e onde irão acontecer uma série de eventos engraçados como o Surfer Poll Awards na 5ª feira e um concerto no Domingo onde até o Slater vai fazer uma perninha.</em></p>
<p><em>Até lá, ALOHA! Um abraço e boas ondas</em>!&#8221;</p>
<p>Amanhã poderás ler a segunda crónica de Nuno Sequeira (da Puro Surf Boardsports Academy) que não só esteve na conferência de imprensa do Pipemaster como na famosa festa Surfer Poll Awards da conceituada revista americana Surfer.</p>
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