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	<title>Neco Padaratz &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Cambito 3 &#124; Um retrato do circuito mundial nos anos 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/cambito-3-um-retrato-do-surf-mundial-nos-anos-90-5533/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 09:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Ericeira, Carcavelos e Figueira da Foz em destaque...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Austrália tinha os <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/sarges-surfing-scrapbooks-o-melhor-retrato-do-tour-nos-anos-80-90/" target="_blank" rel="noopener">Sarge’s Surfing Scrapbooks</a>, os EUA tinham os<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-o-filme-que-marcou-uma-geracao-3727/" target="_blank" rel="noopener"> filmes</a> <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-2-1993-filme-completo-3958/" target="_blank" rel="noopener">de Taylor</a> <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/focus-1994-filme-completo-5154/https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/focus-1994-filme-completo-5154/" target="_blank" rel="noopener">Steele</a>, e o Brasil tinha o Cambito que, mesmo não tendo o mesmo alcance e reconhecimento que os outros, captou como nenhum outro o melhor surf de um país em grande ascensão neste deporto. Cambito acompanhou o circuito mundial de 1996 e destacou, entre muitos outros, o trio mais estabelecido da época, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Fábio Gouveia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">Teco Padaratz</a> e Vitor Ribas, além dos seus aparentes sucessores, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-grandes-talentos-que-nao-passaram-do-seu-ano-de-estreia-no-championship-tour/" target="_blank" rel="noopener">Renato Wanderley</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">Neco Padaratz </a>e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-grandes-talentos-que-ficaram-perto-da-qualificacao-para-o-ct-parte-i/" target="_blank" rel="noopener">Binho Nunes</a>, numa altura em que Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Filipe Toledo literalmente ainda usavam fraldas e o atual domínio da<em> brazilan storm</em> era apenas um sonho muito distante.<br />
Portugal, os Coxos, Pedra Branca e os <em>beach breaks</em> próximos, Carcavelos e a Figueira da Foz, onde se realizou o Figueira Pro de 1996, o primeiro CT no nosso país, foram parte dos grandes destaques deste filme de Pepê Cesar que apresenta quase uma hora de grande ação ao som de uma banda incrível banda sonora 100% brasileira&#8230;</p>
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		<title>5 surfistas que abandonaram o Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 00:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Macauley]]></category>
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					<description><![CDATA[Brown, Padaratz, Silva, Lovett, Whener...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se chegar ao CT é o sonho de todos os surfistas profissionais, não seria de esperar que estes agarrassem a oportunidade de lá permanecer com “unhas e dentes”? A resposta para 98% dos casos é sim, mas a ONFIRE descobriu os 2% que simplesmente desistiram das suas vagas no tour!</p>



<p><strong>Chris Brown | EUA</strong></p>



<p>Durante os anos 80 surgiram duas notáveis promessas no surf norte-americano, Kelly Slater, da Flórida, e Chris Brown, da Califórnia. E dos dois foi Brown quem cumpriu a maior parte dos objectivos esperados destes talentos antes de se tornarem profissionais. Em 1988 venceu o mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico, Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do WQS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater que conseguiu aí a sua única vitória do ano. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto no QS Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontrava entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Chris acabou por falecer em 2019, deixando a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidade do surf de luta com a perda</a>…</p>



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<iframe title="Eternal Stoke - The Chris Brown Legacy - trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vqTAhUaR9t4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Neco Padaratz | Brasil</strong></p>



<p>O irmão caçula de um dos nomes mais importantes da história do surf brasileiro, Percy “Neco” Padaratz, irmão de Teco, foi talvez o primeiro da seu país a ser apontado como potencial campeão mundial da WSL (ASP na altura). A primeira vez que mostrou a sua força ao mundo foi no ISA de 1996, terminando em 3º lugar apesar de ter sido o melhor surfista em prova. O seu estilo pouco ortodoxo pouco importava já que o seu surf esbanjava agressividade em toda e qualquer secção de onda que encontrasse pela frente. 1997 foi o seu primeiro ano no CT e terminou num excelente 13º lugar do ranking. Era previsível que continuasse a subir mas esse acabou por ser o seu melhor ano no tour. No ano seguinte, mesmo depois de ter conseguido bons resultados na primeira metade do ano, abdicou da sua vaga antes da perna europeia. Foi uma decisão que chocou uma nação e não foram dadas grandes explicações, excepto alguns problemas pessoais. Dois anos depois estava de volta ao CT e apesar de ter vencido duas etapas e de ter feito finais consecutivas contra Andy Irons, nunca conseguiu voltar ao top16. Neco esteve 8 anos (e meio) no WCT e venceu 10 etapas do WQS. Actualmente vive em San Clemente, na Califórnia e esteve ligado aos treinos do bicampeão mundial, Filipe Toledo.</p>



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<iframe title="Percy &quot; Neco&quot; Padaratz (surf edit)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xqY6sTW7WpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Fábio Silva | Brasil</strong></p>



<p>Fábio era mais um super talento de uma zona pobre do Brasil, a favela do Titanzinho, no Ceará. O seu “approach” era como nada que se tinha visto até aí pois surfava com muita velocidade, tinha a capacidade de bater forte em qualquer secção, fazia reverses e aéreos <em>on demand</em> e recuperava de qualquer manobra, independentemente do risco. No entanto o seu surf de rail não existia, o que não impediu de vencer no QS, e qualificou-se para o CT de 1998. Mas quando chegou ao tour, este ainda era o “Dream tour” e maior parte das provas eram em locais onde não tinha qualquer experiência e não falava a língua. O início do ano no foi muito fraco com derrotas no round 2 nas três primeiras etapas. No Japão, onde havia duas provas, conseguiu passar alguns heats o que deu alguma esperança de se manter no circuito. Mas, quando o tour chegou a Jeffreys Bay, a etapa seguinte, Fábio já estava fora. Aparentemente, mesmo sem consultar as pessoas mais próximas, notificou a ASP que abdicava da sua vaga, e de imediato o australiano Luke Hitchings entrou como substituto. Silva sentia-se como “peixe fora de água” no tour, e alegou saudades da família e amigos como causa de desistência. Quando se apercebeu do seu erro era tarde demais, e de imediato voltou ao QS. Em 2000 venceu o ISA World Surfing Games, mas nunca mais voltou a ficar sequer perto da qualificação para o CT e entra na história por ter feito umas das piores decisões no surf profissional.</p>



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<p></p>



<p><strong>Richie Lovett | Austrália</strong></p>



<p>Se Fábio Silva saiu do CT a meio de uma temporada sem uma boa razão para fazer, Richie Lovett foi o extremo oposto. Na transição de júnior para sénior o australiano era apenas mais um surfista com talento e nos primeiros anos como profissional era difícil de perceber se tinha realmente potencial para entrar no CT. Em 1994 a sua carreira e vida poderiam ter chegado ao fim durante uma surf trip a G-Land, (Java, Indonésia) quando, durante a noite, o surf camp foi destruído por um tsunami. Foi um pequeno milagre mas todos os seis surfistas profissionais da viagem sobreviveram, apesar de Richie ter ficado gravemente lesionado. Em 1995 estava de volta ao QS fez a final do O’Neill Buondi Pro, em Ribeira D’Ilhas, na Ericeira, mas chegou ao Havai a precisar de um resultado excelente, 3º lugar (pelo menos) para se qualificar. E logo na primeira etapa da Vans Triple Crown of Surfing, conseguiu o que precisava, não só chegou à final como venceu, batendo Ross Williams, Luke Egan e Munga Barry e assim garantindo uma vaga no CT. Apesar de se ter qualificado quase sempre pelo QS sua carreira foi longa no CT e o ponto alto foi em 2002, quando venceu a etapa de Trestles. No fim de 2005 descobriu que tinha um tipo raro de cancro na anca e teve que colocar uma prótese, o que garantiu que nunca mais voltaria a competir ao mais alto nível. Assim acabou a sua carreira no CT mas até hoje trabalha na indústria do surf.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Richie Lovett Surfing Late 90&#039;s and Early 00&#039;s." width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/erIOlLN9glk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Shane Whener | Austrália</strong></p>



<p>Shane Whener era um daqueles nomes que não mostrava grande potencial de se tornar surfista profissional mas acabou chegar mais longe que muitos dos mais celebrados talentos da sua geração. A sua carreira como júnior não foi muito impressionante e o seu surf inicialmente não “enchia o olho”, excepto em ondas pesadas. Mas isso não o impediu de perseguir o seu sonho e depois de alguns resultados sólidos no circuito australiano atirou-se de cabeça para o QS. Foram vários anos de trabalho duro nas “trincheiras” mas o poderoso <em>goofy</em> conseguiu evoluir muito ao longo dos tempos e com algumas finais em 1998 qualificou-se para o tour do ano seguinte. Já no CT Shane mostrou bom surf mas o seu <em>seeding</em> não o favoreceu, perdendo em heats de notas altas contra grandes destaques do tour como Andy Irons em Bells,  Shane Beschen em Manly, Luke Egan em Teahupoo, Kalani Robb em Hossegor, entre outros. Perto do fim do ano já precisava de um pequeno milagre para se manter no circuito por isso, quando um dos seus patrocinadores lhe ofereceu uma vaga na empresa, optou por seguir essa direcção em vez de se mandar novamente para a dura vida no QS. Mas o milagre quase aconteceu e Whener fez a final do Mountain Dew Pipe Masters contra Kelly Slater. O segundo lugar não lhe deu a qualificação para o ano seguinte mas ficou tão perto que devido a uma desistência surgiu uma vaga que seria sua. Mas Shane já estava com outra “formatação” na cabeça e abdicou da vaga, resumindo a sua carreira no WCT a apenas um ano.</p>



<p><strong>Menções honrosas:</strong><br><strong>Martin Potter &amp; Dave Macauley | Austrália</strong></p>



<p>Quantos surfistas largaram o tour no top10? Em 1994, foram dois, Martin Potter e Dave Macauley. Ambos ainda tinham competitividade para “espremer” as suas carreiras mais alguns anos mas optaram por sair enquanto estavam no topo, Dave tinha 31 anos e Martin tinha 29. Macauley, um cristão devoto, dedicou-se a várias actividades, incluindo a de shaper de pranchas. Já Potter ocupou várias posições, incluindo a de treinador e team managar e esteve para regressar ao tour via wildcard da ASP. No entanto, enquanto treinava para o seu possível “comeback”, sofreu um acidente com a sua prancha que deixou os seus intestinos de fora e a recuperação foi dura e longa, o que fez com que perdesse a oportunidade. Ambos estão de alguma maneira presentes na indústria do surf, Potter é comentador nos eventos da WSL enquanto que Dave hoje em dia é mais referenciado pela sua filha, Bronte, uma das melhores surfistas da sua geração e compete regularmente no Championship Tour feminino.</p>
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		<item>
		<title>Os 15 wildcards que já venceram etapas do Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-15-wildcards-que-ja-venceram-etapas-do-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Lopes]]></category>
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		<category><![CDATA[Myles Padaca]]></category>
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		<category><![CDATA[Wildcard]]></category>
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					<description><![CDATA[De Ricardo Tatui a Moana Jones Wong!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moana Jones Wong fez história ao vencer o Billabong Pro Pipeline de 2022, a primeira vitória de um <em>wildcard</em> em mais de uma década. Fica a saber quem foram todos os <em>wildcards</em> a vencer no Championship Tour…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ricardo Tatui &#8211; Quiksilver Surfmasters &#8211; Biarritz &#8211; França &#8211; 1994 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
O brasileiro Ricardo Tatui fez parte da primeira grande geração de surfistas brasileiros no CT, e em 1993 ficou tão perto da qualificação que recebeu um <em>wildcard</em> para competir no Quiksilver Surfmasters. Em ondas muito pequenas em Biarritz, Tatui bateu <strong>Stuart Bedford Brown</strong>, Kelly Slater, <strong>Michael Barry</strong>, <strong>Damien Hardman</strong> e <strong>Shane Powell</strong> a caminho da final, onde derrotou <strong>Jeff Booth</strong> para se tornar no primeiro <em>wildcard</em> a vencer uma prova do CT. Esta vitória marcou um dos pontos altos do surf brasileiros da década, já que <strong>Teco Padaratz</strong> venceu a etapa anterior do Championship Tour e <strong>Fábio Gouveia</strong> venceu a prova seguinte, um QS em Ribeira D’Ilhas. Ricardo qualificou-se para o Championship Tour de 95 mas este resultado no sudoeste francês foi o ponto alto da sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes &#8211; Chiemsee Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Havai -1997 &#8211; 12º etapa</strong><br />
O descendente de portugueses, Johnny Boy Gomes, era um dos “donos” do North Shore nos anos 90 e já tinha vencido no Havai anteriormente. Mas foi esta prova que realmente o lançou já que bateu <strong>Kelly Slater</strong> (2x), <strong>Pat O’Connell</strong>, <strong>Kaipo Jaquias</strong>, Kalani Robb e Shane Dorian para encontrar na final <strong>Michael Ho</strong>, que na altura deu que falar por ter chegado a esta fase aos 40 anos. A vitória ficou com Gomes, que dominou com grandes tubos para Pipeline.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Joel Parkinson &#8211; Billabong/MSF Pro &#8211; Jeffreys Bay &#8211; Africa do Sul &#8211; 1999 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Com apenas 18 anos e relativamente desconhecido fora da Austrália, Parko recebeu um <em>wildcard</em> para esta prova e surpreendeu-se a si próprio. A caminho da final este “grom” bateu Sunny Garcia, <strong>Glyndyn Ringrose</strong>, <strong>Michael Campbell</strong>, <strong>Luke Hitchings</strong>, Jake Paterson e <strong>Rob Machado</strong> para encontrar na final o havaiano <strong>Ross Williams</strong>. Contra todas as expectativas, Joel venceu, colocando-se de um momento para o outro como um dos melhores juniores do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Neco Padaratz &#8211; Gotcha Pro &#8211; Huntington Beach &#8211; EUA &#8211; 1999 &#8211; 8ª etapa</strong><br />
A esta altura Neco Padaratz já tinha passado pelo CT e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">já tinha desistido, a meio de uma temporada</a>. Por ter chegado à final da prova QS realizada na mesma praia na semana anterior o brasileiro recebeu um<strong> wildcard</strong> para este CT e tratou de dominar a prova. Neco bateu <strong>Occy</strong>, Michael Campbell, Renan Rocha, <strong>Michael Lowe</strong>, Sunny Garcia e ainda <strong>Fábio Gouveia</strong> na final, para vencer a sua primeira etapa no Championship Tour. No ano seguinte estava de volta à elite, onde voltaria a vencer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Andrea Lopes &#8211; Rio Marathon Surf International &#8211; Rio de Janeiro &#8211; Brasil &#8211; 1999 &#8211; 12ª etapa</strong><br />
Andrea foi a representante brasileira no top16 da ASP durante alguns anos, mas já estava afastada do mais alto nível de competição há alguns anos. Até que recebeu um <em>wildcard</em> e tratou de mostrar todo o seu conhecimento das ondas locais para levar o público ao rubro ao derrotar <strong> Keala Kennelly</strong> na final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Kelly Slater &#8211; Mountain Dew Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 1999 &#8211; 13ª etapa</strong><br />
<strong> Kelly Slater &#8211; Gotcha Pro Tahiti &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2000 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
Slater reformou-se no fim de 1998 quando conquistou o seu sexto título mundial. Mesmo assim fez questão de mostrar que ainda era o melhor do mundo, vencendo a prova de Pipeline em 99, batendo o campeão mundial, Occy, nas meias, e o seu amigo <strong>Shane Dorian</strong> na final em Teahupoo no ano seguinte. Em 2002 voltou ao tour a tempo inteiro, mantendo-se até à actualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mick Fanning &#8211; Australian Rip Curl Pro &#8211; Bells Beach &#8211; Austrália &#8211; 2001 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Fanning quase conseguiu a qualificação para o tour de 2001, e mostrou que tinha surf de sobra para ter sucesso derrotando <strong>Rob Machado</strong>, <strong>Renan Rocha</strong>, <strong>Luke Egan</strong>, <strong>Peterson Rosa</strong>, <strong>Taylor Knox</strong> e <strong>Paul Canning</strong>, a caminho da final contra <strong>Danny Wills</strong>. Foi um ano que, devido aos ataques de 11 de setembro, ficou reduzido a 5 etapas, e uma vitória nesta prova deveria ter metido o jovem australiano numa sólida disputa pelo título. Mas a sua vez chegaria, alguns anos mais tarde…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Myles Padaca &#8211; Rip Curl Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2001 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
Numa das provas mais caóticas da história da ASP, o destaque havaiano Myles venceu os <em>trials</em> e logo no round 2 bateu o surfista que acabaria por se tornar campeão mundial nesse ano, CJ Hobgood. Felizmente para o surfista da Flórida, praticamente todos os seus “concorrentes” perderam nesse round ou no seguinte. Padaca ainda bateu <strong>Trent Munro</strong>, Renan Rocha e <strong>Kalani Robb</strong>, defrontando outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Mick Fanning</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jamie O’Brien &#8211; Rip Curl Pipeline Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii -2004 &#8211; 11º etapa</strong><br />
Jamie era um dos grandes nomes da nova geração em Pipeline e, felizmente para ele, na altura ainda era patrocinado pela Rip Curl, que lhe atribuiu um <em>wildcard</em>. Na época esta prova ainda “albergava” 48 surfistas e O’Brien bateu <strong>Richie Lovett</strong>, <strong>Chris Davidson</strong>, Mick Lowe, CJ Hobgood (2x), <strong>Lee Winkler</strong>, <strong>Darren O’Rafferty</strong>, <strong>Cory Lopez</strong> (2x),<strong> Shane Beschen</strong> e Kelly Slater, para se juntar a uma final de 4 surfistas 100% havaiana com Kalani Robb, Sunny Garcia e <strong>Bruce Irons</strong>. A vitória foi decidida nas primeiras ondas que os “elders” deixaram passar e Jamie transformou em notas altas, e pouco mais entrou nesta bateria, o que coroou este improvável Pipe Master.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Stephanie Gilmore &#8211; Roxy Pro &#8211; Gold Coast &#8211; Austrália &#8211; 2005 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
<strong> Stephanie Gilmore &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2006 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Com 17 e 18 anos Steph Gilmore venceu etapas do CT na Austrália, derrotando sempre sem grandes dificuldades as top seeds do tour. A sua qualificação em 2007 fez uma mudança de guarda automática já que nenhuma das surfistas que se encontravam no tour esses anos voltaram a vencer títulos mundiais enquanto que Gilmore venceu 7 e ainda pode somar mais alguns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melanie Bartels &#8211; Roxy Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2006 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
A havaiana mais <em>roots</em> de sempre no tour já tinha estado alguns anos no CT, sem grandes resultados. Apesar de ter competido nos <em>trials</em>, recebeu a sua vaga devido a uma desistência, mas aproveitou bem a oportunidade avançando até à final, onde bateu outra <em>wildcard</em>, <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Anos mais tarde Bartels voltou a vencer, desta vez no Brasil e como membro oficial do tour, acabando o ano numa sólida 7º posição do ranking.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bruno Santos &#8211; Billabong Pro &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2008 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
O brasileiro “Bruninho” Santos já tinha mostrado muito bom surf em provas CT em Pipeline e não só, e qualificou-se para esta prova com um segundo lugar nos <em>trials</em>. A caminho da final derrotou Mick Fanning, Taj Burrow, <strong>Tim Reyes</strong>, Adriano de Souza e CJ Hobgood para se juntar a outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Manoa Drollet</strong>. Em ondas muito pequenas, nenhum chegou à média combinada dos 10 pontos, mas a vitória sorriu a este que é um dos melhores <em>tube riders</em> do planeta.</p>
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<p><strong>Tyler Wright &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2008 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
<strong> Tyler Wright &#8211; O&#8217;Neill World Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2010 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Convidada aos 14 anos para participar na sua primeira etapa do CT, Tyler não fez cerimónias e venceu a prova, mantendo até aos dias de hoje o recorde de ser a surfista mais nova a vencer uma prova do Championship Tour. Dois anos mais tarde, ainda como <em>wildcard</em>, repetiu a dose em Sunset, um preview do que estava para vir. Em 2016 e 2017 sagrou-se campeã mundial.</p>
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<p><strong>Carissa Moore &#8211; Gidget Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2009 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Entre Steph, Tyler e Carissa Moore, era bem visível que havia uma geração “no forno” que ia dominar por completo o tour. Carissa já tinha feito uma final como <em>wildcard</em>, mas em Sunset o que tinha para oferecer, vencendo assim a sua primeira prova. Neste momento Moore contabiliza 5 títulos mundiais, com potencial de conquistar mais.</p>
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<p><strong>Moana Jones Wong &#8211; Billabong Pro Pipeline &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 2022 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Moana Jones já era “a” cara feminina em Pipeline há alguns anos, o que fez do seu <em>wildcard</em> na prova de estreia do CT neste local obrigatório. Ao longo dos dias a esta jovem surfista de 22 anos foi-se mantendo fiel ao seu <em>game plan</em>, apostando tudo nos tubos para a esquerda, dominando por completo a prova e deixando claro que será uma forte candidata a esta vitória por muitos anos.</p>
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		<title>Mendes, Cardoso, Hermes, Muniz + Neco &#124; Free Surf &#124;&#124; 6:04</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 10:26:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jesse Mendes, William Cardoso, Tomas Hermes e Alejo Muniz estiveran na Califórnia e não perderam a oportunidade de surf Trestles. A eles juntou o mítico Neco Padaratz, que vive na área e ainda tem muito surf. O resultado é este excelente vídeo! &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jesse Mendes, William Cardoso, Tomas Hermes e Alejo Muniz estiveran na Califórnia e não perderam a oportunidade de surf Trestles.<span id="more-25578"></span> A eles juntou o mítico Neco Padaratz, que vive na área e ainda tem muito surf. O resultado é este excelente vídeo!</p>
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