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	<title>Matt Wilkinson &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Wildsuits wetsuits junta Matt Wilkinson ao team</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/wildsuits-wetsuits-junta-matt-wilkinson-ao-team/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 13:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes nomes do surf mundial junta-se à família...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A marca europeia eco-friendly de fatos, Wildsuits, acabou de fazer a maior contratação da sua história.</p>
<p>A <a href="https://www.wildsuits.eu/pt/categoria-produto/fatos-surf-eco-friendly" target="_blank" rel="noopener">Wildsuits</a> conta com uma vasta equipa de patrocinados, que mesmo dentro da categoria <em>water sports</em> está presente em várias modalidades além do surf, como o bodyboard, o kite surf, waveski, windsurf, wakeboard e não só. É uma equipa que conta com talentos de várias partes do mundo, como a ilha de Guadalupe, Tahiti, Brasil, Havai, Ilha Reunião, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/arran-strong-e-tomas-alcobia-juntam-se-a-equipa-wildsuits/" target="_blank" rel="noopener">Europa</a> e agora Austrália.</p>
<p>O novo team rider é nada mais, nada menos, que o ex-líder do Championship Tour da WSL, Matt Wilkinson, um dos mais carismáticos e coloridos surfistas a alguma vez fazer parte do tour a tempo inteiro. Um autêntico veterano do mais importante circuito de surf do mundo, com 9 temporadas, teve como ponto alto da sua carreira o ano de 2016, quando venceu as duas primeiras etapas do tour e usou a <em>lycra</em> amarela atribuída ao líder por grande parte do ano. Na temporada seguinte mostrou que os resultados não foram um <em>fluke</em>, voltando a primeira posição do ranking depois de vencer a prestigiosa etapa de Fiji.</p>
<p>Desde que saiu do tour, no fim de 2018, “Wilko” dedicou-se ao free surf e à gestão do seu surf camp, localizado em Byron Bay, que dá pelo nome de “Weekend at Wilko’s” mas um regresso às lides competitivas não está fora de questão.</p>
<p>É sem dúvida mais uma grande contratação da parte da Willdsuits que, aos poucos, vai se estabelecendo em mais países. Mais sobre a Wildsuits <a href="https://www.wildsuits.eu/pt/categoria-produto/fatos-surf-eco-friendly" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Matt Wilkinson &quot;Wilko&quot; joins the Wild Adventure - Wildsuits Wetsuits" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4OkVLIab2EQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos e renovações &#124; Fevereiro de 2020 &#124; Actualização</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-e-renovacoes-janeiro-e-fevereiro-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 16:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[3 contratações, 6 despedimentos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/john-john-florence-e-nao-so-esta-fora-da-hurley/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;razia&#8221; da equipa e funcionários da Hurley </a>que aconteceu nos meses de Dezembro de 2019 e Janeiro de 2020, as novidades continuam e não são só más.</p>
<p><strong>Lakey Peterson</strong>, uma surfista que liderou o Championship Tour de 2019 e levou a disputa até à ultima etapa, tinha sido despedida da <strong>Hurley</strong>, mas rapidamente voltou o ocupar o bico da sua prancha. O seu novo patrocinador é uma marca recente de surfwear feminino, a <strong>Sisstrevolution</strong>, uma marca que, curiosamente, também apoia <strong>Rose Machado</strong>, filha do mítico Rob Machado. Outra contratação recente foi a do super <em>grom</em> português, <strong>João Mendonça,</strong> que passou a usar exclusivamente pranchas <strong>Channel Islands</strong>, sendo patrocinado a nível europeu. Ainda em Portugal, <strong>Eduardo Fernandes</strong> assinou recentemente com a <strong>Ocean&amp;Earth</strong> acessórios e já se encontra <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/4-portugueses-eliminados-em-dia-curto-de-competicao-no-cabreiroa-pro-las-americas/" target="_blank" rel="noopener">a &#8220;dar cartas&#8221; nas Canárias</a>, com o seu novo patrocínio.</p>
<p>Entretanto a mão cheia de surfistas tiraram autocolantes que já usavam nas suas pranchas há muitos anos. <strong>Dusty Payne</strong> surfava para a <strong>Volcom</strong> desde os seus tempos de <em>grom</em> e recentemente deixou de fazer parte da equipa. O havaiano foi um dos mais mediáticos surfistas da sua geração e chegou a fazer parte do Championship Tour por alguns anos. No entanto os seus melhores anos parecem ter ficado para trás o que justifica, tendo em conta o estado da indústria, o seu despedimento. Por sua vez o português <strong>Vasco Ribeiro</strong> teve o seu melhor arranque de ano de sempre, com um 3º lugar na prova QS de Marrocos, mas já não foi como <em>team rider</em> da <strong>Red Bull</strong>, uma marca que o acompanhava também há muitos anos. Consta que também australiano <strong>Matt Wilkinson</strong> e a havaiana <strong>Alana Blanchard</strong> deixaram de fazer parte da <strong>Rip Curl</strong>, compondo os primeiros grandes despedimento depois da venda desta marca <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/rip-curl-com-novos-donos/" target="_blank" rel="noopener">ao grupo Kathmandu</a>, em Outubro de 2019. Mas talvez o mais surpreendente de todos foi o do <strong>Taj Burrow</strong>, que saiu da <strong>Billabong</strong>. O australiano foi um dos grandes nomes da marca durante quase 30 anos, até se reformar da competiação em 2017. Desde aí a marca aproveitou a sua disponibilidade para o enviar em algumas missões, mas esta longa parceria acabou de chegar ao fim.</p>
<p>Voltando ao famoso &#8220;caso Hurley&#8221;, começa a ser visível que a marca manteve, pelo menos para já, alguns surfistas. Além de Julian Wilson, Kolohe Andino e Filipe Toledo, também Kai Lenny, Koa Smith, Brett Simpson, se mantêm como patrocinados, alguns até com potencial de e manterem&#8230;</p>
<p>Mais novidades em breve…</p>
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		<title>Driven by the journey &#124; O percurso de Matt Wilkinson &#124;&#124; 4:04</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/driven-by-the-journey-o-percurso-de-matt-wilkinson-404/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 06:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[By Stab &#038; ProLite...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando mais sabemos sobre o percurso de Matt Wilkinson, mais gostamos dele. Neste vídeo produzido pela Stab para o seu novo patrocinador, a ProLite, Wilko conta na primeira pessoa como foi a sua trajectória desde que descobriu o surf até ao momento que se tornou num &#8220;title contender&#8221;! Enjoy!</p>
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		<title>Matt Wilkinson vence em Fiji e recupera a licra amarela</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/matt-wilkinson-vence-em-fiji-e-recupera-a-licra-amarela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 20:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias de muita acção, o Outerknown Fiji Pro chegou ao fim com uma final 100% aussie. Tudo começou com uma vitória de Julian Wilson sobre Ítalo Ferreira no round 5, colocando o australiano como sério candidato à vitória. Ainda nessa fase, Joan Duru mostrou muito bom surf, conseguindo fazer várias ondas com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de muita acção, o Outerknown Fiji Pro chegou ao fim com uma final 100% aussie.<span id="more-38334"></span> Tudo começou com uma vitória de Julian Wilson sobre Ítalo Ferreira no round 5, colocando o australiano como sério candidato à vitória. Ainda nessa fase, Joan Duru mostrou muito bom surf, conseguindo fazer várias ondas com manobras fortes e tubos bem controlados, garantindo uma das melhores médias do dia.</p>
<p>O round seguinte começou com a vitória de Matt Wilkinson sobre Julian Wilson, mostrando que o goofy da Rip Curl não estava para brincadeiras e podia mesmo sonhar com a liderança do ranking. De seguida Michel Bourez sentiu-se em casa e conseguiu bater uma das revelações do evento, Leo Fioravanti. O confronto de goofies, Connor O&#8217;Leary VS Joan Duru acabou por ser uma batalha de notas baixas vencida pelo primeiro e Parkinson acabaria por completar as meias finais ao derrotar Bede Durbidge.</p>
<p>A primeira meia final foi um heat bastante empolgante já que Wilko tinha uma nota excelente e Bourez duas médias altas. Na sua última nota Matt Wilkinson fez o que precisava para virar o resultado mas muitos ficaram a analisar bem algumas notas de Michel que poderão ter ficado um pouco abaixo. Na outra meia O&#8217;Leary continuou o seu ritmo a caminho do título de rookie do ano, batendo Parkinson para fazer a sua primeira final.</p>
<p>O derradeiro heat foi mais uma grande bateria que Matt Wilkinson venceu na última onda. Pela vitória o surfista mais colorido do tour recupera a licra amarela, a mesma que usava no ano passado por esta altura. No entanto a sua liderança é bastante &#8220;magra, com John John Florence apenas 250 pontos atrás e o trio Adriano de Souza, Jordy Smith e Owen Wright 600 pontos atrás.</p>
<p>Já Frederico Morais manteve exactamente a mesma posição, a 18º do ranking, apesar de agora ser seguido um pouco de mais perto por alguns nomes que anteriormente estavam bem para trás. A próxima etapa será o Corona Open J-Bay, que se realiza entre 12 e 23 de Julho.</p>
<p><iframe title="Final Day Highlights - Outerknown Fiji Pro 2017" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/RDr4j0yc8f0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Really Really Really Good Surfer&#8217;s &#124; Ep.1 Matt Wilkinson &#124;&#124; 2:37</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/really-really-really-good-surfers-ep-1-matt-wilkinson-237/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 13:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma coisa é certa, a Rip Curl tem surfistas muito, muito, muito bons! Por isso não foi difícil encontrar um team rider que se encaixasse na sua rubrica nova, &#8220;Really Really Really Good Surfer&#8217;s. O australiano teve mais um grande momento na Gold Coast e é nisso que este episódio se foca&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa é certa, a Rip Curl tem surfistas muito, muito, muito bons! <span id="more-36687"></span>Por isso não foi difícil encontrar um team rider que se encaixasse na sua rubrica nova, &#8220;Really Really Really Good Surfer&#8217;s. O australiano teve mais um grande momento na Gold Coast e é nisso que este episódio se foca&#8230;</p>
<p><iframe title="Really, Really, Really Good Surfers | Ep. 1 Matt Wilkinson | Rip Curl" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IPr32MsqwSM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Matt Wilkinson &#124; In it to win it &#124; Rip Curl &#124;&#124; 5:52</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/matt-wilkinson-in-it-to-win-it-rip-curl-552/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 11:18:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Matt Wilkinson entrou na disputa pelo título mundial de 2016 quase por engano. Neste momento, depois de liderar durante 6 etapas, Matt caiu para 3º lugar no ranking mas ainda não desistiu que tentar cumprir o seu novo objectivo. Para la chegar o australiano está a levar as coisas mais a sério e isso incluí [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Matt Wilkinson entrou na disputa pelo título mundial de 2016 quase por engano. <span id="more-33938"></span>Neste momento, depois de liderar durante 6 etapas, Matt caiu para 3º lugar no ranking mas ainda não desistiu que tentar cumprir o seu novo objectivo. Para la chegar o australiano está a levar as coisas mais a sério e isso incluí fazer alguns treinos em que é colocado fora da sua zona de conforto!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Wilko - In It to Win It" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/yJ1UAxYX7Wg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Flashback &#124; Matt Wilkinson aos 18 anos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/flashback-matt-wilkinson-aos-18-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 10:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Flashback]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? Fica a conhecer o &#8220;roteiro&#8221; da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade. Surfista &#8211; Matt Wilkinson Tinha 18 anos em &#8211; 2008 Idade actual – 26 Em que ponto estava a sua carreira aos 18 anos&#8230; Apesar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? <span id="more-31145"></span>Fica a conhecer o &#8220;roteiro&#8221; da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade.</p>
<p><strong>Surfista</strong> &#8211; Matt Wilkinson</p>
<p><strong>Tinha 18 anos em</strong> &#8211; 2008</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Flashback Friday" src="https://player.vimeo.com/video/163766217?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>Idade actual</strong> – 26</p>
<p><strong>Em que ponto estava a sua carreira aos 18 anos&#8230;</strong></p>
<p>Apesar de ter mostrado algum sucesso a nível competitivo e de seguir o percurso normal para um surfista da sua idade, ainda era uma incógnita se iria ser um surfista de competição ou um free surfer aérelista. De facto Wilko já tinha sido vice-campeão do competitivo junior series da Austrália e campeão mundial de sub16 no ISA World Junior Championships de 2004, no Tahiti, batendo na final Julian Wilson, Joan Duru e Tanner Gudauskas. A Rip Curl já o patrocinava desde os seus 10 anos mas o primeiro grande contrato que recebeu (da marca que o patrocina até hoje) foi em 2006. Esse acordo garantia-lhe o patrocínio por 5 anos e o seu primeiro wildcard para competir numa etapa do Championship Tour, o Rip Curl Pro Bells, onde competiu ao lado de Owen Wright, também wildcard. Apesar de ambos terem perdido no round 2, mostraram bom surf e deixaram a promessa de dar muito trabalho no futuro.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-31146" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg" alt="wilko2" width="728" height="480" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2-267x176.jpg 267w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2-649x428.jpg 649w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p><strong>Como foi a sua evolução&#8230;</strong></p>
<p>Em 2007 atacou o QS a tempo inteiro e no ano seguinte fez três 3ºs lugares em etapas de seis estrelas, a cotação máxima da época, qualificando-se com facilidade para o CT de 2010 mesmo sem ter conseguido qualquer vitória. Foi nesta época que deixou de ter o surf progressivo como o seu ponto forte, passando para o seu surf de backside.</p>
<p><strong>No Championship Tour&#8230;</strong></p>
<p>Wilko não teve um percurso fácil na elite do surf mundial apesar de, por várias vezes, ter mostrado bom surf. Um dos seus melhores momentos foi na etapa de abertura do tour em 2011, onde venceu o primeiro e terceiro rounds, batendo surfistas como Kelly Slater e Bede Durbidge. E, apesar de estar com surf para vencer a prova, apanhou um inspiradíssimo Tiago Pires nos quartos de final e foi eliminado. A nível competitivo outro ponto alto foi a sua final em Steamer Lane, Santa Cruz, uma etapa que não voltou a realizar-se.</p>
<p>Há quem diga que a sua competitividade perdia-se devido à sua personalidade colorida fora de água, já que parecia mais um entretainer que uma máquina de competir. Os seus vídeos eram sempre divertidos e os seus fatos customizados a cada paragem do tour provavelmente garantiram-lhe mais exposição que outros surfistas mais bem cotados no tour. No entanto os anos passavam e Wilkinson continuava só em modo sobrevivência no tour.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-31147" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg" alt="wilko3" width="728" height="348" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3-300x143.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Depois de algumas derrotas duras este australiano mudou a sua postura e começou a tentar focar-se mais no circuito. Os resultados não foram imediatos e em 2015 fez uma das melhores decisões da sua carreira, recrutou o seu amigo Glenn “Micro” Hall para seu treinador.</p>
<p><strong>Onde está agora&#8230;</strong></p>
<p>No topo do ranking. 2016 está a ser um ano mágico para Matt Wilkinson. Tudo começou com uma vitória no QS 6.000 de Newcastle e evoluiu para duas vitórias consecutivas no Championship Tour, o que lhe garantiu uma liderança “absurda” no ranking. Após 3 etapas ainda não surgiu um rival sério ao seu primeiro lugar já que o actual número 2, Sebastian Zietz, está cerca de 8.250 pontos para trás e nem sequer tem vaga garantida para o resto do circuito. Um título mundial poderá estar &#8220;nas cartas&#8221; para este ano mas caso não aconteça em 2016 é provável que não surja outra oportunidade.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=I5AHz9keeg8</p>
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		<item>
		<title>Experts da WSL não acreditam no título mundial de Wilkinson</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/experts-da-wsl-nao-acreditam-no-titulo-mundial-de-wilkinson/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/experts-da-wsl-nao-acreditam-no-titulo-mundial-de-wilkinson/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2016 10:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das maiores mais-valias da “privatização” da WSL foi a consolidação da equipa de comentadores. Anteriormente, quando as marcas ou entidades eram donas das licenças dos eventos, as equipas de comentadores mudavam a quase todas as etapas e muitas não apresentavam o profissionalismo que se esperava. Um bom/mau exemplo surgiu durante o Quiksilver Pro France [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores mais-valias da “privatização” da WSL foi a consolidação da equipa de comentadores.<span id="more-30978"></span> Anteriormente, quando as marcas ou entidades eram donas das licenças dos eventos, as equipas de comentadores mudavam a quase todas as etapas e muitas não apresentavam o profissionalismo que se esperava.</p>
<p>Um bom/mau exemplo surgiu durante o Quiksilver Pro France de 2013. Joel Parkinson era campeão mundial em título e surfava contra o wildcard Marc Lacomare. Numa das trocas de ondas finais as médias estavam tão próximas que os comentadores de serviço, Jake Paterson e Damien Fahrenfort, estavam na dúvida sobre quem iria terminar na frente. Até que Jake comentou, subtilmente, que por se estar a tratar de um campeão mundial o resultado poderia cair a seu favor. Para se enterrar um pouco mais, apostou uma cerveja no vencedor, que acabou por ser Parkinson.</p>
<p>Pouco depois, e por mais uma série de razões que se verificaram nos heats anteriores, ambos estavam a ser notificados que não voltariam a ser comentadores deste tipo de evento, o que culminou numa alegada troca de emails desagradável entre o tour manager, Renato Hickel, e Jake.</p>
<p>Na nova estrutura da WSL as equipas mantém-se ao longo do ano, e o plantel actual conta com os ex-tops do CT Ross Williams, Martin Potter e Rosy Hodge, junta o big wave rider Peter Mel e ainda Strider Wasilewski, Ronnie Blakey e Joe Turpel, uma mistura bastante coerente e eloquente, capaz de segurar até o heat mais parado.</p>
<p>A única crítica feita a este grupo com alguma regularidade é a falta de opinião sobre os momentos que acompanham e talvez um levíssimo favoritismo pela “equipa” anglo-saxónica.</p>
<p>Mas, muito de vez em quando, sai um debate e opiniões sobre algum tema. No “morning show” mais recente, e quase por engano, Ronnie pede uma opinão a Strider. “Achas que o Matt Wilkinson consegue ser campeão mundial?”. Strider não hesita e responde que acha que Wilko não será campeão do mundo. A sentir-se claramente numa posição menos favorável, Wasilewski exige respostas à mesma pergunta pelos seus co-comentadores, que acabam por confirmar que também não acreditam nessa possibilidade, apontando o seu mau recorde competitivo passado como razão.</p>
<p>Ross, Ronnie e Strider têm alguma razão para duvidar das capacidades competitivas de Wilkinson, que até agora passou as temporadas no limite da qualificação. Mas, usando as estatísticas do passado, dos os (3) surfistas que venceram as duas primeiras etapas do tour (Kelly Slater várias vezes, Sunny Garcia e Joel Parkinson) apenas Joel Parkinson, em grande parte devido a uma lesão, não foi campeão mundial nesse ano.</p>
<p>E tu, acreditas que Wilkinson pode acabar no topo? Partilha com a ONFIRE a tua opinião!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Can Wilko Hang On to the Top Spot?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/CJ_A15Fl3ZQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Matt Wilkinson toca o sino&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2016 10:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Rip Curl Pro Bells Beach]]></category>
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					<description><![CDATA[Chegou ao fim a segunda etapa do Championship Tour de 2016, o Rip Curl Beach Pro, e o vencedor foi novamente Matt Wilkinson. Ao longo do seus 6 anos no tour Matt esteve constantemente na disputa pela manutenção neste circuito, nunca tendo terminado no top16. Mas em 2016 algo mudou e Wilko venceu as 3 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao fim a segunda etapa do Championship Tour de 2016, o Rip Curl Beach Pro, e o vencedor foi novamente Matt Wilkinson.<span id="more-30791"></span></p>
<p>Ao longo do seus 6 anos no tour Matt esteve constantemente na disputa pela manutenção neste circuito, nunca tendo terminado no top16. Mas em 2016 algo mudou e Wilko venceu as 3 etapas em que participou. Tudo começou em Newcastle, quando o australiano <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/wilkinson-e-fitzgibbons-vencem-em-newcastle/" target="_blank">venceu a etapa QS 6.000</a>, conseguindo aí apenas a terceira vitória da sua carreira na WSL.</p>
<p>Mas, mais importante que os pontos, esse resultado parece ter despertado algo na sua mente e quando chegou à Gold Coast, para disputar a primeira etapa do CT Matt simplesmente estava “in the zone” e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/matt-wilkinson-e-tyler-wright-vencem-na-gold-coast/" target="_blank">não perdeu nenhum heat</a>.</p>
<p>O &#8220;momentum&#8221; não foi perdido e mesmo em Bells, uma onda em que poucos goofies venceram, o seu surf foi sempre destaque. A última vez que um surfista venceu de backside para a onda foi Mark Occhilupo, há cerca de 17 anos, mas Matt não se deixou intimidar. No round 3 Wilkinson perdeu o seu primeiro (e único até agora) heat do ano contra <strong>Wiggolly Dantas</strong>. Mas essa fase não é eliminatória e os dois encontravam-se novamente nos quartos de final, depois de Matt eliminar Julian Wilson com uma nota excelente nos últimos minutos, que foi exactamente o que precisava.</p>
<p>Dantas estava em grande forma nesta prova, possivelmente melhor até que a do líder do ranking, mas fez alguns erros e caiu em momentos críticos. Com a “estrelinha” do seu lado, o dono da lycra amarela virou mais um heat com a última onda, provando que tem toda a habilidade para disputar o título mundial, só faltava era ter a cabeça no sítio.</p>
<p>Nas meias finais a vítima da vez foi outro perigoso goofy brasileiro, <strong>Ítalo Ferreira</strong>, que terminou em 3º lugar no evento. Na final o seu adversário foi<strong> Jordy Smith</strong>, que estava muito confortável nas condições que rondavam os dois metros e meio nos sets. Mesmo não estando no seu melhor, Jordy foi “varrendo” adversários de peso até à final, como <strong>Caio Ibelli</strong> por muito pouco no round 5, <strong>Michel Bourez</strong> nos quartos de final e o grande favorito, <strong>Mick Fanning</strong> nas meias.</p>
<p>Jordy é considerado como um dos melhores surfistas em Bells e o favoritismo estava do seu lado, já que Wilko nunca tinha passado do round 3. Mas, em 2016, <strong>Matt Wilkinson</strong> está noutra dimensão. O seu surf de backside <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/o-heat-de-sonho-de-wilko-contra-slater-em-jbay-150/" target="_blank">já tinha conseguido notas altas antes</a>, mas agora consegue replicar em todos os heats e no fim Smith acabou com uma combinação.</p>
<p>Ao &#8220;tocar o sino&#8221;  Matt Wilkinson é o líder “isolado” deste ranking, com mais do dobro dos pontos de qualquer outro adversário e tem a lycra amarela garantida pelo menos até à etapa brasileira. Será este o ano de Wilkinson?</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Wilko wins Bells! | 2016 Rip Curl Pro Bells Beach" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SVZM33Vxbos?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Matt Wilkinson e Tyler Wright vencem na Gold Coast</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 09:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Quiksilver Pro Gold Coast]]></category>
		<category><![CDATA[Tyler Wright]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas etapas da WSL parecem ter um “roteiro” escrito muito cedo na prova, normalmente a acompanhar uma performance mais inspirada. Mas por mais que se esperasse que algum dos favoritos acabasse no topo, o surf fala sempre mais alto. Chegados aos quartos de final de final do Quiksilver Pro Gold Coast havia 3 surfistas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas etapas da WSL parecem ter um “roteiro” escrito muito cedo na prova, normalmente a acompanhar uma performance mais inspirada. <span id="more-30516"></span>Mas por mais que se esperasse que algum dos favoritos acabasse no topo, o surf fala sempre mais alto.</p>
<p>Chegados aos quartos de final de final do Quiksilver Pro Gold Coast havia 3 surfistas que pareciam ter muito mais potencial que os seus adversários de começar o ano na “pole position”. Eram eles Filipe Toledo, Adriano de Souza e John John Florence, 3 surfistas que já estiveram na disputa pelo título mundial.</p>
<p>Mas todos eles foram caindo, e tudo começou com <strong>Adriano de Souza</strong>. O seu heat parecia ser o mais fácil da fase, mas não por falta de talento do seu adversário. Matt Wilkinson é um daqueles surfistas que enche o olho do público com o seu surf radical e invulgar e desta vez mostrou ao campeão mundial em título que quando compete perto do seu melhor nível de surf pode bater qualquer um, e foi o que fez.</p>
<p><strong>John John Florence</strong> foi o próximo a cair, mas pode culpar-se a si próprio pela derrota premutara. Este havaiano, que muitos consideram o melhor surfista da actualidade, a menos de 2 minutos do fim tinha uma liderança sólida e a prioridade sobre o “dark horse”, <strong>Stu Kennedy</strong>. Até esta fase Florence tinha feito todas as decisões certas mas apostou em bloquear uma onda para Kennedy e ao fim de poucas manobras não lhe viu potencial e saiu dela, perdendo a hipótese de melhorar uma nota de 6.67. No onda seguinte vinha Stu que a espremeu até ao fim e recebeu 8.33 e a vitória no heat.</p>
<p>Na bateria seguinte o vencedor desta prova em 2015, <strong>Filipe Toledo</strong> começou muito forte mas magoou-se a tentar um aéreo reverse &#8220;full rotation&#8221; numa das suas primeiras ondas. Apesar de estar visivelmente afectado pela lesão, conseguiu fazer a sua melhor nota e virar a bateria a meio. Perto do fim Wilkinson teve uma oportunidade de dar a volta ao resultado e não a desperdiçou, garantindo assim a segunda final no Championship Tour da sua carreira.</p>
<p>Do outro lado da grelha vinha <strong>Kolohe Andino</strong>, que estava inspirado nesta etapa e bateu Stu Kennedy nas meias finais e Adrian Buchan nos quartos. O norte-americano vinha para vencer e tem surf para o fazer mas este era o dia de <strong>Matt Wilkinson</strong>. Na sua primeira onda abusou mais uma vez de backside e conseguiu a nota de 8.6. A 6 minutos do fim só precisava de 4.07 para passar para a frente mas arriscou bastante e conseguiu a nota de 5.6. No minuto final Andino precisava de 7.38 mas não conseguiu melhor do que 6.83, “oferecendo” assim a vitória ao australiano.</p>
<p>No Roxy Pro Gold Coast foi <strong>Tyler Wright</strong> quem surpreendeu Carissa Moore nas meias finais e Courtney Conlogue na final, para fazer uma “dobradinha” para o team Rip Curl, que fica com os líderes de ambos os rankings!</p>
<p>A próxima etapa será o Rip Curl Pro Bells Beach, que começa a 24 de Março.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Quiksilver &amp; Roxy Pro 2016 Highlights: Wilko, Wright Strike Gold" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/E8RvkXJcaCg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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