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	<title>Martin Potter &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 surfistas que abandonaram o Championship Tour</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 00:02:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brown, Padaratz, Silva, Lovett, Whener...]]></description>
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<p>Se chegar ao CT é o sonho de todos os surfistas profissionais, não seria de esperar que estes agarrassem a oportunidade de lá permanecer com “unhas e dentes”? A resposta para 98% dos casos é sim, mas a ONFIRE descobriu os 2% que simplesmente desistiram das suas vagas no tour!</p>



<p><strong>Chris Brown | EUA</strong></p>



<p>Durante os anos 80 surgiram duas notáveis promessas no surf norte-americano, Kelly Slater, da Flórida, e Chris Brown, da Califórnia. E dos dois foi Brown quem cumpriu a maior parte dos objectivos esperados destes talentos antes de se tornarem profissionais. Em 1988 venceu o mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico, Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do WQS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater que conseguiu aí a sua única vitória do ano. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto no QS Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontrava entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Chris acabou por falecer em 2019, deixando a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidade do surf de luta com a perda</a>…</p>



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<iframe title="Eternal Stoke - The Chris Brown Legacy - trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vqTAhUaR9t4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Neco Padaratz | Brasil</strong></p>



<p>O irmão caçula de um dos nomes mais importantes da história do surf brasileiro, Percy “Neco” Padaratz, irmão de Teco, foi talvez o primeiro da seu país a ser apontado como potencial campeão mundial da WSL (ASP na altura). A primeira vez que mostrou a sua força ao mundo foi no ISA de 1996, terminando em 3º lugar apesar de ter sido o melhor surfista em prova. O seu estilo pouco ortodoxo pouco importava já que o seu surf esbanjava agressividade em toda e qualquer secção de onda que encontrasse pela frente. 1997 foi o seu primeiro ano no CT e terminou num excelente 13º lugar do ranking. Era previsível que continuasse a subir mas esse acabou por ser o seu melhor ano no tour. No ano seguinte, mesmo depois de ter conseguido bons resultados na primeira metade do ano, abdicou da sua vaga antes da perna europeia. Foi uma decisão que chocou uma nação e não foram dadas grandes explicações, excepto alguns problemas pessoais. Dois anos depois estava de volta ao CT e apesar de ter vencido duas etapas e de ter feito finais consecutivas contra Andy Irons, nunca conseguiu voltar ao top16. Neco esteve 8 anos (e meio) no WCT e venceu 10 etapas do WQS. Actualmente vive em San Clemente, na Califórnia e esteve ligado aos treinos do bicampeão mundial, Filipe Toledo.</p>



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<iframe title="Percy &quot; Neco&quot; Padaratz (surf edit)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xqY6sTW7WpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Fábio Silva | Brasil</strong></p>



<p>Fábio era mais um super talento de uma zona pobre do Brasil, a favela do Titanzinho, no Ceará. O seu “approach” era como nada que se tinha visto até aí pois surfava com muita velocidade, tinha a capacidade de bater forte em qualquer secção, fazia reverses e aéreos <em>on demand</em> e recuperava de qualquer manobra, independentemente do risco. No entanto o seu surf de rail não existia, o que não impediu de vencer no QS, e qualificou-se para o CT de 1998. Mas quando chegou ao tour, este ainda era o “Dream tour” e maior parte das provas eram em locais onde não tinha qualquer experiência e não falava a língua. O início do ano no foi muito fraco com derrotas no round 2 nas três primeiras etapas. No Japão, onde havia duas provas, conseguiu passar alguns heats o que deu alguma esperança de se manter no circuito. Mas, quando o tour chegou a Jeffreys Bay, a etapa seguinte, Fábio já estava fora. Aparentemente, mesmo sem consultar as pessoas mais próximas, notificou a ASP que abdicava da sua vaga, e de imediato o australiano Luke Hitchings entrou como substituto. Silva sentia-se como “peixe fora de água” no tour, e alegou saudades da família e amigos como causa de desistência. Quando se apercebeu do seu erro era tarde demais, e de imediato voltou ao QS. Em 2000 venceu o ISA World Surfing Games, mas nunca mais voltou a ficar sequer perto da qualificação para o CT e entra na história por ter feito umas das piores decisões no surf profissional.</p>



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<p></p>



<p><strong>Richie Lovett | Austrália</strong></p>



<p>Se Fábio Silva saiu do CT a meio de uma temporada sem uma boa razão para fazer, Richie Lovett foi o extremo oposto. Na transição de júnior para sénior o australiano era apenas mais um surfista com talento e nos primeiros anos como profissional era difícil de perceber se tinha realmente potencial para entrar no CT. Em 1994 a sua carreira e vida poderiam ter chegado ao fim durante uma surf trip a G-Land, (Java, Indonésia) quando, durante a noite, o surf camp foi destruído por um tsunami. Foi um pequeno milagre mas todos os seis surfistas profissionais da viagem sobreviveram, apesar de Richie ter ficado gravemente lesionado. Em 1995 estava de volta ao QS fez a final do O’Neill Buondi Pro, em Ribeira D’Ilhas, na Ericeira, mas chegou ao Havai a precisar de um resultado excelente, 3º lugar (pelo menos) para se qualificar. E logo na primeira etapa da Vans Triple Crown of Surfing, conseguiu o que precisava, não só chegou à final como venceu, batendo Ross Williams, Luke Egan e Munga Barry e assim garantindo uma vaga no CT. Apesar de se ter qualificado quase sempre pelo QS sua carreira foi longa no CT e o ponto alto foi em 2002, quando venceu a etapa de Trestles. No fim de 2005 descobriu que tinha um tipo raro de cancro na anca e teve que colocar uma prótese, o que garantiu que nunca mais voltaria a competir ao mais alto nível. Assim acabou a sua carreira no CT mas até hoje trabalha na indústria do surf.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Richie Lovett Surfing Late 90&#039;s and Early 00&#039;s." width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/erIOlLN9glk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Shane Whener | Austrália</strong></p>



<p>Shane Whener era um daqueles nomes que não mostrava grande potencial de se tornar surfista profissional mas acabou chegar mais longe que muitos dos mais celebrados talentos da sua geração. A sua carreira como júnior não foi muito impressionante e o seu surf inicialmente não “enchia o olho”, excepto em ondas pesadas. Mas isso não o impediu de perseguir o seu sonho e depois de alguns resultados sólidos no circuito australiano atirou-se de cabeça para o QS. Foram vários anos de trabalho duro nas “trincheiras” mas o poderoso <em>goofy</em> conseguiu evoluir muito ao longo dos tempos e com algumas finais em 1998 qualificou-se para o tour do ano seguinte. Já no CT Shane mostrou bom surf mas o seu <em>seeding</em> não o favoreceu, perdendo em heats de notas altas contra grandes destaques do tour como Andy Irons em Bells,  Shane Beschen em Manly, Luke Egan em Teahupoo, Kalani Robb em Hossegor, entre outros. Perto do fim do ano já precisava de um pequeno milagre para se manter no circuito por isso, quando um dos seus patrocinadores lhe ofereceu uma vaga na empresa, optou por seguir essa direcção em vez de se mandar novamente para a dura vida no QS. Mas o milagre quase aconteceu e Whener fez a final do Mountain Dew Pipe Masters contra Kelly Slater. O segundo lugar não lhe deu a qualificação para o ano seguinte mas ficou tão perto que devido a uma desistência surgiu uma vaga que seria sua. Mas Shane já estava com outra “formatação” na cabeça e abdicou da vaga, resumindo a sua carreira no WCT a apenas um ano.</p>



<p><strong>Menções honrosas:</strong><br><strong>Martin Potter &amp; Dave Macauley | Austrália</strong></p>



<p>Quantos surfistas largaram o tour no top10? Em 1994, foram dois, Martin Potter e Dave Macauley. Ambos ainda tinham competitividade para “espremer” as suas carreiras mais alguns anos mas optaram por sair enquanto estavam no topo, Dave tinha 31 anos e Martin tinha 29. Macauley, um cristão devoto, dedicou-se a várias actividades, incluindo a de shaper de pranchas. Já Potter ocupou várias posições, incluindo a de treinador e team managar e esteve para regressar ao tour via wildcard da ASP. No entanto, enquanto treinava para o seu possível “comeback”, sofreu um acidente com a sua prancha que deixou os seus intestinos de fora e a recuperação foi dura e longa, o que fez com que perdesse a oportunidade. Ambos estão de alguma maneira presentes na indústria do surf, Potter é comentador nos eventos da WSL enquanto que Dave hoje em dia é mais referenciado pela sua filha, Bronte, uma das melhores surfistas da sua geração e compete regularmente no Championship Tour feminino.</p>
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		<title>Os surfistas do Top16 no ano em que Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:07:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descobre quem eram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1992, quando Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial, ninguém diria que três décadas mais tarde este surfista ainda estaria no tour. Kelly atravessou gerações, bateu quase todos os recordes, conquistou mais 10 títulos e venceu o Pipe Masters de 2022, mais um feito impressionante.</p>
<p>Slater é o último resistente não só da sua geração como de outras que se seguiram, fica a saber quem eram os seus &#8220;colegas&#8221; no top16 nesta época em que Medina, Toledo, Ítalo e John John ainda não tinham nascido&#8230;</p>
<p>2º &#8211; <strong>Damien Hardman</strong> &#8211; O ultra competitivo australiano Damien Hardman a esta altura já tinha conquistado dois títulos mundiais e ameaçou o tri várias vezes. Foi um dos últimos representantes da sua geração no tour, reformando-se em 1999 ainda como membro do top16. 10 anos mais tarde, quando o Championship Tour regressou a Portugal, Domma apareceu como <em>contest director</em>, uma posição que voltou a ocupar em mais alguns eventos ao longo dos anos.</p>
<p>3º &#8211; <strong>Sunny Garcia</strong> &#8211; Um surfista entre gerações, mais novo que as &#8220;velhas raposas&#8221; do tour mas mais velho que a geração de Slater, e com um surf mais para <em>old school</em> que para o progressivo. Depois de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">bater na trave</a>&#8221; por várias vezes, conquistou o título mundial no ano 2000. Anos mais tarde, já fora do<em> tour</em>, esteve <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">preso por evasão fiscal</a>, voltando a competir profissionalmente por mais alguns anos. Em 2019, depois de algum tempo a lutar com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noopener">problemas mentais</a>, tentou suicidar-se e, apesar de ter sobrevivido, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/boato-sobre-a-morte-de-sunny-garcia-nao-e-verdadeiro/" target="_blank" rel="noopener">sofreu danos graves</a>, dos quais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noopener">ainda está a recuperar</a>.</p>
<p>4º &#8211; <strong>Shane Herring</strong> &#8211; Shane passou de ser a resposta australiana a Kelly Slater a ser considerado um dos maiores <em>flops</em> da história do surf profissional. 1992 foi o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-palco-da-maior-mudanca-de-guarda-da-historia-da-aspwsl-1992-coke-classic/" target="_blank" rel="noopener">auge da sua carreira</a>, liderando o circuito por alguns meses antes de Slater passar para a frente e dois anos mais tarde já estava fora do tour, para nunca mais voltar, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noopener">perdendo-se para o álcool e drogas leves</a>.</p>
<p>5º &#8211; <strong>Fábio Gouveia</strong> &#8211; O primeiro brasileiro no top5 do tour, um feito que só foi superado em 1999, por Vitor Ribas. Foi também o primeiro brasileiro a vencer no Havai, o primeiro a vencer uma prova CT no Brasil e o primeiro a vencer fora. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Não teria existido uma Brazilian Storm sem um Fábio Gouveia a quebrar barreiras décadas antes</a>.</p>
<p>6º &#8211; <strong>Gary Elkerton</strong> &#8211; Outro <em>power surfer</em> da velha guarda, em 92 já tinha perdido dois títulos mundiais por muito pouco, e no ano seguinte voltou a fazê-lo, acabando a sua carreira com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">três &#8220;vice-campeonatos&#8221;</a>. &#8220;Vingou-se&#8221; anos mais tarde nas categorias Masters, vencendo aí os títulos mundiais que o iludiram no tour &#8220;verdadeiro&#8221;. Em 2018 ainda competiu no mundial Master nos Açores, mostrando ainda estar em grande forma.</p>
<p>7º &#8211; <strong>Dave Macauley</strong> &#8211; Hoje em dia mais lembrado por ser o pai da ex-top do CT Bronte Macauley, Dave foi um dos mais competitivo surfistas da sua geração, contando com várias vitórias no CT. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">Reformou-se em 1994</a>, com 31 anos, ainda no top16, numa época em que a maior parte dos surfistas abandonavam o<em> tour</em> antes dos 30.</p>
<p>8º &#8211; <strong>Richard Marsh</strong> &#8211; Hoje mais conhecido por ser o<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/frederico-morais-e-richard-marsh-no-occ-cast-1706/" target="_blank" rel="noopener"><em> coach</em> do nosso Frederico Morais</a> e ainda de surfistas como Leonardo Fioravanti e Ryan Callinan, o que é certo é que até agora nenhum dos pupilos de &#8220;Dog&#8221; superou o seu mestre. 1992 foi o seu melhor ano, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">vencendo a etapa da Ilha Reunião</a>, com direito a um atropelo de Kelly Slater a caminho da final.</p>
<p>9º &#8211; <strong>Martin Potter</strong> &#8211; Pottz tinha sido campeão mundial em 1989 e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/martin-potter-strange-desires-1989-2320/" target="_blank" rel="noopener">mostrava potencial </a>de conquistar pelo menos mais um título. Até que a nova geração entrou em força e acabou com as suas hipóteses. Reformou-se, juntamente com Macauley, em 1994 e pouco mais tarde recebeu um <em>wildcard</em> para voltar ao CT mas um acidente muito grave a treinar para o primeiro evento do ano acabou com o seu <em>comeback</em>. Durante alguns anos esteve ligado à marca que o patrocinou durante parte da sua carreira, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank" rel="noopener">a Gotcha</a>, além de ter sido treinador de surfistas, eventualmente tornando-se um dos comentadores oficiais da WSL.</p>
<p>10º &#8211; <strong>Barton Lynch</strong> &#8211; O campeão mundial de 1988 foi um dos mais improváveis da história do tour, tendo chegado ao último dia de prova em 3º no ranking atrás do &#8220;Rei de Pipeline&#8221; da época, Tom Carroll, e de Hardman. No entanto, a meio do dia era o único resistente na disputa, superando-se para vencer o Pipe Masters e o título. Manteve-se no circuito durante muitos anos, vencendo a sua última prova em 1995. Actualmente continua ligado ao surf tanto como treinador como comentador.</p>
<p>11º &#8211;<strong> Tony Ray</strong> &#8211; A maior &#8220;anomalia&#8221; no top16 de 1992. Tony surpreendeu todos ao vencer uma etapa do CT em Hossegor pesado, mais ainda por &#8220;roubar&#8221; a Kelly Slater a que seria a sua primeira vitória, algo que floridiano conquistou logo na etapa seguinte. Mas Kelly acabaria por vingar-se uma década mais tarde, quando &#8220;roubou&#8221; a que teria sido a primeira e única vitória de Ray no icónico Eddie Ailau, por apenas 2 pontos.</p>
<p>12º &#8211; <strong>Rob Bain</strong> &#8211; Mais um nome forte australiano dos anos 80, que nesta década estava já em fim de carreira. Mesmo assim Rob ficou no tour até 95, reformando-se na prova inaugural de G-Land, depois de bater Kelly Slater e Tom Carroll (wildcard) no round 1.</p>
<p>13º &#8211; <strong>Matt Hoy</strong> &#8211; Mais um surfista entre gerações, como Sunny, mas ainda menos competitivo. Matt seria um surfista de meio da tabela, até ter acordado competitivamente em 1995 para vencer o CT da Ilha Reunião nesse ano, o Coca-Cola Figueira Pro no ano seguinte e o Rip Curl Pro Bells Beach de 1997, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/matt-hoy-uma-lenda-do-surf-australiano-213/" target="_blank" rel="noopener">reformando-se no fim de 1999</a>.</p>
<p>14º &#8211; <strong>Tom Carroll</strong> &#8211; 1992 seria o último ano do bicampeão mundial no tour, que nesta fase já estava em grande queda a nível competitivo. Mesmo assim nesse ano ainda fez uma final, no Brasil, acompanhando Kelly Slater neste seu primeiro título mundial.</p>
<p>15º &#8211; <strong>Teco Padaratz</strong> &#8211; Não haveria Brazilian Storm sem Fábio Gouveia, mas não haveria Fábio Gouveia sem Teco Padaratz. Esta dupla fincou a bandeira brasileira no tour, ambos conquistando grandes resultados durante mais de uma década. Teco teve que esperar mais algum tempo para conquistar a honra de ser o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">melhor classificado brasileiro no tour</a>, algo que aconteceu em 1994, quando terminou em 8º no ranking final.</p>
<p>16º &#8211; <strong>Kaipo Jaquias</strong> &#8211; O surfista que abriu as portas a todos os &#8220;Kauai Boys&#8221; no tour foi Kaipo Jaquias. Dono de um estilo bem havaiano, Kaipo teve como ponto alto da sua carreira o ano de 1996, quando venceu duas etapas do CT, terminou no top5 além de ter vencido a Triple Crown of Surfing.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>As pinturas mais icónicas dos anos 80 e 90</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:31:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carroll, Potter, Hoy, Gomes, Machado &#038; Slater...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que torna uma pintura icónica? Será a criatividade do gráfico ou o impacto do surfista? Ou uma conjugação de ambas? Fica a conhecer algumas das mais marcantes pinturas de pranchas de surf (<em>aka</em> <em>airbrush</em>) dos anos 80 e 90&#8230;</p>
<p>O traço de <strong>Tom Carroll</strong> vem desde os seus dias de <em>grom</em>, quando surfava com as pranchas australianas Aloha. Eventualmente Carroll passou para a marca Byrne, onde esteve durante quase toda a sua carreira (excepto no Havai, onde usava pranchas shapeadas por Pat Rawson) e a pintura foi sendo ligeiramente melhorada com o passar dos anos. Consiste num traço no lado de cima da prancha, que começa no <em>tail</em>, atravessa a prancha quase toda e um pouco antes do<em> nose</em> faz um desvio para fora do <em>rail</em>. Havia versões em prancha branca com traço colorido mas a que realmente marcou era cor de rosa com o traço a branco, pintura que estava na sua prancha quando fez o famoso <em>snap</em> em Pipeline. Mais tarde Tom usou uma versão da mesma pintura na seu modelo Surf Tech e ainda hoje se vê algumas adaptações da mesma mas, seja qual for a versão, lembra sempre o 2x campeão mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tom Carroll - The Snap -Forerunners 2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/mIWx26LIzXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Martin Potter</strong> tinha duas pinturas icónicas que o acompanharam ao longo da sua carreira. Uma delas é talvez a pintura mais copiada de sempre, surgindo em pranchas de stock um pouco por todo o mundo. Esse <em>airbrush</em> ocupava ambos os <em>rails</em> do <em>deck</em> da prancha, com uma espécie de efeito de raios (há quem considere que são ondas) em alguns locais. A outra era uma pintura verde, por fora, com recortes amarelos e há bem pouco tempo foi copiada, em estilo de tributo, por Kolohe Andino que entretanto surgiu com ela na <a href="https://stabmag.com/news/on-the-cover-kolohe-andino-red-bull-decades/" target="_blank" rel="noopener">capa de uma revista Stab</a>. Estas pinturas foram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/martin-potter-lanca-pottz-surfboards-com-mattashapes/" target="_blank" rel="noopener">resgatadas por Potter e Nuno Matta quando relançaram a marca “Pottz” a partir de Portugal</a>  e todos os modelos Pottz Surfboards têm uma das suas duas pinturas épicas. (Podes saber mais sobre esta marca produzida no nosso país <a href="https://www.pottz.surf/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44115" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg" alt="" width="728" height="364" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tom Curren</strong> usou com regularidade uma pintura que, apesar de não ser original, ficou conhecida a nível mundial como &#8220;Black Beauty&#8221;. O californiano usava também uma versão vermelha mas foi quando surgiu em Bells Beach, em 1985, com a versão preta deste<em> design</em> e fez um dos melhores heats da história do surf, contra Mark Occhilipo, que a pintura ficou imortalizada para sempre. É uma pintura muito vulgar ainda nos dias de hoje e o modelo com o mesmo nome da Channel Islands tornou-se num <em>best seller</em> da marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44116" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg" alt="" width="728" height="404" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB-300x166.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>power surfer</em> australiano <strong>Matt Hoy</strong> teve várias pinturas “sólidas”, mas nenhuma tão icónica como a cruz que ocupava a prancha praticamente toda. A versão mais conhecida era preta, uma cor invulgar em pranchas de surf. Apesar de ser bastante reconhecível, não se vê com regularidade esta pintura no <em>line up</em>. Auando se vê, não se esquece, como foi no caso de Gony Zubizarreta que há um par de anos fez um tributo a Hoy numa prancha Semente que se tornou bastante mediática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44117" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg" alt="" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>bad boy</em> do North Shore, <strong>Johnny Boy Gomes</strong>, tinha uma das pinturas mais expressivas da sua época. Tons avermelhados do <em>tail</em> até mais de metade da prancha, passando para amarelo (ou verde) com uma divisão bastante acentuada. Conta a lenda que quem imitasse a pintura teria de ser “casca grossa” dentro e fora de água. Um dos poucos que tentou foi Makua Rothman, que fez vários<em> quivers</em> com a pintura de JBG, com algumas variações de cores, e Ezekiel Lau. Actualmente Johnny já não representa muito no meio do surf mas o seu <em>airbrush</em> continua a ser um dos mais memoráveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44118" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando <strong>Rob Machado</strong> se tornou um dos grandes nomes do surf mundial, ao lado de outras grandes estrelas como Kelly Slater e Shane Dorian, usava uma pintura bastante simples mas altamente reconhecível nas suas Channels Islands. Dois arcos verdes saídos de cada um dos<em> rails</em> foram o suficiente para fazer das suas pranchas entre as mais reconhecíveis da sua geração, provando que por vezes a qualidade dos surfistas pode ser mais importante que a “arte”. Rob deixou de usar a pintura ao fim de alguns anos, passando para os <em>dégradées</em>, algo que também foi bastante copiado um pouco por todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44119" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade as pranchas mais marcantes de <strong>Kelly Slater</strong> não tinham pintura, apenas uma tira de carbono de ponta a ponta da prancha de ambos os lados. Eram assim as pranchas de Kelly durante os seus 2 ou 3 primeiros anos no tour, altura em que se começou a destacar a caminho do estatuto de GOAT (<em>greatest of all time</em>). Esse <em>design</em> vendeu quilómetros de carbono um pouco por todo o planeta no início dos anos 90 e quando deixou de o usar Slater começou a pintar uma espécie de “pin up girls”, versão meio tosca, desenhada pelo próprio até que praticamente deixou de pintar as suas pranchas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44120" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg" alt="" width="728" height="476" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-269x176.jpg 269w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-655x428.jpg 655w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">CURIOSIDADES SURFISTICAS aqui</a>!</p>
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		<title>Os 6 filmes favoritos de surf de Paulo do Bairro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-6-filmes-favoritos-de-surf-de-paulo-do-bairro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 16:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Black and White]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[filme completo]]></category>
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		<category><![CDATA[Jason Buttenshaw]]></category>
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		<category><![CDATA[Momentum]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
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		<category><![CDATA[Surf Into Summeer]]></category>
		<category><![CDATA[VHS]]></category>
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					<description><![CDATA[Do VHS ao DVD...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ver um filme de surf hoje em dia não é a mesma experiência que o foi há pouco tempo atrás. Nos primórdios do surf “moderno” os filmes eram vistos em salas de cinema, que enchiam pois era a única oportunidade que muitos tinham de conhecer outras ondas e outros estilos de surf. Entretanto os filmes começaram a ser produzidos em larga escala e vendidos em cassetes VHS, depois em DVD, até se tornarem na maior parte dos casos de distribuição gratuita online. O auge da produção de filmes de surf deu-se na década de 90, a mesma época em que o surf começava a evoluir muito em Portugal. Paulo do Bairro, além de ter sido um dos grandes nomes da sua época e de se ter <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/28-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-2-a-decada-de-00/" target="_blank" rel="noopener">sagrado campeão nacional em 2000</a>, era dono de uma das maiores “bibliotecas” de filmes de surf do nosso país, tendo mais tarde lançado o seu próprio filme, o “PB TV”. Por ser um dos maiores<em> experts</em> na área, a ONFIRE quis saber quais foram os filmes que mais o marcaram&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Billabong Surf Into Summer – 1987</strong><br />
Ainda tenho todos os filmes, este em VHS. Um dos que mais me marcou foi o Surf Into Summer porque tinha começado a fazer surf há pouco tempo quando saiu e foi o primeiro que tive. Tinha uma parte com o Jason Buttenshaw, que era um dos grandes talentos da altura e outra parte que me marcou foi a que tinha um campeonato da Billabong, em Waimea Bay. Tinha uma<a href="https://open.spotify.com/playlist/3kyxYg5wl1WYy2G6xDTj3C" target="_blank" rel="noopener"> banda sonora que ainda hoje ouço</a>. E claro, pela secção em Kirra. Foi por causa deste filme que fui viver para a Austrália e decidi me situar nessa zona, onde é Kirra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="surf into summer # Jason Buttonshaw # billabong movie" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RtjCi6MO8Fc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quiksilver Kelly Slater in Black and White – 1991</strong><br />
Foi um filme que me marcou bastante porque, um bocado à semelhança do Jason Butenshaw, Kelly Slater era um surfista que eu não conhecia e que de repente veio mudar tudo e dar uma lufada de ar fresco ao surf. Este também tenho em VHS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="What Youth: Rewind Me - Kelly Slater Black &amp; White" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8N0N-qhj1z4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Momentum &amp; Momentum II – 1992 e 1993</strong><br />
Por tudo aquilo que se sabe, é a passagem de guarda. Um novo tipo de surf, um novo tipo de <em>approch</em>, novas caras, música completamente diferente. Este tenho em VHS e DVD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM II (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/4z7M4kcsdwo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Strange Desires &#8211; Martin Potter – 1989</strong><br />
Em termos de filme não é grande coisa mas mostrava um dos meus ídolos, o Martin Potter. É um filme de assinatura só dele e marcou bastante por ser sobre um dos meus surfistas favoritos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://vimeo.com/296740714</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Flow – 2006</strong><br />
Gostei muito pois até aí não havia muitos filmes que não fossem só de acção, só ondas e manobras. O Flow mostra o que está por detrás, o <em>backstage</em>. Tem uma parte que achei muito engraçada que é com o Kelly Slater e o Al Merrick a falarem um sobre o outro, mostrava a proximidade que tinham. Esse tenho em DVD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="FLOW - The True Story of a Surfng Revolution - SURF DOCUMENTARY - OFFICIAL TRAILER" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ycrF2N2Hd0E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Martin Potter &#124; Strange Desires &#124; 1989 &#124;&#124; 23:20</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/martin-potter-strange-desires-1989-2320/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 10:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
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					<description><![CDATA[Um filme de assinatura...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 1989 foi provavelmente o mais marcante da vida de Martin Potter. Foi aí que este foi um dos mais progressivos surfistas da sua geração conquistou o seu título mundial. No mesmo ano Pottz, que já <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/martin-potter-lanca-pottz-surfboards-com-mattashapes/" target="_blank" rel="noopener">surfava com modelos de pranchas semelhantes aos que está actualmente a produzir com a marca Matta Shapes</a>, visitou o muro de Berlim, meses antes deste ser derrubado. A experiência marcou este surfista, que destacou essa viagem no seu filme de assinatura&#8230;</p>
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		<title>Martin Potter lança Pottz Surfboards com MATTAshapes</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/martin-potter-lanca-pottz-surfboards-com-mattashapes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 08:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Matta]]></category>
		<category><![CDATA[Pottz Surboards]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parceria que promete...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Martin &#8220;Pottz&#8221; Potter é um nome que, pelo seu historial como surfista, dispensa apresentações. Uma verdadeira lenda no meio do surf, um campeão mundial e um <em>opinion leader</em> no Chapionship Tour &#8211; &#8220;Pottz&#8221; é uma das razões pelas quais o surf competitivo é onde está hoje. Ele esteve nos primórdios do surf moderno e introduziu manobras radicais na arena competitiva, algo que mudou para sempre o surf competitivo.</p>
<p>Martin Potter acaba de apresentar pranchas “POTTZ” shapeadas por MATTA, uma parceria recente entre o ex-campeão mundial e o shaper Nuno Matta. As pranchas de surf Pottz começam com dois modelos de assinatura da Martin Potter, com uma mistura de shape moderno e estilo dos anos 80 e 90.</p>
<p>A ideia de lançar a marca Pottz Surfboards veio do próprio Pottz e de Nuno Matta. Mais que um ex-campeão mundial, Pottz encaixa-se na verdadeira definição do surf e ainda é uma inspiração no meio. Com as Pottz Surfboards, Nuno e Potter decidiram trazer o espírito das raízes do surf do passado, mas adaptadas ao que de melhor se faz a nível de shape na actualidade.</p>
<p>Para Martin Potter &#8220;as pranchas de surf de Pottz sempre foram uma paixão minha, uma extensão da minha imaginação, assim como do meu surf. Agora eu finalmente conheci alguém que pode me ajudar a compartilhar isso com o mundo. A Matta Surfboards&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para mim, o Pottz sempre foi uma inspiração, trabalhar com ele neste novo projeto é uma honra e eu realmente sinto que ele ainda tem muito para dar ao mundo do surf. Ele tem um conhecimento incrível do surf moderno e uma visão precisa do futuro &#8220;, disse Nuno Matta.</p>
<p>Sobre os modelos:<br />
<strong>Pottz Tri Fin</strong><br />
Este <em>shortboard </em>moderno foi criado para celebrar o Mr. Pottz e continuar seu legado. Baseia-se no MTM &#8211; a favorita da nossa equipe. De seguida derramámos uns “pozinhos secretos”, em colaboração com o Martin, para criar uma sensação de que estamos em 1989 novamente. Esta prancha garantidamente vai fazer com que te se sintas inspirado para fazer surf – mas, não te enganes &#8211; esta é uma <em>shortboard </em>de surf <em>high performance</em>. Outro bónus: ficas com permissão para fazer o uns 360&#8217;s marotos e comentar sobre o surf de outras pessoas&#8230; mas só se tiveres este foguete no teu <em>quiver</em>.</p>
<p><strong>Pottz Twin Fin “The Saint”</strong><br />
A <em>twin fin</em> é um design único da prancha que iniciou tudo para Pottz. Nós usamos o <em>outline </em>que originou o seu estilo de surf radical no passado, mas misturamos com um<em> rocker</em> de <em>high performance</em> nosso para criar a <em>twin fin</em> que faz tudo: desenha aquela linha perfeita que a <em>twin fin</em> faz mas permite que faças manobras modernos em qualquer secção que aparecer. Secções verticais ou moles, esta prancha permite-te rasgá-las como faca quente a cortar manteiga.</p>
<p>Mais info em <a href="https://sable.godaddy.com/c/133787?id=17520.136.1.f864e8d4b1c069d067f1331ee1c65968" target="_blank" rel="noopener">www.pottz.surf</a> &#8211; <a href="https://sable.godaddy.com/c/133787?id=17520.137.1.861830624bc433c342d34fc6cdfcc6ff" target="_blank" rel="noopener">www.matta.surf</a> &#8211; <a href="https://sable.godaddy.com/c/133787?id=17520.138.1.dd1fba8e24f0467b2c3fb685446a9251" target="_blank" rel="noopener">@pottz_surfboards</a></p>
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		<title>Restaurants sessions &#124; Fiji Pro Free Surf &#124;&#124; 3:36</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/restaurants-sessions-fiji-pro-free-surf-336/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 09:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Barton Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[restaurants]]></category>
		<category><![CDATA[Tavarua]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto o OK Fiji Pro avança, ou não, em Cloudbreak, muitos dos competidores têm o line up dos seus sonhos em frente ao restaurante da ilha de Tavarua. Deve ser difícil comer uma refeição em condições quando &#8220;Restaurants&#8221; está a funcionar por isso a fila para apanhar ondas tem sido maior que a fila do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o OK Fiji Pro avança, ou não, em Cloudbreak, muitos dos competidores têm o line up dos seus sonhos em frente ao restaurante da ilha de Tavarua.<span id="more-38237"></span> Deve ser difícil comer uma refeição em condições quando &#8220;Restaurants&#8221; está a funcionar por isso a fila para apanhar ondas tem sido maior que a fila do buffet. Surfistas como John John Florence, Julian Wilson, Wiggolly Dantas, Connor O&#8217;Leary, Glen Hall e os ex-campeões do mundo, Martin Potter e Barton Lynch têm a aproveitado bem a avista, e as ondas&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Beach Chair: Restaurants Is the Tour&#039;s Guilty Pleasure" src="https://player.vimeo.com/video/220589768?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>Pottz &#124; THE THRILL IS BACK BY RVCA &#124;&#124; 7:56</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 21:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[RVCA]]></category>
		<category><![CDATA[The Thrill is Back by RVCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de Herbie Fletcher e da dupla Dane Kealoha e Johnny Boy Gomes, o The Thrill is back da RVCA regressa com o icônico Martin Potter! No seu tempo Pottz foi provavelmente o melhor surfista do mundo e estas imagens retiradas do Wave Warriors mostram surf impressionante até para os dias de hoje! https://vimeo.com/152186788]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de Herbie Fletcher e da dupla Dane Kealoha e Johnny Boy Gomes, o The Thrill is back da RVCA regressa com o icônico Martin Potter!<span id="more-29525"></span> No seu tempo Pottz foi provavelmente o melhor surfista do mundo e estas imagens retiradas do Wave Warriors mostram surf impressionante até para os dias de hoje!</p>
<p>https://vimeo.com/152186788</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Damien Hardman derrota Curren nas Maldivas</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/damien-hardman-derrota-curren-nas-maldivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 16:40:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Damien Hardman]]></category>
		<category><![CDATA[Four Seasons Maldives Surfing Champions Trophy]]></category>
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					<description><![CDATA[Curren VS Hardman é uma disputa com mais de 20 anos de &#8220;vida. No fim dos anos 80 e inicio dos 90 estes dois, Tom Curren e Damien Hardman, disputavam títulos mundiais da ASP. Com a mesma marca como patrocínio principal (Rip Curl), estes andam nisto há muitos anos e desta vez foi Damien que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Curren VS Hardman é uma disputa com mais de 20 anos de &#8220;vida. No fim dos anos 80 e inicio dos 90 estes dois, Tom Curren e Damien Hardman, disputavam títulos mundiais da ASP. <span id="more-1943"></span>Com a mesma marca como patrocínio principal (Rip Curl), estes andam nisto há muitos anos e desta vez foi Damien que se riu por último.</p>
<p>Não foi só dentro de água que estes tiveram grandes choques e uma das primeiras grandes polémicas do surf profissional moderno teve os dois como figuras centrais. Isto porque, num ano em que &#8220;Doma&#8221; era campeão mundial em título, foi Curren que recebeu o segundo contrato milionário da história do surf (o primeiro foi para Tom Carroll via Quiksilver). Apesar de ser da mesma nacionalidade que a marca Rip Curl, algo que na altura &#8220;pesava&#8221; bastante, Hardman era visto como uma máquina de competir enquanto que Tom era um ícone com um estatuto que só Kelly Slater conseguiu superar décadas mais tarde.</p>
<p>Longe de aparecer em tudo o que era website na altura, até porque a internet ainda nem existia como a conhecemos, este assunto não deixou de dar muito que falar. Mas a marca conseguiu lidar com ele de tal maneira que ainda hoje os dois continuam patrocinados pela Rip Curl. Ao longo dos anos Damien e Tom têm-se &#8220;cruzado&#8221; bastante em eventos de Masters e special events, como foi o caso deste Four Seasons Maldivas Surfing Champions 2012.</p>
<p>Este evento para convidados trouxe 5 ex-campeões do mundo às Maldivas, os dois que já referimos e ainda Martin Potter, Mark Occhilupo e Phil Rajzman (campeão mundial de longboard em 2007). Durante vários dias estas cinco lendas apanharam boas ondas no pico de Sultons mas no fim teria de se definir campeões.</p>
<p>Curren perdeu a final do Champions Trophy por muito pouco pois na sua última onda da final conseguiu 6.5 a precisar de 7.5. E houve outras finais, Damien venceu também a final da categoria single fin, deixando Potter em segundo, e a final de twin fin contra Occy.</p>
<p>&nbsp;<br />
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