<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Marcos Anastácio &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/marcos-anastacio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Sep 2023 20:20:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.7</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>Os recordistas de títulos nacionais de surf masculino</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-recordistas-de-titulos-nacionais-de-surf-masculino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
		<category><![CDATA[Guga Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Os campeoes nacionais de surf]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=71535</guid>

					<description><![CDATA[16 surfistas, 31 títulos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 1992, ano em que se realizou o primeiro circuito profissional de surf em Portugal, já foram atribuídos 31 títulos nacionais, divididos por apenas 16 surfistas. Fica a saber quem foram os campeões nacionais, e quantos títulos cada um conquistou&#8230;</p>



<p><strong>Vasco Ribeiro, o pentacampeão nacional</strong><br>Vasco conquistou o seu primeiro título aos 17 anos e só não venceu mais vezes devido ao seu foco estar em circuitos mais importantes. O surfista de São João do Estoril venceu a Liga MEO Surf nos anos de 2011, 2012, 2014, 2017 e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank">2021</a>. Actualmente encontra-se fora das lides competitivas e não poderá aumentar o seu recorde tão cedo, mas ainda prevemos mais alguns títulos nacionais no futuro.</p>



<p><strong>Ruben Gonzalez, o tetracampeão</strong><br><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/top10-os-10-surfistas-preferidos-de-ruben-gonzalez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gonzalez</a> conquistou o seu primeiro título em 2004, e quarto e último em 2008. Apesar de ser considerado como um dos grandes talentos da história do surf nacional e de ter conquistado bons resultados ao longo dos anos, o seu primeiro título só surgiu aos 25 anos, começando aí um forte domínio neste circuito. O seu recorde de títulos nacionais durou até 2017, sendo superado em 2021.</p>



<p><strong>João Antunes, José Gregório e Frederico Morais, os tricampeões nacionais</strong><br>Mesmo “apenas” tendo conquistado três títulos, Antunes foi um dos mais dominantes surfistas de sempre em Portugal, disputando títulos ao longo de duas décadas. Por sua vez José Gregório foi durante alguns anos o &#8220;homem a abater&#8221; do surf nacional. Os seus confrontos com Antunes foram alguns dos mais interessantes da história deste circuito, algo que contribuiu muito para a competitividade deste circuito. Já Frederico Morais a esta hora podia ter pelo menos o dobro dos títulos case não tivesse tido alguns <em>close calls</em> com Vasco Ribeiro. O seu foco foi sempre o Championship Tour e houve anos em que nem podia correr a Liga por fazer parte da elite do surf mundial. É mais um surfista que poderá continuar a acumular títulos durante algum tempo quando se reformar do circuito mundial.</p>



<p><strong>Justin Mujica e Miguel Blanco, os bicampeões nacionais</strong><br>Justin Mujica aterrou em Portugal em 1999 e tratou de “limpar” o primeiro circuito da ANS. Mas, mesmo tendo conquistado mais um título, o venezuelano realmente deixou a sua marca pelo seu estilo de surf mais progressivo e radical, algo que até aí nunca se tinha visto no nosso país. Por sua vez Miguel Blanco dominou por dois anos consecutivos, mostrando que estava acima da média em termos de talento no nosso país, antes de se dedicar ao free surf.</p>



<p><strong>Surfistas com um título nacional:</strong><br><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank">Almir Salazar</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank">Rodrigo Herédia</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Anastácio</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/paulo-do-bairro-regressa-a-familia-polen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulo do Bairro</a>, Guga Gouveia, Tiago Pires, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-destinos-preferidos-de-joao-guedes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Guedes</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" data-type="URL" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/the-other-side-of-the-mountain-pedro-henrique-319/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Henrique</a> e Guilherme Ribeiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">71535</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A evolução do surf nacional na WSL &#8211; Do fim do ranking QS ao top10 do CT</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-evolucao-do-surf-nacional-na-wsl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 10:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Matta]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=61750</guid>

					<description><![CDATA[Três décadas de evolução...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro circuito mundial de surf organizado dava pelo nome de International Professional Surfing (IPS), que existiu entre os anos de 1976 e 1982. Seguiu-se a Association of Surfing Professionals (ASP), que eventualmente evoluiu para a actual World Surf League. Fica a conhecer o percurso dos surfistas portugueses até ao histórico top10 de Frederico Morais em 2021&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Anos 90 &#8211; As primeiras tentativas</strong></p>
<p>O circuito com duas divisões, QS e CT, foi inaugurado em 1992, sendo que, anteriormente a esta fase, já alguns surfistas portugueses tinham competido em provas do circuito mundial, com pouco impacto. Esse foi um ano importante para o surf português, que teve o seu primeiro verdadeiro circuito nacional, com várias etapas e um bom prize money. O nível dos surfistas portugueses, tirando raríssimas exceções, estava muito aquém da média do circuito mundial, o que deu ao circuito nacional e ao europeu (EPSA) um papel importante de preparação para o futuro.</p>
<p>Em 1993 já alguns surfistas portugueses começaram a apostar mais no QS, com destaque as presenças nos oitavos de final de <strong>João Alexandre “Dapin”</strong> no Pukas Pro e de <strong>Marcos Anastácio</strong> no Staroup Pro, mas foi <strong>Rodrigo Herédia</strong> quem acabou melhor classificado no ranking, na 207ª posição. No ano seguinte tanto Herédia (que furou o top200 pela primeira vez) como <strong>Nuno Matta</strong> marcaram as primeiras presenças nos quartos de final em provas na Costa Rica e Pantin e João Antunes mostrou muito bom surf na etapa da Ericeira. No entanto mais alguns anos se passaram sem grande evolução ou dedicação ao circuito mundial e até ao final de 1997 a melhor classificação lusa no circuito QS foi o 137º lugar de <strong>João Antunes</strong>.</p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1992</strong> &#8211; João Alexandre “Dapin” – 223º no circuito QS<br />
<strong>1994</strong> &#8211; Rodrigo Herédia – 176º no circuito QS<br />
<strong>1997</strong> &#8211; João Antunes – 137º no circuito QS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A era de Tiago Pires</strong></p>
<p>Foi em 1998 que surgiu no circuito <strong>Tiago Pires</strong>, na altura com 18 anos, o primeiro surfista nacional a olhar para a qualificação com um objectivo sério de chegar à elite do surf mundial, o Championship Tour. Ao fim do seu primeiro ano a tempo inteiro Saca já tinha alguns resultados sólidos, acabando numa histórica 76º posição do ranking. Nos anos que se seguiram o surfista da Ericeira começou a quebrar barreiras, ficando à porta do CT logo no ano 2000, quando terminou a última etapa do ano em 2º lugar numa prova em que a vitória lhe garantia uma vaga no tour. Seria quase impossível enumerar todos os resultados históricos de Tiago Pires, mas entre as estreias destacam-se a primeira vitória portuguesa numa prova QS, a primeira final no Havai (2º lugar em Sunset), primeira vitória QS fora de Portugal (prova 5 estrelas no Japão), a primeira vez que um surfista liderou o circuito QS e, claro, talvez o momento mais importante da história do surf português, a primeira qualificação para o Championship Tour.</p>
<p>Foi em 2008 que Saca se estreou como membro do Championship Tour, um feito reservado apenas para os melhores entre os melhores. O português qualificou-se quando o tour ainda era constituído por 44 surfistas, permanecendo por 7 temporadas, apesar de numa delas ter ficado de fora por lesão. O seu 21º lugar de 2010 acabou por ser a melhor classificação da sua carreira, mas também se destacam três 3ºs lugares em etapas e muitas vitórias sobre praticamente todos os grandes nomes do tour. Depois de 9 anos no circuito QS e 7 no CT, Tiago Pires reformou-se do tour mas o seu trabalho estava feito, Portugal estava no mapa do surf mundial e o percurso estava delineado para outros o seguirem.</p>
<p><iframe title="Tiago Pires Profile - Backstage - Quiksilver Pro France 2011" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z5WU3ndHElo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 1999</strong> – Tiago Pires – 76º no circuito QS<br />
<strong>2002</strong>, <strong>2002</strong> e <strong>2003</strong> &#8211; Tiago Pires – 27º no circuito QS<br />
<strong>2005</strong> – Tiago Pires – 19º no circuito QS / Justin Mujica &#8211; 75º no circuito QS<br />
<strong>2007</strong> &#8211; Tiago Pires – 5º no circuito QS<br />
<strong>2010</strong> &#8211; Tiago Pires – 21º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A geração seguinte</strong></p>
<p>Quando Tiago Pires se afastou do surf competitivo a nível mundial, já a geração seguinte estava em <em>full force</em>, de olho em continuar o legado. Tanto <strong>Frederico Morais</strong> como <strong>Vasco Ribeiro</strong>, este último já com um título mundial júnior da WSL, mostrarem potencial desde cedo, mas foi Frederico quem conseguiu a qualificação. Em 2013 tornou-se no segundo português a fazer uma final no Havai, também em Sunset, e em 2016, ano em que venceu a sua primeira prova QS, na Ilha de Martinique, fez mais duas finais no Havai, ambas terminando em segundos lugares que mereciam ter sido vitórias, qualificando-se em 4º lugar no QS.</p>
<p>No primeiro ano no tour não parou de surpreender, batendo muitos dos nomes mais sonantes, e garantindo a melhor classificação de um português até aí, o 14º lugar. Outro destaque foi a sua final em Jeffreys Bay, um feito nunca antes conseguido por um português, e nunca repetido desde aí. Em 2018, depois de várias derrotas apertadas, e uma lesão grave antes da última etapa, ficou fora do tour por um lugar, garantindo mesmo assim algumas presenças no CT do ano seguinte. 2019 começou mal mas acabou por ser um ano muito marcante, com um 3º lugar na prova do Championship Tour do Brasil, e três vitórias no circuito QS, duas em Portugal e uma no Havai, em Haleiwa, tornando-se no primeiro português a vencer no Havai e o primeiro a vencer o circuito QS. Em 2020 a pandemia colocou o circuito mundial em <em>stand by</em>, mas Frederico ainda bateu o campeão mundial em título, <strong>Ítalo Ferreira</strong>, na final de um <em>special event</em>, o MEO Portugal Cup of Surfing. O seu momentum foi levado para este ano, conquistando vários resultados sólidos para acabar num histórico top10 do Championship Tour, um marco que ficara marcado para sempre no surf português.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Moche Surf Team || Kikas no Hawai || Rumo ao WCT!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pehEo5J95OA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Classificações mais relevantes:</strong><br />
<strong> 2016</strong> – Frederico Morais – 4º no circuito QS<br />
<strong>2017</strong> &#8211; Frederico Morais – 14º no Championship Tour<br />
<strong>2019</strong> – Frederico Morais – 1º no circuito QS<br />
<strong>2021</strong> &#8211; Frederico Morais – 10º no Championship Tour</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próximo objectivo seguramente será “furar” o top5 do CT. Será Frederico Morais, Vasco Ribeiro (se conseguir a qualificação para o tour) ou ficará a cargo de uma nova geração de surfistas nacionais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brevemente em <a href="https://www.onfiresurfmag.com/" target="_blank" rel="noopener">onfiresurfmag.com</a> &#8211; O surf feminino ao longo das décadas, de Patrícia Lopes à geração actual&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61750</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Keeping up com Marcos Anastácio &#124; Uma conversa sobre a realidade dos patrocínios em Portugal nos anos 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 14:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Keeping up]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=60884</guid>

					<description><![CDATA[A primeira geração de surfistas profissionais nacionais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os anos 90 foram, em muitos aspectos, uma época de ouro no surf português. Foi aí que uma<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noopener"> primeira geração começou a estabelecer-se</a>, aproveitando alguns factores, como ter o surf na televisão regularmente e um circuito profissional organizado, para conquistar bons patrocínios e começar a viver 100% do surf. Um dos grandes nomes da época foi Marcos Anastácio, conhecido tanto pelo seu carisma como pelo seu surf rápido e radical, que foi claramente um dos que melhor soube aproveitar o crescimento que o desporto teve na altura. Falámos um pouco com Marcos para ficar a saber mais sobre a realidade do surf profissional nos primórdios dessa profissão no nosso país&#8230;</p>
<p><strong>Consta que foste um dos primeiros patrocinados de surf na Red Bull. Podes contar como foi todo o processo?</strong><br />
Eu não fui dos primeiros patrocinados da Red Bull, eu fui o primeiro patrocinado de surf da marca a nível mundial. Lembro-me como se fosse ontem que foi o meu amigo Roni (Carrari) quem me ajudou a fazer essa ligação, pois a mulher dele trabalhava na Red Bull e disse que eles andavam à procura de um atleta. Eu fui levado pelo Roni a uma reunião com um colombiano num hotel, que era quem estava a tratar da implementação da Red Bull em Portugal, e pronto, fiquei e fui o primeiro. Devo muito a eles, fui patrocinado por muitos anos, estive na primeira fase da marca, que ainda era com uma distribuidora, numa segunda fase com outra distribuidora que era a Viborel, depois passei para a Red Bull internacional quando a marca se estabeleceu cá. Salvo erro, acho que fui patrocinado desde 1996 até 2016.</p>
<p><strong>Ainda te lembras de todos os patrocínios que já tiveste?</strong><br />
Fui patrocinado pela Instinct, na altura do Martins Simões, comecei pela Gul e depois passei para a Instinct. Ainda fiz umas viagens, onde se destaca a da África do Sul, em que visitei a casa mãe da marca. Depois fui para a Gotcha, que era representada pela Tenda Samadi (actual Aura), infelizmente ambas foram marcas que acabaram. Foi através do Zé Manel (Sousa Braga, ex-selecionador nacional e ex-director de marketing da Aura) que me levou a uma reunião com o Rico (Moser), a quem eu devo muito. Eu era a terceira opção deles mas foi uma ligação à empresa por 10 anos, o que não deixa de ser engraçado. A primeira era o (Bruno Charneca) Bubas, só que ele não quis, a segunda era o (Rodrigo) Herédia, e depois eu. Sempre me apoiaram muita bem, deram-me tudo o que era possível, e o que era impossível muitas vezes. Depois fui para a Redley, que foi uma empresa que me deu um apoio brutal. O director de marketing era o Zé Seabra, uma pessoa que na altura já tinha uma grande visão e fiz imensas viagens com eles. Depois voltei outra vez para a Aura, patrocinado pela Reef durante muito tempo e sempre fui muito bem apoiado. Fora do surf (além da Red Bull) ainda fui apoiado pela NetCtra, uma empresa que depois foi adquirida pela Vodafone. Foi uma cena muito engraçada, nunca falei com ninguém, foi uma coisa meio fria, mas o pagamento batia sempre certo ao fim do mês.</p>
<p><strong>Uma vez constaste-me que passaste por todas as marcas de óculos em Portugal! Confirmas? Quais foram?</strong><br />
Sim, deixa-me ver se me lembro de todos. Fui da Smith, que tinha um distribuidor nas Caldas da Rainha, fui depois da Draggon, que era representada pelo (Gonçalo Lopes) Ratinho, passei pela Arnette, quando ainda era “Arnet”, fui da Oakley por 2 ou 3 meses, jogada de bastidores, e mais recentemente fui da VonZipper.</p>
<p><strong>E os <em>prize moneys?</em> Eram muito relevantes na vossa realidade?</strong><br />
Os <em>prize moneys</em>, se recebesse 100 contos (500 euros) já era brutal. A vida também era mais barata, eu lembro-me que houve uma altura, durante dois ou três anos em que ganhei 2.500 contos (cerca de 12.500 euros hoje), mais os prize moneys, que era o que um futebolista da terceira divisão ganhava. Dava para ser bem feliz a fazer aquilo que nós gostamos. Eu sei que são valores irrisórios para agora mas também sinto que agora pouca gente é patrocinada em Portugal e na altura havia muitos mais patrocinados. Acho que agora só precisamos dos dedos de uma mão para contar os surfistas que recebem mesmo dinheiro. São outras épocas, os patrocínios da minha altura estavam ligados a marcas de surf que vendiam imenso, só que hoje em dia, para receberes 1.000 euros a marca tem que vender muito pois para o marketing só vai 5 a 6% da facturação e o marketing não é só ter surfistas patrocinados.</p>
<p><strong>Tendo vivido esse lado do surf durante tantos anos, nunca tiveste em mente ficar a trabalhar mais nessa área, do marketing/team manager, em vez de entrares no mundo das vendas/gestão de uma escola de surf?</strong><br />
Eu fiz parte do marketing, ajudava o Rico e o Zé Manel no marketing, mas esse trabalho não é só dar autocolantes e roupa. Tens que fazer um estudo, perceber o que vais retirar do patrocinado e aí acho que me faltava muito <em>know how</em>. E o que eu gosto mesmo é de vender.</p>
<p><strong>Para terminar, como foi a adaptação de uma profissão para a outra?</strong><br />
As coisas sempre aconteceram de uma forma muito natural, temos que nos aguentar, eu quando era profissional surfava de manhã, a manhã toda e depois descansava e via televisão o dia todo. Agora se quiser faço surf de manhã mas antes era a minha primeira prioridade, e agora passou para a minha 10ª prioridade. Mas depois uma pessoa habitua-se, também faço o que gosto, estou ligado ao surf, na escola de surf e nos alugueres das pranchas, foi uma transição muito simples, não deu nenhuma depressão. Tem a ver com a educação que tive, os meus pais são pessoas muito trabalhadoras, a minha mãe sempre me incutiu que é importante trabalhar para garantir a sustentabilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/keeping-up-com-marcos-anastacio-uma-conversa-sobre-a-realidade-dos-patrocinios-em-portugal-nos-anos-90/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60884</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dicas do Velhote &#124; Marcos Anastácio revela o segredo&#8230; &#124;&#124; 4:48</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/dicas-do-velhote-marcos-anastacio-revela-o-segredo-448/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2021 18:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do Velhote]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=59096</guid>

					<description><![CDATA[Um segredo guardado por muitas gerações...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Anastácio está de volta com as &#8220;Dicas do Velhote&#8221; e desta vez é para revelar um dos segredos mais antigos do surf, como ficar mais tempo dentro de água! O mítico surfista tinha esta dica bem guardada mas, para ficares a saber tens que ver&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59096</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Descobre quem eram os surfistas mais populares de Portugal em 2004</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/descobre-quem-eram-os-surfistas-mais-populares-de-portugal-em-2004/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 23:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[justin mujica]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[ruben gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=55640</guid>

					<description><![CDATA[ONFIRE Poll]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004 a ONFIRE estava no seu segundo ano de existência e na edição número #8, Março/Abril, tínhamos um DVD para oferecer a cerca de 1.000 leitores. No entanto, em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada.</p>
<p>Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única &#8220;ONFIRE Poll&#8221;, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018.</p>
<p>Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar &#8220;furar&#8221;. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses.</p>
<p>Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.</p>
<p>A lista:</p>
<p><strong>1º lugar – Tiago Pires</strong><br />
<strong> 2º lugar &#8211;</strong> José Gregório<br />
<strong>3º lugar &#8211;</strong> Ruben Gonzalez<br />
<strong>4º lugar &#8211;</strong> Justin Mujica<br />
<strong>5º lugar &#8211;</strong> João Antunes<br />
<strong>6º lugar &#8211;</strong> Paulo do Bairro<br />
<strong>7º lugar &#8211;</strong> David Luís<br />
<strong>8º lugar &#8211;</strong> Nuno Telmo<br />
<strong>9º lugar &#8211;</strong> Marcos Anastácio<br />
<strong>10º lugar –</strong> João Alexandre “Dapin”</p>
<p>Também mencionado no artigo foram os seguintes surfistas:</p>
<p><strong>11º lugar &#8211;</strong> João Guedes<br />
<strong>12º lugar &#8211;</strong> Jó Bento<br />
<strong>13º lugar &#8211;</strong> Rodrigo Herédia<br />
<strong>14º lugar &#8211;</strong> Aécio Flavio<br />
<strong>15º lugar &#8211;</strong> Alexandre Ferreira “Xaninho”<br />
<strong>16º lugar &#8211;</strong> Guga Gouveia</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55640</post-id>	</item>
		<item>
		<title>3 gerações de surfistas que quebraram barreiras</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno “Bubas” Charneca]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Rebiere]]></category>
		<category><![CDATA[EuroForce]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Momentum]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Zagalo]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Jó Bento]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Couto “Pirujinho”]]></category>
		<category><![CDATA[José Gregório]]></category>
		<category><![CDATA[Kalani Robb]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Mica Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Miky Picon]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Matta]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Beven]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo do Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Heredia]]></category>
		<category><![CDATA[Ross Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Dorian]]></category>
		<category><![CDATA[Taylor Knox]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=55460</guid>

					<description><![CDATA[Portugal, Europa, Mundo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revolução nunca acontece por obra de um elemento isolado, é preciso um grupo sólido para causar um impacto duradouro. No surf as grandes mudanças de guarda acontecem entre gerações mas nem todas têm a capacidade de quebrar barreiras e moldar o desporto. Fica a conhecer três gerações que mudaram o surf profissional:</p>
<p>“<strong>Geração Momentum</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> &#8211; Mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> &#8211; Kelly Slater, Rob Machado, Shane Dorian, Ross Williams, Taylor Knox e Kalani Robb, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Liderada por Kelly Slater, a geração Momentum veio arrasar a anterior tanto a nível competitivo como mediático. No início dos anos 90 uma geração envelhecida mas ultra competitiva que tinha dominado o tour na década anterior parecia estar preparada para continuar o seu reinado, até que em 1992 Slater conseguiu &#8220;roubar&#8221; o título mundial e mostrar a porta de saída aos veteranos. Em 1993 o título ficou do lado da velha geração mas seria o último e, com a entrada de surfistas como Rob Machado e outros da mesma geração, deu-se um <em>switch</em> e o surf moderno estabeleceu-se. O domínio mediático foi mais rápido e fácil já que os principais meios de comunicação da altura, as revistas, imediatamente começaram a criar espaço para este movimento. Também nas produções de vídeo, que na época tinham uma expressão mais relevante que na actualidade, esta geração passou a dominar ao aparecer em destaque nos filmes de Taylor Steele, cujo primeiro grande filme deu nome à geração, mas também de outros produtores da época que contribuíram para difundir este estilo de surf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<strong>EuroForce</strong>&#8221;<br />
<strong>Escala</strong> – Europeia e mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – Miky Picon, Tiago Pires, Patrick Beven, Eric Rebiere, Jeremy Flores, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Década de 00<br />
Durante os anos 90 os surfistas europeus começavam a ganhar expressão a nível mundial com surfistas como Russell Winter, que entrou no Championship Tour, e Eneko Acero, que venceu a primeira prova QS, e mais alguns casos pontuais. No fim dessa década este grupo começou a &#8220;encostar-se&#8221; aos melhores juniores do mundo e quando atacaram o circuito QS a tempo inteiro já estavam equiparados aos surfistas de qualquer uma das grandes potências do surf mundial. Entretanto o grupo foi fortalecido por surfistas como Aritz Aranburu, Michel Bourez, Marlon Lipke, Tim Boal, continuando o <em>push</em> por alguns anos, transformando a Europa numa potência do surf mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Euroforce 2008 - Fiji - Episode 4/11" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/goZ-X0GIh2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Geração de Ouro</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> – Nacional (Portugal)<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – João Alexandre “Dapin”, João Antunes, Rodrigo Herédia, José Gregório, Bruno “Bubas” Charneca, Marcos Anastácio, Nuno Matta, José Gregório, Paulo do Bairro, José Couto “Pirujinho”, Mica Lourenço, Bruno Rodrigues, Hugo Zagalo e Jó Bento, entre muitos outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Esta geração de surfistas surgiu “faminta” por sucesso, evolução e algo que até aí não existia no nosso país, carreiras como surfistas profissionais. Vários factores fizeram com que esse sonho se tenha tornado realidade, um circuito nacional bem organizado e com bom <em>prize money</em>, um circuito Europeu muito competitivo mas também com boas recompensas financeiras, e muita visibilidade em meios de comunicação como a televisão, através do Portugal Radical e Sem Limites, e revistas da época. O surf cresceu muito nessa época, o que fez com que as principais marcas começassem a capitalizar nesta nova tendência do mercado e a pagar ordenados aos principais nomes do surf português. Foi uma época de grande crescimento que abriu o caminho para que as gerações seguintes conseguissem atingir patamares mais altos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOP Nacional 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460175?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="400" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55460</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Marcos Anastácio fala sobre a nova realidade para as escolas de surf, os seus directos e mais&#8230; &#124; Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/marcos-anastacio-fala-sobre-a-nova-realidade-para-as-escolas-de-surf-os-seus-directos-e-mais-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 12:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=55300</guid>

					<description><![CDATA[Opinion leader...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início dos anos 90 uma geração de surfistas “tomou posse” do surf nacional, acabando por dominar durante muito tempo e lançar uma nova realidade no nosso país, a possibilidade de se ser surfista profissional. Um dos melhores e mais carismáticos dessa geração era Marcos Anastácio, que em 1995, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">um dos anos mais competitivos da história do surf profissional português</a>, foi campeão nacional. Mais de duas décadas passaram mas o reconhecimento de Marcos não desapareceu, mantendo-se como uma referência principalmente na praia que o viu crescer e onde montou a sua escola, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/angels-surf-school-apresenta-modalidade-performance-training/" target="_blank" rel="noopener">Angels Surf School</a>, Carcavelos. Durante esta época de quarentena este surfista tem-se mantido ocupado a fazer entrevistas em directo através do <a href="https://www.instagram.com/angelsurfschool/" target="_blank" rel="noopener">instagram da sua escola </a>e a ONFIRE aproveitou a ocasião para falar com sobre o seu &#8220;<em>live</em>&#8221; mais polémico, e mais alguns temas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marcos, sabemos que foste dos primeiros a fechar a escola de surf, tens alguma data na tua cabeça de quando achas que será possível voltar a abrir?</strong><br />
Não tenho a certeza , mas mesmo que abra vai ser muito devagarinho pois apesar de ser ao ar livre vamos ter muitas condicionantes.</p>
<p><strong>Quais são as consequências para as escolas ao fim de apenas um mês de “quarentena”?</strong><br />
Como todos os negócios, são devastadoras. Teremos que começar do início, um desafio.</p>
<p><strong>Como te tens ocupado em casa, além de fazer os directos no instagram?</strong><br />
Tenho feito umas caminhadas aqui na rua, tenho lido e ajudado os miúdos na escola.</p>
<p><strong>Como tem sido o feedback dos directos?</strong><br />
Comecei os directos com dois intuitos, passar o tempo e manter o contacto com os nossos alunos. No início entendi logo que em monólogo era bastante difícil, principalmente nos dias mais negativos. Iniciei os directos com convidados, que é muito mais fácil de fluir uma conversa e uma boa história. Falando com alguns amigos tenho recebido <em>feedback</em> de onde foi bom ou foi mal e assim consigo melhorar. Mas de uma forma geral tem sido positivo.</p>
<p><strong>O que achaste deste último, mais polémico, com o Rui Bessone?</strong><br />
Polémico???? Acho que é muito pelo contrário, acho que 97% das pessoas estão de acordo com o que o Rui disse. Não existe polémica quando uma maioria absoluta concorda. Apesar de concordar com o Rui, que ninguém devia surfar, acho que não nos cabe a nós apontar nomes. Isso cabe às autoridades e às identidades que têm essa função. Mas acho que devemos passar à frente, os surfistas têm que estar todos unidos neste momento, sejam surfista de lazer, notáveis do surf, competidores, escolas de surf, surf camps, indústria do surf, todos os que estão relacionados com o surf, para defender as futuras regras da classe. Se não formos nós a indicar aos nossos governantes e presidentes de Câmaras em que condições podemos ir ao mar, e ao mesmo tempo defender a nossa saúde e dos outros praticantes, corremos o risco de alguém o fazer por nós sem conhecimento de causa.</p>
<p><strong>Mudando de assunto, a tua geração era muito diferente das mais recentes. O que dirias que são as diferenças mais visíveis?</strong><br />
É difícil fazer está comparação porque os tempo e os meios eram outros. Acho que acima de tudo, com mais dinheiro os surfistas deixaram de ser surfista e tornarem-se atletas, o que é perfeitamente normal. O profissionalismo mais intenso permitiu a esta geração evoluir muito mais e passar para um patamar muito mais alto que o da minha geração. Na minha altura era impossível pensar que o nível ia estar onde está. Daqui a 20 anos vais perguntar ao Kikas a mesma pergunta e ele vai fazer a mesma analogia com a geração que na altura vai dar cartas. Acho que nos éramos mais surfistas na essência primordial do surf, e agora são mais atletas, mais “Ronaldos”.</p>
<p><strong>O que é que a tua geração viveu que estas mais recentes não vão viver?</strong><br />
Nós fomos uma escada para esta nova geração e eles vão ser para outra geração. Nunca vão saber o que é dormir na praia, chegar a uma etapa de transportes públicos e comer enlatados. Nunca vão saber como é chegar ao sítio da prova e não saber onde vão ficar, ter que fazer as inscrições por fax&#8230;</p>
<p><strong>Sempre foste um surfista conhecido pela sua pica de surfar, aos 48 anos, com trabalho e família, mantens essa vontade de surfar?</strong><br />
Claro, principalmente quando o mar está bom. O meu grau de exigência é que desceu, desci as expectativas e tenho curtido muito mais. Mas sempre que posso lá estou eu a dizer “oi oi oi oi”, esta é minha.</p>
<p><strong>Outra coisa que sempre te caracterizou foi o teu conhecimento de música. Que banda sonora recomendas para este tempo de quarentena?</strong><br />
Música é um estado de espírito, que reflecte o espírito quando estás a ouvir. Infelizmente perdi o hábito de ouvir música em casa, só mesmo no carro e como ando muito, ou andava de carro, através do Spotify tenho ouvido muita música. Mas não em quarentena, onde prefiro podcast. Por isso, como estamos de quarentena, fica aqui a minha lista de podcasts&#8230;<br />
&#8211; <a href="https://podcasts.apple.com/pt/podcast/aint-that-swell/id1161622586" target="_blank" rel="noopener">AIN&#8217;T THAT SWELL</a>;<br />
&#8211; <a href="https://podcasts.apple.com/pt/podcast/disgraceland/id1275172907" target="_blank" rel="noopener">DISGRACELAND</a>;<br />
&#8211; <a href="https://podcasts.apple.com/pt/podcast/27-club/id1492134933" target="_blank" rel="noopener">27 Club</a>;</p>
<p><strong>Para terminar, quem te influência ou inspira hoje em dia?</strong><br />
As pessoas felizes a minha volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podes assistir aos directos de Marcos Anastácio pelas 18 horas <a href="https://www.instagram.com/angelsurfschool/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carcavelos Barrels" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/gcE2Etp_eyY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55300</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Angels Surf School apresenta modalidade Performance Training</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/angels-surf-school-apresenta-modalidade-performance-training/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 16:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Angels Surf School]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Performance Training]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=54239</guid>

					<description><![CDATA[Um treino especial supervisionado por Marcos Anastácio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Angels Surf School é um das escolas de surf mais antigas do nosso país e está situada num dos mais icónicos <em>spots</em> da Praia da Carcavelos, a Tricana. Além de contar com treinos normais para iniciantes e avançados, entre outros serviços, a escola apresenta agora o “Performance Training”.</p>
<p>Este treino especial consiste em sessões de 120 minutos, 90 minutos dentro de água e 30 minutos de análise de vídeo. Todas as sessões são captadas em vídeo, que são posteriormente enviadas por email. Carcavelos, São Pedro do Estoril, Guincho, Praia Grande e Costa da Caparica são as principais opções para estas sessões, dependendo sempre do nível técnico e disponibilidade do aluno.</p>
<p>São muitos os surfistas que progridem bem inicialmente mas chegam a momentos em que mostram dificuldade em dar o salto para um nível de desempenho mais elevado. Felizmente, hoje existem métodos para quebrar as barreiras ao desempenho, modelos de treino adaptados às necessidades e objetivos de cada aluno, visando eliminar erro técnicos, psicológicos ou de tomada de decisão.</p>
<p>Os instrutores da modalidade Performance Training contam com muitos anos de experiência e, em alguns casos, curso de grau 2 da Federação Portuguesa de Surf, sendo ainda supervisionados por um dos grandes nomes da história do surf português, Marcos Anastácio.</p>
<p>Mais informações<a href="https://www.angelsurfschool.com/performance-training/" target="_blank" rel="noopener"> AQUI</a>!</p>
<p>Contacto: angelssurfschool@gmail.com</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54239</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Portugal Surf Rentals, a solução perfeita para uma surf trip a Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/portugal-surf-rentals-a-solucao-perfeita-para-uma-surf-trip-a-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 15:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal Surf Rentals]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=49546</guid>

					<description><![CDATA[Um projecto de Marcos Anastácio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a melhor parte de fazer uma surf trip? Num questionário recente 70% das pessoas responderam “Surfar ondas novas” e outras 30% apontaram para o “Contacto com uma cultura diferente”. Na mesma plataforma a questão “Qual é a pior parte de fazer uma surf trip” teve uma resposta de 93% para a opção “Lidar com o transporte de pranchas”.</p>
<p>Mais difícil que saber onde estão as melhores ondas à chegada, é descobrir o que se pode esperar das companhias áreas à partida. Algumas cobram preços elevados pelo transporte, outras menos, mas regularmente causam danos nas pranchas durante a deslocação, quando não as perdem. E haverá pior sensação que chegar a um destino em que as ondas estão perfeitas e não ter pranchas ou ter de descobrir onde se pode reparar as mesmas?</p>
<p>Felizmente quem viaja para Portugal já não precisa de lidar com esse problema. A Portugal Surf Rentals é um serviço de aluguer que permite escolher, dentro de uma gama muito variada, a prancha a que mais se assemelha às necessidades de cada surfista para que este não perca nem uma onda durante a sua visita. O <em>stock</em> inclui pranchas de shapers como Jon Pyzel, da Pyzel Surfboards, Jason Stephenson da JS, Al Merick da Channels Islands, Matt Biolas da &#8230;Lost e ainda best sellers da FireWire, como o modelo Sci Fi da Slater Designs/Tomo e Hypto Krypto da Hayden Shapes, além de uma vasta escolha de modelos de shapers locais, tudo em perfeito estado e em diversos tamanhos (<a href="https://www.portugalsurfrentals.com/surf-rental-portugal/" target="_blank" rel="noopener">fica a conhecer as tuas opções AQUI</a>). Também pranchas para surfistas iniciantes estão disponíveis, com uma enorme oferta de longboards e malibus e ainda softboards e fatos para quem precisar.</p>
<p>Para escolher a prancha certa apenas é preciso visitar o site, seleccionar a que mais se adequa e onde deve ser entregue. Mas não fica por aí o acompanhamento da Portugal Surf Rentals pois terás acesso ao conhecimento local de um dos mais conhecidos e carismáticos surfistas do país. Marcos Anastácio, que foi um dos grandes nomes da primeira geração de surfistas profissionais da Europa conhece a costa portuguesa de ponta a ponta, sendo já um<em> expert</em> a direccionar os surfistas às ondas certas, tendo sempre em conta as condições e nível técnico dos surfistas.</p>
<p>A Portugal Surf Rentals existe desde 2017 e só tem recebido excelentes avaliações pelos seus clientes, como podes ver no seu perfil da <a href="https://www.tripadvisor.com/Attraction_Review-g780694-d10375961-Reviews-Portugal_Surf_Rentals-Carcavelos_Lisbon_District_Central_Portugal.html" target="_blank" rel="noopener">trip adviser</a>. Visita o website e fica a saber mais sobre a solução perfeita para a tua surf trip em <a href="http://www.portugalsurfrentals.com" target="_blank" rel="noopener">www.portugalsurfrentals.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49546</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O historial dos surfistas portugueses no circuito QS &#124; Anos 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-historial-dos-surfistas-portugueses-no-circuito-qs-anos-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 14:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Boundi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi O’Neill Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi Sintra Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Buondi Yoggi]]></category>
		<category><![CDATA[Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[João Alexandre "Dapin"]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Anastácio]]></category>
		<category><![CDATA[Miramar]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Matta]]></category>
		<category><![CDATA[O historial dos surfistas portugueses no circuito QS]]></category>
		<category><![CDATA[O’Neill Buondi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[RTP Buondi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Scorpion Bay Buondi Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Staroup Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Viana do Castelo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=49390</guid>

					<description><![CDATA[De 1992 a 1999, o início da #portuguesestorm?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se na actualidade é bastante vulgar ver surfistas portugueses a dar cartas em provas QS e mesmo CT, nos anos 90 o circuito mundial estava num patamar ainda muito distante, mesmo para os maiores talentos do país. O ano de 1992 foi quando a ASP (actual WSL) instituiu as duas divisões do tour, o circuito de qualificação e o Championship Tour. Fica a conhecer o percurso do surf português* desde o início dos anos 90 até à actualidade.</p>
<p><strong>1992</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong> Zero<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Alexandre “Dapin” – 223º<br />
Rodrigo Herédia – 353º<br />
João Antunes – 431º<br />
Durante o ano de transição para os dois <em>tours</em> os surfistas portugueses estavam, e estariam quase até ao fim da década, mais focados nos circuitos europeu (EPSA) e nacional. Alguns tentaram a sua sorte nas provas mais próximas de casa, com pouco sucesso.</p>
<p><strong>1993</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Staroup Pro | Viana do Castelo | 4 estrelas | Vencedor &#8211; Mike Parsons<br />
Buondi O’Neill Pro | Ribeira D’Ilhas | 3 estrelas | Vencedor &#8211; Barton Lynch<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>João Alexandre “Dapin”</strong> &#8211; 17º lugar no Pukas Pro<br />
<strong>Marcos Anastácio</strong> &#8211; 25º lugar no Staroup Pro<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 207º<br />
Marcos Anastácio – 224º<br />
João Alexandre “Dapin” – 318º<br />
Com a oportunidade de competir em águas portuguesas foram vários os profissionais do nosso país que competiram entre os melhores do mundo. Em destaque estiveram tanto João Alexandre “Dapin” como Marcos Anastácio, que conseguiram chegar aos oitavos de final de uma prova.</p>
<p><strong>1994</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Buondi O’Neill Pro | Ribeira D’Ilhas | 3 estrelas | Vencedor – Fábio Gouveia<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>Rodrigo Herédia</strong> – 13º lugar no Costa Rica Challenge<br />
<strong>Nuno Matta</strong> – 9º lugar no Pantin Surf Classic<br />
<strong>João Antunes</strong> – 17º lugar no Buondi O’Neill Pro<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 176º<br />
1994 foi um ano que várias barreiras foram quebradas. Rodrigo Herédia “furou” o top200 e começou uma boa tradição de surfistas portugueses que venciam o título nacional e no ano seguinte apostavam no QS. Rodrigo tornou-se no primeiro luso a chegar aos quartos de final numa prova da ASP, um feito que foi repetido uns meses mais tarde por Nuno Matta. Mas foi a performance que melhor representou o surf português neste circuito foi a de João Antunes no Buondi O’Neill Pro.</p>
<p><strong>1995</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
O’Neill Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 4 estrelas | Vencedor – Chris Brown<br />
Buondi Yoggi | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Renan Rocha<br />
Figueira Pro | Figueira da Foz | 3 estrelas | Vencedor – Pat O’Connell<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 169º<br />
Rodrigo Herédia – 274º<br />
Marcos Anastácio – 376º<br />
Nem sempre a evolução dos portugueses no circuito QS se traduziu em resultados. 1995 foi um ano em que os lusos se foram aproximando do nível geral do circuito, ainda sem momentos expressivos.</p>
<p><strong>1996</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
O’Neil Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 5 estrelas | Vencedor – Chris Gallagher<br />
Boundi Pro | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Mick Lowe<br />
Pepsi Buondi Pro | Praia Grande | 3 estrelas | Vencedor – Jake Patterson<br />
<strong>Destaques portugueses: </strong><br />
<strong>João Antunes</strong> – 13º lugar no Quiksilver Pantin Surf Classic.<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 301º<br />
José Araujo – 399º<br />
Bruno Charneca – 444º<br />
Um ano semelhante ao anterior em que os lusos estavam mais dedicados aos circuitos nacionais e europeus.</p>
<p><strong>1997</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
RTP Buondi Pro | Miramar | 3 estrelas | Vencedor – Chris Davidson<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong> Zero<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
João Antunes – 137º<br />
Bruno Rodrigues – 632º<br />
Ruben Silva – 632º<br />
Novamente um ano de poucos destaques excepto para os resultados de João Antunes, que tinha terminado no top4 do circuito europeu no ano anterior, o que lhe garantiu entrada em fases avançadas de todas as provas QS na Europa, culminando na melhor classificação de um português no ranking até à data.</p>
<p><strong>1998</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal: </strong><br />
Buondi Sintra Pro | Praia Grande | 5 estrelas | Vencedor – CJ Hobgood<br />
Scorpion Bay Buondi Pro | Salgueiros | 3 estrelas | Vencedor – Sean Holmes<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
<strong>João Antunes</strong> – 13º lugar no Quiksilver Pantin Surf Classic.<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Rodrigo Herédia – 162º<br />
João Antunes – 275º<br />
José Gregório – 307º<br />
Tiago Pires – 318º<br />
Tal como Antunes no ano anterior, também Rodrigo Herédia terminou no top4 da Europa e teve acesso a fases avançadas das provas, fazendo aí a que foi a última incursão ao QS da sua geração. Mas foi um muito jovem Tiago Pires quem realmente começou a dar que falar, passando várias baterias em diversas provas europeias. O plano já estava traçado, Saca iria vencer o circuito nacional aos 18 anos e o ano seguinte seria para apostar no circuito QS mas&#8230;</p>
<p><strong>1999</strong><br />
<strong>Eventos realizados em Portugal:</strong><br />
Scorpion Bay Buondi Pro | Gaia | 3 estrelas | Vencedor – Shane Powell<br />
O&#8217;Neill Buondi Pro | Ribeira D’Ilhas | 5 estrelas | Vencedor – Pat O’Connell<br />
<strong>Destaques portugueses:</strong><br />
Tiago Pires – 9º lugar no O&#8217;Neill Buondi Pro (5 estrelas), 13º lugar no Headworx Ballentines Classic (4 estrelas), 17º lugar no Hang Loose Pro Contest (3 estrelas), 25º lugar no Maresia Surf Floripa (6 estrelas)<br />
<strong>Melhores posições portuguesas no ranking QS:</strong><br />
Tiago Pires – 76º<br />
Marcos Anastácio – 222º<br />
Ruben Gonzalez – 369º<br />
Ao contrário do que se esperava, Tiago Pires não conseguiu vencer o circuito nacional de 1998 mas não fez o erro de ficar à espera de o conquistar para mais tarde se atirar de cabeça ao circuito mundial. Saca reunia uma série de características nunca antes vistas num só surfista em Portugal e logo no seu primeiro ano tirou vários resultados expressivos e entrou no top100. Mas isso seria apenas o começo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*É de lembrar que<strong> Patrícia Lopes</strong> deixou a sua marca no circuito feminino muito antes de todos os surfistas da categoria masculina, tendo inclusive terminado em 17º do ranking final em 1993 e acabando por competir na ASP por mais de uma década.</p>
<p>Mais conteúdos <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49390</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
