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	<title>Liga MOCHE &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>O Desfiltrado . Vol.IV &#124;&#124; Cascais &#124;&#124; 2:19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 11:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia de arranque do mais importante circuito nacional, este ano Liga MEO Surf, Kopke brinda-nos com um divertido episódio d&#8217; &#8220;O Desfiltrado&#8221;!   Sinceramente pensávamos que este episódio, que mostra os bastidores da última e decisora etapa deste circuito o ano passado, já não iria sair. Mas quando recebemos o email em que lemos a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia de arranque do mais importante circuito nacional, este ano <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/o-maior-circuito-do-surf-portugues-esta-de-volta-bem-vindos-a-liga-meo-surf/">Liga MEO Surf</a>, Kopke brinda-nos com um divertido episódio d&#8217; &#8220;O Desfiltrado&#8221;!<span id="more-36691"></span>   Sinceramente pensávamos que este episódio, que mostra os bastidores da última e decisora etapa deste circuito o ano passado, já não iria sair. Mas quando recebemos o email em que lemos a palabra &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/o-desfiltrado/">Desfiltrado</a>&#8220;, aquele estado de diversão invadiu o escritório da OF. Neste episódio, Kopke procura saber quem é o <em>big boss</em> da Liga, aquele que manda em tudo e todos! As respostas são sempre variadas, surpreendentes e, obrigatoriamente, cómicas!&#8230; A par disso, Kopke investiga também os bastidores dos bastidores da Liga&#8230; Confuso? Então vê o último desfiltrado de 2016 e prepara-te para mais diversão (e o melhor surf nacional) a partir de hoje na Liga MEO Surf 2017!</p>
<p><iframe title="O Desfiltrado. Cascais." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vvPSJCrL400?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O maior circuito do Surf Português está de volta. Bem-vindos à Liga MEO Surf 2017!</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/o-maior-circuito-do-surf-portugues-esta-de-volta-bem-vindos-a-liga-meo-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 12:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[São cinco as etapas que irão definir quem será o campeão nacional de surf masculino e feminino de 2017. A novidade no calendário é o regresso da Figueira da Foz! Estamos a 15 dias do arranque do mais importante circuito português de surf, que em 2017 volta a ter como principal patrocinador o MEO, marca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São cinco as etapas que irão definir quem será o campeão nacional de surf masculino e feminino de 2017. A novidade no calendário é o regresso da Figueira da Foz!<span id="more-36493"></span></p>
<p>Estamos a 15 dias do arranque do mais importante circuito português de surf, que em 2017 volta a ter como principal patrocinador o MEO, marca que em <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/liga-meo-pro-surf-2012-the-book-produzido-pela-onfire/">2012</a> deu também o nome a este circuito. Serão as perfeitas direitas de Ribeira d&#8217;Ilhas, Ericeira, a receber os melhores surfistas nacionais e a prova de fogo começará logo para os actuais campeões nacionais, os irmãos Henrique, Pedro e Carol. Além do calendário (que poderás descobrir mais abaixo), o apuramento para o wildcard para o CT, uma evento paralelo para os groms e um aumento de premiação são apenas algumas das novidades. Descobre todas elas já de seguida.</p>
<p><strong>Press Release<br />
</strong>&#8220;Foram vários os temas apresentados relacionados com as provas de 2017, suas datas, patrocinadores, troféus, eventos paralelos, media e plataformas de transmissão. Quanto ao <em>Umbrella Sponsor</em>, a Liga Nacional de Surf segue firme e de mãos dadas com o grupo Portugal Telecom, assumindo para 2017 o <em>naming</em> da Liga através da marca MEO, numa demonstração de apoio ao amadurecimento da principal competição do Surf em Portugal.</p>
<p>Luíza Galindo, Diretora de Marketing de Comunicação do MEO refere que “<em>a Liga MEO Surf 2017 é já o sétimo ano em que a Portugal Telecom assume o umbrela sponsor da competição que define os campeões nacionais de surf. É já um longo e frutuoso caminho que temos vindo a percorrer em conjunto com Associação Nacional de Surfistas, sempre em prol do desporto. Acreditamos que somos uma das empresas que mais contribui para o crescimento do Surf em Portugal, continuando a apontar, com o nosso exemplo e sucesso, o caminho a outras empresas nacionais e internacionais</em>”.</p>
<p>“<em>Este ano, a Liga MEO Surf conta com novidades de peso como o ‘<strong>Road to MEO Rip Curl Pro’</strong>, que vem interligar os dois maiores patrocínios de surf da marca e assegurar a definição do wildcard que se irá juntar ao Frederico Morais na etapa portuguesa do World Tour – o MEO Rip Curl Pro. Também a aposta nos mais novos sai reforçada com o ‘<strong>MOCHE Groms Cup’</strong>, um desafio por etapa para 12 surfistas sub-16, em quadro misto masculino e feminino. E claro que o MEO volta a disponibilizar a capacidade da sua fibra ótica de última geração nas 5 praias da Liga, assegurando a qualidade das transmissões em qualquer uma das plataformas, seja na TV através do MEO Kanal ou na internet</em>”.</p>
<p>O <strong>calendário da Liga MEO Surf 2017</strong> é o seguinte:</p>
<p>1ª etapa &#8211; 24 a 26 de Março – Allianz Ericeira Pro<br />
2ª etapa &#8211; 12 a 14 de Maio – Renault Porto Pro<br />
3ª etapa &#8211; 2 a 4 de Junho – Allianz Figueira Pro<br />
4ª etapa &#8211; 14 a 16 de Julho – Allianz Sintra Pro<br />
5ª etapa &#8211; 14 a 16 de Setembro – Bom Petisco Cascais Pro</p>
<p>Outro eixo em consolidação é a <strong>premiação</strong> aos surfistas que, de ano para ano, tem vindo a subir consistentemente e, em 2017, será de 90.000€, um incremento de 11% face a 2016. Inclui-se aqui a <strong>Allianz Triple Crown</strong>, que já vai na sua 3ª edição com um cheque anual de 6.000€, repartido entre os vencedores no masculino e feminino, e ainda a disputa da melhor manobra e os seus 2.500€ anuais atribuídos através da <strong>Renault Expression Session</strong>. A estes juntam-se agora a premiação da melhor onda por etapa também com 2.500€ anuais com o <strong>Somersby Onda Do Outro Mundo</strong> e o <strong>programa dos Municípios de valorização dos surfistas locais</strong> onde as Câmaras Municipais de Mafra, Figueira da Foz, Sintra e Cascais entregarão um cheque global de 1.500€ ao melhor e à melhor surfista local em cada uma das suas provas.</p>
<p>Em complemento à competição pelos títulos nacionais, a agenda de interesse da Liga MEO Surf é também reforçada em 2017 onde, para além das tradicionais atividades dos patrocinadores, passa a contar com um workshop de fotografia Canon da responsabilidade do fotógrafo de surf Ricardo Bravo &#8211; a realizar nas etapas da Ericeira, Porto, Sintra e Cascais &#8211; e também um programa de empreendedorismo de Surf, mar e ambiente com a presença e promoção de negócios de start-ups locais.</p>
<p>No plano de <em>engagement</em> com o público, em cada etapa, os fãs vão poder fazer as suas apostas quanto aos vencedores da etapa, tanto no masculino como no feminino, habilitando-se a prémios como o relógio Search GPS ou fatos E-Bomb da Rip Curl, assim como, um prémio anual de convite completo para o MEO Rip Curl Pro.</p>
<p>Ao nível da comunicação geral da Liga, o destaque no leque de <em>media partners</em> é o retorno ao Surf da SIC como TV Oficial para toda época de 2017, esta que foi a estação pioneira da divulgação do Surf em Portugal. Para além disso, mantém-se uma consistência das parcerias dos anos anteriores, reforçando-se o domínio dos jornais generalistas e desportivos, nos quais o Jornal i junta-se ao Diário de Notícias e ao Jornal A Bola.</p>
<p>Francisco Rodrigues, Presidente da Associação Nacional de Surfistas, salienta: “<em>Não podíamos estar mais contentes. Se no final do ano passado, um dos surfistas mais carismáticos da Liga, Frederico Morais, celebrou o seu sonho ao qualificar-se para a elite do surf mundial, em 2017, só podíamos voltar ainda mais fortes. É um momento importante para a ANS porque celebramos 20 anos em julho próximo. Para o efeito, conseguiu-se reunir uma equipa muito sólida de marcas e parceiros que, em conjunto, proporcionam o maior investimento no surf nacional de sempre, com a certeza que a muito competitiva disputa pelos títulos nacionais continuará o seu caminho com vista à criação e ao desenvolvimento de grandes nomes do Surf Português. Deixo um convite a todos para acompanharem o melhor surf nacional. Batam palmas aos vossos favoritos!</em>”.</p>
<p>Todas as etapas da Liga MEO Surf têm transmissão em directo em  <a href="http://www.ligameosurf.pt" target="_blank">www.ligameosurf.pt</a>, e no MEO Kanal 202020, juntando-se ainda os programas diários e de resumo na SIC Radical e Bola TV. As plataformas oficiais são os meios institucionais da Associação Nacional de Surfistas através do seu portal <a href="http://www.ansurfistas.com" target="_blank">www.ansurfistas.com </a>e as redes sociais em @ansurfistas.</p>
<p>A Liga MEO Surf 2017 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Renault, Bom Petisco, Rip Curl, Somersby e Moche, os apoios locais dos Municípios de Mafra, Almada, Porto e Matosinhos, Sintra e Cascais, os parceiros oficiais SIC e Cidade FM e os media partners Diário de Notícias, Jornal I, A Bola, Beachcam, ONFIRE Surf e Surftotal, e o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf, Ericeira Surf Clube, Onda Pura, Associação de Surf da Figueira da Foz, Bar do Fundo e Clube Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos.&#8221;</p>
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		<title>Pedro Henrique sagra-se campeão nacional de 2016</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/pedro-henrique-sagra-se-campeao-da-liga-moche-de-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 15:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Campeão Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi no último heat da última etapa da Liga MOCHE de 2016, o Huawei Cascais Pro, que ficou decidido o campeão nacional. Inicialmente eram 7 os candidatos, mas dois dos principais, Vasco Ribeiro e Frederico Morais, abdicaram desta disputa quando se inscreveram para competir numa etapa QS 3.000 na Costa Rica, que tinha as mesmas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi no último heat da última etapa da Liga MOCHE de 2016, o Huawei Cascais Pro, que ficou decidido o campeão nacional.<span id="more-34039"></span></p>
<p>Inicialmente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/7-surfistas-disputam-o-titulo-da-liga-moche-na-ultima-etapa-do-circuito/" target="_blank">eram 7 os candidatos</a>, mas dois dos principais, Vasco Ribeiro e Frederico Morais, abdicaram desta disputa quando se inscreveram para competir numa etapa QS 3.000 na Costa Rica, que tinha as mesmas datas desta etapa.</p>
<p>Depois foi Tiago Pires, outro surfista com boas hipóteses, que não se inscreveu na última etapa, e também ficou de fora. Assim sobravam 4 candidatos ao título, Marlon Lipke, Filipe Jervis, Zé Ferreira e Pedro Henrique.</p>
<p>Entre eles Filipe Jervis foi o primeiro a ficar de fora pois, quando Pedro Henrique se qualificou para a fase man on man, deixou-o fora da disputa. No entanto, ainda nessa fase, o round de 16, Jervis acabou por perder, tal como Marlon Lipke.</p>
<p>Sobravam assim Zé Ferreira e Pedro Henrique, que avançaram até às meias finais, uma fase que passou para o derradeiro dia de prova. Para se sagrar campeão da nacional Pedro Henrique apenas tinha de passar à final, mas encontrou o surfista mais inspirado desta prova, Gony Zubizarreta, um competidor que só não se encontrava nesta disputa por não ter nacionalidade portuguesa. Gony, com um par de notas de 7 pontos, venceu o heat.</p>
<p>Zé Ferreira ficou assim com a oportunidade de garantir o título, mas para isso teria de vencer os próximos dois heats, meia final e final, e ainda uma bateria de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/titulos-mundiais-de-2014-poderao-ser-decididos-em-surf-offs/" target="_blank">surf off</a>&#8221; contra Pedro Henrique para decidir o campeão. O dia começou bem para o local desta praia, que tratou de eliminar Francisco Alves na segunda meia final.</p>
<p>Na final esteve taco a taco contra Zubizarreta mas no fim ficou a precisar de uma nota de 6.41 para virar o heat. Zé deu tudo o que tinha e no final, depois de remar muito para chegar ao pico, ainda apanhou uma onda que aparentava ter algum potencial mas ficaram a faltar mais secções e tempo para regressar ao outside.</p>
<p>Nesse momento tornou-se oficial que Pedro Henrique se sagrou campeão nacional de 2016, um título muito merecido que fica com um surfista que tem elevado o nível de surf no nosso país. Henrique faz assim dupla com a sua irmã, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/carol-henrique-sagra-se-campea-nacional/" target="_blank">Carol Henrique</a>, que mais cedo no ano venceu a categoria feminina do circuito, e é o quarto surfista de origem estrangeira, depois de Almir Salazar, Justin Muica e Guga Gouveia, a conseguir este prestigioso título na categoria masculina.</p>
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		<item>
		<title>Disputa pelo título ao rubro no Huawei Cascais Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/disputa-pelo-titulo-ao-rubro-no-huawei-cascais-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 09:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
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					<description><![CDATA[É já no fim desta semana que começa o Huawei Cascais Pro, a última e decisiva etapa da Liga MOCHE 2016. Depois de quatro etapas com três vencedores diferentes, são cinco os surfistas que têm chance de conquistar o título nacional de surf deste ano. Entre os dias 6 a 8 de Outubro, Pedro Henrique, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já no fim desta semana que começa o Huawei Cascais Pro, a última e decisiva etapa da Liga MOCHE 2016. <span id="more-33974"></span>Depois de quatro etapas com três vencedores diferentes, são cinco os surfistas que têm chance de conquistar o título nacional de surf deste ano.</p>
<p>Entre os dias 6 a 8 de Outubro, Pedro Henrique, Zé Ferreira, Tiago Pires, Filipe Jervis e Marlon Lipke garantem concentração máxima para assegurar o troféu máximo do surf nacional. Mas entre este grupo de candidatos, há duas ausências de peso: <strong>Frederico Morais</strong>, campeão em 2015 e 2013, e <strong>Vasco Ribeiro</strong>, campeão em 2014, 2012 e 2011. Os campeões absolutos dos últimos cinco anos falham o Huawei Cascais Pro devido a compromissos internacionais inesperados.</p>
<p><strong>Pedro Henrique</strong> é o líder do ranking da Liga e foi o vencedor da etapa do Porto. Dos candidatos, é o único que depende apenas de si mesmo para fechar a porta a todos os outros. Para juntar o título nacional de surf ao seu vasto currículo, Pedro “só” tem de chegar à final do Huawei Cascais Pro, o que lhe garante, pelo menos, o 2º lugar.</p>
<p>Ainda assim, caso Pedro Henrique não chegue à final, ficando em 3º lugar (meias-finais), a tarefa não se afigura fácil para os restantes surfistas. Neste caso,<strong> Zé Ferreira</strong> e Tiago Pires são os candidatos em melhor posição para conseguir o título deste ano, sendo que ambos estão obrigados a vencer o Huawei Cascais Pro para conseguir o troféu de 2016. Caso tal cenário aconteça, Pedro Henrique em 3º e Zé ou Tiago em 1º, dá-se igualdade de pontos, o que levaria a uma situação de desempate, a resolver com base nos regulamentos, podendo mesmo levar a uma situação de “surf-off”, onde os surfistas em causa disputariam uma bateria para atribuição do título nacional.</p>
<p>Pelo currículo competitivo ímpar, <strong>Tiago Pires</strong>, que no início do ano assumiu a vontade de se sagrar campeão nacional este ano, é merecedor de destaque nesta corrida. Já Zé Ferreira, pode fazer o dois em um: conquistar a sua primeira vitória numa etapa da Liga MOCHE e, consequentemente, o seu primeiro título open.</p>
<p>No Huawei Cascais Pro, Pedro Henrique será mesmo o alvo a abater e também <strong>Filipe Jervis</strong> e Marlon Lipke vão ficar à espera de um resultado menos positivo do vencedor da etapa do Porto. A situação mais interessante será a de <strong>Marlon Lipke</strong> que terá de contar com um 5º lugar (ou pior) de Pedro Henrique. Caso assim aconteça, o surfista algarvio, que ganhou a prova de Cascais em 2012, precisa de nova vitória para assegurar o seu primeiro título nacional open. Por seu turno, Filipe Jervis precisa que Pedro Henrique não vá além de um 9º lugar, mantendo-se a mesma palavra de ordem: vencer o Huawei Cascais Pro.</p>
<p>Resumindo, a próxima etapa da Liga MOCHE 2016 assume-se com uma das mais emocionantes dos últimos tempos. Afinal, é do próximo campeão nacional de surf de que se está à procura.</p>
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		<item>
		<title>Almir Salazar compete no Huawei Cascais Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/almir-salazar-compete-no-huawei-cascais-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 13:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Almir Salazar]]></category>
		<category><![CDATA[Huawei Cascais Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi a pouco mais de uma semana do arranque do Huawei Cascais Pro, 5º e última etapa da Liga MOCHE 2016, entre os dias 6 e 8 de Outubro, que foi revelado o primeiro convidado da etapa de todas as decisões: Almir Salazar, o primeiro campeão nacional português de um circuito profissional organizado e um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi a pouco mais de uma semana do arranque do Huawei Cascais Pro<span id="more-33905"></span>, 5º e última etapa da Liga MOCHE 2016, entre os dias 6 e 8 de Outubro, que foi revelado o primeiro convidado da etapa de todas as decisões: Almir Salazar, o primeiro campeão nacional português de um circuito profissional organizado e um dos impulsionadores da profissionalização do surf no nosso país.</p>
<p>É um regresso marcante. Depois de ter sido campeão nacional em 1992, Almir Salazar, na altura com 31 anos e hoje com 58, vai entrar nas águas do Guincho e Carcavelos para mais um desafio pessoal. “Aceitei este convite para mostrar às pessoas que eu estou cá, a surfar e a trabalhar. Vou até tentar competir (risos). Sei que é difícil porque a categoria masculina é bem avançada do meu tempo. Mas estou aqui pelo desafio!” explica o surfista luso-brasileiro.</p>
<p>Com transmissão para todo o Mundo e um prize money global acima de oitenta mil euros, a Liga MOCHE é hoje muito diferente daquela em que Almir se estreou em Portugal. “Naquela época, não havia sequer computadores ou telemóveis. As notas eram todas dadas manualmente&#8230; Não era tão desenvolvido. Hoje em dia, todos os desenvolvimentos mexeram com o interesse das pessoas em entender o surf. Não só aquelas que estão dentro do palanque, mas as que estão fora, em casa, a assistir à transmissão” destaca.</p>
<p>1991 foi o ano em que tudo mudou para o circuito nacional. Acompanhado pelos principais tops nacionais e munido da experiência de competir nos circuitos brasileiro e mundial, Almir percebeu que estava na altura de também o surf português dar um salto e começar a oferecer premiação e melhores condições às principais estrelas do surf português da época. Lembra o surfista que “a partir da altura em que o circuito nacional se profissionalizou, aquela geração que competia comigo em 90, viraram profissionais e começaram a competir em campeonatos europeus e até mundiais. Houve uma evolução muito grande no surf português”.</p>
<p>Depois de uma disputa renhida com os principais tops nacionais da altura, e sobretudo com o capariquense João Antunes, que já competiu na Liga MOCHE 2016, Almir foi então o primeiro campeão nacional profissional de Portugal, num momento que ainda guarda com carinho: “Foi muito bom e gratificante. Não só porque assim consegui representar bem as marcas que me patrocinavam na altura, mas sobretudo porque engradeceu o meu currículo. Tenho muitas memórias felizes e recordações daquela época. Marcou a minha vida”.</p>
<p>Mas a felicidade é partilhada com aqueles que ficaram atrás de Almir, hoje shaper em Cascais, no ranking de 1992. “Não foi só por ter sido o primeiro que fiquei feliz. A verdade é que quando vi toda aquela geração, os que ficaram em segundo, terceiro, a entrar na parte profissional do surf e a começar a ganhar dinheiro e viver do surf, vi que estavam a fortalecer a sua vida profissional. Dali para a frente, tudo foi diferente. Foi muito gratificante ver o circuito e o surf evoluir para gerações futuras como esta”.</p>
<p>O primeiro campeão nacional vai então medir forças com os candidatos ao título da Liga deste ano, nomeadamente, Frederico Morais (campeão em título), Pedro Henrique, Vasco Ribeiro, Tiago Pires, José Ferreira, Marlon Lipke e Filipe Jervis. Recorde-se que, nas senhoras, o título de 2016 foi já conquistado por Carol Henrique.</p>
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		<title>7 surfistas disputam o título da Liga MOCHE na última etapa do circuito&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/7-surfistas-disputam-o-titulo-da-liga-moche-na-ultima-etapa-do-circuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 15:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MOCHE]]></category>
		<category><![CDATA[Os Favoritos]]></category>
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					<description><![CDATA[A apenas uma etapa do fim da Liga MOCHE muito pode mudar mas a disputa pelo título nacional ainda tem 7 candidatos! Os cenários são muitos e alguns destes surfistas têm hipóteses meramente matemáticas, ficando a depender de resultados de terceiros mesmo se vencerem a última etapa. A ONFIRE fez as contas NÃO OFICIAIS desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A apenas uma etapa do fim da Liga MOCHE muito pode mudar mas a disputa pelo título nacional ainda tem 7 candidatos!<span id="more-31833"></span></p>
<p>Os cenários são muitos e alguns destes surfistas têm hipóteses meramente matemáticas, ficando a depender de resultados de terceiros mesmo se vencerem a última etapa. A ONFIRE fez as contas NÃO OFICIAIS desta disputa e partilha contigo alguns dos possíveis cenários.</p>
<p>Três surfistas estão na “primeira linha” desta disputa, são eles <strong>Frederico Morais</strong>,<strong> Pedro Henrique </strong>e<strong> Vasco Ribeiro</strong>.</p>
<p><strong>Os cenários para Frederico Morais:</strong></p>
<p>Frederico encontra-se numa enganadora 5º posição do ranking, apenas porque tem menos uma etapa que os seus adversários. Kikas só precisa de ficar em 2º lugar para ser campeão mesmo que qualquer um dos seus adversários vença a etapa.</p>
<p><strong>Os cenários para Pedro Henrique:</strong><br />
Seis surfistas podem alcançá-lo no ranking a partir da qualificação para os quartos de final man-on-man deita fora o seu pior resultado e começa a deixar baixar o número de candidatos.<br />
Com um 5º lugar obriga Marlon Lipke a vencer a etapa se o quiser passar e Filipe Jervis fica fora da disputa.<br />
Com um 3º lugar deixa Lipke, Jervis e Tiago Pires fora da disputa.</p>
<p><strong>Os cenários para Vasco Ribeiro:</strong></p>
<p>Uma vitória garante o tetra ao surfista de S. João do Estoril, excepto se Frederico Morais também for finalista. Um segundo lugar ainda o deixa dependente dos resultados de Henrique e Morais mas todos os outros ficam fora da disputa.</p>
<p>Numa segunda linha estão <strong>Zé Ferreira</strong> e <strong>Tiago Pires</strong> que, se fizerem finais, podem acabar na frente, mas estão dependente dos resultados dos três principais candidatos ao título.</p>
<p>De seguida encontram-se <strong>Marlon Lipke</strong> e <strong>Filipe Jervis</strong> que chegam à ultima etapa em “contention” mas não só precisam de vencer como não podem deixar que os seus adversários pontuem muito neste campeonato, algo que é matematicamente possível mas virtualmente improvável!</p>
<p>Fora destas contas está <strong>Gony Zubizarreta</strong> que tem fortíssimas possibilidades de subir ao primeiro posto do ranking mas que, por não ter nacionalidade portuguesa, não poderá ser campeão do circuito!</p>
<p>O Cascais Pro será a última e decisora etapa e realizase entre 6 e 8 de Outubro.</p>
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		<title>Confronto de gerações no Allianz Caparica Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 12:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Antunes]]></category>
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		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[É já no próximo fim de semana que começa a segunda etapa da Liga MOCHE de 2016, o Allianz Caparica Pro. Press Release: João Antunes, 46 anos, retirou-se do circuito nacional a tempo inteiro em 2010. Consigo levou uma das carreiras mais premiadas na história do surf nacional, onde se destacam três títulos nacionais. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já no próximo fim de semana que começa a segunda etapa da Liga MOCHE de 2016, o Allianz Caparica Pro.<span id="more-30764"></span></p>
<p>Press Release:</p>
<p>João Antunes, 46 anos, retirou-se do circuito nacional a tempo inteiro em 2010. Consigo levou uma das carreiras mais premiadas na história do surf nacional, onde se destacam três títulos nacionais. A Liga de 2016, onde se prepara para competir graças a um convite da Associação Nacional de Surfistas, é bastante diferente do circuito onde conseguiu os seus títulos. “O circuito nacional melhorou bastante em termos de organização e, até, em termos do conceito do próprio circuito em si. Por exemplo, esta novidade quanto às prioridades nas baterias veio facilitar imenso e vai fazer evoluir o surf” afirma o surfista da Caparica.</p>
<p>Melhorias que, na opinião do surfista, reforçam o papel da Liga MOCHE na carreira do surfista português. “Para um surfista português que tenha grandes ambições, é essencial participarem na Liga. Isto porque a Liga tem o conceito dos campeonatos internacionais e permite aos surfistas portugueses, quando chegarem a estes campeonatos, terem já uma noção do que é competir neste formato. Para além disto, a Liga está com imenso nível de surf” explica Antunes, afirmando ainda que o Almada Award, que vai dar um prémio de 1000€ ao melhor surfista local em prova (mais 500€ para a melhor surfista), &#8220;é uma óptima iniciativa e uma forma de valorizar os surfistas Caparica&#8221;.</p>
<p>Também em prova no Allianz Caparica Pro estará Afonso Antunes, filho do ex-top nacional, que vai competir na etapa da Liga na Caparica pela primeira vez. “Não me sinto muito nervoso por ir competir “em casa” porque este é um campeonato em que o principal objectivo é divertir-me, surfar com surfistas com outro nível e aprender. Acho que vai ser um bom campeonato e eu até gostava de ganhar, se fosse possível. Mas não sei o que vai acontecer” conta.</p>
<p>Com apenas 12 anos e “ainda noutros campeonatos”, o pai João explica que a Liga será “outro passo na carreira” do filho e que “vai ser uma ajuda na sua evolução enquanto surfista”. Mas há lições já aprendidas revela o Afonso: “Já ouvi surfistas mais velhos a falar sobre o meu pai. Dizem que ele era dos melhores e que estava sempre na luta com eles. Isto é algo que gostava de fazer na Liga. Gostava de dar sempre luta!”.</p>
<p>Enquanto surfistas locais, João reconhece uma certa vantagem familiar. “A Costa de Caparica é a nossa praia. Conhecemo-la bem e é um sítio onde estamos habituados a fazer surf”. A isto junte-se um bom momento de forma e “Estou à espera de me dar bem no campeonato porque tenho feito bastante surf. Estivemos no Havai há pouco tempo e estou com ritmo. Ainda assim, tanto eu como o Afonso vamos participar mais numa lógica de diversão. Isto porque eu já não compito e vou participar como convidado local. De qualquer forma, vou tentar fazer uns estragos e ajudar o Afonso (risos)” conta o pai Antunes.</p>
<p>E se tiverem de surfar um contra o outro? “Se eu e o Afonso estivermos no mesmo heat, vou tentar ajudá-lo para ele passar à frente” diz o pai, entre risos. E o filho? “Não sei quem é que vai ficar à frente. Depende das ondas&#8230; Mas acho que o meu pai vai ficar sempre à frente!” revela Afonso.</p>
<p>Aconteça o que acontecer caso se encontrem, João Antunes tem boas expectativas para o Allianz Caparica Pro: “Espero que seja uma das melhores etapas do ano. A Costa é uma máquina de ondas e actualmente está com bons fundos pelo que a minha expectativa é que vá ser um bom campeonato!”.</p>
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		<title>Os favoritos para vencer o Allianz Ericeira Pro by DaKine</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-favoritos-para-vencer-o-allianz-ericeira-pro-by-dakine/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 16:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Ericeira Pro]]></category>
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		<category><![CDATA[Os Favoritos]]></category>
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					<description><![CDATA[Analisando o historial dos últimos 8 anos de Liga MOCHE em Ribeira D’Ilhas um surfista surge como claro favorito à vitória, mas tem pela frente alguns adversários de peso&#8230; Vasco Ribeiro é o grande favorito para vencer a primeira etapa da Liga MOCHE de 2016. Nos últimos 5 anos o surfista de S. João do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Analisando o historial dos últimos 8 anos de Liga MOCHE em Ribeira D’Ilhas um surfista surge como claro favorito à vitória, mas tem pela frente alguns adversários de peso&#8230;<span id="more-30498"></span></p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> é o grande favorito para vencer a primeira etapa da Liga MOCHE de 2016. Nos últimos 5 anos o surfista de S. João do Estoril apenas competiu em 4 etapas mas garantiu presença em todas as finais e venceu duas. Vasco é dos poucos surfistas profissionais portugueses que quando vai à Ericeira prefere mais surfar em Ribeira D’Ilhas do que nos Coxos, o que lhe oferece uma clara vantagem pelo número de horas que tem dentro de água naquele pico. O seu surf sobressai ali como em poucos outros locais e “fabrica” notas excelentes com facilidade, o que faz dele especialmente perigoso e indiscutivelmente o favorito pois, além de ter feito 4 finais quase consecutivas, garantiu o primeiro e único título mundial júnior português naquela praia.</p>
<p><strong>Frederico Morais</strong> seria, teoricamente, o seu maior adversário. “Kikas” também tem do seu lado um historial impressionante nesta onda que é considerada o “berço” do surf competitivo português. A sua primeira final foi em 2010, com 18 anos e só foi batido por Tiago Pires numa final bastante disputada. Desde aí Frederico já roubou uma das vitórias a Vasco Ribeiro, e terminou em 3º lugar em 2015, sendo derrotado aí apenas pelo eventual vencedor. O seu surf também se encaixa bem neste tipo de ondas e teria tudo para dar trabalho caso não estivesse neste momento na Austrália, sem planos para regressar a tempo de competir nesta prova.</p>
<p><strong>Tiago Pires</strong> é o “Dark Horse” (e não o favorito) desta equação mas apenas por uma razão, como fazia parte do Championship Tour da WSL não pôde competir na Liga por alguns anos. Em 2015, no sua etapa de regresso ao circuito abriu logo com uma vitória batendo Frederico nas meias-finais e Vasco Ribeiro na final. Foi neste local que Saca deu que falar quando, com 15 anos, chegou a uma final do circuito nacional, ficando muito perto da vitória. No ano seguinte venceu e ao longo dos anos conseguiu alguns dos seus maiores triunfos em Ribeira, onde se destacam duas vitórias em Pro-Juniors e duas vitórias em WQSs 5 estrelas. Tiago conhece muito bem esta onda e se estiver com o ritmo certo poderá vencer novamente.</p>
<p><strong>Tomás Fernandes</strong> é mais um surfista a ter em conta. Apesar de actualmente morar na Linha do Estoril, Fernandes cresceu nas ondas de Ribeira e venceu esta etapa em 2013. Além disso Tomás vem de uma temporada na Austrália onde competiu em eventos do circuito de qualificação da WSL e treinou muito, o que pode ser “fatal” para os seus adversários.</p>
<p>Também<strong> Zé Ferreira</strong> e <strong>Miguel Blanco</strong> têm um bom historial neste evento. Nenhum dos dois conseguiu vencer esta etapa mas Zé fez várias finais e Miguel também fez alguns heats fortíssimos neste point break de direita. Junta-se a isso o facto de nunca terem vencido na Liga MOCHE, o que poderá acrescentar alguma garra adicional.</p>
<p>Na frente goofy estão nomes como Marlon Lipke, Pedro Henrique, Filipe Jervis, Francisco Alves, Eduardo Fernandes, João Guedes e Nicolau Von Rupp, mas a história está contra eles. Os goofies não têm tido grande sucesso ao longo dos anos em Ribeira já que não se regista nenhuma vitória no circuito de um surfista com o pé direito à frente. Mas qualquer um destes surfistas tem potencial de vencer uma etapa a qualquer momento, principalmente se as condições estiverem boas para o surf de backside! Será no Allianz Ericeira Pro by Dakine de 2016 que um goofy se estreia nas vitórias?</p>
<p>Acompanha esta prova em directo a partir de sexta-feira, 18 de Março, <a href="http://surf.moche.pt/liga-moche/intro.aspx" target="_blank">AQUI</a>!</p>
<p>(Foi no evento de 2011 que Vasco Ribeiro venceu pela primeira vez em Ribeira D&#8217;Ilhas&#8230;)</p>
<p><iframe title="Sumol Ericeira Surf Shop - Some Waves" src="https://player.vimeo.com/video/27269050?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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		<title>As jovens estrelas em ascensão na Liga MOCHE</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/as-jovens-estrelas-em-ascensao-da-liga-moche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 10:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MOCHE]]></category>
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					<description><![CDATA[A pouco mais de uma semana do início do Allianz Ericeira Pro by Dakine, primeira etapa da Liga MOCHE 2016, que se realiza na Praia de Ribeira D’Ilhas durante os dias 18 e 20 de Março, os melhores surfistas nacionais começam a acelerar a sua preparação para a principal competição nacional. Entre eles, estão várias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pouco mais de uma semana do início do Allianz Ericeira Pro by Dakine<span id="more-30422"></span>, primeira etapa da Liga MOCHE 2016, que se realiza na Praia de Ribeira D’Ilhas durante os dias 18 e 20 de Março, os melhores surfistas nacionais começam a acelerar a sua preparação para a principal competição nacional.</p>
<p>Entre eles, estão várias jovens estrelas em ascensão que têm vindo a ganhar destaque graças ao nível de surf apresentado nas últimas edições da Liga. Guilherme Fonseca, que terminou 2015 na 22ª posição do ranking, mostra-se ansioso por mostrar o que tem vindo a treinar. “O meu objectivo é ficar dentro do top 5 e espero mostrar um surf maduro e forte. Mal posso esperar pela primeira etapa da Liga Moche!” revela o surfista de Peniche. Já Dylan Groen, que foi o melhor júnior masculino na Liga do ano passado ao terminar o ano em 20º, não esconde a sua ambição de “melhorar o meu ranking de 2015 na Liga Moche”.</p>
<p>Para estes dois surfistas, é unânime que competir na Liga contra Frederico Morais, Vasco Ribeiro, Tiago Pires e os outros tops nacionais, é um desafio positivo. Guilherme Fonseca, que este Inverno passou um mês no Havai a treinar, conta que quer “bater-me contra eles sem medo”. Já Dylan, surfista de ascendência alemã mas que faz do Guincho local de treino, usa as disputas contra os tops como “motivação para dar o meu melhor”.</p>
<p>Nas senhoras, os objectivos estão bem traçados para Mariana Assis, 6ª classificada da Liga em 2015. A surfista, que fez viagens de preparação da época para a Austrália e Indonésia, quer “ser campeã nacional”. Por sua vez, Inês Bispo, que tem dividido o seu tempo entre a escola e os treinos de surf, quer ir além dos resultados de 2015 pois o ano passado ficou aquém das suas expectativas. “Soube-me a pouco porque tive muito perto de algumas finais e não as alcancei” explica a surfista que terminou 2015 na 7ª posição do ranking da Liga.</p>
<p>Francisco Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Surfistas, não esconde o seu contentamento quanto à presença de jovens surfistas na Liga. “Um dos desígnios da Liga Moche é proporcionar aos mais novos uma plataforma de excelência para confronto directo com os mais experientes. Já fazemos esta aposta há vários anos e acreditamos que isto é determinante na aceleração das suas carreiras, como aliás já aconteceu com o Kikas, o Vasco e com outros surfistas que se afirmaram no circuito nacional de surf. O resultado é que todos os anos surge pelo menos um novo nome a começar a atrapalhar a vida dos surfistas de topo. Assim o esperamos em 2016 e aproveito para desejar boa sorte a todos”.</p>
<p>O calendário da Liga MOCHE para 2016 é o seguinte:<br />
18 a 20 Março &#8211; Allianz Ericeira Pro by Dakine<br />
8 a 10 Abril – Allianz Caparica Pro<br />
13 a 15 Maio – Sumol Porto Pro<br />
3 a 5 Junho &#8211; Allianz Sintra Pro<br />
6 a 8 Outubro &#8211; Cascais Pro</p>
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		<title>Liga MOCHE 2016 arranca em menos de duas semanas</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/liga-moche-2016-arranca-em-menos-de-duas-semanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 09:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Ericeira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MOCHE]]></category>
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					<description><![CDATA[Faltam menos de duas semanas para o arranque do Allianz Ericeira Pro by Dakine, primeira etapa da Liga MOCHE 2016, principal competição de Surf em Portugal, a qual define os campeões nacionais absolutos da modalidade. Press release: Entre os dias 18 e 20 de Março, os melhores surfistas portugueses estarão reunidos para três dias de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam menos de duas semanas para o arranque do Allianz Ericeira Pro by Dakine, primeira etapa da Liga MOCHE 2016<span id="more-30391"></span>, principal competição de Surf em Portugal, a qual define os campeões nacionais absolutos da modalidade.</p>
<p>Press release:</p>
<p>Entre os dias 18 e 20 de Março, os melhores surfistas portugueses estarão reunidos para três dias de grande acção num dos locais mais emblemáticos do surf português: a praia de Ribeira D’Ilhas, sendo esta, exactamente, a prova que foi eleita pelos próprios surfistas como a melhor etapa dos anos de 2014 e 2015.  Para Carina Duarte, surfista local da Ericeira e campeã da Liga MOCHE em 2008 e 2013, &#8220;O nível da Liga MOCHE está impressionante e no ano passado, vimos heats incríveis. Pessoalmente, é sempre bom competir na etapa da Ericeira. Para além de estar em casa, é a única etapa disputada em fundo de pedra, o que faz com que o mar não diferencie muito do habitual e assim tenhamos uma melhor ideia das condições que poderemos encontrar&#8221;.Por sua vez, o Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Hélder Sousa Silva, referiu que “Inaugurar, em Ribeira d’Ilhas, a competição que elege o melhor surfista português é uma espécie de «regresso a casa», já que, em 1977, foi esta praia que recebeu o primeiro campeonato nacional. Naquela que é a primeira Reserva Mundial de Surf da Europa e segunda no mundo, os surfistas poderão usufruir não só das características singulares das ondas, mas também das melhores infra-estruturas disponibilizadas numa autêntica praia temática e, sobretudo, do apoio de uma comunidade que faz do surf o seu modo de vida”.</p>
<p>Em 2016, a Liga MOCHE mantém o mote de &#8220;Amigos, Amigos, Ondas à Parte&#8221;, que reflecte a forte amizade e competitividade que tanta emoção trazem para as etapas. Aliás, não podia ser doutra maneira pois esta é a plataforma de excelência onde há um confronto intergeracional entre os surfistas mais experientes, que procuram a qualificação para o circuito mundial, e os mais novos, que começam a dar os seus primeiros passos no surf profissional.</p>
<p>O Allianz Ericeira Pro by Dakine marca também o renovar da aposta da Allianz no surf nacional e o início do troféu ao qual a marca dá nome, a Allianz Triple Crown, competição interna da Liga MOCHE que no conjunto das provas com Naming Sponsor Allianz, irá distribuir mais de 6.000€ entre o vencedor masculino e a vencedor feminina.</p>
<p>“A Allianz é uma marca cada vez mais ligada ao surf, pois estar com o surf é estar com Portugal. Associamo-nos mais uma vez à Liga MOCHE, principal competição do surf nacional, porque acreditamos que o espírito desportivo aqui presente reflecte os valores da companhia”, salienta José Francisco Neves, director de Market Management e Comunicação da Allianz Portugal.</p>
<p>A marca Dakine é o presenting sponsor deste evento, marcando assim o seu retorno ao palco das competições de alto nível. Pedro Soeiro Dias, Director de Marketing da Dakine, explica que “para uma marca de material técnico, com um grande enfoque na qualidade e na alta performance, faz todo o sentido estar presente na Liga onde competem os melhores surfistas nacionais. Fazê-lo como um dos patrocinadores principais da primeira etapa representa um investimento significativo para a Dakine e traduz o compromisso da marca em apoiar o surf de uma forma inequívoca.”</p>
<p>O calendário da Liga MOCHE para 2016 é o seguinte:<br />
18 a 20 Março &#8211; Allianz Ericeira Pro by Dakine<br />
8 a 10 Abril – Allianz Caparica Pro<br />
13 a 15 Maio – Sumol Porto Pro<br />
3 a 5 Junho &#8211; Allianz Sintra Pro<br />
6 a 8 Outubro &#8211; Cascais Pro</p>
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