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	<title>Liga MEO Surf &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Maria Salgado sagra-se campeã nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Conquista aconteceu de forma antecipada durante o dia final do Allianz Ribeira Grande Pro...]]></description>
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<p>Maria Salgado sagrou-se, este domingo, campeã nacional de surf, aos 19 anos. Esta é a primeira vez na carreira que a jovem surfista de Santa Cruz conquista o título máximo do surf feminino nacional, depois de se ter sagrado bicampeã nacional júnior nas últimas duas temporadas e também campeã europeia júnior em 2025. O título de Maria Salgado aconteceu de forma antecipada durante o dia final do Allianz Ribeira Grande Pro, quarta e penúltima etapa da Liga MEO Surf 2026.<br><br>“Estou muito contente de ter vencido o título pela primeira vez”, começou por afirmar Maria Salgado, após a conquista. “Foi muito especial vencer aqui nos Açores, sobretudo por ter os meus amigos e os meus pais presentes. Esta vitória significa que cumpri os meus planos e objetivos e que os meus treinos deram certo”, frisou.<br><br>Salgado já era virtualmente campeã nacional após a jornada de sábado. Contudo, necessitava que as meias-finais femininas entrassem na água para efetivar essa conquista. Isto porque em caso de escassez de ondas, existia a possibilidade de ser realizada uma final a quatro surfistas, sendo que o 4.º lugar não lhe garantia o título. No entanto, com o retomar da ação, na manhã deste domingo, na Praia do Monteverde, as dúvidas ficaram dissipadas.<br><br>Além do título nacional, Maria Salgado também confirmou da mesma forma a vitória no troféu Allianz Triple Crown feminino, algo que também fez pela primeira vez na carreira. A isso ainda pode juntar a vitória na etapa açoriana, o que seria a terceira vitória da temporada. A jovem surfista de Santa Cruz venceu Yasmin Neves na primeira semifinal do Allianz Ribeira Grande Pro e vai disputar a final mais tarde.<br><br>O título masculino também esteve em jogo nas ondas da praia do Monteverde, com Francisco Ordonhas dependente apenas de si próprio para revalidar o título conquistado no ano passado. Mas a derrota de Ordonhas nos quartos-de-final frente a Halley Batista, adiou as contas do título para a etapa final, que irá acontecer em Peniche. Algo que também desfez as dúvidas nas contas da Allianz Triple Crown, que, assim, foi vencida por Guilherme Ribeiro pela terceira vez na carreira.</p>
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		<title>Maria Salgado e Francisco Ordonhas vencem o Go Chill Porto Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 19:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Ordonhas]]></category>
		<category><![CDATA[Go Chill Porto Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Leça da Palmeira...]]></description>
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<p>Maria Salgado e Francisco Ordonhas conquistaram, este domingo, o triunfo no Go Chill Porto Pro, segunda etapa da Liga MEO Surf 2026, repetindo as vitórias que já tinham conseguido na etapa inaugural, na Figueira da Foz. O desfecho da prova nortenha isolou Salgado e Ordonhas na liderança dos respetivos rankings, afirmando-se ambos como os principais candidatos aos títulos nacionais de surf.</p>



<p>A presença de nevoeiro pela manhã na praia de Leça da Palmeira atrapalhou o retomar da ação para o dia final do Go Chill Porto Pro, o que viria a acontecer apenas ao início da tarde. A ronda 3 feminina foi a primeira a ir para a água e Gabriela Dinis foi a surfista em maior destaque nesta fase, após vencer a primeira bateria com um total de 12,00 pontos. Na segunda bateria foi Maria Salgado a segurar mais um triunfo, rumo às meias-finais no Porto e Matosinhos.</p>



<p>A ação prosseguiu com os quartos-de-final masculinos, onde Tomás Fernandes venceu Martim Nunes na primeira bateria, seguindo-se uma vitória folgada de Francisco Ordonhas frente a Guilherme Fonseca, com um total de 13,95 pontos. No heat 3 Afonso Antunes superou Arran Strong, enquanto na derradeira bateria foi a vez de Luís Perloiro levar a melhor sobre Francisco Almeida.</p>



<p>As meias-finais femininas começaram com uma surpresa, após a jovem nortenha Teresa Pereira ter vencido Gabriela Dinis, conseguindo alcançar a primeira final na Liga MEO Surf e transformando-se na primeira surfista do Porto a chegar a uma final desde João Guedes o ter feito em 2012, em Peniche. A ela juntou-se Maria Salgado, que superou um heat muito equilibrado frente a Érica Máximo.</p>



<p>Do lado masculino, Francisco Ordonhas venceu o duelo frente a Tomás Fernandes, garantindo a primeira final da carreira no Porto e Matosinhos. A ele juntou-se Afonso Antunes, após vencer Luís Perloiro na segunda semifinal, com um total de 14,25 contra 11,20 pontos.</p>



<p>A decisão da prova feminina foi para a água ao final da tarde e Maria Salgado não perdeu tempo em lançar um forte ataque à liderança, colocando-se, desde logo, em boa posição para vencer. Após gerir grande parte da disputa, Maria Salgado resistiu a um derradeiro ataque ao triunfo por parte de Teresa Pereira, para vencer a final com 10,85 contra 8,15 pontos.</p>



<p>“Estou muito feliz por ter vencido”, começou por afirmar a bicampeã nacional júnior e campeã europeia júnior em título após a final. “Foi uma final frente a uma amiga, que tem praticamente a mesma idade que eu. Fiquei satisfeita por ser a segunda vitória seguida e, agora, pretendo manter este foco para os próximos campeonatos” frisou a jovem surfista de Santa Cruz, de 19 anos, que a partir de julho vai competir no circuito Challenger Series da World Surf League, onde vão estar em jogo as vagas de acesso ao Circuito Mundial de 2027.</p>



<p>A final masculina teve uma situação idêntica, com Francisco Ordonhas a ter uma entrada fortíssima, que colocou Afonso Antunes em combinação. Com um score de 16,25 e uma onda de 8,50 pontos pelo meio, que foi a melhor de todo o campeonato, Ordonhas geriu a final a seu belo prazer, mesmo depois de Afonso Antunes conseguir sair da combinação já na reta final. Ainda assim, os 13,75 pontos de Antunes, que foi vencedor desta etapa em 2022, acabaram por ser insuficientes perante o domínio mostrado pelo campeão nacional em título.</p>



<p>“Tentei começar a final de melhor forma que o adversário e consegui”, resumiu Francisco Ordonhas, de 20 anos, após o triunfo. “Ter a licra amarela Go Chill é sinal de que o trabalho está a ser bem feito e tudo está a correr bem. Mas também me dá mais confiança para os próximos campeonatos, incluindo a nível internacional”, rematou o jovem surfista da Cascais.</p>



<p>Tanto Maria Salgado como Francisco Ordonhas conseguiram a primeira vitória no Porto e Matosinhos, além de terem somado a segunda vitória em outras tantas etapas na presente temporada e conseguido, igualmente, a quarta vitória da carreira em etapas da Liga MEO Surf.</p>



<p>A Liga MEO Surf regressa à água de 22 a 24 de maio com o Allianz Ericeira Pro, naquela que será a etapa equador da luta pelos títulos nacionais de surf. Francisco Ordonhas e Maria Salgado partem para as famosas direitas de Ribeira d’Ilhas na liderança dos respetivos rankings e, consequentemente, na posse das licras amarelas Go Chill.</p>



<p><strong>Resultados finais do Go Chill Porto Pro:</strong><br>Final masculina: Francisco Ordonhas, 16,25 pontos x Afonso Antunes, 13,75 pontos<br>Final feminina: Maria Salgado, 10,85 pontos x Teresa Pereira, 8,15 pontos<br>Olha que Onda Bem Sacada by Pingo Doce: Francisco Ordonhas, 8,50 pontos<br>Bom Petisco Girls Score: Maria Salgado, 14,25 pontos<br>Waversby Round: Francisco Ordonhas, 12,55 pontos<br>Montebelo Expression Session: Afonso Antunes</p>
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		<title>Licras amarelas imparáveis no dia 2 do Go Chill Porto Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/licras-amarelas-imparaveis-no-dia-2-do-go-chill-porto-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 19:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Go Chill Porto Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Afonso Antunes vence a Expression Session.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem vai travar Maria Salgado e Francisco Ordonhas no Go Chill Porto Pro? É essa a pergunta que os líderes do ranking da Liga MEO Surf 2026 deixaram no ar, este sábado, após o segundo dia de ação nas ondas de Leça da Palmeira. Salgado e Ordonhas voltaram a tomar a liberdade de assumir as rédeas do desfile dos melhores surfistas nacionais pelo Norte do país e, depois de na véspera já terem anunciado ao que vinham, voltaram a brilhar e a dominar a ação na etapa nortenha<br><br>A ação retomou pela manhã cedo do feriado de 25 de abril, em Leça da Palmeira, e logo com um super heat a abrir a ronda 2 masculina. Com três vitórias já no currículo nesta etapa do Porto e Matosinhos, Tomás Fernandes impôs-se à concorrência, com Joaquim Chaves a segurar a segunda posição, enquanto Guilherme Ribeiro e Henrique Pyrrait ficaram pelo caminho. Outra das grandes disputas da ronda aconteceu no heat 5, com Afonso Antunes, vencedor desta etapa em 2022, a somar 11,65 pontos para arrecadar o triunfo, deixando Francisco Almeida na segunda posição, enquanto Tiago Stock e Halley Batista foram eliminados.<br><br>Ainda assim, foi Francisco Ordonhas a ditar as regras nesta fase da prova. No heat 4, o campeão nacional em título voou alto para alcançar um triunfo sólido, com 12,60 pontos, naquele que foi o melhor score da ronda 2 e também de toda a competição masculina nesta segunda jornada. Guilherme Costa, Martim Nunes, Luís Perloiro, Francisco Mittermayer e Arran Strong foram os outros vencedores da ronda.<br><br>A prova prosseguiu a grande ritmo ao longo de uma manhã em que o vento pouco se fez sentir e na ronda 3 houve mais do mesmo. Desta vez, com um score de 12,55, Ordonhas voltou a ser dominador, triunfando no heat 2. Nesta mesma bateria, em que Joaquim Chaves e Afonso Pinto foram eliminados, destaque ainda para Martim Nunes, que passou na segunda posição, com um total de 12,15 pontos, mas com a melhor onda masculina do dia: 6,90 pontos.<br><br>Tomás Fernandes e Afonso Antunes também voltaram a vencer nesta ronda, respondendo à letra a Francisco Ordonhas e liderando o lote de oito surfistas apurados para os quartos-de-final. A ronda 3 fechou com um triunfo de Francisco Almeida, que mostrou estar de regresso às boas prestações na Liga MEO Surf e também aos quartos-de-final, onde tinha chegado pela última vez há precisamente um ano, também em Leça da Palmeira. Esta é, de resto, a quarta vez consecutiva que o surfista da Costa de Caparica chega a esta fase na etapa nortenha, além de ter sido finalista vencido em 2020 e semifinalista em 2019.<br><br>Ao final da manhã foi a vez da prova feminina regressar à água, para a realização da ronda 2. Tal como na prova masculina, também aqui o domínio manteve-se com quem veste a licra amarela Go Chill, neste caso Maria Salgado. Foi já depois de Miriam Julião ter vencido o heat 1 e Érica Máximo ter triunfado no heat 2, que a campeã nacional júnior e atual líder do ranking feminino entrou na água, não fazendo por menos e derrotando a concorrência, com um total de 13,25 pontos. Além do melhor score do dia, a jovem surfista de Santa Cruz, de 19 anos, também protagonizou a melhor onda do dia, com 7,25 pontos.<br><br>A ação fechou com um triunfo de Maria Dias no heat 4, que ajudou a definir as oito surfistas que avançaram para a ronda 3 e para o dia final do Go Chill Porto Pro. Destaque ainda para as eliminações nesta fase de Mafalda Lopes, Constância Simões, que foi semifinalista na etapa inaugural, e também de Lua Escudeiro, que chegou a Porto e Matosinhos na vice-liderança do ranking, após ter alcançado a final na Figueira da Foz.<br><br>Ao início da tarde disputou-se ainda a Montebelo Expression Session, com o triunfo a sorrir a Afonso Antunes, com um aéreo <em>reverse full rotation</em>. Esta foi a segunda vitória consecutiva para Afonso, depois de já ter sido o vencedor na Figueira da Foz, e a quinta no total na história da Liga MEO Surf.<br> <br>Este domingo, a chamada para o dia final do Go Chill Porto Pro está marcada para as 07h45. As previsões apontam para uma manhã sem vento, que deve ajudar a elevar o nível na procura pelos campeões da segunda etapa da Liga MEO Surf 2026.<br><br><strong>Agenda dia 3 do Go Chill Porto Pro</strong><br>07h45 – Call terceiro dia de competição (sujeito a confirmação)<br>14h00 – Finais do Go Chill Porto Pro<br>15h00 – Cerimónia de Entrega de Prémios do Go Chill Porto Pro</p>
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		<title>Líderes do ranking destacam-se no arranque do Go Chill Porto Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/lideres-do-ranking-destacam-se-no-arranque-do-go-chill-porto-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Go Chill Porto Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Leça da Palmeira...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Francisco Ordonhas e Maria Salgado chegaram ao Go Chill Porto Pro, segunda de cinco etapas da Liga MEO Surf 2026, na liderança dos respetivos rankings e, consequentemente, na posse das licras amarelas Go Chill, e não perderam tempo, esta sexta-feira, em mostrar o favoritismo nas ondas de Leça da Palmeira. Ambos estiveram em grande plano e foram os destaques na jornada inaugural da etapa nortenha, que contou com um total de 28 heats disputados ao longo do primeiro dia. Se Ordonhas conseguiu o melhor score da prova masculina, com um total de 15 pontos, Salgado respondeu com a melhor performance feminina, com 14,25 pontos, deixando a concorrência a larga distância.</p>



<p>A ação arrancou bem cedo, pelas 7h30, com a realização dos trials masculinos, que serviram para definir as últimas vagas de acesso ao quadro principal. Hugo Cardoso e Alan Saulo conseguiram as vitórias mais expressivas desta fase, com Francisco Valles e o nortenho Matias Lopes a venceram as restantes baterias desta fase.</p>



<p>A competição prosseguiu a grande ritmo com a ronda inaugural masculina, onde Joaquim Chaves foi o primeiro destaque da manhã, ao vencer o heat 2, com 11,25 pontos. Mais tarde, no heat 6, foi a vez de Martim Nunes também se mostrar em bom plano, somando 12 pontos. Destaque ainda para a performance de João Maria Mendonça, que fechou a ronda com um score de 11,70 e a vitória no heat 16.</p>



<p>No entanto, o grande momento da ronda foi a prestação de Francisco Ordonhas, com o campeão nacional em título a ser o único a servir uma onda excelente nesta jornada inaugural em Leça da Plameira. Com uma onda de 8 pontos, que foi a melhor do dia, e outra de 7, Ordonhas selou o triunfo no heat 8 com um total de 15 pontos, naquela que foi a melhor performance do dia, bem distante daquilo que fizeram os principais rivais na disputa pelo título nacional.</p>



<p>“Foi uma boa forma de começar o campeonato”, começou por dizer o campeão nacional após a bateria. “Não podia pedir melhor. O mar não estava fácil e eu não estava muito confiante. Mas consegui encontrar duas boas ondas logo no início. Tentei jogar pelo seguro e acabei por me dar bem”, concluiu Ordonhas, de 20 anos.</p>



<p>Embora os favoritos tenham todos cumprido rumo à ronda 2, houve espaço para algumas surpresas, como foi o caso do triunfo de Guilherme Costa no heat 4, que deixou Tomás Fernandes, vencedor desta etapa nos dois últimos anos, mas também em 2019, na segunda posição. Joaquim Trindade foi outro dos jovens em bom plano, após vencer a quinta bateria, com Guilherme Fonseca a ser segundo. Tal como Francisco Queimado fez no heat 11, sendo secundado por Tiago Stock.</p>



<p>Estes desfechos ajudaram a baralhar as contas da próxima ronda, uma vez que, logo no heat inaugural do segundo dia o Go Chill Potro Pro vai servir-nos uma prometedora disputa entre Guilherme Ribeiro, Joaquim Chaves, Henrique Pyrrait e Tomás Fernandes. Já no heat 5 vão defrontar-se Afonso Antunes, Halley Batista, Tiago Stock e Francisco Almeida. Duelos que prometem animar uma fase ainda prematura da etapa nortenha.</p>



<p>A prova feminina foi para a água ao meio da tarde, com o primeiro heat a reservar outra das grandes surpresas do dia. A jovem nortenha Madalena Alves Guerreiro venceu uma bateria em que deixou Carolina Mendes, vencedora desta etapa em 2016, na segunda posição, com a&nbsp;<em>top seed</em>&nbsp;Camila Cardoso a ficar pelo caminho. Na bateria seguinte, foi a vez de Yasmin Neves também surpreender ao deixar Gabriela Dinis na segunda posição.</p>



<p>No heat 5 surgiu a melhor performance feminina do dia, com Maria Salgado a mostrar à concorrência como se faz, perfazendo um total de 14,25 pontos, com destaque para uma onda de 7,75 pontos, que foi a mais alta entre a prova feminina. A atual líder do ranking afirmou-se, mais uma vez, como a grande candidata à conquista do título, mostrando-se, igualmente, em forma para o ano de estreia no circuito Challenger Series da World Surf League, onde vão estar em jogo, a partir de julho, as vagas de acesso para o Circuito Mundial de 2027.</p>



<p>“Penso que o facto de ter surfado aqui ontem na maré vazia fez-me perceber o pico e ajudou-me nesta performance”, começou por destacar a jovem surfista de Santa Cruz, de 19 anos. “Ainda assim, o mar estava difícil. Tentei não ser muito seletiva e começar a bateria logo com uma onda boa, para ficar mais descontraída no resto do heat e correu bem”, frisou Maria Salgado.</p>



<p>Na bateria seguinte, destaque ainda para o triunfo de Mafalda Lopes, com um total de 12,25 pontos, no heat 6. A fechar a ronda, nova derrota de uma&nbsp;<em>top seed</em>, com Ana Mel Canhoto a ser eliminada, numa bateria vencida por Núria Maganinho, com Vida Mendonça a ser segunda classificada. Érica Máximo, Lua Escudeiro e Constância Simões foram as outras vencedoras desta ronda inaugural feminina.</p>



<p>Durante o período da manhã, realizou-se o workshop “Better Portugal”, cujo objetivo é contribuir para qualificação dos empresários e operadores turísticos dos concelhos visitados pela Liga MEO Surf, teve, no Porto e Matosinhos, a segunda paragem, numa iniciativa suportada por Visit Portugal.</p>



<p>Para este sábado a chamada está marcada para as 7h15, esperando-se que as condições se mantenham idênticas na praia de Leça da Palmeira, para retomar a ação às 7h30 em mais uma longa jornada de surf.</p>
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		<title>Go Chill Porto Pro com chamada às 7h00 desta sexta-feira</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/go-chill-porto-pro-com-chamada-as-7h00-desta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Go Chill Porto Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Liga MEO Surf...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Go Chill Porto Pro, segunda etapa da Liga MEO Surf 2026, tem a primeira chamada marcada para as 7h00 desta sexta-feira, na praia de Leça da Palmeira. Os melhores surfistas nacionais estão e postos para darem sequência à luta pelos títulos nacionais masculinos e femininos da primeira divisão do surf português nas ondas do Norte do país. No primeiro dia de prova a ação irá ter início com os trials masculinos.<br> <br>Francisco Ordonhas e Maria Salgado, vencedores da etapa inaugural da Liga MEO Surf 2026, vão competir com as licras amarelas Go Chill, que simbolizam a liderança dos respetivos rankings e da disputa pelos títulos nacionais máximos do surf nacional. A eles juntam-se outros nomes sonantes como Guilherme Ribeiro, vice-líder do ranking masculino e Tomás Fernandes, vencedor das duas últimas edições desta etapa.<br> <br><strong>1º Dia – Sequência de Prova (sujeito a alteração)</strong><br>– Call: 7h00 na Praia de Leça da Palmeira<br>– Trials masculino (4 heats)<br>– Round 1 masculino (16 heats)<br>– Round 1 feminino (8 heats)<br> <br>As previsões apontam para condições favoráveis na Praia de Leça da Palmeira ao longo dos 3 dias de competição, com uma ondulação de oeste e vento fraco de manhã, com a ondulação a perder intensidade no decorrer da prova.<br> <br><strong>Agenda Go Chill Porto Pro (sujeito a alterações)</strong><br> <br>1º dia – Sexta-feira, 24 de Abril<br>07h00 – Call primeiro dia de competição com início dos trials masculinos<br>10h00 – Workshop Better Portugal (Visit Portugal)<br> <br>2º dia – Sábado, 25 de Abril<br>07h30 – Call do segundo dia de competição (sujeito a confirmação)<br>14h30 – 17h00 – Programa Estou Aqui Criança (MEO / Polícia de Segurança Pública)<br>15h00 – Montebelo Expression Sessions<br>17h00 – Sunset Party: DJ Free The Man (Corona &amp; Somersby)<br> <br>3º dia – Domingo, 26 de Abril<br>07h30 – Call terceiro dia de competição (sujeito a confirmação)<br>14h00 – Finais do Go Chill Porto Pro<br>15h00 – Cerimónia de Entrega de Prémios do Go Chill Porto Pro<br> <br><strong>Etapas da Liga Nacional de Surf no Porto – Curiosidades</strong><br>– O Go Chill Porto Pro é a etapa que acontece a mais tempo de forma ininterrupta no circuito nacional, indo para a 21.ª edição – entre 2006 e 2026. Antes disso, o circuito passou pelo Porto em 1999 e de 1992 a 1995;<br>– Em 25 edições e num total de 15 vencedores diferentes, Vasco Ribeiro é o surfista com mais vitórias nesta etapa, com 6 triunfos (2012, 2014, 2017, 2020, 2021 e 2023);<br>– Com três vitórias surge Frederico Morais (2010, 2013 e 2015) e Tomás Fernandes (2019, 2024 e 2025), o que faz com que apenas três sufistas tenham vencido esta prova por mais que uma ocasião;<br>– Rodrigo Herédia (1992), João Antunes (1993), &#8211; em 1994 a etapa não foi terminada -, João Alexandre “Dapin” (1995), David Raimundo (1999), Justin Mujica (2006), José Gregório (2007), Ruben Gonzalez (2008), Alexandre Ferreira (2009), Nic von Rupp (2011), Pedro Henrique (2016), Marlon Lipke (2018) e Afonso Antunes (2022) foram os surfistas que conseguiram uma vitória nesta etapa;<br>– Cerca de 19 anos separaram os triunfos de João Antunes (1993) e de Afonso Antunes (2022), o que fez com que pai e filho tivessem vencido esta etapa;<br>– Num período pré-circuito nacional realizaram alguns eventos especiais no Porto, com triunfos de João Alexandre “Dapin” (1987 e 1990) e Gonçalo Bonneville (1990);<br>– No lado feminino, 11 surfistas já venceram esta etapa no total das 22 edições já realizadas, mas somente cinco delas conseguiram vencer por mais que uma vez;<br>– Teresa Bonvalot é a recordista com oito triunfos (2013, 2014, 2017, 2018, 2020, 2021, 2022 e 2025), sendo a primeira dessas vitórias obtida com somente 13 anos;<br>– Joana Rocha (2006 e 2009), Francisca Santos (2007 e 2010), Carina Duarte (2011 e 2015) e Francisca Veselko (2023 e 2024) contabilizam todas elas dois triunfos;<br>– As surfistas que venceram esta etapa por uma ocasião foram Filipa Leandro (1992), Teresa Abraços (1995), Filipa Prudêncio (2008), Maria Abecasis (2012), Carolina Mendes (2016) e Yolanda Hopkins (2019);<br>– Curiosamente, a recordista de títulos nacionais (11) e vitórias em etapas do circuito nacional (39), Patrícia Lopes, nunca conquistou o triunfo na etapa do Porto, mas fê-lo a Norte em Miramar (1995) e Póvoa do Varzim (2005);<br>– Tal como no lado masculino, também há uma ligação familiar entre vencedora. Filipa Leandro, que venceu a primeira edição, em 1992, é mãe de Francisca Veselko, vencedora em 2023 e 2024.<br> <br>Em prova vão estar, igualmente, vários representantes da nova geração do surf nortenho, ansiosos de se testarem frente aos melhores surfistas nacionais, com o apoio do público local. Miriam Julião e João Crespo são dois dos jovens talentos que vão competir neste Go Chill Porto Pro e que prometem defender ao máximo a honra nortenha.<br> <br><strong>Miriam Julião, top 6 da Liga MEO Surf 2025</strong><br><em>“</em>Competir nas ondas do Norte é sempre desafiador, mas, ao mesmo tempo, algo especial, pois alguns dos momentos mais marcantes da minha carreira enquanto atleta foram em Leça da Palmeira. Para esta etapa, o meu principal objetivo é surfar bem, adaptar-me bem às condições e conseguir passar o maior número de heats possíveis. Mais do que o resultado final, quero manter a consistência e confiança dentro de água. Para o resto da temporada, o objetivo é evoluir etapa após etapa, melhorar o meu desempenho geral e alcançar uma boa classificação no ranking final da Liga MEO Surf.<em>”</em><br> <br><strong>João Crespo, top 30 da Liga MEO Surf 2025</strong><br><em>“Para mim, poder competir nas ondas do Norte, neste caso no Porto e Matosinhos, é uma sensação de conforto. É nesta zona que vivo e que treino com mais frequência. O meu objetivo para esta etapa passa por aproveitar a competição, mas também o free surf na companhia dos melhores surfistas nacionais, pois o meu foco este ano passa por evoluir o meu surf.”</em><br> <br>O workshop “Better Portugal”, cujo objetivo é contribuir para qualificação dos empresários e operadores turísticos dos concelhos visitados pela Liga MEO Surf, vai ter, igualmente, no Porto e Matosinhos, a segunda paragem, numa iniciativa suportada por Visit Portugal. A sessão de trabalho realiza-se a 24 de abril (1º dia de competição), das 10h às 12h, na tenda lounge da Liga MEO Surf, tendo como oradores José Sampaio (sócio fundador do Hotel Feel Viana) e Tiago Araújo (contracting manager da Living Tours), contando ainda com a participação da Onda Pura, Câmara Municipal do Porto, Câmara Municipal de Matosinhos e da Associação Nacional de Surfistas. Convida-se toda a comunidade do Norte do país a participar, em particular, surf camps, escolas de surf, empresários da indústria do surf, empreendedores, estudantes e surfistas.<br> <br>Em termos de prémios paralelos, o Go Chill Porto Pro irá incluir o prémio “Olha que Onda Bem Sacada” by Pingo Doce (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Montebelo Expression Session (disputa da melhor manobra) e Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3).</p>
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		<title>Estrelas do surf nacional rumam ao Porto e Matosinhos para o Go Chill Porto Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/estrelas-do-surf-nacional-rumam-ao-porto-e-matosinhos-para-o-go-chill-porto-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 22:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Go Chill Porto Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Liga MEO Surf]]></description>
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<p>Os melhores surfistas nacionais estão a postos para rumar ao Norte do país, para a segunda de cinco etapas da Liga MEO Surf 2026, o Go Chill Porto Pro, que se realiza de 24 a 26 de abril. Pelo vigésimo primeiro ano consecutivo, as estrelas do surf nacional rumam ao Porto e Matosinhos, dando seguimento à luta pelos títulos nacionais de surf.<br><br><strong>Galeria Vencedores Go Chill Porto Pro</strong><br>2025 – Tomás Fernandes e Teresa Bonvalot<br>2024 – Tomás Fernandes e Francisca Veselko<br>2023 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko<br>2022 – Afonso Antunes e Teresa Bonvalot<br>2021 – Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot<br><br>Francisco Ordonhas, que iniciou a temporada a defender da melhor forma o título nacional conquistado em 2025, e Maria Salgado, que também venceu na Figueira da Foz, afirmando-se como uma das líderes da geração que procura dar sequência aos êxitos internacionais das compatriotas Francisca Veselko, Yolanda Hopkins e Teresa Bonvalot, lideram o ranking nacional, tendo direito a envergar a licra amarela Go Chill no Norte do país.<br><br><strong>Francisco Ordonhas, Campeão nacional em título e líder do ranking masculino da Liga MEO Surf 2026</strong><br><em>“A vitória na primeira etapa, na Figueira da Foz, deixa-me muito mais confiante e dá-me muita motivação para as próximas etapas. Estou a sentir-me bem com o meu surf, assim como fisica e psicologicamente, pelo que tenho tudo para que o Go Chill Porto Pro me corra bem. O meu objetivo vai ser sair do Porto e Matosinhos na posse da licra amarela Go Chill, mas sem grandes pressões. O que mais quero é mostrar bom surf, dando seguimento ao que fiz na Figueira da Foz. Apesar de o último ano não me ter corrido bem esta etapa, já tive outros anos em que as etapas me correram no Norte, por isso é esperar que estejam boas ondas e que possamos todos aproveitá-las, com bom surf.”</em><br><br><strong>Maria Salgado, Campeã nacional júnior em título e líder do ranking feminino da Liga MEO Surf 2026</strong><br><em>“A vitória na Figueira da Foz deu-me muita confiança para as próximas etapas. Foi um campeonato com boas condições e consegui mostrar o meu surf, o que me deixa ainda mais motivada para continuar neste ritmo e dar o meu melhor no Porto e Matosinhos. O objetivo passa sempre por manter a consistência e, claro, lutar pela licra amarela Go Chill, mas o foco principal é fazer boas ondas e boas escolhas dentro de água. As expectativas são altas e estou pronta para dar tudo nesta etapa.”</em><br><br><strong>Somersby Porto Pro 2025 em números:</strong><br>– Campeões da Etapa: Tomás Fernandes e Teresa Bonvalot<br>– 837 ondas surfadas por 88 surfistas inscritos<br>– Melhor onda (máximo 10 pontos): 9,50 pontos de Teresa Bonvalot, na ronda 1<br>– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): 17,50 pontos de Teresa Bonvalot, na ronda 1<br><br><strong>Rodrigo Passos, Vereador do Desporto e da Juventude da Câmara Municipal do Porto</strong><br><em>“É com grande entusiasmo que o Município do Porto integra, mais uma vez, a Liga MEO Surf, um dos pontos altos do calendário nacional e uma montra do talento português. Em 2026, ano em que o Porto assume com orgulho o título de Capital Nacional da Juventude, esta competição ganha um significado ainda mais especial, consolidando a cidade como um palco de excelência para os jovens atletas e como um destino de eleição para a prática de surf. Esta prova reúne atletas consagrados e jovens promessas, reforçando a projeção internacional da modalidade. Ao associar-se à Liga MEO Surf, o Município reforça o seu compromisso com a promoção do desporto, dos estilos de vida saudáveis e do apoio ao desenvolvimento dos atletas, contribuindo simultaneamente para a dinamização da cidade e para a valorização do território. Mais do que uma competição, a Liga MEO Surf confirma o Porto como uma cidade de excelência desportiva, de inovação e de dinamização territorial.”</em><br><br><strong>Nuno Matos, Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Matosinhos</strong><br><em>“Matosinhos, atendendo ao seu enquadramento geográfico, histórico e social, mantém uma relação profundamente enraizada com o mar, assumindo-se, naturalmente, como um território de referência para a prática dos desportos de deslize, com particular destaque para o Surf. O nosso concelho é amplamente reconhecido como um local privilegiado de encontro de praticantes e entusiastas desta modalidade, nacionais e internacionais, atraídos pelas excelentes condições naturais das nossas praias e pela qualidade das infraestruturas existentes, que permitem responder, simultaneamente, às exigências da prática desportiva e da fruição recreativa do litoral. A Câmara Municipal de Matosinhos tem vindo a desenvolver, de forma contínua e sustentada, políticas de apoio, promoção e valorização dos desportos de deslize, nomeadamente do Surf, nas suas vertentes desportiva, formativa e recreativa, com o objetivo de consolidar o Município como um destino de referência a nível local, nacional e internacional. Esta aposta reconhece o relevante impacto desportivo, económico e turístico associado a esta modalidade e aos diversos agentes que a desenvolvem no território. Importa, igualmente, sublinhar o compromisso do Município com a qualidade ambiental e a segurança das suas praias, através da monitorização regular das águas balneares, do investimento permanente na segurança aquática, assegurada por uma equipa de socorro balnear, bem como da colaboração estreita com as escolas de surf do concelho, promovendo um desenvolvimento sustentado, seguro e inclusivo da modalidade. A realização, em 2026, de uma etapa da&nbsp;Liga MEO Surf, organizada pela&nbsp;Associação Nacional de Surfistas, na Praia de Matosinhos, constitui um claro reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Município na promoção do Surf e dos desportos de deslize, bem como da capacidade do território para acolher competições desportivas de reconhecido prestígio a nível nacional. A Câmara Municipal de Matosinhos reafirma, assim, o seu compromisso com a&nbsp;Liga MEO Surf&nbsp;e com a&nbsp;Associação Nacional de Surfistas, manifestando a convicção de que a realização da etapa de 2026 será, à semelhança das edições anteriores, um elevado sucesso desportivo, organizativo e promocional para o concelho e para a modalidade.”</em><br><br>Desde 2006 que o principal circuito nacional tem tido paragem marcada no Porto e Matosinhos de forma ininterrupta, estando os melhores surfistas nacionais a postos para oferecerem mais um grande espetáculo nas ondas nortenhas, naquela que é a etapa mais citadina e mais concorrida por parte do público da Liga MEO Surf.</p>



<p><strong>Mariana Mendes, Brand&nbsp; Manager Go Chill</strong></p>



<p><em>&#8220;Há cinco anos a acompanhar o surf nacional, Go Chill volta a marcar presença na Liga MEO Surf, reforçando uma parceria de longa data. Este ano, estamos presentes com a licra amarela Go Chill, que premeia os vencedores das etapas e não só. Go Chill dá um passo ainda mais relevante ao assumir, pela primeira vez, o papel de sponsor da etapa do Porto e Matosinhos. Esta evolução reflete o compromisso contínuo da marca com o território do surf e com os atletas que integram o principal campeonato nacional da modalidade. Sermos sponsors desta etapa é uma conquista especial para nós! Queremos continuar a estar próximos desta comunidade e proporcionar momentos de irreverência, liberdade e descontração, valores que estão no ADN da marca. Durante esta etapa, Go Chill vai proporcionar uma experiência interativa no recinto, convidando todos os visitantes a conhecer a marca e a viver o lifestyle do surf de forma autêntica e envolvente, reforçando a ligação a uma comunidade que partilha a mesma energia e espírito.&#8221;</em><br><br>Em termos de prémios paralelos, o Go Chill Porto Pro irá incluir o prémio “Olha que Onda Bem Sacada” by Pingo Doce (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Montebelo Expression Session (disputa da melhor manobra) e Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3).</p>
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		<title>Luta pelos títulos nacionais tem início no Allianz Figueira Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/luta-pelos-titulos-nacionais-tem-inicio-no-allianz-figueira-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 20:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[2 a 4 de abril...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Liga MEO Surf, 1.ª divisão do surf nacional, está de regresso à água com o Allianz Figueira Pro. A primeira de cinco etapas que marcam a disputa pelos títulos nacionais de surf acontece de 2 a 4 de abril, na praia do Cabedelo, na Figueira da Foz. Um fim-de-semana de Páscoa que promete levar o melhor do surf nacional à costa centro do país.<br><br>As míticas ondas da Figueira da Foz, que em 2024 e 2025 proporcionaram a melhor etapa do ano na Liga MEO Surf, numa votação feita directamente pelos surfistas, vão ser novamente palco de abertura do principal certame do surf nacional, onde Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot partem como campeões nacionais em título.<br><br><strong>Allianz Figueira Pro 2025 em números:</strong><br>– Campeões da Etapa: Luís Perloiro e Francisca Veselko<br>– 870 ondas surfadas por 95 surfistas inscritos<br>– Melhor onda (máximo 10 pontos): Luís Perloiro, com 9,50 pontos na final<br>– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): Arran Strong, com 16,65 pontos na ronda 1<br><br>Pelo décimo ano consecutivo, o Cabedelo vai receber a Liga MEO Surf, naquele que é um dos palcos mais históricos do surf nacional e europeu, onde no passado já se realizaram etapas do circuito mundial de surf.<br><br><strong>Pedro Santana Lopes, Presidente Câmara Municipal da Figueira da Foz</strong><br><em>“É com enorme satisfação que a Figueira da Foz acolhe, uma vez mais, a etapa inaugural da Liga MEO Surf no Cabedelo, um palco de excelência para o surf nacional. O facto de sermos o ponto de partida deste campeonato reforça o reconhecimento da qualidade das nossas ondas e das condições únicas que o nosso concelho oferece, profundamente ligadas à importância do mar na nossa identidade e no nosso quotidiano. As características singulares das ondas da Figueira da Foz, reconhecidas pela sua consistência e extensão, fazem deste território um destino de eleição para surfistas de todos os níveis.&nbsp;Receber os melhores surfistas nacionais é motivo de orgulho, mas também uma oportunidade para afirmar a Figueira da Foz como referência nos desportos de ondas, onde o mar assume um papel central na promoção turística e na valorização do território.&nbsp;A Liga MEO Surf desempenha, assim, um papel fundamental na dinamização desportiva, económica e social da nossa região, contribuindo para atrair visitantes, estimular a economia local e reforçar a forte ligação da nossa comunidade ao mar.”</em><br><br><strong>Allianz Figueira Pro – Vencedores Últimas Edições</strong><br>2025 – Luís Perloiro e Francisca Veselko<br>2024 – Tomás Fernandes e Teresa Bonvalot<br>2023 – Guilherme Ribeiro e Gabriela Dinis<br>2022 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko<br>2021 – Vasco Ribeiro e Yolanda Hopkins<br>2020 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot<br><br>Curiosamente, Frederico Morais (ex-surfista da elite do surf mundial), Francisca Veselko e Yolanda Hopkins (actuais integrantes da elite do surf mundial), já venceram nas ondas figueirenses.<br>O Allianz Figueira Pro é, simultaneamente, a primeira de três etapas da Allianz Triple Crown, um sub-troféu que irá distinguir os melhores surfistas que obtenham os melhores resultados no conjunto das etapas da Figueira da Foz, Ericeira e Ribeira Grande. Luís Perloiro e Teresa Bonvalot são os atuais detentores do troféu que este ano vai já para a 11.ª edição.<br><br><strong>Allianz Triple Crown – Quadro de Campeões&nbsp;(últimos 5 anos)</strong><br>2025 – Luís Perloiro e Teresa Bonvalot<br>2024 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2023 – Guilherme Ribeiro e Francisca Veselko<br>2022 – Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot<br>2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko</p>



<p><strong>José Francisco Neves, Membro do Comité Executivo da Allianz Portugal e Diretor de Transformação e Marketing</strong><br><em>“A Allianz Portugal orgulha</em><em>‑se de refor</em><em>çar a parceria com a Associa</em><em>ção Nacional de Surfistas no arranque de mais uma edi</em><em>ção da Liga MEO Surf. Esta competi</em><em>ção continua a revelar novos talentos, novas hist</em><em>órias e a energia que define o futuro do surf nacional. Ao lado da ANS, queremos dar mais palco&nbsp;</em><em>à pr</em><em>óxima gera</em><em>ção, acelerar o seu crescimento e aproximar o surf das comunidades jovens que vivem este desporto intensamente. Entramos nesta temporada com entusiasmo renovado, certos de que 2026 ser</em><em>á um ano marcante para os atletas e para todos os que acompanham a Liga MEO Surf.”</em><br><br>O campeão nacional masculino, Francisco Ordonhas, chega a este Allianz Figueira Pro motivado para defender o título conquistado em 2025, ele que vai vestir a licra amarela Go Chill, que simboliza a liderança do respetivo ranking.<br><br><strong>Francisco Ordonhas, campeão nacional de 2025</strong><br><em>“Penso que em 2026 vão existir vários alvos a abater na Liga MEO Surf, não vou ser apenas eu, por ter sido campeão nacional. O top 15 tem muitos surfistas bons, com muito nível, por isso não sinto essa pressão. Adoro a Figueira da Foz, pois sempre me dei bem lá. Tenho uma ligação especial com a Figueira da Foz e sinto-me em casa. Gosto muito da onda e do ambiente. É uma etapa em que me sinto muito bem, por isso é ótimo poder começar lá a temporada da Liga MEO Surf. O meu objetivo passa por praticar o meu surf da melhor forma possível. Sem muita pressão quanto aos resultados. Vou tentar gerir bem os heats, sem colocar muita pressão em mim, e penso que os resultados são um bónus desse trabalho. Se conseguir fazer tudo bem, os resultados vão aparecer”.</em><br><br>No lado feminino será Maria Salgado a vestir a licra amarela, ela que terminou o ano de 2025 no top 3 da Liga MEO Surf e vai aproveitar a ausência da campeã nacional Teresa Bonvalot para assumir o estatuto de cabeça-de-série no quadro feminino. Campeã nacional e europeia em título na categoria júnior, Maria Salgado lidera a nova geração do surf feminino nacional, que procura seguir as pisadas de nomes como Francisca Veselko ou Yolanda Hopkins, recentemente qualificadas para o circuito mundial da World Surf League.<br><br><strong>Maria Salgado, campeã nacional júnior e campeã europeia júnior de 2025</strong><br><em>“Sinto-me bastante motivada para o arranque da Liga MEO Surf. Trabalhei bem na pré-época e estou focada em dar o meu melhor já nesta etapa. O objetivo passa por evoluir a cada bateria, ser consistente ao longo do ano e lutar por bons resultados, sempre com a ambição de subir o meu nível competitivo. Sem dúvida que é inspirador ver a Kika Veselko e a Yolanda Hopkins qualificarem-se para o World Tour. Isso mostra que o surf feminino português está a crescer muito e dá-nos ainda mais motivação para continuar a trabalhar. Acredito que posso seguir esse caminho. Sei que exige muito esforço, dedicação e tempo, mas estou totalmente comprometida em evoluir e aproximar-me desse nível.”</em><br><br>Relembre-se que é também na 1ª etapa da Liga MEO Surf, que Francisco Ordonhas, Jaime Veselko, João Mendonça, Maria Salgado e Lua Escudeiro regressam à competição a nível nacional, depois do Better Portugal Surf Camp, realizado com o suporte Visit Portugal, momento em que tiveram a oportunidade de experienciar uma semana de treino com Leandro Dora, um dos treinadores de referência a nível mundial, e pai e mentor do actual campeão do mundo, Yago Dora.<br><br><strong>Campeões Nacionais nos últimos 6 anos</strong><br>2025 – Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot<br>2024 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2023 – Joaquim Chaves e Francisca Veselko<br>2022 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko<br>2020 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot<br><br>Em termos de prémios paralelos, o Allianz Figueira Pro também irá incluir o prémio “Olha que Onda Bem Sacada” by Pingo Doce (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Montebelo Expression Session (disputa da melhor manobra), Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3), Move Centro Portugal Award (melhor surfista júnior no cômputo geral das etapas de Figueira da Foz e Peniche) e ainda os prémios reservados aos melhores surfistas locais da Figueira da Foz.</p>



<p></p>
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		<title>Revelado calendário da temporada de 2026 da Liga MEO Surf</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/revelado-calendario-da-temporada-de-2026-da-liga-meo-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Circuito começa em Abril...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 16.ª edição da Liga MEO Surf, a 1.ª divisão do surf português, apresentou o calendário para a temporada de 2026, esta quarta-feira, numa cerimónia que decorreu na Quiksilver Boardriders Ericeira. O arranque da competição será com o Allianz Figueira Pro, marcado para o início de abril, de 2 a 4, na Figueira da Foz, com os melhores surfistas nacionais a regressarem à ação no fim-de-semana de Páscoa, naquela que foi considerada em 2025 como a melhor etapa do ano pela qualidade das ondas.<br> <br>Teresa Bonvalot e Francisco Ordonhas partem com o estatuto de licra amarela Go Chill na qualidade de campeões em título. Nesta nova temporada, a nova geração procura juntar-se ao palco maior do surf nacional, com nomes como Jaime Veselko e Maria Salgado, campeã europeia júnior em título, a liderarem as jovens promessas que tentam o “assalto” aos títulos máximos do surf nacional, depois de no ano passado já terem estado na luta com os surfistas mais experientes. <br> <br><strong>Calendário da Liga MEO Surf 2026:</strong><br>Liga #1 – 02 a 04 de Abril – Allianz Figueira Pro<br>Liga #2 – 24 a 26 de Abril – ANS Porto Pro<br>Liga #3 – 22 a 24 de Maio – Allianz Ericeira Pro<br>Liga #4 – 12 a 14 de Junho – Allianz Ribeira Grande Pro<br>Liga #5 – 06 a 08 de Novembro – Bom Petisco Peniche Pro<br> <br>Este ano, destacamos o reforço de premiação dos surfistas locais da zona centro, onde os surfistas sub-18, masculino e feminino, oriundos dos clubes desta região, vão disputar entre si o “Turismo do Centro Award”. Já a melhor onda de cada etapa — disputada tanto por homens com por mulheres —  passa a ser a denominada “Olha que Onda Bem Sacada by Pingo Doce”, um prémio que desafia a adotar comportamentos cada vez mais sustentáveis. Por seu turno, as Montebelo Expression Sessions estão de volta com a procura da melhor manobra de cada etapa da Liga MEO Surf.<br> <br>Em 2026, continuam o Allianz Triple Crown, que premeia os melhores pontuados das 3 etapas da Naming Allianz (Figueira da Foz, Ericeira e Ribeira Grande); o Bom Petisco Girls Score para a melhor pontuação de cada etapa exclusivamente dedicada às senhoras, o Waversby Round para a melhor performance desportiva no round 3 e ainda os prémios reservados aos melhores surfistas locais nas etapas da Figueira da Foz, Ericeira, Ribeira Grande e Peniche.<br> <br>A Liga MEO Surf 2026 reforça, ainda, a sua agenda de sustentabilidade através de atividades lideradas pelo parceiro Pingo Doce. Para além das tradicionais limpezas de praia com as crianças dos concelhos visitados, estas ações passam agora a integrar iniciativas de economia circular e reciclagem, ampliando o impacto positivo em cada etapa.<br> <br>O workshop “Better Portugal”, cujo objetivo é contribuir para qualificação dos empresários e operadores turísticos dos concelhos visitados, estreou na última etapa da Liga MEO Surf 2025, em Peniche. Este ano, a iniciativa realiza-se em todas as etapas do circuito, numa iniciativa suportada por Visit Portugal.<br> <br>A Liga MEO Surf 2026 vai também receber, na Ericeira e em Peniche, um grupo de participantes do projecto Wave by Wave, o qual se dedica a fazer uma intervenção terapêutica baseada no surf e no contacto com o mar junto de pessoas carenciadas e/ou em risco de exclusão social e que não dispõe de recursos para o seu processo de reabilitação, promovendo-se uma aproximação pedagógica ao desenvolvimento das etapas da principal competição nacional.<br> <br><strong>Francisco Rodrigues, Presidente da Associação Nacional de Surfistas</strong><br><em>“Arranca mais uma temporada da principal competição nacional, que é, naturalmente, a casa do Surf português. No ranking do ano passado, o top 5 masculino e feminino foi liderado por jovens surfistas com uma média de idade entre os 21 e 22 anos. O desafio dos mais novos aos mais experientes é permanente e é isto que faz da Liga, de ano para ano, a sede da inovação do surf nacional, ditado pelos seus embaixadores naturais: os melhores surfistas portugueses. Os exemplos de Frederico Morais, Francisca Veselko e Yolanda Hopkins, todos eles participantes da elite do surf mundial, comprovam que a Liga MEO Surf é uma plataforma positiva no lançamento dos talentos especiais do surf português. Boa sorte a todos!” </em><br> <br><strong>Pedro Laranjeira, Diretor de Patrocínios e Eventos da MEO</strong><br><em>“A Liga MEO Surf é reconhecida como o verdadeiro ‘exame final do surf português’ e uma plataforma decisiva de afirmação para atletas que ambicionam chegar ao circuito internacional. Em 2026, esse papel é protagonizado por Francisco Ordonhas, Embaixador MEO e campeão nacional em título, que lidera uma elite competitiva onde se inscrevem também percursos de referência como o de Frederico Morais, outro Embaixador MEO, que iniciou precisamente na Liga MEO Surf o caminho para o topo mundial. Enquanto Main Sponsor, o MEO orgulha‑se ainda de apoiar a única grande competição de surf nacional que percorre todo o país, incluindo os Açores, permitindo‑nos estar próximos das comunidades locais e reforçar uma modalidade que inspira, une territórios e reflete os valores da nossa marca.”</em><br> <br>No campo do fomento de performance desportiva, além das baterias da Liga MEO Surf e dos vencedores de etapa, é também agora revelado por convite direto formulado por Jeremy Flores, ex-top mundial francês, que os campeões nacionais em título, Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot, foram formalmente convidados a participar no Quiksilver Surf Festival 2026, uma competição especial de grande prestígio internacional, que todos os anos se realiza em setembro em Hossegor, França.<br> <br>Mais ainda, alguns dos melhores juniores nacionais, tal como já anunciado e designadamente, Francisco Ordonhas, Jaime Veselko, João Mendonça, Maria Salgado e Lua Escudeiro, na semana de 2 a 7 de Março, vão participar no Surf Camp Better Portugal em Peniche, com o suporte de Visit Portugal e liderado por Leandro Dora, pai e mentor do campeão mundial em título Yago Dora, e considerado um dos melhores treinadores de surf do mundo, pelo que será uma experiência de valor acrescentado para a evolução de alguns dos melhores valores portugueses e líder do futuro da modalidade em Portugal.<br> <br><strong>Campeões Nacionais nos últimos 6 anos</strong><br>2025 – Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot<br>2024 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2023 – Joaquim Chaves e Francisca Veselko<br>2022 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko<br>2020 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot <br> <br><strong>Francisco Ordonhas, campeão nacional em título</strong><br><em>“Tenho expectativas muito altas para esta temporada, sobretudo por começar a Liga MEO Surf na Figueira da Foz, que é um sítio onde já me dei muito bem no passado e que gosto muito, onde me sinto bem com o meu surf. Estou bem psicologicamente e sinto-me preparado para fazer mais um ano, sobretudo com o objetivo de tentar revalidar o título, apresentar bom surf e fazer bons heats. Gosto muito de competir em casa, em frente a muitos dos meus amigos e os bons surfistas que temos. É ótimo para evoluirmos e puxarmos uns pelos outros. Estou com muita vontade para começar mais uma temporada da Liga MEO Surf.”</em><br> <br><strong>Frederico Morais, ex-top mundial da WSL e campeão nacional de 2013, 2015 e 2020</strong><br><em>“Sinto-me bem e tenho ótimas expectativas para esta temporada. Sinto-me preparado e a 100 por cento, depois de um ano duro de 2025. Estou pronto para atacar 2026 com um novo espírito, com outro surf, estando preparado de outra forma e sem uma lesão em cima dos ombros. Nada melhor que ter a Liga MEO Surf em Portugal para me poder preparar para o que aí vem pelo Mundo fora. Competir em Portugal é ótimo, especialmente começando na Figueira da Foz. É um sítio que gosto, onde me dou bem e com boas ondas. Nada melhor que isso para se começar a temporada com a primeira etapa da Liga MEO Surf.”</em><br> <br><strong>Maria Salgado, campeã europeia júnior em título e top 3 feminino da Liga MEO Surf 2025</strong><br><em>“As expectativas para esta nova temporada são muito boas. Tenho vindo a trabalhar imenso, tanto dentro como fora de água, e estou motivada para evoluir e fazer uma época consistente.  Começar na Figueira da Foz é incrível. É uma praia que nos últimos anos ofereceu ondas muito boas, por isso, acredito que será um excelente arranque de temporada. Regressar à competição em Portugal sabe sempre bem. Competir em casa, com o apoio da minha família e num circuito que conheço bem, dá uma energia diferente e uma motivação extra.”</em><br> <br><strong>Afonso Antunes, vice-campeão nacional de 2025</strong><br><em>“Para ser sincero, esta temporada vou voltar a dar um passo atrás, como fiz há dois anos, e não vou criar expectativas para este ano. Claro que já tracei os meus objetivos para esta temporada, um deles é ser campeão nacional e o outro é voltar a qualificar-me para o Circuito Challenger Series. Sempre fui uma pessoa que criou muitas expectativas para mim mesmo &#8211; o ano passado criei grandes expectativas e acabei por me perder um pouco por não conseguir estar à altura delas. Dito isto, não perdi o ‘bichinho’, de todo, mas, simplesmente, quero colocar todo o meu foco no que posso controlar! Quanto ao calendário, penso que podíamos começar um pouco mais cedo, mas também sei que com tantos calendários de campeonatos a ANS fez o melhor para que todos os atletas, tanto juniores como open, pudessem não só competir na Liga MEO Surf, mas também nos Pro Juniors e no circuito QS. Sinto-me entusiasmado, especialmente de poder voltar as vestir a licra num sítio que adoro!”</em><br> <br><strong>Gabriela Dinis, vice-campeã nacional de 2023 e top 4 da Liga MEO Surf 2025</strong><br><em>“As minhas expectativas passam por ser o mais consistente possível ao longo de toda a época, estar presente em todos os pódios e chegar ao maior número de finais possíveis. Começar na Figueira da Foz é sempre especial, é uma etapa que costuma ter ótimas condições e que marca um arranque forte. Sinto-me muito bem e com muita vontade. Adoro competir na Liga MEO Surf e não podia estar mais motivada para mais um ano.”</em><br> <br>Os fãs do surf nacional também têm uma palavra a dizer, participando nas escolhas dos seus surfistas preferidos no Fantasy Surfer, com um fato de surf da Quiksilver, modelo Highline, para o vencedor de cada etapa, e ainda uma prancha da Polen Surfboards para o mais pontuado no final do ano. Para participar, basta seguir os seus surfistas preferidos em <a href="http://fantasy.ansurfistas.com/">fantasy.ansurfistas.com</a>.<br> <br>Todas as etapas poderão ser acompanhadas em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em <a href="http://www.ansurfistas.com/">www.ansurfistas.com</a> e redes sociais em @ansurfistas.</p>
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		<title>Principais candidatos ao título eliminados no round de 16 do Bom Petisco Peniche Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/principais-candidatos-ao-titulo-eliminados-no-round-de-16-do-bom-petisco-peniche-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 18:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Petisco Peniche Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[6 surfistas ainda na disputa pelo título de campeão nacional...]]></description>
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<p>O segundo dia do Bom Petisco Peniche Pro, última etapa da Liga MEO Surf de 2025, teve ondas inferiores em qualidade em comparação ao dia anterior, o que mudou bastante a disputa pelo título máximo do surf nacional.</p>



<p>Os oito candidatos ainda nesta disputa estavam divididos pelos quatro heats do round de 16 e, como seria de esperar, foi uma fase em que alguns &#8220;<em>contenders</em>&#8221; iriam ficar pelo caminho. O primeiro heat juntava o principal candidato ao título, Francisco Ordonhas, a grande revelação do evento, <strong>Maksymilian Michalewski</strong>, e ainda José Champalimaud e Jaime Veselko. O primeiro a pontuar bem foi Champalimaud, até que Michalewski mostrou a sua <em>local knowledge</em> nas ondas de Peniche e com um par de ondas cheias de manobras fortes agarrou uma liderança que seria suficiente para vencer o heat. A disputa pelo segundo lugar foi ganha por Veselko, com José muito próximo em terceiro. Já Ordonhas, depois de ter sido o grande destaque no dia anterior, não apanhou qualquer onda com potencial e mesmo arriscando muito na última onda não passou do quarto lugar. Apesar da derrota, Francisco passou para uma liderança virtual no ranking, apesar de ter deixado a &#8220;porta aberta&#8221; a mais candidatos, incluindo <strong>Jaime Veselko</strong>.</p>



<p>O sonho de conquistar o título para<strong> Luís Perloiro</strong>, que liderou o ranking desde a primeira etapa, acabou a segundos do fim do seu confronto contra <strong>Martim Nunes</strong>, <strong>Francisco Mittermeyer</strong> e Guilherme Ribeiro. Martim, que também segue na disputa pelo primeiro lugar no ranking, fez o suficiente para vencer, enquanto que Ribeiro surfou muito mas acabou em quarto. Já Mittermeyer, que tinha uma das melhores ondas do heat e um<em> back up</em> baixo, virou o resultado última onda, empurrando Luís para terceiro lugar.</p>



<p>Mais sonhos seriam destroçado no terceiro heat, que juntava <strong>Tomás Fernandes</strong>, João Roque Pinho, João Mendonça e Joaquim Chaves. Chaves, que era o único candidato que já tinha vencido o circuito, estava com o surf no pé mas também não encontrou as ondas que precisava para seguir em frente. Roque Pinho também surfou muito mas também foi &#8220;traído&#8221; pela penúltima onda de Mendonça que, de repente, se colocou numa excelente posição para conquistar o título. Já Tomás fez um daqueles seus heats impecáveis, abusando do seu surf de <em>backside</em> bonito e poderoso, para vencer e também manter-se na luta para conquistar o seu primeiro título nacional.</p>



<p>E para terminar a fase, realizou-se um heat com apenas um &#8220;contender&#8221;, <strong>Tiago Stock</strong>, que tinha como adversários <strong>Afonso Antunes</strong>, Neco Pyrrait e mais uma grande revelação desta prova, Manel Machado. Mesmo já fora da disputa, Antunes esteve muito acima da média do heat, mostrando ser o mais forte candidato a fechar o ano com a chave de ouro (a vitória) e fazer o papel de <em>spoiler</em> para alguns candidatos. Num apertado segundo lugar atrás de Afonso ficou Stock, que assim mantém as suas hipóteses vivas, enquanto que Machado foi 3º e Pyrrait 4º.</p>



<p>Contas feitas, <strong>Francisco Ordonhas</strong> é ainda virtualmente o líder do ranking. Para superarem Ordonhas, João Mendonça, Martim Nunes e Tiago Stock têm de chegar à final do Bom Petisco Peniche Pro, enquanto Tomás Fernandes e Jaime Veselko têm de vencer no Lagido. Contudo, se Mendonça chegar à final, Tomás e Jaime ficam automaticamente fora da corrida pelo título nacional.</p>



<p>Mais cedo no dia tinha-se realizado a ronda inaugural feminina. Entre as tops seeds registaram-se duas eliminações, com a primeira a acontecer logo num muito renhido heat inaugural. Com 12,80 pontos, <strong>Érica Máximo</strong> fez o melhor registo da ronda, deixando Maria Dias no segundo posto e ajudando a eliminar Teresa Pereira. Núria Maganinho foi a outra licra vermelha a ficar pelo caminho nesta fase.<br><br>As melhores surfistas nacionais voltaram a entrar na água a meio da tarde para a ronda 2, onde foi Maria Salgado a distanciar-se da concorrência, após fazer a melhor onda da prova feminina até ao momento, com 8,25 pontos, e também o melhor score, com 14 pontos. Destaque também para Érica Máximo, que voltou a vencer nesta fase. As maiores surpresas da ronda foram as eliminações de Mafalda Lopes e Camilla Kemp, numa bateria vencida por <strong>Maria Dias</strong> e onde Gabriela Dinis também seguiu em frente.<strong> Francisca Veselko</strong>, Lua Escudeiro, Ana Mel e Miriam Julião são as outras surfistas que vão disputar o acesso às meias-finais em Peniche.</p>



<p>Acompanha a evolução desta prova <a href="https://www.ansurfistas.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI!</a></p>
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		<title>Lista de candidatos reduzida a oito no primeiro dia do Bom Petisco Peniche Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/lista-de-candidatos-reduzida-a-oito-no-primeiro-dia-do-bom-petisco-peniche-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 18:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Petisco Peniche Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
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					<description><![CDATA[Francisco Ordonhas mais próximo do título...]]></description>
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<p><strong>Francisco Ordonhas </strong>foi o nome em maior destaque, esta sexta-feira, no dia inaugural do Bom Petisco Peniche Pro, quinta e última etapa da Liga MEO Surf 2025, onde está em jogo o título nacional masculino. Com dois triunfos em outras tantas rondas, o campeão europeu júnior em título, não só reduziu a lista de candidatos de 10 para 8 surfistas, como ficou somente a duas baterias de conquistar o principal título do surf nacional, após uma longa jornada pautada por ondas de qualidade e muito potencial na praia do Lagido, que originaram vários scores elevados e surf de alto nível.<br><br>Após a realização dos trials masculinos, a ação avançou rapidamente para a ronda inaugural masculina, onde Ordonhas esteve em ação logo na primeira bateria. Com um score de 12,50 pontos, o jovem surfista de Cascais, de 20 anos, conseguiu abrir a disputa pelo título de forma segura, avançando confortavelmente para a fase seguinte da competição.<br><br>Dos restantes candidatos ao título, todos responderam da mesma forma, conseguindo o passaporte para a ronda 2, com maior ou menor dificuldade. Martim Nunes, Guilherme Ribeiro, Jaime Veselko, Luís Perloiro, Joaquim Chaves, Tomás Fernandes, Afonso Antunes e João Mendonça venceram todos as respetivas baterias, enquanto o campeão nacional júnior em título Tiago Stock foi o único que passou na segunda posição.<br><br>Ainda assim, o campeão nacional em título <strong>Guilherme Ribeiro</strong> foi o surfista em maior destaque na ronda inaugural, depois de ter conseguido uma nota de 8 pontos e de ter protagonizado o melhor score desta fase, com 14,75 pontos. Afonso Antunes e João Mendonça, ambos com um total de 14,50 pontos, também estiveram em evidência.<br><br>Entre os surfistas que estão fora das contas do título, destaque para a prestação de <strong>Lucas Dias</strong>, que compete pelo Peniche Surfing Clube, e que conseguiu um total de 13,50 pontos, igualando Guilherme Ribeiro com a melhor onda da ronda, após atingir a excelência, com 8 pontos.<br><br>Na ronda 2 a disputa do título começou a afunilar e Ordonhas voltou a estar na água logo na bateria inaugural. Algo que fez com que a lista de candidatos começasse a reduzir, mesmo sem que algum deles tenha sido eliminado. Novamente de forma segura, Francisco Ordonhas somou 12,75 pontos e um triunfo rumo à ronda 3. Nesta bateria, destaque ainda para uma nota de 8 pontos de <strong>Francisco Mittermayer</strong>, que também seguiu em frente na prova.<br><br>A vitória de Ordonhas na ronda 2 acabou por atirar <strong>Afonso Antunes</strong> e Guilherme Ribeiro para fora das contas pelo título, ficando já certo que em 2025 vai haver novo campeão na Liga MEO Surf, após Gui falhar a revalidação do título que conquistou no ano passado. Francisco Ordonhas é, mesmo, o surfista melhor colocado para lhe suceder, estando a somente dois heats de alcançar o principal cetro do surf nacional. Se chegar às meias-finais em Peniche é automaticamente campeão nacional. Mas, antes disso, se avançar para os quartos-de-final retira Martim Nunes, Tiago Stock, Jaime Veselko, Joaquim Chaves e Tomás Fernandes da luta. <br><br>Na bateria seguinte, <strong>Martim Nunes </strong>conseguiu manter-se na corrida ao título, após ser segundo classificado numa disputa que foi vencida por <strong>Maksymilian Michalewski</strong>, outro surfista que representa o clube local de Peniche e que esteve em bom plano nesta jornada inaugural do Bom Petisco Peniche Pro. Também <strong>Jaime Veselko</strong> conseguiu manter-se em jogo na disputa do título, após ser segundo numa bateria vencida por Guilherme Ribeiro, com mais uma grande performance do campeão nacional, onde obteve 14,60 pontos.<br><br>No heat 4, Luís Perloiro elevou o nível e carimbou um triunfo sólido, mostrando a razão de possuir a licra amarela Go Chill à partida para a última etapa, embora já tenha perdido virtualmente o estatuto de líder do ranking para Francisco Ordonhas, assim que o campeonato começou. Com 14,65 pontos, <strong>Luís Perloiro</strong> ficou muito perto da melhor performance do dia e deixou um claro recado à concorrência.<br><br>No entanto, <strong>Joaquim Chaves </strong>também respondeu afirmativamente à chamada e conseguiu alcançar o melhor score do dia: 15,35 pontos. Uma grande performance do campeão nacional de 2023, que ajudou a elevar ainda mais o nível e a apimentar a disputa pelo título, com Tiago Stock a avançar na segunda posição.<br><br>No heat 6, <strong>Tomás Fernandes</strong> conseguiu triunfar já na última onda da bateria e também se manteve na disputa pelo título. O mesmo aconteceu com João Mendonça, que passou na segunda posição, na última bateria da ronda e da jornada desta sexta-feira. Antes disso, foi Afonso Antunes a vencer o heat 7, que não teve qualquer impacto nas contas do título, com um total de 14,85 pontos, e a melhor onda do dia, com 8,50 pontos.<br><br>A manhã do dia inaugural da derradeira etapa da Liga MEO Surf 2025 contou ainda com uma sessão de trabalho do Projeto Better Portugal, desenvolvido pela Associação Nacional de Surfistas com o suporte de Visit Portugal, e que teve como objetivo promover uma otimização de competências dos prestadores de turismo de surf em Portugal, em específico nas comunidades de surf visitadas pela Liga MEO Surf, em Peniche.<br><br>Para este sábado a chamada está marcada para as 8 horas, para mais uma jornada em que são esperadas ondas de qualidade na praia do Lagido e que deverá assistir à estreia da prova feminina do Bom Petisco Peniche Pro, além de dar continuidade à luta pelo título nacional masculino.</p>



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