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	<title>José Couto “Pirujinho” &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os 5 melhores surfistas que nunca venceram provas no circuito nacional</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-circuito-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 14:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Jervis]]></category>
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					<description><![CDATA[(ARTIGO DE ABRIL DE 2020)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem circuito nacional de surf desde 1992, ou seja, 28 anos completos de circuito. Ao longo desses anos apenas 15 surfistas foram campeões nacionais mas dezenas venceram pelo menos uma prova. Houve também vários que, pelo surf ou pela quantidade de finais que fizeram, mereciam ter vencido mas nunca o fizeram. A ONFIRE fez uma selecção de 5 dos que mais mereciam ter vencido&#8230;</p>
<p><strong>Zé Ferreira</strong><br />
Membro da mais forte geração do surf português, Zé Ferreira fez um percurso sólido tanto nos circuitos juniores, como mais tarde no Open, tendo inclusive entrado no top100 do QS e competido na perna havaiana, onde <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/quais-sao-as-probabilidades-de-teres-um-ou-mais-portugueses-no-wct-de-2015/" target="_blank" rel="noopener">chegou à última prova do ano com hipóteses matemáticas de se qualificar para o CT</a>. Na Liga MEO fez muitas finais, 4<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/o-10-de-vasco-ribeiro-melhor-onda-do-dia-3-do-allianz-ericeira-pro-127/" target="_blank" rel="noopener"> delas em Ribeira D’Ilhas</a> mas foi no Guincho, no fim de 2016 que teve hipóteses de concretizar dois objectivos ao mesmo tempo, vencer uma prova e sagrar-se campeão nacional. Na final, Ferreira foi superado por Gony Zubizarreta por muito pouco e teve que se contentar com um 3º lugar no ranking. No ano seguinte abriu com mais uma final em Ribeira D’Ilhas, uma bateria que liderou mas Vasco Ribeiro deu a volta ao resultado, venceu a etapa e mais tarde o título nacional. Seria a última final de Zé Ferreira, que foi baixando o ritmo ao longo do ano, eventualmente abandonando o circuito e o surf profissional para abraçar outros projectos.</p>
<p><iframe title="Allianz Ericeira Pro | Zé Ferreira - 2nd Place | Melhores ondas" src="https://player.vimeo.com/video/92526537?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>Filipe Jervis</strong><br />
Jervis é mais um exemplo de um competidor que ao longo dos anos mostrou surf de sobra para vencer na Liga, mas que nas fases finais não conseguiu repetir as <em>performances</em> das primeiras rondas. Filipe tem ainda do seu lado um feito que só mais três surfistas em Portugal conquistaram na categoria masculina (Tiago Pires, Vasco Ribeiro e Miguel Blanco), uma vitória no competitivo circuito Por Junior Europeu, tendo sido ainda vice-campeão desse circuito. Este surfista tem alguns anos mais <em>on</em>, e outros mais <em>off</em> na Liga a nível de foco, tendo como momento mais alto possivelmente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/filipe-jervis-fala-sobre-o-seu-primeiro-10/" target="_blank" rel="noopener">uma nota 10 que fez em 2012 contra Frederico Morais</a> num heat <em>man on man</em> no Guincho. faltou manter o mesmo nível de surf durante o resto da prova, o que justifica a sua falta de vitórias. Outro destaque foi a vitória no competitivo MOCHE Winter Waves, onde voltou a mostrar a sua qualidade como<em> free surfer</em>. Actualmente mesmo sem estar a fazer carreira como surfista profissional, Jervis ainda compete no circuito e uma vitória não está fora de questão.</p>
<p><iframe title="Moche Winter Waves | III Temporada | Vencedor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6GVCALaVGcw?start=155&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Miguel Ximenez</strong><br />
Ximenez mostrou um enorme potencial cedo na sua carreira, tendo&nbsp;inclusivamente competido no circuito QS durante alguns anos. O seu maior triunfo foi o título Europeu no Eurosurf de 2005 e no circuito nacional foi uma final numa prova da Praia Grande em 2007, que foi vencida por Nicolau Von Rupp. Depois de duas lesões que o deixaram foram de água quase um ano, Miguel optou pelo <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/missing-in-action-miguel-ximenez/" target="_blank" rel="noopener">“Plano B”, dedicar-se aos estudos</a>, deixando de lado a sua carreira como surfista profissional aos 23 anos, sem qualquer vitória na Liga MEO Surf.</p>
<p><iframe title="Miguel Ximenez surf-treinos guincho" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/q51vlODCLhQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Pedro Monteiro</strong><br />
Pedro “Pecas” Monteiro começou a competir nos primórdios do circuito nacional, ainda como júnior mesmo antes a criação do circuito de esperanças. O surfista de Carcavelos fez a sua primeira final antes da ruptura entre surfistas e Federação e quando surgiu o primeiro o circuito “rebelde”, o circuito ANS, que tinha todos os surfistas de destaque em Portugal, fez 5 finais no mesmo ano. Pecas manteve-se nos top16 por mais alguns anos mas a vitória não surgiu.</p>
<p><strong>José Couto “Pirujinho”</strong><br />
Pirujinho era um dos grandes destaques da “Geração de Ouro” surf português dos anos 90, com direito a várias presenças na selecção nacional e um resultado na única prova Pro Junior da Europa, o Quiksilver Pro Junior em Capbreton, algo que demorou muitos anos a ser superado por outros portugueses. Zé Pirujinho dividiu durante muitos anos o seu foco entre a pesca e o surf e conseguiu ser top16 durante cerca de uma década, ameaçando várias vezes a vitória mas acabando a sua carreira sem esse merecido triunfo.</p>
<p>Concordas com o nosso top5? Quem acrescentavas a esta lista e porquê? Deixa o teu comentário <a href="https://business.facebook.com/onfiresurfmag" target="_blank" rel="noopener">na nossa página de facebook</a> ou na secção de comentários do site&#8230;</p>
<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;À Porta do Olimpo&#8221; AQUI</a>!</p>
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		<title>3 gerações de surfistas que quebraram barreiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal, Europa, Mundo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revolução nunca acontece por obra de um elemento isolado, é preciso um grupo sólido para causar um impacto duradouro. No surf as grandes mudanças de guarda acontecem entre gerações mas nem todas têm a capacidade de quebrar barreiras e moldar o desporto. Fica a conhecer três gerações que mudaram o surf profissional:</p>
<p>“<strong>Geração Momentum</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> &#8211; Mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> &#8211; Kelly Slater, Rob Machado, Shane Dorian, Ross Williams, Taylor Knox e Kalani Robb, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Liderada por Kelly Slater, a geração Momentum veio arrasar a anterior tanto a nível competitivo como mediático. No início dos anos 90 uma geração envelhecida mas ultra competitiva que tinha dominado o tour na década anterior parecia estar preparada para continuar o seu reinado, até que em 1992 Slater conseguiu &#8220;roubar&#8221; o título mundial e mostrar a porta de saída aos veteranos. Em 1993 o título ficou do lado da velha geração mas seria o último e, com a entrada de surfistas como Rob Machado e outros da mesma geração, deu-se um <em>switch</em> e o surf moderno estabeleceu-se. O domínio mediático foi mais rápido e fácil já que os principais meios de comunicação da altura, as revistas, imediatamente começaram a criar espaço para este movimento. Também nas produções de vídeo, que na época tinham uma expressão mais relevante que na actualidade, esta geração passou a dominar ao aparecer em destaque nos filmes de Taylor Steele, cujo primeiro grande filme deu nome à geração, mas também de outros produtores da época que contribuíram para difundir este estilo de surf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Taylor Steele&#039;s MOMENTUM (full film)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6x0AOgpqJhE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<strong>EuroForce</strong>&#8221;<br />
<strong>Escala</strong> – Europeia e mundial<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – Miky Picon, Tiago Pires, Patrick Beven, Eric Rebiere, Jeremy Flores, entre outros.<br />
<strong>Época</strong> – Década de 00<br />
Durante os anos 90 os surfistas europeus começavam a ganhar expressão a nível mundial com surfistas como Russell Winter, que entrou no Championship Tour, e Eneko Acero, que venceu a primeira prova QS, e mais alguns casos pontuais. No fim dessa década este grupo começou a &#8220;encostar-se&#8221; aos melhores juniores do mundo e quando atacaram o circuito QS a tempo inteiro já estavam equiparados aos surfistas de qualquer uma das grandes potências do surf mundial. Entretanto o grupo foi fortalecido por surfistas como Aritz Aranburu, Michel Bourez, Marlon Lipke, Tim Boal, continuando o <em>push</em> por alguns anos, transformando a Europa numa potência do surf mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Euroforce 2008 - Fiji - Episode 4/11" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/goZ-X0GIh2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Geração de Ouro</strong>”<br />
<strong>Escala</strong> – Nacional (Portugal)<br />
<strong>Principais <em>players</em></strong> – João Alexandre “Dapin”, João Antunes, Rodrigo Herédia, José Gregório, Bruno “Bubas” Charneca, Marcos Anastácio, Nuno Matta, José Gregório, Paulo do Bairro, José Couto “Pirujinho”, Mica Lourenço, Bruno Rodrigues, Hugo Zagalo e Jó Bento, entre muitos outros.<br />
<strong>Época</strong> – Anos 90<br />
Esta geração de surfistas surgiu “faminta” por sucesso, evolução e algo que até aí não existia no nosso país, carreiras como surfistas profissionais. Vários factores fizeram com que esse sonho se tenha tornado realidade, um circuito nacional bem organizado e com bom <em>prize money</em>, um circuito Europeu muito competitivo mas também com boas recompensas financeiras, e muita visibilidade em meios de comunicação como a televisão, através do Portugal Radical e Sem Limites, e revistas da época. O surf cresceu muito nessa época, o que fez com que as principais marcas começassem a capitalizar nesta nova tendência do mercado e a pagar ordenados aos principais nomes do surf português. Foi uma época de grande crescimento que abriu o caminho para que as gerações seguintes conseguissem atingir patamares mais altos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="TOP Nacional 1993/1994" src="https://player.vimeo.com/video/65460175?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="400" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
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