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	<title>Johnny Boy Gomes &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>As pinturas mais icónicas dos anos 80 e 90</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/as-pinturas-mais-iconicas-dos-anos-80-e-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Carroll, Potter, Hoy, Gomes, Machado &#038; Slater...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que torna uma pintura icónica? Será a criatividade do gráfico ou o impacto do surfista? Ou uma conjugação de ambas? Fica a conhecer algumas das mais marcantes pinturas de pranchas de surf (<em>aka</em> <em>airbrush</em>) dos anos 80 e 90&#8230;</p>
<p>O traço de <strong>Tom Carroll</strong> vem desde os seus dias de <em>grom</em>, quando surfava com as pranchas australianas Aloha. Eventualmente Carroll passou para a marca Byrne, onde esteve durante quase toda a sua carreira (excepto no Havai, onde usava pranchas shapeadas por Pat Rawson) e a pintura foi sendo ligeiramente melhorada com o passar dos anos. Consiste num traço no lado de cima da prancha, que começa no <em>tail</em>, atravessa a prancha quase toda e um pouco antes do<em> nose</em> faz um desvio para fora do <em>rail</em>. Havia versões em prancha branca com traço colorido mas a que realmente marcou era cor de rosa com o traço a branco, pintura que estava na sua prancha quando fez o famoso <em>snap</em> em Pipeline. Mais tarde Tom usou uma versão da mesma pintura na seu modelo Surf Tech e ainda hoje se vê algumas adaptações da mesma mas, seja qual for a versão, lembra sempre o 2x campeão mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Tom Carroll - The Snap -Forerunners 2" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/mIWx26LIzXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Martin Potter</strong> tinha duas pinturas icónicas que o acompanharam ao longo da sua carreira. Uma delas é talvez a pintura mais copiada de sempre, surgindo em pranchas de stock um pouco por todo o mundo. Esse <em>airbrush</em> ocupava ambos os <em>rails</em> do <em>deck</em> da prancha, com uma espécie de efeito de raios (há quem considere que são ondas) em alguns locais. A outra era uma pintura verde, por fora, com recortes amarelos e há bem pouco tempo foi copiada, em estilo de tributo, por Kolohe Andino que entretanto surgiu com ela na <a href="https://stabmag.com/news/on-the-cover-kolohe-andino-red-bull-decades/" target="_blank" rel="noopener">capa de uma revista Stab</a>. Estas pinturas foram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/martin-potter-lanca-pottz-surfboards-com-mattashapes/" target="_blank" rel="noopener">resgatadas por Potter e Nuno Matta quando relançaram a marca “Pottz” a partir de Portugal</a>  e todos os modelos Pottz Surfboards têm uma das suas duas pinturas épicas. (Podes saber mais sobre esta marca produzida no nosso país <a href="https://www.pottz.surf/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44115" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg" alt="" width="728" height="364" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/3Pottz-Surfboards-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tom Curren</strong> usou com regularidade uma pintura que, apesar de não ser original, ficou conhecida a nível mundial como &#8220;Black Beauty&#8221;. O californiano usava também uma versão vermelha mas foi quando surgiu em Bells Beach, em 1985, com a versão preta deste<em> design</em> e fez um dos melhores heats da história do surf, contra Mark Occhilipo, que a pintura ficou imortalizada para sempre. É uma pintura muito vulgar ainda nos dias de hoje e o modelo com o mesmo nome da Channel Islands tornou-se num <em>best seller</em> da marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44116" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg" alt="" width="728" height="404" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/4BB-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>power surfer</em> australiano <strong>Matt Hoy</strong> teve várias pinturas “sólidas”, mas nenhuma tão icónica como a cruz que ocupava a prancha praticamente toda. A versão mais conhecida era preta, uma cor invulgar em pranchas de surf. Apesar de ser bastante reconhecível, não se vê com regularidade esta pintura no <em>line up</em>. Auando se vê, não se esquece, como foi no caso de Gony Zubizarreta que há um par de anos fez um tributo a Hoy numa prancha Semente que se tornou bastante mediática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44117" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg" alt="" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/5Gony-641x428.jpg 641w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>bad boy</em> do North Shore, <strong>Johnny Boy Gomes</strong>, tinha uma das pinturas mais expressivas da sua época. Tons avermelhados do <em>tail</em> até mais de metade da prancha, passando para amarelo (ou verde) com uma divisão bastante acentuada. Conta a lenda que quem imitasse a pintura teria de ser “casca grossa” dentro e fora de água. Um dos poucos que tentou foi Makua Rothman, que fez vários<em> quivers</em> com a pintura de JBG, com algumas variações de cores, e Ezekiel Lau. Actualmente Johnny já não representa muito no meio do surf mas o seu <em>airbrush</em> continua a ser um dos mais memoráveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44118" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/6JBG-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando <strong>Rob Machado</strong> se tornou um dos grandes nomes do surf mundial, ao lado de outras grandes estrelas como Kelly Slater e Shane Dorian, usava uma pintura bastante simples mas altamente reconhecível nas suas Channels Islands. Dois arcos verdes saídos de cada um dos<em> rails</em> foram o suficiente para fazer das suas pranchas entre as mais reconhecíveis da sua geração, provando que por vezes a qualidade dos surfistas pode ser mais importante que a “arte”. Rob deixou de usar a pintura ao fim de alguns anos, passando para os <em>dégradées</em>, algo que também foi bastante copiado um pouco por todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44119" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg" alt="" width="728" height="546" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-235x176.jpg 235w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/7RM-571x428.jpg 571w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade as pranchas mais marcantes de <strong>Kelly Slater</strong> não tinham pintura, apenas uma tira de carbono de ponta a ponta da prancha de ambos os lados. Eram assim as pranchas de Kelly durante os seus 2 ou 3 primeiros anos no tour, altura em que se começou a destacar a caminho do estatuto de GOAT (<em>greatest of all time</em>). Esse <em>design</em> vendeu quilómetros de carbono um pouco por todo o planeta no início dos anos 90 e quando deixou de o usar Slater começou a pintar uma espécie de “pin up girls”, versão meio tosca, desenhada pelo próprio até que praticamente deixou de pintar as suas pranchas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44120" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg" alt="" width="728" height="476" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-269x176.jpg 269w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2018/04/8KS-655x428.jpg 655w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">CURIOSIDADES SURFISTICAS aqui</a>!</p>
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		<title>Os 15 wildcards que já venceram etapas do Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-15-wildcards-que-ja-venceram-etapas-do-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[De Ricardo Tatui a Moana Jones Wong!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moana Jones Wong fez história ao vencer o Billabong Pro Pipeline de 2022, a primeira vitória de um <em>wildcard</em> em mais de uma década. Fica a saber quem foram todos os <em>wildcards</em> a vencer no Championship Tour…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ricardo Tatui &#8211; Quiksilver Surfmasters &#8211; Biarritz &#8211; França &#8211; 1994 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
O brasileiro Ricardo Tatui fez parte da primeira grande geração de surfistas brasileiros no CT, e em 1993 ficou tão perto da qualificação que recebeu um <em>wildcard</em> para competir no Quiksilver Surfmasters. Em ondas muito pequenas em Biarritz, Tatui bateu <strong>Stuart Bedford Brown</strong>, Kelly Slater, <strong>Michael Barry</strong>, <strong>Damien Hardman</strong> e <strong>Shane Powell</strong> a caminho da final, onde derrotou <strong>Jeff Booth</strong> para se tornar no primeiro <em>wildcard</em> a vencer uma prova do CT. Esta vitória marcou um dos pontos altos do surf brasileiros da década, já que <strong>Teco Padaratz</strong> venceu a etapa anterior do Championship Tour e <strong>Fábio Gouveia</strong> venceu a prova seguinte, um QS em Ribeira D’Ilhas. Ricardo qualificou-se para o Championship Tour de 95 mas este resultado no sudoeste francês foi o ponto alto da sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes &#8211; Chiemsee Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Havai -1997 &#8211; 12º etapa</strong><br />
O descendente de portugueses, Johnny Boy Gomes, era um dos “donos” do North Shore nos anos 90 e já tinha vencido no Havai anteriormente. Mas foi esta prova que realmente o lançou já que bateu <strong>Kelly Slater</strong> (2x), <strong>Pat O’Connell</strong>, <strong>Kaipo Jaquias</strong>, Kalani Robb e Shane Dorian para encontrar na final <strong>Michael Ho</strong>, que na altura deu que falar por ter chegado a esta fase aos 40 anos. A vitória ficou com Gomes, que dominou com grandes tubos para Pipeline.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Joel Parkinson &#8211; Billabong/MSF Pro &#8211; Jeffreys Bay &#8211; Africa do Sul &#8211; 1999 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Com apenas 18 anos e relativamente desconhecido fora da Austrália, Parko recebeu um <em>wildcard</em> para esta prova e surpreendeu-se a si próprio. A caminho da final este “grom” bateu Sunny Garcia, <strong>Glyndyn Ringrose</strong>, <strong>Michael Campbell</strong>, <strong>Luke Hitchings</strong>, Jake Paterson e <strong>Rob Machado</strong> para encontrar na final o havaiano <strong>Ross Williams</strong>. Contra todas as expectativas, Joel venceu, colocando-se de um momento para o outro como um dos melhores juniores do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Neco Padaratz &#8211; Gotcha Pro &#8211; Huntington Beach &#8211; EUA &#8211; 1999 &#8211; 8ª etapa</strong><br />
A esta altura Neco Padaratz já tinha passado pelo CT e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">já tinha desistido, a meio de uma temporada</a>. Por ter chegado à final da prova QS realizada na mesma praia na semana anterior o brasileiro recebeu um<strong> wildcard</strong> para este CT e tratou de dominar a prova. Neco bateu <strong>Occy</strong>, Michael Campbell, Renan Rocha, <strong>Michael Lowe</strong>, Sunny Garcia e ainda <strong>Fábio Gouveia</strong> na final, para vencer a sua primeira etapa no Championship Tour. No ano seguinte estava de volta à elite, onde voltaria a vencer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Andrea Lopes &#8211; Rio Marathon Surf International &#8211; Rio de Janeiro &#8211; Brasil &#8211; 1999 &#8211; 12ª etapa</strong><br />
Andrea foi a representante brasileira no top16 da ASP durante alguns anos, mas já estava afastada do mais alto nível de competição há alguns anos. Até que recebeu um <em>wildcard</em> e tratou de mostrar todo o seu conhecimento das ondas locais para levar o público ao rubro ao derrotar <strong> Keala Kennelly</strong> na final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Kelly Slater &#8211; Mountain Dew Pipe Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 1999 &#8211; 13ª etapa</strong><br />
<strong> Kelly Slater &#8211; Gotcha Pro Tahiti &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2000 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
Slater reformou-se no fim de 1998 quando conquistou o seu sexto título mundial. Mesmo assim fez questão de mostrar que ainda era o melhor do mundo, vencendo a prova de Pipeline em 99, batendo o campeão mundial, Occy, nas meias, e o seu amigo <strong>Shane Dorian</strong> na final em Teahupoo no ano seguinte. Em 2002 voltou ao tour a tempo inteiro, mantendo-se até à actualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mick Fanning &#8211; Australian Rip Curl Pro &#8211; Bells Beach &#8211; Austrália &#8211; 2001 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Fanning quase conseguiu a qualificação para o tour de 2001, e mostrou que tinha surf de sobra para ter sucesso derrotando <strong>Rob Machado</strong>, <strong>Renan Rocha</strong>, <strong>Luke Egan</strong>, <strong>Peterson Rosa</strong>, <strong>Taylor Knox</strong> e <strong>Paul Canning</strong>, a caminho da final contra <strong>Danny Wills</strong>. Foi um ano que, devido aos ataques de 11 de setembro, ficou reduzido a 5 etapas, e uma vitória nesta prova deveria ter metido o jovem australiano numa sólida disputa pelo título. Mas a sua vez chegaria, alguns anos mais tarde…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Myles Padaca &#8211; Rip Curl Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2001 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
Numa das provas mais caóticas da história da ASP, o destaque havaiano Myles venceu os <em>trials</em> e logo no round 2 bateu o surfista que acabaria por se tornar campeão mundial nesse ano, CJ Hobgood. Felizmente para o surfista da Flórida, praticamente todos os seus “concorrentes” perderam nesse round ou no seguinte. Padaca ainda bateu <strong>Trent Munro</strong>, Renan Rocha e <strong>Kalani Robb</strong>, defrontando outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Mick Fanning</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jamie O’Brien &#8211; Rip Curl Pipeline Masters &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii -2004 &#8211; 11º etapa</strong><br />
Jamie era um dos grandes nomes da nova geração em Pipeline e, felizmente para ele, na altura ainda era patrocinado pela Rip Curl, que lhe atribuiu um <em>wildcard</em>. Na época esta prova ainda “albergava” 48 surfistas e O’Brien bateu <strong>Richie Lovett</strong>, <strong>Chris Davidson</strong>, Mick Lowe, CJ Hobgood (2x), <strong>Lee Winkler</strong>, <strong>Darren O’Rafferty</strong>, <strong>Cory Lopez</strong> (2x),<strong> Shane Beschen</strong> e Kelly Slater, para se juntar a uma final de 4 surfistas 100% havaiana com Kalani Robb, Sunny Garcia e <strong>Bruce Irons</strong>. A vitória foi decidida nas primeiras ondas que os “elders” deixaram passar e Jamie transformou em notas altas, e pouco mais entrou nesta bateria, o que coroou este improvável Pipe Master.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Stephanie Gilmore &#8211; Roxy Pro &#8211; Gold Coast &#8211; Austrália &#8211; 2005 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
<strong> Stephanie Gilmore &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2006 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Com 17 e 18 anos Steph Gilmore venceu etapas do CT na Austrália, derrotando sempre sem grandes dificuldades as top seeds do tour. A sua qualificação em 2007 fez uma mudança de guarda automática já que nenhuma das surfistas que se encontravam no tour esses anos voltaram a vencer títulos mundiais enquanto que Gilmore venceu 7 e ainda pode somar mais alguns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Melanie Bartels &#8211; Roxy Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2006 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
A havaiana mais <em>roots</em> de sempre no tour já tinha estado alguns anos no CT, sem grandes resultados. Apesar de ter competido nos <em>trials</em>, recebeu a sua vaga devido a uma desistência, mas aproveitou bem a oportunidade avançando até à final, onde bateu outra <em>wildcard</em>, <strong>Stephanie Gilmore</strong>. Anos mais tarde Bartels voltou a vencer, desta vez no Brasil e como membro oficial do tour, acabando o ano numa sólida 7º posição do ranking.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bruno Santos &#8211; Billabong Pro &#8211; Teahupoo &#8211; Tahiti &#8211; 2008 &#8211; 3ª etapa</strong><br />
O brasileiro “Bruninho” Santos já tinha mostrado muito bom surf em provas CT em Pipeline e não só, e qualificou-se para esta prova com um segundo lugar nos <em>trials</em>. A caminho da final derrotou Mick Fanning, Taj Burrow, <strong>Tim Reyes</strong>, Adriano de Souza e CJ Hobgood para se juntar a outro <em>wildcard</em> na final, <strong>Manoa Drollet</strong>. Em ondas muito pequenas, nenhum chegou à média combinada dos 10 pontos, mas a vitória sorriu a este que é um dos melhores <em>tube riders</em> do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tyler Wright &#8211; Beachley Classic &#8211; Manly &#8211; Austrália &#8211; 2008 &#8211; 5ª etapa</strong><br />
<strong> Tyler Wright &#8211; O&#8217;Neill World Cup &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2010 &#8211; 7ª etapa</strong><br />
Convidada aos 14 anos para participar na sua primeira etapa do CT, Tyler não fez cerimónias e venceu a prova, mantendo até aos dias de hoje o recorde de ser a surfista mais nova a vencer uma prova do Championship Tour. Dois anos mais tarde, ainda como <em>wildcard</em>, repetiu a dose em Sunset, um preview do que estava para vir. Em 2016 e 2017 sagrou-se campeã mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carissa Moore &#8211; Gidget Pro &#8211; Sunset Beach &#8211; Hawaii &#8211; 2009 &#8211; 6ª etapa</strong><br />
Entre Steph, Tyler e Carissa Moore, era bem visível que havia uma geração “no forno” que ia dominar por completo o tour. Carissa já tinha feito uma final como <em>wildcard</em>, mas em Sunset o que tinha para oferecer, vencendo assim a sua primeira prova. Neste momento Moore contabiliza 5 títulos mundiais, com potencial de conquistar mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Moana Jones Wong &#8211; Billabong Pro Pipeline &#8211; Pipeline &#8211; Hawaii &#8211; 2022 &#8211; 1ª etapa</strong><br />
Moana Jones já era “a” cara feminina em Pipeline há alguns anos, o que fez do seu <em>wildcard</em> na prova de estreia do CT neste local obrigatório. Ao longo dos dias a esta jovem surfista de 22 anos foi-se mantendo fiel ao seu <em>game plan</em>, apostando tudo nos tubos para a esquerda, dominando por completo a prova e deixando claro que será uma forte candidata a esta vitória por muitos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A homenagem de Ezekiel Lau aos seus heróis havaianos &#124;&#124; 6:21</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/a-homenagem-de-ezekiel-lau-aos-seus-herois-havaianos-621/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 10:08:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Raízes havaianas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ezekiel Lau é talvez o surfista da actualidade que mais lembra alguns dos havaianos de referência dos anos 80 e 90. Nomes como Dane Kaloha, Sunny Garcia e Johnny Boy Gomes foram fortes influencias neste surfista, que fez questão de lhes fazer um tributo com modelos pranchas e AIRBRUSHES usados por eles no passado.</p>
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		<title>Dane Kealoha &#038; John Gomes &#124; The Thrill is Back by RVCA &#124;&#124; 5:34</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/dane-kealoha-john-gomes-the-thrill-is-back-by-rvca-534/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 23:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[The Thrill is Back by RVCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de Herbie Fletcher, o The Thrill is Back da RVCA apresenta agora os lendários havaianos Dane Kealoha e Johnny Boy Gomes! https://vimeo.com/150145025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/herbie-fletcher-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank">Herbie Fletcher</a>, o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/the-thrill-is-back-by-rvca/" target="_blank">The Thrill is Back</a> da RVCA apresenta agora os lendários havaianos Dane Kealoha e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank">Johnny Boy Gomes</a>!<span id="more-29212"></span></p>
<p>https://vimeo.com/150145025</p>
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		<title>5 surfistas esquecidos que venceram no WCT &#124; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 08:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas esquecidos que venceram no WCT]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Beau Emerton]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Boy Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Richard "Dog" Marsh]]></category>
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					<description><![CDATA[Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto. No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público. Parte 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto.<span id="more-24050"></span> <span id="more-24248"></span>No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-1/" target="_blank">Parte 1</a></p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes | 1997 | </strong><strong>Chiemsee</strong> <strong>Pipe Masters</strong></p>
<p>Num ano em que o circuito chegou ao Havai sem grande emoção, já que Kelly Slater tinha conquistado o seu 5º título mundial duas etapa mais cedo (na Figueira da Foz), o Chiemsee Pipe Masters seria uma etapa sem grande história caso não tivesse acabado com dois finalistas tão surpreendentes. Johnny Boy, “havaiano” descendente de açorianos e transformado em bad boy do North Shore, já tinha vencido provas no Havai mas raramente conseguia a qualificação para o Pipe Masters. Esse ano venceu os trials e tratou de arrasar com os top44, batendo Slater duas vezes e anda Shane Dorian, Kalani Robb, Kaipo Jaquias e Pat O’Connell. Na final encontrou Mike Ho, que tinha vencido a prova 15 anos antes, em 1982. Mike optou por surfar as direitas do backdoor enquanto que Gomes apontou para a esquerdas de Pipe e venceu. O seu reinado como surfista de ondas pesadas acabou uns anos mais tarde quando picos como Teahupoo, entre outros, começaram a dar que falar e sem &#8220;à vontade&#8221; que tinha no Havai começou a perder destaque, até que desapareceu por completo dos line ups do North Shore.</p>
<p><strong>Beau Emerton | 1999 | Billabong Pro (Gold Coast, Austrália)</strong></p>
<p>O australiano Beau Emerton foi apontado desde novo como um dos grandes talentos do seu país e depois de dominar os escalões juniores qualificou-se para o WCT, onde esteve durante 8 temporadas. E, apesar de ter acabado no top16 várias vezes, nunca foi um sério candidato ao título, excepto durante algumas semanas em 1999. Depois de conseguir o seu sexto título mundial Kelly Slater começou a sua “pré-reforma” nesse ano, competindo apenas em alguns eventos, onde se incluía o Billabong Pro. Mas, apesar de ter batido Dave Rastovich no round 2, Slater (na altura namorado de Pamela Anderson) retirou-se do evento por “razões pessoais”. Assim a etapa e o tour ficou um pouco “vazio”, já que o surfista que tinha dominado em 7 das 8 últimas temporadas estava finalmente ausente. E foi Beau que inicialmente preencheu o vazio, batendo Nathan Webster na final. Mas a sua “era” durou pouco e duas etapas depois era o “grom” Taj Burrow quem liderava o circuito mundial, seguido de Mark Occhilupo, que acabou por se sagrar campeão mundial. Por sua vez Beau saiu do WCT, engordou uns valentes quilinhos e aceitou um trabalho na industria, que ocupa até hoje.</p>
<p>(Menção Honrosa)</p>
<p><strong>Richard Marsh | 1992 | Yoplait Reunion Pro (Ilha Reunião)</strong></p>
<p>Poucos se lembram hoje que o treinador de Frederico Morais, e do team Billabong, foi top do WCT e venceu eventos. O seu melhor momento foi no ano em que o circuito fez a transição para WQS e WCT, já que antes desse ano havia apenas um circuito e etapas com menos e mais pontuação. “Dog” teve uma semana iluminada nas esquerdas de Saint Leu, Ilha Reunião, passando por uma lista de &#8220;pesos pesados&#8221; do circuito até chegar à final. O seu heat mais acessível foi no round 3, contra Greg Anderson. Depois bateu Dave Macauley nos oitavos de final, Vetea David nos quartos de final, Kelly Slater nas meias finais e Sunny Garcia na final. Nesta época, de mudança de guarda, a liderança no World Tour de Shane Herring começava a emagrecer enquanto que Slater crescia a cada etapa, acabando por se sagrar campeão mundial uns meses mais tarde. Marsh ainda ficou no tour mais alguns anos e mesmo quando saiu manteve-se na indústria do surf. Hoje em dia é um dos mais respeitados treinadores de surf do mundo.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-1/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 1</a></p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-2/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 2</a></p>
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