<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Gary Elkerton &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/gary-elkerton/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jan 2026 21:40:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>Os surfistas do Top16 no ano em que Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-surfistas-do-top16-no-ano-em-que-kelly-slater-venceu-o-seu-primeiro-titulo-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 14:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[ASP]]></category>
		<category><![CDATA[Barton Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Hardman]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Macauley]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Elkerton]]></category>
		<category><![CDATA[Kaipo Jaquias]]></category>
		<category><![CDATA[kelly slater]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Hoy]]></category>
		<category><![CDATA[Richard "Dog" Marsh]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Bain]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Herring]]></category>
		<category><![CDATA[Sunny Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Teco Padaratz]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Carroll]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Ray]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=63549</guid>

					<description><![CDATA[Descobre quem eram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1992, quando Kelly Slater venceu o seu primeiro título mundial, ninguém diria que três décadas mais tarde este surfista ainda estaria no tour. Kelly atravessou gerações, bateu quase todos os recordes, conquistou mais 10 títulos e venceu o Pipe Masters de 2022, mais um feito impressionante.</p>
<p>Slater é o último resistente não só da sua geração como de outras que se seguiram, fica a saber quem eram os seus &#8220;colegas&#8221; no top16 nesta época em que Medina, Toledo, Ítalo e John John ainda não tinham nascido&#8230;</p>
<p>2º &#8211; <strong>Damien Hardman</strong> &#8211; O ultra competitivo australiano Damien Hardman a esta altura já tinha conquistado dois títulos mundiais e ameaçou o tri várias vezes. Foi um dos últimos representantes da sua geração no tour, reformando-se em 1999 ainda como membro do top16. 10 anos mais tarde, quando o Championship Tour regressou a Portugal, Domma apareceu como <em>contest director</em>, uma posição que voltou a ocupar em mais alguns eventos ao longo dos anos.</p>
<p>3º &#8211; <strong>Sunny Garcia</strong> &#8211; Um surfista entre gerações, mais novo que as &#8220;velhas raposas&#8221; do tour mas mais velho que a geração de Slater, e com um surf mais para <em>old school</em> que para o progressivo. Depois de &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/chiemsee-pipe-masters-de-1995-uma-disputa-epica-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener">bater na trave</a>&#8221; por várias vezes, conquistou o título mundial no ano 2000. Anos mais tarde, já fora do<em> tour</em>, esteve <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-profissionais-que-ja-estiveram-na-prisao-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">preso por evasão fiscal</a>, voltando a competir profissionalmente por mais alguns anos. Em 2019, depois de algum tempo a lutar com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/sunny-garcia-revela-sofrer-de-depressao/" target="_blank" rel="noopener">problemas mentais</a>, tentou suicidar-se e, apesar de ter sobrevivido, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/boato-sobre-a-morte-de-sunny-garcia-nao-e-verdadeiro/" target="_blank" rel="noopener">sofreu danos graves</a>, dos quais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/familia-revela-situacao-de-sunny-garcia/" target="_blank" rel="noopener">ainda está a recuperar</a>.</p>
<p>4º &#8211; <strong>Shane Herring</strong> &#8211; Shane passou de ser a resposta australiana a Kelly Slater a ser considerado um dos maiores <em>flops</em> da história do surf profissional. 1992 foi o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-palco-da-maior-mudanca-de-guarda-da-historia-da-aspwsl-1992-coke-classic/" target="_blank" rel="noopener">auge da sua carreira</a>, liderando o circuito por alguns meses antes de Slater passar para a frente e dois anos mais tarde já estava fora do tour, para nunca mais voltar, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/shane-herring-documentario-1108/" target="_blank" rel="noopener">perdendo-se para o álcool e drogas leves</a>.</p>
<p>5º &#8211; <strong>Fábio Gouveia</strong> &#8211; O primeiro brasileiro no top5 do tour, um feito que só foi superado em 1999, por Vitor Ribas. Foi também o primeiro brasileiro a vencer no Havai, o primeiro a vencer uma prova CT no Brasil e o primeiro a vencer fora. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/fabio-fabuloso-a-historia-do-primeiro-surfista-brasileiro-no-top-do-surf-mundial-10325/" target="_blank" rel="noopener">Não teria existido uma Brazilian Storm sem um Fábio Gouveia a quebrar barreiras décadas antes</a>.</p>
<p>6º &#8211; <strong>Gary Elkerton</strong> &#8211; Outro <em>power surfer</em> da velha guarda, em 92 já tinha perdido dois títulos mundiais por muito pouco, e no ano seguinte voltou a fazê-lo, acabando a sua carreira com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">três &#8220;vice-campeonatos&#8221;</a>. &#8220;Vingou-se&#8221; anos mais tarde nas categorias Masters, vencendo aí os títulos mundiais que o iludiram no tour &#8220;verdadeiro&#8221;. Em 2018 ainda competiu no mundial Master nos Açores, mostrando ainda estar em grande forma.</p>
<p>7º &#8211; <strong>Dave Macauley</strong> &#8211; Hoje em dia mais lembrado por ser o pai da ex-top do CT Bronte Macauley, Dave foi um dos mais competitivo surfistas da sua geração, contando com várias vitórias no CT. <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-3/" target="_blank" rel="noopener">Reformou-se em 1994</a>, com 31 anos, ainda no top16, numa época em que a maior parte dos surfistas abandonavam o<em> tour</em> antes dos 30.</p>
<p>8º &#8211; <strong>Richard Marsh</strong> &#8211; Hoje mais conhecido por ser o<a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/frederico-morais-e-richard-marsh-no-occ-cast-1706/" target="_blank" rel="noopener"><em> coach</em> do nosso Frederico Morais</a> e ainda de surfistas como Leonardo Fioravanti e Ryan Callinan, o que é certo é que até agora nenhum dos pupilos de &#8220;Dog&#8221; superou o seu mestre. 1992 foi o seu melhor ano, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noopener">vencendo a etapa da Ilha Reunião</a>, com direito a um atropelo de Kelly Slater a caminho da final.</p>
<p>9º &#8211; <strong>Martin Potter</strong> &#8211; Pottz tinha sido campeão mundial em 1989 e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/martin-potter-strange-desires-1989-2320/" target="_blank" rel="noopener">mostrava potencial </a>de conquistar pelo menos mais um título. Até que a nova geração entrou em força e acabou com as suas hipóteses. Reformou-se, juntamente com Macauley, em 1994 e pouco mais tarde recebeu um <em>wildcard</em> para voltar ao CT mas um acidente muito grave a treinar para o primeiro evento do ano acabou com o seu <em>comeback</em>. Durante alguns anos esteve ligado à marca que o patrocinou durante parte da sua carreira, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/pottz-the-thrill-is-back-by-rvca-756/" target="_blank" rel="noopener">a Gotcha</a>, além de ter sido treinador de surfistas, eventualmente tornando-se um dos comentadores oficiais da WSL.</p>
<p>10º &#8211; <strong>Barton Lynch</strong> &#8211; O campeão mundial de 1988 foi um dos mais improváveis da história do tour, tendo chegado ao último dia de prova em 3º no ranking atrás do &#8220;Rei de Pipeline&#8221; da época, Tom Carroll, e de Hardman. No entanto, a meio do dia era o único resistente na disputa, superando-se para vencer o Pipe Masters e o título. Manteve-se no circuito durante muitos anos, vencendo a sua última prova em 1995. Actualmente continua ligado ao surf tanto como treinador como comentador.</p>
<p>11º &#8211;<strong> Tony Ray</strong> &#8211; A maior &#8220;anomalia&#8221; no top16 de 1992. Tony surpreendeu todos ao vencer uma etapa do CT em Hossegor pesado, mais ainda por &#8220;roubar&#8221; a Kelly Slater a que seria a sua primeira vitória, algo que floridiano conquistou logo na etapa seguinte. Mas Kelly acabaria por vingar-se uma década mais tarde, quando &#8220;roubou&#8221; a que teria sido a primeira e única vitória de Ray no icónico Eddie Ailau, por apenas 2 pontos.</p>
<p>12º &#8211; <strong>Rob Bain</strong> &#8211; Mais um nome forte australiano dos anos 80, que nesta década estava já em fim de carreira. Mesmo assim Rob ficou no tour até 95, reformando-se na prova inaugural de G-Land, depois de bater Kelly Slater e Tom Carroll (wildcard) no round 1.</p>
<p>13º &#8211; <strong>Matt Hoy</strong> &#8211; Mais um surfista entre gerações, como Sunny, mas ainda menos competitivo. Matt seria um surfista de meio da tabela, até ter acordado competitivamente em 1995 para vencer o CT da Ilha Reunião nesse ano, o Coca-Cola Figueira Pro no ano seguinte e o Rip Curl Pro Bells Beach de 1997, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/matt-hoy-uma-lenda-do-surf-australiano-213/" target="_blank" rel="noopener">reformando-se no fim de 1999</a>.</p>
<p>14º &#8211; <strong>Tom Carroll</strong> &#8211; 1992 seria o último ano do bicampeão mundial no tour, que nesta fase já estava em grande queda a nível competitivo. Mesmo assim nesse ano ainda fez uma final, no Brasil, acompanhando Kelly Slater neste seu primeiro título mundial.</p>
<p>15º &#8211; <strong>Teco Padaratz</strong> &#8211; Não haveria Brazilian Storm sem Fábio Gouveia, mas não haveria Fábio Gouveia sem Teco Padaratz. Esta dupla fincou a bandeira brasileira no tour, ambos conquistando grandes resultados durante mais de uma década. Teco teve que esperar mais algum tempo para conquistar a honra de ser o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/cut-back-o-percurso-de-um-dos-fundadores-da-brazilian-storm-11909/" target="_blank" rel="noopener">melhor classificado brasileiro no tour</a>, algo que aconteceu em 1994, quando terminou em 8º no ranking final.</p>
<p>16º &#8211; <strong>Kaipo Jaquias</strong> &#8211; O surfista que abriu as portas a todos os &#8220;Kauai Boys&#8221; no tour foi Kaipo Jaquias. Dono de um estilo bem havaiano, Kaipo teve como ponto alto da sua carreira o ano de 1996, quando venceu duas etapas do CT, terminou no top5 além de ter vencido a Triple Crown of Surfing.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63549</post-id>	</item>
		<item>
		<title>IGNews #1 – Uma compilação de notícias recentes do instagram</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/ignews-1-uma-compilacao-de-noticias-recentes-do-instagram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 11:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Elkerton]]></category>
		<category><![CDATA[IGNews]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[João Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Lipke]]></category>
		<category><![CDATA[New Sponsor]]></category>
		<category><![CDATA[sponsorless club]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=59173</guid>

					<description><![CDATA[Guedes, Elkerton, Lipke, Mamiya, Ribeiro, Mendes (x2), Weston-Webb  e Ibelli...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Haverá um modo mais fácil e rápido de comunicar que via instagram? Esta plataforma tem sido o principal meio de comunicação da comunidade surfista, que regularmente partilha todo o tipo de novidades interessantes do seu dia a dia.</p>
<p>Fica com a mais recente compilação de IGNews&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>João Guedes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/joaoguedessurfs/" target="_blank" rel="noopener">@joaoguedessurf</a>) falou hoje que <a href="https://www.instagram.com/p/CLaCzxgMk72/" target="_blank" rel="noopener">foi operado a uma hérnia</a>, algo que já o incomodava há anos. A recuperação vai demorar alguns meses mas o ex-campeão nacional mostrou-se em bom espírito. #goguedes</p>
<p><strong>Gary Elkerton</strong> (<a href="https://www.instagram.com/garykongelkerton/" target="_blank" rel="noopener">@garykongelkrton</a>), um surfista que foi por <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">3x vice-campeão mundial da ASP</a> (actual WSL), partilhou os seus “<a href="https://www.instagram.com/p/CLXyw2kHzt4/" target="_blank" rel="noopener">5 centavos</a>” sobre a atual situação do Championship Tour. “<em>Eu acho que se estivesse à frente da WSL faria todos os eventos nas ilhas Mentawai, colocando todos os australianos e distribuindo-os em 3 barcos e o mesmo com os outros países. Fazia lá os 10 eventos e eu ficava como diretor de prova.</em>”- Esta sugestão utópica gerou muito <em>engagement</em> com os grandes nomes da sua geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novos patrocínios, despedimentos e renovações</strong></p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> (<a href="https://www.instagram.com/vascoribeiro/" target="_blank" rel="noopener">@vascoribeiro</a>) acabou de se juntar ao<a href="https://www.instagram.com/p/CLXf4eQBvsZ/" target="_blank" rel="noopener"> clube de futebol Estoril Praia</a>, enquanto <strong>Carolina Mendes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/caroliinamendess/" target="_blank" rel="noopener">@caroliinamendes</a>), que já fazia parte do clube há um ano, <a href="https://www.instagram.com/p/CLaBxKjsMZf/" target="_blank" rel="noopener">renovou</a>.</p>
<p><strong>Marlon Lipke</strong> (<a href="https://www.instagram.com/marlonlipke/" target="_blank" rel="noopener">@marlonlipke</a>) anunciou que se <a href="https://www.instagram.com/p/CLTrJ-FFY6N/" target="_blank" rel="noopener">juntou ao team SurfLink</a>, enquanto que a Silberofeil Energy Drink passou a ocupar o bico da sua prancha e a RVCA, que o patrocinava desde 2017, deixou de ser o seu patrocinador.</p>
<p>Entretanto o super talentoso havaiano <strong>Barron Mamiya</strong> (<a href="https://www.instagram.com/barronmamiya/" target="_blank" rel="noopener">@barronmamiya</a>) acabou de <a href="https://www.instagram.com/p/CLVoeNmBdnE/" target="_blank" rel="noopener">fortalecer a equipa da Sharp Eye </a>Surfboards com a sua presença.</p>
<p><strong>Jesse Mendes</strong> (<a href="https://www.instagram.com/jesse_mendes/" target="_blank" rel="noopener">@jesse_mendes</a>), que se encontrava há mais de um ano sem patrocínio, tem colocado <a href="https://www.instagram.com/p/CLaEph_pEqn/" target="_blank" rel="noopener">vídeos a surfar com o autocolante da Body Glove</a>. À primeira vista podia pensar-se que estaria a usar pranchas da sua noiva, a top do Championship tour <strong>Tatiana Weston-Webb</strong> (<a href="https://www.instagram.com/tatiwest/" target="_blank" rel="noopener">@tatiwest</a>), mas a partir do momento que começou a <em>taggar</em> a marca podemos especular que é oficial que integrou na equipa.</p>
<p>Mas se houve uma novidade que deu que falar, foi o post de <strong>Caio Ibelli</strong> (<a href="https://www.instagram.com/caioibelli/" target="_blank" rel="noopener">@caioibelli</a>) sobre o seu <a href="https://www.instagram.com/p/CLNIkTXHOIj/" target="_blank" rel="noopener">despedimento da Oakley</a>. O top do CT comentou o seguinte: “<em>6 anos atrás entrei para o time da @oakleysurfing , foram muitas trips e sonhos conquistados juntos como de Campeão mundial pro Júnior ,campeão brasileiro Júnior , campeao WQS , rookie of the year&#8230; Foi muito dinheiro investido me preparando para chegar onde estou hoje, na elite do surf mundial. Tenho muita gratidão por tudo que eles fizeram por mim mas não consigo entender as coisas, juro! . Hoje estou na elite, sem patrocinador principal e perdi mais um co patrocínio! Mas é isso vamos no amor , e valorizar quem esta do nosso lado! @oakleybr @oakley</em>”. O post tornou-se viral, com muito apoio para Ibelli e algum debate sobre o patrocínio de atletas VS <em>influencers</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/ignews/" target="_blank" rel="noopener">IGNews </a>em breve&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59173</post-id>	</item>
		<item>
		<title>5 surfistas que ficaram muito perto de conquistar o título mundial &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2015 09:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas que ficaram perto de conquistar o título mundial]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Cheyne Horan]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Elkerton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=24351</guid>

					<description><![CDATA[Ganhar o título mundial da WSL é o equivalente a ganhar a medalha de ouro nos jogos olímpicos. Apenas os melhores entre os melhores conseguem atingir esse objectivo e mesmo surfistas fora de série podem acabar as suas carreiras sem chegar ao título máximo deste desporto. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que tinha tudo para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ganhar o título mundial da WSL é o equivalente a ganhar a medalha de ouro nos jogos olímpicos.<span id="more-24351"></span> Apenas os melhores entre os melhores conseguem atingir esse objectivo e mesmo surfistas fora de série podem acabar as suas carreiras sem chegar ao título máximo deste desporto. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que tinha tudo para conseguir ser campeões mundiais mas &#8220;bateram na trave&#8221;&#8230;</p>
<p><strong>Cheyne Horan | Austrália</strong></p>
<p>Cheyne Horan é recordista de títulos de vice-campeão mundial. Foram dois os surfistas que lhe tiraram a oportunidade de entrar na “Hall of Fame” do surf, “Rabbit” Bartholomew em 1978 e Mark Richards em 79, 81 e 82. Consta que o título mais doloroso de perder foi em 1979, quando ficou a um heat de garantir o título. Cheyne surfou nas meias finais contra Peter Townend, seu companheiro de equipa do conhecido grupo de surfistas australianos de época, Bronzed Aussies. Mesmo com a ligação “BA” Townend não deu hipóteses a Horan a avançou para a final. No heat seguinte estava Mark Richards que precisava de vencer o heat e a final e foi o que aconteceu, garantindo nesse momento o seu primeiro de quatro títulos, um marco que só foi batido por Kelly Slater em 1996 e mais nenhum outro surfista conseguiu repetir até hoje. Depois dos seus quatro 2ºs lugares Cheyne ainda foi 3º no ranking de 1983 mas começou a cair drasticamente a partir daí. Em 1987 voltou ao top16 ao vencer o Billabong Pro in Hawaii, recebendo o maior prize money de sempre até à data, com 50.000 USD para o primeiro lugar. O australiano manteve-se no tour até 1993 e mais tarde reinventou-se tornando-se num dos mas reconhecidos surfistas de ondas grandes do mundo, o que lhe proporcionou mais alguns anos de carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gary Elkerton | Austrália</strong></p>
<p>O &#8220;enfant terrible&#8221; dos anos 80, Gary “Kong” Elkerton era o power surfer do tour e um mestre em ondas pesadas como Sunset e Haleiwa. Foi vice-campeão mundial três vezes, perdendo em 1987 o título para Damien Hardman, em 1990 para Tom Curren e em 1993 para Derek Ho. A disputa de 1990 foi muito equilibrada com Curren, que tinha largado e circuito anteriormente e nesse ano competiu quase sempre a partir dos trials, e os confrontos deram origem a um filme lançado em 2005, Curren, Trials to Title. Mas perder o título esse ano dificilmente custou tanto como em 1993. Chegados à última etapa um número recorde de 7 surfistas (Potter, Elkerton, Macaulay, Ho, Machado, Munga Barry e Hardman) tinham hipóteses matemáticas de ficar com o título mas, nas meias finais realizadas no último dia do período de espera, apenas Elkerton e Derek Ho se mantinham na disputa. Gary apenas precisava de chegar à final e mesmo se não chegasse o título podia ser seu já que Derek precisava de vencer. Mas o seeding jogou contra o australiano que calhou com Derek e Larry Rios nas meias e foi marcado pelos dois havaianos, sendo assim eliminado. E quando Derek Ho bateu Kelly Slater, Jeff Booth e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/" target="_blank" rel="noopener">Larry Rios</a> na final para vencer o Chimsee Pipe Masters tornou-se no primeiro havaiano campeão mundial da ASP. Elkerton ainda ficou no tour durante mais alguns anos e teve com única consolação os seus três títulos mundiais na categoria master, em 2000, 2001 e 2003.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais dois surfistas que ficaram muito perto de conquistar o título mundial brevemente em<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener"> www.onfiresurfmag.com</a>!</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">À PORTA DO OLIMPO aqui</a>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24351</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
