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	<title>Francisco Rodrigues &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Justin Mujica, Francisco Rodrigues, Rodrigo Herédia, Francisco Cruz e Mónica Santos são os campeões nacionais Master de 2022</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/justin-mujica-francisco-rodrigues-rodrigo-heredia-francisco-cruz-e-monica-santos-sao-os-campeoes-nacionais-de-master-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 10:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Caparica Master Classic 2022 ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dois dias de competição houve oportunidade de voltar a ver em ação alguns dos atletas que fazem parte da história e cultura do surf português, muitos deles ex-campeões nacionais tendo sido fundamentais no surf de competição em Portugal ao trilharem o caminho para aquilo que a modalidade é atualmente. Num ambiente de confraternização e competição saudável relembraram-se velhas rivalidades e grandes momentos que ficaram na memória de quem os viveu ou registou.</p>



<p>Este domingo realizou-se o segundo dia de competição do Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill<br>com ondas desafiantes com sets de 1,5m que puseram à prova a capacidade física dos surfistas. Todos estes surfistas têm um nível de surf bem superior aquilo que conseguiram mostrar hoje, mas o tamanho, a força e a intensidade do mar impediram que as performances estivessem no seu máximo.</p>



<p>Na categoria de Masters (+35 anos) <strong>Davi Neves</strong> foi o grande vencedor da final abrindo a sua prestação com uma onda de 7.83 pontos em 10 possíveis na qual desferiu fortes carves numa direita que abriu parede. Voltou a mostrar uma boa escolha de ondas na onda seguinte onde realizou uma finalização muito crítica elevando a fasquia para o patamar da excelência com 8.67 pontos (melhor onda do evento) terminando a sua prestação com o score de 16.50 em 20 pontos possíveis (melhor score do evento). <strong>Francisco Rodrigues</strong> ficou em 2º lugar tendo provado a força do mar quando viu a sua prancha partida em dois. O atual presidente da Associação Nacional de Surfistas sagrou-se campeão desta categoria uma vez que Davi Neves não possui nacionalidade portuguesa o que o impede de obter títulos nacionais. Edgar Nozes ficou em 3º lugar e Francisco Canelas em 4º</p>



<p>Em Grand Masters (+40 anos) François Barreto abriu as hostilidades com uma onda de 5.67 pontos assumindo a liderança do heat recebendo a resposta de <strong>Justin Mujica</strong> com 5.33 pontos. Pablo Ferreira entrou na luta e chegou à liderança momentânea com um par de ondas na casa dos 3 pontos, mas a resposta dos adversários viria a mudar a situação com a segunda melhor onda de Mujica (3.83 pontos) já perto do final a virar o resultado a seu favor garantindo-lhe a vitória e o título da categoria. François Barreto terminou em 2º, Pablo Ferreira em 3º e Francisco Morgado em 4º.</p>



<p>Na final de Kahunas (+45 anos) <strong>Francisco Cruz</strong> mostrou estar em boa forma dando sequência à boa performance em todo o campeonato onde venceu todos os heats que disputou. Fazendo uso de um surf de backside sólido, abriu a final com uma onda de 5.00 pontos tendo selado a vitória com um back up de 3.77 pontos. Maurício Vieira ficou em 2º lugar, Pedro Meirelles em 3º e José Pirujinho em 4º.</p>



<p>A final de Big Kahunas (+50 anos) juntou dois ex-campeões nacionais Open, Bruno Charneca e <strong>Rodrigo Herédia</strong> e um ex-pentacampeão nacional de Masters e ex-campeão europeu desta categoria, Pedro “Pirujinho” Couto com Miguel Sanchez. Nos minutos iniciais foi Rodrigo Herédia quem começou melhor com uma onda de 5.83 pontos assumindo a liderança da final. Os seus adversários tentaram destroná-lo da liderança, mas ao juntar um back up de 2.47 o surfista de Carcavelos conquistou o título deixando em 2º lugar Pedro “Pirujinho” Couto, Bruno Charneca em 3º e Miguel Sanchez em 4º.</p>



<p>Ainda no sábado <strong>Mónica Santos </strong>sagrou-se campeã nacional depois de ter vencido a final da categoria Masters (+ 35 anos) tendo-se superiorizado a Patrícia Lopes que ficou no 2º lugar, Té Ayala em 3º e Inês Tralha em 4º.</p>



<p>O evento organizado pela ASCC (Associação de Surf da Costa de Caparica) homenageou João Alexandre “Dapin”, um dos melhores surfistas portugueses da história que faleceu no ano passado.</p>



<p>“O evento foi um sucesso e é sempre positivo reencontrarmos as velhas glórias do surf nacional que traduziram as suas rivalidades em grandes amizades”, referiu o presidente da ASCC, Miguel Gomes. “Tivemos aqui surfistas de várias gerações que vieram de Norte a Sul do país para competir. É muito motivante para a ASCC fazer parte deste evento e estamos orgulhosos por podermos partilhar com a nova geração a experiência destes surfistas que foram pioneiros no surf de competição em Portugal”, salientou.</p>



<p>O Caparica Master Classic 2022 sponsored by Almada Forum presented by Corona powered by Native Açaí e Go Chill contou com os patrocínios do Almada Forum, Billabong, Native Açaí, Go Chill, 58 Surf, Corona, Why Not, Sharp Eye Surfboards e Marcelino Beach Club.</p>



<p>Os media partners são o Fuel TV, Surftotal, ONFIRE e Beachcam e os apoios institucionais vêm da Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia de Costa de Caparica, Federação Portuguesa de Surf e IPDJ.</p>



<p></p>



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		<title>Será possível um regresso ao surf com as medidas propostas?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/sera-possivel-um-regresso-ao-surf-com-as-medidas-propostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 16:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[Será que o bom senso e respeito predominará entre os surfistas?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo do mês que passou, em que foi declarado estado de emergência, os portugueses têm vivido uma realidade diferente do que estavam habituados, com consequências graves para a saúde de muitos e para a economia. A conjuntura obrigou a que grande parte da população tenha abandonado os seus postos de trabalho, encontrando-se em casa em tele-trabalho, apoio à família ou layoff, o que inclui muitos surfistas.</p>
<p>O debate sobre <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/entrevista-com-um-surfista-fura-quarentenas-descobre-as-suas-razoes/" target="_blank" rel="noopener">surfar ou não tem sido aceso</a> e apesar de ser um facto que as praias estão fechadas e que há uma proibição de surfar para evitar agrupamentos, uma pequena percentagem tem egoistamente aproveitado, usufruindo do bom civismo de todos os outros para surfar boas ondas com pouca gente na água. Com o provável fim do estado de emergência dentro de poucos dias pôs-se a questão de quando seria possível surfar, algo que entidades como a ANS, FPS e WSL EMEA anteciparam e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fps-ans-e-wsl-enviam-propostas-para-o-regresso-ao-mar-a-3-de-maio/" target="_blank" rel="noopener">lançaram uma proposta ao Presidente da República, da Assembleia Geral e ao Primeiro Ministro </a>com algumas <em>guidelines</em> sobre como se poderia proceder a este regresso.</p>
<p>No entanto, algumas dessas medidas, nomeadamente a distância entre praticantes na água e o tempo de permanência, podem ser difíceis de implementar ou mesmo de fiscalizar. Entrámos em contacto com Francisco Rodrigues, presidente da ANS, que fez a seguinte declaração sobre o tema: &#8220;<em>O Surf é um desporto individual e com prática desagrupada. Não temos qualquer estadia ou permanência na praia. Só queremos aceder ao mar para voltar à nossa actividade física, ao nosso bem estar, à nossa saúde física e mental. Esta carta é uma posição firme das 3 entidades máximas do Surf em Portugal, fazendo as propostas a montante às entidades oficias mas responsabilizando a jusante toda a comunidade de surfistas para que se unam em torno das recomendações efectuadas. É aqui que nós, surfistas, temos de actuar pelo exemplo. As recomendações feitas não são minhas, nem do João Aranha nem do Francisco Spínola. Estão estruturadas de todos para todos. É possível retomar o surf mas também depende de nós todos respeitar as circunstâncias actuais de pandemia e continuar a agir pela via do mais baixo risco possível e com respeito pelo próximo. É possível voltarmos ao mar a 3 de Maio. Com a atitude certa</em>!&#8221;</p>
<p>Em conclusão, chegará um ponto em que poderá partir de cada surfista fazer a coisa certa, manter as distâncias necessárias e sair da água ao fim de 90 minutos de surf, independentemente da qualidade das ondas. A consequência deste incumprimento já todos sabemos, pois é bem visível em países próximos como a Espanha, Itália e França e outros mais distantes como os EUA, já que um retrocesso na contenção desta pandemia poderia ter consequências muito mais graves na nossa economia, saúde e na possibilidade de voltar a surfar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conferência &#8211; O impacto socio-económico do Surf</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/conferencia-o-impacto-socio-economico-do-surf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 11:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Mesquita Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 13 de Dezembro, pelas 21H00, a Juventude Popular de Cascais organiza a conferência &#8220;O impacto socio-económico do Surf&#8221;, que contará com o painel de luxo composto por Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de Estado do Turismo e actual Vice-Presidente do CDS e Francisco Rodrigues, Presidente da Associação Nacional de Surfistas. Com um tema diferente das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 13 de Dezembro, pelas 21H00, a Juventude Popular de Cascais organiza a conferência &#8220;O impacto socio-económico do Surf&#8221;<span id="more-35282"></span>, que contará com o painel de luxo composto por Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de Estado do Turismo e actual Vice-Presidente do CDS e Francisco Rodrigues, Presidente da Associação Nacional de Surfistas.</p>
<p>Com um tema diferente das conferências geralmente apresentadas no meio político, pretendemos compreender qual é o impacto socio-económico deste desporto que é tão querido ao Concelho de Cascais.</p>
<p>Convidamos todos os interessados pelo tópico a aparecerem no Centro Cultural de Cascais para umas horas de boa disposição e muita conversa. Mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/691289321048139/" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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