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	<title>Francisco Mittermayer &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos e renovações &#124; Dez2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 09:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Actualização de 30 de Dezembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano está a chegar ao fim e, como é típico desta época, há algumas novidades&#8230;</p>



<p><em>A grande bomba do final da temporada é&#8230; <strong>João Kopke</strong> na <strong>Billabong</strong>! Numa fase em que as marcas estão a investir cada vez menos, a Billabong mostra que o mercado ainda mexe, apostando no surfista/storyteller João Kopke. Além do seu talento como &#8220;comunicador&#8221; e mesmo afastado da competição, Kopke tem mostrado muito bom surf nos seus conteúdos e a parceria promete.</em></p>



<p><em>Não é fácil ver bem os patrocínios de <strong>Nicolau Von Rupp</strong> nas ondas gigantes que tem surfado mas numa análise mais detalhada é visível a ausência de dois patrocínios seus de longa data, a <strong>Hurley</strong> no bico da prancha e a <strong>Monster Energy</strong>. Na verdade a garra verde já tinha desaparecido há algum tempo enquanto que a Hurley passou um pouco mais para baixo, passando a ser apenas o seu patrocinador de fatos. Nic passou a fazer parte da <strong>Moncler</strong>, um gigante do têxtil com origens francesas e italianas. Outra novidade na sua prancha é a marca da bebidas <strong>AG1</strong> que também está ligada ao 3x campeão mundial, Mick Fanning.</em></p>



<p><em>Outra boa notícia foi a contratação de <strong>Francisco Mittermeyer</strong> pela <strong>O&#8217;Neill</strong>. O surfista de São Pedro do Estoril é um dos grandes talentos da sua geração e finalmente parece ter encontrado um apoio à sua altura. Ainda em Portugal a <strong>Semente Surfboards</strong> fortaleceu a sua equipa com a surfista júnior em ascensão, <strong>Lua Escudeiro</strong>. Lua já surfava de Semente há anos, mas agora foi oficializada como team rider.</em></p>



<p><em>Infelizmente há uma nota negativa para terminar, o basco <strong>Kai Odriozola</strong> deixou de fazer parte da <strong>Rip Curl </strong>ao fim de 11 anos na marca.</em> </p>



<p><strong>Actualização</strong></p>



<p>Entretanto Kai, que sempre representou Espanha/País Basco, anunciou que vai passar a surfar pela Alemanha, a nacionalidade da sua mãe.</p>



<p><strong>Yago Dora</strong>, campeão mundial em título, comunicou recentemente que deixou de fazer parte da marca que o patrocina há mais de uma década, desde o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/brasil-prepara-o-proximo-gabriel-medina/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/brasil-prepara-o-proximo-gabriel-medina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">início da sua carreira</a>, a <strong>Volcom</strong>, e entretanto irá ter a <strong>Vissla</strong> no bico da sua prancha. Não terá sido coincidência que ao mesmo tempo a marca &#8220;soltou&#8221; três outros <em>team riders</em>, <strong>Cam Richards</strong>, <strong>Noa Mizuno</strong> e <strong>Cliff Kapono</strong>. Igualmente bombástica foi a comunicação da Rip Curl, anunciando a saída de <strong>Gabriel Medina</strong> depois 17 anos da equipa. O que será que se segue? Também o ex-top do CT, <strong>Jackson Baker</strong>, deixou de ter a Rip Curl como seu patrocinador principal. Ainda a nível internacional, a brasileira/havaiana <strong>Luana Silva</strong> juntou à equipa do <strong>Banco do Brasil</strong>, mais um grande apoio no seu caminho até ao topo do Championship Tour. </p>



<p>Voltando a Portugal, <strong>Lourenço Sousa &#8220;Gatinho&#8221;</strong> juntou-se à maior marca de pranchas da Europa, a <strong>Pukas</strong>, uma parceria que promete. Falando de Europa, o francês <strong>William Allioti </strong>também está de saída da Volcom, mas parece que já tem um contrato com outra marca alinhado&#8230;</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



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<p><br></p>
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		<title>(Im)Perfect Waves &#124; Valente e Mittermeyer pela Andaluzia</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/imperfect-waves-tomas-valente-e-francisco-mittermeyer-pela-andaluzia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 21:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[tomás valente]]></category>
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					<description><![CDATA[Episódio 2]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já dizia um grande filósofo, &#8220;Um dia está mau, o outro dia está mau, o outro dia está mau, e depois há um dia que está bom e a vida é bela&#8221;. Haverá melhor maneira de descrever a experiência de ser surfista? Tomás Valente e Francisco Mittermeyer andaram pela Andaluzia à caça de ondas do mediterrâneo e depois de alguns dias de pouca acção apanharam ondas boas e aproveitaram muito bem&#8230; </p>
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		<title>Mittermayer e Dias terminam em 3º lugar no Cabreiroá Junior Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/francisco-mittermayer-e-maria-dias-terminam-em-3o-lugar-no-cabreiroa-junior-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 22:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Piter e Etxabarri conquistam os títulos Europeus...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Terminou hoje a terceira e última etapa do circuito Pro Junior Europeu, o Cabreiroá Junior Pro, que tinha em jogo estavam as vagas para a qualificação para o World Junior Championship.</p>



<p>Realizada em Coruña, Galiza, Espanha, muitos portugueses deslocaram-se a esta prova e houve boas prestações desde as primeiras fases. <strong>Francisco Queimado</strong> foi um dos destaques do round de 64, fase onde perdemos alguns surfistas de quem se esperava mais, como Matias Canhoto e João Roque Pinho. No round de 32 foi a vez de <strong>Salvador Vala</strong> se destacar, avançando para a fase seguinte, tal como Francisco Mittermeyer e Francisco Queimado, enquanto que Joaquim Trindade e Martim Nunes ficaram pelo caminho.</p>



<p>Vala e Queimado acabaram por ser eliminados no round de 16 surfistas, ambos terminando em 9º lugar enquanto que Mittermeyer, à semelhança da fase anterior, brilhantemente virou o heat a seu favor nas suas duas últimas ondas. <strong>Francisco Mittermeyer</strong>  não parou por aí, eliminando o francês Luan Nogues nos quartos de final <em>man on man </em>com uma última excelente. O seu percurso chegava ao fim na fase seguinte, onde foi eliminado por <strong>Nicolas Paulet</strong>, que bateu na final o surfista que ficou com o título Europeu, Sam <strong>Piter</strong>. Mesmo assim Francisco arrancou desta etapa um 3º lugar, o que o levou à sexta posição do ranking final.</p>



<p>Também na prova feminina se viu bom resultados da parte das surfistas lusas. Todas as competidoras portuguesas passaram os seus heats do round 1, mas aos quartos de final de duas surfistas apenas chegaram Marias Dias e<strong> Erica Maximo</strong>. Erica terminou em 5º lugar, ao ser eliminada por <strong>Nahia Milhau</strong> no segundo heat da fase enquanto que <strong>Maria Dias</strong> passou o seu quarto heat ao eliminar Clemence Schorsch. A sua prova também terminava nas meias finais, sendo eliminada por <strong>Aelan  Vaast</strong>, enquanto que <strong>Janire Etxabarri</strong> ficou com a vitória mas o título Europeu ficou com a sua irmã, <strong>Annette Etxabarri</strong>.</p>



<p>Contas feitas <strong>Maria Salgado </strong>terminou como melhor surfista portuguesa nesta categoria, ficando em 5º lugar mas, a menos que surja um<em> wildcard,</em> este ano não haverá representantes nacionais no World Junior Championship.</p>



<p></p>



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<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>FPS seleciona lote de surfistas para projeto olímpico</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/fps-seleciona-lote-de-surfistas-para-projeto-olimpico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 11:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Erica Máximo]]></category>
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					<description><![CDATA[Na mira dos Jogos Olímpicos de 2028...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Federação Portuguesa de Surf divulga os surfistas juniores (sub-18 e sub-16) selecionados para o programa olímpico após uma reunião com os visados e o corpo técnico nacional que decorreu ontem.</p>



<p>À semelhança do que já acontece com a equipa Open, existem critérios de integração para o projeto de esperanças olímpicas. Estes critérios são definidos pelo Comité Olímpico de Portugal.<br>Portugal conseguiu colocar 4 atletas dentro dos critérios (Gabriela Dinis, Francisco Ordonhas, Martim Nunes e Matias Canhoto).<br>Este projeto permite acoplar um elemento de treino a cada um dos atletas integrados. Desta forma, a equipa técnica escolheu com base nas prestações no ISA World Juniores e Euro Junior, os seguintes atletas: Maria Salgado, Érica Mendonça, Francisco Mittermeyer e Franciso Queimado.</p>



<p>“Estes jovens são o futuro do surf nacional. O núcleo duro, pelo menos, pois não podemos excluir outros valores que, entretanto, possam ter uma evolução notável e abrupta que os catapulte para este nível. A FPS e o seu corpo técnico em particular, depositam toda a confiança nestes surfistas pelo percurso que já têm, mas também pelo seu perfil desportivo e humano. Sabemos que, se não em 2024, seguramente em 2028, poderemos contar com este lote para carregar a bandeira de Portugal nos Jogos Olímpicos”, afirmou João Aranha, presidente da Direção da FPS.</p>



<p>OS ESCOLHIDOS:<br><strong>Sub 18 Masc<br>Francisco Ordonhas</strong> 15º ISA WJC (critério COP)<br><strong>Erica Maximo</strong> (critérios FPS)<br><strong>Martim Nunes</strong> 4º Eurosurf Júnior 2022 (critério COP)<br><strong>Francisco Mittermayer </strong>(critérios FPS)</p>



<p><strong>Sub 18 Fem<br>Gabriela Dinis</strong> 3º Eurosurf Júnior 2022 (critério COP)<br><strong>Francisco Queimado</strong> (critérios FPS)</p>



<p><strong>Sub 16 Masc<br>Matias Canhoto</strong> 2º Eurosurf Júnior 2022 (critério COP)<br><strong>Maria Salgado</strong> (critérios FPS).</p>
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		<item>
		<title>Francisco Mittermayer é o novo campeão nacional de sub18</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/francisco-mittermayer-e-o-novo-campeao-nacional-de-sub18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2022 20:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Campeão Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Mittermayer]]></category>
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					<description><![CDATA[Martim Nunes vice-campeão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Decorreu este fim-de-semana de 5 e 6 de Novembro, em Ribeira d’Ilhas, o ERICEIRA JUNIORS, a Final do Campeonato Nacional de Surf Esperanças, na categoria Sub 18, apresentado pelo Ribeira d’Ilhas Surf &amp; Restaurant Bar.<strong></strong></p>



<p>Num fim-de-semana marcado por ondas de excelente qualidade, com cerca de metro e meio no sábado e de dois a três metros no domingo, estiveram presentes 32 Atletas, que se apuraram através dos 6 Circuitos Regionais 2022, das vagas provenientes de 2021 e de wildcards promovidos pela FPS.</p>



<p>Quanto à competição, no sábado, tal como as previsões vinham anunciando, as condições ao longo do dia mantiveram-se bastante consistentes na mais conhecida praia da Reserva Mundial de Surf da Ericeira, com ondas de cerca de metro e meio, tendo toda a competição decorrido de acordo com o planificado até ao round 4. Em grande destaque no primeiro dia estiveram o Matias Canhoto (PPSC) com o melhor sore do dia, Martim Nunes (Lombos) e Francisco Queimado (ERICEIRASC), que não se livraram do susto de caírem para as repescagens na ronda inaugural, Afonso Pinto (ERICEIRASC), Francisco Mittermayer (Estoril Praia), Francisco Ordonhas (Lombos), Tiago Stock (Lombos) ou Santiago Graça (Lombos).</p>



<p>No domingo, com as previsões de entrada de um swell fortíssimo previsto a partir das 12h00 (o que veio a acontecer), a prova iniciou-se às 7h30, com os quartos de final, em formato man x man com a duração de 25 minutos. Neste round destacam-se alguns heats memoráveis como Matias Canhoto x Afonso Pinto, em que o primeiro, a 3 segundos do fim apanhou uma onda e obteve o score que permitiu seguir para as meias finais, ou o que opôs o Martim Nunes ao Francisco Queimado, onde foram obtidos os melhores scores deste round. Nas meias finais, o Martim Nunes obteve o melhor score de todo o campeonato (17,00), onde se destaca a melhor onda de todo o campeonato (9,25), eliminando o Matias Canhoto, e na outra meia final o Francisco Mittermayer venceu o Francisco Ordonhas por uma margem muito curta (0,10).</p>



<p>Na final, disputada durante 30 minutos, já com a entrada de alguns “sets-vassoura”, o Francisco Mittermayer levou de vencida o Martim Nunes, até então insuperável, com duas ondas na casa dos 6 pontos cada. O Martim apenas conseguiu que uma das suas ondas fosse avaliada em 6,25, ficando a necessitar de uma outra onda de “backup” que permitisse chegar ao titulo que já em 2020 e 2021, lhe fugira por muito pouco.</p>
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		<item>
		<title>Candidatos a campeões nacionais da Liga MEO Surf: Joaquim Chaves, Francisco Mittermayer e Luís Perloiro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/candidatos-a-campeoes-nacionais-da-liga-meo-surf-joaquim-chaves-francisco-mittermayer-e-luis-perloiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 16:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Petisco Cascais Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Mittermayer]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MEO Surf]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Perloiro]]></category>
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					<description><![CDATA[12 surfistas para 1 título...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O título nacional masculino de surf vai-se decidir no Bom Petisco Peniche Pro, a quinta e última etapa da Liga MEO Surf 2022, a primeira divisão do surf português.</strong>&nbsp;Uma etapa que promete muita emoção para a decisão final de uma luta que se prevê muito renhida. Após quatro etapas disputadas, há ainda 12 surfistas com possibilidades matemáticas de serem o campeão nacional de 2022.</p>



<p><strong><u>Candidatos ao título de campeão nacional da Liga MEO Surf 2022</u></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Líder do Ranking: Guilherme Ribeiro</li><li>Restantes Candidatos: Guilherme Fonseca, Eduardo Fernandes, Tomás Fernandes, João Moreira, Vasco Ribeiro, Afonso Antunes, Francisco Almeida, Joaquim Chaves, Francisco Mittermayer, Luís Perloiro e Frederico Morais</li><li>Não Elegíveis: Halley Baptista e Arran Strong</li></ul>



<p>Com Guilherme Ribeiro a partir na liderança e com a licra amarela Go Chill, há muitos adversários nesta luta particular que prometem dar tudo por terminar na frente do ranking. Alguns mais experientes nestas andanças, outros em estreia. Vários estão a pouca distância da liderança, enquanto outros têm uma matemática mais complicada pela frente. Mas todos com o sonho vivo na luta pelo maior troféu do surf nacional.</p>



<p>Aqui ficam cinco minutos de conversa com três desses candidatos ao título: Joaquim Chaves, Francisco Mittermayer e Luís Perloiro.&nbsp;</p>



<p><strong>Joaquim Chaves &#8211; Percurso Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 13.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 9.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 5.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – 9.º lugar</p>



<p>Ranking atual: 10.º lugar com 2060 pontos e a 540 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: 1º lugar em Peniche / depende de resultados de terceiros</p>



<p><strong>Francisco Mittermayer – Percurso Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 13.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 33.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 3.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – 13.º lugar</p>



<p>Ranking atual: 12.º lugar com 1950 pontos e a 650 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: 1º lugar em Peniche / depende de resultados de terceiros</p>



<p><strong>Luís Perloiro &#8211; Percurso Liga MEO Surf 2022</strong><br>Liga#1 Figueira da Foz – 5.º lugar<br>Liga#2 Porto e Matosinhos – 5.º lugar<br>Liga#3 Ericeira – 13.º lugar<br>Liga#4 Ribeira Grande – Não competiu</p>



<p>Ranking atual: 15.º lugar com 1670 pontos e a 930 pontos da liderança<br>Requisito para Campeão Nacional: 1º lugar em Peniche / depende de resultados de terceiros</p>



<p><strong>ANS &#8211; Estás surpreendido por chegarem tantos surfistas à etapa final na luta pelo título? Em que posição te colocas nesta luta?</strong></p>



<p>Joaquim Chaves – A minha expectativa passa por ganhar a etapa, como em qualquer etapa em que entro. No ano passado a etapa de Peniche foi aquela em que fiz o meu melhor resultado, por isso as minhas expectativas são altas. Vou para ganhar!</p>



<p>Francisco Mittermayer – As minhas expectativas passam, sobretudo, por melhorar ou igualar o resultado que fiz na Ericeira, onde cheguei às meias-finais e fui 3.º classificado.</p>



<p>Luís Perloiro – O facto de tantos surfistas chegarem à etapa final na luta pelo título, torna esta decisão muito mais interessante. As expectativas são muito altas para esta última etapa, pois vai haver uma grande disputa entre vários atletas e isso é muito interessante de ver e acompanhar.</p>



<p><strong>ANS &#8211; Qual o surfista que consideras a maior ameaça nesta luta e qual o que mais gostavas de ver como campeão?</strong></p>



<p>Joaquim Chaves – Considero que todos os candidatos ao título são grandes ameaças e têm muitas hipóteses de fazer um bom resultado. A pessoa que gostava de ver como campeão era eu! Há muitos bons surfistas atualmente na Liga MEO Surf e penso que vai ser uma boa luta.</p>



<p>Francisco Mittermayer – Considero que todos os surfistas envolvidos nesta luta são fortes candidatos ao título. Mas, sem dúvida, que gostava de ser eu o campeão nacional.</p>



<p>Luís Perloiro – Considero que a maior ameaça é o Guilherme Ribeiro. E também é aquele que mais gostava de ver ser campeão nacional. Ultimamente tenho passado algum tempo com ele e gosto muito dele. Também me dou muito bem com o Guilherme Fonseca, que é o segundo do ranking. Mas penso que o Guilherme Ribeiro merece muito. É um atleta que tem evoluído bastante, é muito profissional e concentrado. Super focado em tudo o que faz! É também um miúdo muito porreiro.</p>



<p><strong>ANS &#8211; Como vai ser ter esta luta alargada num local como Peniche?</strong></p>



<p>Joaquim Chaves – É importante para mim a decisão ser em Peniche, até pela altura do ano, em que costuma haver melhores condições. O ano passado consegui um bom resultado. No último ano tenho surfado muito e passado muito tempo lá, onde tenho treinado muito os tubos. Vai ser interessante e penso que é uma etapa que pode ter grandes ondas.</p>



<p>Francisco Mittermayer &#8211; Qualquer etapa é importante para mim, mas como Peniche é uma etapa que acontece num palco que habitualmente recebe o WCT gostava muito de ser lá campeão.</p>



<p>Luís Perloiro – É importante para mim que a etapa seja em Peniche. É o local onde acontece a etapa do WCT, o que torna as coisas mais interessantes. Ter uma final do circuito nacional onde se realiza a etapa do circuito mundial, já é incrível. Se as previsões foram boas, ainda torna tudo mais interessantes. É uma das melhores ondas de Portugal e pode aumentar as expectativas para essa disputa. É algo que vai puxar por todos. Os surfistas vão querer atirar-se e dar o melhor tubo. Isto se as previsões foram boas. Mas acaba por ser sempre importante ter esta etapa em Peniche.</p>



<p>Além dos surfistas visados na luta pelo título máximo do surf português, Halley Baptista e Arran Strong estão matematicamente na corrida para vencerem a Liga MEO Surf 2022, não estando legalmente habilitados para serem campeões por não terem cidadania portuguesa. Quanto a Frederico Morais e Vasco Ribeiro, ambos são presenças não confirmadas em Peniche.</p>



<p>Relativamente aos requisitos indicados para cada surfista obter o título de campeão nacional da Liga MEO Surf 2022, apresenta-se o cenário mais admissível face à multiplicidade de possibilidades que se podem vir a verificar pelo facto do grupo de candidatos ser bastante alargado.</p>



<p>A 5ª e última etapa da Liga MEO Surf, o Bom Petisco Peniche Pro, realiza-se de 28 a 30 de Outubro em Peniche.</p>
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		<title>Expectativa / realidade &#124; Por João “Flecha” Meneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Meneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 08:24:42 +0000</pubDate>
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<p>Tenho um assunto que ando a remoer há tempo demais. Tem a ver com expectativa/ realidade, e já agora, em jeito de letra de música, acrescento maturidade.<br><br>Estava aqui a reler uns textos antigos neste dia de chuva. Há quem opte por ir ao arquivo e fazer uns<em> posts</em> de dias de sol, mas a mim deu-me para isto, confrontar-me com o que escrevi há uns anos e perceber se ainda estou de acordo comigo. Fui parar, propositadamente, a um texto que escrevi sobre o estilo do surf português. Ao relê-lo, não mudava uma única palavra. O texto foi um claro elogio a alguns surfistas portugueses e uma chamada de atenção para algumas instituições. Apenas isso.<br><br>Passaram-se alguns anos e há um tema que é recorrente e mais do mesmo. Quem será o próximo surfista português na elite mundial? Parece aquela conversa de café ou de elevador, que anda ali à volta dos preços dos combustíveis ou da chuva que não aparece.<br><br>Em primeiro o tema é sempre discutível, o que é a elite mundial? Mas vamos partir do pressuposto que a conversa de café se refere à WSL. Para mim alguns dos melhores surfistas não estão no tour da WSL, mas admitamos que uma grande parte está lá. Agora vamos perceber como é que eles lá chegaram. Vieram numa nave espacial, quase sempre de países com uma grande tradição de surf e com muitas gerações no calendário solar. Pois bem, chegaram naturalmente, porque vêm de um planeta diferente do nosso. Eu diria que uma significante percentagem dos freesurfers desses países é melhor que qualquer surfista português que ande pelos pódios dos campeonatos regionais e nacionais. E era aí mesmo que eu queria chegar. A competição! Competir é das melhores formas para evoluir. É nessa arena das licras coloridas que a superação surge aos minutos e aos segundos, onde técnica, resistência e cabeça, precisam de se abraçar para poderem festejar a cada toque de buzina, anunciando o final da bateria. Acho que estamos todos de acordo em relação a isso. Mas se não estiverem, continuem a ler, é sempre bom percebermos através das palavras dos outros, o quão estamos certos e eles errados.<br><br>Estilo, fluidez, suavidade, sintonia com o mar e leitura de ondas. Como se consegue? Com dedicação, humildade, muitas horas dentro de água, experiência, visualização de filmes a babar a almofada no sofá numa tarde de chuva, mergulhos na cultura do surf nacional e mundial e também um pouco de sorte, pois o estilo não é para qualquer um. </p>



<p>E é precisamente nestas áreas que temos ainda muito por escalar. Vou ser mais específico, vou dar exemplos claros. Embora lá.<br>Tocou a buzina:<br>Voar com um simples aéreo, clean, em vez daqueles tiques com “reverses” automáticos de quem não sabe mandar um cutback;<br>Encaixar 2 manobras bonitas em vez de tentar 3 de bengala e já quase a mandar a toalha ao chão;<br>Saber ganhar velocidade e “atacar” a onda com bottoms eficazes, sem grandes interrupções da 2ª para 3ª mudança, para não estragar a caixa de velocidades. Fluidez na condução;<br>Deixar de surfar de forma robótica, sem personalidade, sem criatividade e imitando o inimitável;<br>Convidar o “treinador” para surfar, com o objectivo de perceber se ele é um Zulmiro ou é mesmo um surfista que sabe do que está a falar. É que a transmissão do capital cultural é tão ou mais importante que o talento natural;<br></p>



<p>Saber deslizar dentro de um tubo e usufruir do momento à surfista, saindo com um sorriso enquanto se é varrido pela “baforada” de espuma;<br></p>



<p>Surfar todo o tipo de mares e estar lá dentro porque sim.<br>E por fim, sem invejas e dores de cotovelo, observar o Francisco Mittermayer, que não sei o que será no futuro, se um grande competidor, um free surfer talentoso, ou apenas mais um gajo feliz dentro de água. Apenas sei, que por agora, é um puto que nos deve inspirar pela mestria, suavidade, técnica, estilo e sintonia com a onda. Tem cabelo loiro e não se veste de preto mas podia ser um Ninja a saltar do telhado.<br><br>E é isso que se quer para uma nação que tem como aspiração ter mais um surfista na elite mundial.</p>



<p></p>



<p>Sobre o Autor:<br>João “Flecha” Meneses | Com três décadas de surf nos pés, “Flecha” enquadra dois adjectivos de respeito no surf, “underground” e “Soul” surfer. Originalmente local das ondas da Caparica, João tornou-se residente da Ericeira há quase duas décadas e é um daqueles surfistas que não aceita insultos do “Sr. Medo”. Nos seus tempos livres é escritor de mão cheia e esta foi mais uma grande colaboração com a ONFIRE.</p>
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