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	<title>Flashback &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Flashback &#124; Mick Fanning aos 16 anos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/flashback-mick-fanning-aos-16-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 13:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Flashback]]></category>
		<category><![CDATA[Mick Fanning]]></category>
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					<description><![CDATA[Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? Fica a conhecer o “roteiro” da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade. Surfista – Mick Fanning Tinha 16 anos em – 1997 Idade actual – 34 anos Em que ponto estava a sua carreira aos 16 anos… [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? <span id="more-31522"></span>Fica a conhecer o “roteiro” da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade.</p>
<p><strong>Surfista</strong> – Mick Fanning<br />
<strong>Tinha 16 anos em</strong> – 1997</p>
<p><iframe title="3 degrees -  personal development" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Ty6r4e_G0_k?start=17&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe><br />
<strong>Idade actual</strong> – 34 anos</p>
<p><strong>Em que ponto estava a sua carreira aos 16 anos…</strong></p>
<p>Mick já mostrava muito potencial e era apontado como uma das grandes esperanças australianas da época juntamente com Joel Parkinson, Dean Morrison e outros. Na altura, apesar de ainda estar na escola, já tinha o surf como seu foco principal e ambicionava ser profissional. Surfava regularmente com os seus três irmãos mais velhos, com quem aprendeu muito enquanto jovem. Na época ainda era patrocinado pela Quiksilver e já era treinado por Phil McNamara, que reconheceu o seu potencial e com quem trabalha até aos dias de hoje.</p>
<p><strong>O que se seguiu&#8230;</strong></p>
<p>Pouco tempo mais tarde assinou pela primeira vez com a Rip Curl, marca que o continuaria a apoiar até à actualidade. Aos 18 anos o seu mundo foi abalado pela morte de Sean, um dos seus irmãos e com quem ambicionava um dia correr o circuito mundial. Depois de uma fase em que assumiu, mais tarde, ter perdido a vontade de surfar, Fanning voltou mais forte e garantiu uma série de títulos. Venceu (no ano seguinte) o prestigioso Narrabeen Pro Junior, uma prova que teve como vencedores no passado vários campeões do mundo, como Tom Carroll, Occy e Slater.</p>
<div id="attachment_31523" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31523" class="wp-image-31523" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick2.jpg" alt="mick2" width="728" height="485" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick2.jpg 642w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick2-264x176.jpg 264w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-31523" class="wp-caption-text"><em>A primeira vitória no Championship Tour. Photo by WSL</em></p></div>
<p>Seguiu-se uma vitória num QS 4 estrelas (2000), uma vitória num QS 6 estrelas (2001) e o seu quarto convite para participar numa etapa do Championship Tour, o Rip Curl Pro Bells Beach. Mick venceu essa etapa e provou ao mundo que era um dos grandes surfistas da actualidade. Ainda nesse ano participou na etapa de Sunset, que fez parte do CT por poucas temporadas, e terminou em 5º lugar, deixando claro que seria um “contender” num futuro próximo.</p>
<p><strong>No Championship Tour…</strong></p>
<p>Como seria de esperar, Fanning muito rapidamente se estabeleceu entro do top 5 da elite do surf mundial. Em 2002, o seu primeiro ano, terminou em 5º lugar, seguido de um 4º lugar em 2003. O ano seguinte foi o seu pior no tour, terminando em 43º lugar, mas há uma boa justificação, contraiu uma lesão grave. A aterrar de um floater, numa viagem à Indonésia, Mick desfez um tendão na perna e ficou a dúvida se alguma vez voltaria a surfar ao seu melhor nível. Em 2005 regressou ao tour com um <em>injury wildcard</em> e venceu duas etapas, provando que estava ainda melhor que no passado.</p>
<p>Mesmo assim teve de esperar pela sua hora para conseguir o primeiro título mundial. Até ao fim de 2006 o circuito foi dominado por apenas dois nomes, Kelly Slater e Andy Irons. Mas, no ano seguinte, Fanning deu tudo o que tinha e conseguiu o seu primeiro título mundial, repetindo a dose em 2009 e 2013. Em 2014 e 2015 esteve na disputa até à última etapa, ficando a pouco mais de um heat de ter conseguido mais títulos.</p>
<div id="attachment_31524" style="width: 738px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31524" class="wp-image-31524" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick1.jpg" alt="mick1" width="728" height="486" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick1.jpg 641w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/05/mick1-264x176.jpg 264w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-31524" class="wp-caption-text"><em>O primeiro título mundial. Photo by WSL</em></p></div>
<p><strong>Onde está agora…</strong></p>
<p>A tirar um &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/mick-fanning-fora-do-tour-em-2016/" target="_blank">personal year</a>&#8220;. Os últimos anos a competir ao mais alto nível do surf profissional tiveram o seu peso e o icónico australiano está na sua primeira pausa competitiva desde o ano da sua lesão. 2015 foi um ano especialmente pesado devido ao <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/mick-fanning-fora-do-tour-em-2016/" target="_blank">ataque de tubarão de que foi vítima</a>, ao seu divórcio e à <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/fanning-e-carroll-dois-surfistas-que-sofreram-grandes-perdas-pessoais-durante-o-pipe-masters/" target="_blank">perda de mais um irmão durante a etapa decisiva do título, o Pipeline Masters</a>. Mas, pelo que tem partilhado nas redes sociais, este que é um dos melhores surfistas de todos os tempos, está numa boa fase a nível pessoal e pretende competir numa das próximas etapas do tour, o JBay Open!</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=bJLDh39EWck</p>
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		<title>Flashback &#124; Matt Wilkinson aos 18 anos</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/flashback-matt-wilkinson-aos-18-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 10:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Flashback]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Wilkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? Fica a conhecer o &#8220;roteiro&#8221; da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade. Surfista &#8211; Matt Wilkinson Tinha 18 anos em &#8211; 2008 Idade actual – 26 Em que ponto estava a sua carreira aos 18 anos&#8230; Apesar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em que ponto nas suas carreiras estavam os melhores surfistas da actualidade quando eram adolescentes? <span id="more-31145"></span>Fica a conhecer o &#8220;roteiro&#8221; da vida dos teus surfistas preferidos, da adolescência à actualidade.</p>
<p><strong>Surfista</strong> &#8211; Matt Wilkinson</p>
<p><strong>Tinha 18 anos em</strong> &#8211; 2008</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Flashback Friday" src="https://player.vimeo.com/video/163766217?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>Idade actual</strong> – 26</p>
<p><strong>Em que ponto estava a sua carreira aos 18 anos&#8230;</strong></p>
<p>Apesar de ter mostrado algum sucesso a nível competitivo e de seguir o percurso normal para um surfista da sua idade, ainda era uma incógnita se iria ser um surfista de competição ou um free surfer aérelista. De facto Wilko já tinha sido vice-campeão do competitivo junior series da Austrália e campeão mundial de sub16 no ISA World Junior Championships de 2004, no Tahiti, batendo na final Julian Wilson, Joan Duru e Tanner Gudauskas. A Rip Curl já o patrocinava desde os seus 10 anos mas o primeiro grande contrato que recebeu (da marca que o patrocina até hoje) foi em 2006. Esse acordo garantia-lhe o patrocínio por 5 anos e o seu primeiro wildcard para competir numa etapa do Championship Tour, o Rip Curl Pro Bells, onde competiu ao lado de Owen Wright, também wildcard. Apesar de ambos terem perdido no round 2, mostraram bom surf e deixaram a promessa de dar muito trabalho no futuro.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-31146" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg" alt="wilko2" width="728" height="480" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2-267x176.jpg 267w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko2-649x428.jpg 649w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p><strong>Como foi a sua evolução&#8230;</strong></p>
<p>Em 2007 atacou o QS a tempo inteiro e no ano seguinte fez três 3ºs lugares em etapas de seis estrelas, a cotação máxima da época, qualificando-se com facilidade para o CT de 2010 mesmo sem ter conseguido qualquer vitória. Foi nesta época que deixou de ter o surf progressivo como o seu ponto forte, passando para o seu surf de backside.</p>
<p><strong>No Championship Tour&#8230;</strong></p>
<p>Wilko não teve um percurso fácil na elite do surf mundial apesar de, por várias vezes, ter mostrado bom surf. Um dos seus melhores momentos foi na etapa de abertura do tour em 2011, onde venceu o primeiro e terceiro rounds, batendo surfistas como Kelly Slater e Bede Durbidge. E, apesar de estar com surf para vencer a prova, apanhou um inspiradíssimo Tiago Pires nos quartos de final e foi eliminado. A nível competitivo outro ponto alto foi a sua final em Steamer Lane, Santa Cruz, uma etapa que não voltou a realizar-se.</p>
<p>Há quem diga que a sua competitividade perdia-se devido à sua personalidade colorida fora de água, já que parecia mais um entretainer que uma máquina de competir. Os seus vídeos eram sempre divertidos e os seus fatos customizados a cada paragem do tour provavelmente garantiram-lhe mais exposição que outros surfistas mais bem cotados no tour. No entanto os anos passavam e Wilkinson continuava só em modo sobrevivência no tour.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-31147" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg" alt="wilko3" width="728" height="348" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2016/04/wilko3-300x143.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a></p>
<p>Depois de algumas derrotas duras este australiano mudou a sua postura e começou a tentar focar-se mais no circuito. Os resultados não foram imediatos e em 2015 fez uma das melhores decisões da sua carreira, recrutou o seu amigo Glenn “Micro” Hall para seu treinador.</p>
<p><strong>Onde está agora&#8230;</strong></p>
<p>No topo do ranking. 2016 está a ser um ano mágico para Matt Wilkinson. Tudo começou com uma vitória no QS 6.000 de Newcastle e evoluiu para duas vitórias consecutivas no Championship Tour, o que lhe garantiu uma liderança “absurda” no ranking. Após 3 etapas ainda não surgiu um rival sério ao seu primeiro lugar já que o actual número 2, Sebastian Zietz, está cerca de 8.250 pontos para trás e nem sequer tem vaga garantida para o resto do circuito. Um título mundial poderá estar &#8220;nas cartas&#8221; para este ano mas caso não aconteça em 2016 é provável que não surja outra oportunidade.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=I5AHz9keeg8</p>
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